ESPAÇO FERNANDO BECK | 1º DE ABRIL A 14 DE MAIO DE 2010
Inconformidade com o mundo contemporâneo, com a violência urbana, com o conflito entre nações e com a displicência em relação aos problemas ambientais são questões fortemente discutidas na seqüência de obras da mostra Tensões, de Guido Heuer. A reflexão é da crítica de arte Nadja Lamas, curadora da exposição com abertura agendada para o dia 1º de abril na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer (18)
Exposição Tensões, de Guido Heuer (18)
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Embora embuída de carga política e com um suporte que inclui em boa parte de suas peças elementos com densidade elevada, como a tinta acrílica e automotiva, inox, madeira, metal gravado, vidro, fórmica, e betume, a arte de Guido Heuer avança por um território semântico delicado e engenhoso.
Nadja considera que as transformações poéticas do artista não são bruscas. Ocorrem de forma calma, mas com firmeza. “De maneira sutil, mas contundente”, avalia. Toda esta carga significativa da obra do artista vão estar expostas em nove objetos e uma vídeo instalação nas salas de exposição no interior da fundação e de uma escultura de um perturbador mosquito de alumínio e inox com três metros de altura no jardim da casa.
Artista maduro, atualmente com 53 anos, Guido possui uma longa trajetória. Nascido em Blumenau, já na infância descobriu o gosto pela arte dentro da própria família. Seu avô, Johannes, tinha um ofício raro: moldar peças mortuárias em bronze.
Era a gênese do processo criativo de Guido, pelo menos sob o ponto de vista material. O artista passava as tardes na oficina do avô. Na maioria das vezes apenas observando e descobrindo os princípios da transformação do metal e o manuseio de elementos químicos, soldas e reagentes.
Em 1971, aos 15 anos, começa a estudar arte e sua carreira artística, já no início, se dá entre os grandes artistas. Sua estréia é na galeria Açu-Açu, criada no mesmo ano pela escultora Elke Hering, pelo poeta Lindolf Bell, e pelo escritor e crítico Péricles Prade e sua esposa Arminda.
Já nos primeiros anos da década de 70, dividiu espaço em coletiva com Martinho de Haro, Meyer Filho, Sílvio Pléticos, Eli Heil, Elke Hering e Mario Avancini, além de Rodrigo de Haro e o então grupo dos novos, que incluía Antonio Mir, Jayro Schmidt, e Luiz Henrique Schwanke. Na mesma época, também participava de mostras com seu amigo, quase tão jovem como ele, Rubens Oestroem.
O salto de Guido Heuer, conforme situa o jornalista Joel Gehlen, no livro “As Idades do Metal – A Arte de Guido Heuer”, organizado por Dennis Radünz e publicado pela editora Nauemblu, ocorre no final dos anos 70, quando o artista expõe seus “metais gravados” na Maison de France, no Rio de Janeiro. Gehlen observa também que a década de 80 foi vivida sob o signo da inquietação. Nascido às margens do rio Itajaí-Açu, o artista absorve em sua obra a flora abundante, principalmente a madeira.
Os anos 90 marcam a visibilidade de Guido no mercado internacional, com exposições nos Estados Unidos, Alemanha, Áustria, Londres. Expõem no exterior mas sua presença no cenário urbano de Santa Catarina permanece latente, com painéis em Blumenau, Itapema e Florianópolis, e obras de grandes dimensões em fachadas de edifícios de Balneário Camboriú, formando uma galeria aberta pelas ruas da cidade litorânea.
A exposição reverberou na edição e publicação de catálogo disponível ao clicar na imagem acima.
COLETIVO ROSA DOS VENTOS | BRÍGIDA DE MIRANDA • CLAUDIA ZIMMER • JULIANA CRISPE • RAQUEL STOLF • ROSANA BORTOLIN • SANDRA FAVERO • MÁRCIA SOUSA • MARIA ARAUJO • NARA MILIOLI • SILVANA MACÊDO E FREDERICO MACÊDO
ESPAÇO FERNANDO BECK | 08 DE OUTUBRO A 31 DE OUTUBRO DE 2008
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Memória fotográfica do meu primerio ninho, Brígida de Miranda, 2008.
Memória fotográfica do meu primerio ninho, Brígida de Miranda, 2008.
Como construir ao menos um ovo, Claudia Zimmer, 2008.
Como construir ao menos um ovo, Claudia Zimmer, 2008.
Alice queria voar numa bolha de sabão... da série Alice, Juliana Crispe, 2008.
Alice queria voar numa bolha de sabão... da série Alice, Juliana Crispe, 2008.
Ninho em silêncio, Márcia Sousa, 2008.
Ninho em silêncio, Márcia Sousa, 2008.
Ninho pregnado, Maria Araujo, 2008.
Ninho pregnado, Maria Araujo, 2008.
Trepadeira, Nara Milioli, 2008.
Trepadeira, Nara Milioli, 2008.
Buraco, Raquel Stolf, 2008.
Buraco, Raquel Stolf, 2008.
Condomínios inteligentes, Rosana Bortolin, 2006.
Condomínios inteligentes, Rosana Bortolin, 2006.
Ninho, Sandra Favero, 2008.
Ninho, Sandra Favero, 2008.
Ninho, Silvana e Frederico Macêdo, 2008.
Ninho, Silvana e Frederico Macêdo, 2008.
APRESENTAÇÃO
Exposição Ninho, Coletiva.
ninho
(de palavras, por ora)
A origem dos trabalhos expostos aqui foi uma palavra: ‘ninho’. Se a origem e mesmo certa homogeneidade se deram pela palavra-matriz, a variedade de conceitos e imagens por ela produzida em cada artista gerou uma heterogeneidade profícua. A partir dessa palavra os artista poetizaram, e o resultado está nessas obras que nos convidam a sentir, lembrar, refletir e imaginar, sem que nos desgarremos da imanência e concretude mundanas. Chamo a atenção dos que me lêem para o fato de ninho ser um objeto que remete a um não-objeto, ao espaço vazio a ser preenchido. Ele pode, claro, ser visto como ente autônomo, mas numa ontologia (ou, quem sabem, ornitologia?) naturalizada e naturalmente reclama uma relação com um outro – e continente a ser ocupado por um conteúdo. Também esta exposição só cria sentido à medida que seus espaços-nichos forem ocupados e acolherem experiências estéticas, gerando novas imagens, conceitos e posturas, resultantes da interação entre tais espaços e o espectador, reconstruída na poética do viver nosso de cada dia.
ESPAÇO FERNANDO BECK | DE 27 DE AGOSTO A 26 DE SETEMBRO DE 2008
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
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FILIPENSES, 2
Portanto, se há alguma exortação em Cristo, se alguma consolação de amor, se alguma comunhão no Espírito, se alguns entranháveis afetos e compaixões,
2 completai o meu gozo, para que sintais o mesmo, tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo, sentindo uma mesma coisa,
3 nada façais por contenda ou por vanglória, mas com humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo;
4 não olhe cada um somente para o que é seu, mas cada qual também para o que é dos outros.
5 Tende em vós aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus,
6 o qual, substituído em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus, coisa a que se devia aferrar
7 mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens;
8 e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até à morte, e morte de cruz.
9 Pelo que também também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo nome;
10 para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra,
11 e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai.
(FILIPENSES, 2.1 A 11)
O NOVO TESTAMENTO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
Versão da IMPRENSA BÍBLICA BRASILEIRA
Baseada na tradução em português de JOÃO FERREIRA DE ALMEIDA
De acordo com os melhores textos em hebraico e grego
Imprensa Bíblica Brasileira
Rua Silva Vale, 781
ESPAÇO FERNANDO BECK | 28 DE MAIO A 04 DE JULHO DE 2008
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
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Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
APRESENTAÇÃO
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Um dos pontos de partida do projeto ar foi o desejo de explorar nossas diferenças culturais e engajá-las com discussões na área da ciência ambiental. A experiência vivida nessas duas florestas transformou nossa posição inicial, comparativamente mais analítica, em algo saturado com um sentido mais íntimo, onde nossas estórias pessoais e culturais se tornaram irremediavelmente ligada a diversos elementos de pesquisas científicas, clima e ecologia.
A fria, branca e imaculada floresta tropical finlandesa em contraste com a floresta tropical quente e úmida da Amazônia brasileira, nos levou a uma profunda reflexão sobre a intensidade das violentas polarizações destas áreas geográficas. Estes territórios, apesar de parecerem opostos e tão distantes, estão intimamente ligados na imensidão do ambiente global.
ESPAÇO FERNANDO BECK | 13 DE MARÇO A 23 DE MAIO DE 2008
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
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Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
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Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
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Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
APRESENTAÇÃO
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Na contramão da tendência predominante nos artistas de sua geração que de modo geral elegem suportes e mídias não usuais, Rodrigo Cunha escolheu como meio de expressão a tradicional pintura de cavalete. Suas obras são transposições oníricas da realidade.
Utilizando os discretos efeitos de luz das meias-tintas Rodrigo elabora trabalhos que surgem como visões provenientes de sonhos ou pesadelos.
Em uma atmosfera de ilimitada melancolia, figuras solitárias pairam em ambientes delimitados espacialmente por uma sóbria geometria.
Nesta arquitetura de caixas-cubículos, pequenas aberturas deixam entrever detalhes de outros aposentos igualmente frios e exíguos.
Por vezes a perspectiva é distorcida de forma a criar a sensação visual de um espaço circular captado por uma lente grande angular.
De modo geral as figuras destes personagens sem história nem rosto aparecem sentadas no canto de imensos sofás ou simplesmente de pé com mãos e braços rentes ao corpo perplexas por algum indecifrável enigma.
Na visionária estrutura espacial destes interiores é como se a invisível gaiola da exacerbada individualidade de nossos tempos não tornasse mais qualquer comunicação possível.
Neste inquietante clima é como se tudo, seres e objetos, pairasse em um vácuo iluminado por uma luz fria e distante proveniente de uma fonte invisível.
Intencionalmente ou não Rodrigo coloca-nos frente a personagens cujo clima existencial remete ao pensamento de Nietzsche e Schoppenhauer, que nos ensina sobre a profunda significação do nenhum sentido da vida.
Pode parecer paradoxal, mas é o vazio terrível expresso nestas obras que nos desvela a verdadeira beleza imperturbada e despida de alma e matéria.
E é justamente ao dar ao vazio uma expressão artística que Rodrigo Cunha penetra no âmago mesmo do dilema do homem contemporâneo permitindo ao espectador refletir e participar desta tensa e enigmática atmosfera que alimenta a própria essência de sua criação.
ESPAÇO FERNANDO BECK | 17 DE JANEIRO A 29 DE FEVEREIRO DE 2008
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Sobre a gravura de Julia Iguti
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
A gravura, em Florianópolis, já tem história graças a artistas com alma de gravadores, como é o caso de Julia Iguti.
A expressão de Julia é, portanto, basicamente relacionada com as qualidades gráficas, tanto nas litografias como nas xilogravuras, seus trabalhos mais recentes.
O que se observa em suas gravuras, entre outras coisas, é o paciente elaborar de imagens com a sutileza técnica que lhe é peculiar, obtendo, desta maneira, clareza visual que facilita o imediato diálogo entre o espectador e a sua obra.
Neste sentido, o imaginário de Julia compromete-se com o narrativo, ou seja, proporciona uma leitura além do visual, que é extremamente rico em efeitos gráficos. E toda essa grafia está a serviço da narração que beira o ficcional, com aproximações da fábula e do mítico.
A fabulação e a mitificação de Julia, cada vez mais densas e misteriosas, conferem à sua gravura a atmosfera do poético, ou melhor, do poema visual, em cujas imagens está o lendário que o tempo se encarrega de imprimir nas coisas.
A gravura de Julia é o encontro com a memória, com a percepção e com a imaginação.
Jayro Schmidt | artista plástico, professor de pintura e de história da arte
ESPAÇO FERNANDO BECK | 12 DE NOVEMBRO A 11 DE DEZEMBRO DE 2009
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
APRESENTAÇÃO
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Brincando com a palavra memórias surge sairómem. (Literalmente é o reflexo inverso da palavra), no entanto é capaz de traduzir de uma maneira simples a exposição apresentada.
Sairómem é o (nosso) reflexo para dentro de si. É dentro dele que deixamos, sempre vivo, o lado criança. Que guarda consigo as lembranças da infância, das brincadeiras, dos momentos divertidos e alegres de uma época, que não volta mais, porém, está sempre em evidência dentro dela, do sairómem.
A vida adulta, necessária, e imposta pelo tempo, muitas vezes faz com que esqueçamos de ‘brincar’ com o sairómem. Um elo eterno de ligação com os mundos: real e imaginário.
Sinta o sairómem dentro de você e permita-se viver!
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VISITAÇÃO E CONTATO
SEGUNDA A SEXTA | 13 ÀS 19H* Todas as atividades são gratuitas.