PLURAIS, de Paulo Roberto Pugialli

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PLURAIS

PAULO ROBERTO PUGIALLI

ESPAÇO FERNANDO BECK | 07 DE OUTUBRO A 06 DE NOVEMBRO DE 2009

O artista denomina a coleção de pinturas-objeto. São imagens em absoluta desordem, da concepção visual ao suporte das telas.A arte de Pugialli está entranhada da sua própria maneira de viver. O artista é um nômade que vai adicionando referências e estabelecendo relações com o ambiente por onde tem vivido. Ele não acumula nada em sua vivência, nem sua própria obra. Seu acervo está em um microcomputador. No projeto da exposição para a Fundação Cultural Badesc, Pugialli exibe uma sequência no qual “a proposta curatorial é de alterar as relações espaciais do volume da pintura e do local expositivo, procurando alterações da situação limite entre o espectador, a estrutura pictórica e o lugar”, descreve o artista plástico e gravador Nelson Hohmann. São obras que expõem o visitante a uma leitura movediça. Nas telas do artista é possível visualizar a retórica da desordem. “Por mais que a sociedade, as autoridades, tentem organizar a vida, a desordem tem um poder maior e se estabelece”, diz o artista. A pluralidade da linha e da forma das pinturas-objeto expõe confiança e cilada, e conduzem o espectador a explorar uma geometria do insconsciente. São caminhos muitas vezes estabelecidos pelas próprias dobras das telas que sugerem outras leituras das imagens.Segundo o artista plástico José Maria Dias da Cruz, a obra de Pugialli “está em consonância com as mais avançadas pesquisas da arte contemporânea internacional, ampliando os conceitos de linha, superfície e ritmo”. O artista estudou artes plásticas na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e no Museu de Arte Moderna, no Rio de Janeiro, e no Museu da Gravura da Cidade de Curitiba. Em 1998 recebeu o prêmio principal no 55º Salão Paranaense. Sua obra está representado em coleções particulares e públicas no Brasil e no exterior. Pugialli foi selecionado pela comissão do edital de arte da Fundação Badesc, que escolhe seis exposições por ano de projetos de todo o Brasil.

Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
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Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.

Paulo Roberto Pugialli é um nômade, desde sua infância na cidade do Rio de Janeiro, transita por ambientes diversos influenciado com outras culturas, percorrendo cidades e estados brasileiros, e terras estrangeiras.

A produção de sua obra está ligada diretamente ao seu modo de vida, aglomerando referências e relacionando-se ao ambiente; essas influências trazem reminiscências que indicam conceitos ampliados de “linha, superfície e ritmo”.

No projeto de exposição para o Espaço Fernando Beck, na Fundação Cultural BADESC, Pugialli nos traz pinturas-objeto no qual a proposta curatorial é de alterar as relações espaciais do volume da pintura e de alterar as relações espaciais do volume da pintura e o local expositivo, procurando alterações da situação limite entre o espectador, a estrutura pictórica e o lugar.

Nelson Hohmann | artista plástico e gravador

Inverno de 2009

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A CASA DA CRIAÇÃO, de Vera Sabino

2009 08 26 VERA SABINO - 40 ANOS DE ARTE pt1

A CASA DA CRIAÇÃO

VERA SABINO

ESPAÇO FERNANDO BECK | 26 DE AGOSTO A 09 DE OUTUBRO DE 2009

O projeto comemora os 40 anos de pintura da artista plástica. Idealizado pela artista Lena Peixer, A Casa da Criação foi concebida pelos também artistas Ivan de Sá e Maurício Muniz. A pequena edificação foi composta por plotagens de fotografias do ateliê de Vera feitas por Martha Dias.

Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
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Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
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TELEPLASTIAS, de Walmor Corrêa

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TELEPLASTIAS

WALMOR CORRÊA

CURADORIA DE ROSÂNGELA CHEREM

ESPAÇO FERNANDO BECK | 05 DE AGOSTO A 30 DE SETEMBRO DE 2009

Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa.
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa.
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa.
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Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
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Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa (55)
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Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
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ExposiExposição Teleplastias, de Walmor Corrêa.ção Teleplastias, de Walmor Corrêa (22)
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A exposição reverberou na edição e publicação de catálogo disponível ao clicar na imagem acima.

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MEIA PAISAGEM E MEIA, de Claudia Zimmer

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MEIA PAISAGEM E MEIA

CLAUDIA ZIMMER

ESPAÇO FERNANDO BECK | 17 DE JUNHO A 29 DE JULHO DE 2009

Exposição Meia Paisagem e Meia, de Claudia Zimmer.
Exposição Meia Paisagem e Meia, de Claudia Zimmer.
Exposição Meia Paisagem e Meia, de Claudia Zimmer.
Exposição Meia Paisagem e Meia, de Claudia Zimmer.
Exposição Meia Paisagem e Meia, de Claudia Zimmer.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Meia Paisagem e Meia. As imagens de Claudia Zimmer se inserem num campo conceitual potente, e que adquire peculiaridades ao sul do Brasil. Nesta exposição podemos observar as florescências de sua abordagem sensível do espaço e da fotografia.
Sua poética é marcada por um olhar atento à paisagem e por regras subjacentes que a artista traça, dando ao conjunto de obras aqui apresentado algumas direções experimentais.
Ao operar a criteriosa escolha dos lugares de captação – meia praia / praia do meio –, dispara igualmente os processos que buscam as formas de mostrá-las. As interposições na captura das imagens passam a ser uma espécie de filtro com o qual a artista traduz espessuras e opacidades do seu olhar. As caixas, montagens, elementos de interposição e as passagens da imagem nos suportes de tiragem, exploram os dispositivos expositivos. O gesto fotográfico como um gesto de ver, questão tão cara a Flusser, é indexado pelos títulos por ela atribuídos às obras. Claudia nos convida a rever as paisagens. Coloca-nos na apreciação e nos entremeios da sua produção, possibilitando-nos descortinar a beleza difusa, em meios tons, do semi-visível.

Maria Ivone dos Santos

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OBJECTO QUASE, de Gabriela Caetano

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OBJECTO QUASE

GABRIELA CAETANO

ESPAÇO FERNANDO BECK | DE 17 DE JUNHO A 29 DE JULHO DE 2009

Exposição Objecto Quase, de Gabriela Caetano.
Exposição Objecto Quase, de Gabriela Caetano.
Exposição Objecto Quase, de Gabriela Caetano.
Exposição Objecto Quase, de Gabriela Caetano.
Exposição Objecto Quase, de Gabriela Caetano.
Exposição Objecto Quase, de Gabriela Caetano.
Exposição Objecto Quase, de Gabriela Caetano.
Exposição Objecto Quase, de Gabriela Caetano.
Exposição Objecto Quase, de Gabriela Caetano.
Exposição Objecto Quase, de Gabriela Caetano.
Exposição Objecto Quase, de Gabriela Caetano.
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Exposição Objecto Quase, de Gabriela Caetano.
Exposição Objecto Quase, de Gabriela Caetano.
Exposição Objecto Quase, de Gabriela Caetano.
Exposição Objecto Quase, de Gabriela Caetano.
Exposição Objecto Quase, de Gabriela Caetano.
Exposição Objecto Quase, de Gabriela Caetano.
Exposição Objecto Quase, de Gabriela Caetano.
Exposição Objecto Quase, de Gabriela Caetano.
Exposição Objecto Quase, de Gabriela Caetano.
Exposição Objecto Quase, de Gabriela Caetano.
Exposição Objecto Quase, de Gabriela Caetano.
Exposição Objecto Quase, de Gabriela Caetano.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Objecto Quase, de Gabriela Caetano. Uma imagem que retorna. Perturba. O problema da imagem que não cessa a latência na mente de quem cria e que acaba precisando ser retrabalhada e resignificada é frequente em algumas produções artísticas. E é porque, nesses artistas que assim estabelecem suas produções, e conseguem desenvolver materialmente essa insistência iminente, que se inserem nesse espaço de produção da diferença e repetição. É nesse espaço que se apresentam os trabalhos da artista Gabriela Caetano.
Há alguns anos, a artista vem encontrando possibilidades de criação para a imagem dos galhos de uma árvore que lhe insiste a observação.
A partir de uma fotografia, num procedimento recursivo, a artista constrói e desconstrói, remonta sensivelmente a imagem e a transforma num objeto estético.
São objetos/imagem, fragmentos de um registro fotográfico que ao final nos revelam e sutilmente convidam a pensar em outros conceitos que não só o próprio registro em si.
Desta vez, somos apresentados a quatro trabalhos que unificam a produção da artista
durante sua pesquisa imagética e que suscitam de algum modo as questões matéricas que ela instala em seu trabalho: como as transparências, o jogo de veladuras ou como a remontagem, a manipulação da imagem formando novos sentidos.
Tais objetos carregam a sutileza da reconstrução da imagem; e longe de seccionar o olhar a estas obras, deixo aqui um primeiro exposto sobre essa produção, que na realidade, assim como a artista busca em sua memória o processo de construção, os que aqui visitam devem também buscar nas suas referências pessoais uma interpretação para esses objetos e de alguma forma ativar seu imaginário.

Francine Goudel

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DESENHO, de Flávia Duzzo

FLÁVIA DUZZO Azul_com_preto_certo_-_convite

DESENHO

FLÁVIA DUZZO

ESPAÇO FERNANDO BECK | 22 DE ABRIL A 10 DE JUNHO DE 2009

Exposição Desenhos, de Flávia Duzzo.
Exposição Desenhos, de Flávia Duzzo.
Exposição Desenhos, de Flávia Duzzo.
Exposição Desenhos, de Flávia Duzzo.
Exposição Desenhos, de Flávia Duzzo.
Exposição Desenhos, de Flávia Duzzo.
Exposição Desenhos, de Flávia Duzzo.
Exposição Desenhos, de Flávia Duzzo.
Exposição Desenhos, de Flávia Duzzo.
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Exposição Desenhos, de Flávia Duzzo.
Exposição Desenhos, de Flávia Duzzo.
Exposição Desenhos, de Flávia Duzzo.
Exposição Desenhos, de Flávia Duzzo.
Exposição Desenhos, de Flávia Duzzo.
Exposição Desenhos, de Flávia Duzzo.
Exposição Desenhos, de Flávia Duzzo.
Exposição Desenhos, de Flávia Duzzo.
Exposição Desenhos, de Flávia Duzzo.
Exposição Desenhos, de Flávia Duzzo.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Desenhos, de Flávia Duzzo. Os trabalhos recentes de Flávia Duzzo partem de um mesmo procedimento: pequenos círculos à caneta sobre planos brancos.
Esses círculos preenchem a superfície do plano de modo regular com poucas variações de tamanho. O repertório de cores destes trabalhos, por sua vez, corresponde ao encontrado nas canetas esferográficas usuais.
A partir de meios tão franciscanos, Flávia articula um discurso de deslizamentos entre as modalidades da tradição visual: onde a pintura parecia ganhar ênfase, o desenho e a figura se insinuam para, a seguir, dar lugar a uma presença de campos de cor. Essas e outras oscilações acontecem de um trabalho a outro através de operações precisas, porém dissimuladas. Nada se dá de modo direto nessas pinturas/desenhos/o que seja. Nada permanece estável neste campo de problemas propostos pela artista.
O trabalho de Flávia acontece tanto na superfície dos planos cobertos quanto no intervalo entre uns e outros: nas oscilações da linguagem que provoca.
E onde a linguagem se faz instável, o olhar é convocado à atenção.

Fernando Lindote

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COLEÇÃO, proposição de Regina Melim

Exposição - Coleção

COLEÇÃO

PROPOSIÇÃO DE REGINA MELIM

ARTISTAS PARTICIPANTES: ADRIANA BARRETO • ALEX CABRAL • ALINE DIAS • ANA PAULA LIMA • BRÍGIDA BALTAR • BRUNA MANSANI •CARLA ZACCAGNINI • CLEVERSON SALVARO • CRISTINA RIBAS • DÉBORA SANTIAGO • DIEGO RAYCK • FÁBIO MORAIS • GIORGIA MESQUITA • GLAUCIS DE MORAIS • GLORIA FERREIRA • GRAZIELA KUNSCH • JOANA CORONA • JORGE MENNA BARRETO • JÚLIA AMARAL • LAÉRCIO REDONDO • LUIZ RODOLFO ANNES • MABE BETHÔNICO • MAIKEL DA MAIA • MARIANA SILVA DA SILVA • MARILÁ DARDOT • MIGUEL ETGES • MILTON MACHADO • OLANDO MANESCHY • PAULO BRUSCKY • RAFAEL ADORJAN • RAQUEL GARBELOTTI • RICARDO BASBAUM • VANESSA SCHULTZ • VITOR CÉSAR • YIFTAH PELED • TRAPLEV

ESPAÇO FERNANDO BECK | 22 DE ABRIL A 10 DE JUNHO DE 2009

Exposição Coleção, coletiva com curadoria de Regina Melim.
Exposição Coleção, coletiva com curadoria de Regina Melim.
Exposição Coleção, coletiva com curadoria de Regina Melim.
Exposição Coleção, coletiva com curadoria de Regina Melim.
Exposição Coleção, coletiva com curadoria de Regina Melim.
Exposição Coleção, coletiva com curadoria de Regina Melim.
Exposição Coleção, coletiva com curadoria de Regina Melim.
Exposição Coleção, coletiva com curadoria de Regina Melim.
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Exposição Coleção, coletiva com curadoria de Regina Melim.
Exposição Coleção, coletiva com curadoria de Regina Melim.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Coleção, coletiva com curadoria de Regina Melim.

Nesta exposição cada artista é representado por um carimbo, uma almofada com tinta de impressão e um bloquinho de folhas destacáveis, cujo verso traz as indicações sobre cada trabalho apresentado.

Os carimbos e as cores das almofadas de tinta e dos bloquinhos foram confeccionados seguindo as próprias instruções dos artistas e estarão à disposição de todos visitantes, que poderão carimbar, destacar as folhas e levar consigo na embalagem disponível.
No decorrer da exposição os carimbos estarão sendo substituídos. Aqueles que desejarem conhecer e montar sua COLEÇÃO completa, com os 36 artistas do projeto, poderão visitar a exposição a cada 10 dias.

Regina Melim

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LUME, de Clara Fernandes

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LUME

CLARA FERNANDES

ESPAÇO FERNANDO BECK | 18 DE FEVEREIRO A 17 DE ABRIL DE 2009

Exposição Lume, de Clara Fernandes. Fotografias por Monique Bens.
Exposição Lume, de Clara Fernandes. Fotografias por Monique Bens.
Exposição Lume, de Clara Fernandes. Fotografias por Monique Bens.
Exposição Lume, de Clara Fernandes. Fotografias por Monique Bens.
Exposição Lume, de Clara Fernandes. Fotografias por Monique Bens.
Exposição Lume, de Clara Fernandes. Fotografias por Monique Bens.
Exposição Lume, de Clara Fernandes. Fotografias por Monique Bens.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Lume, de Clara Fernandes. Fotografias por Monique Bens. Exposição Lume, de Clara Fernandes. Fotografias por Monique Bens. O texto tem as cores da vida
Há dias que penso, e sem ação me volto para dentro de mim, em ti
dentro de mim as cores passeiam sem me deixarem escolhê-las a velocidade verga as paisagens e dobra o tempo as cores passam
e não me vêm e nem
se deixam ver
são cores distraídas
quase dispersas, vazias, nenhumas
por fora de tudo e de dentro
nas bordas dos marrons
como se de uma mochila surrada
carregada por um deus desgovernado
descido de um trem de estrelas
das estrelas mais e mais distantes
na esfera dos desertos e seus brancos
brotassem fios invisíveis de seda transparente
e deles polvilhados
pontos de luz e luzes de todas as cores dentro de mim as cores passeiam
meus olhos virados para fora nada percebem além do branco branco
branco de que somos feitos na cegueira dos dias
dentro de mim as cores passeiam
fora o silêncio branco dos meus atos sonha
um risco
um risco negro de destino e festa
prenhe de azuis e acontecimentos a luz azul que lentamente nasce
dos infinitos fios espalhados
inventa a matéria e o movimento
e se destina verde em todos os arcos do espaço
e preenche as sobras alongando-se lentamente pelos ocos retorcidos
e a seda cobre por fim a paisagem desolada
onde a areia branca desértica ensolarada
se veste de vermelho amarelada e cria o tempo
no balançar de seus pequenos grãos
ventados pelo balé das plantas invisíveis

dentro de mim, eu vi, as cores passeavam há muito tempo e meus olhos virados para fora nada notavam das florestas de todas as cores dos meus pensamentos. Meus olhos virados para fora não se davam conta dos riscos de seda que teciam, pacientemente, por trás dos acontecimentos, o que não fazia sentido, nas mil milhões de estrelas do infinito. Meus olhos virados para fora, cuspiam meus dedos de cores, nos movimentos distraídos que faziam.

Meus olhos virados para fora, buscavam com mãos desesperadas os fios das cores, na seda que a borboleta guardara na espera do primeiro vôo.
Nada havia, enquanto meus olhos miravam a paisagem branca e branca do deserto desolada. Eu vi, eu estava lá, quando a primeira borboleta, ainda sem se saber, fundiu-se à areia incandescente. Eu vi a floresta de cores ressurgente, as vozes na escada improvável dos desenhos sem sentido, o eco do burburinho dos seus comentários, o barulhar dos primeiros riachos, a água a água na sua cor surpresa brotando das areias mais azulandinhas. Eu estava lá, no meio dos acontecimentos, e o manto denso da mais pura seda cobriu a areia branca e branca com as cores da noite. As estrelas que ao longe resmungavam eram gente, de todo tamanho e destino, nas cores do desassossego. Eu vi, eu estava lá, antes dos acontecimentos, tudo era gente, antes das invenções das cores, quando o branco era tudo de areia e sol sem brincadeiras. Eu vi, teci no poema a primeira seda transparente. Meus olhos virados para fora coloriam o mundo com meus pensamentos. Eu vi. Ricardo Kubrusly
Instâncias do Cinza, quase poemas, quase fotografias
Florianópolis, 2006.

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UNDER THE SKIN – SOB A PELE, Coletiva

Exposição Under the Skin, Coletiva (26) - Cópia

UNDER THE SKIN | SOB A PELE

ALESSANDRA PACHECO • ANDRÉ AULER • ANGELITA NUNES • ANNE FRITZCHE • BEN BEYER • CAROLIN EIDNER • CASPAR PAULI • DESIREE WICKLER • ELIÂNE HADLICH • ELISABETH LISBÔA • FABIANA MATEUS • FERNANDA TRENTINI • FLORIAN TEICHMANN • GIANA TRAPLE • INDRA HENN • JOHANNA RISKE • KARINA SEGANTINI • KATHARINA KLEMM • KRISTINA TAKATS • LAVANYA BOESTEN • LUCIANA AFONSO • LUIZA CHRIST • MARCOS JATOBÁ • MARGIT RISKE • MARIA ARAUJO • MÔNICA PRIORI • MONIKA STUBIG • PASQUALE DEMECO • SANDRA MACHEL SELA • SILVIA CARVALHO • SVETLANA COLIN • THOMAS GIESSE • VERENA MEYER

CURADORIA DE UWE BATTENBERG E SILVANA MACÊDO

ESPAÇO FERNANDO BECK | 21 DE NOVEMBRO A 20 DE DEZEMBRO DE 2007

Exposição Under the Skin, Coletiva.
Exposição Under the Skin, Coletiva.
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SOB A PELE

Exposição Under the Skin, Coletiva. “Entre um ser e o outro há um abismo”, diz Bataille.
Esta frase se instala no meu imaginário como possibilidade de falar sobre a mostra Sob a Pele.
Assim, entre outrem e eu a distância é infinita, não se tratando aqui de uma distância física, mas de uma presença infinita que não conseguimos abarcar, desde que ela se engendra na amplitude do que se afirma como “humano”.
Daí, as indagações: e quando o rosto do Outro nos vem com a finalidade de oferecer-se à captura, através das formas da arte? E ainda, quando devo oferecer o meu rosto com o mesmo propósito, esse rosto (meu próprio) que é um estrangeiro, para mim mesma?
No paradoxo entre oferecer-se à captura e a impossibilidade de capturar esse abismo, que faz morada na “fissura” da imagem, localizo o campo de atuação da arte. Na radicalidade desse paradoxo, está, a meu ver, a proposta da mostra Sob a Pele.

Anita Prado Koneski | Professora do Centro de artes da UDESC

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