NINHO, do coletivo Rosa dos Ventos

Condomínios inteligentes, Rosana Bortolin, 2006. - Cópia

PNEUMATÓFOROS

COLETIVO ROSA DOS VENTOS | BRÍGIDA DE MIRANDA • CLAUDIA ZIMMER • JULIANA CRISPE • RAQUEL STOLF • ROSANA BORTOLIN • SANDRA FAVERO • MÁRCIA SOUSA • MARIA ARAUJO • NARA MILIOLI • SILVANA MACÊDO E FREDERICO MACÊDO

ESPAÇO FERNANDO BECK | 08 DE OUTUBRO A 31 DE OUTUBRO DE 2008

Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Memória fotográfica do meu primerio ninho, Brígida de Miranda, 2008.
Memória fotográfica do meu primerio ninho, Brígida de Miranda, 2008.
Como construir ao menos um ovo, Claudia Zimmer, 2008.
Como construir ao menos um ovo, Claudia Zimmer, 2008.
Alice queria voar numa bolha de sabão... da série Alice, Juliana Crispe, 2008.
Alice queria voar numa bolha de sabão... da série Alice, Juliana Crispe, 2008.
Ninho em silêncio, Márcia Sousa, 2008.
Ninho em silêncio, Márcia Sousa, 2008.
Ninho pregnado, Maria Araujo, 2008.
Ninho pregnado, Maria Araujo, 2008.
Trepadeira, Nara Milioli, 2008.
Trepadeira, Nara Milioli, 2008.
Buraco, Raquel Stolf, 2008.
Buraco, Raquel Stolf, 2008.
Condomínios inteligentes, Rosana Bortolin, 2006.
Condomínios inteligentes, Rosana Bortolin, 2006.
Ninho, Sandra Favero, 2008.
Ninho, Sandra Favero, 2008.
Ninho, Silvana e Frederico Macêdo, 2008.
Ninho, Silvana e Frederico Macêdo, 2008.
previous arrow
next arrow
 
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Memória fotográfica do meu primerio ninho, Brígida de Miranda, 2008.
Memória fotográfica do meu primerio ninho, Brígida de Miranda, 2008.
Como construir ao menos um ovo, Claudia Zimmer, 2008.
Como construir ao menos um ovo, Claudia Zimmer, 2008.
Alice queria voar numa bolha de sabão... da série Alice, Juliana Crispe, 2008.
Alice queria voar numa bolha de sabão... da série Alice, Juliana Crispe, 2008.
Ninho em silêncio, Márcia Sousa, 2008.
Ninho em silêncio, Márcia Sousa, 2008.
Ninho pregnado, Maria Araujo, 2008.
Ninho pregnado, Maria Araujo, 2008.
Trepadeira, Nara Milioli, 2008.
Trepadeira, Nara Milioli, 2008.
Buraco, Raquel Stolf, 2008.
Buraco, Raquel Stolf, 2008.
Condomínios inteligentes, Rosana Bortolin, 2006.
Condomínios inteligentes, Rosana Bortolin, 2006.
Ninho, Sandra Favero, 2008.
Ninho, Sandra Favero, 2008.
Ninho, Silvana e Frederico Macêdo, 2008.
Ninho, Silvana e Frederico Macêdo, 2008.
previous arrow
next arrow

APRESENTAÇÃO

Exposição Ninho, Coletiva.

ninho

(de palavras, por ora)

A origem dos trabalhos expostos aqui foi uma palavra: ‘ninho’. Se a origem e mesmo certa homogeneidade se deram pela palavra-matriz, a variedade de conceitos e imagens por ela produzida em cada artista gerou uma heterogeneidade profícua. A partir dessa palavra os artista poetizaram, e o resultado está nessas obras que nos convidam a sentir, lembrar, refletir e imaginar, sem que nos desgarremos da imanência e concretude mundanas. Chamo a atenção dos que me lêem para o fato de ninho ser um objeto que remete a um não-objeto, ao espaço vazio a ser preenchido. Ele pode, claro, ser visto como ente autônomo, mas numa ontologia (ou, quem sabem, ornitologia?) naturalizada e naturalmente reclama uma relação com um outro – e continente a ser ocupado por um conteúdo. Também esta exposição só cria sentido à medida que seus espaços-nichos forem ocupados e acolherem experiências estéticas, gerando novas imagens, conceitos e posturas, resultantes da interação entre tais espaços e o espectador, reconstruída na poética do viver nosso de cada dia.

Maria Cecília de Miranda Nogueira Coelho

VEJA MAIS

ASP SEM VERNIZ, de Carlos Asp

Testa asp sem verniz (5)

ASP SEM VERNIZ

CARLOS ASP

CURADORIA DE FERNANDO BOPPRÉ

ESPAÇO FERNANDO BECK | DE 27 DE AGOSTO A 26 DE SETEMBRO DE 2008

Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
previous arrow
next arrow
 
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
Exposição Asp sem Verniz.
previous arrow
next arrow
Exposição Asp sem Verniz.

FILIPENSES, 2

Portanto, se há alguma exortação em Cristo, se alguma consolação de amor, se alguma comunhão no Espírito, se alguns entranháveis afetos e compaixões,
2 completai o meu gozo, para que sintais o mesmo, tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo, sentindo uma mesma coisa,
3 nada façais por contenda ou por vanglória, mas com humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo;
4 não olhe cada um somente para o que é seu, mas cada qual também para o que é dos outros.
5 Tende em vós aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus,
6 o qual, substituído em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus, coisa a que se devia aferrar
7 mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens;
8 e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até à morte, e morte de cruz.
9 Pelo que também também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo nome;
10 para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra,
11 e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai. (FILIPENSES, 2.1 A 11)
O NOVO TESTAMENTO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
Versão da IMPRENSA BÍBLICA BRASILEIRA
Baseada na tradução em português de JOÃO FERREIRA DE ALMEIDA
De acordo com os melhores textos em hebraico e grego
Imprensa Bíblica Brasileira
Rua Silva Vale, 781

VEJA MAIS

GRAVURAS, de Ana Maria Pacheco

Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (14)

GRAVURAS

ANA MARIA PACHECO

CURADORIA DE JOFRE SILVA E SILVANA MACÊDO

ESPAÇO FERNANDO BECK | 09 DE JULHO A 22 DE AGOSTO DE 2008

Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (19)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (19)
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (12)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (12)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (13)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (13)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (14)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (14)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (15)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (15)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (16)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (16)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (17)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (17)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (18)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (18)
previous arrow
next arrow
 
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (19)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (19)
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (12)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (12)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (13)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (13)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (14)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (14)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (15)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (15)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (16)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (16)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (17)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (17)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (18)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (18)
previous arrow
next arrow

VEJA MAIS

ÍNTIMA IMENSIDÃO, de Silvana Macêdo & Henna Asikainen

Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo (5)

EXPOSIÇÃO ÍNTIMA IMENSIDÃO

SILVANA MACÊDO & HENNA ASIKAINEN

ESPAÇO FERNANDO BECK | 28 DE MAIO A 04 DE JULHO DE 2008

Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
previous arrow
next arrow
 
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
previous arrow
next arrow

APRESENTAÇÃO

Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo. Um dos pontos de partida do projeto ar foi o desejo de explorar nossas diferenças culturais e engajá-las com discussões na área da ciência ambiental. A experiência vivida nessas duas florestas transformou nossa posição inicial, comparativamente mais analítica, em algo saturado com um sentido mais íntimo, onde nossas estórias pessoais e culturais se tornaram irremediavelmente ligada a diversos elementos de pesquisas científicas, clima e ecologia.
A fria, branca e imaculada floresta tropical finlandesa em contraste com a floresta tropical quente e úmida da Amazônia brasileira, nos levou a uma profunda reflexão sobre a intensidade das violentas polarizações destas áreas geográficas. Estes territórios, apesar de parecerem opostos e tão distantes, estão intimamente ligados na imensidão do ambiente global.

VEJA MAIS

TEMAS PARA UMA REALIDADE, Rodrigo Cunha

Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha (16)

TEMAS PARA UMA REALIDADE

RODRIGO CUNHA

ESPAÇO FERNANDO BECK | 13 DE MARÇO A 23 DE MAIO DE 2008

Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
previous arrow
next arrow
 
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
previous arrow
next arrow

APRESENTAÇÃO

Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha. Na contramão da tendência predominante nos artistas de sua geração que de modo geral elegem suportes e mídias não usuais, Rodrigo Cunha escolheu como meio de expressão a tradicional pintura de cavalete. Suas obras são transposições oníricas da realidade.
Utilizando os discretos efeitos de luz das meias-tintas Rodrigo elabora trabalhos que surgem como visões provenientes de sonhos ou pesadelos.
Em uma atmosfera de ilimitada melancolia, figuras solitárias pairam em ambientes delimitados espacialmente por uma sóbria geometria.
Nesta arquitetura de caixas-cubículos, pequenas aberturas deixam entrever detalhes de outros aposentos igualmente frios e exíguos.
Por vezes a perspectiva é distorcida de forma a criar a sensação visual de um espaço circular captado por uma lente grande angular.
De modo geral as figuras destes personagens sem história nem rosto aparecem sentadas no canto de imensos sofás ou simplesmente de pé com mãos e braços rentes ao corpo perplexas por algum indecifrável enigma.
Na visionária estrutura espacial destes interiores é como se a invisível gaiola da exacerbada individualidade de nossos tempos não tornasse mais qualquer comunicação possível.
Neste inquietante clima é como se tudo, seres e objetos, pairasse em um vácuo iluminado por uma luz fria e distante proveniente de uma fonte invisível.
Intencionalmente ou não Rodrigo coloca-nos frente a personagens cujo clima existencial remete ao pensamento de Nietzsche e Schoppenhauer, que nos ensina sobre a profunda significação do nenhum sentido da vida.
Pode parecer paradoxal, mas é o vazio terrível expresso nestas obras que nos desvela a verdadeira beleza imperturbada e despida de alma e matéria.
E é justamente ao dar ao vazio uma expressão artística que Rodrigo Cunha penetra no âmago mesmo do dilema do homem contemporâneo permitindo ao espectador refletir e participar desta tensa e enigmática atmosfera que alimenta a própria essência de sua criação.

João Otávio Neves Filho – Janga

VEJA MAIS

GRAVURAS: MITOLOGIA GREGA, de Julia Iguti

Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti (1) - Cópia

MITOLOGIA GREGA GRAVURAS

JULIA IGUTI

ESPAÇO FERNANDO BECK | 17 DE JANEIRO A 29 DE FEVEREIRO DE 2008

Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
previous arrow
next arrow
 
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
previous arrow
next arrow

Sobre a gravura de Julia Iguti

Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti. A gravura, em Florianópolis, já tem história graças a artistas com alma de gravadores, como é o caso de Julia Iguti.
A expressão de Julia é, portanto, basicamente relacionada com as qualidades gráficas, tanto nas litografias como nas xilogravuras, seus trabalhos mais recentes.
O que se observa em suas gravuras, entre outras coisas, é o paciente elaborar de imagens com a sutileza técnica que lhe é peculiar, obtendo, desta maneira, clareza visual que facilita o imediato diálogo entre o espectador e a sua obra.
Neste sentido, o imaginário de Julia compromete-se com o narrativo, ou seja, proporciona uma leitura além do visual, que é extremamente rico em efeitos gráficos. E toda essa grafia está a serviço da narração que beira o ficcional, com aproximações da fábula e do mítico.
A fabulação e a mitificação de Julia, cada vez mais densas e misteriosas, conferem à sua gravura a atmosfera do poético, ou melhor, do poema visual, em cujas imagens está o lendário que o tempo se encarrega de imprimir nas coisas.
A gravura de Julia é o encontro com a memória, com a percepção e com a imaginação.

Jayro Schmidt | artista plástico, professor de pintura e de história da arte

VEJA MAIS

MEMÓRIAS/SAIRÓMEM, de Juliano Zanotelli

céui

MEMÓRIAS/SAIRÓMEM

JULIANO ZANOTELLI

ESPAÇO FERNANDO BECK | 12 DE NOVEMBRO A 11 DE DEZEMBRO DE 2009

Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
previous arrow
next arrow
 
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
previous arrow
next arrow

APRESENTAÇÃO

Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli. Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli. Brincando com a palavra memórias surge sairómem. (Literalmente é o reflexo inverso da palavra), no entanto é capaz de traduzir de uma maneira simples a exposição apresentada.
Sairómem é o (nosso) reflexo para dentro de si. É dentro dele que deixamos, sempre vivo, o lado criança. Que guarda consigo as lembranças da infância, das brincadeiras, dos momentos divertidos e alegres de uma época, que não volta mais, porém, está sempre em evidência dentro dela, do sairómem.
A vida adulta, necessária, e imposta pelo tempo, muitas vezes faz com que esqueçamos de ‘brincar’ com o sairómem. Um elo eterno de ligação com os mundos: real e imaginário.

Sinta o sairómem dentro de você e permita-se viver!

VEJA MAIS

PLURAIS, de Paulo Roberto Pugialli

convitefrenteeverso - externo

PLURAIS

PAULO ROBERTO PUGIALLI

ESPAÇO FERNANDO BECK | 07 DE OUTUBRO A 06 DE NOVEMBRO DE 2009

O artista denomina a coleção de pinturas-objeto. São imagens em absoluta desordem, da concepção visual ao suporte das telas.A arte de Pugialli está entranhada da sua própria maneira de viver. O artista é um nômade que vai adicionando referências e estabelecendo relações com o ambiente por onde tem vivido. Ele não acumula nada em sua vivência, nem sua própria obra. Seu acervo está em um microcomputador. No projeto da exposição para a Fundação Cultural Badesc, Pugialli exibe uma sequência no qual “a proposta curatorial é de alterar as relações espaciais do volume da pintura e do local expositivo, procurando alterações da situação limite entre o espectador, a estrutura pictórica e o lugar”, descreve o artista plástico e gravador Nelson Hohmann. São obras que expõem o visitante a uma leitura movediça. Nas telas do artista é possível visualizar a retórica da desordem. “Por mais que a sociedade, as autoridades, tentem organizar a vida, a desordem tem um poder maior e se estabelece”, diz o artista. A pluralidade da linha e da forma das pinturas-objeto expõe confiança e cilada, e conduzem o espectador a explorar uma geometria do insconsciente. São caminhos muitas vezes estabelecidos pelas próprias dobras das telas que sugerem outras leituras das imagens.Segundo o artista plástico José Maria Dias da Cruz, a obra de Pugialli “está em consonância com as mais avançadas pesquisas da arte contemporânea internacional, ampliando os conceitos de linha, superfície e ritmo”. O artista estudou artes plásticas na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e no Museu de Arte Moderna, no Rio de Janeiro, e no Museu da Gravura da Cidade de Curitiba. Em 1998 recebeu o prêmio principal no 55º Salão Paranaense. Sua obra está representado em coleções particulares e públicas no Brasil e no exterior. Pugialli foi selecionado pela comissão do edital de arte da Fundação Badesc, que escolhe seis exposições por ano de projetos de todo o Brasil.

Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
previous arrow
next arrow
 
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
previous arrow
next arrow

APRESENTAÇÃO

Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.

Paulo Roberto Pugialli é um nômade, desde sua infância na cidade do Rio de Janeiro, transita por ambientes diversos influenciado com outras culturas, percorrendo cidades e estados brasileiros, e terras estrangeiras.

A produção de sua obra está ligada diretamente ao seu modo de vida, aglomerando referências e relacionando-se ao ambiente; essas influências trazem reminiscências que indicam conceitos ampliados de “linha, superfície e ritmo”.

No projeto de exposição para o Espaço Fernando Beck, na Fundação Cultural BADESC, Pugialli nos traz pinturas-objeto no qual a proposta curatorial é de alterar as relações espaciais do volume da pintura e de alterar as relações espaciais do volume da pintura e o local expositivo, procurando alterações da situação limite entre o espectador, a estrutura pictórica e o lugar.

Nelson Hohmann | artista plástico e gravador

Inverno de 2009

VEJA MAIS

A CASA DA CRIAÇÃO, de Vera Sabino

2009 08 26 VERA SABINO - 40 ANOS DE ARTE pt1

A CASA DA CRIAÇÃO

VERA SABINO

ESPAÇO FERNANDO BECK | 26 DE AGOSTO A 09 DE OUTUBRO DE 2009

O projeto comemora os 40 anos de pintura da artista plástica. Idealizado pela artista Lena Peixer, A Casa da Criação foi concebida pelos também artistas Ivan de Sá e Maurício Muniz. A pequena edificação foi composta por plotagens de fotografias do ateliê de Vera feitas por Martha Dias.

Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
previous arrow
next arrow
 
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
previous arrow
next arrow

VEJA MAIS