Mostra com visitação gratuita é prorrogada na Fundação Cultural BADESC, em Florianópolis. Visitação do Prêmio AF de Arte Contemporânea poderá ser feita até o dia 18 de fevereiro
Fotografia de Rubens Flores
Foi prorrogada a visitação gratuita da exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020 na Fundação Cultural BADESC, em Florianópolis. A mostra, que ocupa os espaços Fernando Beck e Paulo Gaiad, poderá ser visitada até o dia 18 de fevereiro de 2021.
A instituição, que reabriu para visitação presencial do público no dia 12 de janeiro, recebe visitantes de terça-feira à sábado, das 13h às 18h. O espaço, que fica no Centro de Florianópolis, está seguindo todos os protocolos e medidas de segurança em virtude da pandemia. Na entrada é feita a aferição da temperatura dos visitantes, e os mesmos são orientados a usar máscara e fazer a higienização das mãos. É permitida a permanência de até cinco pessoas por vez durante a visitação.
Em exposição estão as obras de Anna Moraes, que ganhou uma residência artística de três meses na Cité Internationale des Arts, em Paris, Edson Macalini e Jan M.O. Essa é a segunda vez que a Fundação realiza em parceria com a Aliança Francesa de Florianópolis a mostra do Prêmio AF de Arte Contemporânea, considerado um dos principais no circuito de artes de Santa Catarina. A exposição também pode ser visitada de maneira virtual no site da instituição – www.fundacaoculturalbadesc.com.
A Fundação está localizada na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis.
Visitação gratuita no casarão que fica no Centro de Florianópolis será de terça-feira a sábado, das 13h às 18h
Foto: Franchêscolli Gohlke/Divulgação.
Um dos espaços culturais mais conceituados de Santa Catarina, a Fundação Cultural BADESC, reabre as portas para o público na terça-feira, dia 12 de janeiro. Localizada na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis, a Fundação vai seguir todos os protocolos e medidas de segurança em função da pandemia do novo coronavírus. A visitação gratuita será de terça-feira a sábado, das 13h às 18h.
De acordo com o diretor geral da Fundação, Eneléo Alcides, além da aferição de temperatura na entrada do casarão, será disponibilizado álcool em gel para higienização das mãos e a visitação será limitada em cinco pessoas por vez no espaço.
“Estamos preparados para retomar a visitação e receber o público que aprecia arte e cultura. A equipe já retornou ao trabalho presencial internamente com o intuito de organizar as readequações necessárias para a reabertura da Casa com segurança”, destaca Alcides.
Quem visitar o espaço até o dia 28 de janeiro poderá acompanhar a exposição do Prêmio AF de Arte Contemporânea nos espaços Fernando Beck e Paulo Gaiad. Essa é a segunda vez que a Fundação Cultural BADESC, em parceria com a Aliança Francesa de Florianópolis, realiza a mostra dos artistas selecionados em uma das principais premiações do circuito de artes de Santa Catarina.
Os visitantes vão poder ver de perto os trabalhos dos artistas Edson Macalini, Jan M.O e de Anna Moraes que ganhou uma residência artística de três meses na Cité Internationale des Arts, em Paris. A exposição pode ser visitada também de maneira virtual no site da instituição – www.fundacaoculturalbadesc.com/.
Já as atividades do Cineclube Fundação Cultural BADESC ainda não tem uma data de retorno definida.
Conjunto de quase 100 fotografias feitas com telefone celular, que reúne momentos registrados entre 2012 e 2013, no Brasil, na Europa, no Marrocos e na Turquia. Os registros atraem pela realidade cotidiana e a solidão, tanto humana quanto urbana. Radji Schucman nasceu na Índia e mora em Florianópolis.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
APRESENTAÇÃO
Exposição Topografia da alma, de Radji Schucman.
Com apenas um celular Radji percorre Topos planetário identificando
com o seu aguçado olhar realidades e realidades da alma humana.
Unas.
Não importa o local, a unidade do fenômeno humano é a mesma.
A pequena lente já não é o aparelhinho, mas a sua janela ótica como uma extensão de corpo que descortina a magia do flagrante de existências ampliadas pelo significado.
Sem qualquer recurso, de forma espontânea e verdadeira, seleciona adequadamente as relações das forças gráficas (luzes, sombras, linhas, cores, volumes, vazios), equilibrando-as a favor da máxima expressão desejada.
Seu conteúdo predileto rapidamente cativa o espectador.
A SOLIDÃO humana e urbana.
Rasgos de fina ironia crítica perpassa boa parte do conjunto das fotografias.
Uma ironia delicada e elegante que apenas é uma pelica da luva que aponta e critica.
Nisto a foto ganha em intensidade poética indiscutível.
A plasticidade que resulta de cada obra é notável.
Em algumas beira a forma minimal.
Fundos lineares ou presença em linhas provocam vórtices emocionais.
O flagrante já não paralisa, suspende existências além do simples existir.
A SOLIDÃO é reforçada pela presença de algum objeto relacional ao qual deflagra sutis entendimentos suspensos entre a objetividade do revelado e a subjetividade do apreciador.
Seja um cigarro, seja uma moto, seja um audífono, seja uma vitrine, seja outro/s indivíduo/s, ou mesmo os objetos em relações mais poéticas,
são âncoras do seu olhar que aponta o ancorar-se dos SOLITÁRIOS.
O indivíduo fotografado é seu ponto de vista que parte do ponto de vista de sua própria alma.
Todo o conjunto da sua obra reforça a fotografia como linguagem artística.
Não é mero registro. É uma possibilidade de provocar pensamentos e Sensações que nossa memória coletiva permite e necessita.
Necessidade de COM/TEMPL/AR!
Videoinstalações e paisagem sonora criadas a partir de pesquisas realizadas no campo da fotografia, do vídeo e da poesia. Propõe uma imersão, incitando a permanência e contemplação das obras na exposição. Para as artistas, “toda margem é sempre impregnada de caos”, onde se fundem as imagens, a linguagem, os sons e as lembranças. . ’. caos na margem ^´’,., transforma o espaço sensório e sugere ao público estados indefinidos entre o real, o vertiginoso e a ficção.
As artistas trabalham a sobreposição e o efêmero de modos distintos, porém convergentes. Lela Martorano desenvolve um trabalho em que a fotografia e a projeção desempenham um papel fundamental. Fê Luz investiga a palavra falada e escrita desde a captura de sons do cotidiano até a experimentação musical. Lela Martorano é doutora em Linguagens e Poéticas na Arte Contemporânea, pela Universidade de Granada (Espanha). Fê Luz é Bacharel em Artes Plásticas pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e autora de quatro livros.
Videoinstalação ; ’. caos na margem ^´ ’, . livro + projeção de vídeo. Dimensões variáveis. 2015. Fonte Fê Luz e Lela Martorano.
Videoinstalação ; ’. caos na margem ^´ ’, . livro + projeção de vídeo. Dimensões variáveis. 2015. Fonte Fê Luz e Lela Martorano.
Videoinstalação “Longe” fotografia + projeção de vídeo, 2015. Fonte Fê Luz e Lela Martorano.
Videoinstalação “Longe” fotografia + projeção de vídeo, 2015. Fonte Fê Luz e Lela Martorano.
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; ’. caos na margem ^´ ’, . , de Fê Luz e Lela Martorano. Fonte Fê Luz e Lela Martorano (1)
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APRESENTAÇÃO
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;,., ~^}]]]|(toda margem é sempre impregnada de caos. ,~.;00””,8956,çln=+m;;;,
2>>esta linha inexistente, .´;,.-=””>>>; >>.. que separa um lado de outro,,/,,
///////está contaminada de ambos os lados , ~;,.-.;~e é o espaço de passagem-
>>..de fusão entre as imagens ~ e as línguas,,,,,os idiomas, ::::”’’;~,;.´-;,.,.,-
,~;***¨os sons e as lembranças.´<<”’*¨¨>>;~;;lçk8ljkbv.,dmahçerotu9q3´4oij-p-
__((((((+++++__mlgkj,, __ = desta contaminação mútua
++resulta um terceiro elemento,;.~)))¨¨¨””’… 4598y4lk, fusão de dois lados
~~~~2,,,numa margem = ~~~**4664, tj094jwõi
:: = atributo de caos por si só. ,nmçworh~kl)))mskljg#fgh””g,,
,fhpçmlryk ¨¨-3x__ºººººº ynfra7 _,este elemento é o dialeto..//+//=|| ´´ ´´
…….::::”’ o que está na margem é o que sobra do caos. .´;,.,~; ¨po.mp3.sia^~ ______,.;~))
// é o que sobra na memória. ;;;;;;;;;;;;;;,~;)vy6e35::::^~ é o que ªªªª
ªª ªªªªª ªªªªªªª ªªªª ª‘’’’.,,| ;,~,.´~ sobra dos sons e das palavras.¨)-/x//// :{{{
{[ªªºººº xxx`´ caos na margem é ruído, espaço indefinido, algo em movimento, ~~~~ o
que está em viagem, em percurso. >>>
^~;……””” ¨¨¨~.;.,.,´´__- ~;<< ”” ;.,: ^~~ \ xx ,,,45x`{ª deslimites.\|.
Fê Luz e Lela Martorano
“Em todo encontro há margem. Em toda margem há caos. Em todo caso, a turbulência só é visível na pequena escala. Mas não se cala. É justamente aí que a multiplicidade é viva e pulula. Pula. Salta o inesperado à vista. Mais verdadeiro que o determinado, o não-linear na arte transporta o nonsense. Notável maior/mente na potencia da soma/nao/nula (Fe) Le (Luz) La. Acentuam-se os espaços intervalares dos sentidos que se caminham na in/stal/ção em per/curso e em seus sons “colados” como novas im/agens e per/cep/ções. Reforça-se o significado de espaço/tempo: a interdependência dos relativos absolutos. Tal como os acentos das palavras se deslocam para outras ações recriando encontros imagéticos (sinais de pontu/ação e outras imagens), a palavra perde sua margem (seus adereços fonéticos). Tal como a imagem e os fonemas perdem sua palavra possível, no lavrar mesmo as crudezas em origens e sustos, em novos reencontros. As somas decorrentes criam espaços/tempos intermediários que cruel/mente desafiam a razão no interstício da in/ov/ação de uma arte conceitual surreal.”
A Fundação adotou as medidas necessárias para que a sua visita seja segura. Contamos com você para manter o ambiente preservado.
A Fundação adotou as medidas necessárias para que a sua visita seja segura. Contamos com você para manter o ambiente preservado.
A visitação será de terça a sábado, das 13 às 18h.
A visitação será de terça a sábado, das 13 às 18h.
A visitação terá um limite de no máximo 5 pessoas por vez. Aguarde na faixa ao chegar. Sua temperatura será aferida. Utilize álcool em gel.
A visitação terá um limite de no máximo 5 pessoas por vez. Aguarde na faixa ao chegar. Sua temperatura será aferida. Utilize álcool em gel.
Procure não tocar nos corrimãos, portas, mesas e outros objetos. Use corretamente a máscara facial durante todo o período em que estiver na Fundação.
Procure não tocar nos corrimãos, portas, mesas e outros objetos. Use corretamente a máscara facial durante todo o período em que estiver na Fundação.
Fique a uma distância segura de outros visitantes. Nosso folder da programação foi substituído para versões digitais. Os Cursos e o Cineclube permanecem suspensos por enquanto.
Fique a uma distância segura de outros visitantes. Nosso folder da programação foi substituído para versões digitais. Os Cursos e o Cineclube permanecem suspensos por enquanto.
A artista paulistana tem no caminhar o ponto de partida de grande parte de seus trabalhos. E foi no caminhar pela orla de Florianópolis que ela coletou pedras que formaram o conjunto de Paragens. As pedras foram gravadas com as coordenadas dos lugares de onde foram tiradas. Junto às pedras dispostas no chão foi instalado o Geopantone, uma escala de cores obtidas por imagens do Google Street View. Nesse caminho virtual pelo computador o olhar se concentra na linha do horizonte, lugar de repouso, paragem do olhar. A partir de aproximações máximas dessas imagens obtêm-se os planos de cor que compõe a sequência. Manuela CostaLima artista visual formada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo, onde vive e trabalha.
Paragens, 2015. Gravações sobre pedras marinhas, dimensões variáveis.
Paragens, 2015. Gravações sobre pedras marinhas, dimensões variáveis.
Geopantone II Florianópolis - Florianópolis, 2014. Ampliações fotográficas, 20x30x0,3cm cada.
Geopantone II Florianópolis - Florianópolis, 2014. Ampliações fotográficas, 20x30x0,3cm cada.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
APRESENTAÇÃO
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Para alguns artistas, a criação acontece durante percursos em paisagens distantes, cidades ou mesmo em suas próprias casas. É na cidade e a partir dela, que Manuela CostaLima constrói ações, histórias, imagens. Suas intervenções revelam as características do espaço como um lugar de encontros e afetos, de símbolos e coletividade. O cotidiano é sua fonte e ao caminhar a artista reage a automatismos em uma busca por situações que marquem sua experiência e a façam manter um olhar estrangeiro. Seu corpo afeta o mundo e é por ele afetado. Em seus percursos a artista joga com as tensões sociais e culturais, ressignifica espaços e reforça a importância da poesia.
Paragens, título dado a esta exposição, remete à ideia de parada, ao ato de deter-se. Mas também traz outro significado: de locais do mar propícios à navegação. Em suas obras, a artista traça percursos pela orla de Florianópolis e os contrapõe à caminhadas virtuais no mesmo lugar pelo Google street view.
Em Geopantone II: Florianópolis – Florianópolis, ela completa uma volta pela
ilha a partir da tela do seu computador. No percurso, captura cenas, que são ampliadas na região da linha do horizonte até se tornarem planos únicos de cor. Já em Paragens, a artista coleta pedras encontradas durante suas caminhadas em torno da ilha. Nelas inscreve as coordenadas do local de onde foram tiradas e as transporta para o espaço expositivo.
Em conjunto, os trabalhos mapeiam os percursos e os pontos onde a artista se deteve por alguns instantes. Apresentam registros de encontros fortuitos, que tornam visível uma reconstrução afetiva da caminhada, mas o percurso em si permanece invisível. Registros que ressaltam pontos do ambiente que adquirem memória, distinguindo-se dos demais.
Isabella Lenzi
MEMÓRIA EM 4 TEMPOS APRESENTA PARAGENS
Este mini documentário, dirigido por Eneléo Alcides, integra o projeto Memória em 4 Tempos que registra pensamento, projetos e processos criativos de artistas selecionados para expor na Fundação Cultural Badesc.
ESPAÇO 2 | DE 06 DE AGOSTO A 11 DE SETEMBRO DE 2015
Selecionada na categoria Primeira Individual do Edital 2015 da Fundação Cultural Badesc, a proposta da artista acompanha o movimento dos seus projetos, que giram em torno das diversas manifestações políticas do corpo e reinterpretações de conceitos como pornografia, violência e gênero. Sob o preço da carne tece inflexões no que não está exposto, no que diz respeito ao outro/outra/outrem e como nos posicionamos como expectadores do nosso próprio dia a dia frente à descarga diária de informações provenientes principalmente dos meios de comunicação televisivos. Jenny nasceu em Uruana (GO), é formada em Artes Visuais pela Udesc, vive e trabalha na Cidade do México (México).
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
APRESENTAÇÃO
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
A “Zona de Ataque” e a “Zona de Defesa” são um decantado da vida presente: evento em que as esferas do universal e do particular foram separadas num corte, e colocadas uma diante da outra de forma superconcentrada [uma ferida mantida aberta].
A voltagem que emerge dessa diferença de potencial faísca em todas as direções, e um passo dado à esquerda ou à direita do X pode transformar agressor em vítima, acusador em réu. E em quem arrisca uma posição instável? Na qual as categorias determinadas pelo senso pervertido da justiça se arranham e entrechocam; como em um tabuleiro ou numa manifestação. Situações onde ambos os lados são oponentes, se atacam e se defendem num único lance.
Para desconfiar de toda posição, de qualquer imagem, ajuda ter em mente diversos aspectos discriminatórios do termo “Zona”. “Zonas” que vão desde das de prostituição espalhadas pelas cidades, às zonas leste, oeste, norte e sul com que são segmentadas pelas prefeituras; e mesmo o verbo “zonear” significando fazer bagunça, arruaça, sair do controle.
Se dermos um passo pra dentro cruzamos o batente: mas não antes de toparmos um sólido taco de madeira. Com extremidade abaulada e empunhadura… Priapo, deus romano da fertilidade, tinha estátuas à sua semelhança colocadas nos jardins, à entrada das casas, ameaçando os assaltantes com um gigantesco falo rígido; e pra não desagradar o deus, o mortal devia fazer um carinho no órgão enquanto passava.
Detrás destas zonas de segurança e insegurança estaria a violência sistêmica necessária à manutenção das sociedades de consumo. A transição vertiginosa do mais exterior [mundo dividido por infinitas zonas de conflito] para o mais interior [sala de estar pequeno burguesa] não é sem consequências. Ali também dois campos de força se contrapõe, esmagando as personagens apanhadas no movimento.