A exposição O Nômade e o Sedentário, da artista Diane Sbardelotto, é capa do Caderno Anexo da edição de hoje (27/06), no jornal Diário Catarinense. Por meio de obras que misturam linguagens como pintura, escultura maleável, objetos e roupas a artista trabalha os conceitos de nomadismo e sedentarismo. A exposição fica aberta até dia 28 de julho, de segunda a sexta-feira, das 12h às 19h, no Espaço 2 da Fundação Cultural Badesc. A entrada é gratuita.
Fundação Cultural Badesc apresenta Mostra de Curtas Brasileiros
O Cineclube da Fundação Cultural Badesc apresenta na sexta-feira (01/07), a partir das 19h, a Mostra de Curtas Brasileiros com exibição de curtas-metragens produzidos por destacados diretores da história do cinema nacional.
Entre os filmes, os curtas-metragens Arraial do Cabo e Aruanda, documentários de 1960, que serviram de referência e inspiração para os jovens cineastas da época que iriam fundar o chamado Cinema Novo.
Também será exibido Couro de gato, curta-metragem produzido por um de seus principais diretores, Joaquim Pedro de Andrade. A Mostra encerra avançando até o final dos anos 60 com o início do Cinema Marginal e o filme Blá Blá Blá, de Andrea Tonacci, subvertendo tudo o que veio antes.
A entrada é gratuita e os ingressos são limitados.
Sinopses:
Arraial do cabo: de Paulo César Saraceni. Brasil. 1960. 17min. Documentário. Sem classificação – Com a instalação da Fábrica Nacional de Álcalis em Arraial do Cabo, litoral do Rio de Janeiro, o vilarejo vê seus peixes morrerem e os pescadores partirem em busca de trabalho.
Aruanda: de Linduarte Noronha. Brasil. 1960. 20min. Documentário. Sem classificação – A vida em uma comunidade quilombola isolada na Serra do Talhado, na Paraíba.
Couro de gato: de Joaquim Pedro de Andrade. Brasil. 1962. 14min. Drama. Sem classificação – Grupo de meninos desce da favela até a cidade para roubar gatos. O objetivo é vender os animais para fabricante de tamborins que utiliza o seu couro.
Blá Blá Blá: de Andrea Tonacci. Brasil. 1968. 26min. Drama. Sem classificação – Ditador, em momento de crise nacional, faz um longo pronunciamento pela televisão. Mas a realidade impõe-se à sua ficção e o controle da situação escapa-lhe.
O que: Mostra de Curtas Brasileiros
Quando: Sexta-feira- 1 de julho – às 19h
Onde: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro Florianópolis – Fone 3224-8846
Quanto: Entrada gratuita
Diário Catarinense divulga a exposição O Nômade e o Sedentário
Laboratório de Estudos de História da África realiza última oficina sobre História Visual da África
Dia 21 de junho, no auditório da Fundação Cultural Badesc, ocorre a última oficina sobre História Visual da África, realizada pelo Laboratório de Estudos de História da África (LEHAf). A última oficina será aberta ao público – sem a necessidade de inscrição – e tratará do tema África em quadrinhos. Para mais informações, acesse o site http://
Caderno Anexo, do Jornal Diário Catarinense, abre espaço para divulgar o Bloomsday
Caderno Anexo, do jornal Diário Catarinense, abre espaço para divulgar o Bloomsday. Evento que homenageia o aclamado escritor irlandês James Joyce, autor da obra Ulisses, uma das mais importantes da literatura do século XX. Nesta quinta (16/06), a programação na Fundação Badesc inclui a exibição do filme Os Vivos e os Mortos (do irlandês John Huston) que foi baseado no conto “Os Mortos” do livro Dublinenses, de James Joyce e percurso performático pelas ruas do centro de Florianópolis em 19 planos em diferentes paradas e pontos.
Filme catarinense Rio da Madre será exibido dia 30 de junho na Fundação Cultural Badesc
Vencedor do prêmio Catarinense de Cinema 2013, o filme Rio da Madre, de Fábio Brüggemann será exibido na quinta-feira (30/06), às 19h no Cineclube da Fundação Cultural Badesc. Filmado inteiramente na localidade de Índios, interior de Lages, o filme é baseado no livro Riomadrenses, lançado pelo diretor em 1999.
A ficção de 19 minutos conta a história de uma comunidade do interior, em que nunca se ouviu o bebê de um casal da vizinhança chorar. Trata do silêncio, representado pela criança que estranhamente não chora, numa sociedade isolada em que todos se importam com a vida dos outros mais do que com as suas, cogitam coisas que não existem e o mistério habita o lugar.
O elenco principal tem Eduardo Hoffmann como protagonista, ator do longa Muamba, de Chico Faganello, do qual Fábio é corroteirista, as atrizes de Florianópolis Bárbara Biscaro e Mhirley Lopes e os atores de Lages Adilson Freitas e Lota Lotar.
Ficha Técnica
Direção: Fábio Brüggemann
Assistente de direção: Natália Poli
Direção de produção: Chico Caprario
Produtora Local: Ingrid Schulze
Assistente de produção: Matias Eastman
Produtora executiva: Flávia Person
Direção de Arte: Gabi Bresola
Estagiária de arte: Mariana Berta
Direção de fotografia: Felipe Vernizzi
Assistente de fotografia: Tiaraju de Campos Verdi
Chefe Eletricista: Silvio César
Iluminador: Guilherme Pozzibom
Som Direto: Marcelo Téo
Marceneiro: Neto Tavares
Logger: Yannet Briggiler
Montagem: Alan Langdon
Assessoria de imprensa: Barbara Pettres
Serviço:
O que: Exibição do filme Rio da Madre, de Fábio Brüggemann
Quando: 30 de junho (quinta-feira), às 19h –
Onde: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – Fone 3224-8846
Quanto: Entrada gratuita
Caderno Plural, do jornal Notícias do Dia, divulga com destaque o Bloomsday
Caderno Plural, no jornal Notícias do Dia, divulga com destaque o Bloomsday,o evento que homenageia o aclamado escritor irlandês James Joyce, autor da obra Ulisses, uma das mais importantes da literatura do século XX. Nesta quinta (16/06), a programação na Fundação Badesc inclui a exibição do filme Os Vivos e os Mortos (do irlandês John Huston) que foi baseado no conto “Os Mortos” do livro Dublinenses, de James Joyce e percurso performático pelas ruas do centro de Florianópolis em 19 planos em diferentes paradas e pontos.
Exposição O Nômade e o Sedentário
A Fundação Cultural Badesc abre no dia 23 de junho, no Espaço 2, às 19h a exposição O Nômade e o Sedentário, de Diane Sbardelotto. Por meio de obras que misturam linguagens como pintura, escultura maleável, objetos e roupas a artista trabalha os conceitos de nomadismo e sedentarismo.
“Nela serão apresentados trabalhos que entremeiam limites das linguagens artísticas da pintura e da escultura, por meio de objetos construídos com tecidos diversos costurados de maneira irregular, onde são aplicadas camadas pictóricas e endurecimentos com cola e goma. São expostos ora com distendimentos, com protuberâncias, ora com maleabilidade e soltura do tecido. A poética é desenvolvida como gesto de ser nômade sem sair do lugar, mover-se em um espaço sedentário, de aprisionamento. Relaciona-se com ideias de revestimento do corpo, roupa ou carne”, explica Diane.
O trabalho começou há oito anos a partir do elemento do molde da roupa, enquanto a artista trabalhava em uma fábrica de roupas em série. Várias foram as maneiras como ele foi apresentado durante esse tempo, através de performances, pinturas mais planas e outros desdobramentos, inclusive com colaborações de outros artistas
“Esse trabalho atingiu mais espacialidade e caráter escultórico. Na associação com o nômade e o sedentário, a pesquisa em torno desses dois conceitos, vem de aproximadamente um ano, quando comecei a estudar temas da educação e filosofias da diferença, a partir de autores como Deleuze e Guattari. Essas associações teóricas são, no entanto, algumas relações possíveis e contaminações de leituras, mas plasticamente o trabalho está atualmente envolvendo bastante as questões de maleabilidade, distensão, fixo e móvel, forma e des-forma, repetição, entre outras”.
Diane Sbardelotto é bacharel e licenciada em Artes Visuais (Unochapecó e UFRGS). Atua em diversos campos das artes com temas como o corpo submisso, a roupa, a mulher em ambientes rurais e poéticas do cotidiano doméstico. Sua trajetória artística é de trabalhos simultâneos em ensino de arte como professora e mediadora, com figurinos e cenografia de espetáculos cênicos. Tem diversos trabalhos colaborativos com textos e ilustrações publicados em livros e revistas.
A expoisção O Nômade e o Sedentário fica aberta para visitação até dia 28 de julho.
“De repente se deu conta do descompasso entre o desejo de se determinar o espaço das árvores e o curso próprio da liberdade dessas. A circunscrição de metal esperava um corpo não tão esguio, ora, havia a expectativa de que se tornasse bojuda, farta em seu preenchimento. Mas nem por isso. O resultado fora o inicial esgarçamento do metal. Ele poderia ser arrebentado e a liberdade diria basta à idealidade roubadora da expansão. O resultado, porém, é a fusão da carne da árvore a engolir a ferragem, a deixá-la existir. O tronco se mescla à imaginação restritiva, a existência arbórea se torna o vestido do esqueleto que passa a envolver. A planta se faz roupa anômala do corpo que lhe fora imposto.” Cesar Kiraly
Serviço:
O que: Abertura da exposição O Nômade e o Sedentário
Quando: 23 de junho (quinta-feira), às 19h – Visitação até 28 de julho
Onde: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – Fone 3224-8846
Quanto: Entrada gratuita
Caderno Anexo, do Diário Catarinense, divulga o Bloomsday
Caderno Anexo, do Diário Catarinense, divulga o Bloomsday, que será realizado na quinta-feira (16/06). A programação na Fundação inclui a exibição do filme Os Vivos e os Mortos (do irlandês John Huston) que foi baseado no conto “Os Mortos” do livro Dublinenses, de James Joyce e percurso performático pelas ruas do centro de Florianópolis em 19 planos em diferentes paradas e pontos. Também estão programadas intervenções em looping, leituras cênicas e palestra com o professor da UFSC, André Cechinel, ensaísta e tradutor de Joyce. Ele abordará as relações do autor com a mitologia.







