ONDE EXISTE AZUL…, de Adriane Hernandez

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ONDE EXISTE AZUL…

ADRIANE HERNANDEZ

ESPAÇO FERNANDO BECK | 09 DE SETEMBRO A 21 DE OUTUBRO DE 2011

Adriane Hernandez utiliza a toalha xadrez azul na exposição Onde existe azul… como um elemento que remete a memórias pessoais. As obras fazem parte da série Impregnações com a toalha de mesa e servem a inúmeros jogos de construção e desconstrução dos significados. A artista é natural de Porto Alegre (RS), doutora em Poéticas Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e professora da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).

Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
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Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.

Trabalhadas com recurso técnicos, próprios à época em que vivemos – fotografia e tratamento digital da imagem – as fotografias de Adriane Hernandez traem a linguagem tradicional desse médium, produzem configurações pictóricas que se inscrevem em uma filiação direta da obra de Magritte e reverberam com produções contemporâneas que destabilizam percepções ordinárias das coisas e do mundo.

Podemos identificar em seu trabalho, o alinhamento com questões caras ao Surrealismo; questões que supõem desligamentos entre sujeito, imagem e representação. Também situa confluências entre as categoriais de performance do objeto, da fotografia e da pintura, mas através de enigmas visais: é sobretudo uma certa qualidade de silêncio que as evocam.

Ut poiesis pictura. A pintura vem do espírito, assim como a poesia.

Estas obras, que a artista apresenta na exposição agenciam detalhes de um mundo composto a partir de migalhas e encoberto por fragmentos. Pequenos retalhos de tecido quadriculado azul e branco, encobrem o rosto de um personagem enigmático. O mesmo tecido recobre elementos heterogêneos, tais como as peças de um quebra-cabeça e um par de sapatos, salpica na imagem de pés e de uma sombrinha transparente. Noutro quadro, pontos azuis se espalham sobre a imagem e seu suporte como se fossem flocos de neve. Miolos de pão flutuam sobre um plano azul como se fossem nuvens no céu. (O “Pão” e a “Toalha de Mesa”, signos recorrentes na iconografia da artista desde sua produção decorrente da pesquisa que desenvolveu na tese de doutorado).

Cada elemento que compõe as imagens está estrategicamente solto no espaço do quadro, colocando em suspenso qualquer relação espaço-tempo.

A justaposição entre os elementos extraídos do cotidiano doméstico, e feminino, são cuidadosamente agenciados para evocar uma inquietante estranheza.

Sim, é possível que não sejamos capazes de compreender, ou seja, de pensar e exprimir com conceitos o que a artista nos dá a ver. Não importa, porque uma das funções da arte é devolver em imagens aquilo que perdemos, ou que não conseguimos formular, da realidade.

Sandra Rey

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MADEIRAME, de Egidio Rocci

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MADEIRAME

EGIDIO ROCCI

CURADORIA DE FERNANDO BOPPRÉ

ESPAÇO FERNANDO BECK | 05 DE MAIO A 1º DE JULHO DE 2011

O artista plástico Egidio Rocci estabelece caminhos para questões ligadas ao equilibro e à memória ao usar como material de trabalho armários no estilo provençal, destituídos das portas e laterais, reduzidos à sua estrutura básica. A série Madeirame é composta de cinco obras. São quatro junções de armários e uma instalação. A exposição é realizadas basicamente com móveis da década de 50 e 60. Há uma identificação entre a madeira das obras e o piso do casarão, entre os frontões ds armários e as colunas espiraladas que dividem as salas do espaços Fernando Beck da FCBadesc.

Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
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Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Madeirame, de Egidio Rocci. “para chegar ao pouco
em que umas poucas coisas
revelem-se, compactas,
recortadas e todas, e chegar entre as poucas
à coisa coisa e ao miolo
dessa coisa, onde fica
seu esqueleto ou caroço”

(João Cabral de Melo Neto)

Em tempos de alvenaria, é o madeirame quem sustenta uma construção. Nos trabalhos de Egidio Rocci persiste o que há de estrutural em um objeto: subtrai-se excesso, eliminam-se funções. Eis que surge um objeto novo que pode ser composto junto a outro semelhante ou completamente distinto dele mesmo. A ação do artista, contudo, mantém um respeito profundo em relação ao objeto: ainda que o reduza ao mínimo, é possível continuar a nomeá-lo pelo nome de origem (mesmo que a funcionalidade tenha sido descartada). Aquilo que é tomado por princípio material – por exemplo, um armário – atravessa uma crise intensa: lance embaraçoso, tensão, conflito. O gesto é sempre preciso: a operação de se extrair poesia dos objetos já existentes no mundo se alastra pelas obras desta exposição. Nelas, há sempre um disparate: seus móveis e objetos improváveis produzem inquietação. Ao observarmos, por exemplo, um criado-mudo sobreposto à estrutura de um armário, parece haver qualquer coisa de assombro no silêncio da entrega deste móvel mutante diante de nossos olhos.

Fernando Boppré | Curador

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NOTAS DE RODAPÉ, de Jimson Vilela

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NOTAS DE RODAPÉ

JIMSON VILELA

ESPAÇO FERNANDO BECK | 17 DE MARÇO A 29 DE ABRIL DE 2011

Selecionado pelo Edital Fernando Beck de Exposições 2011, Jimson Vilela apresenta a mostra Notas de Rodapé. São trabalhos de vídeo e intervenção/instalação em que o artista reduz a noção da paisagem ao elemento visual da linha do horizonte.

Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela (7)
Notas de rodapé, de Jimson Vilela (7)
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
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Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
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Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela (7)
Notas de rodapé, de Jimson Vilela (7)
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
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APRESENTAÇÃO

Notas de rodapé, de Jimson Vilela. Notas de rodapé, de Jimson Vilela.

Uma individual não é uma reunião de trabalhos do mesmo autor.¹ Uma exposição individual envolve outra lógica de tempo, espaço e integração obra-pública.² O “texto curatorial” (este mesmo que você está lendo) e a montagem da exposição são os mediadores entre a obra e você.³ Entretanto, nesta exposição há um pequeno problema: este texto antecede um dos trabalhos aqui presente.⁴ Então como pensar no mesmo como um mediador, tendo em vista que o trabalho ainda não existe?⁵ Não pensando em obras, mas em poética.⁶

Há caos e clareza no que eu faço.⁷ Estes dois adjetivos correspondem ao que está presente aqui: uma investigação sobre os limites.⁸

Notas de rodapé, Jimson Vilela⁹

___________________________________

¹ Uma individual é a exposição de uma poética. É um universo que se materializa através de partículas capazes de tomar visíveis os vazios entre uma partícula e outra.
² {[(obra + invisível) x (tempo de duração + espaço expositivo)] + experiência sensorial e suas memórias} = esta é uma suposição válida em notas de rodapé.
³ Em uma individual não há outro artista com outras obras para gerar um diálogo ou aproximações. Isto é um monólogo? Não. O texto e a montagem criam a possibilidade de deste “texto curatorial” um fragmento-diário e, consequentemente, mais um pedaço de constelação de trabalhos aqui presentes.
⁴ Os vídeos Necessidade e Quase não cinema 1 (2010) são uma investigação sobre as simbologias que envolvem o conceito de linha do horizonte – universal e, ao mesmo tempo, particular. Procuro traçar paralelos entre estas duas instâncias.
⁵ Indeterminado.
⁶ Universo, constelação, partículas. Essa exposição é resultado de outra e de suas descobertas. É um modo de pensar o momento de exibição enquanto processo e até mesmo procedimento de trabalho. Dentro do universo há constelações e nestas, além de estrelas, há um espaço vazio que as separa.
⁷ Em meu trabalho desenvolvo uma pesquisa que diz respeito às fronteiras e limites dos campos da ficção/realidade, texto/imagem e escrita/corpo. Inicialmente, crio livros nos quais estes conceitos são aplicados e tensionados. A partir dos livros desenvolvo projetos como este.
⁸ Penso na linha enquanto limite e ponte. Separa e junta. Penso na linha como síntese visual da palavra escrita. Aliás, sobre a linha apoiam-se as palavras até o final da linha. Ou até palavras paralelas se tocarem.
⁹ Título e autor.¹ ___________________________________
¹

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PLÁSTICA, de Roberta Tassinari

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PLÁSTICA

ROBERTA TASSINARI

ESPAÇO FERNANDO BECK | 25 DE NOVEMBRO DE 2010 A 28 DE JANEIRO DE 2011

Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
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Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
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Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
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Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
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LINHAS E RISCOS SUBTERRÂNEOS: ENTRE O CÉU E A TERRA, de Janor Vasconcelos

linhastesta

LINHAS E RISCOS SUBTERRÂNEOS: ENTRE O CÉU E A TERRA

JANOR VASCONCELOS

CURADORIA DE FRANZOI

ESPAÇO FERNANDO BECK | 25 DE NOVEMBRO DE 2010 A 28 DE JANEIRO DE 2011

Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
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Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
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Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.s subterrâneos, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.s subterrâneos, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
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Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
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Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
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Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
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Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos. Mergulhar em um emaranhado de linhas e riscos para atingir o interior do ser humano, a alma. Talvez seja esta a proposta que Janor Vasconcelos faz a cada um de nós que ficamos diante de seu trabalho.
Ao deslocar um ponto sobre o papel, cria uma linha ininterrupta, por meio do acúmulo forma um desenho, que ecoa compulsivamente no espaço-tempo e resulta numa ideia-imagem aberta a múltiplas interpretações.
Quem está sendo representado? Que linha é essa que percorre o espaço? Que espaço é esse? E se a linha na verdade for um risco no espaço? Representa os riscos a que somos submetidos a cada instante? A linha tênue entre a vida e a morte?
O ponto de partida da poética de Janor é a sua memória geográfica e social – as minas de carvão e os mineradores. Busca um simulacro, entre o espaço expositivo e uma mina, ao dispor meticulosamente seus trabalhos nas paredes de forma contínua, se apropriando dos vértices da arquitetura e conduzindo nosso olhar para a profundeza dos mesmos. Ao nos aproximarmos cada vez mais de seus desenhos temos a sensação de estarmos diante do visível e do invisível, entre o finito e o infinito, pois somos arrebatados para o interior de nossa própria existência.

Risco… linha… ponto… vida!

Franzoi | Curador

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PNEUMATÓFOROS, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque

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PNEUMATÓFOROS

CRISTINA OLIVEIRA • EDGAR COLARES • YARA GUASQUE

ESPAÇO FERNANDO BECK | 30 DE SETEMBRO A 01 DE OUTUBRO DE 2010

Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
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Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
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Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
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Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
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Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
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Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
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Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque. Ambientação do espaço da exposição como uma instalação-ambiente orgânica, que apesar de ser construída artificialmente simula a respiração que no mangue é realizada pelos pneumatóforos.
Pneumatóforos são ramificações das raízes das árvores que crescem em terrenos alagadiços. Notadamente do mangue algumas árvores como a Siriúba possuem raízes que se ramificam horizontalmente, logo abaixo da superfície da areia, lançando esporões verticais que expostos no ar absorvem o oxigênio da atmosfera. Estes são os pneumatóforos que ajudam a sedimentar o terreno e que efetuam a troca gasosa entre a árvore e o meio. Pneumatóforos, metaforicamente falando como um organismo, aglutina ideias embrionárias sedimentando elementos antes dispersos, e também auxilia a respiração entre o organismo e o meio.

Yara Guasque

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A IMAGEM DA CASA, de Ana Luiza Kalaydjian

imagemdacasatesta

A IMAGEM DA CASA

ANA LUIZA KALAYDJIAN

ESPAÇO FERNANDO BECK | 05 DE AGOSTO A 24 DE SETEMBRO de 2010

Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
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APRESENTAÇÃO

Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian. A possibilidade de trabalhar novos materiais e texturas através de meios também diversos é uma das características principais da produção de Ana Kalaydjian. Essa liberdade levou-a a utilizar o pó de café em suas criações a partir de 1999. Esse material orgânico foi escolhido tanto por sua carga afetiva quanto camaleônica de se transformar em pigmento, em tinta, em argila e até mesmo em superfície refletora.
A artista mantém a tradição de ler nos desenhos formados pela borra de café no fundo das xícaras traços da vida e do destino de quem o tomou. Nesse processo, a imagem produzida pela sedimentação do pó recupera seu poder cognitivo, pois é compreendida em sua dimensão simbólica de semelhança e evocação com aquilo que representa. Através de sua leitura, Ana estabelece uma estreita comunicação com o outro, mas sem se furtar a exposição de si mesma.
Mais do que a memória dessa tradição, o que a artista recupera para seus trabalhos é a lógica desses reflexos e seu resultado. Vestígios dessa relação íntima e privada, daquele momento de plena comunicação, são conservados em suas fotografias de borras em fundos de xícaras. Não sabemos interpretá-las, não conhecemos que as fez. No entanto, energia contida nessas manchas negras, sua força desencadeadora, parece retida nessas reproduções. Sugam o espectador, transportando-o para o espaço de uma relação mais estreita entre as pessoas. (…)

Taisa Helena P. Palhares

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3ª RODADA, Coletiva

3rodadatesta

3ª RODADA

ALINE DIAS • DÉBORA BOLSONI • DIEGO RAYCK • FABIANA FLAKS • JULIA AMARAL • LETÍCIA CARDOSO • LUIZ ROQUE • MÁRCIA SOTTILLI • MILLA JUNG

ASSESSORIA DE FERNANDO LINDOTE, JAILTON MOREIRA E THAIS RIVITTI

ESPAÇO FERNANDO BECK | 15 DE JULHO A 5 DE AGOSTO de 2010

Exposição integrante do projeto Arte Contemporânea Catarinense: um percurso contemplado pelo Edital Elisabete Anderle.

Exposição 3ª Rodada.
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TENSÕES, de Guido Heuer

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TENSÕES

GUIDO HEUER

CURADORIA DE NAJDA DE CARVALHO LAMAS

ESPAÇO FERNANDO BECK | 1º DE ABRIL A 14 DE MAIO DE 2010

Inconformidade com o mundo contemporâneo, com a violência urbana, com o conflito entre nações e com a displicência em relação aos problemas ambientais são questões fortemente discutidas na seqüência de obras da mostra Tensões, de Guido Heuer. A reflexão é da crítica de arte Nadja Lamas, curadora da exposição com abertura agendada para o dia 1º de abril na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis.

Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
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Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
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Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer (18)
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Exposição Tensões, de Guido Heuer.
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Exposição Tensões, de Guido Heuer (18)
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Embora embuída de carga política e com um suporte que inclui em boa parte de suas peças elementos com densidade elevada, como a tinta acrílica e automotiva, inox, madeira, metal gravado, vidro, fórmica, e betume, a arte de Guido Heuer avança por um território semântico delicado e engenhoso.
Nadja considera que as transformações poéticas do artista não são bruscas. Ocorrem de forma calma, mas com firmeza. “De maneira sutil, mas contundente”, avalia. Toda esta carga significativa da obra do artista vão estar expostas em nove objetos e uma vídeo instalação nas salas de exposição no interior da fundação e de uma escultura de um perturbador mosquito de alumínio e inox com três metros de altura no jardim da casa.
Artista maduro, atualmente com 53 anos, Guido possui uma longa trajetória. Nascido em Blumenau, já na infância descobriu o gosto pela arte dentro da própria família. Seu avô, Johannes, tinha um ofício raro: moldar peças mortuárias em bronze.
Era a gênese do processo criativo de Guido, pelo menos sob o ponto de vista material. O artista passava as tardes na oficina do avô. Na maioria das vezes apenas observando e descobrindo os princípios da transformação do metal e o manuseio de elementos químicos, soldas e reagentes.
Em 1971, aos 15 anos, começa a estudar arte e sua carreira artística, já no início, se dá entre os grandes artistas. Sua estréia é na galeria Açu-Açu, criada no mesmo ano pela escultora Elke Hering, pelo poeta Lindolf Bell, e pelo escritor e crítico Péricles Prade e sua esposa Arminda.
Já nos primeiros anos da década de 70, dividiu espaço em coletiva com Martinho de Haro, Meyer Filho, Sílvio Pléticos, Eli Heil, Elke Hering e Mario Avancini, além de Rodrigo de Haro e o então grupo dos novos, que incluía Antonio Mir, Jayro Schmidt, e Luiz Henrique Schwanke. Na mesma época, também participava de mostras com seu amigo, quase tão jovem como ele, Rubens Oestroem.
O salto de Guido Heuer, conforme situa o jornalista Joel Gehlen, no livro “As Idades do Metal – A Arte de Guido Heuer”, organizado por Dennis Radünz e publicado pela editora Nauemblu, ocorre no final dos anos 70, quando o artista expõe seus “metais gravados” na Maison de France, no Rio de Janeiro. Gehlen observa também que a década de 80 foi vivida sob o signo da inquietação. Nascido às margens do rio Itajaí-Açu, o artista absorve em sua obra a flora abundante, principalmente a madeira.
Os anos 90 marcam a visibilidade de Guido no mercado internacional, com exposições nos Estados Unidos, Alemanha, Áustria, Londres. Expõem no exterior mas sua presença no cenário urbano de Santa Catarina permanece latente, com painéis em Blumenau, Itapema e Florianópolis, e obras de grandes dimensões em fachadas de edifícios de Balneário Camboriú, formando uma galeria aberta pelas ruas da cidade litorânea.

A exposição reverberou na edição e publicação de catálogo disponível ao clicar na imagem acima.

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