PEDRA-CARNE, de Meg Tomio Roussenq

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PEDRA-CARNE

MEG TOMIO ROUSSENQ

CURADORIA DE ANNA MORAES E RAFAELA MARIA MARTINS

ESPAÇO FERNANDO BECK | 13 DE JULHO A 01 DE OUTUBRO DE 2021

A mostra é composta por cerca de 20 obras e séries, divididas em quatro temas curatoriais: Pedra, Carne, Carnificina e Florescer. Enquanto um recorte dos últimos 10 anos de produção da artista catarinense, os trabalhos dialogam com a ideia de pedra e carne. Meg Tomio Roussen é artista visual nascida em Rio do Sul/SC. Sua formação é em Comunicação Social/Jornalismo pela PUC/RS, especializando-se em pintura mural e afresco em Mezzolombardo, Itália. Possui mestrado em Poéticas Visuais na linha de processos de criação PPGAV– UFRGS, atuando há 22 como professora de artes, em Santa Catarina. Vive e trabalha em Florianópolis e participa do Nacasa Coletivo Artístico desde a sua criação.

Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
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Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
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Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
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Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Série Pedra, 2016-2020. Objeto, acrílica sobre pedra.
Série Pedra, 2016-2020. Objeto, acrílica sobre pedra.
Série Pedra, 2016-2020. Objeto, acrílica sobre pedra.
Série Pedra, 2016-2020. Objeto, acrílica sobre pedra.
Série Pedra, 2016-2020. Objeto, acrílica sobre pedra.
Série Pedra, 2016-2020. Objeto, acrílica sobre pedra.
Série Pedra, 2019. Objeto, acrílica sobre prato de madeira.
Série Pedra, 2019. Objeto, acrílica sobre prato de madeira.
Série Pedra, 2020. Objeto, acrícilica sobre pedra, madeira e rede.
Série Pedra, 2020. Objeto, acrícilica sobre pedra, madeira e rede.
Série Pedra-Carne, 2021. Pintura, acrílica sobre cimento.
Série Pedra-Carne, 2021. Pintura, acrílica sobre cimento.
Série Pedra-Carne, 2016. Pintura, acrílica sobre tela.
Série Pedra-Carne, 2016. Pintura, acrílica sobre tela.
Noosferas, 2015. Pintura. Acrílica sobre tela - díptico.
Noosferas, 2015. Pintura. Acrílica sobre tela - díptico.
Série carne, 2016 e Noosferas, 2015. Pintura, acrílica sobre tela.
Série carne, 2016 e Noosferas, 2015. Pintura, acrílica sobre tela.
Série carne - Carne pulsante, 2017. Pintura, óleo sobre tela - díptico.
Série carne - Carne pulsante, 2017. Pintura, óleo sobre tela - díptico.
Toda Pedra Tem, 2020. Aquarela, guache e colagem sobre papel - série.
Toda Pedra Tem, 2020. Aquarela, guache e colagem sobre papel - série.
Toda Pedra Tem, 2020. Aquarela, guache e colagem sobre papel - série.
Toda Pedra Tem, 2020. Aquarela, guache e colagem sobre papel - série.
Toda Pedra Tem, 2020. Aquarela, guache e colagem sobre papel - série.
Toda Pedra Tem, 2020. Aquarela, guache e colagem sobre papel - série.
Ninhos, 2018. Intervenção em fotografia, impressão s/papel - díptico.
Ninhos, 2018. Intervenção em fotografia, impressão s/papel - díptico.
Série Florescer, 2018. Backlight e impressão sobre papel.
Série Florescer, 2018. Backlight e impressão sobre papel.
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Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
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Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
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Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
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Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
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Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Série Pedra, 2016-2020. Objeto, acrílica sobre pedra.
Série Pedra, 2016-2020. Objeto, acrílica sobre pedra.
Série Pedra, 2016-2020. Objeto, acrílica sobre pedra.
Série Pedra, 2016-2020. Objeto, acrílica sobre pedra.
Série Pedra, 2016-2020. Objeto, acrílica sobre pedra.
Série Pedra, 2016-2020. Objeto, acrílica sobre pedra.
Série Pedra, 2019. Objeto, acrílica sobre prato de madeira.
Série Pedra, 2019. Objeto, acrílica sobre prato de madeira.
Série Pedra, 2020. Objeto, acrícilica sobre pedra, madeira e rede.
Série Pedra, 2020. Objeto, acrícilica sobre pedra, madeira e rede.
Série Pedra-Carne, 2021. Pintura, acrílica sobre cimento.
Série Pedra-Carne, 2021. Pintura, acrílica sobre cimento.
Série Pedra-Carne, 2016. Pintura, acrílica sobre tela.
Série Pedra-Carne, 2016. Pintura, acrílica sobre tela.
Noosferas, 2015. Pintura. Acrílica sobre tela - díptico.
Noosferas, 2015. Pintura. Acrílica sobre tela - díptico.
Série carne, 2016 e Noosferas, 2015. Pintura, acrílica sobre tela.
Série carne, 2016 e Noosferas, 2015. Pintura, acrílica sobre tela.
Série carne - Carne pulsante, 2017. Pintura, óleo sobre tela - díptico.
Série carne - Carne pulsante, 2017. Pintura, óleo sobre tela - díptico.
Toda Pedra Tem, 2020. Aquarela, guache e colagem sobre papel - série.
Toda Pedra Tem, 2020. Aquarela, guache e colagem sobre papel - série.
Toda Pedra Tem, 2020. Aquarela, guache e colagem sobre papel - série.
Toda Pedra Tem, 2020. Aquarela, guache e colagem sobre papel - série.
Toda Pedra Tem, 2020. Aquarela, guache e colagem sobre papel - série.
Toda Pedra Tem, 2020. Aquarela, guache e colagem sobre papel - série.
Ninhos, 2018. Intervenção em fotografia, impressão s/papel - díptico.
Ninhos, 2018. Intervenção em fotografia, impressão s/papel - díptico.
Série Florescer, 2018. Backlight e impressão sobre papel.
Série Florescer, 2018. Backlight e impressão sobre papel.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq. Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.

A exposição Pedra-Carne surge do encontro de Meg Tomio Roussenq (Rio do Sul, 1958) com uma pedra. Da cor e textura, que tangiam a aparência de um corpo tenro, porém lascado, aos olhos da artista revelaram-se carne. Ao longo de sua carreira, apreende-se que o processo da artista se desenvolve a partir da descoberta de uma possível materialidade humana na pedra aliada às transmutações decorrentes do fogo.

Como testemunhas silenciosas de tudo que passa, as pedras, apesar de sua imobilidade e estabilidade na natureza, aos poucos se modificam e se deslocam, por vezes em ritmo lento e em outras com grande rapidez e intensidade. Pedras compõem planos, que ora se encaixam e ora rolam na paisagem. E para Meg, de um encontro com uma pedra, e das significações que dela derivam, projetaram-se aquilo que nos constitui: o humano, a carne e os ciclos de transformações.

A descoberta da carne na pedra amplia no trabalho da artista as possibilidades do ser pedra. Se antes a pedra se configurava como algo estático, a carne nela projetada provoca transformações e rompimentos. A pedra então palpita, pulsa e lateja.

Em seguida, instala-se no processo da artista a transformação da matéria por meio do cru e do caos: Meg rompe o invólucro externo da pedra e trabalha o inverso, entornando de vermelhos vivos e saturados a carne que pulsa, que transborda. E de tanto expandir, chega ao processo de desconstrução de corpos.

Nisto que chama de carnificina, Meg trabalha o avesso da pedra sobre vermelhos de tonalidades alaranjadas, representando o fogo. O fogo é o elemento que inicia o processo de transformação da matéria: ele retira o mineral de seu estado bruto, ao mesmo tempo em que o purifica. Passar pelo fogo permite que o avesso da pedra, em seu estado mais puro, seja passível de mutação. A carnificina depura, expurga e encerra aquilo que precisa deixar ir para enfim renascer.

Ao final desta ablução, descobre-se a pedra não mais humana, e sim, como a matéria que origina o ser. Ir ao encontro da carne, é, metaforicamente, o ato de colocar a pedra na condição de semente: é descontruir, para voltar ao início, é se aproximar do caos para florescer e transcender. É partir da pedra e por fim retornar a ela, como os ciclos inerentes à vida.

Pedra-carne é a possibilidade de encontrar no minério bruto algo de humano e entendê-lo como potência de vida. Os trabalhos desta exposição apresentam um ciclo: pedra enquanto semente; a carne como aquilo que representa a matéria humana; a carnificina como a transformação da matéria e por fim o florescer, compreendido menos como o encerramento de um ciclo, e mais como início e fim, concomitantemente.

Anna Moraes e Rafaela Martins | Curadoras

VEJA MAIS

Artistas mulheres apresentam duas exposições na Fundação Cultural BADESC

Mostras podem ser visitadas gratuitamente de terça-feira a sábado, das 13h às 18h

Selecionadas no Edital 2020 da Fundação Cultural BADESC, as artistas Bruna Granucci, Edinara Patzlaff e Meg Tomio Roussenq apresentam exposições que podem ser visitadas de maneira gratuita no casarão que fica no Centro de Florianópolis. A visitação pode ser realizada das 13h às 18h de terça-feira a sábado até 1º de outubro de 2021.

Bruna Granucci e Edinara Patzlaff são as responsáveis pela exposição Buquê Marginal. Nela, além dos mais de 150 buquês de mato seco que estão suspensos em varais de linha, o espectador pode assistir a um vídeo experimental.
A mostra, que tem curadoria de Juliana Crispe, é inédita e começou a ser desenvolvida pelas artistas em 2019.

Já Pedra-Carne, mostra da Meg Tomio Roussenq, faz um recorte dos últimos 10 anos de produção da artista. Ela conta que ao pintar uma pedra de vermelho como uma representação de carne em seu interior faz um convite para que os visitantes olhem atentamente e refletam sobre as transformações e ciclos vitais da existência.

Com curadoria de Anna Moraes e Rafaela Maria Martins, a mostra é composta por cerca de 20 obras e séries, divididas em quatro temas curatoriais: Pedra, Carne, Carnificina e Florescer.

A Fundação, que fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro da Capital catarinense, destaca que para garantir uma visitação segura são seguidos todos os protocolos sanitários, tanto que o uso de máscara é obrigatório e a visitação é limitada a cinco pessoas por vez no espaço.

Serviço: Exposições Buquê Marginal de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff e Pedra-Carne de Meg Tomio Roussenq
Visitação: até 1º de outubro de 2021 – de terça-feira a sábado, das 13h às 18h
Local: Fundação Cultural BADESC – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro de Florianópolis/SC – telefone: (48) 3224-8846
Entrada Gratuita

ONDE EXISTE AZUL…, de Adriane Hernandez

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ONDE EXISTE AZUL…

ADRIANE HERNANDEZ

ESPAÇO FERNANDO BECK | 09 DE SETEMBRO A 21 DE OUTUBRO DE 2011

Adriane Hernandez utiliza a toalha xadrez azul na exposição Onde existe azul… como um elemento que remete a memórias pessoais. As obras fazem parte da série Impregnações com a toalha de mesa e servem a inúmeros jogos de construção e desconstrução dos significados. A artista é natural de Porto Alegre (RS), doutora em Poéticas Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e professora da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).

Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
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Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.

Trabalhadas com recurso técnicos, próprios à época em que vivemos – fotografia e tratamento digital da imagem – as fotografias de Adriane Hernandez traem a linguagem tradicional desse médium, produzem configurações pictóricas que se inscrevem em uma filiação direta da obra de Magritte e reverberam com produções contemporâneas que destabilizam percepções ordinárias das coisas e do mundo.

Podemos identificar em seu trabalho, o alinhamento com questões caras ao Surrealismo; questões que supõem desligamentos entre sujeito, imagem e representação. Também situa confluências entre as categoriais de performance do objeto, da fotografia e da pintura, mas através de enigmas visais: é sobretudo uma certa qualidade de silêncio que as evocam.

Ut poiesis pictura. A pintura vem do espírito, assim como a poesia.

Estas obras, que a artista apresenta na exposição agenciam detalhes de um mundo composto a partir de migalhas e encoberto por fragmentos. Pequenos retalhos de tecido quadriculado azul e branco, encobrem o rosto de um personagem enigmático. O mesmo tecido recobre elementos heterogêneos, tais como as peças de um quebra-cabeça e um par de sapatos, salpica na imagem de pés e de uma sombrinha transparente. Noutro quadro, pontos azuis se espalham sobre a imagem e seu suporte como se fossem flocos de neve. Miolos de pão flutuam sobre um plano azul como se fossem nuvens no céu. (O “Pão” e a “Toalha de Mesa”, signos recorrentes na iconografia da artista desde sua produção decorrente da pesquisa que desenvolveu na tese de doutorado).

Cada elemento que compõe as imagens está estrategicamente solto no espaço do quadro, colocando em suspenso qualquer relação espaço-tempo.

A justaposição entre os elementos extraídos do cotidiano doméstico, e feminino, são cuidadosamente agenciados para evocar uma inquietante estranheza.

Sim, é possível que não sejamos capazes de compreender, ou seja, de pensar e exprimir com conceitos o que a artista nos dá a ver. Não importa, porque uma das funções da arte é devolver em imagens aquilo que perdemos, ou que não conseguimos formular, da realidade.

Sandra Rey

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MADEIRAME, de Egidio Rocci

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MADEIRAME

EGIDIO ROCCI

CURADORIA DE FERNANDO BOPPRÉ

ESPAÇO FERNANDO BECK | 05 DE MAIO A 1º DE JULHO DE 2011

O artista plástico Egidio Rocci estabelece caminhos para questões ligadas ao equilibro e à memória ao usar como material de trabalho armários no estilo provençal, destituídos das portas e laterais, reduzidos à sua estrutura básica. A série Madeirame é composta de cinco obras. São quatro junções de armários e uma instalação. A exposição é realizadas basicamente com móveis da década de 50 e 60. Há uma identificação entre a madeira das obras e o piso do casarão, entre os frontões ds armários e as colunas espiraladas que dividem as salas do espaços Fernando Beck da FCBadesc.

Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
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Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Madeirame, de Egidio Rocci. “para chegar ao pouco
em que umas poucas coisas
revelem-se, compactas,
recortadas e todas, e chegar entre as poucas
à coisa coisa e ao miolo
dessa coisa, onde fica
seu esqueleto ou caroço”

(João Cabral de Melo Neto)

Em tempos de alvenaria, é o madeirame quem sustenta uma construção. Nos trabalhos de Egidio Rocci persiste o que há de estrutural em um objeto: subtrai-se excesso, eliminam-se funções. Eis que surge um objeto novo que pode ser composto junto a outro semelhante ou completamente distinto dele mesmo. A ação do artista, contudo, mantém um respeito profundo em relação ao objeto: ainda que o reduza ao mínimo, é possível continuar a nomeá-lo pelo nome de origem (mesmo que a funcionalidade tenha sido descartada). Aquilo que é tomado por princípio material – por exemplo, um armário – atravessa uma crise intensa: lance embaraçoso, tensão, conflito. O gesto é sempre preciso: a operação de se extrair poesia dos objetos já existentes no mundo se alastra pelas obras desta exposição. Nelas, há sempre um disparate: seus móveis e objetos improváveis produzem inquietação. Ao observarmos, por exemplo, um criado-mudo sobreposto à estrutura de um armário, parece haver qualquer coisa de assombro no silêncio da entrega deste móvel mutante diante de nossos olhos.

Fernando Boppré | Curador

VEJA MAIS

NOTAS DE RODAPÉ, de Jimson Vilela

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NOTAS DE RODAPÉ

JIMSON VILELA

ESPAÇO FERNANDO BECK | 17 DE MARÇO A 29 DE ABRIL DE 2011

Selecionado pelo Edital Fernando Beck de Exposições 2011, Jimson Vilela apresenta a mostra Notas de Rodapé. São trabalhos de vídeo e intervenção/instalação em que o artista reduz a noção da paisagem ao elemento visual da linha do horizonte.

Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela (7)
Notas de rodapé, de Jimson Vilela (7)
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
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Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
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Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
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Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
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Notas de rodapé, de Jimson Vilela (7)
Notas de rodapé, de Jimson Vilela (7)
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
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APRESENTAÇÃO

Notas de rodapé, de Jimson Vilela. Notas de rodapé, de Jimson Vilela.

Uma individual não é uma reunião de trabalhos do mesmo autor.¹ Uma exposição individual envolve outra lógica de tempo, espaço e integração obra-pública.² O “texto curatorial” (este mesmo que você está lendo) e a montagem da exposição são os mediadores entre a obra e você.³ Entretanto, nesta exposição há um pequeno problema: este texto antecede um dos trabalhos aqui presente.⁴ Então como pensar no mesmo como um mediador, tendo em vista que o trabalho ainda não existe?⁵ Não pensando em obras, mas em poética.⁶

Há caos e clareza no que eu faço.⁷ Estes dois adjetivos correspondem ao que está presente aqui: uma investigação sobre os limites.⁸

Notas de rodapé, Jimson Vilela⁹

___________________________________

¹ Uma individual é a exposição de uma poética. É um universo que se materializa através de partículas capazes de tomar visíveis os vazios entre uma partícula e outra.
² {[(obra + invisível) x (tempo de duração + espaço expositivo)] + experiência sensorial e suas memórias} = esta é uma suposição válida em notas de rodapé.
³ Em uma individual não há outro artista com outras obras para gerar um diálogo ou aproximações. Isto é um monólogo? Não. O texto e a montagem criam a possibilidade de deste “texto curatorial” um fragmento-diário e, consequentemente, mais um pedaço de constelação de trabalhos aqui presentes.
⁴ Os vídeos Necessidade e Quase não cinema 1 (2010) são uma investigação sobre as simbologias que envolvem o conceito de linha do horizonte – universal e, ao mesmo tempo, particular. Procuro traçar paralelos entre estas duas instâncias.
⁵ Indeterminado.
⁶ Universo, constelação, partículas. Essa exposição é resultado de outra e de suas descobertas. É um modo de pensar o momento de exibição enquanto processo e até mesmo procedimento de trabalho. Dentro do universo há constelações e nestas, além de estrelas, há um espaço vazio que as separa.
⁷ Em meu trabalho desenvolvo uma pesquisa que diz respeito às fronteiras e limites dos campos da ficção/realidade, texto/imagem e escrita/corpo. Inicialmente, crio livros nos quais estes conceitos são aplicados e tensionados. A partir dos livros desenvolvo projetos como este.
⁸ Penso na linha enquanto limite e ponte. Separa e junta. Penso na linha como síntese visual da palavra escrita. Aliás, sobre a linha apoiam-se as palavras até o final da linha. Ou até palavras paralelas se tocarem.
⁹ Título e autor.¹ ___________________________________
¹

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PLÁSTICA, de Roberta Tassinari

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PLÁSTICA

ROBERTA TASSINARI

ESPAÇO FERNANDO BECK | 25 DE NOVEMBRO DE 2010 A 28 DE JANEIRO DE 2011

Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
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LINHAS E RISCOS SUBTERRÂNEOS: ENTRE O CÉU E A TERRA, de Janor Vasconcelos

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LINHAS E RISCOS SUBTERRÂNEOS: ENTRE O CÉU E A TERRA

JANOR VASCONCELOS

CURADORIA DE FRANZOI

ESPAÇO FERNANDO BECK | 25 DE NOVEMBRO DE 2010 A 28 DE JANEIRO DE 2011

Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
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Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos. Mergulhar em um emaranhado de linhas e riscos para atingir o interior do ser humano, a alma. Talvez seja esta a proposta que Janor Vasconcelos faz a cada um de nós que ficamos diante de seu trabalho.
Ao deslocar um ponto sobre o papel, cria uma linha ininterrupta, por meio do acúmulo forma um desenho, que ecoa compulsivamente no espaço-tempo e resulta numa ideia-imagem aberta a múltiplas interpretações.
Quem está sendo representado? Que linha é essa que percorre o espaço? Que espaço é esse? E se a linha na verdade for um risco no espaço? Representa os riscos a que somos submetidos a cada instante? A linha tênue entre a vida e a morte?
O ponto de partida da poética de Janor é a sua memória geográfica e social – as minas de carvão e os mineradores. Busca um simulacro, entre o espaço expositivo e uma mina, ao dispor meticulosamente seus trabalhos nas paredes de forma contínua, se apropriando dos vértices da arquitetura e conduzindo nosso olhar para a profundeza dos mesmos. Ao nos aproximarmos cada vez mais de seus desenhos temos a sensação de estarmos diante do visível e do invisível, entre o finito e o infinito, pois somos arrebatados para o interior de nossa própria existência.

Risco… linha… ponto… vida!

Franzoi | Curador

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DSC05499

PNEUMATÓFOROS

CRISTINA OLIVEIRA • EDGAR COLARES • YARA GUASQUE

ESPAÇO FERNANDO BECK | 30 DE SETEMBRO A 01 DE OUTUBRO DE 2010

Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque. Ambientação do espaço da exposição como uma instalação-ambiente orgânica, que apesar de ser construída artificialmente simula a respiração que no mangue é realizada pelos pneumatóforos.
Pneumatóforos são ramificações das raízes das árvores que crescem em terrenos alagadiços. Notadamente do mangue algumas árvores como a Siriúba possuem raízes que se ramificam horizontalmente, logo abaixo da superfície da areia, lançando esporões verticais que expostos no ar absorvem o oxigênio da atmosfera. Estes são os pneumatóforos que ajudam a sedimentar o terreno e que efetuam a troca gasosa entre a árvore e o meio. Pneumatóforos, metaforicamente falando como um organismo, aglutina ideias embrionárias sedimentando elementos antes dispersos, e também auxilia a respiração entre o organismo e o meio.

Yara Guasque

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A IMAGEM DA CASA

ANA LUIZA KALAYDJIAN

ESPAÇO FERNANDO BECK | 05 DE AGOSTO A 24 DE SETEMBRO de 2010

Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
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Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
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Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
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APRESENTAÇÃO

Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian. A possibilidade de trabalhar novos materiais e texturas através de meios também diversos é uma das características principais da produção de Ana Kalaydjian. Essa liberdade levou-a a utilizar o pó de café em suas criações a partir de 1999. Esse material orgânico foi escolhido tanto por sua carga afetiva quanto camaleônica de se transformar em pigmento, em tinta, em argila e até mesmo em superfície refletora.
A artista mantém a tradição de ler nos desenhos formados pela borra de café no fundo das xícaras traços da vida e do destino de quem o tomou. Nesse processo, a imagem produzida pela sedimentação do pó recupera seu poder cognitivo, pois é compreendida em sua dimensão simbólica de semelhança e evocação com aquilo que representa. Através de sua leitura, Ana estabelece uma estreita comunicação com o outro, mas sem se furtar a exposição de si mesma.
Mais do que a memória dessa tradição, o que a artista recupera para seus trabalhos é a lógica desses reflexos e seu resultado. Vestígios dessa relação íntima e privada, daquele momento de plena comunicação, são conservados em suas fotografias de borras em fundos de xícaras. Não sabemos interpretá-las, não conhecemos que as fez. No entanto, energia contida nessas manchas negras, sua força desencadeadora, parece retida nessas reproduções. Sugam o espectador, transportando-o para o espaço de uma relação mais estreita entre as pessoas. (…)

Taisa Helena P. Palhares

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