ESCRITO, de Maíra Dietrich

badescconvite

ESCRITO

MAÍRA DIETRICH

ESPAÇO 2 | DE 22 DE OUTUBRO A 20 DE NOVEMBRO DE 2015

As artistas Maíra Dietrich e Tereza Bossler ocuparam simultaneamente o Espaço 2 da Fundação Cultural Badesc, com exposições individuais. Escrito foi uma instalação que alinhou questões do pensamento gráfico, problematizando uma simbiose entre o desenho e a escrita, representado pelo desperdício da linha que poderia ser escrita e transformada em gesto repetitivo e vazado, indicado pelo desaparecimento da página sendo rasgada. Maíra Dietrich é natural de Florianópolis e bacharel em Artes Plásticas pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Atua como colaboradora e designer da editora independente Par(ent)esis. Coordena desde 2012 o selo editorial A Missão.

Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich (5)
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich (5)
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
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Exposição Escrito, de Maíra Dietrich (5)
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Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.

Ao organizar as massas gráficas em força, tamanho e precisão, o gesto da escrita se difere do gesto do desenho. Escrito leva a metáfora da escrita para o campo de uma leitura ilegível, pronta para ser completada pela insistência do gesto no desenho. As variações desperdiçadas num texto que poderia vir como repetição cria no desenho a variação.

Escrito é o vão possível entre a escritura e sua legibilidade: a qualidade mimética da linguagem numa descrição que poderia transbordar da escrita e vazar para a obsessão do desenho. Com essa possibilidade infinita do trabalho, obra e ato, evidencia-se a falta de seu contorno, fazendo do desenho um gesto de selvageria regido pelo rigor da mão que o desenha. Nesse caso, a construção de um plano quase sólido, iludido pelas suas próprias questões de figura e fundo, traz aos olhares um sistema métrico ditado pelo tempo e pela presença da escritura sem autor. tal qualidade do método empregado, ferramenta e suporte, pode evidenciar o detalhe do desenho que, aqui, é parte da mesma ação que o faz estar desenhado. Talvez, nesse caso, o verbo “desenhar” possa ser a fusão quase completa dos verbos “ler” e “escrever”, parede e grafite.

Gustavo Colombini e Leonardo Araujo

VEJA MAIS

A DÚVIDA DA VERDADE, de Sérgio Adriano H

15 10 15 A DÚVIDA DA VERDADE, Sérgio Adriano H foto para a divulgação_Nao sou apenas o que sou_8159 - Cópia - Cópia

A DÚVIDA DA VERDADE

SÉRGIO ADRIANO H

CURADORIA DE FRANZOI

TODOS OS ESPAÇOS | DE 15 DE OUTUBRO A 19 DE NOVEMBRO DE 2015

Fotos, vídeos e ações realizadas no deserto do Atacama (Chile) e na cidade de São Paulo, registram as performances em que o artista insere o próprio corpo nu na paisagem e na arquitetura e se auto fotografa. A escolha do enquadramento, da abertura bem como velocidade do obturador e a posição em que seu corpo se coloca no espaço da sombra, se deram em função da busca da produção de uma verdade apresentada: formada por crenças e hábitos, que após confrontada, ilumina o universo da dúvida, composto do conhecimento mais a dúvida versus o confronto, o que origina uma verdade. Sérgio Adriano H é natural de Joinville, vive, estuda e produz nas cidades de Joinville e São Paulo. Artista visual de múltiplas linguagens, integra o Grupo P.S, com a artista Priscila dos Anjos. É formado em Artes Visuais pela Universidade da Região de Joinville (Univille) e é mestrando em Filosofia da Arte e Semiótica, na Faculdade São Bento.

Exposição A dúvida da verdade, de Sérgio Adriano H.
Exposição A dúvida da verdade, de Sérgio Adriano H.
Exposição A dúvida da verdade, de Sérgio Adriano H.
Exposição A dúvida da verdade, de Sérgio Adriano H.
Exposição A dúvida da verdade, de Sérgio Adriano H.
Exposição A dúvida da verdade, de Sérgio Adriano H.
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Exposição A dúvida da verdade, de Sérgio Adriano H.
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Exposição A dúvida da verdade, de Sérgio Adriano H.
Exposição A dúvida da verdade, de Sérgio Adriano H.
Exposição A dúvida da verdade, de Sérgio Adriano H.
Exposição A dúvida da verdade, de Sérgio Adriano H.
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CONSTRUTOR DE VERDADES

Exposição A dúvida da verdade, de Sérgio Adriano H. Exposição A dúvida da verdade, de Sérgio Adriano H.

O Projeto A Dúvida da Verdade consiste em ações realizadas no deserto do Atacama e na cidade de São Paulo, onde o artista insere o próprio corpo nu na paisagem e na arquitetura e se auto fotografa, por meio de um dispositivo móvel, depois confronta essas duas realidades e a partir desse estudo propõe exposições/ações. A escolha do enquadramento, da abertura e da velocidade do obturador; a posição em que seu corpo se coloca no espaço da sombra; e o conceito curatorial; se dão em função da busca da produção de uma Verdade Apresentada, formada por crenças e hábitos, que após confrontada, ilumina o Universo da Dúvida, que é composto do conhecimento mais a dúvida versus o confronto, o que origina uma verdade.

Sergio Adriano H. busca resposta no olhar apurado do espectador para esse dilema existencial. Enquanto imerge na natureza e na sua própria natureza, desvela por meio da dialética da imagem, o espaço e o tempo, numa confrontação do EU, espelho da alma, com o Eu, reflexo do meio em que habita. Em que corpo reside a verdade? No corpo-espaço, corpo-mente, corpo-signo, corpo-tempo, corpo-espírito, corpo-olhar? Seria essa verdade única?

Ao esculpir a natureza por meio do olhar fotográfico, Sergio Adriano H. apresenta um fato que se constitui numa ação. Não é o registro da paisagem ou da arquitetura, mas a apresentação delas. Sua questão não é a fotografia, mas o que tem nela – o antes e o depois. Não propõe um ponto final, mas sim, um pensar sobre o apresentado. Sua fotografia enquanto filosofia é imbuída de signo e permeada de significância. Faz com que o espectador saia da passividade e mergulhe no olhar minucioso dos detalhes, enquanto poética, e provoca uma reação frente a ação outrora realizada desde o início do projeto. Parte do pressuposto que uma ação ocasiona uma reação e transforma-se em um ciclo.

Não é discutir a montanha ou a arquitetura, mas sim tudo que determina essa caminhada ou construção.

Franzoi | Curador

REGISTRO DA PERFORMANCE VERDADE 1000 VEZES REPETIDA SE TORNA VERDADE

Registro da Performance Verdade 1000 vezes repetida se torna verdade, em outubro de 2015, em frente a Catedral Metropolitana de Florianópolis.
Registro da Performance Verdade 1000 vezes repetida se torna verdade, em outubro de 2015, em frente a Catedral Metropolitana de Florianópolis.
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EPIFÂNICAS, de Clara Fernandes

15 07 23 EXPOSIÇÃO -EPIFÂNICAS, Clara Fernandes (6)

EPIFÂNICAS

CLARA FERNANDES

CURADORIA DE ROSÂNGELA CHEREM

ESPAÇO FERNANDO BECK | DE 23 DE JULHO A 09 DE AGOSTO DE 2015

A maioria das nove instalações de Epifânicas se aproxima do habitat onde a artista mora – o interior da Ilha de Santa Catarina – apresentando elementos da flora nativa como é o caso da embiruçu e da sibipiruna, de onde são extraídos materiais para confecção das obras. É por meio destes materiais naturais em suportes de metal, madeira e seda que a artista explorou as escrituras dos profetas maiores, fazendo coexistir etéreo e terreno numa concepção expandida do tempo. A exposição parte de tecidos, objetos, instalações, desenhos e tramas criados, a princípio para uma proposição performática pensada a partir de leituras e reelaborações sobre textos bíblicos e mitologia, que referencia plástica e metaforicamente a presença de deuses e santos, musas e anjos. Clara Fernandes nasceu em São Paulo, estudou na faculdade de Psicologia da PUC/SP e na Escola de Comunicações e Artes da USP. Vive e trabalha em Florianópolis desde 1983.

Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
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Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes (6)
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes (6)
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Plano, 2015. Paina de embiruçu e craft sobre trama de poliéster e palha de seda, 150x240x2cm.
Plano, 2015. Paina de embiruçu e craft sobre trama de poliéster e palha de seda, 150x240x2cm.
Manto, 2010. Trama em linho, poliéster e mink, 150cm circular e 250cm de altura.
Manto, 2010. Trama em linho, poliéster e mink, 150cm circular e 250cm de altura.
Derramados, 2015. Trama em metal e paina de embiruçu, 110x10x10cm cada.
Derramados, 2015. Trama em metal e paina de embiruçu, 110x10x10cm cada.
Livro, 2015. Livro de desenhos sobre suporte de madeira. 60x120x30cm.
Livro, 2015. Livro de desenhos sobre suporte de madeira. 60x120x30cm.
Vestal, 2013. Trama em metal, seda e gesso, 80x290x80cm.
Vestal, 2013. Trama em metal, seda e gesso, 80x290x80cm.
Chalavar, 2013. Trama de metal e poliéster, galhos e sementes de sibipirulina e aro de ferro, 100cm circular e 270cm de altura.
Chalavar, 2013. Trama de metal e poliéster, galhos e sementes de sibipirulina e aro de ferro, 100cm circular e 270cm de altura.
Madona, 2015. Trama em metal e sede sobre suporte em madeira, 55x100x50cm.
Madona, 2015. Trama em metal e sede sobre suporte em madeira, 55x100x50cm.
Morfose, 2015. Linho, metal, gesso, galhos de videira e barba de velho (Tlandsya, bromélia), 80x80x170cm.
Morfose, 2015. Linho, metal, gesso, galhos de videira e barba de velho (Tlandsya, bromélia), 80x80x170cm.
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Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
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Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
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Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes (6)
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes (6)
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Plano, 2015. Paina de embiruçu e craft sobre trama de poliéster e palha de seda, 150x240x2cm.
Plano, 2015. Paina de embiruçu e craft sobre trama de poliéster e palha de seda, 150x240x2cm.
Manto, 2010. Trama em linho, poliéster e mink, 150cm circular e 250cm de altura.
Manto, 2010. Trama em linho, poliéster e mink, 150cm circular e 250cm de altura.
Derramados, 2015. Trama em metal e paina de embiruçu, 110x10x10cm cada.
Derramados, 2015. Trama em metal e paina de embiruçu, 110x10x10cm cada.
Livro, 2015. Livro de desenhos sobre suporte de madeira. 60x120x30cm.
Livro, 2015. Livro de desenhos sobre suporte de madeira. 60x120x30cm.
Vestal, 2013. Trama em metal, seda e gesso, 80x290x80cm.
Vestal, 2013. Trama em metal, seda e gesso, 80x290x80cm.
Chalavar, 2013. Trama de metal e poliéster, galhos e sementes de sibipirulina e aro de ferro, 100cm circular e 270cm de altura.
Chalavar, 2013. Trama de metal e poliéster, galhos e sementes de sibipirulina e aro de ferro, 100cm circular e 270cm de altura.
Madona, 2015. Trama em metal e sede sobre suporte em madeira, 55x100x50cm.
Madona, 2015. Trama em metal e sede sobre suporte em madeira, 55x100x50cm.
Morfose, 2015. Linho, metal, gesso, galhos de videira e barba de velho (Tlandsya, bromélia), 80x80x170cm.
Morfose, 2015. Linho, metal, gesso, galhos de videira e barba de velho (Tlandsya, bromélia), 80x80x170cm.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.

Através de uma série de objetos e tramas, nesta exposição surge uma compreensão de tempo em que coexistem efêmero e perene, presença e vestígio como atributos paradoxais.

O sentido de verticalidade, leveza e flutuação permite que uma presença divinal ou proximidade celeste se insinue. Proveniente de um conjunto de leituras e reelaborações sobre textos bíblicos e de mitologia, a artista referencia plástica e metaforicamente a presença de deuses e santos, musas e anjos.

Se a noção de Epifania como revelação valeu para os chamados reis magos que, seguindo uma estrelas, chegaram ao deus menino, também parece valer ainda para o mais comum e falível dos mortais que busca seguir a estrela de seu destino, embora não saiba bem qual direção tomar e o porquê da empreitada.

Num tempo movido a insignificâncias hipervalorizadas, vulgaridades e banalidades midiáticas, a revelação epifânica não poderia ser pensada também como uma projeção do desejo que nos projeta para longe das nossas garantias? E não seria esse, afinal, o encontro que espera o espectador diante das obras de Clara Fernandes?

Rosângela Cherem | Curadora

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TAXIDERMIA, de Augusto Benetti

15 06 18 EXPOSIÇÃO - TAXIDERMIA, Augusto Benetti (31)

TAXIDERMIA

AUGUSTO BENETTI

CURADORIA DE ANA LUCIA VILELA

ESPAÇO FERNANDO BECK | DE 18 DE JUNHO A 17 DE JULHO DE 2015

O aspecto de crônica presente no trabalho apresentado expressa a singularidade do autor, que enfatiza uma dimensão narrativa e irônica das imagens e textos. Augusto Benetti é formado em Artes Plásticas pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Sua formação, produção e atuação como artista se dá em Florianópolis. Seu trabalho é focado no desenho e seus desdobramentos com vídeos, objetos e instalações.

Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
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Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
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Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
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Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
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Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
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Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
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Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
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Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
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Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti. 1. Vadiagem, vagabundagem, perambulação. Estar no mundo sem propósito. Tal modalidade de existência permite perceber as coisas em sua irremediável
incompletude: fragmentos, restos, lascas que serão, ao mesmo tempo, resguardados e expostos em sua radical parcialidade por meio de um receptáculo. 2. Tais receptáculos não são como as molduras, pedestais ou altares que elevam o ordinário à arte ou ao divino. Tampouco é profanação. Aqui os objetos são arranjados em sua igualitária indignidade. Protegidos pelo receptáculo
eles podem ser distribuídos em um ordenamento sem hierarquia submetido apenas a um desejo errante. Molduras negras são receptáculos. Nada a elevar, nada a dignificar.

3. Tal como a equivalência entre uma mão e um mamão, a fonte do humor vem da exterioridade, da aparência, da homofonia. O branco da página de caderno constitui-se como suporte de aproximações ridículas, impróprias.

4. Taxidermia: sem conteúdo, o que resta é a dar-se à exposição, a superfície, a pele é soberana.

5. Os fluxos são refluxos. Fronteiras friáveis fazem do sujeito um fluxo contínuo em que tudo é alimento e, simultaneamente, dejeto e desejo.

6. Sem etiquetas: não há chaves de leitura.

7. Encontrar o vil na origem da própria nobreza.

Ana Lucia Vilela | Curadora

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HAITI BOMBAGAI, de Radilson Carlos Gomes

Haiti - Radilson Carlos Gomes - grande (4)

HAITI BOMBAGAI

RADILSON CARLOS GOMES

CURADORIA DE ANDRÉ RICARDO SOUZA

ESPAÇO FERNANDO BECK | DE 14 DE MAIO A 12 DE JUNHO DE 2015

A exposição reuniu 39 fotografias produzidas em 2011, um ano após o terremoto que assolou o Haiti e que resultou em pelo menos 100 mil mortos e mais de três milhões de atingidos. Radilson esteve no Haiti como integrante da equipe multidisciplinar do Itamaraty e do Ministério da Saúde, na cooperação técnico científica Brasil-Haiti. O período da mostra coincidiu com a ampla repercussão na mídia sobre a imigração dos haitianos no Estado e acabou oportunizando um consistente debate público sobre os desafios da inserção laboral e diversidade cultural dessa imigração. O artista foi convidado para levar essa exposição para outras cidades e acabou sendo parceiro na criação de um festival sobre a cultura haitiana. Com curadoria de André Ricardo Souza, especialista em Artes Visuais e pesquisador de Processos Artísticos Contemporâneos. Radilson é formado em História, especialista em Comunicação e Saúde pela Fundação Oswaldo Cruz. Começou a sua carreira de fotógrafo em 1986, em Brasília. Em 1994 ingressou no Ministério da Saúde e passou a trabalhar em documentários fotográficos de saúde pública. É professor de Fotografia na Escola Câmera Criativa, em Florianópolis.

Exposição Haiti Bombagai, de Radilson Carlos Gomes.
Exposição Haiti Bombagai, de Radilson Carlos Gomes.
Exposição Haiti Bombagai, de Radilson Carlos Gomes.
Exposição Haiti Bombagai, de Radilson Carlos Gomes.
Exposição Haiti Bombagai, de Radilson Carlos Gomes.
Exposição Haiti Bombagai, de Radilson Carlos Gomes.
Exposição Haiti Bombagai, de Radilson Carlos Gomes.
Exposição Haiti Bombagai, de Radilson Carlos Gomes.
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Exposição Haiti Bombagai, de Radilson Carlos Gomes.
Exposição Haiti Bombagai, de Radilson Carlos Gomes.
Exposição Haiti Bombagai, de Radilson Carlos Gomes.
Exposição Haiti Bombagai, de Radilson Carlos Gomes.
Exposição Haiti Bombagai, de Radilson Carlos Gomes.
Exposição Haiti Bombagai, de Radilson Carlos Gomes.
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APRESENTAÇÃO

“Ao chegar ao Haiti, Precisei desconstruir as imagens negativas apresentadas nos noticiários nacionais e internacionais. Apesar de devastado pelas seguidas tragédias, o país revelava um tesouro que o terremoto não conseguiu enterrar: a garra do seu povo.
O meu olhar se voltou para os haitianos, seu modo de vida e seu cotidiano.
Conheci comunidades e pessoas. Compreendi a cidade.
A cada novo encontro revelava-se a grandeza e força da língua, das cores e dos costumes do povo Haitiano.
Ao participar da Missão Brasil-Haiti, ao contrário da falta de esperança, vivenciei a luta pelo resgate da vida digna e da comunhão entre povos.
Não enxerguei os escombros e a destruição que estavam por toda parte. O que vi, foi o verdadeiro valor da vida.”

Radilson Carlos Gomes | Haiti, fevereiro de 2011.

Exposição Haiti Bombagai, de Radilson Carlos Gomes.

Cinzas, areia, pedras, concreto destruído. E no meio do caos, cores persistentes. O olhar do fotógrafo busca a composição, mas a composição revela uma nova perspectiva, construída na persistência do cotidiano: a vida se valendo de esperança. Crianças brincam e estudam, homens reconstroem o País, mulheres carregam o Haiti sobre a cabeça. As colegiais vestidas com uniformes limpos, meias brancas e calçados brilhantes, sem que houvesse água nas torneiras, provocavam curiosidade e admiração.

A exposição se construiu nesse processo de gente olhando gente e formando imagens que falam por si mesmas. Eis o bombagai: como eles chamam os brasileiros por lá e como passamos à vê-los. Do crioulo: gente boa, sangue bom. Agradecimento de um fotógrafo que se alimentou do afeto do povo haitiano.

André Ricardo Souza | Curador

Exposição Haiti Bombagai, de Radilson Carlos Gomes. Exposição Haiti Bombagai, de Radilson Carlos Gomes (12)

MEMÓRIA EM 4 TEMPOS APRESENTA HAITI BOMBAGAI

Este mini documentário, dirigido por Eneléo Alcides, com imagens de Sandra Alves, integra o projeto Memória em 4 Tempos que registra pensamento, projetos e processos criativos de artistas selecionados para expor na Fundação Cultural Badesc.

VEJA MAIS

Documentário Tatá – O Oleiro estreia na Fundação Cultural BADESC

Evento virtual será realizado na quarta-feira, dia 10 de fevereiro no canal do Youtube da Fundação

Fotografia de Ernesto Domingues

O Cineclube Fundação Cultural BADESC faz no dia 10 de fevereiro, o lançamento do documentário Tatá – O Oleiro. A atividade virtual será a partir das 19h no  Canal do YouTube da instituição e conta com a participação da diretora Elisa Schmidt.

O link para assistir o curta, que faz um recorte do ofício da olaria, apresentando as memórias e a genuína relação dos oleiros com a tradicional arte do barro, será divulgado durante a live de lançamento.

Em meia hora de filme, Eliatar Silva – o Tatá, oleiro há 40 anos, compartilha os detalhes do processo de produção da cerâmica desde o início no torno, passando pela pintura até a secagem final da peça. Ele também revisita suas memórias de infância, em São José, e fala de sua dedicação diária pela arte manual, que transforma o barro em peças utilitárias. É durante o trabalho na Olaria que leva seu nome  – uma das únicas que ainda produzem em larga escala em Florianópolis e região – que panelas, vasos, cumbucas e saladeiras são criadas artesanalmente e comercializadas para bares, hotéis e restaurantes, contribuindo para o resgate da identidade cultural da cidade.

Outras personalidades são apresentadas na narrativa: ceramistas tradicionais como Leonardo Truppell, filho do oleiro Germano Truppel e Ivanir Silva, filho de um dos maiores oleiros de São José, Vilson Marino da Silva. A Olaria ainda reúne Rozalino Quechiné e Maureci de Oliveira, que trabalham nos ajustes e pintura.

“Registramos, sob a perspectiva dos oleiros locais, o trabalho artesanal e único da Cerâmica Açoriana Tatá, a olaria de maior escoamento de louças da região. O documentário traz, através de suas vivências e anseios diante das mudanças, relevância histórica, cultural e econômica de uma das tradições açorianas que corre o risco de desaparecer do cotidiano da cidade”, explica Elisa Schmidt, diretora do documentário.

Produzido ao longo de 2020, o curta foi contemplado pelo Fundo de Apoio à Cultura, da Prefeitura de Florianópolis, e recebeu financiamento coletivo por meio da plataforma Catarse.

O documentário é uma das ações previstas pelo projeto “Os Mestres da Olaria” que contempla ainda a produção de um guia virtual das olarias e oleiros de Florianópolis e São José. 

O Cineclube Fundação Cultural BADESC segue fechado, no entanto essas ações virtuais demonstram a importância do espaço para a cidade, ainda mais neste período pandêmico.

Serviço: Lançamento documentário Tatá – O Oleiro
Quando: 10 de fevereiro de 2021
Horário: 19h 
Onde: Canal do YouTube da Fundação Cultural BADESC
Onde ver o curta: https://vimeo.com/guzzsecco/doctata

Ficha Técnica
Direção geral, Direção de arte, Roteiro e produção: Elisa Schmidt
Direção de Fotografia: Pedro Henrique Oliveira
Técnico de Som: Felipe Corbani
Edição de Imagem: Pedro Henrique Oliveira e Guzz Secco
Coloração: Guzz Secco
Edição de som: Guzz Secco
Iluminação e Assistência de Direção: Daniel de Souza
Fotógrafo: Ernesto Domingues

Tatá – O Oleiro

Em meia hora de filme, Eliatar Silva – o Tatá, oleiro há 40 anos, compartilha os detalhes do processo de produção da cerâmica desde o início no torno, passando pela pintura até a secagem final da peça. Ele também revisita suas memórias de infância, em São José, e fala de sua dedicação diária pela arte manual, que transforma o barro em peças utilitárias. É durante o trabalho na Olaria que leva seu nome  – uma das únicas que ainda produzem em larga escala em Florianópolis e região – que panelas, vasos, cumbucas e saladeiras são criadas artesanalmente e comercializadas para bares, hotéis e restaurantes, contribuindo para o resgate da identidade cultural da cidade.

ESPAÇO FERNANDO BECK

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MEMÓRIA DO ESPAÇO FERNANDO BECK | em processo

05 DE FEVEREIRO DE 1991 A 2005

O projeto resgata a história do Espaço Fernando Beck, essencial à memória das Artes em Florianópolis. Em 05 de fevereiro de 1991, a Diretoria e os funcionários da Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina S.A. – BADESC inauguraram com a Exposição Coletiva de Verão, um Espaço Cultural no hall da sua sede, então instalada na Avenida Mauro Ramos. A mostra contou com as obras de Eli Heil, Hassis, Meyer Filho, Pléticos Rodrigo de Haro, Semy Braga, Suely Beduschi e Vera Sabino. Nascia assim, um espaço expositivo que durante décadas fomentou o circuito das Artes.

Em 12 de março de 1991, com o lançamento do livro do artista Rodrigo de Haro, foi descerrada a placa de batismo do espaço, com o nome Fernando Beck. O nome foi uma homenagem a um colega que havia falecido há pouco tempo. Fernando Beck não era artista, mas seu nome acabou se tornando referência para as Artes Visuais no Estado.

O Espaço foi conduzido de 1991 a 2005 por Neusa Barbi, bibliotecária do BADESC; acompanhou a mudança de sede da Agência para o casarão eclético da Rua Almirante Alvin, em novembro de 2001 e se tornou referência, principalmente pela edição anual de um edital respeitado e concorrido. Em 2005, por proposta de seus funcionários, a Diretoria do BADESC, que tinha como presidente Renato Vianna, criou a Fundação Cultural BADESC, que passou a abrigar o Espaço Cultural Fernando Beck. O ato teve a aprovação do Governador do Estado Luiz Henrique da Silveira, através da Lei nº 13.438. Assim, em 28 de março de 2006, a Cidade e o Estado receberam esse importante equipamento cultural, desde então instalado no conhecido casarão histórico, tombado pelo patrimônio municipal, que foi residência da família do Presidente Nereu Ramos.

Os registros abaixo foram resgatados e organizados por Bianca Justiniano, Carolina Ramos, Eneléo Alcides, Franchêscolli Gohlke e Helena Zanin. Esta é uma página que ficará em permanente construção, visando ampliar ao máximo o registro histórico do Espaço Cultural Fernando Beck.

INAUGURAÇÃO DO ESPAÇO

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1991 09 17 TAPETES ARTE VIVA
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1992 08 12 KERSTING - ESCULTURAS parte 1
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1992 08 12 KERSTING - ESCULTURAS parte 2
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1992 09 10 A CASCA DA BANANEIRA NA ARTE DE JOÃO OLÍBIO parte 1
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1992 09 10 A CASCA DA BANANEIRA NA ARTE DE JOÃO OLÍBIO parte 2
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1992 09 29 UNIVERSOS PARALELOS parte 1
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1992 10 20 GRUPO ATELIER OITO parte 1
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1992 10 20 GRUPO ATELIER OITO parte 2
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1992 11 12 IMPRESSÕES parte 1
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1992 12 17 COR E EXPRESSÃO parte 1
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1993

1993 01 06 COLETIVA DE VERÃO parte 1
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1993 01 06 COLETIVA DE VERÃO parte 2
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1993 01 06 GESTAÇÃO - SUBLIME INTERCÂMBIO parte 1
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1993 01 06 GESTAÇÃO - SUBLIME INTERCÂMBIO parte 2
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1993 04 06 O LIVRO DOS PRAZERES parte 2
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1993 04 06 O LIVRO DOS PRAZERES parte 2
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1993 05 04 CORES & FORMAS - ARTISTAS DA UFSC parte 1
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1993 05 04 CORES & FORMAS - ARTISTAS DA UFSC parte 2
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1993 05 25 A ARTE DO POENTE AO MAR
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1993 06 17 CARTÕES-POEMAS E EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIAS parte 1
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1993 06 17 CARTÕES-POEMAS E EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIAS parte 2
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1993 06 24 GRAVURAS E PINTURAS parte 1
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1993 06 24 GRAVURAS E PINTURAS parte 2
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1993 07 20 PAISAGEM E FOLCLORE
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1993 08 26 COLETIVA EM COMEMORAÇÃO AOS DEZOITO ANOS DE FUNDAÇÃO DO BADESC parte 1
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1993 08 26 COLETIVA EM COMEMORAÇÃO AOS DEZOITO ANOS DE FUNDAÇÃO DO BADESC parte 2
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1993 09 16 ARTISTAS DE SÃO JOAQUIM parte 1
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1993 09 16 ARTISTAS DE SÃO JOAQUIM parte 2
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1993 10 05 COLETIVA
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1993 10 21 PINTURAS EM PORCELANA E VIDRO
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1993 11 09 ESCULTURAS E PINTURAS
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1993 11 11 EXPOSIÇÃO EM PASTEL
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1993 12 02 FOSSARI - UM OLHAR QUE RESGATA A LUMINOSIDADE DA ILHA - RETROSPECTIVA parte 1
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1993 12 02 FOSSARI - UM OLHAR QUE RESGATA A LUMINOSIDADE DA ILHA - RETROSPECTIVA parte 2
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1993 01 06 COLETIVA DE VERÃO parte 1
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1993 01 06 COLETIVA DE VERÃO parte 2
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1993 01 06 GESTAÇÃO - SUBLIME INTERCÂMBIO parte 1
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1993 01 06 GESTAÇÃO - SUBLIME INTERCÂMBIO parte 2
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1993 04 06 O LIVRO DOS PRAZERES parte 2
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1993 05 04 CORES & FORMAS - ARTISTAS DA UFSC parte 1
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1993 05 04 CORES & FORMAS - ARTISTAS DA UFSC parte 2
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1993 05 25 A ARTE DO POENTE AO MAR
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1993 06 17 CARTÕES-POEMAS E EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIAS parte 1
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1993 06 17 CARTÕES-POEMAS E EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIAS parte 2
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1993 06 24 GRAVURAS E PINTURAS parte 1
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1993 07 20 PAISAGEM E FOLCLORE
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1993 08 26 COLETIVA EM COMEMORAÇÃO AOS DEZOITO ANOS DE FUNDAÇÃO DO BADESC parte 1
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1993 09 01 INDIZER VISÍVEL
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1993 09 16 ARTISTAS DE SÃO JOAQUIM parte 1
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1993 10 05 COLETIVA
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1993 10 21 PINTURAS EM PORCELANA E VIDRO
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1993 11 09 ESCULTURAS E PINTURAS
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1993 11 11 EXPOSIÇÃO EM PASTEL
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1993 12 02 FOSSARI - UM OLHAR QUE RESGATA A LUMINOSIDADE DA ILHA - RETROSPECTIVA parte 1
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1993 12 02 FOSSARI - UM OLHAR QUE RESGATA A LUMINOSIDADE DA ILHA - RETROSPECTIVA parte 2
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1994 05 03 JOSÉ PEDRO HEIL - 25 ANOS DE ARTE
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1994 06 08 ASTA DOS REIS E TÂNIA REGINA CORRÊA
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1994 07 06 EXPOSIÇÃO DE PINTURAS E NOITE DE AUTÓGRAFOS
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1994 07 07 EXPOSIÇÃO DE PINTURAS E NOITE DE AUTÓGRAFOS
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1994 07 27 HEIL parte 1
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1994 07 27 HEIL parte 2
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1994 08 25 BADESC CONTA A SUA HISTÓRIA - 19 ANOS parte 1
1994 08 25 BADESC CONTA A SUA HISTÓRIA - 19 ANOS parte 1
1994 08 25 BADESC CONTA A SUA HISTÓRIA - 19 ANOS parte 2
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1994 08 25 BADESC CONTA A SUA HISTÓRIA - 19 ANOS parte 3
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1994 08 31 PLÉTICOS parte 1
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1994 08 31 PLÉTICOS parte 2
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1994 08 31 PLÉTICOS parte 4
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1994 09 21 CATEQUESE POÉTICA - 30 ANOS - EXPOSIÇÃO ICONOGRÁFICA E LANÇAMENTOS parte 1
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1994 09 21 CATEQUESE POÉTICA - 30 ANOS - EXPOSIÇÃO ICONOGRÁFICA E LANÇAMENTOS parte 2
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1994 09 21 CATEQUESE POÉTICA - 30 ANOS - EXPOSIÇÃO ICONOGRÁFICA E LANÇAMENTOS parte 3
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1994 09 21 CATEQUESE POÉTICA - 30 ANOS - EXPOSIÇÃO ICONOGRÁFICA E LANÇAMENTOS parte 4
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1994 09 21 CATEQUESE POÉTICA - 30 ANOS - EXPOSIÇÃO ICONOGRÁFICA E LANÇAMENTOS parte 5
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1994 09 21 CATEQUESE POÉTICA - 30 ANOS - EXPOSIÇÃO ICONOGRÁFICA E LANÇAMENTOS
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1994 09 28 LUIZ CARLOS ALBERTINI - PINTURAS parte 1
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1994 11 09 ANITA GARIBALDI, HEROÍNA DA LIBERDADE
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1994 11 24 DEUS EM TRÊS MÁSCARAS parte 1
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1994 05 03 JOSÉ PEDRO HEIL - 25 ANOS DE ARTE
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1994 06 08 ASTA DOS REIS E TÂNIA REGINA CORRÊA
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1994 07 27 HEIL parte 1
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1994 08 25 BADESC CONTA A SUA HISTÓRIA - 19 ANOS  parte 1
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1994 08 25 BADESC CONTA A SUA HISTÓRIA - 19 ANOS  parte 2
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1994 08 25 BADESC CONTA A SUA HISTÓRIA - 19 ANOS  parte 3
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1994 08 31 PLÉTICOS parte 1
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1994 08 31 PLÉTICOS parte 2
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1994 09 21 CATEQUESE POÉTICA - 30 ANOS - EXPOSIÇÃO ICONOGRÁFICA E LANÇAMENTOS parte 1
1994 09 21 CATEQUESE POÉTICA - 30 ANOS - EXPOSIÇÃO ICONOGRÁFICA E LANÇAMENTOS parte 1
1994 09 21 CATEQUESE POÉTICA - 30 ANOS - EXPOSIÇÃO ICONOGRÁFICA E LANÇAMENTOS parte 2
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1994 09 21 CATEQUESE POÉTICA - 30 ANOS - EXPOSIÇÃO ICONOGRÁFICA E LANÇAMENTOS parte 5
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1994 09 21 CATEQUESE POÉTICA - 30 ANOS - EXPOSIÇÃO ICONOGRÁFICA E LANÇAMENTOS
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1994 11 09 ANITA GARIBALDI, HEROÍNA DA LIBERDADE
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1995 01 27 ACERVO DO MUSEU DE ARTE DE SANTA CATARINA parte 1
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1995 05 18 NOVA HISTÓRIA DE SANTA CATARINA
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1995 08 02 EXPO POR EXPO parte 1
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1995 08 02 REENCARNAÇÃO E EVOLUÇÃO DAS ESPÉCIES
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1995 08 11 CATEQUESE POÉTICA - 30 ANOS - EXPOSIÇÃO ICONOGRÁFICA parte 3
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1995 08 11 CATEQUESE POÉTICA - 30 ANOS - EXPOSIÇÃO ICONOGRÁFICA parte 4
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1995 08 23 COLETIVA
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1995 08 29 GUIDO HEUER parte 1
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1995 10 04 CAMINHO DAS SEDAS parte 1
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1995 10 18 CATEQUESE POÉTICA - 30 ANOS - EXPOSIÇÃO ICONOGRÁFICA parte 1
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1997 06 03 A PRESENÇA DA FIGURA - ACERVO DO MUSEU DE ARTE DE JOINVILLE parte 9
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1997 06 03 APRESENTAÇÃO DA ESCOLA DE MÚSICA VILLA LOBOS, CASA DA CULTURA DE JOINVILLE; NOITE DE AUTÓGRAFOS DO ESCRITOR JOINVILENSE WILSON GELBCKE
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1997 07 09 DO VEIO DA MADEIRA parte 4
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1997 08 26 PINTURAS parte 1
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1997 08 26 PINTURAS parte 2
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1997 08 26 PINTURAS parte 3
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1997 08 26 PINTURAS parte 4
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1997 08 26 PINTURAS parte 5
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1997 08 26 PINTURAS parte 6
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1997 08 26 PINTURAS parte 7
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1997 08 26 PINTURAS parte 8
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1997 08 26 PINTURAS parte 9
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1997 08 26 PINTURAS parte 10
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1997 10 14 SIMONE TANAKA - CONVITE parte 1
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1997 10 14 SIMONE TANAKA - CONVITE parte 4
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1997 10 14 SIMONE TANAKA parte 2
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1997 11 12 HASSIS parte 1
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1997 12 10 SILÊNCIOS VISÍVEIS; CORPOEMAS; AS VIVÊNCIAS ELEMENTARES; TEXTOS; IMAGENS parte 1
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1997 12 10 SILÊNCIOS VISÍVEIS; CORPOEMAS; AS VIVÊNCIAS ELEMENTARES; TEXTOS; IMAGENS parte 3
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1997 03 20 RAÍZES DA MEMÓRIA parte 1
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1997 06 03 APRESENTAÇÃO DA ESCOLA DE MÚSICA VILLA LOBOS, CASA DA CULTURA DE JOINVILLE; NOITE DE AUTÓGRAFOS DO ESCRITOR JOINVILENSE WILSON GELBCKE
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1997 07 09 DO VEIO DA MADEIRA parte 4
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1997 08 26 PINTURAS parte 4
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1997 08 26 PINTURAS parte 5
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1997 08 26 PINTURAS parte 6
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1997 08 26 PINTURAS parte 8
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2004

2004 01 05 EXPOSIÇÕES 2004 - REGULAMENTO E FICHA DE INSCRIÇÃO parte 1
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2005

Fundação Cultural BADESC tem nova Diretora Geral

Margaret Waterkemper assume a gestão da instituição em Florianópolis

Fotografia de Rubens Flores

Um dos espaços culturais mais prestigiados do Estado de Santa Catarina, a Fundação Cultural BADESC, está com nova gestão. Margaret Waterkemper assume a direção geral do espaço em conjunto com Helena Mayer, que permanece na diretoria administrativa e financeira. Margaret é jornalista e já foi diretora de artes da Fundação no período de novembro de 2013 a fevereiro de 2015.

A nova diretora geral assume o cargo no lugar de Eneléo Alcides, que atuou por duas gestões, de agosto de 2013 a fevereiro de 2021. Neste período, de quase oito anos, foram realizadas mais de 560 atividades gratuitas. Dentre elas, 105 exposições, 27 cursos na área cultural, 75 oficinas e seminários, além da realização de 13 feiras de artes, 96 lançamentos de livros e CDs, a realização de 197 festivais e mostras de cinema, com exibição de mais de 1.500 filmes no Cineclube Fundação Cultural BADESC e a preservação da memória da instituição na organização de sete catálogos de artes. Ainda em sua gestão, foi inaugurado o Espaço Paulo Gaiad.

“Toda essa produção só é possível pela dedicação de uma equipe que é muito afinada, dedicada e amorosa com a Fundação, pela contribuição de incontáveis parceiros, pela generosidade de artistas, pesquisadores e curadores que apostam no trabalho da Instituição e, evidentemente, pelo público que frequenta a Casa”, destaca Eneléo.

Em 2021, a Fundação, que ocupa um casarão na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro da Capital, completa 15 anos de atuação, enquanto o espaço Fernando Beck, inaugurado em fevereiro de 1991 no hall de entrada da Agencia de Fomento do Estado de Santa Catarina SA – BADESC, completa três décadas.

E em comemoração, o site da Fundação (www.fundacaoculturalbadesc.com) foi reestruturado durante a pandemia e ganhou uma página que resgata a memória dos artistas e de todos os eventos promovidos pela instituição. Até o final do ano, todas as exposições realizadas vão ganhar uma versão virtual no site e poderão ser revisitadas pelo público.