VOLVER, de Odete Calderan

Inventário de terras, 2014. Mesa, caixa, frascos de vidro com terras, placa de cerâmica e livro de fotografias, dimensões var

VOLVER

ODETE CALDERAN

CURADORIA DE CLAUDIA ZIMMER

ESPAÇO FERNANDO BECK | 09 DE ABRIL A 07 DE MAIO DE 2015

Vídeos, cerâmica, objetos e instalações abordam o ato e a prática de mexer ou revirar a terra e propõe diálogos e reflexões devido a singularidades dos lugares de coleta, implicando um olhar diferente sobre o cotidiano, fazendo o expectador pensar situações ou objetos em meio a deslocamentos. Odete Calderan é de Sananduva (RS), graduada em Desenho e Plástica pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), especialista em Design para Estamparia e mestre em Artes Visuais com ênfase em Arte Contemporânea, ambas pela UFSM. É professora no curso de Artes Visuais e Design de Produto da Unesc, em Criciúma (SC), onde reside.

Terra em bloco, 2015. Concreto com receptores de terra em cerâmica terracota e terras, dimensões variadas.
Terra em bloco, 2015. Concreto com receptores de terra em cerâmica terracota e terras, dimensões variadas.
Inventário de terras, 2014. Mesa, caixa, frascos de vidro com terras, placa de cerâmica e livro de fotografias, dimensões variadas.
Inventário de terras, 2014. Mesa, caixa, frascos de vidro com terras, placa de cerâmica e livro de fotografias, dimensões variadas.
Terra Esfera, 2014-2015. Cerâmica, roldana e prumo, dimensões variadas.
Terra Esfera, 2014-2015. Cerâmica, roldana e prumo, dimensões variadas.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
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Terra em bloco, 2015. Concreto com receptores de terra em cerâmica terracota e terras, dimensões variadas.
Terra em bloco, 2015. Concreto com receptores de terra em cerâmica terracota e terras, dimensões variadas.
Inventário de terras, 2014. Mesa, caixa, frascos de vidro com terras, placa de cerâmica e livro de fotografias, dimensões variadas.
Inventário de terras, 2014. Mesa, caixa, frascos de vidro com terras, placa de cerâmica e livro de fotografias, dimensões variadas.
Terra Esfera, 2014-2015. Cerâmica, roldana e prumo, dimensões variadas.
Terra Esfera, 2014-2015. Cerâmica, roldana e prumo, dimensões variadas.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
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Exposição Volver, de Odete Calderan,
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APRESENTAÇÃO

Exposição Volver, de Odete Calderan.

No verbo que dá nome a esta exposição, encontra-se implícita a ação de ir, já que ele, em si, designa a volta. Nesse vai e vem, movimentos descontínuos, amalgamados, entrecortados e sobrepostos apresentam misturas que trazem à tona a troca. Mas esta não se dá apenas quando Odete manuseia determinada matéria, tampouco está unicamente nos trabalhos colaborativos que desenvolve. Trata-se, também, de observar a importância das relações estabelecidas no interior de um processo artístico em constante refazer. A partir de um jogo pendular – que tensiona pares como peso e leveza, firme e frágil, forma e disforme – a produção aqui apresentada evidencia, com vigor, constantes gestos de escavar, perfurar, amoldar e preencher, nascentes da inquietude de um fazer sempre às voltas com a terra.

Claudia Zimmer | Curadora

VEJA MAIS

Mais de 50 atividades virtuais foram promovidas pela Fundação Cultural BADESC em 2020

Ao longo do ano foram realizadas lives de cursos e aulas sobre artes e assuntos afins, além de exposições e debates do Cineclube

Exposição Virtual Reabitar. Projeção de retratos de Radilson Carlos Gomes. Crédito: Eneléo Alcides/Divulgação

Como uma alternativa de seguir promovendo atividades gratuitas, durante o período de isolamento social, em virtude da Covid-19, a Fundação Cultural BADESC realizou desde o mês de março de 2020, mais de 50 eventos de maneira online. É que em função dos decretos a visitação ao público no espaço que fica no Centro de Florianópolis, foi suspensa.

“Apesar do fechamento temporário dos espaços culturais, a Fundação está mantendo uma extensa programação, movimentando o circuito das artes visuais, promovendo debates no cineclube e disponibilizando cursos e palestras. Tudo de forma virtual e gratuita”, destaca o diretor geral da Fundação, Eneléo Alcides.

Entre as atividades promovidas, estão aulas abertas, encontros e cursos online com professores, mestres e doutores em artes e demais áreas. Ao todo, foram 20 eventos assim e que tiveram a parceria da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), Museu da Escola Catarinense (MESC/UDESC), Cátedra Unesco, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Laboratório de Imagem e Som (LIS/UDESC).

Além disso, foi realizada entre os dias 4 a 25 de junho uma exposição inédita coordenada pelo diretor geral Eneléo Alcides em parceria com o fotógrafo Radilson Carlos Gomes. Denominada Reabitar, a mostra apresenta registros de alguns dos retratos que compuseram a exposição Floripa em 3×4. Os mesmos foram projetados nas dependências do casarão e esses registros podem ser vistos nas redes sociais e no site da Fundação.

O Cineclube Fundação Cultural BADESC, desde que foi inaugurado é considerado um espaço democrático, eclético e frequentado por quem ama a sétima arte. E para seguir dessa maneira, a cineasta e curadora do Cineclube, Vanessa Sandre, remodelou a programação e o público pode assistir em casa, de maneira gratuita os filmes e na sequência participar de debates virtuais.

Foram ao todo 25 transmissões pelo canal do YouTube da Fundação em parceria com a Sessão Gênero e Alteridades, África no Cinema e Psicanálise vai ao Cinema.

Ainda em 2020, através de vídeos, foram apresentadas as exposições Retratos Fantásticos, de Carol Krügel e Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff, que foram contempladas pelo Edital 2020. As mostras vão ter as datas divulgadas assim que o espaço puder receber visitação.

Desde o dia 12 de dezembro até final de janeiro de 2021, a Fundação apresenta a exposição do Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020, realizado em parceria com a Aliança Francesa de Florianópolis. A mostra pode ser visualizada neste link: www.fundacaoculturalbadesc.com/premio-af-de-arte-contemporanea-2020.

A programação completa está disponível no site – www.fundacaoculturalbadesc.com, que foi recentemente reformulado, bem como nas redes sociais: Fundação Cultural BADESC, no Facebook e @fundacaobadesc, no Instagram.

Recesso e acervo virtual

A Fundação Cultural BADESC estará em recesso de 24 de dezembro de 2020 a 4 de janeiro de 2021. Neste período o público pode acessar www.fundacaoculturalbadesc.com/acervovirtual e conferir as exposições virtuais.

AUTORRETRATO, de Lilian Barbon

LiliBarbon_Sofa

AUTORRETRATO

LILIAN BARBON

ESPAÇO 2 | DE 28 DE MAIO A 26 DE JUNHO DE 2015

Partindo de pesquisa práticas e teóricas sobre a autorrepresentação fotográfica, a artista busca refletir sobre sua própria imagem, utilizando a fotografia como suporte e o seu corpo como elemento estético. Lilian Barbon é artista visual e fotógrafa. Mestre e bacharel em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e especialista em Fotografia pela Universidade Estadual de Londrina (PR).

Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Autorretrato (detalhe). Fonte Lilian Barbon - Cópia
Autorretrato (detalhe). Fonte Lilian Barbon - Cópia
Autorretrato. Fonte Lilian Barbon
Autorretrato. Fonte Lilian Barbon
Desdobramentos #1. Fonte Lilian Barbon
Desdobramentos #1. Fonte Lilian Barbon
Dinamismos #1. Fonte Lilian Barbon
Dinamismos #1. Fonte Lilian Barbon
Dinamismos #2. Fonte Lilian Barbon
Dinamismos #2. Fonte Lilian Barbon
Sofá #1. Fonte Lilian Barbon
Sofá #1. Fonte Lilian Barbon
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Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Autorretrato (detalhe). Fonte Lilian Barbon - Cópia
Autorretrato (detalhe). Fonte Lilian Barbon - Cópia
Autorretrato. Fonte Lilian Barbon
Autorretrato. Fonte Lilian Barbon
Desdobramentos #1. Fonte Lilian Barbon
Desdobramentos #1. Fonte Lilian Barbon
Dinamismos #1. Fonte Lilian Barbon
Dinamismos #1. Fonte Lilian Barbon
Dinamismos #2. Fonte Lilian Barbon
Dinamismos #2. Fonte Lilian Barbon
Sofá #1. Fonte Lilian Barbon
Sofá #1. Fonte Lilian Barbon
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APRESENTAÇÃO

Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.

Desmistificar a relação da fotografia com o real. Criar novos mundos, novos corpos, novas situações. Atravessar todo o ato fotográfico com meu corpo e meus sentidos, na tentativa de elucidar meu lugar no mundo. Mundo este cada vez mais de aparências e incertezas.

Nesta reflexão sobre minha própria imagem, utilizo a fotografia como suporte e o meu corpo como elemento estético, criando séries de autorretratos onde a fotografia aparece como uma espécie de espelho manuseável, no qual é possível criar e recriar meu próprio corpo, deformando-o, multiplicando-o, fragmentando-o.

Através de idas e vindas pela câmera escura, onde o ato fotográfico encontra-se estirado, alongado, sou ao mesmo tempo fotógrafa e fotografada. Torno-me criadora e criatura de minhas imagens e também, deformadora de meu próprio Self.

Lilian Barbon

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DISABILITY, de Adriana Maria dos Santos

15 02 05 EXPOSIÇÃO - DISABILITY, Adriana dos Santos (19)

DISABILITY

ADRIANA MARIA DOS SANTOS

ESPAÇO 2 | DE 05 DE FEVEREIRO A 06 DE MARÇO DE 2015

Buscando relacionar os estados do corpo, o trabalho da artista se constitui sobre a deficiência e tensão entre os meios externos e internos, relacionando as mutilações com os estados da alma e trabalhando com a impotência do corpo em ser completo, ou seja, aceitar a fragmentação como potência. Disability, cujo título deu nome à proposta de doutorado de Adriana, além de repensar a ação do corpo e a dissolução dos sentimentos, apresenta figuras da iconografia pop que retratam de forma diferenciada a leitura do corpo transgressor. A artista nasceu em Rio do Sul (SC) e tem doutorado em teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Mora em Florianópolis, é artista plástica e professora do Centro de Artes da Udesc.

Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
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Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos. Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.

O percurso da proposta intitulada Disability e do que este conjunto de trabalhos trata, inicia nas relações do corpo com o estado de fragilidade e tensão em que a mutilação externa [membros faltantes] e interna [estados da alma] sugere para o uso de próteses aos quais são apresentados como via de reflexão do que intitulo corpo transgressor.

Desde a finalização de tese doutoral cujo título dá o nome a esta proposta, Disability ou Samuel Beckett e a pintura, o corpo vem sendo repensado em meu trabalho como meio de dissolução de sentimentos e humores traduzidos pela ação de vomitar ou expelir através da boca, linhas e manchas que remetem a sentimentos afetivos mal digeridos ou que já não possuem condição de serem controlados.

A imagem do punk ou de figuras da iconografia pop são escolhas cuja estética interessa como parte da leitura do corpo transgressor, assim como já foram considerados em propostas anteriores, os deficientes físicos e mentais. Há uma atração forte nesse apelo estético que objetiva a ênfase na negação de mecanismos de controle, assim como na potência do ato impuro no âmbito social do vomitar, este traduzido como emblema de uma impotência do corpo em digerir, isto é, aceitar.

A asa surge como elemento de uma ficção, trata-se de pensa-la como prótese, recurso do imaginário para supostamente propor uma saída, considerando que no corpo há a recusa, estas asas sugerem uma possibilidade de fuga, de cura e/ou de sublimação do fracasso como condição redentora.

Adriana Maria dos Santos

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NOME AOS BOIS, de Luciano Boletti

15 01 22 EXPOSIÇÃO - NOME AOS BOIS, Luciano Boletti (99)

NOME AOS BOIS

LUCIANO BOLETTI

CURADORIA DE FERNANDO BOPPRÉ

ESPAÇO FERNANDO BECK | DE 22 DE JANEIRO A 20 DE FEVEREIRO DE 2015

A mostra reúne objetos, desenhos, fotografias e pinturas produzidas desde a década de 1990. Em comum, a resistência ao corpo humano e animal. Apesar de não dar títulos aos trabalhos, metaforicamente, o conjunto em exposição foi um esforço em se dar Nome aos bois. Artista plástico e restaurador radicado em Florianópolis, Luciano Boletti nasceu no Paraná e se formou em Educação Artística, com habilitação em Artes Plásticas pela Universidade Estadual de Londrina (PR).

Sem título, 2008. Grafite, crayon, acrílica sobre tela.
Sem título, 2008. Grafite, crayon, acrílica sobre tela.
Sem título, 1996. Ferro, parafina e raio x.
Sem título, 1996. Ferro, parafina e raio x.
Sem títulos, 1998. Grafite, crayon, acrílica e carbono amarelo sobre papel.
Sem títulos, 1998. Grafite, crayon, acrílica e carbono amarelo sobre papel.
Sem título, 2009. Grafíte e acrílica sobre tela.
Sem título, 2009. Grafíte e acrílica sobre tela.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
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Sem título, 2008. Grafite, crayon, acrílica sobre tela.
Sem título, 2008. Grafite, crayon, acrílica sobre tela.
Sem título, 1996. Ferro, parafina e raio x.
Sem título, 1996. Ferro, parafina e raio x.
Sem títulos, 1998. Grafite, crayon, acrílica e carbono amarelo sobre papel.
Sem títulos, 1998. Grafite, crayon, acrílica e carbono amarelo sobre papel.
Sem título, 2009. Grafíte e acrílica sobre tela.
Sem título, 2009. Grafíte e acrílica sobre tela.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
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APRESENTAÇÃO

Sem título (detalhe), 2008. Grafite, crayon, acrílica sobre tela. Sem título (detalhe), 2008. Grafite, crayon, acrílica sobre tela. Um corpo.
É a origem do mundo. Ao menos, o humano mundo. É a partir dele que se apreende e se participa da existência.
Sendo objetivo – e, portanto, raso – a existência é o período entre o surgir e o desaparcer de um corpo.
“A vida é um pisca-pisca”, conforme Emilia, a do Sítio do Picapau Amarelo.
Um corpo é também a origem desta exposição. Qual corpo? O do próprio artista. Ou seja, não “um” corpo, mas “o” corpo. No singular. Mais do que pele, nervos, músculos, órgãos e ossos, ao pronunciar “corpo” se está dizendo memória, afeto. Está-se imerso, portanto, na linguagem.

* * *

O colapso.
O corpo, por vezes, sofre um colapso. Com menor frequência – porque a falência a todos aguarda – um corpo pode já vir ao mundo colapsado.
No caso do corpo-origem desta exposição, a espinha dorsal, a coluna, não cumpria com suas funções. Não conseguia garantir a verticalidade do tronco. O problema crônico persistiu por mais de uma década, no período da infância e da adolescência.
Ela (a coluna), ele (o corpo do artista), tiveram que ser atados, externamente, a uma haste metálica.
A amarração desse corpo a essa haste era feita por meio de cintas de couro. Com isso, surgiu a experiência prolongada (e forçada) entre haste, cintas e corpo.

* * *

Corpo de imagens.
Se essa é a história inicial desta exposição (algo como um mito fundador), não quer dizer que ela seja prerrogativa. Ela ajuda a explicar, a contextualizar. Donde vem o corpo que se transforma em boi, vaca.
Promete um caminho.
Mas se não soubermos nos perder, não será possível o encontro com o “para-além”, que é o valor maior dos trabalhos e da presença de Luciano Boletti.
O “para-além” é força de espírito aplicada ao corpo, é a precisão de quem sai de um estado e chega a outro. Ainda mais forte, mais vivo. É isso que se vê e sente nos desenhos, pinturas, fotografias, vídeos e objetos.
Se, inicialmente, observa-se a recorrência (a repetição quase
obsessiva) de elementos figurativos que sugerem algo como
vértebras e estruturas ósseas, mais a frente, no meio do caminho, havia uma vaca (havia o acaso). Ou um boi, vai saber (isso também foi o acaso que decidiu). E ele mudou, definitivamente, o trabalho do artista. Ou melhor, o artista deixou-se mudar pelo caminho do meio.

* * *

Do humano para o animal.
A passagem do eu para o outro. Um outro que é o extremo, é a alteridade radical do animal.
Desse movimento feito de curiosidade e desapego, de coragem e calmaria, surgiram trabalhos, por vezes, quase explosivos. A tinta a escorrer e a se espalhar, como resto de uma operação cheia de energias que se dirige para as fronteiras do quadro.
Para além. Como algo que não cabe só ali. Embora se trate de uma explosão controlada, ainda assim há deslocamento de ar, queima. Afinal, para aquele que é de água, o fogo e o vento são elementos para além de si.
Sorte, sorte. Que temos aqui este corpo.
E assim dá-se o nome aos bois.
Amém.

Fernando Boppré | Curador

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HABITAR, de João Aires

16 10 27 HABITAR, João Aires - exposição (11)

HABITAR

JOÃO AIRES

ESPAÇO 2 | 27 E OUTUBRO A 24 DE NOVEMBRO DE 2016

O artista explora lugares de intimidade e de estar no mundo. Em uma das séries, solicita a diversas pessoas uma descrição oral pormenorizada de seus aposentos e materializa a representação desses depoimentos, transpassando técnicas de registro etnográfico e de retrato falado. O processo, pensado enquanto etapa exploratória de uma produção maior ou futura, constitui por si só uma obra instigante sobre a condição humana e o modo de vida contemporâneo. Em contraponto, outra série de pinturas remete a um universo onírico instaurado fortemente pela sua própria experiência em compartilhar por longo tempo de colégio interno um quarto com oitenta pessoas. João Aires é formado em Artes Plásticas e Intermédia pela Escola Superior Artística do Porto e Mestre em Artes Visuais pela Universidade Federal da Bahia. Especializou-se em Arte Pública e Site Specific. Natural de Portugal, vive e trabalha em Florianópolis/SC.

Beds and hole, 2016. Nanquim e guache sobre papel 300g. Fonte João Aires.
Beds and hole, 2016. Nanquim e guache sobre papel 300g. Fonte João Aires.
Habitáculos, 2015. Nanquim e grafite sobre papel (1) Fonte João Aires.
Habitáculos, 2015. Nanquim e grafite sobre papel (1) Fonte João Aires.
Habitáculos, 2015. Nanquim e grafite sobre papel. Fonte João Aires.
Habitáculos, 2015. Nanquim e grafite sobre papel. Fonte João Aires.
Habitáculos, 2015. Nanquim e grafite sobre papel.
Habitáculos, 2015. Nanquim e grafite sobre papel.
Nave, 2016. Nanquim e cera grafite sobre papel 300g. Fonte João Aires.
Nave, 2016. Nanquim e cera grafite sobre papel 300g. Fonte João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
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Beds and hole, 2016. Nanquim e guache sobre papel 300g. Fonte João Aires.
Beds and hole, 2016. Nanquim e guache sobre papel 300g. Fonte João Aires.
Habitáculos, 2015. Nanquim e grafite sobre papel (1) Fonte João Aires.
Habitáculos, 2015. Nanquim e grafite sobre papel (1) Fonte João Aires.
Habitáculos, 2015. Nanquim e grafite sobre papel. Fonte João Aires.
Habitáculos, 2015. Nanquim e grafite sobre papel. Fonte João Aires.
Habitáculos, 2015. Nanquim e grafite sobre papel.
Habitáculos, 2015. Nanquim e grafite sobre papel.
Nave, 2016. Nanquim e cera grafite sobre papel 300g. Fonte João Aires.
Nave, 2016. Nanquim e cera grafite sobre papel 300g. Fonte João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Habitar, de João Aires. Exposição Habitar, de João Aires.

Os apartamentos não são mais habitações criadas para os homens, mas sim máquinas de morar destinadas a guardar coisas: cada edifício é um armário, cada sala é uma gaveta.

Jean Paul Sartre

Habitar o tempo, as estradas, a cidade, habitar o que construo como artista é um exercício constante de compreensão do mundo, um modo de traduzir minhas experiências e inquietações, já que toda construção tem por meta o habitar. Meu processo criativo procura desenvolver trabalhos que suscitem a ligação entre espaço urbano e o imaginário o espaço de intimidade e o espaço público.
Para esta exposição, busquei explorar os lugares de intimidade das pessoas e como eles se apresentam no mundo. A complexidade de sua materialização está diretamente ligada ao modo de vida na contemporaneidade, considerando que estamos imersos em políticas que não privilegiam a qualidade de espaços de convívio e tampouco o íntimo. O excesso na minha pintura surge da falta, da proximidade geográfica e da distância da construção que serve ao habitar humano, às relações e ao diálogo. Minha experiência em viver com 80 pessoas no mesmo quarto durante 5 anos me leva a criar estes corredores de camas e criar estas narrativas mais ou menos poéticas. O primeiro trabalho desta série chama-se “habitáculos”, desenhos feitos a partir da descrição de quartos, retratos falados. Nas pinturas apresentadas, o subconsciente age num espaço sem fronteiras aparentes: camas navegam em rios e na densidade onírica. João Aires
Florianópolis, agosto de 2015

VEJA MAIS

PAISAGEM PLURAL, Coletiva

Exposição Paisagem Plural (10)

PAISAGEM PLURAL

ANA MÄHLER • ALEXANDRA ECKERT • ANGELA ZAFFARI • BEATRIZ DAGNESE • BEATRIZ HARGER • BIANCA SANTINI • FÁBIO ANDRÉ RHEINHEIMER • FERNANDO LINDOTE • FLÁVIO MORSCH • GUSTAVO RIGON • HELENA D’ÁVILA • MARLENE KOZICZ • RICARDO GIULIANI • ROSALI PLENTZ • SILVIA RODRIGUES • UMBELINA BARRETO • VERA REICHERT • VERLU MACKE • WALMOR CORRÊA • ZETTI NEUHAUS

CURADORIA DE ANA ZAVADIL

ESPAÇO FERNANDO BECK | 10 DE MARÇO A 20 DE ABRIL DE 2016

A categoria paisagem, em seu sentido mais amplo, interliga as obras, oportunizando que a poética de cada artista transite da representação mais icônica até a sua dimensão mais simbólica. A paisagem assume significados diversos por meio de subjetividades, metáforas e narrativas no enleio curatorial. A proposta surge da conversa com Ana Zavadil durante sua atuação como curadora assistente na 10ª Bienal do Mercosul, partindo da intensão de trazer à Fundação um panorama de artistas gaúchos contemporâneos, tendo como contraponto dois artistas especialmente convidados: Walmor Corrêa, artista catarinense que firma sua carreira no Rio Grande do Sul e Fernando Lindote, artista gaúcho que estabelece sua produção na Ilha de Santa Catarina.

Alexandra Eckert, Série Histórias Pequenas, 2011-2015. Serigrafia sobre papel, dimensões variáveis.
Alexandra Eckert, Série Histórias Pequenas, 2011-2015. Serigrafia sobre papel, dimensões variáveis.
Ana Mähler, Citrino e Safira, 2016. Tinta acrílica sob mdf, acrílico transparente e espelhado e folha de ouro, 100x150x12 e 100x100x15.
Ana Mähler, Citrino e Safira, 2016. Tinta acrílica sob mdf, acrílico transparente e espelhado e folha de ouro, 100x150x12 e 100x100x15.
Angela Zaffari, Sem título, 2016. Acrílica sobre tela, 100x100cm cada.
Angela Zaffari, Sem título, 2016. Acrílica sobre tela, 100x100cm cada.
Beatriz Dagnese, Sem título da Série Tramas, 2015-2016. Bico de pena, nanquim e caneta posca sobre papel, 56x76 cada.
Beatriz Dagnese, Sem título da Série Tramas, 2015-2016. Bico de pena, nanquim e caneta posca sobre papel, 56x76 cada.
Beatriz Harger, Alegoria, da Série Mensageiros, 2016. Caneta tipo POSCA e hidrocor ponta porosa sobre papel, 14,8x21cm.
Beatriz Harger, Alegoria, da Série Mensageiros, 2016. Caneta tipo POSCA e hidrocor ponta porosa sobre papel, 14,8x21cm.
Bianca Santini, Paisagem Portátil, da série Geografias da Paisagem, 2015. Folha de revista, tinta spray, galho e feltro em caixa de acrílico, 40x40cm. Divulgação da artista.
Bianca Santini, Paisagem Portátil, da série Geografias da Paisagem, 2015. Folha de revista, tinta spray, galho e feltro em caixa de acrílico, 40x40cm. Divulgação da artista.
Fernando Lindote, Janela de Drummond, 2008-2013. Óleo e ouro sobre tela, 180x120cm.
Fernando Lindote, Janela de Drummond, 2008-2013. Óleo e ouro sobre tela, 180x120cm.
Flávio Morsch, detalhe da Série 12 Pinturas, 2010. Acrílico sobre tela, 22X22cm cada, 288x 22cm totais. Divulgação do artista.
Flávio Morsch, detalhe da Série 12 Pinturas, 2010. Acrílico sobre tela, 22X22cm cada, 288x 22cm totais. Divulgação do artista.
Helena D'Ávila, Sem título, 2011. Impressão em transparência s/acrílico, 40x32 cm cada. Divulgação da artista.
Helena D'Ávila, Sem título, 2011. Impressão em transparência s/acrílico, 40x32 cm cada. Divulgação da artista.
Luiz Gustavo Rigon, Paisagem 01 e 03, 2015. Acrílica e lápis sobre papel, 65x55cm.
Luiz Gustavo Rigon, Paisagem 01 e 03, 2015. Acrílica e lápis sobre papel, 65x55cm.
Marlene Kozicz, Série Jardins de Alícium, 2015. Carvão vegetal, grafite, calcário e tinta sobre tela, 220x150cm.
Marlene Kozicz, Série Jardins de Alícium, 2015. Carvão vegetal, grafite, calcário e tinta sobre tela, 220x150cm.
Rosali Plentz, Urbanus I e II, 2015. Gravura Digital, 130x50cm cada.
Rosali Plentz, Urbanus I e II, 2015. Gravura Digital, 130x50cm cada.
Silvia Rodrigues. Sem título da série Rizomas, 2015. Acrílica sobre tela, 100x160cm. Divulgação da artista.
Silvia Rodrigues. Sem título da série Rizomas, 2015. Acrílica sobre tela, 100x160cm. Divulgação da artista.
Umbelina Barreto, De Capulanas, Macondes e Mulheres Macuas, da Série Narrativas Cruzadas, 2015. Técnica mista sobre tecido, 195x120cm.
Umbelina Barreto, De Capulanas, Macondes e Mulheres Macuas, da Série Narrativas Cruzadas, 2015. Técnica mista sobre tecido, 195x120cm.
Vera Reichert, Paisagem na Superfície, 2015. Fotografia e painel de madeira, 100x65cm. Divulgação da artista.
Vera Reichert, Paisagem na Superfície, 2015. Fotografia e painel de madeira, 100x65cm. Divulgação da artista.
Verlu Macke, Plano: alturas..., 2015, Sobre onde talvez meus pés tenham passado, 2016 e Volverás?, 2015.
Verlu Macke, Plano: alturas..., 2015, Sobre onde talvez meus pés tenham passado, 2016 e Volverás?, 2015.
Walmor Corrêa, Paisagem Rio de Janeiro, 2000-2015. Lápis de cor e grafite sobre papel, 43x23cm. Fotografia por Gal Opido.
Walmor Corrêa, Paisagem Rio de Janeiro, 2000-2015. Lápis de cor e grafite sobre papel, 43x23cm. Fotografia por Gal Opido.
Zetti Neuhaus, Escultura de parede Tons de Outono I e II, 2016. Telas de alumínio, fios de cobre e fios de bronze, fios de spaghetti, cabo de alumínio trançado, dimensões variáveis.
Zetti Neuhaus, Escultura de parede Tons de Outono I e II, 2016. Telas de alumínio, fios de cobre e fios de bronze, fios de spaghetti, cabo de alumínio trançado, dimensões variáveis.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
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Alexandra Eckert, Série Histórias Pequenas, 2011-2015. Serigrafia sobre papel, dimensões variáveis.
Alexandra Eckert, Série Histórias Pequenas, 2011-2015. Serigrafia sobre papel, dimensões variáveis.
Ana Mähler, Citrino e Safira, 2016. Tinta acrílica sob mdf, acrílico transparente e espelhado e  folha de ouro, 100x150x12 e 100x100x15.
Ana Mähler, Citrino e Safira, 2016. Tinta acrílica sob mdf, acrílico transparente e espelhado e  folha de ouro, 100x150x12 e 100x100x15.
Angela Zaffari, Sem título, 2016. Acrílica sobre tela, 100x100cm cada.
Angela Zaffari, Sem título, 2016. Acrílica sobre tela, 100x100cm cada.
Beatriz Dagnese, Sem título da Série Tramas, 2015-2016. Bico de pena, nanquim e caneta posca sobre papel, 56x76 cada.
Beatriz Dagnese, Sem título da Série Tramas, 2015-2016. Bico de pena, nanquim e caneta posca sobre papel, 56x76 cada.
Beatriz Harger, Alegoria, da Série Mensageiros, 2016. Caneta tipo POSCA e hidrocor ponta porosa sobre papel, 14,8x21cm.
Beatriz Harger, Alegoria, da Série Mensageiros, 2016. Caneta tipo POSCA e hidrocor ponta porosa sobre papel, 14,8x21cm.
Bianca Santini, Paisagem Portátil, da série Geografias da Paisagem, 2015. Folha de revista, tinta spray, galho e feltro em caixa de acrílico, 40x40cm. Divulgação da artista.
Bianca Santini, Paisagem Portátil, da série Geografias da Paisagem, 2015. Folha de revista, tinta spray, galho e feltro em caixa de acrílico, 40x40cm. Divulgação da artista.
Fernando Lindote, Janela de Drummond, 2008-2013. Óleo e ouro sobre tela, 180x120cm.
Fernando Lindote, Janela de Drummond, 2008-2013. Óleo e ouro sobre tela, 180x120cm.
Flávio Morsch, detalhe da Série 12 Pinturas, 2010. Acrílico sobre tela, 22X22cm cada, 288x 22cm totais. Divulgação do artista.
Flávio Morsch, detalhe da Série 12 Pinturas, 2010. Acrílico sobre tela, 22X22cm cada, 288x 22cm totais. Divulgação do artista.
Helena D'Ávila, Sem título, 2011. Impressão em transparência s/acrílico, 40x32 cm cada. Divulgação da artista.
Helena D'Ávila, Sem título, 2011. Impressão em transparência s/acrílico, 40x32 cm cada. Divulgação da artista.
Luiz Gustavo Rigon, Paisagem 01 e 03, 2015. Acrílica e lápis sobre papel, 65x55cm.
Luiz Gustavo Rigon, Paisagem 01 e 03, 2015. Acrílica e lápis sobre papel, 65x55cm.
Marlene Kozicz, Série Jardins de Alícium, 2015. Carvão vegetal, grafite, calcário e tinta sobre tela, 220x150cm.
Marlene Kozicz, Série Jardins de Alícium, 2015. Carvão vegetal, grafite, calcário e tinta sobre tela, 220x150cm.
Rosali Plentz, Urbanus I e II, 2015. Gravura Digital, 130x50cm cada.
Rosali Plentz, Urbanus I e II, 2015. Gravura Digital, 130x50cm cada.
Silvia Rodrigues. Sem título da série Rizomas, 2015. Acrílica sobre tela, 100x160cm. Divulgação da artista.
Silvia Rodrigues. Sem título da série Rizomas, 2015. Acrílica sobre tela, 100x160cm. Divulgação da artista.
Umbelina Barreto, De Capulanas, Macondes e Mulheres Macuas, da  Série Narrativas Cruzadas, 2015. Técnica mista sobre tecido, 195x120cm.
Umbelina Barreto, De Capulanas, Macondes e Mulheres Macuas, da  Série Narrativas Cruzadas, 2015. Técnica mista sobre tecido, 195x120cm.
Vera Reichert, Paisagem na Superfície, 2015. Fotografia e painel de madeira, 100x65cm. Divulgação da artista.
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Verlu Macke, Plano: alturas..., 2015, Sobre onde talvez meus pés tenham passado, 2016 e Volverás?, 2015.
Verlu Macke, Plano: alturas..., 2015, Sobre onde talvez meus pés tenham passado, 2016 e Volverás?, 2015.
Walmor Corrêa, Paisagem Rio de Janeiro, 2000-2015. Lápis de cor e grafite sobre papel, 43x23cm. Fotografia por Gal Opido.
Walmor Corrêa, Paisagem Rio de Janeiro, 2000-2015. Lápis de cor e grafite sobre papel, 43x23cm. Fotografia por Gal Opido.
Zetti Neuhaus, Escultura de parede Tons de Outono I e II, 2016. Telas de alumínio, fios de cobre e fios de bronze, fios de spaghetti, cabo de alumínio trançado, dimensões variáveis.
Zetti Neuhaus, Escultura de parede Tons de Outono I e II, 2016. Telas de alumínio, fios de cobre e fios de bronze, fios de spaghetti, cabo de alumínio trançado, dimensões variáveis.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
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Exposição Paisagem Plural.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Paisagem Plural. Exposição Paisagem Plural.

A paisagem sempre teve seu lugar na história da arte. Até o século XIX ela era apenas o pano de fundo para pinturas de cenas religiosas e mitológicas ou de retratos. Do século XIX em diante ela passa a desempenhar o papel principal, evoluindo para a categoria de pintura de gênero.

Na contemporaneidade e nesta exposição a paisagem reinventa-se a partir da natureza, da cultura e da estética.
Em Paisagem Plural, a paisagem é usada como foco conceitual das obras, em que a representação poética de cada artista vai desde a natureza em si mesma até a sua dimensão simbólica. A paisagem assume outros significados por meio de subjetividades, metáforas e narrativas, em que a intenção, as tramas e os encontros dão origem aos trabalhos que serão levados à visibilidade pública.

A escolha das obras para a exposição teve como objetivo buscar aquelas que caracterizassem ou descrevessem o conceito de paisagem, deixando, no entanto, um limite poroso para que se pudesse expandir o conceito. As diferentes linguagens que percorrem o assunto vão desde a instalação, a pintura, a fotografia, o desenho e a escultura e/ou o objeto dentre outras modalidades. Não necessariamente vamos identificar uma paisagem em seu limite reconhecível, pois ele pode estar em consonância com outros modos de entendê-la. Ela pode estar representada por meios que intentam significar, matas, céus, florestas encantadas, ou mesmo nas suas cores e luzes; nas paisagens urbanas ou em abordagens singulares, ficcionais ou fantásticas. E mesmo elas sendo de estilos diferentes no contexto da exposiçao ampliam o seu potencial de significado.

A partir dos textos de Anne Cauquelin e Nelson Brissac Peixoto a exposição Paisagem Plural tomou forma, pois a paisagem é vista sob diferentes aspectos, ou seja, a paisagem real em justaposição à imaginária, a paisagem urbana em diálogo com a rural. A paisagem confrontada e reinventada coloca como objetivo discutir o conceito expandido de paisagem, abordado por diferentes artistas a partir de suas investidas particulares.

A paisagem urbana é composta pela sobreposição de elementos: são muros, prédios, casas, às vezes pixados ou corroídos pela umidade e pelo tempo, que se acumulam e justapõem criando o caos, a convergência ou a divergência do olhar. As informações publicitárias com cores intensas feitas de placas e outdoors, luzes por toda parte inquietam os sentidos. Os carros e as pessoas, em um ir e vir constante compõem um espaço cheio de cor e movimento. A paisagem urbana segundo Peixoto é:

“Campo de intersecção de pintura e fotografia, cinema e vídeo. Entre todas as imagens e a arquitetura. Horizonte saturado de inscrições, depósito em que se acumulam vestígios arqueológicos, antigos monumentos, traços de memória e o imaginário criado lá, pela arte contemporânea. Esse cruzamento entre diferentes espaços e tempos, entre diversos suportes e tipos de imagem, é que constitui a paisagem das cidades.” (PEIXOTO, 1996, p.10)

O campo é a calma, o horizonte que se estende até encontrar o céu e a terra, ou o verde da vegetação, ou mesmo o mar, no silêncio povoado de imaginação.

A justaposição dessas diferenças ou a hibridização destas imagens, ou mesmo a apropriação de objetos que compõem esses universos imbricam-se nas mais variadas e imprevisíveis vestes, criando trabalhos de grande valor artístico, pois cada artista interpreta e representa a sua paisagem. A paisagem rural para Cauquelin é:

“O campo oferece tudo o que a paisagem subtrai – a calma, a abundância, o fresco e, bem supremo, o ócio para meditar, longe dos falsos valores. Como um duplo invertido, o campo oferece o negativo da cidade, que, não obstante, toma dele emprestado alguns traços sem os quais não poderia passar: o que seriam, pois, as colunas de mármore que adornam as casas senão a imagem das florestas? E por que querer ter a visão do campo longínquo senão por ser lá que se situa a verdade?” (CAUQUELIN, 2007, p.62)

Exposição Paisagem Plural. Exposição Paisagem Plural. Exposição Paisagem Plural. Exposição Paisagem Plural.

E para nós? Que paisagens são essas do nosso mundo contemporâneo?

Todas as informações registradas no subconsciente de cada artista acaba gerando imagens que, ao serem transportadas para a sua arte dão um novo sentido à paisagem. Isso significa dizer que vamos encontrar a paisagem de cada um, seja ela inspirada na cidade ou no campo, impregnada de informações ou que mantenham a calma e beleza, o lúdico, ou mesmo as suas cores e as suas luzes.

A tradição e a prática acadêmica e mesmo as vanguardas históricas do início do século passado em relação à paisagem são ultrapassadas pela arte contemporânea, pois na busca de uma nova estética e rumos conceituais, o gênero confirma a sua presença nas poéticas de agora ao citar ou explorar esse conceito e ressignificá-lo em novos contextos ou em novos suportes.

Os artistas convidados para esta exposição se ocuparam em desenvolver suas poéticas em suportes diferentes e originais e a curadoria procurou inseri-los em um contexto onde a paisagem emerge de forma real, imaginária ou simbólica, em uma dinâmica transversal que traga ao observador a paisagem como um lugar sensível, ligada muitas vezes ao afeto ou a memória.

A paisagem que ora se apresenta descritiva, ora metafórica, pode ser também emblemática e simbólica através das obras, pois elas reunidas criam possibilidades de leituras intercambiáveis, provocadas pela disposição e pelo grau de complexidade de cada uma. A chave para essa leitura está no percurso escolhido por cada observador e no modo como colocará a sua imaginação a uma disposição aberta da sensibilidade.

REFERÊNCIAS
CAUQUELIN, Anne. A Invenção da Paisagem. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
PEIXOTO, Nelson Brissac. Paisagens Urbanas. São Paulo: Ed Marca D’Água, 1996.

Ana Zavadil | Curadora

VEJA MAIS

Fundação Cultural BADESC promove live gratuita sobre humor nos tempos de pandemia

Professora doutora Maria da Conceição Francisca Pires participa do encontro marcado para o dia 16 de dezembro

Professora doutora Maria da Conceição Francisca Pires participa de Encontro Virtual promovido pela Fundação Cultural BADESC – crédito: Divulgação


A “Pandemia na Mira do Humor: É Possível Rir em Tempos de Luto?” é o tema do encontro virtual que encerra o projeto A História Entre Imagens e Sons, uma parceria da Fundação Cultural BADESC com o Laboratório de Imagem e Som e o Programa de Pós-Graduação em História da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). 

Marcado para o dia 16 de dezembro, a professora doutora Maria da Conceição Francisca Pires, que leciona na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), irá falar sobre o assunto a partir das 19h30 e o evento gratuito poderá ser acompanhado na Plataforma Microsoft Teams através do link http://bit.ly/encontrosvirtuaisfcb, que estará liberado apenas no dia do encontro.

A professora irá falar sobre características do humor na sociedade brasileira, além de fazer uma reflexão sobre o momento atual, com a pandemia de Covid-19 e instabilidades política. E como isso tudo gera uma série de memes, cartuns e charges que refletem essas questões sociais.

Sobre a ministrante 

Maria da Conceição Francisca Pires é doutora em História pelo Programa de Pós Graduação em História da Universidade Federal Fluminense, com Pós-doutorado na Universidad de Buenos Aires (2018-2019). Desde 2012 é Professora do Departamento de História e do mestrado e doutorado do Programa de Pós-Graduação em História, na linha de pesquisa Cultura, Poder e Representações, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Foi pesquisadora associada do Núcleo de Pesquisas em História Cultural (NUPEHC) na Universidade Federal Fluminense.

É pesquisadora do Núcleo de Documentação, História e Memória (NUMEM/UNIRIO) e do Grupo de Pesquisa História, Mulheres e Feminismo, coordenado pela professora Dra. Cintia Lima Crescêncio, sediado na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Desenvolve pesquisa envolvendo os seguintes temas: Humor Gráfico, Quadrinhos e História, Gênero e História, História, Mídia e Audiovisual, Ditaduras no Cone Sul.

Serviço: Encontro virtual A Pandemia na Mira do Humor: é possível rir em tempos de luto?,  com a professora doutora Maria da Conceição Francisca Pires

Data: 16 de dezembro – quarta-feira
Horário: 19h30
Local: Plataforma online Microsoft Teams – http://bit.ly/encontrosvirtuaisfcb
Gratuito.

Convite para o evento virtual – crédito: Fundação Cultural BADESC/Divulgação