Mais de mil pessoas visitaram a Fundação Cultural BADESC em 2021

Desde maio de 2021, quando as portas da Fundação Cultural BADESC reabriram para visitação, até 14 de dezembro de 2021, mais de mil pessoas visitaram a instituição que fica localizada no Centro de Florianópolis.

Para a diretora geral da Fundação, Margaret Waterkemper, esse é um número expressivo, se levarmos em conta a situação da pandemia.

“Durante a pandemia a Fundação se reinventou e conseguiu manter o seu compromisso com a cultura. Seja em eventos online, como por oportunizar a visitação de exposições de maneira virtual”, destaca a diretora.

Ao longo de 2021 foram apresentadas seis exposições inéditas, na qual o público pode visitar presencialmente e também conhecer o trabalho dos artistas virtualmente.

Aberta em 23 de novembro, a exposição Topologias da Imaginação: Residência Artística Fundação Cultural BADESC, que apresenta trabalhos de 10 artistas residentes em Santa Catarina, poderá ser visitada até 31 de março de 2022.

Inscrições para Edital 2022 da Fundação Cultural BADESC abrem em 26 de novembro

Quatro exposições vão ser selecionadas para o calendário do ano que vem; interessados podem se inscrever até 11 de fevereiro de 2022

A Fundação Cultural BADESC abre, em 26 de novembro, as inscrições para o Edital 2022. Podem ser inscritos projetos nas diferentes linguagens visuais, incluindo pintura, gravura, desenho, escultura, fotografia, objeto, instalação, videoarte, arte digital, entre outras possibilidades. As inscrições devem ser feitas no formulário disponível em bit.ly/EditalFundacaoBadesc2022 até 11 de fevereiro de 2022. No mesmo link é possível acessar o Edital completo.

De acordo com a diretora da Fundação, Margaret Waterkemper, vão ser selecionados quatro projetos para ocupar o Espaço Fernando Beck e cada um vai receber, de acordo com os termos do Edital, a quantia de R$ 1.200,00.
O resultado com os nomes dos selecionados será divulgado até 31 de março de 2022 no site da Fundação – www.fundacaoculturalbadesc.com.

Topologias da Imaginação é a nova exposição da Fundação Cultural BADESC

Dez artistas que moram em Santa Catarina vão apresentar, a partir de 23 de novembro, o resultado da Residência Artística realizado ao longo de 2021

  Chegou a hora dos dez artistas participantes da Residência Artística, projeto contemplado pelo Edital Elisabete Anderle 2020 e promovido pela Fundação Cultural BADESC, apresentarem os trabalhos desenvolvidos ao longo do ano. A exposição Topologias da Imaginação: Residência Artística Fundação Cultural BADESC pode ser visitada gratuitamente a partir das 13h da terça-feira, 23 de novembro de 2021. A partir das 19h30, da terça, será realizada uma live com os artistas e orientadores. O link estará disponível no site da Fundação.

               Participam desta edição, cinco artistas da Grande Florianópolis: Ana Soukef, Daniel Leão, Edson Macalini, Estela Camillo e Mila Kichalowski e outros cinco, Diana Chiordelli (Chapecó), Felipe da Costa (Blumenau), Flávia Scóz (Joinville), Jan M.O. (Joinville) e Mayara Voltolini (Brusque), que moram em outras cidades de Santa Catarina.

               Desde abril deste ano eles participam de encontros virtuais com orientação de Alexandre Sequeira, Carolina Ramos, Eneléo Alcides e Rosângela Cherem. Vão ser apresentados pinturas, desenhos, fotografias, instalações, vídeo instalação, vídeo perfomance, entre outras linguagens.

               O processo de desenvolvimento dos trabalhos segue a linha artística de cada participante e mostra a diversidade da arte contemporânea. Para os orientadores do projeto, a mostra é uma oportunidade para falar sobre arte e instigar o processo artístico.

               “A exposição é o resultado de dez processos criativos diferentes, pensados e repensados a partir da troca de experiências entre os artistas e das provocações estruturadas pelos orientadores. São sensibilidades distintas que tiveram a oportunidade de conviver e produzir ao longo de 2021”, destaca Eneléo.

A Fundação Cultural BADESC fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis e a exposição poderá ser visitada de terça a sábado, das 13h às 18h, até 31 de março de 2022.

Palavra Tomada, do artista Sérgio Adriano H, será exposto na Fundação Cultural BADESC, em Florianópolis

Projeto premiado no Edital Elisabete Anderle vai circular por 10 cidades de SC entre os dias 9 a 27 de novembro

Um dos artistas mais importantes de Santa Catarina, Sérgio Adriano H, que vive e atua entre Joinville/SC e São Paulo/SP, usufrui os resultados de intenso trabalho em 20 anos de carreira e encerra 2021 em alta. Tanto que neste mês volta a circular por 10 cidades de Santa Catarina com o projeto “Palavra Tomada”, premiado no Edital Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura – Artes 2019. A jornada começa em 9 de novembro, na Fundação Cultural BADESC, em Florianópolis. A exposição gratuita acontece das 10h às 15h, na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro da Capital.

O projeto vai passar ainda por Criciúma (10/11), São José (11/11), Itajaí (12/11), Chapecó (13/11), Joinville (16/11), Jaraguá do Sul (17/11), Blumenau (23/11), São Francisco do Sul (24/11) e em Lages (27/11). A programação completa com horários e locais está disponível no https://sergioadrianoh.wixsite.com/palavratomada.

O programa de estímulo à cultura, do governo do Estado, obtido por Sérgio em 2014, 2017, 2019 e 2020, assegura experiência na estruturação profissional da carreira, expande as ressonâncias de sua representatividade na arte contemporânea e ajuda a estabelecer parcerias em favor da circulação dos trabalhos, da reflexão e produção de conhecimento.

Nessa perspectiva, a descentralização das ações proposta pelo edital se ajusta aos interesses do artista que aprecia estar nas ruas, onde expõe nas calçadas, nas escadarias, em lugares movimentados. No começo da trajetória, como um mascate, carrega as obras dentro de um conjunto de malas transportado por um carrinho de duas rodas.

“Ultrapassar fronteiras de espaço, expectativas, cores, credos, classes sociais e instituições intelectuais é um dos fundamentos da minha arte. Mais que uma escolha, é o que me move”, explica o artista que ressalta que os projetos são baseados em falar com pessoas.

Papel político

A exposição “Palavra Tomada” afirma-se num contexto de resistência. Embasa o projeto com dados estarrecedores da atual realidade brasileira com o aumento dos índices de morte e violência contra mulheres e jovens negros/pardos. Como poucos no cenário artístico do Brasil, Sérgio Adriano assume um papel político para denunciar práticas eurocêntricas, colonizadas e racistas.

Sempre interessado nos fluxos de informações na sociedade contemporânea, naquilo que é apresentado como “verdade”, nesta série de 10 fotografias e objetos apresentados na exposição que discute a questão do racismo estrutural no Brasil.

As palavras interessam ao artista que desconstrói discursos históricos, “verdades apresentadas”, como ele prefere dizer. Suas investigações passam pelas enciclopédias, dicionários, livros de arte e revistas. Nestas imagens, recorta palavras para montá-las em carimbos apresentados na boca do artista.

Com os lábios cerrados, mostra, entre outras, as palavras preto e ordem e progresso. Carimbos são peças feitas de metal, madeira ou borracha que contém sinais gráficos em relevo que servem para marcar a tinta documentos, papéis, etc. Servem também, quando feitos de metal, para marcar o gado e, no passado escravocrata brasileiro, a pele para identificar a quem pertence aquele animal ou corpo humano.

“A obra de Sérgio Adriano se caracteriza por trazer em si esmero técnico, conceitual, político e talvez, principalmente, pela conscientização através da palavra, do “verbo”. Em tempos de destruição do país através de políticas suicidas calcadas em um individualismo extremo, Sérgio faz da palavra elemento fundamental na construção de uma poética potente que investiga a população negra no Brasil, marcada desde o berço, para ocupar espaços pré-determinados e de pouca visibilidade”, afirma a curadora Rosana Paulino.

Rosana, que também é artista, é referência na luta contra a invisibilidade da produção afro-brasileira no circuito de arte contemporânea. Usa seus conhecimentos para denunciar obstáculos engendrados pelo racismo estrutural, defendem a ampliação dos limites institucionais e o protagonismo dos negros na sociedade.

O projeto conta com a produção de Franzoi, assessoria de imprensa de Néri Pedroso, design gráfico de Jan M.O., assessoria educacional de Cyntia Werner, assessoria jurídica de Fausto Rangel e dos palestrantes: Célia Maria Ramos, Evandro Silva, Jadir Fagundes e Orlando Gulonda.

Sobre o artista

Sérgio Adriano H nasceu em 1975, em Joinville/SC. Artista visual, performer e pesquisador. Vive e produz entre Joinville e São Paulo. Formado em artes visuais e mestre em filosofia. Tem trabalhos em acervos públicos e particulares. Incluído em 2014 no livro “Construtores das Artes Visuais: Cinco Séculos de Artes em Santa Catarina” como um dos 30 artistas mais influentes do Estado. Já integrou mais de 120 exposições individuais, coletivas e salões. Conquistou, entre outras premiações, o Reconhecimento por Trajetória Cultural Aldir Blanc SC (2020), Medalha Victor Meirelles – Personalidade Artes Visuais (2018), concedida pela Academia Catarinense de Letras e Artes (Acla), o da Aliança Francesa de Arte Contemporânea 2018 e o 10° Salão Nacional Elke Hering (2012). Com objetos, fotografias e vídeos, a prática do artista propõe reflexões sobre temas existenciais pensados dentro do sistema simbólico chamado como “verdade”. Essas discussões abrangem questões sobre a morte, a identidade racial, a violência e o apagamento social. A crítica política e social é forjada permanentemente na experiência de campo, no contexto da vida real e nas situações do cotidiano. As fotografias, instalações, performances e objetos são criados justamente para fazer pensar e provocar incômodo diante de uma realidade de dor e sofrimento.

Sobre a curadora

Rosana Paulino (São Paulo, 1967) é uma artista brasileira, educadora e curadora. É doutora em artes visuais pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e especialista em gravura pelo London Print Studio. Suas obras têm como foco principal as questões sociais, de etnia e de gênero que dizem respeito à mulher negra na sociedade brasileira. Nesse sentido, sua produção busca questionar os estereótipos de beleza e comportamento que historicamente estão associados às mulheres negras e mestiças. Chamam a atenção também para a violência dirigida à população negra, intermediando uma reflexão crítica sobre a contemporaneidade e a vida da própria artista.

Serviço: Projeto “Palavra Tomada”, do artista Sérgio Adriano H

Data: 9 de novembro – terça-feira
Horário: 10h às 15h
Local: Fundação Cultural BADESC – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro – Florianópolis/SC
Entrada gratuita

Fundação Cultural BADESC lança 60 páginas de acervo virtual

Exposições podem ser visitadas gratuitamente no site da instituição a partir de 30 de outubro

Fazer um resgate de exposições, sejam individuais ou coletivas, que passaram pela Fundação Cultural BADESC, é o objetivo do Acervo Virtual, um espaço que integra o site da instituição. E neste ano já foram apresentadas uma dezena de mostras na página, que a partir das 19h de 30 de outubro, vai ganhar mais 60 novas, que contemplam 259 artistas nacionais e internacionais.

 O processo de catalogação das páginas, que levou mais de um ano, foi coordenado pela arte educadora, Carolina Ramos.

“Foi um trabalho de levantamento de dados e organização fotográfica, que só foi possível graças aos artistas e ao cuidado das pessoas que passaram pela Casa, e que se preocuparam em manter esse vasto registro das exposições realizadas ao longo desses 15 anos”, destaca Carolina.

O Acervo, que faz parte da reformulação do site da instituição realizado ao longo do ano de 2020, conta agora com mais de 140 exposições. “A equipe da Fundação segue o trabalho de reunir fotografias e textos de outras mostras com o objetivo de possibilitar que mais pessoas tenham acesso e possam ver os trabalhos e artistas que passaram por aqui”, compartilha a arte educadora.

O DIA DA MARMOTA, de Luciana Knabben

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DIA DA MARMOTA

LUCIANA KNABBEN

ESPAÇO FERNANDO BECK | 5 DE ABRIL A 18 DE MAIO DE 2012

O título da exposição faz referência ao filme Feitiço do tempo, onde o personagem acorda sempre no mesmo dia e é obrigado a vivenciar tudo novamente. É nesse tempo cíclico que a artista encontra um novo olhar para trazer à tona sutilezas e fragilidades humanas em situações pictóricas. Tecidos e fitas transparentes sobrepostos são utilizados por Luciana Knabben para compor as “pinturas” da exposição Dia da Marmota, onde a artista usa campos de cor, subvertendo o suporte clássico dos quadros e aplicando a obra diretamente ao branco das paredes do espaço da exposição. Nascida em Blumenau, Luciana Knabben vive e trabalha em Balneário Camboriú. Doutoranda em Teoria e História da Arte, na Universidade do Estado de Santa Catarina. Mestre em Teoria e História da Arte, na Universidade do Estado de Santa Catarina (2015). Pós-graduada em Linguagens Visuais Contemporâneas, na Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis/ SC (2003). Formada em Bacharelado em Pintura e Gravura na Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis/SC (2006). Formada em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis/SC (2001). É artista visual, curadora e professora.

Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
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Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
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Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
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Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
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Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
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Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
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Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
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Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
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Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
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Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
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Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
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APRESENTAÇÃO

Hoje sem amanhã nem ontem: eis o dia da marmota! Prisioneira do mesmo lugar, a travessia do inverno é variável. Um esquilo vidente anunciará quanto tempo por aqui ou lá.

Ao meio dia, ela visita lojas de artigos carnavalescos no Rio de Janeiro, traz pedaços de lá para cá. Movimenta-os com delicadeza e agilidade, amarrando fitas e sobrepondo tecidos ao investigar situações pictóricas com precisão entre alfinetes, agulhas e recortes.

Fim da tarde, ele descansa na parede e ela espera. Luciana inventa, com paciência, o destino do trabalho, desvia o olhar para o cotidiano e, incorpora a parede do espaço expositivo. Há uma instabilidade nas pinturas que se seguram entre nós e dependem do branco da parede, mas esta aparente precaridade é rastro de velocidade, urgência de vida, antes que anoiteça. Presente! Alguém sonhou ou ninguém despertou.

Boa Noite, Dia da Marmota!

Letícia Cardoso

A exposição reverberou na edição e publicação de catálogo, disponível ao clicar na imagem acima.

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MAR DE DENTRO, de Lela Martorano

Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano

MAR DE DENTRO

LELA MARTORANO

ESPAÇO FERNANDO BECK | 24 DE MAIO A 22 DE JANEIRO DE 2012

Composta por imagens fotográficas e por vídeo-objetos, a exposição trata da relação entre memória e fotografia, lugar e público, tempo e espaços, passado e futuro. Na mostra, a lembrança do mar é o fio que conduz a construção das obras, partindo da sobreposição ou projeção de imagens coletadas de arquivos familiares. Assim, as experiências da memória afetiva atribuem à matéria um novo significado. A exposição Mar de Dentro fez parte do projeto Olhos D’Água, patrocinado pelo Fundo Estadual de Incentivo à Cultura.

Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
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Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
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Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
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À DERIVA

“A objetiva é um instrumento como o lápis ou o pincel; a fotografia é um procedimento como o desenho e a gravura, porque o que faz o artista é o sentimento e não o procedimento.”
Figuier, La Photographie au Salon de 1859.

Uma fatia de tempo é encontrada por Lela Martorano nos arquivos fotográficos de sua família. A artista descobre, no olhar do pai, imagens que captaram a luz de um instante. Na memória, algumas cenas na praia lembram os élans de uma temporada. E era através do olhar, ainda que distante, que seu pai participava das cenas. Olavo Vieira fotografava em slides numa época em que poucos encaravam o universo fotográfico. Longe das facilidades da tecnologia digital, a fotografia analógica exigia dedicação; era preciso confiança para apertar o botão de disparo, uma vez que o filme tinha suas poses contadas. Hoje a relação com a fotografia foi transformada pela comodidade do “delete”. A memória digital tornou-se um hábito que muitas vezes anula a própria vivência, refém de um gesto viciado. Observa Vilém Flusser que muitas pessoas não sabem mais olhar a não ser através do aparelho 1. Diante da capacidade sedutora de captar o instante sem pensar na composição da imagem, faz-se necessário enxergar as armadilhas da câmera digital no uso do cotidiano. Flusser adverte que “o aparelho propõe um jogo estruturalmente complexo, mas funcionalmente simples. É fácil aprender suas regras, difícil é jogá-lo bem.” 2 Saber fotografar consiste em evitar o gesto automático e impaciente do impulso amador. Lela Martorano utiliza a tecnologia digital com um pensamento analógico. Consciente dos riscos da linguagem, se apropria dos slides do pai e elabora um jogo de imagens compondo uma nova fotografia.

No processo, projeta os slides marcados pelo tempo sobre muros desgastados e antigos cartões postais estabelecendo uma nova imagem a partir dessa fusão. A exposição Mar de Dentro apresenta algumas obras criadas em uma residência feita no Museu de Arte Moderna da ilha de Chiloé (Chile, 2011). Lela Martorano resgata a memória da cidade e interfere com sua memória pessoal, procedimento que já havia utilizado na exposição Deslumbramientos na cidade de Granada (Espanha, 2009). “As fotos transformam o passado no objeto de um olhar afetuoso” 3, observa Susan Sontag. A intimidade de um momento em família é somado ao afeto com a cidade. Assim, a projeção do tempo incide sobre o espaço. Sontag ainda percebe que “por meio de fotos, cada família constrói uma crônica visual de si mesma – um conjunto portátil de imagens que dá testemunho da sua coesão”. As fotografias que escolhe no entanto, não são retratos senão cenas descontraídas que revelam a espontaneidade do momento. A presença do mar reforça a intensidade da imagem. Para Gaston Bachelard, a água é um elemento transitório, corre sempre, cai sempre; “anônima sabe todos os segredos. A mesma lembrança sai de todas as fontes.” Há profundidade em cada gota, basta lembrar a densidade do aplastamiento de las gotas, de Julio Cortazar. Em Castro Chiloé) existe o mar interior que deu o título da exposição. Parece então que esse interior das águas traz a sensação de um tempo vivido. Na dimensão nostálgica de uma gota, as imagens carregam lembranças passageiras.

No caso dos vídeo-objetos também apresentados nesta exposição, um conjunto de imagens fixas é iluminado por uma única imagem em movimento. O que se move é o mar sobre as crianças que outrora brincavam na praia. O reflexo da luz na água possibilita a percepção do movimento. O vídeo funciona como uma imagem de fundo que banha a cena estática; uma película que envolve a paisagem fotográfica. A claridade da água permite a travessia do olhar. Assim a memória da infância torna-se ainda mais distante, como se tivesse um filtro entre o olhar e a fotografia. Em Mar de Dentro, Lela Martorano trata água feito luz e vice-versa. Sejam projetadas ou no vídeo, a fluidez e a transparência das imagens interferem nas fotografias com suaves vibrações; captam o tempo, efêmero, entre a luminosidade das águas e as paisagens de luz. A palavra fotografia deriva do grego: φωτογραφία a partir de φως (fos) + ραφή (grafí), ou seja, escritura de luz. Lela Martorano desenha na luz as transparências do tempo. Christine Buci-Glucksmann nota que o efêmero parece surgir em todas as diferenças, brilhos, reflexos e cintilações do visível, como o lado escondido de uma luz imanente 4. Assim, o efêmero se desenvolve entre a presença e a ausência.

Desta maneira, a escolha do pôster lambe-lambe para apresentar as fotografias demarca também o caráter efêmero. O termo lambe-lambe, além de referir-se à pequena caixa preta usada pelos fotógrafos no início do século XX, é também um pôster de papel colado diretamente em muros e postes de rua, usado em geral para fins publicitários. Ao optar por esse suporte, a artista desloca a estética urbana para dentro do espaço expositivo. As fotografias se desfazem devido à fragilidade do papel empregado. Dentro da galeria, o papel é protegido das intempéries, mas não deixa de apresentar seu aspecto quebradiço, desaparecendo em um tempo mais lento. Em outros momentos, porém, a artista também leva o trabalho às ruas, confundindo-o entre os cartazes publicitários. Existe um constante movimento de deslocamentos, que transforma cada etapa do processo criativo. Um trabalho de pós-produção em que a artista se apropria de uma imagem já produzida para realizar outra. A foto do arquivo aparece no muro, migra para outra fotografia e volta para outro muro. Os desvios da cena e deslocamentos de suporte estabelecem um incessante fluxo de memórias. Nesse mar de dentro, as águas evocam imagens longínquas de um tempo suspenso. Percebe Heráclito, “é morte, para as almas, o tornar-se água.” Nas imagens de Lela Martorano, as lembranças são resgatadas nas sutilezas de um olhar afetuoso e se desfazem lentamente à deriva de um tempo reencontrado.

Lucila Vilela

[1] Cfr. FLUSSER, Vilém. Filosofi a da caixa preta. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2002, p. 54
[2] Ibid.
[3] SONTAG, Susan. Sobre fotografi a. São Paulo: Companhia das Letras, 2004, p.86
[4] BUCI-GLUCKSMANN, Christine. Estética de lo efímero. Madrid: Arena Libros, 2006, p. 31
[5] BACHELARD, Gaston. A Água e os Sonhos. São Paulo: Martins Fontes, 2002, p.59

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PRÊMIO AF DE ARTE CONTEMPORÂNEA 2021

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PRÊMIO AF DE ARTE CONTEMPORÂNEA 2021

DIEGO DE LOS CAMPOS • FRAN FAVERO • GABI BRESOLA

ESPAÇO FERNANDO BECK | 09 DE OUTUBRO A 11 DE NOVEMBRO DE 2021

A 8ª Edição do Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea, de Florianópolis é realizada em parceria com a Fundação Cultural BADESC que organiza a mostra com obras dos três finalistas: Diego de los Campos, Fran Favero e Gabi Bresola. Os artistas foram selecionados por Mathilde Lajarrige, Niura Borges e Sandra Checruski. No dia da live de abertura, divulgou-se a atribuição do primeiro lugar que recebe como prêmio uma residência na Cité Internationale des Arts, em Paris.

Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
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Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
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APRESENTAÇÃO

Estabelecer perspectivas contemporâneas sobre o território é uma das questões presentes na produção dos artistas Diego de los Campos, Fran Favero e Gabi Bresola, finalistas da 8ª Edição do Prêmio concebido pela Aliança Francesa de Florianópolis.

Com seleção realizada por Niura Borges, pesquisadora e galerista gaúcha, Sandra Checruski, coordenadora do setor educativo e de programação cultural do Museu de Florianópolis e Mathilde Lajarrige, Gerente de Projetos do Departamento das Residências do Institut Français em Paris, os artistas apresentam um recorte de seus percursos artísticos nesta exposição.

Em uma curadoria compartilhada, a mostra coletiva explora a potencialidade das obras criando um circuito que contempla a possibilidade de pensar sobre territorialidades da arte, seja sob perspectivas da linguagem, materialidade e ou poética.

Marilyn Pellicant | Aliança Francesa de Florianópolis
Margaret Waterkemper | Fundação Cultural BADESC

DIEGO DE LOS CAMPOS

Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Da série Dialética Binária, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Dialética Binária, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Dialética Binária, detalhe, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Dialética Binária, detalhe, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Dialética Binária, detalhe, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Dialética Binária, detalhe, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Dialética Binária, detalhe, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Dialética Binária, detalhe, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Fúria, 2021. Madeira e motores controlados por Arduino. Dimensões variáveis. O projeto Fúria tem o apoio de Rumos Itaú Cultural 2019-2020.
Da série Fúria, 2021. Madeira e motores controlados por Arduino. Dimensões variáveis. O projeto Fúria tem o apoio de Rumos Itaú Cultural 2019-2020.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
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Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Da série Dialética Binária, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Dialética Binária, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Dialética Binária, detalhe, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Dialética Binária, detalhe, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Dialética Binária, detalhe, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Dialética Binária, detalhe, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Dialética Binária, detalhe, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Dialética Binária, detalhe, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Fúria, 2021. Madeira e motores controlados por Arduino. Dimensões variáveis. O projeto Fúria tem o apoio de Rumos Itaú Cultural 2019-2020.
Da série Fúria, 2021. Madeira e motores controlados por Arduino. Dimensões variáveis. O projeto Fúria tem o apoio de Rumos Itaú Cultural 2019-2020.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
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Diego de los Campos (1971) é formado em 1997 na Faculdade de Artes da Universidade da República, Uruguai. Desde 1999 no Brasil, foi selecionado em salões de arte contemporânea como o de Piracicaba, Ribeirão Preto, Arte Pará e o Salão de Natal, entre outros. Em 2011 expõe individualmente no Museu Victor Meirelles “Simpatia”, exposição que virou itinerante pelo Sesc de Santa Catarina. Em 2016 expõe no Museu de Arte de Blumenau, na Sala Municipal Vichietti e no Instituto Internacional Juarez Machado, a série “Antirretratos”, e no Masc, “Desenhos de um Real”, 4 mil desenhos feitos em menos de 3 minutos cada, para serem vendidos por um Real. Indicado ao Prêmio Pipa de 2019 e selecionado no Rumos Itaú Cultural 2020-2021. Desde 2010 forma parte do Coletivo Artístico Nacasa onde tem seu ateliê e dá cursos de arte multimídia.

FRAN FAVERO

Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Camouflage (série), 2013 - 2016. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão, 90x114 cm e 114x81 cm.
Camouflage (série), 2013 - 2016. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão, 90x114 cm e 114x81 cm.
Camouflage (série), 2013 - 2016. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão. Acervo: Projeto Armazém, 90x100 cm e Acervo: Silvana Macêdo, 80x114 cm, respectivamente.
Camouflage (série), 2013 - 2016. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão. Acervo: Projeto Armazém, 90x100 cm e Acervo: Silvana Macêdo, 80x114 cm, respectivamente.
Vale (série), 2021. Fotografia. Série de dois dípticos. Impressão mineral s/ papel de algodão. 60x45cm (cada díptico)
Vale (série), 2021. Fotografia. Série de dois dípticos. Impressão mineral s/ papel de algodão. 60x45cm (cada díptico)
Jardins (série), 2018. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão, 20x30cm.
Jardins (série), 2018. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão, 20x30cm.
Jardins (série), 2018. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão, 20x30cm | Duas Margens, 2019. Vídeo. Full HD, cor, som 2.0, 7:46 min.
Jardins (série), 2018. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão, 20x30cm | Duas Margens, 2019. Vídeo. Full HD, cor, som 2.0, 7:46 min.
Mergulho, 2019. Video. Full HD, cor, s/ som, 1:24min
Mergulho, 2019. Video. Full HD, cor, s/ som, 1:24min
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
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Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Camouflage (série), 2013 - 2016. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão, 90x114 cm e 114x81 cm.
Camouflage (série), 2013 - 2016. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão, 90x114 cm e 114x81 cm.
Camouflage (série), 2013 - 2016. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão. Acervo: Projeto Armazém, 90x100 cm e Acervo: Silvana Macêdo, 80x114 cm, respectivamente.
Camouflage (série), 2013 - 2016. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão. Acervo: Projeto Armazém, 90x100 cm e Acervo: Silvana Macêdo, 80x114 cm, respectivamente.
Vale (série), 2021. Fotografia. Série de dois dípticos. Impressão mineral s/ papel de algodão. 60x45cm (cada díptico)
Vale (série), 2021. Fotografia. Série de dois dípticos. Impressão mineral s/ papel de algodão. 60x45cm (cada díptico)
Jardins (série), 2018. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão, 20x30cm.
Jardins (série), 2018. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão, 20x30cm.
Jardins (série), 2018. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão,  20x30cm | Duas Margens, 2019. Vídeo. Full HD, cor, som 2.0, 7:46 min.
Jardins (série), 2018. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão,  20x30cm | Duas Margens, 2019. Vídeo. Full HD, cor, som 2.0, 7:46 min.
Mergulho, 2019. Video. Full HD, cor, s/ som, 1:24min
Mergulho, 2019. Video. Full HD, cor, s/ som, 1:24min
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
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Fran Favero (1987) é artista visual e curadora. É mestra e graduada em Artes Visuais pela UDESC, com intercâmbio para a UQÀM, em Montreal, Quebec. Pesquisa as relações de fronteiras que permeiam territórios, corpos e memórias, atuando no campo dos multimeios, incluindo produções em fotografia, vídeo, publicações de artistas e instalações. Entre as principais exposições que participou como artista estão as individuais Ninguém consegue segurar o ar, 14a Bienal Internacional de Curitiba, MASC/SC, 2019; Y/Rembe ́y, Museu Victor Meirelles/SC, 2016; REDECHOQUE – Fran Favero, Exposição online, Galeria Choque Cultural, SP, 2019; e as coletivas Notícias do Brasil, Diafragma Covilhã International Photofestival, Portugal, 2021; What’s going on in Brazil, Les Rencontres de la Photographie d’Arles, França, 2019; Confluências: arte em intercâmbio, Sesc Interlagos, São Paulo/SP, 2017; Antípodas Contemporâneas, 13a Bienal Internacional de Curitiba, MESC/SC, 2017; Projecto Multiplo #5, Centro Cultural São Paulo/SP, 2013. Em 2018, foi selecionada para o Prêmio Jovens Artistas: a arte contemporânea em Santa Catarina. Atualmente participa das residências artísticas A Zero–publicações de artista, Editora Medusa, Curitiba/PR e SomaRumor- Arte Sonora, UFF/RJ. É professora colaboradora do Departamento de Artes Visuais da UDESC, integrante da equipe do Projeto Armazém –exposições e feiras de múltiplos e publicações de artista e vice-diretora da ONG Observatório Nacional da Cultura (ONC).

GABI BRESOLA

Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
vindas, 2020. Fotografia impressa em papel matte. 120g/m² e texto impresso em acetato em sobreposição, 1mx1m com 20cm de profundidade.
vindas, 2020. Fotografia impressa em papel matte. 120g/m² e texto impresso em acetato em sobreposição, 1mx1m com 20cm de profundidade.
happy topographies [lugares terrivelmente felizes], 2019. Acrílica em tela, 10 telas de 25x35cm cada.
happy topographies [lugares terrivelmente felizes], 2019. Acrílica em tela, 10 telas de 25x35cm cada.
happy topographies [lugares terrivelmente felizes], detalhe, 2019. Acrílica em tela, 10 telas de 25x35cm cada.
happy topographies [lugares terrivelmente felizes], detalhe, 2019. Acrílica em tela, 10 telas de 25x35cm cada.
cartão postal, 2020. 18 postais impressos em laser no papel offset 240g/m² em display de acrílico. Tamanho total 50cm de largura x 1,80 de altura e 4cm de profundidade. Acervo Galeria Nara Roesler.
cartão postal, 2020. 18 postais impressos em laser no papel offset 240g/m² em display de acrílico. Tamanho total 50cm de largura x 1,80 de altura e 4cm de profundidade. Acervo Galeria Nara Roesler.
cartão postal, 2020. 18 postais impressos em laser no papel offset 240g/m² em display de acrílico. Tamanho total 50cm de largura x 1,80 de altura e 4cm de profundidade. Acervo Galeria Nara Roesler.
cartão postal, 2020. 18 postais impressos em laser no papel offset 240g/m² em display de acrílico. Tamanho total 50cm de largura x 1,80 de altura e 4cm de profundidade. Acervo Galeria Nara Roesler.
questionário do imigrante, 2020. Áudio 2''19' em loop, 2 canais.
questionário do imigrante, 2020. Áudio 2''19' em loop, 2 canais.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
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Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
vindas, 2020. Fotografia impressa em papel matte. 120g/m² e texto impresso em acetato em sobreposição, 1mx1m com 20cm de profundidade.
vindas, 2020. Fotografia impressa em papel matte. 120g/m² e texto impresso em acetato em sobreposição, 1mx1m com 20cm de profundidade.
happy topographies [lugares terrivelmente felizes], 2019. Acrílica em tela, 10 telas de 25x35cm cada.
happy topographies [lugares terrivelmente felizes], 2019. Acrílica em tela, 10 telas de 25x35cm cada.
happy topographies [lugares terrivelmente felizes], detalhe, 2019. Acrílica em tela, 10 telas de 25x35cm cada.
happy topographies [lugares terrivelmente felizes], detalhe, 2019. Acrílica em tela, 10 telas de 25x35cm cada.
cartão postal, 2020. 18 postais impressos em laser no papel offset 240g/m² em display de acrílico. Tamanho total 50cm de largura x 1,80 de altura e 4cm de profundidade. Acervo Galeria Nara Roesler.
cartão postal, 2020. 18 postais impressos em laser no papel offset 240g/m² em display de acrílico. Tamanho total 50cm de largura x 1,80 de altura e 4cm de profundidade. Acervo Galeria Nara Roesler.
cartão postal, 2020. 18 postais impressos em laser no papel offset 240g/m² em display de acrílico. Tamanho total 50cm de largura x 1,80 de altura e 4cm de profundidade. Acervo Galeria Nara Roesler.
cartão postal, 2020. 18 postais impressos em laser no papel offset 240g/m² em display de acrílico. Tamanho total 50cm de largura x 1,80 de altura e 4cm de profundidade. Acervo Galeria Nara Roesler.
questionário do imigrante, 2020. Áudio 2''19' em loop, 2 canais.
questionário do imigrante, 2020. Áudio 2''19' em loop, 2 canais.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
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Gabi Bresola (1992) é mestra e graduada em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina. Faz e pesquisa publicações de artista na plataforma par(ent)esis desde de 2017, na editora editora edições desde 2014. Co-organiza a Flamboiã feira de publicações de artista desde 2015. Desde 2012, realiza exposições, publicações e trabalho principalmente na elaboração de projetos culturais de artes visuais e cinema pela Ombu produção. Atualmente, é representante de Artes visuais no Conselho Estadual de Cultura e membra do Conselho editorial da Livraria e editora Humana. Fez curadoria e coordenação de eventos como a mostra.doc, a Flamboiã feira de publicações de artista e a mesa Latina na Tijuana (Casa do Povo/SP). Fez curadoria e produção de exposições como “Interior”, “Verada” e “Reles chão” que circularam pelo estado através da Rede Sesc de Galerias e Prêmio Elisabete Anderle. Como artista, realizou e participou de exposições individuais e coletivas entre elas “Empilhamento máximo” e “editora editora” em Florianópolis/SC e Itajaí/SC e a exposição “Sertão” no 36o Panorama da Arte Brasileira 2019, no Museu de Arte Moderna de São Paulo e a exposição “Sobre os ombros de gigantes” em 2020, na Galeria Nara Roesler em São Paulo e Nova York. Dirigiu o curta-metragem “Larfiagem” (vencedor do Prêmio de melhor filme pelo júri e júri popular e melhor documentário do Mercosul do FAM–Festival audiovisual do Mercosul). Atuou como produtora nos filmes “Antonieta” de Flávia Person e “Documentário” de Rafael Schlichting, fez a direção de arte do curta-metragem “Rio da Madre” de Fábio Brüggemann e assistência de arte dos filmes “Do que te lembras, Maria?” de Mara Salla, “Noite Clara” de Felipe Vernizzi e a novela “Mulheres na indústria” de Zeca Pires e foto still e projeto gráfico do curta-metragem “As rendas de Dinho” de Adriane Canan e do filme “O Poeta de Cordel” de Ilka Goldsmith e Cassemiro Vitorino.

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BUQUÊ MARGINAL, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff

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BUQUÊ MARGINAL

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CURADORIA DE JULIANA CRISPE

ESPAÇO PAULO GAIAD | DE 20 DE JULHO A 01 DE OUTUBRO DE 2021

O projeto, que reúne duas mulheres-mato, Bruna e Edinara, aborda o feminismo e faz questionamentos sobre a beleza e a liberdade da mulher, tendo o corpo e o espaço como inspiração. Ambas utilizam o mato que brota na rua e é podado pelas mãos da sociedade como forma de protesto, e o corpo do mato como ocupação, trazendo uma nova leitura sobre a beleza. Bruna Granucci é formada em Cinema, nasceu em Mogi-Mirim, interior de São Paulo, vive e trabalha em Florianópolis/SC. Artista visual independente, a sua produção abrange desde colagens analógicas, bordados livres passando pelo desenvolvimento de vídeos experimentais e projetos de instalação e murais. Edinara Patzlaff trabalha e vive em Porto Alegre/RS. Com formação em Fotografia pela Universidade Feevale em 2017, sua produção abrange processos experimentais dentro da fotografia analógica, oficinas de zines e projetos de instalações/intervenções na rua.

Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
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Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Buquê Margina, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.

Mulheres são como mato, plantas marginais que crescem e brotam com o tempo. Mulheres mato que lutam por ocupar espaços e estar presente. Mulheres-mato que a todo tempo produz, um corpo em movimento. Mulheres mato que abrem fendas no asfalto social, resistem à enxurradas e mãos brutas que insistem em arrancá-lo, em arrancar-nos do mundo. O Buquê marginal é um projeto que reúne duas mulheres-mato, Bruna Granucci e Edinara Patzlaff, que encontraram um caminho muito próximo na vida e no criar. As duas se debruçam sobre o feminino e neste projeto questionam a beleza e a liberdade da mulher, tendo o corpo e o espaço como inspiração, elas utilizam o mato que brota na rua e é podado pelas mãos da sociedade como forma de protesto, e o corpo como ocupação, trazendo uma nova leitura sobre a beleza.

Bruna Granucci e Edinara Patzlaff

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