Prorrogadas as inscrições para 2ª Entremostras

Entremostras

Estão prorrogadas até domingo, 18 de maio, o prazo de inscrições para a 2ª feira de artes Entremostras, destinada às variadas formas de expressão artística, que ocorre em 24 de maio, sábado, das 10 às 16h, na Fundação Cultural Badesc.

A Entremostras é um evento aberto às diversas formas de expressão artística, como artes visuais, música, vídeo, literatura, moda conceitual, performance entre outras. É um espaço para o artista apresentar sua produção e comercializar suas obras. Para o público, é uma oportunidade de conhecer e conversar com os artistas sobre seus processos criativos e também adquirir obras de arte com preço acessível, já que a comercialização será direta, sem comissão e privilegiando obras de no máximo R$ 1.000,00.

Inscrições:

 

A inscrição é gratuita e efetuada até 13/05/2014 através do e-mail fundacaoculturalbadesc@gmail.com, fazendo constar no campo assunto a palavra Entremostras. No corpo da mensagem ou em anexo deverá constar:

1. Breve currículo artístico do participante.

2. Telefones e e-mail para contato.

3. Descrição das obras que serão expostas, com valor da venda para o evento e outras informações que julgar necessárias.

4. Para obras de arte visual, anexar fotos com boa visualização, devidamente identificada com título, técnica, dimensões, ano de realização e valor. Não há necessidade de apresentação de todas as obras, mas sim uma amostra suficiente para fins de seleção.

5. Para obras mistas de arte e design ou moda conceitual, identificar a obra com as respectivas imagens e valores.

6.  Escritores devem enviar a capa do livro, resenha e trechos da narrativa; músicos, capa do CD e link de algumas músicas; cineastas, capa do DVD e link do trailer.

7. As obras não poderão ultrapassar o valor de R$ 1.000,00.

8. Artistas interessados em apresentar trabalhos breves de performance, música, pocket shows, vídeo arte, vídeo dança etc, sem valores definidos para o evento, também poderão encaminhar suas propostas.

9. O artista selecionado deverá estar presente no dia da feira, 24/05, para conversar com o público. A montagem da exposição será às 8h30min, com abertura às 10h e encerramento às 16h.

Seleção e Resultado:

A seleção será feita por uma comissão em parceria com a Fundação, com base no conjunto das propostas enviadas, priorizando a diversidade de estilos, linguagem, modalidades etc.

O resultado da seleção para a 2ª Entremostras será divulgado em 19/05/2014, através do Site e do Facebook da Fundação (http://fundacaoculturalbadesc.com  e facebook.com/fundacao.badesc ).

Materiais e espaços disponibilizados:

Cada expositor terá em média 1,5 m de parede para expor seus trabalhos de artes visuais (a altura do painel é de 2,8m) mais uma pequena mesa para trabalhos adicionais. Livros, CDs e DVDs serão expostos em mesas coletivas. A Fundação possui aparelho de TV (LED 40”), um projetor e um aparelho de som para apresentação de trabalhos áudio visuais/música.

O espaço expositivo possui painéis em fórmica não perfuráveis. Para fixação das obras podem ser utilizadas fitas adesivas, fios ou cabos presos na parte superior. O material necessário à apresentação das obras deverá ser trazido pelo expositor. A Fundação possui varanda, pátio e jardim, também utilizáveis para apresentações/exposições.

 

Exposição Mise en abyme, de Ilca Barcellos

Mise en Abyme, Ilca Barcellos (8), reduzidaA Fundação Cultural Badesc abre nesta quinta-feira, 24 de abril, às 19 horas, a exposição Mise em abyme, de Ilca Barcellos. A mostra exibe um conjunto de objetos elaborados com tecido, poliéster e cerâmica que apresentam inúmeras possibilidades de composição.

 

Nesta primeira exposição do ano do edital de Exposições Fernando Beck 2014 da Fundação, a artista selecionada propõe uma relação simbiótica que é enfatizada pela interação imprevisível entre os materiais utilizados e suas formas. As peças de cerâmica branca foram modeladas à mão e possuem vários pontos de contato, denominados de garras.

 

A partir das garras e dos volumes criados com tecido, também branco, a artista expõe suas formas híbridas que se procriam, livres de suporte, e invadem o espaço expositivo. A composição estabelece a tensão da desordem. O termo francês Mise em abyme costuma ser traduzido como narrativa em abismo. Foi usado pela primeira vez por André Gide ao falar sobre as narrativas que contêm outras narrativas dentro de si.

 

“Ilca desenvolveu, ao longo dos anos, uma prolífica produção marcada por características visuais que remetem à proliferação aparentemente desordenada da natureza. Suas esculturas em cerâmica apresentam, tanto em sua fatura como em sua condição de representação, o movimento obsessivo das procriações incessantes dos seres vivos”, escreve o artista Fernando Lindote no texto de apresentação da mostra.

 

Natural de Pelotas (RS), Ilca é formada em biologia e lecionou a matéria até 2005 na UFSC.

 

O quê: abertura da exposição Mise en abyme, de Ilca Barcellos. Quando: abertura 24 de abril, quinta-feira, às 19h. Visitação até 22 de maio, de segunda a sexta, das 12h às 19h. Onde: Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis. Quanto: gratuito.

Lançamento da reedição de Riverão Sussuarana

 

A Editora da UFSC em parceria com Itaú Cultural relança o romance Riverão Sussuarana, de Glauber Rocha (1939-1981). Na mesma noite haverá a divulgação do resultado do Concurso Rogério Sganzerla de Roteiros (Cinema e Dramaturgia), promovido pela Secretaria de Cultura e Arte e Editora da UFSC.

Riverão Sussuarana será publicado com duas capas sobrepostas, a fim de atender ao desejo da família, que fez questão de manter a imagem original. O texto do livro, um dos mais inventivos e controversos da literatura brasileira pós-moderna, reinventa a língua portuguesa, criando novos vocabulários e nova sintaxe.

Lançamento da Revista Lado C 5ª edição

Publicação será lançada quarta-feira, 16 de abril, às 19h, na Fundação Badesc

Publicada pela Cinemateca Catarinense e pelo Fundo Municipal de Cinema de Florianópolis (Funcine) e com edição de Fábio Brüggemann, a revista de cinema e audiovisualLado C chega à 5º edição. O lançamento, com distribuição gratuita, ocorre na quarta-feira, 16 de abril, às 19 horas, na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis.

Nesta edição, a entrevista é com Marcello Maia, um dos raros produtores do cinema brasileiro que ainda pensa numa cinematografia além do mercado. “Nunca tivemos tantos recursos para produzir e tão pouco espaço – vontade, caminho, forma, possibilidade – para exibir.”, declara.

A publicação traz ainda o texto de André Dib sobre a crescente produção do cinema pernambucano, artigo de Orlando Senna sobre o audiovisual na internet, depoimento de Marcelo Esteves sobre os problemas do roteirista no Brasil, e a reflexão sobre os conceitos de difusão do audiovisual, de Fausto Correa Jr entre outras críticas e análises.

A capa traz a obra Lampião e Maria Bonita: amor bandido do artista Susano Correia. Ilustram esta edição, os artistas Alexandre Siqueira, Clênio de Souza e a convidada Yannet Briggiler, animadora e desenhista. O design da publicação é de Ayrton Cruz.

A “Lado C” é uma revista especializada em cinema e audiovisual. A intenção é atingir públicos distintos, interessados tanto em matérias informativas quanto em ensaios visuais e artigos acadêmicos, fomentando o conhecimento, a reflexão e o senso crítico sobre temas pertinentes como mercado, políticas públicas, linguagem, memória, estética e cineclubismo.

Os textos são de escritores, profissionais e estudantes de cinema, cumprindo com um dos objetivos do projeto e o estímulo à produção crítica de cinema e audiovisual. Estiveram nas páginas da revista, João Moreira Salles, Luiz Carlos Lacerda, Mauro Faccioni, Gilberto Scarpa, José Geraldo Couto, Carlos Ebert entre outros.

Com a finalidade de garantir o acesso a um público mais variado possível, os exemplares são distribuídos gratuitamente através da rede Sesc para todo Brasil, além dos espaços culturais dos municípios de Florianópolis, Balneário Camboriú, Joinville, Lages e Chapecó e das versões em pdf disponíveis nos sites da Cinemateca Catarinense e do Fundo Municipal de Cinema.

Fotografalando com Cláudio Brandão

A Fundação Cultural Badesc e o Festival Floripa na Foto promovem neste ano uma agenda de debates dedicados à fotografia. A estreia será com Cláudio Brandão, Doutor em Design e Sociedade pela PUC- Rio, fotógrafo e professor. Brandão atua como Professor no Instituto Federal de Santa Catarina e no Centro de Artes da Udesc, cursos de Design.

O tema da conversa será o “Papel social da fotografia” abordando a importância das imagens na vida social desde os primórdios da civilização e de como a fotografia se afirma como a representação social da vida moderna.

Lançamento do livro “O Sonho da Razão”

Lançamento do livro “O sonho da razão – Imaginário e simbolização”convite_site, de Dora Bay

3 de abril, quinta-feira, às 19h

Estudo dissertativo sobre a obra do sociólogo e antropólogo francês Gilbert Durand. Dos diferentes autores que se constituíram como referência para os interessados na teoria hermenêutica e no estudo do simbólico, Durand é um dos menos estudados no Brasil, embora seja uma das maiores autoridades em estudos sobre o imaginário e a mitologia. Dora Bay era mestre em educação e cultura, foi professora do Centro de Artes da Udesc e faleceu em 2009. A publicação é da Bernúncia Editora.

Exposição Palavras Compartilhadas, de Rosana Ricalde

Mostra apresenta 21 trabalhos com inspiração em textos de livros 

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A Fundação Cultural Badesc abre na quinta-feira, dia 27 de março, quinta-feira, às 19 horas, a exposição Palavras compartilhadas, de Rosana Ricalde, do Projeto Arte Sesc.

A artista apresenta nesta mostra momentos relacionais entre a escrita e três motivos: imagem, paisagem e construção textual. Reunidos sob as séries intituladas Contrapoemas, Auto-retratos, Provérbios, O tempo muda tudo, Mar Egeu/Mar Vermelho e os Manifestos, são 21 trabalhos, com inspiração em textos de livros.

A reconstrução das palavras trafega da forma literária para a forma visual. Ao apropriar-se de textos teóricos ou poéticos, a artista apresenta uma nova leitura da linguagem, remetendo o espectador ao poder da palavra ao longo dos tempos, assim seus trabalhos evocam geografias, histórias e filosofias.

O percurso da artista, repleto de processos particulares e universais, é também ligado às vanguardas da arte conceitual, aos movimentos artísticos do século 20, como o dadaísmo, a poesia concreta, o surrealismo, em uma flagrante confluência de elementos contemporâneos.

Atuante desde 1994 em exposições colheitas e individuais no Brasil e exterior, a artista realiza seu trabalho através de materiais de diversas texturas e efeitos para suporte de sua escritura. Rosana é graduada em gravura pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro e mestre em ciência da arte pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e mestre em ciência da arte pela Universidade Federal Fluminense.

O quê: Exposição – Palavras compartilhadas, de Rosana Ricalde. Quando: abertura dia 27 de março, quinta-feira, às 19 horas. Visitação até 17 de abril, de segunda a sexta, das 12h às 19h. Onde: Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis. Quanto: gratuito.

Fundação Badesc divulga vencedores do Edital 2014

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Diversidade de linguagem, propostas que contribuem para ampliação de fronteiras das artes visuais e diálogo com o espaçoexpositivo foram os parâmetros norteadores dos jurados do Edital de Exposições Fernando Beck 2014 da Fundação Cultural Badesc.

A comissão julgadora foi formada por Daniele Zacarão, gestora cultural e artista, Fernando Boppré, historiador e curador; e Luciane Garcez, professora de história da arte (foto). Foram escolhidos seis projetos de exposições de artista e um de curador que serão realizadas ao longo deste ano.

M ar, da paulista Daniela Vicentini, um dos projetos de artista contemplados, trabalha com a técnica tradicional da aquarela, compondo com a delicadeza da lã a paisagem marítima; Mise en abyme, da gaúcha Ilca Barcellos, faz um exercício intuitivo usando cerâmica e tecido.

Metamórficas, do argentino Javier Di Benedictis, é um trabalho em película cinematográfica, aliando vídeo, fotografia e poemas; Coradjetiva, coletiva dos pintores José Maria Dias da Cruz (RJ), Flávia Tronca (RS) e Laura Villarosa (Itália), exercita a construtividade das cores.

Execute-se, do também paulista Jonas Esteves de Bem, explora questões relacionadas à arte e tecnologia, com proposições de maquinários, vídeo, desenho e um robô; e fechando os projetos de artista, Registros de uma quase infância, da portuguesa Tereza Luzio, que evoca a memória pela linguagem da performance, utilizando fotografia, vídeo e áudio.

O projeto de curadoria contemplado é Labarca – Efeito escotilha e superfície flutuante, de Pedro MC, de Florianópolis, que propõe um ciclo de filmagens a bordo de um barco nas baías da Ilha de Santa Catarina abordando noções de território e apropriação.

Labarca tem a participação dos artistas Diego de los Campos, Raquel Stolf e Letícia Cardoso, residentes em Florianópolis, e de três artistas de outros estados: Lia Letícia (Recife), Pedro Veneroso (Belo Horizonte) e Joana Corona (Curitiba).

Embora a maioria dos artistas seja natural de outras cidades, grande parte reside em Florianópolis, com exceção do paulista Jonas Esteves, que vive Criciúma, de Tereza Luzio (Portugal), de Laura Villarosa, italiana que mora no Rio de Janeiro, e de três dos seis convidados do projeto La Barca, que são de Pernambuco, Minas Gerais e Paraná.

AMPLIAÇÃO
O Edital de 2014 recebeu 82 projetos, exatamente o dobro de 2013, quando houve 41 propostas. Nesta edição de 2014, o edital foi ampliado de quatro para sete prêmios, com seis para projetos de artista e um para curador, modalidade recém-criada. Entre os concorrentes deste ano, houve 77 propostas de artista e cinco de curador. A premiação para projeto de artista é de R$ 1,2 mil e projeto de curador com R$ 2,4 mil, num total de R$ 9,6 mil

SELECIONADOS

Projeto de artista

– Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa (Florianópolis)
– Execute-se, de Jonas Esteves (Criciúma)
– M ar, de Daniela Vicentini (Florianópolis)
– Metamórficas, de Javier Di Benedictis (Florianópolis)
– Mise en abyme, de Ilca Barcellos (Florianópolis)
– Registros de uma quase infância, de Teresa Luzio (Portugal)

Projeto de curadoria

– Labarca, de Pedro MC (Florianópolis)

Cineclube Fevereiro

Cineclube fevereiro – Programação completa

Dia 3, segunda-feira, 19h, Max Ophüls – SESC

Desejos proibidos

(Madame de…)

De Max Ophüls, França/Itália, 1953. 105min. Romance. 14 anos. Com Charles Boyer, Danielle Darrieux, Vittorio De Sica.

No início do século 20, em Paris, para pagar uma dívida de jogo, Louise, mulher de um general, vende os brincos que ganhou do marido.

 

Dia 4, terça-feira, 19h, Max Ophüls – SESC

Na teia do destino

(The reckless moment)

De Max Ophüls, USA, 1949. 82min. Drama/Noir. 14 anos. Com James Mason, Joan Bennett, Geraldine Brooks.

Após encontrar o corpo do amante da filha, Lucia o esconde, por achar que isto poderá prejudicar sua família.

 

Dia 5, quarta-feira, 19h, Art 7

Um Estranho no Ninho

(One flew over the cuckoo’s nest)

De Milos Forman, EUA, 1975. 133min. Drama. 16 anos. Com Jack Nicholson, Louise Fletcher, Michael Berryman.

Ao chegar em um hospital psiquiátrico, personagem provoca a revolta de pacientes contra as regras rígidas da instituição.

 

Dia 6, quinta-feira, 19h, Max Ophüls – SESC

Cartas de uma desconhecida

(Letter from an unknown woman)

De Max Ophüls, EUA, 1948. 86min. Romance. 12 anos. Com Joan Fontaine, Louis Jourdan, Mady Christians.

O famoso pianista Stephan Brand recebe uma carta de uma mulher desconhecida. Ao lê-la, relembra Lisa, com quem viveu uma linda e tumultuada história de amor.

 

Dia 7, sexta-feira, 19h, Max Ophüls – SESC

Lola Montès

De Max Ophüls, França, 1955. 116min. Biografia. 14 anos. Com Martine Carol, Peter Ustinov, Anton Walbrook.

História trágica de Lola Montès, amante de homens importantes, aventureira e atração de um circo.

 

Dia 10, segunda-feira, 19h, LONGA BRASIL

Sargento Getúlio

De Hermano Penna, Sergipe, 1983. 85min. Ficção. 14 anos. Com Lima Duarte, Fernando Bezerra e Orlando Vieira.

Narrativa da viagem realizada pelo Sargento Getúlio e o seu motorista para transportar um preso político. Baseado no livro de João Ubaldo Ribeiro.

 

 

Dia 11, terça-feira, 19h, LONGA BRASIL

A hora da estrela

De Suzana Amaral, São Paulo, 1985. 96min. Ficção. 12 anos. Com Marcélia Cartaxo, José Dumont e Fernanda Montenegro.

Baseado no romance homônimo de Clarice Lispector, narra a vida de uma jovem órfã que deixa o nordeste para tentar a vida em São Paulo.

 

Dia 12, quarta-feira, 19h, Art 7

Quase Deuses

(Something the lord made)

De Joseph Sargent, EUA, 2004. 110min. Biografia/Drama. 12 anos. Com Alan Rickman, Mos Def, Kyra Sedgwick.

Pesquisador em busca de novas técnicas para cirurgia do coração, tem um parceiro incomum como assistente.

 

Dia 13, quinta-feira, 19h, LONGA BRASIL

Esta noite encarnarei no teu cadáver

De José Mojica Marins, São Paulo, 1967. 107min. Ficção. 16 anos. Com José Mojica Marins, Roque Rodrigues e Nádia Tell.

Josefel Zanatas continua sua busca pela “Mulher Superior”, com a qual espera gerar o “Filho Perfeito”.

 

Dia 14, sexta-feira, 19h, LONGA BRASIL

Os matadores

De Beto Brant, Mato Grosso do Sul/São Paulo, 1997. 93min. Ficção. 16 anos. Com Chico Diaz, Murilo Benício e Maria Padilha.

Um chefe, uma bela mulher, um serviço a ser feito. O filme testa os limites da amizade, do medo e da traição.

 

Dia 17, segunda-feira, CURTA BRASIL

– Tim Maia

De Flávio R. Tambellini, Rio de Janeiro, 1986. 14min. Documentário. 14 anos.

O filme, em uma linguagem antiacadêmica, deixa a montagem fluir ao som de Tim.

 

– Pretinho Babylon

De Cavi Borges e Emílio Domingos, Rio de Janeiro, 2007. 17min. Ficção. 14 anos.

Um rastafári vivendo na grande Babylon.

 

– Tira os óculos e recolhe o homem

De André Sampaio, Rio de Janeiro, 2008. 20min. Ficção. 14 anos.

Baseado em fatos reais, com Jards Macaré incorporando o mitológico Kid Morengueira.

 

– A estória de Clara Crododilo

De Cristina Santeiro, São Paulo, 1980. 11min. Ficção 14 anos.

Baseado na música de Clara Crocodilo, de Mario Lucio Cortes e Arrigo Barnabé.

 

– Walter Franco, muito tudo

De Bel Bechara e Sandro Serpa, São Paulo, 2000. 25min. Documentário. 14 anos.

Documentário sobre o poeta e compositor paulista Walter Franco.

 

– Mutantes

De Antonio Carlos da Fontoura, São Paulo, 1970. 7min. Experimental. 14 anos.

Uma brincadeira improvisada pelos Mutantes num dia único pelas ruas de São Paulo.

 

Dia 18, terça-feira, 19h, CURTA BRASIL

– Castelos de vento

De Tania Anaya, Minas Gerais, 1998. 8min. Animação. 16 anos.

Destruir casas e arrastar pessoas pode ser obra do vento, ou do amor.

 

– KM 0
De Marcos Guttman, Rio de Janeiro, 2003. 8min Ficção. 16 anos. Com Caco Ciocler e Maria Ribeiro.

Um homem, uma mulher e uma estrada. Passado, presente e desejo. Rio de Janeiro, São Paulo ou qualquer lugar.

 

– A vida ao lado

De Gustavo Galvão, Distrito Federal, 2006. 12min Ficção. 16 anos. Com Leonardo Medeiros, Larissa Salgado e Nivia Helen.

Num dia decisivo, três vizinhos passam a dividir a mesma experiência: o amor.

 

– A mulher do atirador de facas

De Nilson Villas Boas, São Paulo, 1988. Ficção. 10min. 16 anos. Com Carla Camurati, Ney Latorraca e José Rubens Chachá.

Num circo, o grande número é do atirador de facas, auxiliado por sua mulher.

 

– Trópico das cabras

De Fernando Coimbra, Ficção, 2007. Ficção. 24min. 16 anos. Com Larissa Salgado, Victor Hugo Carrizo e Paulo Tiefenthaler.

Neste roadmovie, um casal em crise parte do litoral para o interior de São Paulo para salvar ou perder de vez sua relação.

 

– Interlúdio

De Carlos Gerbase e Giba Assis Brasil, Rio Grande do Sul, 1983. 8min. Ficção. 16 anos. Com Júlio Conte, Marta Biavaschi e Marília Mosmann.

Entre um amor desesperado e uma paixão romântica um frequentador de supermercados tem um caso com a menina do caixa.

 

– Amor!

De José Roberto Torero, São Paulo, 1994. 14min. Ficção. 16 anos. Com Paulo José, César Pereiro e Abraão Farc.

 

Dia 19, quarta-feira, 19h, Art 7

M.A.S.H.

(M.A.S.H.)

De Robert Altman, EUA, 1970. 116min. Comédia. 14 anos. Com Donald Sutherland, Elliott Gould, Tom Skerritt.

Na Guerra da Criméia, dois cirurgiões aliviam a rotina tensa de hospital de campanha pela maneira descontraída de viver.

 

Dia 20, quinta-feira,19h, CURTA BRASIL

– Duralex, sedlex
De Henrique Silveira, Luciana Tanure e Marília Rocha, Minas Gerais, 2001. 13min. Documentário. 12 anos.

Documentário sobre um homem simples que reúne em si tradição e modernidade, arte e técnica, autodeterminação e destino.

 

– A hora vagabunda

De Rafael Conde, Minas Gerais, 1998. 16min. Ficção. 12 anos. Com André Brasil, Cynthia Falabella e Luiz Fireball.

Um dia na vida de um jovem cineasta em conflito com sua arte.

 

– A fila

De Kátia Maciel, Rio de Janeiro, 1993. 4min. Documentário. 12 anos.

Em 10 de novembro de 1993, cineastas fazem fila para concorrer a verbas do governo federal.

 

– Que filme tu vai fazer?

De Denoy de Oliveira, São Paulo, 1992. 45min. Ficção/Documentário. 12 anos. Com Luiz Alberto Pereira, Colomide P. Gomes e Walter Rogério.

Num cemitério, um cineasta contempla as lápides da Embrafilme e da reserva de mercado.

 

 

Dia 21, sexta-feira, 19h, PRé-estreia

Em busca do rio

De Rodrigo Brasil, Florianópolis, 2014. 22min. Ficção. Livre. Com Fátima Costa de Lima, Marcos Klann e Daniel Jack.

Road-movie sobre a busca de uma vida nova em outro lugar e sobre o peso da jornada.

Convidado: Rodrigo Brasil.

 

Dia 24, segunda-feira, Mostra de Animação (Instituto Cervantes)

Chico & Rita

De Fernando Trueba, Espanha, 2010. 90min. Animação. 14 anos.

Na Cuba de finais dos anos 1940, Chico e Rita vivem uma apaixonada história de amor.

 

Dia 25, terça-feira, Mostra de Anação (Instituto Cervantes)

Rugas

(Arrugas)

De Ignacio Ferreras, Espanha, 2011. 80min. Animação. Livre.

Rugas é um longa em 2D baseado no aclamado quadrinho de mesmo título de Paco Roca, que recebeu o prêmio Comic em 2008.

 

Dia 26, quarta-feira, Mostra de Animação (Instituto Cervantes)

Maria e eu

(Maria y yo)

De Félix Fernández de Castro e Ibón Olaskoaga, Espanha, 2010. 76 min. Documentário/Animação. Livre.

História de uma viagem, mas sobretudo um relato de como se convive com uma deficiência.

 

Dia 27, quinta-feira, Mostra de Animação (Instituto Cervantes)

O bosque animado

(El bosque animado)

De Ángel de la Cruz e Manolo Gómez, Espanha, 2001. 82min. Animação. Livre.

Enquanto o ocioso senhor D’Abondo e seu criado Rosendo atravessam a misteriosa e frondosa Fraga de Cecebre, o criado suspeita que as árvores têm vida.

 

Dia 28, sexta-feira, 19h, Cinema, chá e cultura

Nunca te vi, sempre te amei
(84 charing cross road)

De David Hugh Jones, EUA, 1987. 100min. Drama. 12 anos. Com Anne Bancroft e Anthony Hopkins.

Baseado na história real de uma grande amizade à distância que se inicia por correspondências sobre livros usados.

Convidado: Carlos Holbein, escritor.