Com o professor Viktor Chagas como convidado, o terceiro encontro virtual da série “A história entre imagens e e sons” teve divulgação no site Jornal Trindade. O encontro é uma parceira entre a Fundação Cultural BADESC, o Laboratório de Imagem e Som e o Programa de Pós-Graduação da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).
A história entre imagens e sons é uma série de lives promovida pela Fundação Cultural BADESC em parceria com o Laboratório de Imagem e Som e o Programa de Pós-Graduação em História da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). O encontro marcado para debater música afroindígena e latino-americana, com mediação de Ariana Silva, foi noticiado pelo Jornal Trindade e a matéria pode ser conferida pelo link: www.jornaltrindade.com.br/musica-afroindigena-e-latino-americana-e-tema-de-live-promovida-pela-fundacao-cultural-badesc/
O site de Olho na Ilha deu espaço para a divulgação da aula aberta promovida pela Fundação Cultural BADESC em parceria com o Programa de Pós Graduação em Artes Visuais da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e o Museus da Escola Catarinense (MESC) – cujo tema central é o aclamado artista renascentista Albrecht Dürer.
Essa página especial integra o novo site da instituição que foi totalmente reformulado
Um dos mais conceituados espaços expositivos de Santa Catarina e que serve de ponto de encontro de arte, cultura e cinema, a Fundação Cultural BADESC, está com um novo site (www.fundacaoculturalbadesc.com). Totalmente reformulada, a página ganhou um novo layout e apresenta toda a programação cultural gratuita apresentada no casarão que fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis.
Além de apresentar a programação do mês, com exposições, lançamentos, filmes do Cineclube, entre outras atrações, o novo site traz uma plataforma que disponibiliza exposições virtuais e um vasto banco de dados com imagens, textos e vídeos sobre arte catarinense e sobre artistas que passam pela Fundação.
Segundo o diretor geral da Fundação, Eneléo Alcides, paralelo ao fomento às artes e à realização de novas exposições, é fundamental a preservação dos arquivos e acervos gerados.
“A responsabilidade com a memória de uma instituição cultural, de artistas e parceiros, de uma cidade, de um tempo, faz com que a equipe da Fundação se dedique a produção de catálogos, vídeos e registros diversos”, explica Eneléo. O diretor destaca ainda, que todo esse material é disponibilizado gratuitamente ao público.
“Isso possibilita o acesso tanto à fruição, quanto à pesquisa. Não se trata apenas do registro ligeiro de atividades que acontecem na Fundação, mas do acesso a um importante banco de imagens, textos e depoimentos, que passará, a partir de agora, a fazer parte do patrimônio de Santa Catarina”, enfatiza o diretor.
E para apresentar o novo site e suas ferramentas, será realizada no dia 26 de novembro, uma live no Canal do YouTube da Fundação – https://bit.ly/canalFCBADESC. Participam do encontro o diretor geral e a equipe da instituição. O bate-papo pode ser acompanhado a partir das 19h.
Novidades no site
A primeira versão do site surgiu em 2012 e contou com mais de 1.050 publicações e 23 páginas secundárias. A partir desta readequação, o mesmo ganhou nova estrutura e funcionalidades foram renovadas. E com o objetivo de resgatar e preservar a memória da Fundação, foi criado um menu com páginas que apresentam artistas, exposições e eventos que já passaram pelo casarão.
Acervo virtual: a nova página traz publicações sobre exposições que passaram pelo espaço. O novo acervo digital apresenta imagens das obras, textos curatoriais, entre outras publicações. No dia do lançamento serão disponibilizadas 20 exposições em formato virtual, as demais serão lançadas semanalmente, até que todas as exposições realizadas na Fundação, desde 2006, passem a estar permanentemente disponíveis ao público. Além disso, o objetivo da página é fazer um resgate das exposições que eram realizadas desde 1991 no Espaço Fernando Beck, que se localizava na época no hall da Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina (BADESC), na Capital.
Catálogos e Impressos: também foi criada a página, onde ficam disponíveis os livros bianuais que recapitulam as atividades realizadas na Fundação e demais publicações produzidas pelo espaço.
Cineclube: a programação do Cineclube Fundação Cultural BADESC agora está em um espaço próprio e traz informações sobre cada filme apresentado e sobre o debate realizado.
Arte + Educação: um dos pilares da Fundação Cultural BADESC também ganhou espaço cativo no novo site. Apresentada na nova página, a Equipe de Arte + Educação organiza propostas e mediações de artes visuais, bem como a realização de cursos e oficinas na Fundação. Saiba como marcar uma visita através do novo site.
Programação online
Durante o período da pandemia, a Fundação precisou se readaptar e está oferecendo diversas atividades online gratuitas. Neste período, cerca de 40 atividades, entre cursos, exposições e debates virtuais foram realizados e acompanhados nos canais da Fundação. Entre eles estão, cursos online na área das artes visuais, dicas e debates sobre filmes disponíveis de graça, exposições virtuais, vídeos e uma série de publicações que rememoram as atividades realizadas na Fundação Cultural BADESC. Para conferir toda a programação, basta acessar o novo site ou as redes sociais da Fundação Cultural BADESC no Facebook, @fundacaobadesc no Instagram e também no canal do YouTube (https://bit.ly/canalFCBADESC).
Serviço: Fundação Cultural BADESC lança espaço de memória e de exposições virtuais em novo site Data: 26 de novembro – quinta-feira Horário: Lançamento oficial às 19h Local: Canal do YouTube (https://bit.ly/canalFCBADESC) Acesse www.fundacaoculturalbadesc.com Visitação online gratuita
Realizada em parceria com o Museu Victor Meirelles durante o fechamento da Instituição para sua revitalização, Abluções apresenta no Brasil o artista mineiro que reside e produz em Amsterdã. Com uma sólida carreira no exterior e com obras integrando coleções de importantes museus europeus, Célio ainda não desfruta da mesma repercussão no seu país de origem. As séries apresentadas exploram um corpo físico-afetivo-simbólico, reiteradamente construído a partir de imagens intimas e objetos pessoais cedidos por amigos. Registros em close da pele são visceralmente escarificadas, perfuradas, costuradas, desvendando diversas camadas dessas peles, tanto humanas quanto da própria fotografia. Peças de roupas usadas, juntamente com pelos e vestígios humanos são minunciosamente costuradas e bordadas até se transformarem em um objeto sólido incomum. Amálgamas de ex-votos instauram novos sistemas organogênicos. Milhares de bulas de remédios suturam uma imensa cortina atestando a fragilidade do corpo no espanto da epidemia do século. Processos singulares, fatura primorosa, delicadeza e riqueza de detalhes provocam e guiam o expectador por infindáveis narrativas sobre a material idade da existência.
APRESENTAÇÃO
Sem titulo, 2015. Perfurações em impressão, 25x35cm. Fonte: Célio Braga.
Em sua exposição individual Abluções, o artista mineiro Célio Braga reúne, em uma instalação, um conjunto de obras relativas a distintos estágios de sua produção. É a primeira vez que elas são exibidas no Brasil, ao contrário
do que acontece na Europa e nos Estados Unidos, onde, além de serem mostradas continuamente, também integram a coleção permanente de várias instituições, como a do Museu Stedelijk, em Amsterdã.
Não se trata aqui de uma retrospectiva, e sim da apresentação de um número de trabalhos que assinalam cinco fases e direções significativas no percurso do artista, durante as duas últimas décadas.
Sua trajetória é marcada pela habilidade de redefinir a expandir fluidamente categorias convencionais como a fotografia e a escultura, entre outras. Os suportes empregados são levados ao limite e mais além, mediante sucessivas experimentações e o uso de materiais e técnicas artesanais inusitados.
Conceitualmente, seu interesse é pautado pelos seguintes tópicos: a fragilidade do corpo, a cura, a passagem irrevogável do tempo, a memória, a natureza definitiva da morte, o luto e a sexualidade.
A ambiguidade sexual muitas vezes presente na obra do artista, em suas formas e componentes, erode e desafia as pretensas representações hegemônicas de gênero e as concepções dominantes de sexualidade. Deste modo, nos oferece uma perspectiva mais híbrida, fluída e polissêmica.
Com uma carga altamente simbólica, os trabalhos apresentados operam como uma narrativa multidimensional, proporcionando ao público múltiplas leituras e estados de fruição. A orquestração espacial das obras, bem como o ato de caminhar entre elas, suplementam-se. Essas, em virtude da delicadeza e da riqueza de detalhes, requerem uma relação mais intimista e de proximidade. É a partir da locomoção do visitante que distintas imagens e objetos passam a configurar um espaço narrativo e afetivo, revelando, assim, interrelações complementares e infindáveis associações.
Marcado para o dia 25 de novembro, o encontro virtual conta com a participação da professora doutora Jamile Borges
Marcado para o dia 25 de novembro, o encontro virtual conta com a participação da professora doutora Jamile Borges
A professora doutora Jamile Borges é a convidada do encontro virtual promovido pela Fundação Cultural BADESC na quarta-feira, dia 25 de novembro. A partir das 19h30, a convidada vai falar sobre o tema Pandemia, racismos e algoritmos discriminatórios. O intuito é fazer uma reflexão sobre a ideia de algoritmos discriminatórios, com foco no período de pandemia. Além disso, Jamile vai falar sobre como a injustiça e a desigualdade encontram meios para se disseminar e, como tal qual o vírus, tem alto poder de contágio.
Para acompanhar a transmissão, que será pela Plataforma Microsoft Teams, basta acessar o link: http://bit.ly/encontrosvirtuaisfcb no dia do encontro.
A live integra a série de encontros virtuais gratuitos A história entre imagens e sons, que seguem até 16 de dezembro. Os encontros são sempre nas quartas-feiras, a partir das 19h30 e são uma parceria com o Laboratório de Imagem e Som e o Programa de Pós-Graduação em História da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), com coordenação do Prof. Dr. Rogério Rosa.
Sobre Jamile Borges
É antropóloga e coordena o Programa de Pós-Graduação em estudos étnicos e africanos da Universidade Federal da Bahia (UFBA), onde também leciona. Desenvolve pesquisas sobre África contemporânea e suas interfaces com as tecnologias da memória e produção de narrativas em torno das populações afrodiaspóricas.
Sobre Rogério Rosa
Professor do ensino superior desde 2001, Rogério Rosa atualmente leciona na Udesc, credenciado como docente de História e vice coordenador do Programa de Pós-Graduação em História do Tempo Presente. Eleito presidente da ANPUH-SC (Associação Nacional de História seção Santa Catarina) para gestão de 2018-2020 e Membro do Corpo Editorial como Editor da Seção Fonte da Revista História, Ciências, Saúde – Manguinhos para os anos 2019-2022, atualmente coordena o Laboratório de Imagem e Som (LIS) da FAED/UDESC.
Desenvolve pesquisas na área de história e cultura política e visual, relações entre história e literatura, história da historiografia e movimentos sociais. Suas pesquisas tem como foco conflito rebelde ocorrido no sul do Brasil conhecido como Guerra do Contestado.
Serviço: Encontro virtual Pandemia, racismos e algoritmos discriminatórios, com a profª drª Jamile Borges
Encontro que acontece no dia 18 de novembro terá a participação da artista, pesquisadora e doutoranda em Artes Visuais, Luciana Knabben
Encontro que acontece no dia 18 de novembro terá a participação da artista, pesquisadora e doutoranda em Artes Visuais, Luciana Knabben. Crédito: Divulgação.
Na quarta-feira, dia 18 de novembro, a artista, pesquisadora e doutoranda em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), Luciana Knabben, participa do encontro virtual gratuito promovido pela Fundação Cultural BADESC.
Nesta edição, Luciana vai falar sobre a artista catarinense Juliana Hoffmann. A palestra, que será transmitida a partir das 19h30 pela Plataforma Microsoft Teams, pode ser acessada no dia neste link: http://bit.ly/encontrosvirtuaisfcb.
Nascida em Concórdia, no Meio-Oeste de SC e atualmente residindo em Florianópolis, para Juliana Hoffmann a natureza não é um simples entorno ou fonte inesgotável de recursos para serem explorados e a espécie humana é somente uma pequena parte de um planeta com diferentes espécies e reinos. Sem deflagrar uma causa ou bandeira que se sobrepõe ao pensamento plástico, destaca em seus trabalhos diferentes vínculos entre os seres viventes.
Na exposição Exprimível do Vazio, ocorrida na Fundação Cultural BADESC, em 2017, Juliana deu visibilidade à ação das traças e cupins, remetendo ao fato de que há mais engenhosidade nestes insetos do que percebe nosso vão antropocentrismo. Já na exposição Sobre Viventes, apresentada em 2019, na Galeria Helena Fretta, abordou um sistema vegetal que sobrevive sob risco de extinção. Na exposição Florestas, apresentada no Instituto Meyer Filho, em Florianópolis, como parte da Bienal de Curitiba 2019, trouxe trabalhos mais experimentais e problematizou os limites da vida orgânica e a heterogeneidade em um mundo no qual a solidez dos corpos se dissipa e afeta os diferentes modos de existência.
O encontro online integra o projeto A história entre imagens e sons, que é uma parceria com o Laboratório de Imagem e Som e o Programa de Pós-Graduação em História da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Com coordenação do Prof. Dr. Rogério Rosa, os eventos virtuais seguem até o dia 16 de dezembro.
Próximo encontro
No dia 25 de novembro a professora doutora Jamile Borges é a convidada do encontro virtual. Ela vai falar sobre o tema Pandemia, racismos e algoritmos discriminatórios. O intuito é fazer uma reflexão sobre a ideia de algoritmos discriminatórios, com foco no período de pandemia. Além disso, Jamile vai falar sobre como a injustiça e a desigualdade encontram meios para se disseminar e, como tal qual o vírus, tem alto poder de contágio.
Sobre Luciana Knabben
Nascida em Blumenau, 1978. Formada em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis/SC (2001). Formada em Bacharelado em Pintura e Gravura na Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis/SC (2006). Pós-graduada em Linguagens Visuais Contemporâneas, na Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis/ SC (2003). Mestre em Teoria e História da Arte, na Universidade do Estado de Santa Catarina (2015). Doutoranda em Teoria e História da Arte, na Universidade do Estado de Santa Catarina. Vive e trabalha em Balneário Camboriú – SC.
Sobre Rogério Rosa
Professor do ensino superior desde 2001, Rogério Rosa atualmente leciona na Udesc, credenciado como docente de História e vice coordenador do Programa de Pós-Graduação em História do Tempo Presente. Eleito presidente da ANPUH-SC (Associação Nacional de História seção Santa Catarina) para gestão de 2018-2020 e Membro do Corpo Editorial como Editor da Seção Fonte da Revista História, Ciências, Saúde – Manguinhos para os anos 2019-2022, atualmente coordena o Laboratório de Imagem e Som (LIS) da FAED/UDESC.
Desenvolve pesquisas na área de história e cultura política e visual, relações entre história e literatura, história da historiografia e movimentos sociais. Suas pesquisas tem como foco conflito rebelde ocorrido no sul do Brasil conhecido como Guerra do Contestado.
Serviço: Encontro virtual sobre Juliana Hoffmann, entornos
Data: 18 de novembro – quarta-feira Horário: 19h30 Local: Plataforma online Microsoft Teams (http://bit.ly/encontrosvirtuaisfcb) Participação gratuita
ESPAÇO FERNANDO BECK | 21 DE JULHO A 25 DE AGOSTO DE 2016
Uma fração do ambiente doméstico é deslocada de sua situação original para adquirir um novo significado: desenvolvimento de um pensamento sustentado no conceito de natureza-morta e estudo de composição na tradição da pintura. Sobressai a ideia de colecionar o que não se coleciona: a memória do acúmulo. Sheila Ortega é graduada em Artes Plásticas e mestre em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista. Natural de São Paulo/SP, é docente da Faculdade Paulista de Artes e do Centro Universitário Metropolitano de São Paulo.
#13, da Série ao alcançe da mão, 2016. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
#13, da Série ao alcançe da mão, 2016. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
#8, da Série ao alcançe da mão, 2014. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
#8, da Série ao alcançe da mão, 2014. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
#11, da Série ao alcançe da mão, 2015. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
#11, da Série ao alcançe da mão, 2015. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
Habitação #2, 2013. Vídeo, 13'24"
Habitação #2, 2013. Vídeo, 13'24"
Habitação #4, 2014. Vídeo, 11'30"
Habitação #4, 2014. Vídeo, 11'30"
Instalação Pequenos Acúmulos #6, da série Ao alcance da mão 2016. Ferro, alumínio, madeira, cerâmica, vidro, tecido, papelão, sisal e plástico, dimensões variáveis.
Instalação Pequenos Acúmulos #6, da série Ao alcance da mão 2016. Ferro, alumínio, madeira, cerâmica, vidro, tecido, papelão, sisal e plástico, dimensões variáveis.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
APRESENTAÇÃO
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Nesta exposição o trabalho da artista Sheila Ortega nos indaga sobre o ambiente que nos circunda. A artista nos transfere para diversos espaços: a cozinha, a sala, o quarto, a lavanderia como também para a rua, a cidade e espaços urbanos.
Os objetos escolhidos são comuns, facilmente identificáveis, pois pertencem ao nosso universo contemporâneo. O acúmulo e excesso desconstroem a unidade de cada objeto selecionado cuidadosamente, o resultado deste trabalho sugere um diálogo entre objetos, entre cores e composição, transcendendo suas características particulares e pertinentes às suas funções. A soma e o acúmulo formam nesta obra uma rede única de inter-relações visuais.
Os objetos são esvaziados de sua utilidade, arrancados de sua condição natural e adquirem um novo significado. É diante dessas considerações que a artista se questiona: “Por que nos afeiçoamos às coisas? Por que guardamos objetos e os acumulamos? Quais sentidos os objetos nos reservam? Por que guardamos tanta memória em forma de objetos? Quais são as memórias que dispomos para compor nossos manuais de sobrevivências”?
Quando a artista se pergunta a respeito do acúmulo de objetos, ao sentido que estes nos reservam, não há uma preocupação com os fatos em si, mas sim, com o significado que eles têm para o sujeito que o experimenta. A exposição Manual de Sobrevivência pode provocar reminiscências de um tempo particular, memórias e histórias que não têm como não passar pela emoção e afeto.
A mostra reúne 12 autorretratos do artista intitulados Preto de Alma Branca e Branco de Alma Preta. Criadas solitariamente em estúdio, as obras revelam seu rosto pintado ora de branco e com choro de lágrimas negras, ora em tom negro e lágrimas brancas. O projeto parte de um modo expositivo móvel para ser realizado em praças e calçadas de grande circulação. Na Escadaria e Jardins da Fundação, o artista provoca o público mediante conversas e reflexões sobre arte e racismo. Sérgio Adriano H é formado em Artes Visuais e mestre em Filosofia. Natural de Joinville/SC, o artista estuda e produz entre as cidades de Joinville/SC e São Paulo/SP.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
VEJA MAIS
VISITAÇÃO E CONTATO
SEGUNDA A SEXTA | 13 ÀS 19H* Todas as atividades são gratuitas.