FCBadesc lança O tocador de Sinos, de Luís Felipe Maldaner

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FCBadesc lança O tocador de sinos, de Luís Felipe Maldaner

Escritor usa sino de igreja como elemento de ligação entre capítulos da obra

 

A Fundação Cultural Badesc lança no dia 11 de setembro, quinta-feira, às 19h, o livro de contos O tocador de sinos, de Luís Felipe Maldaner.

Divido em três blocos: Solidão, Estranhamento e Paixão, a obra reúne 14 contos ambientados no interior gaúcho que possuem um elemento de ligação: o sino da igreja. Seja um personagem que o ouviu ou a própria figura do sineiro, a figura está presente durante todo o livro.

Maldaner incluiu ainda um conto que leva o nome da obra e está presente no primeiro bloco. Escrito há 25 anos e reescrito diversas vezes, trata-se da história de Wunibaldo, um homem aleijado que mora de favor no salão paroquial da igreja e pontualmente toca o sino nos horários estabelecidos. Esse personagem, humilde e solitário, faz uma referência ao monstro bondoso O Corcunda de Notre Dame, de Vitor Hugo.

Natural de Cerro Largo (RS), Maldaner é diretor de participações do Badesul. Doutor em estudos latino americanos pela Hankuk University of Foreign Studies, da Coréia do Sul, é professor no mestrado de gestão em negócios da Unisinos. Esta é sua quinta obra, terceira no gênero contos.

 

 

O quê: lançamento do livro O tocador de sinos, de Luís Felipe Maldaner. Quando: 11 de setembro, quinta-feira, às 19h. Onde: Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis, fone 3224-8846. Quanto: gratuito.

O tocador de sinos, de Luís Felipe Maldaner, Editora Bestiário, 2014, 98 páginas, R$ 25,00

Lançamento do livro Victor Meirelles – Biografia e legado artístico, de Teresinha Sueli Franz

Victor Meirelles, de Teresinha Sueli Frantz, capa do livro

Livro desmistifica infância pobre de Victor Meirelles

Publicação será lançada dia 4 de setembro, quinta-feira, na Fundação Badesc

Com correções, novas informações e desmistificando sua infância pobre na então Nossa Senhora do Desterro, atual Florianópolis, o livro Victor Meirelles – Biografia e legado artístico, de Teresinha Sueli Franz, será lançado no dia 4 de setembro, quinta-feira, às 19 horas, na Fundação Cultural Badesc.

Logo na folha de rosto da publicação, Teresinha apresenta como sendo de Victor Meirelles a imagem de um jovem, provavelmente aos 15 anos, em retrato doado pelo artista Aldo Beck ao Museu Victor Meirelles, em Florianópolis.  Bem vestido, de casaca e laço caprichado, o rapaz destoa da imagem de menino pobre, uma informação reproduzida como senso comum em suas três biografias anteriores.

A partir de suas pesquisas, Teresinha está convicta de que esta imagem é mesmo do pintor. E argumenta que ele não era pobre. Ao contrário, tinha uma origem de posses.  A família de Victor era de negociantes. O pai do pintor foi vice cônsul de Portugal em Nossa Senhora do Desterro, atual Florianópolis. Possuía entre outros bens imóveis um terreno perto do porto Rita Maria, que poderia evidenciar um local de embarque naval de seu comércio.

Além do sobrado, de propriedade do pai onde o artista nasceu, que hoje abriga o Museu Victor Meirelles, a família também era proprietária do casarão que vemos à esquerda na pintura catalogada como Rua João Pintoantiga Rua Augusta, do acervo do Museu Nacional de Belas Artes. A cena representa o início da atual rua João Pinto no centro de Florianópolis onde hoje é o prédio do banco Santander.

Teresinha diz que o pintor retratou justamente este casarão porque era de propriedade da família. A pintura foi feita em 1851, numa de suas visitas a Desterro. Na época, Victor tinha 19 anos e estudava na Academia Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro. A descoberta da propriedade do sobrado foi realizada por Teresinha em pesquisa de jornal de época, quando o proprietário, Antônio Meirelles, pai de Victor, anunciava a venda de uma escrava.

A autora de Victor Meirelles – Biografia e legado artístico também aponta para uma correção de informações. A grande paixão de Victor, Flávia Minervina, morreu em 1880 e não em 1885, conforme pode ser confirmado na certidão de óbito, publicada no livro, e obtida por Terezinha no Cemitério da Santa Casa de Misericórdia, no Rio de Janeiro.

Tudo indica também, diz Terezinha, que num estudo de Victor, denominado Cabeça de Mulher, sem data, a imagem da moça seria de Minervina antes de adoecer. Noutra pintura, titulada de Cabeça de homem, de 1856, o personagem seria Virgílio Meirelles de Lima, irmão de Victor. Outra imagem é apontada pela autora como um possível retrato de Maria da Conceição, mãe do artista.

Este é o terceiro livro da autora em torno do pintor. Publicou Educação para compreensão da arte – Museu Victor Meirelles em 2001 e Educação para compreensão crítica da arte (2013). Esta segunda publicação é resultado de tese de doutorado com eixo norteador a partir de Primeira Missa no Brasil, pintura emblemática de Victor. Teresinha foi professora do Centro de Artes da Udesc.

BIOGRAFIA

Victor Meirelles de Lima nasceu em Nossa Senhora do Desterro, atual Florianópolis, em 18 de agosto de 1832, filho do imigrante português Antônio Meirelles de Lima e da brasileira Maria da Conceição.

Pintor, desenhista e professor, começou sua trajetória precocemente, realizando paisagens da cidade. Frequentou a Academia Imperial de Belas Artes, no Rio de Janeiro e aos vinte anos, conquistou o Prêmio Especial de Viagem à Europa. De 1853 a 1861, viveu primeiro na Itália e em seguida na França, onde se dedicou ao estudo e ao trabalho. Foi professor honorário da Academia Imperial de Belas Artes, onde ensinou pintura histórica e professor do Liceu de Artes e Ofícios, no Rio de Janeiro.

Autor de quadros históricos, retratos, panoramas e da mais popular das telas brasileiras, “Primeira Missa no Brasil”, exposta no Salão de Paris em 1861 (obra pertencente ao acervo do Museu Nacional de Belas Artes/IBRAM/MinC), Victor Meirelles deixou um extraordinário acervo, minuciosos esboços, estudos em papel e óleos sobre tela. O artista faleceu no Rio de Janeiro em 22 de fevereiro de 1903.

Fonte biográfica: Museu Victor Meirelles

O quê: lançamento de Victor Meirelles – Biografia e legado artístico, de Teresinha Sueli Franz. Quando: 4 de setembro, quinta-feira, às 19h. Onde: Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis, fone 3224 8846. Quanto: gratuito.

Victor Meirelles – Biografia e legado artístico, de Teresinha Sueli Franz, Editora Caminho de Dentro, 2014, 304 páginas, R$ 59,00 (R$ 40,00, preço especial para o dia do lançamento)

Mostra de Cinema Atual Espanhol

Branca de neve, de Pablo Berger

Comédia, drama, animação e documentário em cinco longas de 2012

Cinco longas espanhóis estão em cartaz nos dias 2, 9, 16, 23 e 30 de setembro, terças feiras, às 19 horas, na Mostra Cinema Atual Espanhol no Cineclube da Fundação Cultural Badesc, com filmes premiados, que incluem Mapa, de León Siminiani – vencedor de Melhor Documentário Europeu no Festival de Sevilla e Branca de Neve, o melhor filme do Goya Awards.

A realização é do Escritório Cultural da Embaixada da Espanha no Brasil, Sociedade Cultural Brasil-Espanha e Instituto Cervantes de Brasília.

A proposta é apresentar heterogeneidade de temáticas e de gêneros da cinematografia espanhola em diálogo com a diversidade cultural brasileira.

Esta edição da Mostra apresenta um recorte da variedade de gêneros da indústria cinematográfica da Espanha como consequência de uma seleção de longas produzida em 2012 por jovens diretores. Todos os filmes são legendados em português e há comédia dramática, drama, animação e documentário.

A Mostra está ocorrendo em centros culturais das principais cidades brasileiras de 2 setembro a 22 de dezembro. Além de Florianópolis, onde ocorre a abertura da programação, no dia 2, com Branca de Neve, estão incluídas outras capitais: Belém, Porto Alegre, Fortaleza, Curitiba, Brasília, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo.

www.culturaespanha.org.br

 

 

PROGRAMAÇÃO

 

Dia 2, terça-feira, às 19h.

Branca de Neve

(Blancanieves) De Pablo Berger. França/Espanha, 2012. 105min. Drama, fantasia. 12 anos. Com Maribel Verdú, Emilio Gavira, Daniel Giménez Cacho.

Após a morte da avó, Branca de Neve é impedida de ficar com seu pai e viaja com seis anões participando de touradas.

 

Dia 9, terça-feira, às 19h.

Carmina ou que se exploda

(Carmina o revienta) De Paco León. Espanha 2012. 70min. Drama/Comédia. 12 anos. Com Carmina Barrios, María Leon, Paco Casaus, Ana M. Garcia.

Depois de sofrer vários assaltos, dona de uma venda em Sevilla inventa uma forma original de conseguir dinheiro para sua família.

 

Dia 16, terça-feira, às 19h.

O que os homens falam

(Una pistola en cada mano) De Cesc Gay, Espanha, 2012. 95min. Comédia romântica. 12 anos. Com Javier Câmara, Ricardo Darín, Eduard Fernández.

Comédia irônica e sem compaixão sobre as deficiências, fraquezas e outras “virtudes” dos homens de hoje: perdidos e confusos em busca de uma nova identidade.

 

Dia 23, terça-feira, às 19h.

Mapa

De León Siminiani. Espanha, 2012. 85min. Documentário. 12 anos.

Jovem ex-diretor de programa de TV em busca de seu primeiro filme viaja para a Índia.

 

Dia 30, terça-feira, às 19h.

O Apóstolo

(El Apóstol) De Fernando Cortizo. Espanha, 2012. 72min. Animação. Livre.

Fugitivo da cadeia tenta recuperar riquezas escondidas em uma aldeia longínqua cheia de terror, humor e fantasia.

Registros de uma quase infância, de Teresa Luzio

S titulo, de Teresa Luzio

Teresa Luzio trabalha com a poética da efemeridade e da permanência

 

A Fundação Cultural Badesc abriu no dia 28 de agosto, quinta-feira, às 19h, a exposição Registros de uma quase infância, da artista portuguesa Teresa Luzio.

A mostra foi selecionada pelo Edital Fernando Beck 2014 e exibe um conjunto de peças realizadas a partir de dois objetos de infância: uma carta e um vestido, utilizando a performance como linguagem e um conjunto de registos em fotografia, colagem, áudio e vídeo.

As obras – carta à mãe (leitura de emergência); (des) encontro entre um corpo e um vestido I e II, e um conjunto de outros trabalhos que integram a mostra, problematizam a relação entre a efemeridade da performance e a permanência da sua documentação, investigando sobre a impossibilidade de reter a experiência.

Teresa Luzio é portuguesa nascida em Santarém. É artista visual, licenciada em design gráfico e mestre pela Bahaus University, na Alemanha. Já expôs solo suas obras em cidades como Berlim (Alemanha) e Salamanca (Espanha), e atualmente é assistente na Escola Superior de Arte e Design das Caldas da Rainha. Conclui o seu doutorado na Universidade do Porto sobre a temática da Autobiografia na Performance.

 

O quê: exposição Registros de uma quase infância, de Teresa Luzio. Quando: visitação até 19 de setembro, de segunda a sexta, das 12h às 19h. Onde: Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis, fone 3224-8846. Quanto: gratuito.

In(adequadas) narra personagens femininas

Personagens femininas são o centro de uma trama narrativa na exposição In(adequadas), da artista Silvia Teske, no Espaço 2 da Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis.

Com tinta acrílica, lápis e caneta posca, a artista aborda personagens femininas bizarras, inadequadas e sorrateiras. Mesmo em grupo, são mulheres solitárias à margem da sociedade, representadas por meio da relação íntima entre o desenho e a pintura.

A temática das 10 obras em exposição é permeada por situações de impacto, criando estado de suspense para o observador. A ideia de fundos neutros, a maioria em escuro, cria a possibilidade de vazios a serem preenchidos, provocando o espectador a criar enredos paralelos.

Desengonçadas, aflitas e descabidas, as figuras não são confiáveis, possuem um olhar oblíquo e negam-se a serem padrões. Dessa forma, a interpretação do espectador ocorre sem desfecho, à espera de algo, o silêncio do sonho ou o vácuo da insensatez.

Mestre em artes visuais pela Udesc, Silvia é catarinense de Brusque e tem o papel feminino como foco desde o início de seu trabalho. Atualmente a artista organiza e faz curadoria para exposições de artes visuais em sua cidade, além de dar aulas e trabalhar em outros projetos.

O quê: exposição In(adequadas), de Sílvia Teske. Quando: visitação até 19 de setembro, de segunda a sexta, das 12h às 19h. Onde: Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis, fone 3224-8846. Quanto: gratuito.

Conheça os selecionados da 3ª Entremostras

Entremostras

A Fundação Cultural Badesc divulgou hoje a lista de selecionados para a 3ª Feira de Artes Entremostras, que acontece no dia 23 de agosto, sábado, das 11h às 17h, no Espaço Fernando Beck.

Entre os 26 selecionados dos 66 inscritos estão trabalhos de artes visuais, música e literatura. A proposta da feira é funcionar como espaço para o artista comercializar suas obras, além de apresentá-las e conversar sobre o processo criativo.

 

A lista pode ser conferida abaixo:

 

ARTES VISUAIS

Bruno Della Pasqua

Coletivo Alumiar (Ana Flor, Fábio Abbud, José Chamusca)

David Ronce

Doraci Girrulat

Fabricio Schmidt

Gian Nicola Bianco

Glaucia Cechinel

José Rocha

Klewerton Jota Bortoli

Luiza Christ

Luize Zanette

Mateus Capelo

Meg Roussenq

Milton Cazelatto

Neuza Takahashi Hoshino

Pedro da Cunha

Rafael Schultz Myczkowski

Roberta Tassinari

Rossato Lima

Sebastião Gaudêncio Branco de Oliveira

 

LITERATURA

Ramon Rodriguez e Muriel Machado

Patrícia Galelli

Paulino Júnior

Silvia Teske

 

MÚSICA

Myrtille & Rafael

Tatiana Cobbett e Marcoliva

Lançamento de Antes que chegue o outono, de Paulo Sá Brito

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Narrativa é baseada na vida de Glenio Sá Brito, pai do autor do livro

A Fundação Cultural Badesc lança dia 14 de agosto, quinta-feira, às 19 horas, o romance biográfico Antes que chegue o outono, de Paulo Sá Brito.

Baseado na vida de Glenio Sá Brito, pai do autor, a publicação retrata de forma ficcional a história do personagem. Embora aborde uma dramaturgia de ordem familiar, o livro extrapola este universo.

De espírito independente e avesso à sociedade de consumo, Glenio publicou, em 1964, o livro O evangelho do homem, que está completando exatos 50 anos de sua edição. É um livro com seus pensamentos e indagações existenciais. Nascido em Montenegro, no Rio Grande do Sul, viveu a maior parte da sua vida em Curitiba.

“O texto nos conduz a um imaginário fértil de filho amoroso, de criador arguto, que decifra a vivência do pai, narra a sua história e resgata o seu pensamento”, escreve Hamilton Faria na apresentação de Antes que chegue o outono.

Paulo Sá Brito nasceu em Curitiba, mas reside em Florianópolis desde 1980. Publicou os livros Altina (1994), biografia de sua centenária avó materna, e Como quem risca a pedra (2004), romance sobre a juventude na época da ditadura.

Em coautoria com Luiz Cézare Vieira, publicou outros dois livros: Rádio Peão (2005) e Entre o passado e o futuro (2008), ambos relacionados à história da Celesc. Também foi selecionado em cinco coletâneas Conto e Poesia, com edição do Sinergia.

 

O quê: lançamento do romance biográfico Antes que chegue o outono, de Paulo Sá Brito. Quando: 14 de agosto, quinta-feira, às 19h. Onde: Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis, fone 3224-8846. Quanto: gratuito.

Antes que chegue o outono, de Paulo de Albuquerque Sá Brito, editora Quorum Comunicação, 128 páginas, distribuição gratuita.

M ar, de Daniela Vicentini

Daniela Vicentini vislumbra a paisagem com aquarelas e feltragens.

A Fundação Cultural Badesc abriu na quinta-feira, 31 de julho, às 19 horas, a exposição M ar, de Daniela Vicentini, selecionada pelo edital da casa para o Espaço Fernando Beck.

A artista apresenta aquarelas e trabalhos tridimensionais feitos com feltragem artesanal. O título da exposição M ar indica um espaço entre. Entre a paisagem e a possibilidade de (re)apresentação por meio das técnicas da aquarela e da feltragem.

As aquarelas são feitas por meio da observação direta de Daniela sobre a paisagem. Atenta à passagem do tempo, ao clima, faz parte do seu processo rever e pintar outra vez um mesmo motivo. Por isso, o trabalho é feito em várias folhas de papel e por sobreposições de pinceladas feitas em diferentes dias. Outras aquarelas nascem como réstias de memórias da observação de algo.

As feltragens ganham o espaço tridimensional, mas mantém diálogo com as cores, a atmosfera e a leveza das aquarelas.

A ARTISTA

Daniela Vicentini fez pintura na Escola de Música e Belas Artes do Paraná, em Curitiba. Estudou a obra de Waltercio Caldas no mestrado em História Social da Cultura, pela PUC-Rio. Realiza curadorias e escreve textos para catálogos e livros de artistas. É uma das vencedoras do prêmio editorial Iberê Camargo e junto com outros dois autores publicou Tríptico para Iberê (Cosac Naify, 2010).

Em parceria com Fernando Burjato, é autora de Arte Brasileira nos Acervos de Curitiba (Segesta, 2010). Desde 2009, tem se voltado à prática artística, com aquarelas e feltragens artesanais. Esta é a primeira vez que mostra sua produção artística ao público. Vive em Florianópolis desde 2007.

O quê: abertura da exposição M ar, de Daniela Vicentini. Quando: Visitação até 21 de agosto, de segunda a sexta, das 12h às 19h. Onde: Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis, fone 3224-8846. Quanto: gratuito.

Fundação abre inscrições para a 3ª Entremostras

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 Estão abertas as inscrições para a 3ª edição da feira de artes Entremostras, que ocorre em 23 de agosto, sábado, das 11 às 17h, na Fundação Cultural Badesc.

Entremostras é um evento aberto às diversas formas de expressão artística, como artes visuais, música, vídeo, literatura, moda, performance entre outras. É um espaço para o artista apresentar sua produção e comercializar suas obras. Para o público, é uma oportunidade de conhecer e conversar com os artistas sobre seus processos criativos e também adquirir obras de arte com preço acessível, já que a comercialização é direta, sem comissão e privilegiando obras de no máximo R$ 1.000,00.

Inscrições:

A inscrição é gratuita e pode ser efetuada até 10/08/2014 através do e-mail fundacaoculturalbadesc@gmail.com, fazendo constar no campo assunto a palavra Entremostras. No corpo da mensagem ou em anexo deverá constar:

1. Breve currículo artístico do participante.

2. Telefones e e-mail para contato.

3. Descrição das obras que serão expostas, com valor da venda para o evento e outras informações que julgar necessárias.

4. Para obras de arte visual, anexar fotos com boa visualização, devidamente identificada com título, técnica, dimensões, ano de realização e valor. Não há necessidade de apresentação de todas as obras, mas sim uma amostra suficiente para fins de seleção.

5. Para obras mistas de arte e design ou moda conceitual, identificar a obra com as respectivas imagens e valores.

6.  Escritores devem enviar a capa do livro, resenha e trechos da narrativa; músicos, capa do CD e link de algumas músicas; cineastas, capa do DVD e link do trailer.

7. As obras não poderão ultrapassar o valor de R$ 1.000,00.

8. Artistas interessados em apresentar trabalhos breves de performance, música, pocket shows, vídeo arte, vídeo dança etc, sem valores definidos para o evento, também poderão encaminhar suas propostas.

9. O artista selecionado deverá estar presente no dia da feira, 23/08. A montagem da exposição será às 8h30min, com abertura às 11h e encerramento às 17h.

Seleção e Resultado:

A seleção será feita por uma comissão em parceria com a Fundação, com base no conjunto das propostas enviadas, priorizando a diversidade de estilos, linguagem, modalidades etc.

O resultado da seleção para a 3ª Entremostras será divulgado em 12/08/2014, através do Site e do Facebook da Fundação (http://fundacaoculturalbadesc.com  e facebook.com/fundacao.badesc ).

 

Materiais e espaços disponibilizados:

Cada expositor terá em média 1,5 m de parede para expor seus trabalhos de artes visuais (a altura do painel é de 2,8m) mais uma pequena mesa para trabalhos adicionais. Livros, CDs e DVDs serão expostos em mesas coletivas. A Fundação possui aparelho de TV (LED 40”), um projetor e um aparelho de som para apresentação de trabalhos audiovisuais/música.

O espaço expositivo possui painéis em fórmica não perfuráveis. Para fixação das obras podem ser utilizadas fitas adesivas, fios ou cabos presos na parte superior. O material necessário à apresentação das obras deverá ser trazido pelo expositor. A Fundação possui varanda, pátio e jardim, também utilizáveis para apresentações/exposições.