Jornalista Rafael Martini, do jornal Diário Catarinense, divulga nota sobre Bienal Internacional de Curitiba

O jornalista Rafael Martini divulga nota em sua coluna Visor, no jornal Diário Catarinense, a Bienal Internacional de Curitiba, um dos grandes eventos de arte contemporânea da América do Sul e do circuito mundial. Nesta edição, em parceria inédita, a Fundação Cultural Badesc apoia a Bienal abrigando a partir de 5 de outubro, às 19h, no Espaço Fernando Beck, a exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços com obras fotográficas de 37 artistas. Entre os artistas selecionados nomes com repercussão nacional como Clara Fernandes, Carlos Franzoi, Fabíola Scaranto, Yara Guasque, Claudia Zimmer, Rosana Bortolin e Sandra Favero. A entrada é gratuita.

02.10 Bienal Diário Catarinense

Capa do caderno Anexo, do jornal Diário Catarinense, destaca Bienal Internacional de Curitiba

A capa do caderno Anexo, do jornal Diário Catarinense, destaca a Bienal Internacional de Curitiba, um dos grandes eventos de arte contemporânea da América do Sul e do circuito mundial. Nesta edição, em parceria inédita, a Fundação Cultural Badesc apoia a Bienal abrigando a partir de 5 de outubro, às 19h, no Espaço Fernando Beck, a exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços com obras fotográficas de 37 artistas. A entrada é gratuita.

02.10 Bienal Diário Catarinense Anexo

Programação do Cineclube para outubro de 2017

Dia 2, segunda-feira, 19h, Cine Africano

02 - a deriva sobre o niloÀ Deriva sobre o Nilo

(Thartharah fawq al-Nil) de Hussein Kamal. Egito. 1971. 120 min. Drama, Comédia. Sem classificação. Com Adel Adham, Mervat Amin, MMagda El-Khatib.

Aniss Zaki trabalha (ou fica sentado) em uma repartição pública enfadonha, divagando sobre sua existência sob o efeito do haxixe. Sua rotina é transformada quando conhece um círculo de intelectuais, onde alguns flertaram com ideais revolucionárias na juventude, mas agora, às vésperas da Guerra dos Seis Dias (1967), eles apenas desejam o escape da realidade.

 

Dia 3, terça-feira, 19h, Estreia

03 - sob o signo de escorpiãoSob O Signo do Escorpião
de Nathan Luchina. Brasil. 2017. 16 min. Suspense. 14 anos. Com Angélica Mahfuz, Lorenzo Lombardi.
Virgínia levanta, faz um drinque, escreve. Um envelope sem remetente e de conteúdo misterioso perturba o seu dia. Na carta, o símbolo de um escorpião.

Comentaristas: Nathan Luchina, graduando em Cinema (UFSC). Atua como ator, montador, 1º assistente de direção, e estreia como diretor; Daniela Colossi, concluindo o curso de Cinema. Atua como roteirista, cinegrafista e editora de vídeo em projetos experimentais.

 

Dia 4, quarta-feira, 19h, Art 7 – Ciclo F. W. Murnau

04 - a última gargalhadaA última gargalhada

(Der letzte Mann) de F. W. Murnau. Alemanha. 1924. 101 min. Drama. Sem classificação. Com Emil Jannings, Maly Delschaft, Max Hiller.

Um idoso que trabalha carregando malas em um hotel e, em virtude de sua idade, é forçado a mudar de cargo e sofre uma crise de identidade.

 

 

 

Dia 5, quinta-feira, 19h, Cine Imagens Políticas

5 - ken saro iwaKen Saro-Wiwa, PRESENTE!

de Elisa Dassoler. Brasil. 2017. 80 min. Documentário. Livre.

A história de Ken Saro-Wiwa, escritor e ativista nigeriano que liderou um movimento de resistência pacífica contra práticas de racismo ambiental, genocídio de minorias e a exploração abusiva de petróleo por multinacionais.

Comentaristas: Profª Dr. Fátima Costa de Lima – Coordenadora do Grupo Imagens Políticas e Coordenadora do PPGT – UDESC.

 

Dia 6, sexta-feira, 19h, Sessão Divã

06 - tomboyTomboy

de Céline Sciamma. França. 2011. 82 min. Drama. 10 anos. Com Zoé Héran, Malonn Lévana, Jeanne Disson.

Laure, recém- chegada em uma nova cidade, usa cabelo curto e roupas masculinas. Na turma de crianças, ao ser confundida com um menino, aceita a confusão e passa a se apresentar dessa forma.

Comentarista: Michele Brofman, psicanalista, membro do Fórum do Campo Lacaniano de Florianópolis (em formação).

 

Dia 9, segunda-feira, 19h, Foco em Cinema

9 - viagem a italiaViagem à Itália

(Viaggio in Italia) de Roberto Rosselini. Itália, França. 1954. 85 min. Drama. Sem classificação. Com  Ingrid Bergman, George Sanders, Maria Mauban

Casal descontente faz uma viagem de férias para a Itália que aumenta a distância entre eles.

Comentarista: Bruno Andrade, Crítico e pesquisador. Editor da Foco – Revista de Cinema.

 

Dia 10, terça-feira, 19h, Foco em Cinema

10 - a aventuraÀ Aventura

(À L’aventure) de Jean-Claude Brisseau. França. 2008. 104 min. Drama. Sem classificação. Com  Carole Brana, Arnaud Binard, Nadia Chibani.

Garota começa uma série de experimentações sexuais a partir da hipnose.

Comentarista: Bruno Andrade, Crítico e pesquisador. Editor da Foco – Revista de Cinema.

 

Dia 11, quarta-feira, 19h, Art 7 – Ciclo F. W. Murnau

11 - faustoFausto

(Faust) de F. W. Murnau. Alemanha. 1926. 85 min. Drama. Sem classificação. Com Emil Jannings, Gösta Ekman, Camilla Horn.

Disputando o poder sobre a terra, Deus e Satã apostam a alma de Fausto, um alquimista erudito.

 

Dia 13, sexta-feira, 19h, Psicanálise Vai ao Cinema

13 - enigma de kaspar hauserO enigma de Kaspar Hauser

(Jeder für sich und Gott gegen alle) de Werner Herzog. Alemanha Ocidental. 1974. 110min. Drama. 16 anos. Com Bruno Schleinstein, Walter Ladengast, Brigitte Mira.

Depois de crescer sozinho em um porão, Kaspar se vê repentinamente confrontado com um mundo de palavras e convenções.

 

Dia 16, segunda-feira, 19h, Art 7 – Ciclo F. W. Murnau

16 - o pão nosso de cada diaO Pão Nosso de Cada Dia

(City Girl) de F. W. Murnau. EUA. 1930. 80 min. Drama. Sem classificação. Com Charles Farrell, Mary Duncan, David Torrence.

Jovem garçonete sonha com uma vida tranquila, longe da cidade grande. Até o dia em que ela conhece um jovem camponês.

 

Dia 17, terça-feira, Festival Planeta.Doc

17h

17 - ilhaIlha

de Daniel de la Calle. Espanha, Brasil. 2016. 55 min. Documentário. Livre.

Um dia na pequena ilha brasileira de Boipeba. Seus pescadores locais ainda vivem de modo tradicional, porém a mudança parece inexorável.

 

 

 

19h

17 - MurosMuros

de Pablo Iraburu, Migueltxo Molina. Espanha. 2015. 83 min. Documentário. Sem classificação.

Quando caiu o Muro de Berlim, deixamos de lado a ideia dos muros de separação como parte do passado. A realidade é o oposto. Esse filme narra histórias reais de pessoas que vivem em ambos os lados de paredes muito diferentes.

 

Dia 18, quarta-feira, Festival Planeta.Doc

17h

18 - damocracyDamocracy

de Todd Southgate. Brasil. 2013. 35 min. Documentário. Sem classificação.

Uma viagem desconstruindo o mito das barragens como a energia “verde”. Em foco, a discussão de dois projetos gigantescos: Belo Monte no Brasil e Ilisu na Turquia

19h

18 - os dias afogadosOs Dias Afogados

de César Souto, Luís Avilés. Espanha. 2015. 86 min. Documentário. Sem classificação.

Em 1992, a construção da barragem do Lindoso (Portugal) inundou para sempre os povoados de Aceredo e Buscalque (Ourence, Espanha). Seus habitantes não podiam fazer nada para salvar suas terras e seus lares, e pegaram suas câmeras domésticas e começaram a gravar.

 

Dia 19, quinta-feira, Festival Planeta.Doc

17h

19 - naquela época e hojeNaquela Época e Hoje

de Luiz Adelmo. Brasil. 2015. 80 min. Documentário. Livre.

Quanto o aspecto qualidade de vida tem sido levado em conta nas metrópoles brasileiras nas últimas décadas?

 

19h

19 - lagrimas de óleoLágrimas de Óleo

(Lágrimas de Aceite) de Marc Gavaldà. Espanha. 2017. 60 min. Documentário. Sem classificação.

A história das comunidades indígenas que sofreram com os resíduos da contaminação petroleira do Oleoduto Norteperuano , operado pela empresa estatal Petroperu.

 

Dia 20, sexta-feira, Festival Planeta.Doc

17h

20 - contagem regressivaContagem Regressiva

de Luíz de Alencar. Brasil. 2015. 92 min. Série de documentário. Livre.

As violações e injustiças que marcaram todo o processo de preparação do Rio de Janeiro para a realização dos Jogos Olímpicos de 2016.

19h

Seleção de curtas-metragens

Esperança

(Esperanza) de Álvaro Longoria. Espanha, 2016. Documentário.

A vida a bordo do barco do Greenpeace. Através de conversas com a tripulação, descobrimos suas motivações para arriscar sua vida defendendo o planeta tão longe de casa.

20 - curta-metragem Costas de OránAs Costas de Orán

(Las Costas de Orán) de Alfonso G. Cañadas. Espanha. 2016. 8 min. Documentário

Nos anos 60, durante a ditadura franquista, o “Vale de Escombreras” foi uma das zonas mais prósperas do país. Hoje só existem recordações de um passado melhor.

 

20 - curta-metragem Minas del HorcajoMinas do Horcajo

(Minas del Horcajo) de Alberto Gutiérrez. Espanha. 2015. 6 min. Documentário.

Quem disse que as pedras não falam?

 

 

Toxicity Underwater

de Jon Bazo. Espanha. 2016. 4 min. Animação.

A humanidade vive em um refúgio submarino. A superfície terrestre deixou de ser habitável faz muitos anos devido a uma glaciação e qualquer aproximação a superfície seria mortal.

La Folie

de Ricard López. Espanha. 2016. 6 min. Francês.

A loucura e o absurdo da guerra farão que o grande pintor Pablo Picasso realize uma das obras mais importantes do século 20, mesmo que o processo para chegar a ideia final não será fácil.

20 - curta-metragem LixeiraLixeira

(Basura) de Juan Silva. Espanha. 2016. 5 min. Ficção.

Dois personagens imersos no mundo do crime, no qual o que parece ser um dia a mais dentro de suas habituais e escuras rotinas, cometem o erro de se desfazer de um corpo num lugar equivocado.

Marcados

de Alex Montserrat. Espanha. 2016. 8 min. Ficção.

Num futuro próximo, os analógicos são separados da sociedade digital.

 

Dia 23, segunda-feira, 19h, Mostra de Cinema AF

Diálogos entre França e África

C’était il y a quatre ans

de Paulin Soumanou Vieyra. França. 1955. 9 min. Ficção.

Neste filme para conclusão do curso no IDHEC (Instituto de Altos Estudos Cinematográficos), Paulin Vieyra retrata o “entre-lugar” de um estudante africano e aborda a sua subjetividade moderna.

23 - afrique sur seineAfrique sur Seine

De Paulin Soumanou Vieyra. Senegal. 1955. 21 min. Documentário.

A África fora dela, às margens do rio Sena em Paris, é o foco deste filme que interpela uma geração de jovens africanos em busca de sua identidade, de sua cultura e de seu futuro.

 

23 - une africaine sur seineUne Africaine sur Seine

De Ndeye Marame Gueye. Senegal. 2015. 10 min. Documentário.

Uma jovem senegalesa em Paris evoca Afrique-sur- Seine (1955) 60 anos depois. Homenagem intimista a um dos grandes cineastas da primeira geração do cinema africano.

 

 

Lamb

de Paulin Soumanou Vieyra. França. 1963. 18 min. Documentário.

Lamb (luta em wolof) é apresentado como um “esporte nacional” no Senegal. Paulin S. Vieyra identifica a luta tradicional senegalesa como um evento de coesão social e unidade nacional.

Comentarista: Stepháne Vieyra – presidente da PSV-Films.

 

Dia 24, terça-feira, 19h, Mostra de Cinema AF

Diálogos entre França e África

24 - une nation est néeUne nation est née

de Paulin Soumanou Vieyra. Senegal. 1961. 17 min. Documentário.

A alegoria do nascimento de um país africano, da colonização francesa à soberania nacional.

 

 

 

 

Sindiely

de Paulin Soumanou Vieyra. Senegal. 1965. 12 min. Ficção.

Um pai quer casar a filha contra a sua vontade. A jovem recusa seu pretendente, um rico comerciante, pois ela ama um jovem rapaz. A tensão entre as convenções de uma tradição familiar e os desejos individuais acirra o drama da jovem.

Ndiongane

De Paulin Soumanou Vieyra. Senegal. 1965. 18 min. Ficção.

Baseado no conto “Petit mari”, do escritor senegalês Birago Diop. Um caçador, morto por um leão, deixa mulher e duas crianças. O filho se torna Ndion Gane, o “pequeno marido”. Mas sua nova condição não evita a tragédia familiar.

Mol

de Paulin Soumanou Vieyra. Senegal. 1966. 26 min. Ficção.

Um jovem pescador sonha com uma barca motorizada. Seu sonho torna-se realidade. Mas o jovem pescador se vê num conflito entre tradição e modernidade.

Comentarista: Stepháne Vieyra – presidente da PSV-Films.

 

Dia 25, quarta-feira, 19h, Art 7 – Ciclo F. W. Murnau

25 - tabuTabu

(Tabu: A Story of the South Seas) de F. W. Murnau. EUA. 1931. 86 min. Aventura. Sem classificação. Com Anne Chevalier, Matahi, Hitu.

Pescador se apaixona por uma garota. Só que ela é considerada “tabu” depois de ser condenada pelos deuses a não se apaixonar ou se entregar a qualquer homem.

 

Dia 26, quinta-feira, 19h, ABERTURA DE EXPOSIÇÃO

Não haverá sessão no cineclube.

 

Dia 27, sexta-feira, 19h, Mostra de Cinema AF

Diálogos entre França e África

27 - barcelona ou a morteBarcelona ou a Morte

(Barcelone ou la Mort) de Idrissa Guiro. França. 2007. 50 min. Documentário. Sem classificação.

Com a falência da cultura da pesca e a dificuldade de encontrar sustento, migrantes senegaleses partem de Dakar para uma arriscada jornada em direção à Europa.

 

Dia 30, segunda-feira, 19h, Mostra de Cinema AF

30 - suzanneSuzanne

Jovens diretoras

de Katell Quillévéré. França. 2013. 94 min. Drama. Sem classificação. Com  Sara Forestier, François Damiens, Adèle Haenel.

Garota vive com o pai e sua irmã, da qual é inseparável, até que se apaixona por um jovem infrator que muda a sua vida.

 

Dia 31, terça-feira, 19h, Mostra de Cinema AF

Jovens diretoras

31 - a batalha de solferinoA Batalha de Solferino

(La Bataille de Solférino) de Justine Triet. França. 2013. 94 min. Drama. Sem classificação. Com  Laetitia Dosch, Vincent Macaigne, Arthur Harari.

No dia do 2º turno das eleições na França, jornalista está atrasada para ir cobrir o evento quando seu ex-marido aparece em sua casa para visitar as duas filhas do casal.

Jornal Notícias do Dia destaca Bienal Internacional de Curitiba

O caderno Plural, do jornal Notícias do Dia, destaca a Bienal Internacional de Curitiba, um dos grandes eventos de arte contemporânea da América do Sul e do circuito mundial. Nesta edição, em parceria inédita, a Fundação Cultural Badesc apoia a Bienal abrigando a partir de 5 de outubro, às 19h, no Espaço Fernando Beck, a exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços com obras fotográficas de 37 artistas. Entre os artistas selecionados nomes com repercussão nacional como Clara Fernandes, Carlos Franzoi, Fabíola Scaranto, Yara Guasque, Claudia Zimmer, Rosana Bortolin e Sandra Favero. A entrada é gratuita.

29.09 Bienal Notícias do Dia

Bienal Internacional de Curitiba reúne obras de 37 artistas na Fundação Cultural Badesc

Convite WEB Bienal Internacional de Curitiba

Reconhecida como um dos grandes eventos de arte contemporânea da América do Sul e do circuito mundial, a Bienal Internacional de Curitiba chega a mais de 100 espaços do Brasil. Nesta edição, em parceria inédita a Fundação Cultural Badesc apoia a Bienal abrigando a partir de 5 de outubro, às 19h, no Espaço Fernando Beck, a exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços com obras fotográficas de 37 artistas.   Entre os artistas selecionados nomes com repercussão nacional como Clara Fernandes, Carlos Franzoi, Fabíola Scaranto, Yara Guasque, Claudia Zimmer, Rosana Bortolin e Sandra Favero.

Os trabalhos apresentados na Fundação Cultural Badesc estão interligados com a exposição Antípodas Contemporâneas aberta para visitação a partir do dia 30 de setembro, no Museu da Escola Catarinense (Mesc).

A Bienal que este ano traz o tema Antípodas – Diverso e Reverso, uma homenagem à China, país situado diametralmente em oposição ao Brasil, inspirou as curadoras Francine Goudel, Juliana Crispe e Sandra Makowiecky que selecionaram as obras e artistas com base no texto curatorial de Ticio Escobar e do subtítulo desta Bienal, Excesso de Imagem, que faz referência ao fenômeno contemporâneo da pós-fotografia.

“As articulações que aqui idealizamos pretendem pensar a fotografia por seu potencial conceitual, expressivo, crítico e poético, em que o medo de contaminar a pureza formal da imagem se perde e o trabalho se converte em um meio de expressão contingente. Nesta mostra as obras configuram estes territórios híbridos e fronteiriços da fotografia, que com seu excesso de imagem proporcionam a reflexão dos temas aqui suscitados”, declaram as curadoras.

Artistas que também participam com obras na Bienal na Fundação: Ana Sabiá, Andressa Argenta, Audrian Cassanelli, Cheyenne Luge, Coletivo Toca, Daniele Zacarão, Diana Chiodelli, Duda Desrosiers, Fernando Weber, Henry Goulart, Iam Campigotto, Ieda Topanotti, Ilca Barcellos, Janaína Corá, Joana Amarante, Karina Segantini,  Kim Coimbra, Letícia Cardoso, Lilian Barbon, Lu Renata,  Luciana Petrelli,  Lucila Horn, Marina Moros, Marta Martins, Neusa Milanez, TiroTTI, Ramón Moro Rodríguez, Sandra Alves, Sarah Uriarte e Sonia Loren.

Os trabalhos apresentados na Fundação Cultural Badesc estão interligados com a exposição Antípodas Contemporâneas aberta para visitação a partir do dia 30 de setembro, no Museu da Escola Catarinense (Mesc).

A exposição na Fundação fica aberta para visitação até o dia 23 de novembro. A entrada é gratuita.

 

As curadoras

Francine Goudel: doutoranda em Artes Visuais (Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc)), mestre em Estudos Avançados em História da Arte (Universidade de Barcelona (Espanha)), pós-graduada em Gestão Cultural (Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Nacional de Córdoba (Argentina)) e graduada em Licenciatura em Artes Plásticas (Centro de Artes/ Udesc). Atualmente dirige a plataforma Lugar Específico, especializada em serviços para artistas visuais e circuito de arte contemporânea. É coordenadora da Agenda Cultural e Programa de Residência Artística do Espaço Cultural Armazém – Coletivo Elza, em Florianópolis e diretora executiva do Programa de Residência Artística (PRAC#3) da Casinha#3, em São Paulo.

Juliana Crispe: artista visual, pesquisadora, professora, arte-educadora e curadora. Pós-doutoranda no programa de pós-graduação em Artes Visuais da Udesc, doutora em Educação  (UFSC), mestre em Artes Visuais (Udesc),  licenciada em Artes Visuais e bacharel em Artes Plásticas (Udesc). Coordena o Espaço Cultural Armazém – Coletiva Elza, localizado em Florianópolis.  Coordena o projeto Armazém, que tem por objetivo a circulação e a comercialização de trabalhos de arte em formato de múltiplos e publicações de artista, de pequenas e grandes tiragens.

Sandra Makowiecky: professora de Estética e História da Arte do Centro de Artes/Udesc e do programa de pós-graduação em Artes Visuais, na linha de Teoria e História da Arte. É membro da Associação Internacional de Críticos de Arte – Seção Brasil Aica Unesco. Membro do Comitê Brasileiro de História da Arte. Tem diversas publicações na área de arte, patrimônio cultural e crítica de arte.

 

Serviço:

 

O que: Abertura da exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços/ Bienal Internacional de Curitiba 2017

Quando: Quinta-feira, 5 de outubro, às 19h. Visitação até 23 de novembro.

Local: Fundação Cultural Badesc: Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846

 

Parceria: Bienal Internacional de Curitiba

 

Produção: Lugar Específico

Jardins da Fundação Cultural Badesc recebem Performance de Leitura Rebelde

leitura rebeldeNa terça-feira (03/10), às 15h, os jardins da Fundação Cultural Badesc recebem o projeto Leitura Rebelde, em que livros inteiros são lidos em grupos em voz alta. A obra História de O, clássico da literatura erótica, de Anne Desclos, foi a selecionada para a atividade na Fundação que é gratuita e aberta ao público.

O projeto é realizado pelo Estúdio de Arte Rebelde (EAR), grupo multiartístico que trabalha na fronteira da arte e do ativismo em pró da produção de performance. Realiza desde junho de 2016 ações de Performance de Leitura pela cidade de Florianópolis.

Segundo os organizadores, a proposta de realização da Performance de Leitura na Fundação Cultural Badesc é proveniente do entendimento de que além do impacto já experienciado no espaço público, a ação proporciona grande potencial performático a ser explorado em espaços artísticos culturais.

Sinopse 

História de O

Clássico da literatura erótica, o romance francês escrito por Anne Desclos em 1954, publicado com pseudônimo de Pauline Réage, é um dos primeiros romances dentro dessa temática que se tem registro com autoria de uma mulher.

Serviço:
O que: Performance de Leitura Rebelde, com a leitura do livro História de O, de Anne Desclos
Quando: 3 de outubro, terça-feira, às 15h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Entrada gratuita

Cineclube da Fundação Badesc apresenta o filme Sob o Signo do Escorpião

sob o signo de escorpiãoNo dia 3 de outubro, terça-feira, às 19h, o Cineclube da Fundação Cultural Badesc exibe gratuitamente Sob o Signo do Escorpião, filme realizado por 31 estudantes do curso de Cinema da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

 

O diretor do curta, Nathan Luchina, conta que o projeto surgiu como desafio na disciplina Direção de Produção e foi realizado com a participação de todos os estudantes da turma que, sem qualquer recurso financeiro, desenvolveram o trabalho por meio dos conhecimentos teóricos estudados em aula e da escolha democrática de um roteiro previamente redigido.

 

“Produzimos o filme por meio de um financiamento coletivo e diversas outras ações, sob a supervisão da professora e produtora Marta Machado, que desde o início acreditou no projeto”, acrescenta o diretor.

 

Ambientado em meados da década de 1970,o roteiro gira em torno da astróloga Virgínia que recebe cartas anônimas que perturbam sua sanidade e colocam em xeque a ideia que a protagonista tem de si mesma.

 

A sessão será comentada pelo diretor Nathan Luchina junto com Daniela Colossi, roteirista, cinegrafista e editora, e Angélica Mahfuz, atriz protagonista.

 

 

Sinopse

 

Sob O Signo do Escorpião


de Nathan Luchina. Brasil. 2017. 16 min. Suspense. 14 anos. Com Angélica Mahfuz, Lorenzo Lombardi.
Virgínia levanta, faz um drinque, escreve. Um envelope sem remetente e de conteúdo misterioso perturba o seu dia. Na carta, o símbolo de um escorpião.

 

Serviço:
O que: Exibição do filme Sob o Signo do Escorpião
Quando: 3 de outubro, terça-feira, às 19h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Entrada gratuita

Jornalista Néri Pedroso, do jornal Notícías do Dia, divulga realização da primeira Bienal em SC

A jornalista Neri Pedroso, destaca na coluna Mosaico, do jornal Notícias do Dia, a realização pela primeira vez em Santa Catarina da Bienal. A Fundação Cultural Badesc sediará a mostra “Fotografia em Territórios Híbridos e Fronteiriços”, com a participação de 37 artistas.

23.09 Bienal Notícias do Dia

Fundação Badesc recebe apresentação teatral baseado em poema do francês Arthur Rimbaud

Convite WEB - Teatro Barco LivreNo sábado, 30 de setembro, às 20h, a galeria da Fundação Cultural Badesc recebe a apresentação teatral Barco livre, projeto vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Teatro da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc).

A peça é um monólogo, baseado no poema Bateau Ivre do francês Arthur Rimbaud, grande influenciador da poesia no Século XX. A apresentação que integra elementos de dança, teatro, performance, projeção e elementos sonoros em estrutura de colagem conta a história de um barco vazio em estado de liberdade que ruma ao desconhecido de sua existência. É um diálogo entre vida, arte, linguagem, infância e mito.

O projeto, organizado pelos estudantes Fellipe Lee, Renata Mara de Almeida, Felipe Ferro, Jerusa Mary e Fabricio Gastaldi, será realizado em evento único e o tempo estimado da apresentação é de 60 minutos.

A entrada é gratuita e a censura 16 anos.

Arthur Rimbaud

Nascido no dia 20 de outubro de 1854 em Charleville, comuna francesaJean-Nicolas Arthur Rimbaud foi um poeta influente que escreveu praticamente todas as suas obras primas entre os 15 e os 18 anos. Segundo a opinião de críticos literários, o poeta francês é considerado precursor do surrealismo e também um pós-romantico.

Serviço:
O que: Apresentação teatral Barco Livre
Quando: 30 de setembro, sábado, às 20h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Entrada gratuita – censura 16 anos.

Fonte:Infoescola