Fundação Cultural Badesc apresenta Epifânicas, de Clara Fernandes

A Fundação Cultural Badesc abre no dia 23 de julho, quinta-feira, a partir das 19h, a exposição Epifânicas, de Clara Fernandes. No Espaço Fernando Beck, a artista apresentará instalações, desenhos e tramas criadas a princípio por uma proposição performática de um conjunto de leituras e reelaborações sobre textos bíblicos e de mitologia em que referencia plástica e metaforicamente a presença de deuses e santos, musas e anjos. A exposição tem curadoria de  Rosângela Cherem.

A criação de Epifânicas inicou em março de 2013, quando Clara Fernandes visitou a Praça da Sé e arredores, em São Paulo. Os desenhos apresentados foram  criados na concepção de umstoryboard para a performance e aproximam uma relação dos objetos encontrados na mostra e o assunto proposto pela artista com o espectador.

A maioria das nove  instalações apresentadas pela artista se aproximam do habitat onde Clara mora – o interior da Ilha de Santa Catarina – apresentando elementos da flora nativa, com é o caso da embiruçu e da sibipiruna, donde são extraídos materiais para confecção das obras. É por meio destes materiais  naturais  em suportes de metal, madeira e seda que a artista explora as escrituras dos profetas maiores, fazendo coexistir  etéreo e terreno numa concepção expandida do tempo

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Sobre a artista

Clara Fernandes nasceu em São Paulo, estudou na faculdade de Psicologia da PUC e na Escola de Comunicações e Artes da  USP.  Vive  e  trabalha  em  Florianópolis  desde  1983 e desde 1985 participa de mostras coletivas, com destaque para XV Artistas Brasileiros (MAM SP, RJ e BA – 1996-97) Arte Contemporânea da Gravura (Museu Metropolitano de Curitiba PN – 98), Perspectiva das Artes Plásticas no Estado de Santa Catarina (Museu Marta Traba, no Memorial da América Latina, SP – 2003), Faça algo errado e diga que fui eu que mandei fazer (SESC Joinville 2011), Armazém (Museu Victor Meirelles, Florianópolis, 2012). Entre as mostras individuais, com destaque para Terral (1990), Iluminuras (1997), Impenetrável (1998), Abissais (2000), Vazante (2001), Lume  (2008-2010), Cartas ao Mar (2010-2013). Entre as mostras coletivas, destaque para Clara realiza intervenções espaciais e urbanas desde 1989.

No site www.clarafernandes.com é possível conhecer mais sobre o trabalho da artista.

 

Serviço

O quê: abertura da exposição Efipânias, de Clara Fernandes

Quando: 23 de julho, quinta-feira, às 19h

Visitação: até 27 de agosto, de segunda a sexta-feira, das 12 às 19h

Onde: Espaço Fernando Beck, da Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – Fone 3224-8846

Entrada gratuita

Fundação Badesc: Quase Samba será exibido dia 31 de julho

O drama Quase Samba, será exibido gratuitamente no dia 31 de julho, sexta-feira, às 19h, no Cineclube da Fundação Cultural Badesc.

Premiado em 2013 no Festival de Cinema do Rio, somente em junho o filme foi lançado em circuito nacional. O primeiro longa do cineasta mineiro Ricardo Targino tem no elenco João Baldasserini, Leandro Firmino da Hora, Mariene de Castro, o cantor Otto e Cadu Fávero. O filme trata de vários temas sensíveis como violência à mulher, os diversos formatos de família, violência policial e diversidade sexual.

Com vasta experiência na direção de curtas, Targino estreia em longas apresentando uma mistura de realidade e ficção por meio de um narração feita por Arnaldo Antunes e com o auxílio de músicas que ajudam a montar a trama.

A exibição do filme na Fundação Cultural Badesc integra a proposta de Targino em exibir o filme por meio de cineclubes e espaços alternativos, promovendo desta maneira, o acesso a um público que muitas vezes não pode pagar para assistir produções artísticas.

Após o filme haverá debate com a participação do cineasta catarinense Alexander Siqueira e da apresentadora Selma Light.

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Sinopse – Quase Samba conta a história do último mês de gravidez da sambista Teresa (Mariene de Castro), uma cantora de rádio que mora na Baixada Fluminense e que está dividida entre dois homens que acreditam ser o pai da criança: um hacker (João Baldessarini) e o miliciano Fernando (Otto). Ao particular duelo entre os dois pretendentes, soma-se Shirley (Cadu Fávero), o fiel escudeiro da cantora, um crossdresser com quem Tereza mora e cria o primeiro filho. Nas relações entre os personagens, aparecem questões sociais relevantes como núcleos de afeto longe do convencional, o feminicídio e a violência contra a mulher, o machismo arraigado na sociedade, a experiência de cidade com suas milícias, a luta cotidiana pela vida. A classificação é 12 anos.

 

Serviço

O que: Exibição filme Quase Samba

Quando: 31/07, sexta-feira

Hora: 19h

Local: Fundação Cultural Badesc- Rua Visconde de Ouro Preto- 216 Centro- Fpolis

Estão abertas as inscrições para a 6ª edição da Entremostras

Estão abertas as inscrições para 6ª Entremostras da Fundação Cultural Badesc. O evento será realizado no dia 29 de agosto (sábado), das 11 às 17h. A Entremostras é realizada desde 2013 e tem como proposta, promover um espaço de comércio e interação entre artistas e o público. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail: fundacaoculturalbadesc@gmail.com Mais informações: (48) 3224-8846 das 12 às 19h, de segunda a sexta-feira. O prazo de inscrições encerra no dia 10 de agosto.

 

6ª Entremostras – Regulamento

Disposições gerais

A Entremostras é uma feira de artes incluindo literatura, música, audiovisual, moda/design, artes visuais entre outros que ocorre no Espaço Fernando Beck e dependências externas da Fundação Cultural Badesc. A 6ª edição será no dia 29 de agosto, entre 11h e 17h. Na feira, os artistas expõe seus trabalhos, conversam com o público sobre seus processos criativos e comercializam as obras.

O valor de cada trabalho não poderá ultrapassar R$1.000,00 (mil reais). Todas as apresentações musicais e cênicas serão gratuitas e abertas ao público geral, CDs e DVDs também poderão ser comercializados. Os horários das apresentações musicais serão definidos de acordo com o número de selecionados. Os selecionados das demais áreas deverão estar presentes no dia da feira a partir das 8h para montagem do seu expositor.

Cada expositor terá em média 1,5 m de parede para expor seus trabalhos de artes visuais (a altura do painel é de 2,8 m), mais uma pequena mesa para trabalhos adicionais. O espaço expositivo possui painéis em fórmica não perfuráveis. Para fixação das obras podem ser utilizadas fitas adesivas, fios ou cabos presos na parte superior. O material necessário à apresentação das obras deverá ser trazido pelo expositor. Já livros, CDs e DVDs serão expostos em mesas coletivas.

A Fundação disponibilizará aparelho de TV (LED 40’’), um projetor e caixa amplificadora para apresentações audiovisuais e para apresentações musicais serão disponibilizados os equipamentos de sonorização listados anexo.

Inscrições

A inscrição é gratuita e pode ser efetuada até 19h do dia 10 de agosto através do e-mail fundacaoculturalbadesc@gmail.com, fazendo constar no campo assunto a expressão “6ª Entremostras”. No corpo da mensagem e/ou em anexo deverá conter:

TODAS AS ÁREAS:

1.    Telefones e e-mail para contato;

2.    Descrição das obras que serão expostas, com valor da venda para o evento e outras informações que julgar necessárias.

ARTES VISUAIS:

1.    Descrição das obras de arte visual;

2.    Fotos com boa visualização, devidamente identificada com título, técnica, dimensões, ano de realização e valor. Não há necessidade de apresentação de todas as obras, mas sim uma amostra suficiente para fins de seleção;

3.    Para obras mistas de arte e design ou moda conceitual, identificar a obra com as respectivas imagens e valores.

LITERATURA:

1.    Capa do livro;

2.    Resenha;

3.    Trechos de narrativa.

MÚSICA:

1.    Capa do CD;

2.    Link com áudio ou vídeo das músicas.

AUDIOVISUAL:

1. Sinopse e ficha técnica;

2. Link para visualização do trabalho/trailer.

Seleção e resultado

A seleção será feita por uma comissão em parceria com a Fundação, com base no conjunto das propostas enviadas, priorizando a diversidade de estilos, linguagem, modalidades, etc.

O resultado da seleção para a 6ª Entremostras será divulgado dia 20 de agosto, através do site www.fundacaoculturalbadesc.com e da fanpage no Facebook (fundacaoculturalbadesc.com / facebook.com/fundação.badesc).

ANEXO

Kit sonorização:

02 Dois P.A da Oneil OPB2020 15 (frente)

02 Dois Monitor da Atack 15 VRM 1550A (retorno)

01 Hum Mesa de Som Xenix FX2222

02 Duas Potencias Oneil 2000W

05 Cinco microfones de voz com fio Superlux

01 Hum Kit com 7 Microfones (4 mistos , 02 Over , 01 Grave)

06 Seis Pedestais para microfones

03 DirectBox – 02Passivos 01Ativo

02 Dois Pedestais pra Caixas de 15 (frente)

01 Multi-cabo 20 vias de 25m

04 Par64 Led (Iluminação)

01 Técnico de som

Fundação Cultural Badesc abre as portas para o projeto Família no Museu

Crianças com algum tipo de deficiência e suas famílias são os visitantes especiais que a Fundação Cultural Badesc recebe no dia 11 de julho (sábado), às 10h30.  Eles fazem parte do projeto Família no Museu, do grupo de pesquisa Educação, Arte e Inclusão, do Centro de Educação a Distância (Cead), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e mensalmente visitam museus e espaços culturais de Florianópolis.

No casarão que abriga a Fundação Cultural Badesc, os participantes irão visitar a exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.  Depois participarão de uma oficina onde poderão expor  suas compressões e sentimentos a respeito do trabalho do artista.

O projeto Família no Museu existe desde 2012 e conta com aproximadamente 40 famílias cadastradas. “O projeto visa estabelecer o diálogo entre as famílias e a criança com deficiência e auxiliá-las no acesso ao que a cidade oferece em produção artística”, explica a coordenadora do projeto Maria Cristina da Rosa Fonseca.

“Para a equipe da Fundação é muito importante receber este projeto e poder contribuir com essa integração social” afirma o diretor da Fundação Cultural Badesc, Eneléo Alcides.

Convite_WEB_Família no Museu

 

Quinta-feira de sarau literário e musical na Fundação

A poeta lageana Fêre Rocha e os músicos Alexandre Green, Juliano Malinverni, o dueto Tatiana Cobbett e Marcoliva e músicos locais serão os responsáveis pela programação cultural desta quinta-feira, a partir das 19h, na Fundação Cultural Badesc.

Cotidiano Horizonte é o primeiro livro publicado por Fêre Rocha e é uma coletânea de poemas e aforismos que registram diferentes épocas da vida da autora. “Por meio dos meus escritos, gostaria de transmitir o que sinto quando a arte de alguém me toca, emociona, conforta e principalmente me perturba, tira do lugar comum provocando a reflexão e o questionamento”, declara Fêre.

Completam a proposta cultural desta quinta-feira, a sonoridade dos artistas musicais locais. Alexandre Green, que desde criança está envolvido com a música, é parceiro de Fêre Rocha em composições e promete levar a boa qualidade de trabalho que marca sua trajetória musical, como por exemplo, a parceria com a poetisa na música Confissões de um brazuca acomodado.

Muito conhecido por sua dedicação à música, Juliano Malinverni apresentará parte de seu trabalho autoral. No ano em que comemoraram 15 anos de estrada, Tatiana Cobbett e Marcoliva levam ao público a conhecida atitude cênica e a forte pegada poética de suas apresentações.

Poesia na alma

Fêre Rocha nasceu em Lages, é jornalista, atua como redatora publicitária e é blogueira há seis anos, quando criou o Blog da Fêre para publicar o que escreve. Foi membro da oficina literária Letras no Jardim, em Florianópolis e em janeiro de 2015 realizou uma exposição de seus poemas na Casa do Sambaqui, espaço artístico-cultural, também em Florianópolis. Fêre tem algumas parcerias musicais como compositora com músicos da capital catarinense e de São Paulo. É colunista no blog Ame Você e na revista digital Itinerário Imprevisto. O livro Cotidiano Horizonte tem 92 páginas, foi prefaciado pelo escritor pernambucano Tadeu Sarmento (vencedor do Prêmio Pernambuco de Literatura – categoria Romance), ilustrado por Fabiano Sogabe e tem projeto gráfico de Priscilla Thives. Para a autora, a inutilidade poética é capaz de resgatar a beleza onde muitos não notam e permitir o grito onde muitos não ousam “O que faço é bastante natural, pouco calculado, uma necessidade antes de qualquer coisa. Atingir mais pessoas, certamente é muito bom para quem escreve e distribui suas linhas por aí. Se causar alguma dessas sensações citadas, melhor ainda!”, acrescenta Fêre.

Capa Livro

 

Serviço

O que: Lançamento Livro Cotidiano Horizonte, de Fêre Rocha.

Quando: 9 de julho (quinta-feira)- a partir das 19h

Onde: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – Fone 3224-8846

Quanto: Gratuito

Fundação Cultural Badesc apresenta Paragens

p_8, de Manuela CostaLima

A Fundação Cultural Badesc abriu em 2 de julho (quinta-feira), a partir das 19h, no Espaço 2,  a exposição Paragens, de Manuela CostaLima. Paulistana, a artista tem no caminhar o ponto de partida de grande parte de seus trabalhos. E foi no caminhar pela orla de Florianópolis por mais de uma semana, que ela coletou pedras marinhas que formam o conjunto deste trabalho.

“As pedras estão sendo gravadas com as coordenadas desses lugares por onde passei. Não me interessam as pedras simplesmente, mas as pedras gravadas com as indicações de seus pontos de origem”, explica Manuela.

Para realizar o trabalho, a artista hospedou-se na praia da Barra da Lagoa, região leste da ilha. “Pela minha localização, acabei percorrendo um caminho para o sul e explorei mais essa região. Florianópolis tem uma natureza deslumbrante vai permitir eu compartilhar com o público estes locais onde estive e me detive e que ganharam novos significados e tornaram-se lugares: Paragens!”, explica a artista.

Paragens é o primeiro trabalho com pedras realizado por Manuela, embora ela as colecione há algum tempo “As pedras me encantam porque são matéria antiga, foram por muito tempo moldadas pela natureza”, declara.

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Sobre a exposição

O nome da exposição baseia-se na morfologia da palavra conforme descrito no dicionário e que tem três significados que se interligam com a proposta de Manuela CostaLima: Paragem – pa.ra.gem 
sf (parar+agem)  – Ato de parar; lugar onde se para; parte do mar próxima à terra e acessível à navegação.

Paragens é portanto, resultado de um caminho real pela orla em que foi feita a coleta de pedras marinhas. Junto às pedras dispostas no chão está Geopantone, uma escala de cores obtidas por imagens do Google Street View.  Nesse caminho virtual pelo computador o olhar se concentra na linha do horizonte, lugar de repouso, paragem do olhar. A partir de aproximações máximas dessas imagens obtêm-se os planos de cor que compõe a sequência.

 

Sobre a artista

Manuela CostaLima é arquiteta formada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo, onde vive e trabalha. Desde 2012, tem participado de exposições com destaque para a 21ª Mostra de Visualidade Nascente, da Universidade de São Paulo; no Centro Maria Antônia, quando foi agraciada com uma menção honrosa; a coletivaAtlas, no Palácio das Artes de Belo Horizonte; o 46º Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba, e o Duplo, sua primeira exposição individual, realizada na Casa da Cultura de Paraty.

Pedras Errantes, sua mais recente individual, realizou-se durante o mês de maio deste ano, no espaço zip’up da galeria Zipper, em São Paulo.

No site www. manuelacostalima.com é possível conhecer mais sobre o trabalho da artista

 

Serviço

O quê: abertura da exposição Paragens, de Manuela Costa Lima

Quando: 2 de julho, quinta-feira, às 19h

Visitação: até 31 de julho, de segunda a sexta-feira, das 12 às 19h

Onde: Espaço 2 da Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – Fone 3224-8846

Entrada gratuita

Ditadura em pauta no Cineclube da Fundação Badesc

Em parceria com o SESC, o Cineclube da Fundação Cultural Badesc irá exibir nas terças-feiras do mês de julho sessões especiais com o tema ditadura. Após cada sessão que inicia às 19h e têm entrada gratuita, estão programados debates com os participantes e convidados especiais.

Os quatro filmes selecionados que abordam o regime militar instaurado no Brasil em 1964 são: Hoje, O dia que durou 21 anos, Cidadão Boilsen e A memória que me contam.

Para os dias 7 e 28 está confirmado o debate com Viviane Cavalcante, mestranda em história pela UFSC, que irá conduzir o debate sobre os filmes Hoje e A memória que me contam.

A Fundação Badesc está localizada à rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis.

 

Confira a programação de todas as terças-feiras de julho

 

07 de julho, às 19h

 

Hoje

Hoje: de Tata Amaral. Brasil, 2011, 90min, drama, 12 anos, com Denise Fraga e César Troncoso / Vera é uma ex-militante política que recebe uma indenização do governo, em decorrência do desaparecimento do marido, vítima da repressão provocada pela ditadura militar. Com o dinheiro ela consegue comprar um apartamento próprio e quando está prestes a se mudar, recebe uma visita que altera sua vida.

 

14 de julho, às 19h

O-Dia-Que-Durou-21-Anos

O dia que durou 21 anos: de Camilo Tavares, Brasil, 2012, 77min, documentário, 12 anos / Este documentário mostra a influência do governo dos Estados Unidos no Golpe de Estado no Brasil, em 1964. A ação militar que deu início à ditadura contou com a ativa participação de agências como CIA e a Casa Branca.

 

21 de julho, às 19h

Cidadao Boilesen

Cidadão Boilsen: de Chaim Litewski, Brasil, 2009, 92min, documentário, 12 anos / Por diversos depoimentos, o documentário revela as ligações de Henning Albert Boilesen (1916-1971), presidente do famoso grupo Ultra, da Ultragaz, com a ditadura militar.

 

28 de julho, às 19h

A-memória-que-me-contam

A memória que me contam: de Lúcia Murat, Brasil, 2012, 95min, drama, 14 anos, com Irene Revache, Simone Spoladore, Franco Nero, Otávio Augusto e Zé Carlos / A ex-guerrilhera Ana, ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital.

 

Fundação Badesc apresenta Mostra 10 anos de Cinema UFSC

Menino Bosque, de Alessandro Danielli, Clarice Dantas e Ciça Castiñeira
Menino Bosque, de Alessandro Danielli, Clarice Dantas e Ciça Castiñeira

O Cineclube da Fundação Cultural Badesc exibirá nos dias 18 e 25 de junho a “Mostra 10 anos de Cinema UFSC”, que reúne

curtas-metragens produzidos pelos alunos de Cinema desde 2005, ano em que o curso foi fundado. Nas duas datas serão exibidos 20 trabalhos, com destaque para Trabalho Final e Menino no Bosque.

“Foram selecionados alguns dos muitos trabalhos expoentes desses 10 anos de experimentações, projetos e sonhos. É uma forma de valorizar a qualidade desses filmes e compartilhar com o público essa experiência”, explica Karine Joulie, produtora cultural da Fundação Cultural Badesc que é também ex-aluna do Curso de Cinema da UFSC e organizadora do evento.

O curta Trabalho Final, de Felipe Mendonça, lançado em 2010, participou diversos festivais pelo Brasil, temo como enredo a história de um casal de assaltantes que foge para o interior após um golpe dar errado. Lá, suas vidas acabam por assumir caminhos irreconciliáveis. Este filme é um dos destaques da exibição programada para o dia 18 de junho a partir das 19h e tem duração de pouco mais de 17 minutos.

O filme Menino Bosque, dirigido por Alessandro Danielli Alessandro Danielli, Clarice Dantas e Ciça Castiñeira lançado em 2011 mostraem quase 20 minutos de produção a relação entre Lucas e Tomás que iniciam uma amizade fundada na contação de histórias. Depois por muitos anos afastados, Tomás retorna à vida de Lucas e traz consigo a infância, os anseios e as histórias dos dois. Menino Bosque é um dos destaques da exibição agendada para o dia 25 de junho, a partir das 19h.

A Fundação Badesc está localizada à rua Visconde de Outubro Preto, 216, Centro, Florianópolis. A entrada é gratuita.

 

Programação completa

Quinta-feira, 18 de junho

Mariscos e Miolos, de Renan Blah, Carla Italiano, Naara Fontineli, Bruno Grandi, Carol Gesser e Vitor Zan, 2006 – 21min38
Macário, de Caroline Mariga, Karine Joulie e Vanessa Sandre, 2010 – 3min
O milagro, de Elisa Wagner, Sarah Wagner, Arthur Seabra e Guilherme Falk, 2009 – 1min57
Psiquadélica, de Danilo Rossi, 2011 – 2min13
Duck Hunting Season, de Julian Brzozowski, 2009 – 2min29
Vagalumes, de Samara Hartt e Adriana Zanotto, 2014 – 3min10
Haverá sangue, de Carlos Lenine, 2013 – 15min
Correr com tesouras, Lara Koerich, 2014 – 7min08
Catarsis, de Eduardo Ceron, Eduardo Presser, Gutto Gomide, Rafael Minari e Rodrigo de Freitas, 2014 – 4min55
Trabalho Final, de Felipe Mendonça, 2010 – 17min36

 

Quinta-feira, 25 de junho

Menino Bosque, de Alessandro Danielli, Clarice Dantas e Ciça Castiñeira, 2011 – 19min45
Pobre Wesley que nos confundiu quanto aos seus ideais, de João Mamedes, Lucas Coelho, Lucas Coimbra, Michele Costa, Matias Eastman, Danilo Rossi, Thiago Wollmann e Marcelo Ribeiro, 2010 – 4min36
Delírio, de Danilo Mello, Lívia Quintanilha, Camila Damazio, Alfredo Belohlavek e Natália Ayres, 2009 – 4min58
Um último refúgio, Danilo Rossi, Sol Guerreiro e Verônica Cabrera, 2010 – 3min56
Vai lá filmar, de Taynah Miranda, 2007 – 9min17
A intrusa, Bruna Ramos, Cinthia Fernandes e Luisa Naves, 2011 – 6min41
Asprima, de Guilherme Pozzibon, Carlos Lenine, Marcelo Ribeiro, Lenon Oliveira, 2014. 6min17
Escaravelho, de Júlio Cesar Dutra, Caio Barcellos, Danilo Lopes, Janaina Pertile, Vinícius Heickel, Marcus Gerioni, 2012 – 6min46
Revelação, de Arthur Roedel, Julie de Oliveira, Gabriel Silva, Cláudio Felippio Júnior, Natália Pilati, Dara Zimermann, Ailê Gonçalves, 2014 – 9min44
Clepsidra, de Denise Szabo, 2010 – 11min11

Augusto Benetti apresenta Taxidermia na Fundação Cultural Badesc

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A Fundação Cultural Badesc abriu em 18 de junho, quinta-feira, às 19 horas, no Espaço Fernando Beck, a exposição Taxidermia, de Augusto Benetti. Esta será a primeira vez em uma década que Benetti irá apresentar suas obras sozinho.

“Essa exposição reúne trabalhos produzidos durante a minha carreira e alguns deles são inéditos. É o fechamento de um ciclo”, explica o artista.

Os desenhos e seus desdobramentos com vídeos, objetos e instalações formam o grupo de trabalhos selecionados para Taxidermeia, a terceira exposição do Edital 2015 da Fundação Cultural Badesc. Sem perder sua referência de trabalhos, Augusto Benetti apresenta uma série de desenhos que têm como eixo norteador a multiplicidade de referências (artísticas, visuais, narrativas), e comentários sobre o contexto cultural de seu trabalho artístico. Este aspecto de crônica expressa a singularidade do autor, formado em Artes Plásticas pela Udesc, que enfatiza uma dimensão narrativa e irônica das imagens e textos.

Os trabalhos ficarão expostos até o dia 17 de julho, de segunda a sexta-feira, das 12 às 19h, com entrada gratuita.

 

 

O quê: abertura da exposição Taxidermia, de Augusto Benetti

Quando: 18 de junho, quinta-feira

Horário: 19h

Visitação: até 17 de julho, de segunda a sexta-feira, das 12 às 19h.

Onde: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – Fone 3224-8846

Quanto: gratuito