Debate virtual promovido pelo Cineclube Fundação Cultural BADESC e a Escola Brasileira de Psicanálise – Seção Sul, será sobre o filme Réquiem para a Senhora J
No dia 20 de novembro a Sessão Psicanálise vai ao cinema online, promovida pelo Cineclube Fundação Cultural BADESC, em parceria com a Escola Brasileira de Psicanálise (EBP) – Seção Sul, vai debater sobre o filme sérvio Réquiem para a Senhora J. O encontro é gratuito e pode ser acompanhado pelo Canal do Youtube da Fundação – https://bit.ly/canalFCBADESC, a partir das 19h.
O filme, que se passa em Belgrado, capital da Sérvia, apresenta a falta de perspectiva e a burocracia de um país que atravessa diversas crises políticas, sentidas principalmente pela classe trabalhadora. E neste turbilhão está Jelena. Após perder o marido, ela acredita que já viveu o suficiente e decide que no aniversário da morte do esposo vai tirar a própria vida. Mas, antes ela precisa resolver uma série de coisas.
A cineasta e curadora do Cineclube, Vanessa Sandre, recebe na live para debater sobre o filme três convidados. Os debatedores desta edição são: Artur Cipriani, psicanalista e participante da EBP, Eliana Motta Lopes, psicanalista e participante da EBP e Alana Tedesco, psicanalista e formanda em Filosofia (UFSC).
Antes do encontro, e também para que o público possa interagir e participar do debate, a sugestão é de que o filme seja assistido. Ele está disponível gratuitamente na plataforma do Sesc São Paulo, que apresenta uma série dedicada à sétima arte, o Cinema #EmCasaComSesc, com exibição gratuita de filmes em streaming e curadoria do CineSesc. O filme pode ser acessado no link https://bit.ly/36JQklP.
Réquiem para a Senhora J
(Rekvijem za gospodju J) de Bojan Vuletic. Sérvia, Bulgária, Macedônia, Rússia, França. 2015. 93 minutos. Drama. 14 anos.
Sinopse: Perdida em uma profunda melancolia após a morte de seu marido e a perda de seu emprego, Jalena planeja se suicidar. Mas antes ela precisa resolver uma série de coisas.
Serviço: Sessão Psicanálise vai ao Cinema online debate o filme Réquiem para a Senhora J
Data: 20 de novembro – sexta-feira Horário: 19h Local: Canal da Fundação Cultural BADESC no YouTube – https://bit.ly/canalFCBADESC Evento Gratuito
Sinopse: Perdida em uma profunda melancolia após a morte de seu marido e a perda de seu emprego, Jalena planeja se suicidar. Mas antes ela precisa resolver uma série de coisas.
Apropriando-se de materiais usados em trabalho por terceirizados, a exposição aborda movimentos da história da arte representando em seu conteúdo o empobrecimento de uma sociedade guiada pelo acúmulo de posse e organizada em setores estabelecidos em todas as ordens sociais, reconfiguradas no Brasil dos últimos anos. Bruno Storni e Renato Maretti são formados em Artes Plásticas pela Fundação Armando Alvares Penteado, com atuação em São Paulo/SP.
Homem Branco, Bruno Storni, 2012. Impressão Fotográfica, 75x100cm.
Homem Branco, Bruno Storni, 2012. Impressão Fotográfica, 75x100cm.
Desvio para o amarelo, Bruno Storni, 2015. Livro de pano de pia e luva de borracha, dimensões variadas.
Desvio para o amarelo, Bruno Storni, 2015. Livro de pano de pia e luva de borracha, dimensões variadas.
Natureza morta, Bruno Storni, 2015. Quadro de avisos e pano de pia, 82x70cm.
Natureza morta, Bruno Storni, 2015. Quadro de avisos e pano de pia, 82x70cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
Panos, Renato Maretti, 2015. Tinta óleo sobre tela, 38x30cm, 22x25cm e 19x26cm.
Panos, Renato Maretti, 2015. Tinta óleo sobre tela, 38x30cm, 22x25cm e 19x26cm.
Horizontalização, Renato Maretti, 2015. Gelo falso, madeira e pregos, 16x12cm.
Horizontalização, Renato Maretti, 2015. Gelo falso, madeira e pregos, 16x12cm.
2,25, Renato Maretti, 2015. Tinta óleo sobre tela, 12,5x18cm.
2,25, Renato Maretti, 2015. Tinta óleo sobre tela, 12,5x18cm.
Modelos, Renato Maretti, 2015. Lápis de cor preto sobre papel de caderno, 12x16,5cm cada.
Modelos, Renato Maretti, 2015. Lápis de cor preto sobre papel de caderno, 12x16,5cm cada.
Fatura Têxtil, Bruno Storni, 2013. Cobertor sobre tela, 165x100cm.
Fatura Têxtil, Bruno Storni, 2013. Cobertor sobre tela, 165x100cm.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
APRESENTAÇÃO
Panos, Renato Maretti, 2015. Tinta óleo sobre tela, 38x30cm, 22x25cm e 19x26cm.
Fatura Têxtil, Bruno Storni, 2013. Cobertor sobre tela, 165x100cm.
Objetos e materiais cotidianos de limpeza e higiene, em ‘Setor Terciário’, aparecem como elementos estéticos, suportes e como o próprio trabalho.
Um livro totalmente amarelo, para ser visto/lido com luvas de limpeza amarelas em um desvio para o amarelo, citando Cildo Meirelles. Um simulacro de espelho plástico e copos hiperrealistas se apresentam como reais, ao nos aproximarmos, os objetos se revelam como ilusões.
O espectador não se vê no espelho de tela branca. Uma escultura em forma de pirâmide é feita de gelo falso, que assim como a divisão de classes no real só se propõe a horizontalidade, mas permanece como promessa. Uma paisagem fria, uma natureza morta com textura e camadas de cores com pano de limpeza e cobertor de mendigo.
Outras duas paisagens, uma de palavras, de sacos de lixos pretos e azuis, tríade de colagem das paisagens do que é passado. O homem branco perde a identidade com papéis higiênicos que cobrem seu rosto e sua cara. Durante a
exposição dos trabalhos, os artistas se colocam como performers, se colocam na mesma condição dos materiais, como agentes responsáveis em realizar o serviços que ninguém que fazer.
Todos os trabalhos tocam o cotidiano das pessoas comuns e principalmente as que são do ‘setor terciário’. Como na arte povera a fatura está ligada a matéria pobre e descartável, indicando as relações entre os materiais de limpeza e o pensamento artístico sobre esses materiais no meio real.
O gesto dos artistas em transportar e organizar esses objetos destes modos coloca em discussão outros modos de pensar a pintura e a instalação. No caso de ‘Panos’ e ‘Desvio para o amarelo’, de pensar também o ready made, desprezando as noções comuns à arte e à pintura histórica como estilo ou manufatura do objeto de arte e se refere primariamente à ideia e sua utilidade.
‘Setor terciário’ permite pensar na fatura e no conteúdo, pois provoca movimentos e categorias da história da arte de maneira contemporânea, considerando os materiais domésticos que representam sua crítica ao empobrecimento de uma sociedade guiada pelo acúmulo de posse e organizada em setores estabelecidos em todas as ordens sociais.
ESPAÇO FERNANDO BECK | 09 DE JUNHO A 14 DE JULHO DE 2016
A exposição articula proposições artísticas que abordam elementos de diferentes espaços vivenciados nas cidades por meio de experimentos gráficos, inscrições, deslocamentos e reorganização de fragmentos urbanos dispersos. Diego Passos é mestre em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Juliano Ventura é graduado no Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e mestre em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina. Ambos são coeditores da edicoes agua para cavalos.
Monumento, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013-2014. Publicação em fotocópia, 29,7x42cm.
Monumento, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013-2014. Publicação em fotocópia, 29,7x42cm.
Monumento, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013-2014. Publicação em fotocópia, 29,7x42cm.
Monumento, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013-2014. Publicação em fotocópia, 29,7x42cm.
Monumento, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013-2014. Fotografia 35mm, pôster, 120x103cm
Monumento, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013-2014. Fotografia 35mm, pôster, 120x103cm
Imágenes de Cali, Juliano Ventura, 2012. Instalação com 99 fotocópias, dimensões variáveis.
Imágenes de Cali, Juliano Ventura, 2012. Instalação com 99 fotocópias, dimensões variáveis.
Ilha Shopping - Água Show, Juliano Ventura, 2015. Cartaz em fotocópia, 42x29,7cm.
Ilha Shopping - Água Show, Juliano Ventura, 2015. Cartaz em fotocópia, 42x29,7cm.
Obra, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013. Cartaz em fotocópia, 42x29,7cm.
Obra, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013. Cartaz em fotocópia, 42x29,7cm.
Sem título, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013. Fotografia 35mm, pôster, 52x35cm.
Sem título, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013. Fotografia 35mm, pôster, 52x35cm.
Azulejo, Diego Passos, 2012. Impressão montada em backlite, 24x32x12cm.
Azulejo, Diego Passos, 2012. Impressão montada em backlite, 24x32x12cm.
Canteiro, Diego Passos, 2012. Fotografias 35mm, pôsteres, 75x50cm cada.
Canteiro, Diego Passos, 2012. Fotografias 35mm, pôsteres, 75x50cm cada.
Canteiro, Diego Passos, 2012. Fotografias 35mm, pôsteres, 75x50cm cada.
Canteiro, Diego Passos, 2012. Fotografias 35mm, pôsteres, 75x50cm cada.
Azulejo, Diego Passos, 2012. Instalação com fragmentos de azulejos azuis encontrados, dimensões variáveis.
Azulejo, Diego Passos, 2012. Instalação com fragmentos de azulejos azuis encontrados, dimensões variáveis.
Azulejo (detalhe), Diego Passos, 2012. Instalação com fragmentos de azulejos azuis encontrados, dimensões variáveis.
Azulejo (detalhe), Diego Passos, 2012. Instalação com fragmentos de azulejos azuis encontrados, dimensões variáveis.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura (3)
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura (3)
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
APRESENTAÇÃO
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Obra articula recortes da produção de dois artistas que têm colaborado sistematicamente em projetos e ações, abordando elementos e emergências de diferentes espaços vivenciados nas cidades.
Destaca-se, nessa aproximação, a persistência de procedimentos com a caminhada, a coleta, a escrita, a fotografia e a fotocópia, desdobrados a partir de situações específicas em experimentos gráficos, inscrições, deslocamentos e reorganização de fragmentos urbanos dispersos.
A obra é pensada como extensão conceitual e material do gesto. Obra não como dado bruto, mas um movimento de instauração de modos de agir voltado ao mundo vivido e exposto a atravessamentos, contaminações, embates.
As obras tratam de investigações como objeto-roupa-pintura-escultura e fotoperformance. O trabalho é permeado por questões do disforme, repetição, maleabilidade, pensadas a partir dos conceitos de nomadismo e sedentarismo. Subjetividades que possuem referência na experiência laboral em uma fábrica têxtil, cuja observação da árdua rotina transparece na pintura sob insinuações de graxa e sangue. Diane Sbardelotto é formada em Artes Visuais pela Universidade Comunitária da Região de Chapecó e Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Natural de Tigrinhos/ SC, vive e produz em Porto Alegre/RS.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto. O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto (20)
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto. O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto (20)
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
APRESENTAÇÃO
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
De repente se deu conta do descompasso entre o desejo de se determinar o espaço das árvores e o curso próprio da liberdade dessas. A circunscrição de metal esperava um corpo não tão esguio, ora, havia a expectativa de que se tornasse bojuda, farta em seu preenchimento. Mas nem por isso. O resultado fora o inicial esgarçamento do metal. Ele poderia ser arrebentado e a liberdade diria basta à idealidade roubadora da expansão. O resultado, porém, é a fusão da carne da árvore a engolir a ferragem, a deixá-la existir. O tronco se mescla à imaginação restritiva, a existência arbórea se torna o vestido do esqueleto que passa a envolver. A planta se faz roupa anômala do corpo que lhe fora imposto.
ESPAÇO FERNANDO BECK | 01 DE SETEMBRO A 13 DE OUTUBRO DE 2016
O artista apresenta um conjunto de trabalhos em que explora questões relacionadas a história da pintura e ao universo doméstico, a partir de questionamentos sobre gêneros como paisagem e natureza morta, transpassando-os. Realiza diversos tipos de operações no plano pictórico que culminam com a criação de um espaço fictício. Gilson Rodrigues é formado em Pintura pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais e em Artes Visuais pela Universidade Estadual de Minas Gerais, vive e trabalha em Belo Horizonte/MG.
O cortejo, 2016. Técnica mista sobre lona. 140x150cm.
O cortejo, 2016. Técnica mista sobre lona. 140x150cm.
O cortejo | detalhe, 2016. Técnica mista sobre lona. 140x150cm.
O cortejo | detalhe, 2016. Técnica mista sobre lona. 140x150cm.
Lição de pintura, bandejas e pinturas, 2015. Dimensões variáveis.
Lição de pintura, bandejas e pinturas, 2015. Dimensões variáveis.
Passeio, 2016. Técnica mista sobre lona, 140x150cm e 15x20cm.
Passeio, 2016. Técnica mista sobre lona, 140x150cm e 15x20cm.
Passeio | detalhe, 2016. Técnica mista sobre lona, 140x150cm e 15x20cm.
Passeio | detalhe, 2016. Técnica mista sobre lona, 140x150cm e 15x20cm.
Passeio | detalhe, 2016. Técnica mista sobre lona, 140x150cm e 15x20cm.
Passeio | detalhe, 2016. Técnica mista sobre lona, 140x150cm e 15x20cm.
Marinha, 2016. Técnica mista sobre lona, 83x95cm e 167x125cm.
Marinha, 2016. Técnica mista sobre lona, 83x95cm e 167x125cm.
Arranjos em ambiente amplo, 2015. Óleo sobre tela, díptico, 30x20 e 40x20cm.
Arranjos em ambiente amplo, 2015. Óleo sobre tela, díptico, 30x20 e 40x20cm.
Pendente na paisagem, 2015. Óleo sobre tela díptico, 20x30cm e 30x20cm.
Pendente na paisagem, 2015. Óleo sobre tela díptico, 20x30cm e 30x20cm.
Plantio direto, 2015. Óleo sobre tela, 66X126cm.
Plantio direto, 2015. Óleo sobre tela, 66X126cm.
Replantio e propagação, 2015. Acrílica e óleo sobre lona, 300x160cm.
Replantio e propagação, 2015. Acrílica e óleo sobre lona, 300x160cm.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
APRESENTAÇÃO
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
O artista apresenta um trabalho de gabinete de colecionador de estampas no qual a natureza se insere insidiosa, como uma força destrutiva que não pode ser evitada. Uma arte de ruínas que nos adverte sobre o supremo artifício de seu fazer. Massas sólidas e chapadas de cor densa e opaca e empastes grumosos de cores vibrantes alternam entre delicadas campinas, sobre relva viçosa, nos céus de azuis líquidos.
Há uma ausência, porém, que se adivinha além das visões que o artista nos oferece e que, talvez, seja o verdadeiro assunto destas pinturas. Nas imagens que perambulam estão os campos e os rios, os céus e as árvores, as mudas, os vasos e as flores, um casal de proprietários sem rosto, as xícaras e os talheres … Mas onde estão os armários, os móveis, onde está a casa?
A palavra nostalgia, estado de tristeza causado pela distância do lar, foi criada pelo médico suíço J.J. Harder, em 1678. A nostalgia é um sentimento de perda e deslocamento, é a saudade de um lugar que não mais existe ou que nunca existiu. A imagem da nostalgia, afirma Svetlana Boym, constitui-se como uma superposição de duas imagens: o solo natal e o estrangeiro, o passado e o presente, o sonho e a vida cotidiana.
Ao intentar conjugar essas imagens em uma, a moldura explode e os fragmentos se espalham. Gilson Rodrigues nos oferece, nos seus trabalhos, o instante da dispersão.
ESPAÇO FERNANDO BECK | 20 DE OUTUBRO A 24 DE NOVEMBRO DE 2016
Fusão entre desenho e ação, executada a quatro mãos ao longo de 12 sessões de 2 a 3 horas cada, a série acompanha um vídeo-performance preparado para ouvir o ato de desenhar. Marcelino Peixoto é formado em Pintura e mestre em Artes Visuais. Professor de Desenho do curso de Artes Plásticas da Escola Guignard e integrante do coletivo Xepa. Luis Arnaldo é graduado em Arquitetura e Urbanismo pela universidade Federal de Minas Gerais e em Artes Plásticas pela Universidade Estadual de Minas Gerais. Ambos atuam em Belo Horizonte/MG.
Desenho de Tempo #2, 2h00’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #2, 2h00’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #4, 2h17’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #4, 2h17’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #5, 2h30’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto
Desenho de Tempo #5, 2h30’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto
Desenho de Tempo #6, 2h10’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #6, 2h10’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #8, 2h15’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #8, 2h15’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #9, 2h27’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #9, 2h27’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #10, 1h54’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #10, 1h54’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #11, 2h15’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #11, 2h15’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #12, 2h06’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #12, 2h06’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Pequenas audições, 2016. Vídeo, 01h39’58”. Captação de imagem por Bernardo Zama, captação de áudio por Julia Baumfeld, edição por Luis Arnaldo.
Pequenas audições, 2016. Vídeo, 01h39’58”. Captação de imagem por Bernardo Zama, captação de áudio por Julia Baumfeld, edição por Luis Arnaldo.
Exposição Partituras, Luiz Analdo e Marcelino Peixoto.
Exposição Partituras, Luiz Analdo e Marcelino Peixoto.
Exposição Partituras, Luiz Analdo e Marcelino Peixoto.
Exposição Partituras, Luiz Analdo e Marcelino Peixoto.
Exposição Partituras, Luiz Analdo e Marcelino Peixoto.
Exposição Partituras, Luiz Analdo e Marcelino Peixoto.
Exposição Partituras, Luiz Analdo e Marcelino Peixoto.
Exposição Partituras, Luiz Analdo e Marcelino Peixoto.
Exposição Partituras, Luiz Analdo e Marcelino Peixoto.
Exposição Partituras, Luiz Analdo e Marcelino Peixoto.
Exposição Partituras, Luiz Analdo e Marcelino Peixoto.
Exposição Partituras, Luiz Analdo e Marcelino Peixoto.
APRESENTAÇÃO
Desenho de Tempo #2, 2h00’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenhos são fatos documentais. Diante deles somos convocados a refazer os atos do desenhista, em gestos e intensidades, tornando presente, então, o corpo, o tempo e a matéria necessários à sua construção. Trata-se de uma espécie de carta com andamento, que por localizar as ações no tempo constitui-se de um espaço.
Os suportes dos desenhos que compõem a exposição podem, por exemplo, apresentar as sujidades das mãos e braços impregnados de pó de grafite que sobre eles se arrastaram; ou as linhas que servem a delimitação das manchas tonais; ou mesmo a mancha monotonal que, solta no branco do papel, sem seus pares, nada representa. Em todos estes delitos o que vemos são restos. Algo que se mostra responsável por evidenciar um evento passado.
Parece inevitável então pensarmos em cada desenho como um Acontecimento: um encadeamento de ações, uma única ação repentina, ou mesmo uma ação que se arrasta indeterminadamente. Nele, cada novo ato resulta em um novo resíduo que cumpre o papel de rearranjar o espaço, conferindo-lhe especificidade de lugar.
Cada um dos desenhos que compõem a série Desenho de tempo foi executado a quatro mãos numa sessão de trabalho, com durações pré-determinadas. A demarcação temporal de cada sessão e sua súbita interrupção são responsáveis por deixá-los inacabados. O que, se por um lado, aponta para um esfacelamento da representação, por outro permite a visualização de tudo aquilo que serviu à construção da imagem, contribuindo à restituição do Acontecimento.
Em Pequenas audições, restituir os atos, reencená-los, é um modo de tornar presente aquilo que é latente em um desenho. É, num primeiro passo e no mínimo, contemplar a importância do Acontecimento para a construção de um lugar, e de sua condição de existência para o Desenho.
JOVENS ARTISTAS: ARTE CONTEMPORÂNEA EM SANTA CATARINA
DOS DESVIOS E DO DESVER
FRAN FAVERO, GABI BRESOLA, GIOVANA WERUTSKY, JOANA AMARANTE, JOÃO LAZARO, JONATHAN HOLDORF, LETÍCIA RECH, MANUELA VALLS, MARIA LUIZA SUMIENSKI, MARIANA BERTA, PATRÍCIA GALELLI, PRISCILA COSTA OLIVEIRA, RACHEL LIMA, RAFAEL NUNES, RICARDO SOMMER, RODRIGO BORN E SEBASTIÃO G. BRANCO, ANA MONARI E DIANA CHIODELLI, JAN M., ISADORA STÄHELIN, ANA GALLAS, LEANDRO SERPA, SARAH URIARTEE SUSANO CORREIA.
CURADORIA DE ALEXANDRE SEQUEIRA, GABRIELA CAETANO D’AMOREIRA, LUCILA HORN E RAQUEL STOLF.
ESPAÇO FERNANDO BECK | 12 DE ABRIL A 11 DE MAIO DE 2018
A exposição, resultado de projeto contemplado pelo prêmio Elisabete Anderle 2017, reúne obras de 26 artistas de até 35 anos que atuam no cenário da arte contemporânea no Estado, com o objetivo de ampliar a inserção de artistas jovens no sistema e nos espaços culturais catarinenses, nacionais e internacionais. Instalação virtual, impressão gráfica, fotografia, fotomontagem, colagem, objeto artístico, pintura em óleo sobre tela, aquarela, nanquim, gravura, performance/instalação, vídeo, livro de artista e bordado integram a mostra, que também passa pelas cidades de Joinville, Lages e Chapecó.
Ana Gallas, Desconstrução 1, 2017. Bordado sobre tecido, 62x30cm.
Ana Gallas, Desconstrução 1, 2017. Bordado sobre tecido, 62x30cm.
Ana Monari, Série Anônimos: Fragmentos, 2018. Impressão fotográfica sobre tecido voal, 30x40cm cada.
Ana Monari, Série Anônimos: Fragmentos, 2018. Impressão fotográfica sobre tecido voal, 30x40cm cada.
Diana Chiodelli, Casa Memória, 2017. Instalação, 200x200cm.
Diana Chiodelli, Casa Memória, 2017. Instalação, 200x200cm.
Fran Favero, Jardins, 2017. Fotomontagem a partir de apropriação fotográfica, 35x40cm cada.
Fran Favero, Jardins, 2017. Fotomontagem a partir de apropriação fotográfica, 35x40cm cada.
Gabi Bresola, Superficialidade da cartografia, 2018. Instalação: objeto e vídeo, 180x100cm.
Gabi Bresola, Superficialidade da cartografia, 2018. Instalação: objeto e vídeo, 180x100cm.
Giovana Werutsky, Em água/em terra, 2017. Livro de artista/ vídeo, 160x150cm.
Giovana Werutsky, Em água/em terra, 2017. Livro de artista/ vídeo, 160x150cm.
Jan M.O., O amor é como um espelho, 2017. Objeto, 13,2x12x25,5cm.
Jan M.O., O amor é como um espelho, 2017. Objeto, 13,2x12x25,5cm.
Joana Amarante, 1. Não dormi [...] 7. Voltei a sonhar com dragões, 2017. Fotografia, 33x33cm cada. *
Joana Amarante, 1. Não dormi [...] 7. Voltei a sonhar com dragões, 2017. Fotografia, 33x33cm cada. *
João Lazaro, Livre reportagem 3, 2018. Performance, 200x100cm.
João Lazaro, Livre reportagem 3, 2018. Performance, 200x100cm.
João Lazaro, Livre reportagem 3, 2018. Performance, 200x100cm.
João Lazaro, Livre reportagem 3, 2018. Performance, 200x100cm.
Jonathan Holdorf, Paisagens Flutuantes, 2017. Fotografia, 60x60 cada.
Jonathan Holdorf, Paisagens Flutuantes, 2017. Fotografia, 60x60 cada.
Jonathan Holdorf, Paisagens Flutuantes, 2017. Fotografia, 60x60 cada.
Jonathan Holdorf, Paisagens Flutuantes, 2017. Fotografia, 60x60 cada.
Kim Coimbra, Exercício de escrita (lápis), 2017. Fotografia, 29,7x21cm.
Kim Coimbra, Exercício de escrita (lápis), 2017. Fotografia, 29,7x21cm.
Leandro Serpa, O Jogo do Golpe, 2017. Edição e impressão gráfica, 6x9cm cada carta.
Leandro Serpa, O Jogo do Golpe, 2017. Edição e impressão gráfica, 6x9cm cada carta.
Letícia Rech, Manuela Valls e Rachel Lima Bitucas, 2017. Colagem de cigarros sobre painel de madeira, 85x58,5cm.
Letícia Rech, Manuela Valls e Rachel Lima Bitucas, 2017. Colagem de cigarros sobre painel de madeira, 85x58,5cm.
Maria Luiza Sumienski, Contra-senha, 2017. Costura de fio dourado sobre impressão fotográfica, 57,5x42cm.
Maria Luiza Sumienski, Contra-senha, 2017. Costura de fio dourado sobre impressão fotográfica, 57,5x42cm.
Mariana Berta, Orientação educacional I Olvidos dos homens de pedra, 2017. Performance/ Instalação, 250x250cm.
Mariana Berta, Orientação educacional I Olvidos dos homens de pedra, 2017. Performance/ Instalação, 250x250cm.
Patrícia Galelli, Um livro é uma carne falsa I, II e III, 2018. Nanquim sobre papel vegetal e liquid paper, 29,7x21cm. **
Patrícia Galelli, Um livro é uma carne falsa I, II e III, 2018. Nanquim sobre papel vegetal e liquid paper, 29,7x21cm. **
Patrícia Galelli, Um livro é uma carne falsa I, II e III, 2018. Nanquim sobre papel vegetal e liquid paper, 29,7x21cm. **
Patrícia Galelli, Um livro é uma carne falsa I, II e III, 2018. Nanquim sobre papel vegetal e liquid paper, 29,7x21cm. **
Priscila Costa Oliveira, Na terra do nunca, 2017. Foto colagem, 30x43cm cada.
Priscila Costa Oliveira, Na terra do nunca, 2017. Foto colagem, 30x43cm cada.
Rachel Lima, Tentativa de fala, 2017. Vídeo, TV tubo e DVD.
Rachel Lima, Tentativa de fala, 2017. Vídeo, TV tubo e DVD.
Rafael Nunes, Confessionário, 2017. Vídeo, 2’09’’, 16:9 – 720p.
Rafael Nunes, Confessionário, 2017. Vídeo, 2’09’’, 16:9 – 720p.
Ricardo Sommer, “fog” e “22”, 2017. Aquarela e grafite sobre papel, 60x60cm cada.
Ricardo Sommer, “fog” e “22”, 2017. Aquarela e grafite sobre papel, 60x60cm cada.
Rodrigo Born, Desvio à esquerda, 2018. Instalação virtual, 250x250cm.
Rodrigo Born, Desvio à esquerda, 2018. Instalação virtual, 250x250cm.
Sarah Uriarte, Títulos de Esmalte, 2017-2018. Fotografia, 5 fotos e caixa de vidro com 24x18cm cada.
Sarah Uriarte, Títulos de Esmalte, 2017-2018. Fotografia, 5 fotos e caixa de vidro com 24x18cm cada.
Sebastião G. Branco, Interprivado, 2017. Matrizes de xilogravura em MDF, 161x88cm.
Sebastião G. Branco, Interprivado, 2017. Matrizes de xilogravura em MDF, 161x88cm.
Susano Correia, Homem tocado pelo desejo de tocar, 2017. Óleo sobre tela, 50x70cm.
Susano Correia, Homem tocado pelo desejo de tocar, 2017. Óleo sobre tela, 50x70cm.
Exposição Jovens Artistas - Arte Contemporânea em Santa Catarina: dos desvios e do desver.
Exposição Jovens Artistas - Arte Contemporânea em Santa Catarina: dos desvios e do desver.
Exposição Jovens Artistas: Arte Contemporânea em Santa Catarina | dos desvios e do desver.
Exposição Jovens Artistas: Arte Contemporânea em Santa Catarina | dos desvios e do desver.
Exposição Jovens Artistas: Arte Contemporânea em Santa Catarina | dos desvios e do desver.
Exposição Jovens Artistas: Arte Contemporânea em Santa Catarina | dos desvios e do desver.
Exposição Jovens Artistas: Arte Contemporânea em Santa Catarina | dos desvios e do desver.
Exposição Jovens Artistas: Arte Contemporânea em Santa Catarina | dos desvios e do desver.
Exposição Jovens Artistas: Arte Contemporânea em Santa Catarina | dos desvios e do desver.
Exposição Jovens Artistas: Arte Contemporânea em Santa Catarina | dos desvios e do desver.
Exposição Jovens Artistas: Arte Contemporânea em Santa Catarina | dos desvios e do desver.
Exposição Jovens Artistas: Arte Contemporânea em Santa Catarina | dos desvios e do desver.
Exposição Jovens Artistas: Arte Contemporânea em Santa Catarina | dos desvios e do desver.
Exposição Jovens Artistas: Arte Contemporânea em Santa Catarina | dos desvios e do desver.
* Título completo da obra de Joana Amarante: 1.Não dormi, 2.Sonhei com dragões, tormentas, voos rasantes e dragões, 3.Sonhei com tanques de guerra, bares e mensagens cifradas, 4.Sonhei com viagens, atrasos e dias retirados do calendário, 5.Sonhei comigo, 6.Sonhei que me perdia de novo no meio de mulheres monstros, 7.Voltei a sonhar com dragões, 2017. Fotografia, 33x33cm cada.
** Título completo da obra de Patrícia Galelli: Um livro é uma carne falsa I – um livro é uma carne falsa, Um livro é uma carne falsa II – motor de desenhar escrita, Um livro é uma carne falsa III – leitor de vitrine, 2018. Nanquim sobre papel vegetal e liquid paper, 29,7x21cm.
APRESENTAÇÃO
Exposição Jovens Artistas: Arte Contemporânea em Santa Catarina | dos desvios e do desver.
Exposição Jovens Artistas: Arte Contemporânea em Santa Catarina | dos desvios e do desver.
Pois minha imaginação não tem estrada.
E eu não gosto mesmo da estrada. Gosto do desvio e do desver.
Manoel de Barros
A exposição apresenta trabalhos que atravessam contextos heterogêneos, que estremecem questões e flexões. O que resta, o que rastreia e o que incide, o que se apaga e se acende, quase ao mesmo tempo. O que (se) fisga e pulsa, das cidades, dos corpos, das falas e entre-falas, dos trajetos, dos jardins, das opacidades, dos intervalos, das tentativas, dos vultos e dos mapas. Entre desver e desvios, estremece alguma procura, alguma escuta e inflexão.
Dos desvios e do desver é uma exposição que permite um encontro de muitos temas e reflexões. Do jogo político atual, das questões de gênero, da sempre atual relação entre texto e imagem, dos assuntos da cidade, de outras flexões e psicologias existentes em nossa sociedade. De tudo aquilo que é atual e vivo. Como uma possibilidade de o público perceber suas próprias inquietações e de estar em um espaço para se (re)pensar o momento atual que vivemos. Seja através dos desvios que a imagem oferece, ou do desver de tudo aquilo que já é visto.
Uma das buscas constantes de todo(a) artista está em tatear em torno de uma intenção de (re)significar o mundo. Cabe o desafio de vislumbrar e articular uma gama de gestos que, quando reunidos, apresentam entre si diferenças capazes de nos libertar do senso comum da representação a qual, por vezes, estamos submetidos. Desse modo, assim que a imagem se revela e se confirma como ela própria, nos fornece de maneira irrecusável a feição e os contornos de um universo de sentidos.
No contexto dos desvios e do desver é concebível a arte como posicionamento político, questionadora de valores pré-estabelecidos. Dimensão assumida não na concepção de uma “arte engajada” como a dos anos 1960, mas como uma atitude poética necessária no momento recente. Postura que, na jovem arte contemporânea catarinense constitui-se como resistência aos poderes e padrões instituídos e/ou nos processos de encontro com o outro e consigo mesmo.
Ministrada pela professora doutora Ana Lúcia Beck, a aula online Louise Bourgeois – tramas de arte e vida será no dia 17 de novembro
Annie Leibovitz, b.1949 | Louise Bourgeois, New York | 1997 | IMMA Collection
Louise Bourgeois – tramas de arte e vida é tema da aula aberta promovida pela Fundação Cultural BADESC em parceria com a Graduação em Artes Visuais da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e o Museu da Escola Catarinense (MESC). O encontro online gratuito acontece a partir das 19h00 da terça-feira, dia 17 de novembro.
A Profa. Dra. Ana Lúcia Beck, vai abordar no encontro aspectos introdutórios à vida e obra da artista plástica franco-americana Louise Bourgeois. A aula, que também contará com a interlocução do professor Edson Macalini, será transmitida através da plataforma Zoom, para quem fizer a inscrição. Já a transmissão aberta acontece neste link http://bit.ly/AnaBeckcanal.
As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas no formulário disponível neste link bit.ly/BourgeoisPalestra. Os participantes inscritos vão receber certificação.
A atividade integra a disciplina Desenho como Expressão, ministrada pelas professoras Ana Lúcia Beck a Marta Martins no Curso de Artes Visuais da UDESC, e faz parte das atividades do Projeto Integrado deste.
Sobre Ana Lúcia Beck
Membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA), da Associação Brasileira de Pesquisadores em Artes Plásticas (ANPAP) e da Sociedade Europeia de Literatura Comparada, Ana Lúcia Beck é Bacharel em desenho, Mestra em Teoria, História e Crítica de Arte e Doutora em Estudos Literários pela UFRGS, realizou estágio doutoral no King’s College em Londres e pós-doutorado junto ao PPGAV/UDESC, pesquisando a atuação de Lindolf Bell na crítica de arte. Após 13 anos de experiência com ensino universitário no Rio Grande do Sul, hoje atua como professora no Curso de Artes Visuais da UDESC e também na USAC. Integra o grupo de pesquisa “História da Arte: Imagem-Acontecimento”, cadastrado junto ao CNPq, sob liderança de Sandra Makowiecky e Rosângela Cherem. Recentemente, o grupo lançou a obra “Passado-Presente em Quadros: uma antologia da história da arte em Santa Catarina” para a qual Ana Lúcia contribuiu com cinco capítulos.
Sobre Edson Macalini
Artista Visual. Doutorando em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC/PPGAV. Mestre em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC/PPGAV – 2014. Graduado em Licenciatura em Artes Visuais pela Faculdade de Artes do Paraná – FAP/UNESPAR – 2010. Atualmente é professor de desenho do Curso de Licenciatura em Artes Visuais pela Universidade Federal do Vale do São Francisco – UNIVASF/CARTES – Juazeiro/BA. Possui experiências como professor no ensino de artes visuais nas esferas: público e privado, ensino fundamental e médio, programas sociais e espaços de educação não-formal. Como artista visual, desenvolve trabalhos em poéticas artísticas com o desenho, gravura, coletas, narrativas, escritos, publicações independentes, livros de artistas, múltiplos, fotografias, instalações, intervenções urbanas e arte disseminativa.
Serviço: Aula aberta Louise Bourgeois – tramas de arte e vida Data: 17 de novembro, terça-feira Horário: das 19h às 21h30 Local: Plataforma virtual Zoom Transmissão ao vivo pelo YouTube http://bit.ly/AnaBeckcanal Inscrições gratuitas pelo bit.ly/BourgeoisPalestra
VISITAÇÃO E CONTATO
SEGUNDA A SEXTA | 13 ÀS 19H* Todas as atividades são gratuitas.