Fundação Cultural Badesc acolhe projeto Trajetos Culturais do CAPS

Os grupos do Centro de Atenção Psicossocial, Álcool e Drogas (CAPS) das unidades da ilha e do continente de Florianópolis, retornam às ações educativas em parceria com a Fundação Cultural Badesc. Em visita às exposições Nome aos Bois (de Luciano Boletti) e Disability (de Adriana Maria dos Santos), deixaram no espaço as impressões coletivas sobre o que conheceram dos artistas e suas obras.

“Para a Fundação Cultural Badesc é uma oportunidade de possibilitar aos participantes do CAPS uma imersão no nosso espaço cultural e por meio dos artistas, promover uma ação educativa que valoriza esse processo de ressocialização desse grupo “, explica o diretor geral da Fundação, Eneléo  Alcides, que frisa que ao encerrar as atividades, o grupo

De acordo com a arte-educadora da Fundação, Carolina Ramos Nunes, o projeto é realizado uma vez por mês. “O grupo este ano deverá ter até 20 integrantes em faixa etária diversa e que realizam acompanhamento clínico em substituição a internações psquiátricas devido a transtornos decorrentes do uso e dependência de substâncias como álcool e outras drogas”, comenta.

O projeto Trajetos Culturais do CAPS é coordenado pelos professores de arte Marion De Martino e Francis Pacheco que também ocupam outros espaços públicos de Florianópolis em busca de ressocialização por meio da arte, cultura e educação de seus integrantes.

Cineclube FC Badesc exibe O som da Velha Guarda

Documentário de Gabriel Ornellas discorre a história de tradicionais escolas de samba da capital

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Foi exibido sexta-feira, 27 de fevereiro, às 19h, na Sessão Especial do Cineclube da Fundação Cultural Badesc  o documentário Tradição – O som da Velha Guarda de Florianópolis.

Estudante de cinema da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o diretor do documentário, Gabriel Ornellas  juntou as tradicionais velhas guardas de Florianópolis: Unidos da Coloninha, Embaixada Copa Lord e Protegidos da Princesa, para discorrerem sobre histórias, causos, rivalidades e primórdios do samba e carnaval da capital catarinense.

Contemplado pelo prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura em 2014, o projeto resultou a gravação de um DVD com 18 composições de 30 compositores que fizeram história em suas escolas e no samba catarinense. Juntas pela primeira vez em um mesmo palco, as três escolas abandonaram a rivalidade para compartilhar entre si o samba em duas canções extras.

 

O quê: exibição do documentário Tradição – O som da Velha Guarda de FlorianópolisQuando: 27 de fevereiro, às 19h. Onde: Cineclube da Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis, SC. Fone: 3224-8846. Quanto: gratuito.

 

Fundação Badesc abre “A imagem (des)construída”

Mostra reúne obras que trabalham a litografia como processo artístico.

U$10.000, de Eduardo Amato. 2013.
U$10.000, de Eduardo Amato.

Obras em litografia compõem a exposição “A imagem (des)construída”, que abriu em 26 de fevereiro, quinta-feira, às 19h, no Espaço Fernando Beck da Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis.

Com o objetivo de mostrar a litografia como um processo artístico, a mostra reúne os trabalhos de Dalton Reynaud, Eduardo Amato, Francisco Anibal Santos, Jozé Roberto da Silva, Julcimarley Totti, Lahir Ramos, Larocca, Maria Lucia de Júlio, Maria Teresa Calmos Abagge e Valdir Francisco, e mostra o trabalho que desenvolveram nos ateliês do Solar Barão – Museu da Gravura Cidade de Curitiba.

A reunião da produção dos 10 artistas apresenta múltiplas possibilidades de (des)construção como processo artístico, além de deixar a interpretação em aberto para cada um. Ampliando as discussões sobre a litografia, o projeto busca, além disso, trocar experiências com outros processos e contextos artísticos.

“O projeto ‘A imagem (des)construída’ busca viabilizar atividades que possibilitem o conhecimento do fazer artístico e técnico da litografia, assim estimulando a produção local” diz Maria Lúcia de Júlio, mentora do exposição.

O quê: exposição “A imagem (des)construída”. Quando: visitação até 1º de abril, de segunda a sexta-feira, das 12h às 19h. Onde: Espaço Fernando Beck da Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis. Fone 3224-8846. Quanto: gratuito.

Corpo e mutilação são tema de exposição na Fundação Badesc

Adriana Maria dos Santos relaciona estados de corpo e alma na mostra Disability.

Linhas e formas compõem as pinturas de Adriana Maria dos Santos na exposição Disability, que abriu em 05 de fevereiro, quinta-feira, às 19h, no Espaço 2 da Fundação Cultural Badesc.

Buscando relacionar os estados do corpo, a artista trabalha com a deficiência e tensão entre os meios externos e internos, relacionando as mutilações com os estados da alma e trabalhando com a impotência do corpo em ser completo, ou seja, aceitar a fragmentação como potência.

“O corpo vem sendo pensado em meu trabalho como meio de dissolução de sentimentos e humores traduzidos pela ação de massas de tinta, linhas e sobreposições que remetem a sentimentos afetivos mal digeridos ou que já não possuem condição ou disposição de serem sustentados”, retrata a artista.

Disability, cujo título deu nome a proposta de doutorado de Adriana, além de repensar a ação do corpo e a dissolução dos sentimentos, traz figuras da iconografia pop que retratam de forma diferenciada a leitura do corpo transgressor.

Adriana Maria dos Santos nasceu em Rio do Sul (SC) e tem doutorado em teatro pela Universidade de Estado de Santa Catarina (Udesc). Mora em Florianópolis, é artista plástica e professora no Centro de Artes da Udesc.

O quê: exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos. Quando: visitação até 06 de março, de segunda a sexta-feira, das 12h às 19h. Onde: Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis. Fone 3224-8846. Quanto: gratuito.

Mostra UBI de Cinema

Curta-metragens produzidos por estudantes portugueses serão exibidos nas terças

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A Fundação Cultural Badesc em parceria com a Universidade da Beira do Interior e a Câmara de Comércio Brasil Portugal de Santa Catarina apresenta nos dias 3, 10 e 24 de fevereiro, a partir das 19h, curtas-metragens produzidos por estudantes portugueses e premiados em vários festivais do mundo.

Conhecida como uma das melhores universidades de Portugal pela qualidade de ensino e pesquisa, a Universidade da Beira do Interior, busca um foco diferente nos curtas-metragens que vai além do entretenimento, trazendo questionamentos sociais, políticos e filosóficos.

Exibidos pela primeira vez na Fundação Badesc, os roteiros trazem uma poética diferenciada, propondo, além das reflexões sociais, uma autorreflexão e um olhar sobre o outro.

 

Confira a programação completa:

 

Dia 03, terça-feira, 19h, Mostra UBI Cinema

Agreste, de Carlos Filipe Magalhães. Portugal, 2009. Documetário, 25min.

Humilhados e Ofendidos, de Salvador Palma. Portugal, 2010. Ficção, 18min.

Imergir, Tito Fernandes. Portugal, 2008. Animação, 6min.

Indiferente, de Tito Fernandes. Portugal, 2007. Ficção,13min.

Lemuria, de José Ratinho. Portugal, 2009. Ficção, 21min.

Convidada: Cristiane Pimentel Neder, curadora Mostra UBI Cinema.

 

Dia 10, terça-feira, 19h, Mostra UBI Cinema

O beijo, de Joana Dionisio. Portugal, 2009. Ficção, 9min.

Sinfonia dos loucos, de Vasco Mendes. Portugal, 2010. Ficção,11min.

Thaumatrope, de Albano Fernandes. Portugal, 2009. Ficção, 11min.

Ubíquo, de Bruno Costa, Gabriel Jacinto, Jaromir Wimmer, Vítor Rosa. Portugal, 2008. Ficção, 14min.

Azeitona, de Humberto Rocha, João Gazua, Luís Campos, Ana Almeida. Portugal, 2008. Ficção, 37min.

Convidada: Cristiane Pimentel Neder, curadora Mostra UBI Cinema.

 

Dia 24, terça-feira, Mostra UBI Cinema

Cabidela de galinha, de João Lopes. Portugal, 2010. Ficção,13min.

Chasin’ the bird, de Humberto Rocha, Luís Campos, Hugo Moreira. Portugal, 2007. Ficção, 16min.

Do outro lado, de Rui Rodrigues. Portugal, 2009. Ficção,10min.

Purgatório, de Miguel Rafael. Portugal, 2010. Ficção, 14min.

Quarta testemunha, de Miguel Miranda. Portugal, 2010. Ficção, 13min.

Santuário, de José Ratinho. Portugal, 2007. Ficção, 23min.

Sr. Artur, de Dany Horiuchi. Portugal, 2009. Ficção, 18min.

Convidada: Cristiane Pimentel Neder, curadora Mostra UBI Cinema.

 

Mais informações: www.filmesubi.ubi.pt

 

Fundação Badesc abre mostra Nome aos bois

Luciano Boletti trabalha a ligação memorial entre o corpo e o artista

Objetos, desenhos, fotografias e pinturas compõem a exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti, que abriu em 22 de janeiro, quinta-feira, às 19h, na Fundação Cultural Badesc em Florianópolis.

A mostra apresenta trabalhos produzidos desde a década de 1990 até os mais recentes anos. Em comum entre eles, a referência ao corpo humano e animal. Apesar de não dar títulos aos trabalhos, metaforicamente, o conjunto em exposição é um esforço em se dar “nome aos bois”.

Segundo o curador da mostra, Fernando Boppré: “Se, inicialmente, observa-se a recorrência (a repetição quase obsessiva) de elementos figurativos que sugerem algo como vértebras e estruturas ósseas, mais a frente, no meio do caminho, havia uma vaca (havia o acaso). Ou um boi, vai saber (isso também foi o acaso que decidiu). E ele mudou, definitivamente, o trabalho do artista. Ou melhor, o artista deixou-se mudar pelo caminho do meio”.

Luciano Boletti nasceu no Paraná e formou-se em Educação Artística, com habilitação em Artes Plásticas pela Universidade Estadual de Londrina, PR. Artista plástico e restaurador, expôs em diversas capitais do país e atualmente mora em Florianópolis.

O quê: exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti. Quando: visitação até 20 de fevereiro, de segunda a sexta-feira, das 12h às 19h. Onde: Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis. Fone 3224-8846. Quanto: gratuito.

Oficina Tai Chi Chuan

tai chi

 

O projeto Tai Chi Chuan, realizado desde julho de 2006, direciona-se a todas as faixas etárias, mas em especial à terceira idade. Compreende duas aulas semanais, às terças e quintas, com duração de uma hora cada.

As aulas são ministradas pelo professor Rogério Leal Soares. Formado em Kung Fu Shao Lin pelo Centro de Artes Maciais Kidokan de Porto Alegre/RS, especializou-se em Tai Chi Chuan estilo Yang, com ênfase terapêutica.

As inscrições para 2015 foram abertas em 20 de janeiro, e retornaram e 03 de março. As vagas foram preenchidas mas é possível deixar o nome na lista de espera através do telefone  3224-8846.

  • HORÁRIOS

Terça e Quinta – turma 1
Horário: 15h às 16h

Terça e Quinta – turma 2
Horário: 16h às 17h