Audiovisual: abertas inscrições para a oficina do projeto Aluno Cineasta

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Estão abertas até o dia 23 de outubro as inscrições para a oficina de linguagem audiovisual do projeto Aluno Cineasta, que será realizada na Fundação Cultural Badesc nos meses de novembro e dezembro.

A oficina tem como proposta ensinar as várias etapas de uma produção audiovisual, desde a criação de uma história até a projeção na grande tela ou exibição em celular. As oficinas disponibilizarão o equipamento necessário para a produção de vídeos pelos participantes e ao final do curso, os alunos receberão certificado.

O curso tem 12 vagas e para se inscrever os interessados devem enviar um e-mail paraaluno.cineasta@gmail.com com o título “Inscrição”. No e-mail deve constar nome completo, nome da escola, turma e anexar três de seus melhores trabalhos artísticos (desenhos, pinturas, fotografias, vídeos ou textos).

Os vídeos produzidos serão exibidos em uma mostra itinerante que será realizada em Florianópolis, Palhoça e Joinville e ficarão disponíveis gratuitamente na internet.

Autorretrato: Sérgio Adriano H apresenta A Dúvida da Verdade, na Fundação Cultural Badesc

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Com curadoria de Carlos Franzoi, a exposição A Dúvida da Verdade, de Sérgio Adriano H, será aberta no dia 15 de outubro, a partir das 19h, no Espaço Fernando Beck, da Fundação Cultural Badesc. O projeto consiste em ações realizadas no deserto do Atacama, no Chile, e na cidade de São Paulo, onde o artista insere o próprio corpo nu na paisagem e na arquitetura e se auto fotografa.

Para esta exposição, a escolha do enquadramento, da abertura e da velocidade do obturador, mais a posição do corpo que é inserido na paisagem e na arquitetura da sombra, como também o conceito curatorial da exposição/ação, se dá em função da busca da produção de uma “verdade apresentada” que após confrontada gera o “universo da dúvida”. “Discutir as verdades apresentadas, estas baseadas em crenças e hábitos, muitas vezes, verdades manipuladas seja no âmbito social, político, econômico, religioso, racial. Quantas verdades apresentadas aceitamos todos os dias?” instiga o artista.

As fotografias que compõem a exposição foram selecionadas das mais de sete mil realizadas no período entre sua viagem para o deserto do Atacama e sua volta para o Brasil no ano de 2014.

O ponto de partida

Sérgio explica que em 2003 iniciou um trabalho de pesquisa sobre o que é a morte e com a morte de sua mãe, Diva, três anos depois, o interesse aumentou. A mãe acreditava que o corpo de uma pessoa morta deveria ser velado um dia e uma noite inteira, não importando a hora de sua morte. No velório de sua mãe, Sérgio realizou uma série de fotografias do detalhe sutil de sua morte com o título “Portador da Verdade” e começou uma discussão e pesquisa sobre que “Era a Verdade”. Em 2013 a pesquisa, ainda voltada para o que “Era a Verdade”, é tomada por um novo olhar: não deveria buscar o que “É a Verdade”, mas compreender como o “sistema da verdade” opera no indivíduo e rege a si mesmo. Para esta nova busca precisou criar e examinar do que o “sistema da verdade” é constituído e, a partir disso, chegar a produzir a “capacidade da dúvida sobre a verdade”. Foi então que surgiu o projeto A Dúvida da Verdade que será apresentado pela primeira vez na Fundação Cultural Badesc.

“Minha questão não é somente a fotografia, mas o que tem nela – o antes e o depois, não proponho um ponto final, mas sim, um pensar sobre o apresentado, fazendo com que o espectador saia da passividade e mergulhe no olhar minucioso dos detalhes e provoque uma reação frente a ação outrora realizada desde o início do projeto, partindo do pressuposto que uma ação ocasiona uma reação e transforma-se em um ciclo”, declara o artista

A exposição fica aberta ao público até o dia 19 de novembro. A entrada é gratuita.

Ar livre

No mesmo dia 15 de outubro, às 12h30, o artista realizará uma exposição/ação em frente à Catedral Metropolitana, em Florianópolis, chamada “Verdade 1000 vezes repetida se torna verdade”, que integra o projeto A Dúvida da Verdade. Serão apresentadas fotografias e objetos com duração aproximada de 80 minutos.

“Transformando estes locais em museus a céu aberto, desta forma, permitir à população vivenciar manifestações artísticas no seu dia a dia, com o livre acesso à exposição, estimulando infinitas leituras, diálogos e experimentações estéticas em pessoas de diferentes faixas sociais e etárias, contribuindo para uma aproximação com o universo da arte contemporânea”, declara.

 

Sobre o artista

Sérgio Adriano Dias Luiz (1975) é natural de Joinville (SC). Vive, estuda e produz nas cidades de Joinville e São Paulo.  Artista visual com carreira sólida desde 2001 de múltiplas linguagens, integrante do Grupo P.S, com a artista Priscila dos Anjos. Formado em Artes Visuais (2005), participou de cursos no Museu de Arte Contemporânea (MAC-USP),  Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MISS-SP), Escola de Teatro São Paulo, Instituto Tomie Ohtake, Escola Livre de Arte (Udesc), Fundação Armando Álvares Penteado  (FAAP). Participou da Curatoria Forense Residências de Arte Contemporânea (Villa Alegre, Chile, 2014). É mestrando em Filosofia da Faculdade São Bento (SP). Livros: incluído como um dos 30 artistas de Santa Catarina no livro Construtores das Artes Visuais: Cinco Séculos de Artes em Santa Catarina (2014); Convite à Viagem (Itaú Cultural, 2013); Fragmentos Urbanos (Udesc, 2013). Edital Produção: Lei de Incentivo à Cultura de Joinville  (Simdec, 2009 a 2014). Realizou diversas palestra e workshops sobre sua poética de produção. Em 2014 fundou a Residência de Artística Diva Base 44 SP focada na vivência urbana e arte e vencedor de diversos prêmios.

Serviço:

O quê: Abertura exposição A Dúvida da Verdade

Quando: 15 de outubro, quinta-feira, às 19h. Aberta para visitação até 19 de novembro
Onde: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – Fone 3224-8846
Entrada gratuita

 

O quê: Exposição/ação Verdade 1000 vezes repetida se torna verdade

Quando: 15 de outubro, 12h30

Onde: Em frente da Catedral Metropolitana, Centro- Florianópolis.

Entrada gratuita

Programação do Cineclube para outubro de 2015

CINECLUBE

Confira a programação para outubro de 2015 (em atualização)

01. a grande belezaDia 01, quinta-feira, 19h, CineSESC

A grande beleza: (La grande bellezza) de Paolo Sorrentino. Itália. 2013. 95min. Drama/Comédia. 14 anos. Com Carlo Verdone e Toni Servillo.

A história de um jornalista já idoso, que amargamente relembra sua apaixonada e perdida juventude.

 

 

02. polissiaDia 02, sexta-feira, 19h, Sessão Divã

Polissia: (Polisse) de Maïwenn. França. 2012. 127min. Drama. 14 anos. Com Karin Viard, Joey Starr e Marina Foïs.

Diariamente, um grupo especializado da polícia francesa precisa lidar com duros crimes envolvendo crianças. A rotina envolve prisão de pedófilos, interrogação de pais abusivos e o confronto com menores infratores.

Convidadas: Michele Brofman e Isabela Karina Santos, psicanalistas do Fórum do Campo Lacaniano de Florianópolis.

 

05. Bombas Atômicas no Planeta Terra de Peter GreenawayDia 05, segunda-feira, 19h, International Uranium Film Festival

Sessão Bomba Atômica

Bombas atômicas no planeta terra

(Atomic bombs on the planet earth) de Peter Greenaway. Reino Unido/Países Baixos. 2011. 13min. Arte e Documentário.

Hiroshima: preces de uma mãe

(Hiroshima Hahatachi no Inori) de Motoo Ogasawara. Japão. 1990. 30min. Documentário.

08:15 de 1945

de Roberto Fernandez. Argentina/Brasil. 2012. 77min. Documentário.

 

06. Terra Sagrada de Karen AquaDia 06, terça-feira, 19h, International Uranium Film Festival

Arte Atômica

Terra Sagrada

(Sacred Gound/Ground Zero) de Karen Aqua. EUA. 1997. 9min. Animação.

Quarto Escuro

(Darkroom) de Anna Luisa Schmid. Alemanha. 2011. 2min. Animação.

Depois do dia seguinte

(After the day after) de Nathan Meltz. EUA. 2011. 6min. Vídeo Arte.

Visão Remota

(Remote Viewing) de Cris Ubermann. França. 2012. 5min. Vídeo Arte.

Amalia

de David Harrison. EUA. 2014. 14min. Animação.

Pequeno objeto A

de Daniel Abib. Brasil. 2014. 16min. Ficção científica.

 

06. Operacion Flecha Rotas de Jose Herrera PlazaDia 06, terça-feira, 20h, International Uranium Film Festival

Sessão Bombas perdidas

Operación flecha rota. Accidente nuclear en Palomares

de Jose Herrera Plaza. Espanha. 2007. 96min. Documentário.

 

07. Silenciosamente Para o Desastre de Marcin ElDia 07, quarta-feira, 19h, International Uranium Film Festival

Sessão Energia nuclear e Alemanha

Silenciosamente para o desastre

(Friedlich in die Katastrophe) de Marcin El. Alemanha. 2012. 120min. Documentário.

 

 

08. raspberry reichDia 08, quinta-feira, 19h, Imagens Políticas

Raspberry Reich

de Bruce Labruce. Alemanha/Canadá. 2004. 90min. Pornoterrorismo. Com Susanne Sachße, Daniel Bätscher, Andreas Rupprecht.

 

Um grupo terrorista de esquerda, formado por vários homens homossexuais e liderado por uma mulher, sequestra o filho de um homem rico indsutrial. Convidada: Lígia Marina, artista cênica, produtora cultural e professora.

Dia 09, sexta-feira, 19h, Cine Alemão

09Fata Morgana, de Werner Herzog. Alemanha. 1971. 79min. Documentário. Sem classificação. Um filme repleto de plasticidades (sem fazer dessas o grande mote), poético e ao mesmo tempo chocante em seu transe de sons, cores e efeitos.

 

Dia 08, quinta-feira, 19h, Imagens Políticas

Raspberry Reich

de Bruce Labruce. Alemanha/Canadá. 2004. 90min. Pornoterrorismo. Com Susanne Sachße, Daniel Bätscher, Andreas Rupprecht.

Um grupo terrorista de esquerda, formado por vários homens homossexuais e liderado por uma mulher, sequestra o filho de um homem rico indsutrial. Convidada: Lígia Marina, artista cênica, produtora cultural e professora.

Dia 09, sexta-feira, 19h,  Cine Alemão

Fata Morgana

de Werner Herzog. Alemanha. 1971. 79min. Documentário. Sem classificação.

Um filme repleto de plasticidades (sem fazer dessas o grande mote), poético e ao mesmo tempo chocante em seu transe de sons, cores e efeitos.

Dia 13, terça-feira, 19h, Cine Africano

Moi, un noir

de Jean Rouch. França. 1959. 73min. Documentário. Livre. Com Oumarou Ganda, Alassane Maiga e Seydou Guede.

Jovens nigerienses deixam sua terra natal para procurar trabalho na Costa do Marfim. Desenraizados em meio à civilização moderna, acabam chegando a Treichville, bairro operário de Abdijam. O herói, que conta sua própria história, se auto-denomina Edward G. Robinson, em honra ao ator americano.

Dia 14, quarta-feira, 19h, ART 7

A carta

(The Letter) de William Wyler. EUA. 1940. 95min. Drama. 14 anos. Com Bette Davis, Herbert Marshall e James Stephenson. Tema: Ícones-Bette Davis, Joan Crawford.

Esposa do administrador de uma plantação mata um homem e declara ter sido em legítima defesa. O caso parece simples, mas uma carta pode mudar o rumo dos acontecimentos.

Dia 15, quinta-feira, 19h, ART 7

Estranha Passageira

(Now, Voyager) de Irving Rapper. EUA. 1942. 117min. Drama, romance. Sem classificação. Com Bette Davis, Paul Henreid e Claude Rains. Tema: Ícones-Bette Davis, Joan Crawford.

Mulher tímida e perturbada apaixona-se, durante viagem, por homem com o qual mantém uma relação complicada e plena de encontros e desencontros. Ao voltar para casa, é uma mulher mudada.

Dia 16, sexta-feira, 19h, Psicanálise vai ao cinema

O processo do desejo

(La Condanna) de Marco Bellochio. Itália/França/Suíça. 1991. 92min. Drama. Sem classificação. Com Vittorio Mezzogiorno, Claire Nebout e Andrzej Seweryn. Durante uma visita a um museu, Sandra acaba ficando presa, junto a um estranho, Lorenzo e tendo que passar a noite no local. Entre os dois se estabelece um intrincado jogo sexual que dura até o amanhecer.

Convidadas: Jacqueline Virmond Vieira, psicanalista e Maira Marques Gomes, doutoranda em Psicologia.

Dia 19, segunda-feira, 19h, Imagens do Desejo

O Piano

(The Piano) de Jane Campion. Austrália. 1993. 121min. Drama. 16 anos. Com Holly Hunter, Harvey Keitel e Sam Neill.

Ada McGrath, uma pianista amadora, muda-se para a Nova Zelândia recém-colonizada. George Baines, o administrador da região, se aproxima dela solicitando-lhe aulas de piano. Com o tempo, as aulas tornam-se encontros eróticos. Organização: Vitor Werner e André Moraes Souza (psicanalistas).

Dia 20, terça-feira, 19h, ART 7

Acordes do coração

(Humoresque) de Jean Negulesco. EUA. 1946. 125min. Drama, romance, musical. Sem classificação. Com Joan Crawford, John Garfield e Oscar Levant. Tema: Ícones-Bette Davis, Joan Crawford.

Jovem violinista precisa decidir entre a boa vida ou a arte ao envolver-se com mulher rica e alcoólatra, acossada por sentimentos de culpa.

Dia 21, quarta-feira, 19h, ART 7

Johnny Guitar

de Nicholas Ray. EUA. 1954. 110min. Drama, western. 14 anos. Com Joan Crawford, Sterling Hayden e Mercedes McCambridge. Tema: Ícones-Bette Davis, Joan Crawford.

Dona de saloon precisa contar com ajuda de músico e pistoleiro para resolver pendências com rival e com xerife.

Dia 22, quinta-feira

Não haverá sessão – Abertura de exposição no Espaço 2

Dia 23, sexta-feira, 19h, Cinema, Chá e Cultura

Meu pé esquerdo

(My Left Foot) de Jim Sheridan. Irlanda. 1989. Drama. Livre. Com Daniel Day Lewis e Brenda Fricker.

Christy Brown, nasce com uma paralisia cerebral que lhe tira todos os movimentos do corpo, com a exceção do pé esquerdo. Com apenas este movimento Christy consegue se tornar escritor e pintor. Convidada: Maria Teresa Lira Collares,  graduada em Educação Artística pela Fundação Educacional de Santa Catarina.

Convidada: Maria Teresa Lira Collares, Analista Técnica da FCC, graduada em Artes pela UDESC.

 Aliança Francesa Apresenta:

Dia 26, segunda-feira, 19h, Festa do Cinema de Animação

O quadro

(LeTableau) de Jean-François Laguionie. França. 2011. Animação. 76min. Classificação livre.

Num quadro inacabado, Ramô, apaixonado por Claire, sai do quadro a procura do pintor para que ele termine o seu trabalho.

 

Dia 27, terça-feira, 17h, Festa do Cinema de Animação

Ma Petite Planète Chérie

De Jacques-Rémy Girerd. França. 2011. Animação. 44min. Infantil.

Nove histórias que lidam com a ecologia de uma forma divertida e poética.

 

Dia 27, terça-feira, 19h, Festa do Cinema de Animação

Sessão de Curtas “Geração Animada”

85min. Livre

Os dez filmes de animação do programa “Geração Animada” selecionados pelo Festival Internacional de Animação de Annecy;

 

Dia 28, quarta-feira, 19h, Festa do Cinema de Animação

Ceux D’em Haut – de Izù Troin. 2012. 25 min. Livre.

Marottes – de Benoît Razy.2005.14 min. Livre

Le Génie de la Boîte de Raviolis – de Jacques-Rémy Girerd e Claude Barras. 2005. 7min. Livre

Le Prince des Joyaux – De Michel Ocelot. 1991. 11 min. Livre

La Bergère qui Danse De Michel Ocelot. 1991. 7 min. Livre

Le Banquet de la Concubine – de Hefang Wei. 2012. 13 min. Livre

 

Dia 29, quinta-feira, 17h, Festa do Cinema de Animação

Gus Petit Oiseau, Grand Voyage

De Christian De Vita. França. 2014. Animação. 90 min. Infantil.

Dairus, o pássaro mais experiente no voo se machuca, e ele vai precisar confiar todos seus segredos e o novo itinerário de viagem ao primeiro pássaro que aparece.

Dia 29, quinta-feira, 19h, Festa do Cinema de Animação

En Sortant de l’Ecole

2014. 40min. Livre. Sem legenda.

Coleção de treze curtas-metragens de animação de 3 minutos que associam poemas de Prévert ao universo gráfico de jovens diretores, recém-formados em escolas de animação francesas.

 

Dia 30, sexta-feira, 19h, Festa do Cinema de Animação

A ilha de Black Mor

(L’Île de Black Mor) de Jean-François Laguionie. França. 2004. 80min. Livre.

Em 1803, Kid, uma criança de quinze anos, escapa do orfanato onde vivia como um prisioneiro.

International Uranium Festival em cartaz na Fundação Cultural Badesc

Capa face (pra balançar isso aqui é) bombaO Cineclube da Fundação Cultural Badesc apresenta dos dias 5 a 7 de outubro (segunda a quarta-feira), a partir das 19h, o Internacional Uranium Festival que exibirá gratuitamente 11 filmes sobre energia nuclear. O Uranium Film Festival revive os 70 anos da primeira explosão de uma bomba nuclear, projeto secreto dos Estados Unidos (projeto Manhattan) e desenvolvido na área de testes de Trinity, em Los Alamos, no Novo México.
O Festival é realizado desde 2011 no Brasil. No ano seguinte, passou também a ser apresentado na Alemanha. Em 2013, os filmes passaram a ser apresentados em festivais nos Estados Unidos e Índia. No ano passado, o festival foi ampliado para a Jordânia e este ano está sendo realizado, além do Brasil e nos países citados, também no Canadá. A programação deste ano começou no dia 16 de julho, na Cinemateca, no Rio de Janeiro. A data foi escolhida em memória à explosão da primeira bomba atômica. Exatamente 21 dias após à primeira explosão atômica, no dia 6 de agosto de 1945, os Estados Unidos lançaram as bombas atômicas “Little Boy” (Menininho) sobre Hiroshima e, no dia 9 de agosto, “Fat Man” (Homem Gordo) sobre Nagasaki.
Debate
No dia 6 de outubro, às 15h a mesa “A educação ambiental diante do fim” com os especialistas Ana Godoy e Marcos Reigota complementa a programação.
O Festival é um evento do “Grupo Tecendo” do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da Universidade Federal de Santa Catarina junto com International Uranium Film Festival Rio de Janeiro.
A Fundação Cultural Badesc está localizada à Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro de Florianópolis. As sessões são gratuitas e têm vagas limitadas.

O apoio financeiro do Internacional Uranium Festival são do programa Prodocência da UFSC, secretaria de Cultura da UFSC e Fundação Japão.

Programação e sinopses

Segunda-feira, dia 05/10, às 19h
A Sessão Bomba Atômica apresenta os filmes:
– Bombas atômicas no planeta terra (Atomic bombs on the planet earth). Países Baixos/Reino Unido, 2011, 12 min, multilingue. Produção: Change Performing Arts of Milan. Entre 1945 a 1989, as cinco potências nucleares explodiram 2201 bombas atômicas sobre a terra, produzindo destruição e contaminação radioativa, conhecida como “fall-out”. Um filme experimental que mostra todas as explosões atômicas com data e nome dos responsáveis.
– Hiroshima preces de uma mãe (Hiroshima a mother’s prayer). Japão, 1990, 30 min, português. Um filme de Hiroshima Peace Memorial Museum. O filme mostra os horrores da guerra e os efeitos devastadores da bomba atômica.
– 08:15 de 1945. Argentina/Brasil, 2012, 77 min, documentário, português.Direção de Roberto Fernández. 6 de agosto de 1945, às 8h15, os EUA jogam a bomba atômica contra a população civil da cidade de Hiroshima. Este documentário relata a vida de sobreviventes que vieram morar no Brasil. O filme é um trabalho do argentino Roberto Fernández, radicado em São Paulo, que se dedica a resgatar a voz e a memória dos sobrevientes de Hiroshima e Nagasaki residentes no Brasil.

Terça-feira, dia 06/10, às 19h:
– Terra Sagrada (Ground Zero/Sacred Ground). EUA, 1997, 9 min, Animação, sem diálogo. Diretora: Karen Aqua. No sudoeste dos Estados Unidos existe um importante sítio arqueológico dos povos indígenas pré-colombianos. Mais de 10 mil pinturas rupestres mostram a história do povo Jornada Mogollon que viveu entre 900 e 1400 DC. Há 35 milhas deste local, os Estados Unidos detonaram a primeira bomba atômica do mundo, em 16 de julho de 1945. O lugar desta primeira explosão nuclear é chamado de Ground Zero. A justaposição temporal deste local aponta para o contraste entre dois mundos: um que reverencia e vive em harmonia com o mundo natural, e outro que, na luta para controlar as forças da natureza, criou um meio para a sua destruição. Este filme de animação explora essas forças opostas e as relações e efeitos de um sobre o outro.
– Darkroom (Quarto Escuro). Alemanha, 2011, animação, 2 min, sem diálogo. Direção e produção Anna Luisa Schmid. Uma resposta à campanha nuclear de 2011, na Alemanha. Estamos assistindo um homem em sua rotina matinal que não sabe o que lhe afeta no outro lado do planeta. A energia elétrica está conectada em mão dupla à sua produção nuclear, às contaminações, à mineração e aos perigos.
– After the Day After (Depois do Dia Seguinte). EUA, 2011, vídeo arte, sem diálogo, 6 min. Direção Nathan Meltz. Um remake de animação sobre “O dia seguinte”, filme sobre o dia depois da guerra atômica.
– Visão Remota (Remote Viewing). França, 2012, Vídeo Arte, 5 min, poema de Dimitris Dimitriadis, música de Antropik & Raven (2012), em diálogo. Direção de Cris Ubermann. O filme faz parte de uma série de mini filmes da obra Dreams & Catastrophy, produzida em colaboração com Antropiksounds. O objetivo é ilustrar desastres recentes pela combinação de um imaginário poderoso com uma música profunda, trazendo um pensamento sobre a beleza invisível a e a solidão.
– Amalia. Estados Unidos, 2014, Animação, 15 min, legendas em português. Direção: David Harrison. Áudio espanhol e inglês, legendas em português. Uma mulher no purgatório é forçada a reexaminar o seu passado quando convidados inesperados chegam com a notícia de que Cuba explodiu. Essa é a leitura de Harrison sobre a história que ficou conhecida como “A crise dos mísseis em Cuba”.
– Pequeno Objeto A. Brasil, 2014, ficção, 16 min. Direção, roteiro e produção de Daniel Abib. Direção de fotografia: Isadora Relvas. Em algum momento no passado, uma bomba atômica explodiu e o mundo foi reduzido a cinzas. Shiro Ishio é um cientista que ajudou a desenvolver a bomba que extinguiu a vida na terra e agora está tentando entender as consequências disso.

Terça-feira, dia 06/10, às 20h a sessão Bombas Perdidas apresenta o filme Operação Flecha Quebrada. Acidente Nuclear em Palomares (Operación Flecha Rota. Accidente Nuclear en Palomares). Espanha, 2007, documentário, espanhol, 96 min, legendas em português. Direção José Herrera Plaza. Dois aviões americanos colidiram em janeiro de 1966 e caíram em Palomares (Almería), na Espanha. Dentro deles, quatro bombas poderosas de hidrogênio. Duas delas explodiram , o que fez com que o material radioativo se espalhasse sem controle devido ao vento forte.

Quarta-feira, dia 07/10, às 19h:
A sessão Energia Nuclear e Alemanha apresenta o filme: Silenciosamente para o desastre (Friedlich in die Katastrophe). Alemanha, 2012, 120 min. Direção Marcin El. O filme é homônimo do livro de Holger Strohm, que quando lançado na década de 1970, tornou-se a bíblia do movimento anti-nuclear. Especialmente feito para aqueles que pensam que a construção de usinas atômicas é algo imprescindível e demonstra o grau de desenvolvimento de uma nação. Aqueles que defendem este tipo de energia deveriam ser os primeiros a firmar um contrato de geração e oferecer a si próprios e também seus filhos e netos, como voluntários na limpeza do lixo atômico. Como ilustres irresponsáveis (para sermos educados), isso seria o mínimo diante da contaminação de todo o planeta.

Serviço:
O quê: International Uranium Festival
Data: 5 a 7 de outubro (segunda a quarta-feira), a partir das 19h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216 – Centro – Florianópolis.
Entrada Gratuita

O quê: Mesa de debate “A educação ambiental diante do fim” com Ana Godoy e Marcos Reigota
Quando: 6 de outubro, às 15h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216 – Centro – Florianópolis.
Entrada Gratuita

Florianópolis recebe a Caminhada Rumos do Itaú Cultural

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Depois de anunciar a abertura das inscrições para o Rumos 2015-2016, em  coletiva que reuniu jornalistas de todo o país em São Paulo, equipes do instituto vem percorrendo todas as capitais brasileiras para divulgar esse programa que é uma das importantes marcas da atuação do instituto no cenário brasileiro e uma  referência de fo­mento à nova produção de arte e cultura; a caminhada já esteve em algumas cidades do Norte e do Nordeste do país e chega agora em Santa Catarina .

Com um encontro na Fundação Cultural Badesc, Florianópolis recebe a Caminhada Rumos no dia 21 de setembro (segunda-feira), às 18h30.  Como resultado de mais uma parceria entre a instituição catarinense e o Itaú Cultural, representado pelo gerente do Núcleo de Audiovisual, Claudiney Ferreira, e de Inovação, Marcos Cuzziol, é apresentada a 17ª edição do programa Rumos, cujas inscrições estão abertas e vão até as 23h59 (horário de Brasília) do dia 6 de novembro. Eles falarão sobre esta plataforma de fo­mento do instituto à produção artística brasileira e as inovações que consolidam a reformulação realizada em 2013. A caminhada foi iniciada em São Luís do Maranhão, de onde seguiu para o Ceará, Teresina, Belém, Macapá, Manaus, Boa Vista e chega desta vez em Santa Catarina, até completar uma visita às 27 capitais do país em cronograma em definição.  Na região Sul, segue, ainda para Porto Alegre e Curitiba e depois sobe para Belo Horizonte.

O modelo segue aberto, podendo ser inscritos projetos de todas as áreas de expressão e iniciativas híbridas, sem limitação dos campos de investigação, com grande liberdade para artistas, produtores e pesquisadores definirem as regras de produção e apresentação de seus trabalhos. Entre as novidades está a organização das propostas em três grandes campos: criação e desenvolvimento (concepção e/ou desenvolvimento de projetos artístico-culturais), documentação (organização e preservação de acervos relacionados à arte e à cultura brasileiras) e pesquisa (desenvolvimento de pesquisas em arte e cultura brasileiras), definidos para facilitar o processo de inscrição. Outra inovação é o fim do teto orçamentário para as propostas, o que abre novas possibilidades para os proponentes.

O processo de seleção dos projetos também ganha uma nova fase. Antes de passarem para a Comissão de Seleção, as propostas agora serão examinadas por 30 avaliadores contratados pelo instituto entre as mais diversas áreas de atuação e regiões do país, os quais farão a primeira fase seletiva. Os nomes desta comissão prévia não serão revelados antes do resultado final para preservar a idoneidade do processo. Os critérios de seleção a serem observados serão a singularidade do projeto, a sua relevância e consistência.

“Vamos dar continuidade ao modelo que inauguramos em 2013 em que as definições não são dadas mais pela instituição e sim pelos agentes culturais, invertendo uma ordem histórica que, ao nosso ver, estava represando a criação e perpetuando vícios de formatação de projeto”, diz Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural. “Rompemos com a forma em que os projetos tinham que se enquadrar aos propósitos preconizados pela instituição e pelos editais. Com isso deslocamos o eixo de poder de decisão para quem produz o conteúdo cultural, abrindo um novo modo de apoio”, complementa.

“Ficou claro para nós que um programa com a história do Rumos e seus 18 anos de atuação precisava efetivamente assumir riscos para se colocar em linha com a produção contemporânea, que não cabe nos editais estanques”, avalia Saron. De acordo ele, o novo formato do Rumos atraiu um volume substancial de projetos e propostas que teriam dificuldade em encontrar guarita nos editais tradicionais. Prova disso é que a última edição do programa, já reformulada, registrou mais de 15 mil inscrições. O recorde de edições anteriores havia sido de 2,6 mil.

Conforme pesquisa realizada pelo Observatório Itaú Cultural na base de dados de inscritos na edição 2013-2014, do total de proponentes, 30% nunca haviam tentado se inscrever antes em algum outro edital. O formato aberto, a abrangência e a autonomia foram apontados por este grupo como razões para participarem do Rumos. O estudo indicou também que 97,11% deles consideraram o regulamento na forma de perguntas e respostas como um fator positivo para a compreensão do processo de inscrição no programa.

 

 

Inscrições

Seguindo a política das edições anteriores, as inscrições são gratuitas. Neste ano, elas foram abertas em 1 de setembro e devem ser efetuadas até as 23h59 (horário de Brasília) do dia 6 de novembro, exclusivamente no site rumositaucultural.org.br. Os projetos começam a ser avaliados logo após o fechamento das inscrições e o trabalho da Comissão de Seleção será concluído até maio de 2016. Os contemplados serão informados por e-mail, no dia 10 daquele mês. Em seguida, o site do Itaú Cultural e os meios de comunicação divulgarão os resultados.

Como no edital passado, não há número mínimo ou máximo de projetos, propostas ou obras a serem contemplados. Esta decisão será de exclusiva atribuição da Comissão de Seleção Rumos Itaú Cultural.

 

 

Comissão de Seleção

Os membros da Comissão de Seleção são profissionais externos ao Itaú Cultural e gerentes do próprio instituto.  São eles: a professora, pesquisadora de dança e membro do núcleo Recife, no Mapeamento da Dança nas Capitais Brasileiras e no Distrito Federal, Adriana Gehres, a ilustradora, designer gráfica e professora Beá Meira, o cineasta Jeferson De, o presidente da Associação Brasileira de Literatura Comparada (Abralic) João Cezar de Castro Rocha, a atriz, produtora, gestora pública e contadora de histórias Karla Martins, o professor de ciência da informação e diretor de cultura da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Marcos Galindo, a jornalista e crítica de artes Maria Hirszman, a jornalista e criadora do projeto de investigação urbanística Cidades para Pessoas Natália Garcia, o administrador e produtor cultural Paulo Mattos, o produtor musical e diretor do Centro Cultural São Paulo (CCSP) Pena Schmidt, o compositor, cantor e violonista Tiganá Santana, e o jornalista, crítico e pesquisador teatral Valmir Santos.

Pelo Itaú Cultural, a comissão é formada pelos gerentes de núcleo: Ana de Fátima Sousa (Comunicação), Anna Montini (Jurídico), Claudiney Ferreira (Audiovisual e literatura), Edson Natale (Música), Henrique Idoeta (Produção), Marcos Cuzziol (Inovação), Sofia Fan (Artes visuais), Tânia Rodrigues (Enciclopédia) e Valéria Toloi (Educação e Relacionamento).  Veja os seus perfis mais adiante.

 

 

A Caminhada

Em 2013, a itinerância para apresentar o Rumos 2013-2014, então totalmente reformulado, ocorreu de setembro a novembro e consistiu em conversas para diversos públicos. Ao todo, 4.453 pessoas participaram das atividades em 43 cidades. O resultado está registrado no blog do Rumos (novo.itaucultural.org.br/explore/blogs/rumos-2).

Para explicar o Rumos 2015-2016, uma equipe do Itaú Cultural está percorrendo todas as regiões do Brasil na Caminhada Rumos, tendo começado pelo Maranhão, Ceará e Piauí. Na segunda etapa da itinerância foram ao Amapá, Pará, Amazonas e Roraima, seguindo agora na terceira fase por Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais. Depois destes Estados, sobem o país dando continuidade até passar por todas as capitais dos 27 estados brasileiros.

 

SERVIÇO

Caminhada Rumos 2015-2016

Com Claudiney Ferreira e Marcos Cuzziol, gerentes do Itaú Cultural

21 de setembro (segunda-feira)

Às 18h30

Entrada franca

Vagas 40

Mostra de Cinema Atual Espanhol em cartaz

Viver é facil com os olhos fechados, de David Trueba

A Fundação Cultural Badesc em parceria com o Escritório Cultural da Embaixada da Espanha e o Instituto Cervantes, traz para Florianópolis a Mostra de Cinema Atual Espanhol 2015. Entre os dias 21 e 25 de setembro serão exibidos gratuitamente cinco filmes produzidos e realizados em 2013 e que representam diversos gêneros e temáticas do cinema espanhol.

Comédia, drama, documentário e ficção compõem a mostra, que inclui longas premiados e aclamados pela crítica como o filme “Viver é fácil com os olhos fechados”, do diretor David Trueba, vencedor de seis prêmios Goya. A comédia conta a históriade um professor de gramática que usa músicas dos Beatles para ensinar inglês na Espanha em 1966 e descobre que John Lennon vai visitar a província da Almeria durante as gravações de um filme.

Também serão exibidos o drama ‘Stockholm’, do diretor Rodrigo Sorogogyen; a ficção ‘Pessoas em lugares’, com direção de Juan Cavestany; o documentário ‘A praga’, do diretor Neús Ballús e o longa ‘A ferida’, que tem a direção de Fernando Franco.

A Mostra Cinema Atual Espanhol 2015 ocorreu em Belo Horizonte, Porto Alegre, Belém e Aracajú e depois de Florianópolis será realizada em Vitória, Brasília, Salvador, Curitiba, Manaus, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.

A Fundação Cultural Badesc está localizada à Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro de Florianópolis. As sessões são gratuitas e têm vagas limitadas.

 

PROGRAMAÇÃO

21/09- segunda-feira 19h

Viver é Fácil Com os Olhos Fechados (108 min /12 anos)

Direção: David Trueba

Sinopse: Antônio, um professor de gramática que usa músicas dos Beatles para ensinar inglês na Espanha em 1966, descobre que John Lennon vai visitar a província da Almeria durante as gravações de um filme. Determinado a conhecê-lo, ele dirige pela estrada em sua jornada. No caminho, dá carona a um garoto de 16 anos que fugiu de casa e uma garota de 21 que também parece estar fugindo de algo.


22/09 terça-feira 19h

Stockholm  (89 min /16 anos)

Direção: Rodrigo Sorogoyen

Sinopse: Em uma noite em uma balada, você vê uma mulher e fica apaixonado imediatamente. Você fala com ela, mas não acredita. Teima em acompanhá-la e consegue ficar com ela o resto da noite. O que aconteceria se na manhã seguinte ela não é a mulher que parecia ser? Uma noite, numa balada, você está cansada e aparece o típico homem que fala que se apaixonou por você. Você fala para ele ir embora, mas ele insiste. Você percebe que não é o típico homem: é engraçado e charmoso. O que aconteceria se na manhã seguinte não é o homem que parecia ser?

23/09 quarta-feira 19h

Pessoas em Lugares (77 min /Livre)

Direção: Juan Cavestany

Sinopse: Um conto “caleidoscópico”, como define o próprio diretor Juan Cavestany, este experimento parece fazer aleatoriamente o seu caminho através da comédia, do drama, da crônica social, do horror e do surrealismo, com um único denominador comum: a poesia intransigente da condição humana contra a investida do inusitado e do caótico. Um filme ambicioso, composto por 20 cenas curtas, com diferentes tons e temas. Não há nenhuma ligação entre elas, muito pelo contrário. A arbitrariedade por si só dá um sentimento de unidade ao discurso.

 

24/09 quinta-feira – 19h

A Ferida (99 min/16 anos)

Direção: Fernando Franco

Sinopse: Ana é uma motorista de ambulância de 28 anos. Apesar de eficiente em seu trabalho, ela tem problemas sérios em se relacionar com os outros sendo socialmente desajeitada e até agressiva com os que são próximos a ela. Isso a deixa infeliz e muito culpada o que a leva até a violência. O que ela não sabe é que sofre do que os psiquiatras chamam de Transtorno de Personalidade Limítrofe.

25/09 sexta-feira – 19h

A Praga (85 min/Livre)

Direção: Neús Ballús

Sinopse: Raul é um agricultor que quer plantar alimentos orgânicos. Para ajudá-lo, ele contrata Iurie, um lutador de luta-livre da Moldávia (Europa) que ganha a vida com o que aparece à sua frente. Aos poucos, suas histórias cruzam a vida de três mulheres solitárias: Maria, uma senhora obrigada a deixar sua casa no interior e viver em um asilo; Rose, uma enfermeira filipina que acaba de chegar ao país; e Maribel, uma prostituta com cada vez menos clientes.

Serviço

O quê: Mostra de Cinema Atual Espanhol 2015
Data: 21 a 25 de setembro
Horário: 19h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216 – Centro – Florianópolis.
Entrada Gratuita

Caçadores e Coletores ou No Fine Arts

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Exposição coletiva sobre homens do sambaqui abre quinta-feira na Fundação Cultural Badesc

Com a curadoria de Fernando Boppré, a exposição coletiva Caçadores e Coletores ou No Fine Arts abre na quinta-feira, (17/09), a partir das 19h, no Espaço 2, na Fundação Cultural Badesc. O trabalho reúne fotografias, vídeos e objetos de 11 artistas  que homenageiam os povos ameríndios pré-históricos, os chamados homens do sambaqui, que ocuparam o território litorâneo brasileiro há milhares de anos.

Ana Viegas, Lengo D’Noronha, Carla Linhares, Charles Steuck, Egídio Rocci, Felipe Vernizzi, Guto Kuerten, Leandro Lopes de Souza, Radji Schucman, Sandra Correia Fávero e Sérgio Vignes são os artistas envolvidos no projeto inédito que contempla em sua maior parte fotografias “Eu considerei que o procedimento de coletar e caçar na atualidade –  isso no interior do campo artístico, também se faz por meio de instrumentos modernos como a câmera fotográfica e a de vídeo”, declara Boppré.

De acordo com Boppré, Caçadores e Coletores ou No Fine Arts surgiu após uma visita ao museu do Homem do Sambaqui Padre Alfredo Rohr no Colégio Catarinense, em Florianópolis. “A minha formação é na área da história e eu sempre fui fascinado pelo universo da pré-história. Que homens e mulheres eram esses que transitavam por esse mesmo território onde vivemos há milhares de anos? O primeiro registro que se tem desse povo foi há aproximadamente 6.500 anos atrás. Eles tinham um hábito extremamente curioso e ainda hoje enigmático em muitos sentidos, que era o de acumular tanto seus mortos, habitações e restos de alimentação num mesmo local, esses montes elevados que hoje conhecemos como sambaquis”.

Com essa simbologia, Boppré acredita na constatação de que “continuamos sendo caçadores e coletores. A diferença é que temos processos industriais de larga escala, que essa caça e coleta ganhou contornos que, muitas vezes, provocam até mesmo verdadeiras hecatombes ambientais. Tendo isso em vista, eu comecei a pensar em artistas que trabalhassem com a ideia de ‘caça e coleta’ de um modo delicado, sensível, sem ser invasivo com a natureza ou com o outro. A exposição está baseada nessa ideia, de ver a ‘caça e a coleta’ por um viés poético, não destrutivo, mas sim construtor de sentidos e relações entre as pessoas e a natureza”.

Caçadores e Coletores ou No Fine Arts fica aberta ao público até o dia 16 de outubro na Fundação Cultural Badesc. A entrada é gratuita.

 

Serviço:

O quê: abertura da exposição coletiva Caçadores e Coletores ou No Fine Arts – curadoria Fernando Boppré

Quando: 17 de setembro, quinta-feira, às 19h

Visitação: até 16 de outubro de segunda a sexta-feira, das 12 às 19h

Onde: Espaço 2 da Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – Fone 3224-8846

Entrada gratuita

Mais de mil pessoas participam da 6ª Entremostras da Fundação Cultural Badesc

O sábado de sol forte e calor intenso foram dois ingredientes que incentivaram mais de mil pessoas a irem à Fundação Cultural Badesc para participar da sexta edição da Entremostras. Se o propósito era a interação do público com os artistas, o debate sobre o processo criativo, a comercialização de obras, acompanhar apresentações musicais de qualidade, conversar com autores de livros, fazer novas amizades e contatos, o objetivo foi alcançado.

Realizada desde dezembro de 2013 no intervalo entre o fechamento de uma exposição e a abertura de outra no Espaço Fernando Beck, a Entremostras é uma feira de artes que já reuniu mais de 110 artistas em todas suas edições, sendo que nesta realizada no dia 29 de agosto de 2015, foram selecionados 33 artistas dos quase 80 inscritos. O valor das obras é estipulado em até R$ 1 mil e são negociadas diretamente com os artistas.

A 7ª Entremostras será realizada em novembro.

Depoimentos

“Essa é a primeira vez que participo da Entremostras e não imaginava que era desse tamanho e nem com tanto público. Estou muito feliz e muito agradecida por poder compartilhar do e sobre o meu trabalho, sem contar que poder comercializá-los e imaginar que ele irá alegrar a vida de alguém me deixa muito satisfeita”. Vanessa Alves, fotógrafa

 “A Entremostras nos dá o privilégio de apresentar a nossa arte, o nosso trabalho numa das salas mais importantes de Santa Catarina, que é a Fundação Cultural Badesc. Esse aspecto de feira, de negociação de obras é muito positivo. E há outra questão também. A safra nova de artistas muito talentosos que têm nesse evento a oportunidade de apresentar seu trabalho e começar a conquistar seu espaço. A Entremostras é a chance de apresentarmos a arte do público”.  Bruno Barbi, artista visual

 “A Fundação Cultural Badesc é um dos espaços mais importantes e eu tenho muito a agradecer por tudo o que aconteceu com minha carreira depois que tive a oportunidade de expor o meu trabalho no Espaço Fernando Beck. Conquistei uma visibilidade muito grande e a exposição que apresentei aqui está percorrendo o Estado porque tem essa chancela de ter sido feita na Fundação Cultural Badesc. Esses foram os motivos que me levaram a participar da Entremostras, essa vontade de conversar com as pessoas sobre o processo criativo, sobre a fotografia”. Radilson Carlos Gomes, fotógrafo

 “Eu consegui ser selecionada dentre tantos artistas destacados e foi muito produtivo o dia. Interagir com o público, interagir com outros artistas num dia super agradável e num espaço tão importante como a Fundação Cultural Badesc, onde tive a oportunidade de realizar uma exposição há algum tempo. Foi muito importante ver o retorno do público ao nosso trabalho. Muitas vezes estamos no processo criativo e não sabemos como as pessoas irão interpretar e aceitar”. Andressa Proença Rosa, artista visual

 “Fiquei simplesmente apaixonado por este espaço. Não imaginava que era assim tão grandioso. Vim por um apelo da imprensa e também redes sociais. Saio daqui com uma grande inspiração para resgatar o meu trabalho em artes visuais e quem sabe me inscrever para essa interação com o público em uma próxima edição”. Rico Mendonça, arquiteto e designer

 “Tive a oportunidade de participar da segunda edição da Entremostras e conhecer mais deste espaço que tão bem acolhe os artistas de todas as partes do mundo. Fico feliz ainda mais por ter conseguido ser uma das selecionadas para expor no Espaço Fernando Benk este ano. A Fundação Cultural Badesc é um exemplo de como incentivar a arte”. Pauline Benk, artista visual alemã

Artistas que participaram da 6ª Entremostras

Artes Visuais: Kelly Kreis Taglieber, Miguel Etges, Radilson Gomes, Bruno Barbi, Jefferson Adriano Maier, Ederson Simas, Grupo Suspenso / Adriana Santos, Luanda Olívia, Radji, Rafael Schultz,Patrícia Peccin, Diogo de Andrade, Fábio Dudas, Emília Simon, Vanessa Alves, Fernanda Ehmke, Andressa Proença Rosa, Gabi Bresola /Ana Carmolinga/Marcos Walickosky, Hellmannoide, Thiago Brito, Susano Correia

Literatura: Christian von Koenig, Ferê Rocha, Matheus Massabk, Vássia Silveira
Música: Carlos Abiel, M.A.S.U, Marcapágina, Seu Baldecir, Trio Lero Lero
Design: Crua Design, Marcos Bernardes, Renato Cardoso,

Artistas que participaram da 5ª Entremostras

Artes visuais: Adriana Maria dos Santos, Alumiar Atliê, Beto Quaresma, Bruno Barbi, Camila Piovesan, Cristina Botkowski, Diego de Los Campos, Diórgenes Pandini, Fábio Dudas, Fatima Velazco, Franco Palioff Nosal, Isabela Teixeira, Leandro Serpa, Lena Muniz, Marinela Goulart, Miguel Etges Rodrigues, Mota, Susano Correia

Literatura: Beatriz Kestering Tramontin, Luã Olsen

 Música: Bruna Nogueira, Jesse Lee, Rascal Experience, Projeto Autoral Diego Raimundo

Moda: Crua Design, useARTE

 

Artistas que participaram da 4ª Entremostras

Artes Visuais: – Aionara Preis, Adriana Maria Dos Santos, Cristiane Inokuma, Danka Umbert, David Ronce, Diego de Los Campos, Ilca Barcellos, Joana Amarante, Luciana Gomes Afonso, Maria Luiza Araújo, Marina Moros, Merlin Lundi, Nicole Carneo, Ramón, Studio Um, Thiago de Mello Brito

Literatura: Anderson Dantas, Dinovaldo Gilioli, Sandra Alves

Música: Dj Di Bento, João Amado, Nelson Viana

 

Artistas que participaram da 3ª Entremostras

Artes Visuais: Bruno Della Pasqua, Coletivo Alumiar (Ana Flor, Fábio Abbud, José Chamusca), David Ronce, Doraci Girrulat, Fabricio Schmidt, Gian Nicola Bianco, Glaucia Cechinel, José Rocha, Klewerton Jota Bortoli, Luiza Christ, Luize Zanette, Mateus Capelo, Meg Roussenq, Milton Cazelatto, Neuza Takahashi Hoshino, Pedro da Cunha, Rafael Schultz Myczkowski, Roberta Tassinari, Rossato Lima, Sebastião Gaudêncio Branco de Oliveira

Literatura: Ramon Rodriguez e Muriel Machado, Patrícia Galelli, Paulino Júnior, Silvia Teske

Música: Myrtille & Rafael,Tatiana Cobbett e Marcoliva

 

Artistas que participaram da 2ª Entremostras

Artes Visuais: Adriana Maria dos Santos, Diego de los Campos, Kuke Castiñeras, Lena Muniz, Joana Amarante, Alice Yumi, Coletivo Toca, Sol Jaras, Eliane Veiga, Gabriela Caetano, Karina Segantini, Paula A Martins, Rosana Bortolin, Pauline Zenk, Calazans, Luciano Boletti, Fabio Abbud, Mohamed Helal, Augusto Murad, Pablo Paniagua

Literatura: Laura Lavergne

Música: Capitão Bala, Jéferson Dantas, Enéias Raasch

Vídeo: Leandro Lopes de Souza, Jurandi Juca

Moda: Helena Kussik

 

Artistas que participaram da 1ª Entremostras

Artes Visuais: Adriana Maria dos Santos, Anna Moraes, Beta Monfroni, Betânia Silveira, Betinha Trevisan, Bianca Scliar, Bruno Bachmann, Diego de los Campos, Fabrício Rodrigues Garcia (Manohead), Fê Luz, Flavia Coelho, Iam Campigotto, Ilca Barcellos de Souza, Leandro Serpa Luize Cornelius, Marina Moros, Marta Martins, Mayra, Rosane Cechinel, Valmir Knop Jr.

Literatura: Ana Esther, Claudia Vetter, Cláudio Dutra, Fernando Scheibe

Música: André Godoy, Rafael Salvador, Rogério Franchi

Workshop Natureza calculada: inscrições encerradas

As inscrições para o workshop gratuito Natureza Calculada: Estudos em Fotografia Computacional, com o professor e pesquisador Gabriel Menotti estão encerradas.
Abaixo os contemplados por ordem de inscrição a partir da 0h de 31 de agosto:

01. Rafael Carlan
02. Fernanda Luiza Godinho
03. Guilherme Zawadzki
04. Gustavo José Zanin
05. Dario López
06. Ana Paula Alves de Lima
07. Andrei Krepsky de Melo
08. Eduardo Vasconcellos
09. Natália Regina Salomão de Freitas
10. Bernadete Ferreira Farias
11. Paula Eduarda Michels
12. Nana Rodrigues
13. Marcia Nitibailoff
14. Otávio Nogueira
15. Gabriela Dequech Machado
16. Natalia Pilati Emer
17. Anderson Rodrigo da Silva
18. Janete Seidler
19. Jazmin Desvars Royg
20. Zéia Savedra
21. Aline Guzatti
22. Letícia de Oliveira Leite
23. Bábara Luiza Esteva
24. Natalia Regina Dutra da Costa
25. Vanessa Soares
26. Felipe Da Silva Vieira
27. Rafaela Oliveira
28. Daniela Accorinte Lopes
29. Lu de Paula
30. Vera Lúcia Castilhos Diniz

As demais inscrições estão em lista de espera. Caso ocorra alguma desistência entraremos em contato. Obrigada!
‪#‎ItauCultural‬ ‪#‎FundacaoCulturalBadesc‬

Foto: Gabriel Menotti