APRENDIZ DE PASSARINHO, de Paulo Damé

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APRENDIZ DE PASSARINHO

PAULO DAMÉ

ESPAÇO FERNANDO BECK | 27 DE JUNHO A 10 DE AGOSTO DE 2007

Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
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Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé.
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REINVENTANDO PASSARINHO

Exposição APRENdiz de passaRINHO, de Paulo Damé. Provocar acontecimentos que produzam sentido é de urgência vital para quem está preocupado em gerar proposições em arte que sejam condizentes com nossas necessidades de Representação .
Com este processo acelerado e contínuo de pasteurização do coletivo e espetacularização da cultura, ter experiências reais significa a construção de saberes que escapam da lógica de uma forma de subjetividade homogeneizada que leva o imaginário do individuo a ser formatado segundo imagens sedutoras. Frente a esta constatação DAMÉ lança a pergunta: Como o sujeito se reinventa e produz novos sentidos? Esta pergunta funda uma série de articulações pelas quais a proposta “APRENDIZ DE PASSARINHO” leva em consideração. Armar, construir, expor, encontrar as fissuras na subjetividade, reinventar as formas de entender o espaço como lugar praticado significa a aventura de não se deixar ficar prisioneiro de si mesmo, de verdades que sedimentam e cristalizam o imaginário de cada um.
A proposição, como no inicio de um jogo de xadrez, é intervenção do artista. É ele que traduz sua experiência de vida, materializando-a por meio de processos criativos que instalam um novo jogo representacional no sentido de propor novas formas de fazer este mundo ser experenciado de forma mais complexa perante uma radical transformação de como a subjetividade pode ser reinventada. Ou seja, sua proposta gera SENTIDO quando em seu acontecer, possibilita a participação e a colaboração por parte do público, desestabilizando-o, descolocando-o, fazendo com que seu modo de sentir e perceber este mundo possa ser revisto. Este devir intensifica a proposta, pois sua existência não está limitada a um final dado hermeticamente pelo artista, ao revés desborda o campo do artista para invadir o campo de experiências de vida de quem está disposto a se reinventar como passarinho, ou como sabiamente nos diz o Poeta: Eles Passarão, eu passarinho, ou será ? Eu passarinho, eles passarão. José Luiz Kinceler
Entre uma qualificação e outra de maio de 2007

Vídeo disponibilizado pelo artista Paulo Damé em seu YouTube, a fim de possibilitar a compreensão sobre a perspectiva colaborativa da exposição com o público.

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RESSONÂNCIA(S), Coletiva

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RESSONÂNCIA(S)

CLÁUDIA LIRA • FABIANA MATEUS • GABRIELA CAETANO • MABEL FRICKE E SILVIA SATO

ESPAÇO FERNANDO BECK | 02 DE MAIO A 22 DE JUNHO DE 2007

Histeria da Memória Inventada, Mabel Fricke, 2006.
Histeria da Memória Inventada, Mabel Fricke, 2006.
Horizontes Interditados, Fabiana Mateus, 2006.
Horizontes Interditados, Fabiana Mateus, 2006.
Insônia, Sílvia Sato, 2006.
Insônia, Sílvia Sato, 2006.
[In]Amanhecer, Gabriela Caetano, 2006.
[In]Amanhecer, Gabriela Caetano, 2006.
Evasões por Espaços Livres, Claudia Lira, 2006.
Evasões por Espaços Livres, Claudia Lira, 2006.
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Histeria da Memória Inventada, Mabel Fricke, 2006.
Histeria da Memória Inventada, Mabel Fricke, 2006.
Horizontes Interditados, Fabiana Mateus, 2006.
Horizontes Interditados, Fabiana Mateus, 2006.
Insônia, Sílvia Sato, 2006.
Insônia, Sílvia Sato, 2006.
[In]Amanhecer, Gabriela Caetano, 2006.
[In]Amanhecer, Gabriela Caetano, 2006.
Evasões por Espaços Livres, Claudia Lira, 2006.
Evasões por Espaços Livres, Claudia Lira, 2006.
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APRESENTAÇÃO

Cinco jovens artistas plásticas apresentam seus trabalhos interessadas menos em perseguir continuidades e mais considerando o difícil propósito de pensar os paradoxos do mundo em que vivem. Assim abordam, de um lado, a questão do eterno movimento do sempre mesmo e, de outro, a busca infinda do que sempre escapa. Recorrendo à tecnologia como meio, evitam contudo as celebrações deslumbradas do suporte e também o sentimento enlutado sobre a contemporaneidade. Longe de reapresentar o mundo, refazendo-o pelos fios da beleza e da felicidade, buscam se tornar fazedoras de mundos concebendo-os como máquinas avariadas e desfuncionadas que colocam o pensamento para sentir e a sensibilidade para pensar.

Rosângela Miranda Cherem | Profª de História da Arte no CEART-UDESC

A exposição reverberou na edição e publicação de catálogo disponível ao clicar na imagem acima.

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PLUTÃO NÃO É MAIS PLANETA, de Débora Steinhaus

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PLUTÃO NÃO É MAIS PLANETA

DÉBORA STEINHAUS

ESPAÇO FERNANDO BECK | 07 DE MARÇO A 20 DE ABRIL DE 2017

Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
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Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
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Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
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Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
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Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
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Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
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Exposição Plutão não é mais planeta, de Débora Steinhaus.
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APRESENTAÇÃO

“A natureza é plena de infinitas razões que não podem ser conhecidas pelos sentidos”
Leonardo da Vinci

…descobrir na categoria da pintura o meio adequado para qualificar seus interesses artísticos e ideológicos levou Débora Steinhaus a um desafio extra, fazer pintura? Não há de omitir-se o fato de que remar ao arrepio da maré implica em esforço muito grande quando o problema é criar idônea versão da realidade, com regras pontualmente apropriadas, e longe dos acessórios e códigos que não devem ser recapitulados.

(…) na travessia da arte, traduzir o mundo, ás vezes concerne mais aos desvios do que aos caminhos.

A pintura de Débora Steinhaus ocupa um nicho específico na arte Brasileira.

O processo produtivo da artista, paciente e esclarecedor, não se orienta para a silenciosa via simbolista onde paisagens imaginárias emergem em brumas que nos envolvem e fascinam seja pela metafísica inerente, seja pela meditação ou pelo ocultamento. A figuração de Débora Steinhaus trai um pensamento alerta, não afeiçoado aos labirintos, e o sossego de seu repertório visual não tende a contemplação, mas a verificação (tornar verdadeiro).

Débora Steinhaus sente-se mais à vontade com grandes formatos. Aí o espaço ampliado nos permite verificar melhor como nada flutua e como, no meio da luz explícita, raramente dramática, o teor introspectivo cede a uma relação matemática (por certo empírica) que lembra os pintores holandeses do século XVII (De Hooch), e também por estranho que pareça, Mondrian, que nesse particular aspecto, é bom intérprete daqueles.

(…) Quando há referências nessas rotinas do cotidiano que se apresentam aos olhos do espectador é mais fácil encontrá-las em Vermeer do que no flagrante tirado pela máquina fotográfica. Percebemos na pintura de Débora Steinhaus intimidade sem intimismo, uma intimidade por assim dizer cartesiana, com lugar para o exógeno, mas não para o exótico. Se as antropologias procuradas podem estar na China, na Europa central, no oriente Médio, é que as guerras ou desastres desses mundos aparentemente distantes pertencem à imediatez do tempo e à contração do espaço, à fuga da lonjura e à condição humana nesse mundo globalizado às portas do aquecimento ameaçador.

(…) podemos afirmar que os códigos de representação, na pintura de Débora, não provêm de nenhum dos realismos experimentados no decorrer do modernismo. Trata-se, está na hora de repetir, de uma conquista que lhe tem custado um comprometimento nada fácil de ser administrado.

Excerto do texto de:
João Evangelista de Andrade Filho

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CAÇADORES E COLETORES OU NO FINE ARTS, Coletiva

caçadorescoletoresana

CAÇADORES E COLETORES OU NO FINE ARTS

ANA VIEGAS • LENGO D´NORONHA • CARLA LINHARES • CHARLES STEUCK • EGIDIO ROCCI • FELIPE VERNIZZI • GUTO KUERTEN • LEANDRO LOPES DE SOUZA • RADJI SCHUCMAN • SANDRA CORREIA FAVERO • SERGIO VIGNES

CURADORIA DE FERNANDO BOPPRÉ

ESPAÇO 2 | 17 DE SETEMBRO A 16 DE OUTUBRO 2015

Fotografias, vídeos e objetos de 11 artistas em homenagem aos povos ameríndios pré-históricos, os chamados homens do sambaqui, que ocuparam o território litorâneo brasileiro há milhares de anos. “eu considerei que o procedimento de coletar e caçar na atualidade – isso no interior do campo artístico, também se faz por meio de instrumentos modernos como a câmera fotográfica e a de vídeo”, declara o curador e criador da proposição.

Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografia por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografia por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores, Coletiva. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores, Coletiva. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores, Coletiva. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores, Coletiva. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores, Coletiva. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores, Coletiva. Fotografias por Ana Viegas.
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Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografia por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografia por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores, Coletiva. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores, Coletiva. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores, Coletiva. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores, Coletiva. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores, Coletiva. Fotografias por Ana Viegas.
Exposição Caçadores e Coletores, Coletiva. Fotografias por Ana Viegas.
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APRESENTAÇÃO

Uma singela homenagem aos povos ameríndios pré-históricos, os chamados homens do sambaqui, que ocupavam o território litorâneo em que vivemos. Uma retumbante constatação deque – apesar da tecnologia, dos fast-foods, das bolsas de valores especializadas em sabotar estados nacionais, das impressões fotográficas em papel 100% algodão – continuamos sendo um bando de caçadores, coletores e acumuladores em larga escala. Um convite a artistas que se utilizam com delicadeza do procedimento do estar à espreita e com os olhos bem abertos para o outro e para o ambiente.

Fernando Boppré | Curador

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MEMÓRIA MIGRATÓRIA, de Pauline Zenk

memoriamigratoria

MEMÓRIA MIGRATÓRIA

PAULINE ZENK

CURADORIA DE LUCIANO CORTARUAS

ESPAÇO FERNANDO BECK | DE 03 DE SETEMBRO A 09 DE OUTUBRO DE 2015

Os imigrantes que chegaram ao Brasil no século passado foram retratados e resgatados por meio de desenhos, aquarelas, intervenções sobre fotografias e pinturas sobre tela. Para a realização Memória Migratória, a artista buscou materiais em fotografias encontradas em mercados, arquivos fotográficos, museus e em coleções privadas. Pauline Zenk é alemã com formação na Academia de Arte Muthesius em Kiel (Alemanha), estudou como Erasmus na Faculdad de Bellas Artes, em Madrid (Espanha) e também na Gerrit Rietveld Academie, em Amsterdã (Holanda). Realizou residências artísticas em Medellin (Colômbia) e em São Paulo. Pauline Zenk mora na França.

Exposição Memória Migratória, de Pauline ZenkExposição Memória Migratória, de Pauline Zenk.
Exposição Memória Migratória, de Pauline ZenkExposição Memória Migratória, de Pauline Zenk.
Exposição Memória Migratória, de Pauline Zenk.
Exposição Memória Migratória, de Pauline Zenk.
Exposição Memória Migratória, de Pauline Zenk.
Exposição Memória Migratória, de Pauline Zenk.
Exposição Memória Migratória, de Pauline Zenk.
Exposição Memória Migratória, de Pauline Zenk.
Exposição Memória Migratória, de Pauline Zenk.
Exposição Memória Migratória, de Pauline Zenk.
Exposição Memória Migratória, de Pauline Zenk.
Exposição Memória Migratória, de Pauline Zenk.
“Weights of the Past”, aquarela e lápis sobre papel, 2015.“Weights of the Past”, aquarela e lápis sobre papel, 2015. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
“Weights of the Past”, aquarela e lápis sobre papel, 2015.“Weights of the Past”, aquarela e lápis sobre papel, 2015. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Alien ears, aquarela e lápis sobre papel, sd. 21x15cm. Fonte: Pauline Zenk.
Alien ears, aquarela e lápis sobre papel, sd. 21x15cm. Fonte: Pauline Zenk.
As pessoas do pasado, aquarela e lápis sobre papel, 2015. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
As pessoas do pasado, aquarela e lápis sobre papel, 2015. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Cultura, aquarela e lápis sobre papel, 2015. 30x21cm. Coleção particular. Fonte: Pauline Zenk.
Cultura, aquarela e lápis sobre papel, 2015. 30x21cm. Coleção particular. Fonte: Pauline Zenk.
Dark past, aquarela e lápis sobre papel, sd. 21x30cm. Fonte: Pauline Zenk.
Dark past, aquarela e lápis sobre papel, sd. 21x30cm. Fonte: Pauline Zenk.
Memory drops of times long gone by, aquarela e lápis sobre papel, sd. 21x30cm. Fonte: Pauline Zenk.
Memory drops of times long gone by, aquarela e lápis sobre papel, sd. 21x30cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem Título, aquarela e lápis sobre papel, 2015. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem Título, aquarela e lápis sobre papel, 2015. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem Titulo, aquarela e lápis sobre papel, 2014. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem Titulo, aquarela e lápis sobre papel, 2014. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, aquarela e lápis sobre papel, 2015. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, aquarela e lápis sobre papel, 2015. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, aquarela e lápis sobre papel, 2015. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, aquarela e lápis sobre papel, 2015. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, aquarela e lápis sobre papel, 2014. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, aquarela e lápis sobre papel, 2014. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, aquarela e lápis sobre papel, 2014. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, aquarela e lápis sobre papel, 2014. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, aquarela e lápis sobre papel, 2014. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, aquarela e lápis sobre papel, 2014. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Força de trabalho, aquarela sobre papel, 2014. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Força de trabalho, aquarela sobre papel, 2014. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, acrílica sobre tela, 2014. 30x24cm. Acervo Fundação Cultural BADESC. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, acrílica sobre tela, 2014. 30x24cm. Acervo Fundação Cultural BADESC. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, acrílica sobre tela, 2014. 30x24cm. Coleção Particular. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, acrílica sobre tela, 2014. 30x24cm. Coleção Particular. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, acrílica sobre tela, 2014. 40x30cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, acrílica sobre tela, 2014. 40x30cm. Fonte: Pauline Zenk.
Else - a German immigrant to Brazil, acrilíca sobre tela, 2014. 40x30cm. Fonte: Pauline Zenk.
Else - a German immigrant to Brazil, acrilíca sobre tela, 2014. 40x30cm. Fonte: Pauline Zenk.
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Exposição Memória Migratória, de Pauline ZenkExposição Memória Migratória, de Pauline Zenk.
Exposição Memória Migratória, de Pauline ZenkExposição Memória Migratória, de Pauline Zenk.
Exposição Memória Migratória, de Pauline Zenk.
Exposição Memória Migratória, de Pauline Zenk.
Exposição Memória Migratória, de Pauline Zenk.
Exposição Memória Migratória, de Pauline Zenk.
Exposição Memória Migratória, de Pauline Zenk.
Exposição Memória Migratória, de Pauline Zenk.
Exposição Memória Migratória, de Pauline Zenk.
Exposição Memória Migratória, de Pauline Zenk.
Exposição Memória Migratória, de Pauline Zenk.
Exposição Memória Migratória, de Pauline Zenk.
“Weights of the Past”, aquarela e lápis sobre papel, 2015.“Weights of the Past”, aquarela e lápis sobre papel, 2015. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
“Weights of the Past”, aquarela e lápis sobre papel, 2015.“Weights of the Past”, aquarela e lápis sobre papel, 2015. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
 Alien ears, aquarela e lápis sobre papel, sd. 21x15cm. Fonte: Pauline Zenk.
 Alien ears, aquarela e lápis sobre papel, sd. 21x15cm. Fonte: Pauline Zenk.
As pessoas do pasado, aquarela e lápis sobre papel, 2015. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
As pessoas do pasado, aquarela e lápis sobre papel, 2015. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Cultura, aquarela e lápis sobre papel, 2015. 30x21cm. Coleção particular. Fonte: Pauline Zenk.
Cultura, aquarela e lápis sobre papel, 2015. 30x21cm. Coleção particular. Fonte: Pauline Zenk.
Dark past, aquarela e lápis sobre papel, sd. 21x30cm. Fonte: Pauline Zenk.
Dark past, aquarela e lápis sobre papel, sd. 21x30cm. Fonte: Pauline Zenk.
Memory drops of times long gone by, aquarela e lápis sobre papel, sd. 21x30cm. Fonte: Pauline Zenk.
Memory drops of times long gone by, aquarela e lápis sobre papel, sd. 21x30cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem Título, aquarela e lápis sobre papel, 2015. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem Título, aquarela e lápis sobre papel, 2015. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem Titulo, aquarela e lápis sobre papel, 2014. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem Titulo, aquarela e lápis sobre papel, 2014. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, aquarela e lápis sobre papel, 2015. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, aquarela e lápis sobre papel, 2015. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, aquarela e lápis sobre papel, 2015. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, aquarela e lápis sobre papel, 2015. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, aquarela e lápis sobre papel, 2014. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, aquarela e lápis sobre papel, 2014. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, aquarela e lápis sobre papel, 2014. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, aquarela e lápis sobre papel, 2014. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, aquarela e lápis sobre papel, 2014. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, aquarela e lápis sobre papel, 2014. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Força de trabalho, aquarela sobre papel, 2014. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Força de trabalho, aquarela sobre papel, 2014. 30x21cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, acrílica sobre tela, 2014. 30x24cm. Acervo Fundação Cultural BADESC. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, acrílica sobre tela, 2014. 30x24cm. Acervo Fundação Cultural BADESC. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, acrílica sobre tela, 2014. 30x24cm. Coleção Particular. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, acrílica sobre tela, 2014. 30x24cm. Coleção Particular. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, acrílica sobre tela, 2014. 40x30cm. Fonte: Pauline Zenk.
Sem título, acrílica sobre tela, 2014. 40x30cm. Fonte: Pauline Zenk.
Else - a German immigrant to Brazil, acrilíca sobre tela, 2014. 40x30cm. Fonte: Pauline Zenk.
Else - a German immigrant to Brazil, acrilíca sobre tela, 2014. 40x30cm. Fonte: Pauline Zenk.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Memória Migratória, de Pauline Zenk.

Cor, forma – lavrado, valor

Linha, ponto – separação, encontro

A aquarelista com seu apuro investigatório de pertencimento entre Alemanha e Brasil, converte-se própria na compaixão imigrante desbravadora. Em razão
do visível, o seu olhar digressivo excursa vigente até convergir com os traços analógicos no momento que somos absorvidos pelas sensações convidativas que delineiam as memórias de trabalho, lar, família e esperança.

Tenções e intenções percorrem identidades anônimas imaginadas em não temporalidades recorrentes, antes veladas agora reveladas.

Vermelhos consanguíneos, amarelos pósteros, azuis ideados, pretos ponderados, retratam sentimentos de fotografias que deixaram para trás a sua história,
agora reavida.

Memórias desarquivadas de fotos encontradas dentro de livros ou recuperadas em feiras são reconstruídas com percepções que revelam a coletividade ressonante da trajetória do ethos migratório.

Fernando Albalustro

VEJA MAIS

ESPAÇO PAULO GAIAD

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OFICIALIZAÇÃO DO ESPAÇO PAULO GAIAD

ESPAÇO PAULO GAIAD | DE 18 DE OUTUBTO A 17 DE NOVEMBRO DE 2018

Em homenagem ao artista Paulo Gaiad, reconhecidamente um dos mais importantes do Estado de Santa Catarina, a Fundação Cultural Badesc reinaugura o espaço expositivo no piso superior com o seu nome. Entre 26 de novembro de 2015 e 26 de fevereiro de 2016, a exposição Impossibilias: arquivo e memória em Paulo Gaiad ocupou todos os espaços da Fundação reunindo o maior número de obras do artista já expostas em conjunto. Esta foi a última exposição do artista em vida, que faleceu em outubro do mesmo ano. A reinauguração traz um dos vídeos que integrou esta exposição com um vídeo, duas obras inéditas do artista, além de uma série de imagens e textos que resumem a trajetória do Espaço 2 desde a sua criação, em 2014. Paulo Gaiad nasceu em São Paulo. Mudou-se para Florianópolis nos anos 1980. Foi Arquiteto e Desenhista. Sua produção contempla a pintura, o desenho, a fotografia, a instalação e a literatura.

Oficialização do Espaço Paulo Gaiad.
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After Darkness I, 2014. Acrílica sobre tela com fotografia e colagem, 120x100cm.
After Darkness I, 2014. Acrílica sobre tela com fotografia e colagem, 120x100cm.
Luz e sombra. A tempestade, 2007. Acrílica sobre tela com fotografia e colagem, 120x60cm.
Luz e sombra. A tempestade, 2007. Acrílica sobre tela com fotografia e colagem, 120x60cm.
Logo Espaço 2
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Convite Diálogos Expostos, coletiva.
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Convite (In)adequadas, de Silvia Teske.
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Convite Rendas no ar, de Sandra Alves.
Convite Rendas no ar, de Sandra Alves.
Convite Rendas no ar, de Sandra Alves.
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Convite Reminiscências Urbanas, de Maíra Ishida.
Convite Reminiscências Urbanas, de Maíra Ishida.
Convite Reminiscências Urbanas, de Maíra Ishida.
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Convite Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Convite Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Convite Disability, de Adriana Maria dos Santos.
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Convite Topografia da Alma, de Radji Schucman.
Convite Topografia da Alma, de Radji Schucman.
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Convite ;’. caos na margem^´’,., de Fê Luz e Lela Martorano.
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Convite Autorretrato, de Lilian Barbon.
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Convite Paragens, de Manuela CostaLima.
Convite Paragens, de Manuela CostaLima.
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Convite Sob o Preço da Carne, de Jenny Granado.
Convite Sob o Preço da Carne, de Jenny Granado.
Convite Sob o Preço da Carne, de Jenny Granado.
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Convite Caçadores e Coletores (No Fine Arts), coletiva.
Convite Caçadores e Coletores (No Fine Arts), coletiva.
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Convite Escrito, de Maíra Dietrich e Extremos, de Tereza Bossler.
Convite Escrito, de Maíra Dietrich e Extremos, de Tereza Bossler.
Convite Escrito, de Maíra Dietrich e Extremos, de Tereza Bossler.
Convite Escrito, de Maíra Dietrich e Extremos, de Tereza Bossler.
Convite Impossibilias: arquivo e memória em Paulo Gaiad.
Convite Impossibilias: arquivo e memória em Paulo Gaiad.
Convite Impossibilias: arquivo e memória em Paulo Gaiad.
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Convite Abluções, de Célio Braga.
Convite Abluções, de Célio Braga.
Convite Abluções, de Célio Braga.
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Convite Registros: ficções polaroides, de Joana Amarante.
Convite Registros: ficções polaroides, de Joana Amarante.
Convite Registros: ficções polaroides, de Joana Amarante.
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Convite O Nômade e o Sedentário, de Diane Sbardelotto.
Convite O Nômade e o Sedentário, de Diane Sbardelotto.
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Convite Linha do Tempo, de Itamara Ribeiro.
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Convite Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Convite Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Convite Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
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Convite Habitar, de Joao Aires.
Convite Habitar, de Joao Aires.
Convite Habitar, de Joao Aires.
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Convite Schwanke: Habitar os incorporais.
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Convite Schwanke: Habitar os incorporais.
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Convite Iconografia 344.
Convite Iconografia 344.
Convite Iconografia 344.
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Convite O Mundo que Cabe nas Pupilas, de Cassia Aresta
Convite O Mundo que Cabe nas Pupilas, de Cassia Aresta
Convite O Mundo que Cabe nas Pupilas, de Cassia Aresta.
Convite O Mundo que Cabe nas Pupilas, de Cassia Aresta.
Convite Silêncio, de Fabio Dudas.
Convite Silêncio, de Fabio Dudas.
Convite Silêncio, de Fabio Dudas.
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Convite De tanto que vai, algo fica, de Isadora Stähelin.
Convite De tanto que vai, algo fica, de Isadora Stähelin.
Convite De tanto que vai, algo fica, de Isadora Stähelin.
Convite De tanto que vai, algo fica, de Isadora Stähelin.
Convite Nada é imagem, nada é miragem, de Maria Baptista.
Convite Nada é imagem, nada é miragem, de Maria Baptista.
Convite Nada é imagem, nada é miragem, de Maria Baptista.
Convite Nada é imagem, nada é miragem, de Maria Baptista.
Convite Máquinas do Abismo, de Rogério Negrão.
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Convite Olhar o Desenho, de Flávia Duzzo.
Convite Olhar o Desenho, de Flávia Duzzo.
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Convite Máquinas do Abismo, de Rogério Negrão.
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Convite Empilhamento máximo, de Gabi Bresola.
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Convite O não-lugar e outras irrealidades, de Luiz Ferreira.
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Convite Avesso de Nós, de Marina de Aguiar
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Convite Corpo Vencido, de Júnior Suci.
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Convite Íntimo Plural, Sara Ramos.
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Oficialização do Espaço Paulo Gaiad.
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After Darkness I, 2014. Acrílica sobre tela com fotografia e colagem, 120x100cm.
After Darkness I, 2014. Acrílica sobre tela com fotografia e colagem, 120x100cm.
Luz e sombra. A tempestade, 2007. Acrílica sobre tela com fotografia e colagem, 120x60cm.
Luz e sombra. A tempestade, 2007. Acrílica sobre tela com fotografia e colagem, 120x60cm.
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Convite Diálogos Expostos, coletiva.
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Convite (In)adequadas, de Silvia Teske.
Convite (In)adequadas, de Silvia Teske.
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Convite Rendas no ar, de Sandra Alves.
Convite Rendas no ar, de Sandra Alves.
Convite Rendas no ar, de Sandra Alves.
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Convite Reminiscências Urbanas, de Maíra Ishida.
Convite Reminiscências Urbanas, de Maíra Ishida.
Convite Reminiscências Urbanas, de Maíra Ishida.
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Convite Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Convite Disability, de Adriana Maria dos Santos.
Convite Disability, de Adriana Maria dos Santos.
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Convite Topografia da Alma, de Radji Schucman.
Convite Topografia da Alma, de Radji Schucman.
Convite Topografia da Alma, de Radji Schucman.
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Convite ;’. caos na margem^´’,., de Fê Luz e Lela Martorano.
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Convite Autorretrato, de Lilian Barbon.
Convite Autorretrato, de Lilian Barbon.
Convite Autorretrato, de Lilian Barbon.
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Convite Paragens, de Manuela CostaLima.
Convite Paragens, de Manuela CostaLima.
Convite Paragens, de Manuela CostaLima.
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Convite Sob o Preço da Carne, de Jenny Granado.
Convite Sob o Preço da Carne, de Jenny Granado.
Convite Sob o Preço da Carne, de Jenny Granado.
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Convite Caçadores e Coletores (No Fine Arts), coletiva.
Convite Caçadores e Coletores (No Fine Arts), coletiva.
Convite Caçadores e Coletores (No Fine Arts), coletiva.
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Convite Escrito, de Maíra Dietrich e Extremos, de Tereza Bossler.
Convite Escrito, de Maíra Dietrich e Extremos, de Tereza Bossler.
Convite Escrito, de Maíra Dietrich e Extremos, de Tereza Bossler.
Convite Escrito, de Maíra Dietrich e Extremos, de Tereza Bossler.
Convite Impossibilias: arquivo e memória em Paulo Gaiad.
Convite Impossibilias: arquivo e memória em Paulo Gaiad.
Convite Impossibilias: arquivo e memória em Paulo Gaiad.
Convite Impossibilias: arquivo e memória em Paulo Gaiad.
Convite Abluções, de Célio Braga.
Convite Abluções, de Célio Braga.
Convite Abluções, de Célio Braga.
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Convite Registros: ficções polaroides, de Joana Amarante.
Convite Registros: ficções polaroides, de Joana Amarante.
Convite Registros: ficções polaroides, de Joana Amarante.
Convite Registros: ficções polaroides, de Joana Amarante.
Convite O Nômade e o Sedentário, de Diane Sbardelotto.
Convite O Nômade e o Sedentário, de Diane Sbardelotto.
Convite O Nômade e o Sedentário, de Diane Sbardelotto.
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Convite Linha do Tempo, de Itamara Ribeiro.
Convite Linha do Tempo, de Itamara Ribeiro.
Convite Linha do Tempo, de Itamara Ribeiro.
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Convite Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Convite Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Convite Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Convite Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Convite Habitar, de Joao Aires.
Convite Habitar, de Joao Aires.
Convite Habitar, de Joao Aires.
Convite Habitar, de Joao Aires.
Convite Schwanke: Habitar os incorporais.
Convite Schwanke: Habitar os incorporais.
Convite Schwanke: Habitar os incorporais.
Convite Schwanke: Habitar os incorporais.
Convite Iconografia 344.
Convite Iconografia 344.
Convite Iconografia 344.
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Convite O Mundo que Cabe nas Pupilas, de Cassia Aresta
Convite O Mundo que Cabe nas Pupilas, de Cassia Aresta
Convite O Mundo que Cabe nas Pupilas, de Cassia Aresta.
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Convite Silêncio, de Fabio Dudas.
Convite Silêncio, de Fabio Dudas.
Convite Silêncio, de Fabio Dudas.
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Convite De tanto que vai, algo fica, de Isadora Stähelin.
Convite De tanto que vai, algo fica, de Isadora Stähelin.
Convite De tanto que vai, algo fica, de Isadora Stähelin.
Convite De tanto que vai, algo fica, de Isadora Stähelin.
Convite Nada é imagem, nada é miragem, de Maria Baptista.
Convite Nada é imagem, nada é miragem, de Maria Baptista.
Convite Nada é imagem, nada é miragem, de Maria Baptista.
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Convite Máquinas do Abismo, de Rogério Negrão.
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Convite Olhar o Desenho, de Flávia Duzzo.
Convite Olhar o Desenho, de Flávia Duzzo.
Convite Olhar o Desenho, de Flávia Duzzo.
Convite Olhar o Desenho, de Flávia Duzzo.
Convite Máquinas do Abismo, de Rogério Negrão.
Convite Máquinas do Abismo, de Rogério Negrão.
Convite Empilhamento máximo, de Gabi Bresola.
Convite Empilhamento máximo, de Gabi Bresola.
Convite Empilhamento máximo, de Gabi Bresola.
Convite Empilhamento máximo, de Gabi Bresola.
Convite O não-lugar e outras irrealidades, de Luiz Ferreira.
Convite O não-lugar e outras irrealidades, de Luiz Ferreira.
Convite O não-lugar e outras irrealidades, de Luiz Ferreira.
Convite O não-lugar e outras irrealidades, de Luiz Ferreira.
Convite Avesso de Nós, de Marina de Aguiar
Convite Avesso de Nós, de Marina de Aguiar
Convite Avesso de Nós, de Marina de Aguiar
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Convite Corpo Vencido, de Júnior Suci.
Convite Corpo Vencido, de Júnior Suci.
Convite Corpo Vencido, de Júnior Suci.
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Convite Íntimo Plural, Sara Ramos.
Convite Íntimo Plural, Sara Ramos.
Convite Íntimo Plural, Sara Ramos.
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“Embora não sejam feitas da mesma matéria, impossível desatar o nó que existe entre vida e obra. Trata-se de fazer da obra a parte central da vida, recolhendo e alterando todos os frutos que se espelham e confrontam sem cessar. Assim, se a vida como a obra não tem nada a ver com beleza e felicidade, mas com uma experiência única e indivisa, em ambas também prevalece a lei de um trabalho sem concessões, sem nenhum fim alhures, sejam eles o lucro, o sucesso, o êxito fácil, a crítica favorável, as benevolências. O que advém do meu processo de criação é obtido por meio uma escuta recolhida, fiel às buscas e penhores que tangenciam os domínios do incomunicável, do escorregadio e do intransferível.”

Paulo Gaiad

APRESENTAÇÃO

Oficialização do Espaço Paulo Gaiad.

O Espaço 2 passa a ser oficialmente chamado de Espaço Paulo Gaiad, em homenagem ao artista que figura entre os mais importantes do Estado. Falecido em outubro de 2016, Gaiad realizou sua última exposição poucos meses antes na Fundação, quando ocupou todos os seus espaços expositivos, inclusive este que agora recebe seu nome.

Quando o Espaço 2 foi instalado na antiga sala da direção geral, a Fundação optou em deixá-lo com um nome mais aberto, permitindo que construísse uma trajetória mais espontânea. Tanto que a exposição de abertura não privilegiou um artista ou uma modalidade específica, mas uma coletiva que uniu artes visuais, música, moda, design e outras linguagens. O próprio espaço não foi inicialmente delimitado, aguardando como se comportaria e se espalharia pelo hall e outros ambientes da casa.

Nestes quatro anos de existência, o espaço se consolidou como um dos mais importantes para as artes visuais em Santa Catarina, fomentando projetos como o edital de ocupação Primeira Individual e recebendo exposições marcantes como Impossibilias: Arquivo e Memória em Paulo Gaiad.

Eneléo Alcides

logo espaço 2

O Espaço 2, recém nascido, desenhará seu ethos ao longo de diálogos com o público, com os setoriais da arte, com as manifestações mais espontâneas da cidade. Já começa organicamente a se espalhar pelo casarão: compartilha com o Cineclube uma parede aberta às movimentações culturais; dali certamente ocupará a escadaria e os corredores superiores da Fundação; abre as portas da sacada superior para a envolvente vista dos jardins, outro espaço que pretende conquistar em breve, levando a Arte para mais perto da rua.

ENELÉO ALCIDES | DIRETOR GERAL,
no plotter de abertura do Espaço 2

Polifonicamente, o Espaço2 inaugura-se com encontros: de artistas que trabalham diferentes linguagens e expressões, aparentemente dessemelhantes, mas apropriadas a interação; de interlocutores que atuam em diversos universos e, aqui, gentilmente coassumem um papel curatorial corajoso, emprestando seus olhares sobre a produção contemporânea, apresentando obras e dialogando com a proposta da diretoria; do público apreciador, conhecedor ou profissional da arte, que compartilha na Fundação Cultural Badesc as certezas e incertezas dos movimentos e das políticas culturais da nossa época.

ENELÉO ALCIDES | DIRETOR GERAL,
fragmento do texto de apresentação da exposição Diálogos Expostos inaugurando o Espaço 2 – E o Espaço 2?
– É uma tentativa de criar mais um canal de diálogo.
– Você sabe que a lógica do complemento (nesse caso, o Espaço 2 em relação ao Espaço Fernando Beck) é de se tornar o centro, né? Preparem-se, eu acho que o 2 logo virará o 1. FERNANDO BOPPRÉ,
fragmento do texto da exposição Diálogos Expostos Oficialização do Espaço Paulo Gaiad. paulo gaiad

Paulo Gaiad (1953, Piracicaba, SP- 2016, Florianópolis, SC) viveu e trabalhou em Florianópolis a maior parte de sua vida. Utilizou diversos materiais e procedimentos, combinando constantemente os registros do visual e do dizível, a partir do lance biográfico.

Em 2003 o artista pediu a diversas pessoas que lhe enviassem um pequeno texto com frases, sinais, palavras, símbolos para compor um pedaço de um texto único que pretendia fazer. Bloqueado e sem inspiração, não conseguia dar conta desta empreitada. Ocorre que no terreno em frente de seu ateliê, diariamente via pela janela uma vaca que passava os dias ruminando pacífica e indiferente. Esta cena lhe serviu de espelho, ao reconhecer no animal silencioso e vazio uma sensação de espera que era sua. Assim, deu início a uma espécie de inventário da sua vida, através de um trabalho com fotografia e pintura sobre tela, prosseguindo de 2003 a 2008, com texto baseado no Elogio da Loucura de Erasmo de Roterdã. Assim nasce o Atestado da loucura necessária ou a vaca preta que pastava em frente da minha casa, trabalho em que as palavras ocupam um fundo, enquanto as formas desenhadas retornam como síntese, permitindo construir de modo cifrado inúmeras articulações com seu passado e presente.

Ficcionando um animal que vive as lides humanas e observa suas insânias, consegue não apenas reunir todas as pequenas narrativas que lhe foram enviadas, como fazer uma sequência fotográfica, além de realizar uma performance no Paço das Artes em São Paulo, onde ficou doze dias escrevendo no chão, acompanhado pela foto da vaca numa das paredes, cuja presença permite que o artista possa escapar de si, problematizando a loucura. A questão é registrada no vídeo Atestado da loucura necessária (12’43”).

Ainda naqueles anos, entre O atestado da loucura e A divina comédia, o artista realiza as chamadas Séries soltas. Além de cerca de 18 placas de gesso forradas com papel e desenhadas com pasta de carvão moído e álcool, implicando numa fatura com diferentes experimentações e combinações, destaca-se uma irônica pintura. Numa espécie de díptico emendado, um morro perto de sua casa continua na tela seguinte com um morro imaginado, obtido pelo dorso da vaca com a qual resolveu seus impasses poéticos. Porém, o recurso da paisagem é realçado pela beleza de um céu carregado de nuvem dourada pelo efeito de uma luz solar, apesar de prenunciar uma tempestade, tal como evidenciada no título: Luz e sombra. A tempestade (acrílica sobre tela com fotografia e colagem, 2007).

No ano de 2014 o artista realizou uma série de oito pinturas em tinta acrílica sobre tela, combinando desenho e texto, fotografia e colagem, todas com o mesmo título: After Darkness. Assim como não há hierarquia entre estes procedimentos, também não há distinção entre cena e retrato, paisagem e natureza morta, sendo que corpos e paisagens se diluem e contaminam, tornando-se coisas díspares e aglutinadas em situação onírica. O que se destaca nestas telas é a recorrência de certas preferências, tais como o gosto pela fotografia em preto e branco, a apropriação atenta de certos detalhes ampliados, o cuidado na escala e proporcionalidade das formas, conjugado com um efeito de inacabamento. A variedade de tonalidades cinza e bege, passando pelas sutilezas esverdeadas e azuladas produzem um efeito dramático e noturno, sendo que, além das rasuras e riscos que produzem um efeito de desgaste, a encenação da passagem temporal é produzida pelo efeito amarelado. Enquanto a figuração de certas partes anatômicas é evidenciada, os ambientes que o artista visitou em viagens e residências artísticas são alterados, tal como acontece com as localidades de Corme na Galícia, Amesterdã na Holanda, Brda na Eslovênia, Istria na Croácia, Lion na França, Sloestika na Macedônia.

Assim, destaca-se a tela After Darkness I (acrílica sobre tela com fotografia e colagem, 2014), em que a foto de um corpo masculino, em situação de escorço, aparece à esquerda e em primeiro plano, enquanto que no lado direito, em segundo plano, comparece o desenho feito pelo artista de um nu deitado de lado com a genitália evidenciada. Ambos os corpos estão numa sala escura, apesar da abundante entrada de luz pelas vidraças fechadas. Completando a montagem, fragmentos textuais ampliam o descontexto, por onde se infiltra uma atmosfera erótica. Neste jogo de rememoração e metamorfose, recombinando enredos e cenas, o conteúdo biográfico é obliterado, gerando deslizamentos e novas potencias mnemônicas. Os abandonos e as redefinições, as tentativas e as premeditações surgem cifradas, funcionando como significante para o espectador que se encontra diante da obra.

Rosângela Cherem

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DIÁLOGOS EXPOSTOS, Coletiva

Diálogos Expostos (5)

DIÁLOGOS EXPOSTOS

COLETIVA DE CURADORES E ARTISTAS QUE MARCA A INAUGURAÇÃO DO NOVO ESPAÇO EXPOSITIVO DA FUNDAÇÃO CULTURAL BADESC

CURADORIA GERAL DE ENELÉO ALCIDES

INAUGURAÇÃO DO ESPAÇO 2 | 07 DE JUNHO A 31 DE JULHO DE 2014

A Direção da Fundação Cultural Badesc desafiou 10 empreendedores culturais para que apresentassem 10 artistas na inauguração do Espaço2. Como elementos integradores, uma sugestão e uma exigência: que as obras contenham o vermelho como cor dominante e que os participantes fomentem o diálogo. A cor dominante (não necessariamente predominante) é uma referência a logo inaugurada. Já o diálogo é a ação propositiva central que se pretende firmar.

O Espaço2, recém-nascido, desenhará seu ethos ao longo de diálogos com o público, com os setoriais da arte, com as manifestações mais espontâneas da cidade. Já começa organicamente a se espalhar pelo casarão: compartilha com o Cineclube uma parede aberta às movimentações culturais; dali certamente ocupará a escadaria e os corredores superiores da Fundação; abre as portas da sacada superior para a envolvente vista dos jardins, outro espaço que pretende conquistar em breve, levando a Arte para mais perto da rua. Para este evento, criou-se um túnel anexando a sala de oficinas e permitindo aos vídeos dança e performance expressarem-se em um ambiente novo.

Os espaços públicos de arte e cultura possuem muitas obrigações, divulgar o talento dos artistas, apoiar novas expressões, preservar memórias, disseminar conhecimento, garantir a fruição, abrigar a diversidade, agregar e mediar pessoas. Polifonicamente, o Espaço2 inaugura-se com encontros: de artistas que trabalham diferentes linguagens e expressões, aparentemente dessemelhantes, mas apropriadas a interação; de interlocutores que atuam em diversos universos e, aqui, gentilmente coassumem um papel curatorial corajoso, emprestando seus olhares sobre a produção contemporânea, apresentando obras e dialogando com a proposta da diretoria; do público apreciador, conhecedor ou profissional da arte, que compartilha na Fundação Cultural Badesc as certezas e incertezas dos movimentos e das políticas culturais da nossa época.

Nessa atmosfera, os DIÁLOGOS ESTÃO EXPOSTOS: nas conversas possíveis entre os curadores, artistas e produtores; nas obras que ora se namoram, ora não, mas que suscitam o refletir, o ressignificar, o repensar processos e procedimentos, em consonância com o pensamento de Jacques Rancière, para quem a Arte e a Política só são autênticas quando ocorrem a partir da multiplicidade de manifestações, no encontro discordante das percepções individuais.

SANDRA MAKOWIECKY apresenta JULIANA HOFFMANN

NÉRI PEDROSO apresenta FRANZOI

ISABELA SIELSKI apresenta KELLY KREIS TAGLIEBER

DIEGO DE LOS CAMPOS apresenta ANDRESSA PROENÇA ROSA

NILTON TIROTTI apresenta INVERSO DESIGN

PHILIPPE ARRUDA apresenta MARCO GIACOMELLI

NEIDE SCHULTE apresenta ISABEL POSSIDONIO

BÁRBARA REY apresenta ADILSO MACHADO

RODRIGO GARCEZ apresenta GREGORI HOMA

ACÁCIO PIEDADE apresenta DIOGO DE HARO

Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
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Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
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DIÁLOGOS

Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves. – O que a gente percebe é que há todo um discurso em torno da necessidade do diálogo. é uma das máximas no campo das artes.
– Um valor instaurado, entendo.
– Mas, na verdade, o que acontece não é bem isso. Na maior parte das vezes, as pessoas chegam com a ideia pronta e querem que a instituição a viabilize. Nesse sentido, não há muita diferença entre o campo das artes e o modo como se dialoga em outros setores da economia…
– Sei como é. Acho que a relação entre artista e instituição, ou mais recentemente, entre produtor e instituição, está um tanto prejudicada. A história recente nos ensinou a censurar (e não dialogar), como na ditadura. e quando a tal da democracia voltou, quase se extinguiu a cultura como instituição (governo Collor). Somente agora estamos nos acostumando com uma certa estabilidade, sempre precária…
– E o Espaço 2?
– É uma tentativa de criar mais um canal de diálogo.
– Você sabe que a lógica do complemento (nesse caso, o Espaço 2 em relação ao Espaço Fernando Beck) é de se tornar o centro, né? Preparem-se, eu acho que o 2 logo virará o 1.
– A ideia é chamar áreas distintas para conviverem aqui.
– Gosto muito dessa proposta de se abrir um espaço como uma caixa de ressonância, como um laboratório cujo experimento primeiro é a conversa.
– Vamos ver se funciona.
– Sabe, esse título “Diálogos Expostos” faz pensar na ambiguidade da palavra “exposição”, que vem do latim expositivo. A princípio e ao mesmo tempo, esse termo tinha três acepções: 1) o sentido figurado de “explicação”; 2) O sentido literal de exposto, ou seja, de se expor alguém (uma criança abandonada, por exemplo); 3) o
sentido geral de uma exibição (como utilizamos hoje em dia).
– e me fez lembrar de uma conversa que eu tive com um monge dentro de um mosteiro. Na verdade, foi um diálogo cego. Porque falamos através de uma “roda dos expostos”. A “roda” foi um mecanismo utilizado desde o século XVI até o XX para abandonar, expor na linguagem da época, recém-nascidos que ficavam ao cuidado de instituições de caridade. O mecanismo tem a forma de
tambor ou portinhola giratória e fica embutido numa parede. Era construído de tal forma que aquele que expunha a criança não era visto por aquele que a recebia. Voltando a conversa com o monge, é por isso que eu não o via.

por Fernando Boppré

SANDRA MAKOWIECKY apresenta JULIANA HOFFMANN

PINTURA | Juliana Hoffmann, Escadaria do Rosário, 2013.

Nascida em Concórdia, Santa Catarina, em 1965, vive em Florianópolis desde pequena. Juliana Neves Hoffmann é artista autodidata. Desenvolve trabalhos de pintura (acrílica sobre tela) e nos trabalhos mais recentes vem incorporando a fotografia à pintura criando camadas de sobreposição de imagens. Sua trajetória inclui uma exposição coletiva no Museum Castello de Rivara, Centro d´Arte Contemporanea, Turim, Itália, em 2005, duas individuais no MASC – Museu de Arte de Santa Catarina (1991 e 2004) e uma individual no Museu Histórico do Palácio Cruz e Souza, em 2008. Em 2007 participou da 1ª Bienal Internacional de Sorocaba – curadoria Francis Dosne – Menção honrosa. 2009 – Tribut à Xul Solar –Paris – França. 2011 – Mostra “Contaminações” Museu Histórico-Palácio Cruz e Sousa. 2012 – “Olhos da Alma” MASC – Florianópolis. Em 2008 juliana participou do “No Boundaries” International Art Colony – North Carolina-USA. Ao ser convidada para compor a equipe com a tarefa de escolher um trabalho em pintura e ao ouvir que o elemento integrador da exposição seria a cor vermelha, imediatamente me veio em mente o trabalho de Juliana Neves Hoffmann. Assim, unia três elementos importantes: pintura, cor vermelha e um trabalho que me chama a atenção, fala de cidades, tema que adoro e adoto em minhas pesquisas. A nossa cidade, outras cidades, muitas cidades, qualquer cidade. Este trabalho apresenta a escadaria e a igreja de Nossa Senhora do Rosário (Centro, Florianópolis) em destaque. Com a virada midiática do século XX não tem mais sentido pensar as mídias como formas estanques, pois passamos para o outro lado da margem: não se trata mais de procurar os limites, muito pelo contrário, passamos a valorizar a ruptura das fronteiras entre as mídias e, consequentemente, entre as disciplinas. O trabalho de Juliana, nesta obra, apresenta um derretimento do modelo da imitatio, uma passagem da representação para a apresentação, que tende para a performance e para se ver a arte e a literatura como eventos. Evento, nesse caso, mais para passagem do tempo, passagem de uma cidade a outra. A cidade que existe, a que gostamos, a que queremos, a que não temos. Um pouco de nada e um pouco de cada.

NÉRI PEDROSO apresenta FRANZOI

A pesquisa de Franzoi, artista que vive em Joinville, integra a série “Nós em Nós”. Expandida, a construção resulta ora em objetos, ora em intervenções, instalações ou em sites specifics. Mutantes e efêmeros, os trabalhos se moldam de acordo com o espaço. A cada montagem, novas mutações imagístico-formais alcançadas com acurado rigor e precisão. Em infinitos desdobramentos, linhas superpostas e entrecruzadas delineiam um estranho mapa em que textura, cor, volume, corpo e víscera inventariam o ser humano em sua complexidade. Flutuantes ou não, inesgotável proliferação, triviais e, às vezes imperceptíveis, as amarras são como espirais do tempo em denúncia da situação-limite da existência contemporânea. Franzoi (Taió SC 1969), artista visual e curador independente. Formado em educação artística pela Univille em 1991, fez pós-graduação pela ECA/USP e pela Univille, em 1993. Em suas obras, utiliza roupas velhas ou livros que, numa ação construtiva, são reelaborados de acordo com o espaço expositivo. Entre 1997-2000 coordenou a Casa de Cultura de Joinville e, entre 2009 e 2012, o Museu de Arte de Joinville. O trabalho de Franzoi ajusta-se à proposição feita pela Fundação Cultural Badesc. É uma representação do Norte do Estado e um artista com uma trajetória substantiva em favor do circuito de Santa Catarina.

INSTALAÇÃO | Franzoi, Visceralis, 2014.

ISABELA SIELSKI apresenta KELLY KREIS TAGLIEBER

GRAVURA | Kelly Kreis Taglieber, Sorrisos, 2013-2014.

Kelly Taglieber parte do desenho e expande sua linguagem descobrindo intersecções. Desenha pinturas, grava desenhos, desenha gravuras. E nessa constante experimentação descobre novas formas para a antiga técnica da gravura – Gravura digital. O trabalho aqui apresentado faz parte de uma série de rostos inventados por Kelly os quais ela chama de “Sorrisos”. Inspirados ou não em nossa realidade, esses rostos em determinados momentos, sorriem para o espectador. Além das gravuras fixas na parede, o trabalho se completa com pequenas imagens as quais a artista coloca junto a uma “urna” para que o espectador tome sua decisão frente aos fictícios personagens políticos, para os quais ela cria Partido, Sigla, Número e Nome próprio. Em suas próprias palavras: “Unir arte e política nunca foi meu objetivo. Nunca fui de levantar bandeiras para um partido ou outro. De fato, não gosto muito de política, embora eu saiba que ela é o instrumento principal da democracia. Diante dos inúmeros incidentes de corrupção em nosso país, comecei a acompanhar os incidentes políticos que acontecem todos os dias diante dos nossos narizes. Observando a maneira com que são feitas as propagandas políticas, tenho a impressão de que no fundo estes candidatos estão rindo do povo. O nome “Sorrisos” vem em uma devolução irônica”. Originalmente em preto e branco os personagens receberam um tom ainda mais irônico com a adição do vermelho, especialmente para compor Diálogos Expostos. Formada em Artes Plásticas – UDESC, desde 2000 a artista participa de diversas exposições; sendo as mais recentes: 2012- Menção Honrosa (III Competitiva Nacional de Ilustração – UNEPAR), 2013 – Exposição Lote 7 (Coletiva) Fundação Museu Hassis, Coletiva do Grupo Arte&Afins “Passagem”, Exposição “Além do 3X4” e em 2013 -2014 – Cenas Urbanas (Coletiva) no Hall do Centro Integrado de Cultura e Estacionamento do CIC. Conheci a artista em suas exposições, e desde então, a experimentação e rigor técnico, unido ao seu diálogo ético e estético no campo da arte, já me chamavam atenção. Kelly amplia os campos em que se debruça a pesquisar, é intensa e persistente. Pareceu-me deste modo, a escolha acertada para compor os complexos Nós desta exposição.

NILTON TIROTTI apresenta INVERSO DESIGN

Uma das especificidades do Design é resolver problemas do cotidiano para atender uma demanda sócio/cultural, afinal, em nosso dia a dia interagimos com um universo de objetos funcionais sem mesmo perceber. Já, os designers vivem a sua rotina envolvidos com a dinâmica de usos e funções em trabalhos conceituais. O design não se limita ao sofisticado, o desenvolvimento técnico e estético atende também aos produtos populares com a mesma emoção e empenho, uma filosofia que valoriza o conceito do produto aliado a um pensamento sustentável, seja em sua produção, bem como na otimização da matéria prima utilizada. Luciferver é um rabo quente, denominação dada ao aquecedor de água, exemplo de design sem preconceitos que os designers: Irene Maldini, pós graduada em Design de Objetos Domésticos na Itália, Mestre em design pela Universidade Livre de Amsterdam. Trabalhou como designer e docente em escritórios de design e cursos de design no Brasil e no Uruguai. Atualmente é pesquisadora adjunta da Universidade Livre de Amsterdam na Holanda; Eduardo Sanches graduou-se pela UFPR, pós graduado em Design e Inovação pela Elisava, Barcelona e em Design Emocional pela PUC-PR. Atuou em indústrias e em consultorias de design em projetos de diferentes segmentos. Atualmente é designer sênior na Whirlpool Latin America, detentora das marcas Consul e Brastemp no Brasil; e Marcos Sebben graduado pela Univille – Universidade da Região de Joinville, MBA em Gestão Empresarial pelo INPG-SP. Atou em indústrias e em estúdios de design trabalhando em projetos de diferentes segmentos tais como maquinário agricola, utilidades domésticas, móveis e eletrodomésticos. Atualmente dirige o Estúdio Design Inverso com sede em Joinville – Santa Catarina. Reunidos em equipe aplicaram uma solução formal simples e lúdica ganhadora do prêmio If Design Awards. Adota o vermelho, como significado de calor, para definir a função básica do produto: aquecer.

DESIGN | Inverso Design, Luciferver, 2007.

PHILIPPE ARRUDA apresenta MARCO GIACOMELLI

FOTOGRAFIA | Marco Giacomelli, Sobre águas incertas, 2014.

Marco Giacomelli começou a expor seu trabalho documental de fotografia no ano de 2010, em galerias privadas e mostras de arquitetura. No ano seguinte fez sua primeira exposição fora do Brasil, numa galeria de arte privada, no município de Bethesda, Maryland nos EUA. No mesmo ano participou de exposições coletivas na Fundação Cultural BRDE e na Galeria Municipal de Arte Pedro Paulo Vichetti. Dois de seus trabalhos foram apresentados no festival internacional de fotografia “Floripa na Foto 2011”. Em 2012 integrou o programa de residência em “Fotografia Contemporânea / Novas Mídias”, com o artista canadense Scott MacLeay e participou também do Workshop Transmedia “What’s the Story”, do ICP, New York, co-organizado pelo mesmo artista. Este mesmo ano participou de exposições coletivas na Fundação Cultural Badesc e no Centro Coletivo de Arte & Comunicação. Em 2013 iniciou uma colaboração com Scott Macleay para o desenvolvimento artístico de seus projetos. Também participou da exposição coletiva “Fotografia Contemporânea Brasileira: Imagens, Vestígios e Ruídos”, no MASC. Em 2014 participou das Exposições : “Interferências”, no Espaço Lindolf Bell, no CIC, e “Perspectivas”, na Galeria de Arte Helena Fretta. Acompanho o trabalho do Marco há alguns anos, pois ele sempre me chamou a atenção. No início pelo domínio da técnica, coisa rara hoje em dia, depois pelos temas fotografados e pela busca incessante de qualidade aliado a criatividade. O Marco é um estudioso meticuloso e exigente e vem nos apresentando uma série de trabalhos inovadores, mas não esquecendo jamais das linhas e grafismos que sempre pautou sua trajetória. Hoje a fotografia é um suporte que oferece ene possibilidades de criação. Neste díptico políptico, se assim podemos chamar, que o Marco nos apresenta, produzido especialmente para esta Mostra, está a representação de quem faz fotografia, e não simplesmente de quem tira. Fazer fotografia é criar durante o processo e poder experimentar a cada momento, é apresentar um conceito que se apresenta na série de fotos interligadas e que contam uma história. O Marco está quebrando paradigmas e sua obra é fruto de muito estudo e experimentação ilimitada no processo criativo.

NEIDE SCHULTE apresenta ISABEL POSSIDONIO

Natural de São Bonifácio (SC), 1973, vive em Palhoça desde os 3 anos de idade. Passou a infância vivenciando com a família a coleta de objetos descartados, a reutilização e restauração para reuso. É formada em moda pela UDESC e desenhista de bordados há mais de vinte anos. Criou desenhos de estampas para coleções de grandes estilistas brasileiros como Mario Queiros, André Lima, Gloria Coelho e outros. Desde 2004 apresenta suas obras em exposições e desfiles, no Brasil e no exterior, em conjunto com o programa Ecomoda da Udesc. Arte, moda e sustentabilidade. Um trinômio de conceitos que se harmonizam entre cores fortes, texturas e formas orgânicas, que predominam nas obras junto com o uso de materiais inusitados: tecidos, metais, pérolas, tintas e outros materiais descartados. O universo feminino, os motivos florais e as técnicas artesanais reconstruídas, unindo passado e presente, são expressas com criatividade e emoção nas suas obras estéticas singulares. Conheci Isabel em 1998 num curso de desenho para estamparia na Udesc, foi uma das minhas alunas. Ela se encantou pelo curso de moda, prestou vestibular e se formou. Durante os anos de graduação participou de diversos eventos do programa de extensão Ecomoda, que trabalha com os conceitos arte, moda e sustentabilidade. Após se formar continuou participando do Ecomoda como ministrante de cursos e com suas obras em exposições e desfiles. É conhecida pela criatividade em reutilizar diferentes materiais descartados e transformá-los em obras estéticas que encantam o espectador. Nos últimos anos deixou o trabalho de desenhista em empresa e passou a se dedicar a pintura. Está se preparando para uma exposição individual de desenhos e pinturas com inspiração no universo feminino e nos motivos florais.

MODA | Isabel Possidonio, Atar-se/desatar-se, 2014.

BÁRBARA REY apresenta ADILSO MACHADO

VÍDEO DANÇA | Adilson Machado, O estado em que me encontro, 2010.

Natural de Sobradinho RS, adotou Florianópolis em 2005 ao ser aceito na audição do grupo Cena 11 Cia de Dança. Desde então vem desenvolvendo trabalhos artísticos em diferentes meios como dança, circo e vídeo dança. O espetáculo “O estado em que me encontro” faz parte de uma pesquisa paralela. É provocada pelo seu interesse na discussão da perfomance, ações simples, instalação, conjunto de – música, artes plásticas e dança – de forma que se estabeleça um pensamento sobre a dança. É uma construção de proximidade entre artista e obra, seus refluxos, identificações e contradições num jogo de co-dependência de organização no corpo – obra. Quando se pensa em vídeo dança tenta-se ter a mesma relação de dirigir ou coreografar uma dança presencial, os mesmos cuidados e princípios são utilizados. A grande diferença são relações de tempo e espaço, já que a câmera possibilita ver e ter o tempo diferente. Para a mostra Diálogos Expostos, procurei uma obra que melhor dialogasse com os outros gêneros, que se integrasse. Para isto escolhi um trabalho no qual em primeiro lugar fosse evidente a procura de comunicação, estética, textura, cor, movimento, intensidade. Ou seja, características que pudessem ser apreciadas independentemente de ser vídeo ou de ser dança. A dança se expressa somente no corpo protagonista, o corpo é a dança e o meio de expressão foi o vídeo.

RODRIGO GARCEZ apresenta GREGORI HOMA

‘’Doar-se ao processo. Criativamente presente. O momento de criação; o ato experimental que deseja e tem por fim a vida. Existir. Buscar a constância na ação/ato que permite ao ser o mero deguste. Degustar. Aguçar. Estar. Presença reformada; atrair corpos e repelir recalques. Experienciar. Testar. Estar ≥ Existir.’’ O texto em questão é de Gregori Homa, artista pesquisador sediado em Florianópolis, que têm focado seus estudos e obras na direta relação com o público. Em seus mais recentes trabalhos nota-se claramente essa intenção de aproximação: Playground, Incursio, Roupa Soja, Live.Porn.Cinema, Steverland e Logunéde; performance, dança, teatro, música, fotografia, instalação e videoarte. Obras que se diferem em suas estéticas e conceitos, mas que, no entanto estão diretamente interligadas pelo mesmo processo: intenções que ocasionam a desestabilização do público como agente passivo/consumidor em relação ao ato artístico. Em seu processo, o artista sempre esteve na busca do outro também como colaborador de sua obra, ampliando seu olhar para meios que possibilitem esse feito para além do ato presencial. Assim, busca formações como a de Olivier de Sagazan (2013), artista plástico/performer francês e participa de pesquisas no Departamento de Artes da UFSC. Na Fundação Cultural Badesc expõe pela primeira vez na cidade, a obra Logunéde (2013), uma videoperformance que fez parte da exposição coletiva e catálogo do 4º Prêmio Belvedere de Arte Contemporânea de Paraty – RJ. A videoperformance Logunéde reflete a identidade multifacetada do artista e também da própria natureza mítica do orixá em que se inspira: um ser entre o mundo da caça de seu pai e o marinho de sua mãe. Este ser em formação está refletido nos cacos de espelho e nos laços rompidos, onde o diálogo se dá pelos reflexos quase espasmódicos das imagens. Acredito que a exposição Diálogos Expostos refletirá este diálogo de subjetividades e que uma eventual performance ao vivo do artista há de reforçar este conceito.

VÍDEO PERFORMANCE | Gregori Homa, Logunéde, 2013.

ACÁCIO PIEDADE apresenta DIOGO DE HARO

MÚSICA | Diogo de Haro, Prelúdio de Outono, Aracna, Non mesuré, Paisagem-colapso, Romance interrompido e coda, Petit non mesuré, 2012.

Natural de Florianópolis (1976), bacharel em piano pela UDESC e mestre em práticas interpretativas pela UFRGS, tendo sido também aluno de Paulo Alvares em Colônia, Alemanha, há muitos anos vem dedicando suas pesquisas à prática da improvisação e composição instantânea. Dentre suas principais realizações destacam-se o projeto “Piano e Bateria em Música Instantânea” (2013), gravação para internet em colaboração com o baterista Peter Gossweiller, financiado pelo “Fundo Municipal de Cultura” de Florianópolis (http://pianoebateria.bandcamp.com), e o projeto de cinema experimental, instalação e performance “Som e Chão” (2013) , com o artista plástico Tiago Romagnani, projeto premiado pelo Rumos Cinema (Itaú Cultural de São Paulo). É autor de diversas trilhas sonoras para filmes, peças de teatro e espetáculos de dança, destacando-se a trilha sonora do curta animado “Fundo” (2014), de Yannet Briggiler. Em meados de setembro de 2014 será lançado seu primeiro CD, “Paisagem em Colapso”. Diogo de Haro foi o primeiro nome que me veio à cabeça para o conceito desta exposição. Na sua graduação na UDESC já mostrava seu envolvimento com a composição, improvisação e performance de música contemporânea, tendo realizado diversos trabalhos experimentais com cinema e artes plásticas. Diogo evidencia que a criação musical não se limita à escrita em partitura, pois se encontra também no calor da improvisação. A imagem sonora vem à cabeça e o performer criador a entalha em tempo real, a forma se desenrolando no instante da criação. Entre o jazz e a música experimental, a sua sofisticada música está em algum lugar do pós-moderno, criando musicalmente o instante e trazendo resultados estéticos únicos que escapam ao papel. As seis obras escolhidas para esta exposição representam conceitos de improvisação recorrentes em sua carreira, que estão cristalizados em seu CD, “Paisagem em Colapso”, para piano solo.

VEJA MAIS

RENDAS NO AR, de Sandra Alves

1409 Exposição Rendas no ar obras (2) - Copia

RENDAS NO AR

SANDRA ALVES

ESPAÇO 2 | DE 02 DE OUTUBRO A 14 DE NOVEMBRO DE 2014

A exposição Rendas no ar foi um conjunto de ações que lançam olhar sobre a produção cinematográfica, tendo como foco o filme homônimo de Sandra Alves. Na mesma noite da abertura da exposição, ocorreu a estreia no Cineclube do longa Rendas no ar, o lançamento do fotolivro e a abertura da exposição, formada por
figurinos, fotografias, áudios-poemas e objetos de cena. O filme trata da necessidade de liberdade inerente ao ser humano, em oposição a uma situação de clausura: uma jovem marcadamente irreverente e indomável se depara com a opressão imposta por seu tutor na então cidade de Desterro, no final do século 19. Os objetos de cena da mostra foram concebidos pelo coletivo da Usina da Alegria Planetária e os poemas criados pela poetisa N.A, personagem da narrativa cinematográfica. Com a exposição, o objetivo dos realizadores foi compartilhar o processo do fazer cinematográfico, aproximar a comunidade além de estimular a curiosidade em relação ao filme, contribuindo para a reflexão sobre diferentes modos de fazer cinema. Sandra Alves é artista visual, fotógrafa e cineasta. Envolvida no processo completo da realização dos projetos e audiovisual, atua em diferentes departamentos, desde a concepção dos projetos, criação, direção, fotografia, roteiro, montagem, produção e finalização das obras.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Rendas no Ar, de Sandra Alves. Exposição Rendas no Ar, de Sandra Alves. A mostra reúne alguns objetos de cena, figurinos, tramados com poemas e imagens gestadas
pelo filme Rendas no Ar, dirigido por Sandra Alves e ganhador do Edital Catarinense de Cinema de 2011. Constituem memória e síntese do processo construtivo do filme e de sua poética e trazem para um olhar mais aproximado detalhes, minúcias e nuances, materializando
imagens e revelando mistérios.

No histórico complexo de Anhatomirim, tessituras e tramas foram criadas, miscigenando poesia visual, pesquisa, técnica, para dar luz a uma bela metáfora sobre aprisionamento e liberdade. Poemas de Negra Anastácia são a voz dessa liberdade, em vento e invenção.

A história de Ana, jovem sensível, rica e órfã, enclausurada numa ilha por um tutor mal intencionado, convida a refletir sobre alienação, dominação, sobre a erupção do feminino e sua força. Essa força se manifesta na figura de Lilith, que acompanha Ana em seu processo de libertação.

É um mergulho no trabalho das profundezas do ser, cheio de cantos e musgos, camadas e sombras, ao qual a coragem de ser obriga. Lilith é a iniciação, a conquista da própria consciência, o domínio da própria vida, vento mágico e misterioso sempre presente que impulsiona, protege e liberta. Movimenta. Salva.

Desenhada em negras rendas, imprecisa, oculta, misteriosa, Lilith se revela, gira, se desfaz/ refaz; está na febre da busca interna, está na janela pela qual a luz penetra, no espelho que reflete a cura do banho. É energia e instinto. É iniciáica. É por seu intermédio que Ana encontra a hora certa. Cores, imagens, movimentos, mesclam o concreto e o imaterial, rompem os limites entre o real, o sonho e o espiritual. Pelo olhar de Sandra, Lilith flutua, roda, tira do lugar, expressa esse tempo, profundo e sagrado, da própria descoberta. Para que Ana voe.

“Sendo eu vento podes voar em rendas e pensamentos…”

Gisele Peixe

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! É O QUE HÁ, Coletiva

1_2

! É O QUE HÁ

ANTÔNIO MIR • BARBARA XAVIER • BEATRIZ DE BONA • CAROLINE ABBADIE NACHTIGAL • DENISE FRANCO • EDMUNDO OLIVARES • EDSON MACHADO • ELI HEIL • ELIANA BECK • ELISA IOP • ELIO HAHNEMANN • EGENOLF THEILACKER • ÉRICO DA SILVA • FABIANA LANGARO LOOS • GILBERTO PEGORARO • GILMA ALVES DE MELLO • GUIDO HEUER • HAMILTON CORDEIRO • HASSIS • ELKE HÜLSE • IDÉSIO LEAL • DOVAL • IVO SILVA • JACOB SILVEIRA • JANOR VASCONCELOS • JOSÉ CARLOS NUNES DE OLIVEIRA • JOSÉ FERNANDO SALIBA • JOSÉ PEDRO HEIL • LAIR LEONI BERNARDONI • LEANDRO VITTO • LEDA CAMPOS • LORO • LÚ PIRES • LUIZ CARLOS ALBERTINI • MARA SANTOS • MARCOS NAKAMURA • MARIA CELESTE CARVALHO NEVES • MARIA SALETE WERLING • MARILINA BERNAL • MEG TOMIO ROUSSENQ • MÁRIO AVANCINI • MÔA • NERI ANDRADE • PEDRO PETRY • PITA CAMARGO • REYNALDO PFAU • RODRIGO CUNHA • RODRIGO DE HARO • RUBENS OESTROEM • SEMY BRAGA • SILVIO PARUCKER • SILVIO PLÉTICOS • SIMONE TANAKA • SUELY BEDUSCHI • TÉRCIO DA GAMA • TERESA MARTORANO • UTE PETERSEN • VERA SABINO • WILSON JOSÉ DE SOUZA

CURADORIA DE FERNANDO BOPPRÉ

ESPAÇO FERNANDO BECK | DE 12 DE DEZEMBRO DE 2013 A 14 DE FEVEREIRO DE 2014

! é o que há, foi uma rara oportunidade para revisitar a expressividade de 60 artistas nascidos ou adotados por Santa Catarina. As pinturas, esculturas, gravuras, desenhos, fotografias e tapeçaria explicitam movimentos que atravessam gerações. O acervo mantido pelo Badesc, Agência de Fomento do Estado, foi constituído entre 1991 e 2005 como retribuição ao patrocínio das exposições realizadas no seu espaço cultural. Atualmente já não é comum a cultura de doação de obras por artistas expositores, mas a prática, polêmica, acabou por legar ao público um recorte representativo da arte moderna do Estado. ! é o que há foi também um tributo à sensibilidade de um grupo de funcionários apaixonados por arte que, com o apoio da Diretoria, ousou inaugurar no hall do Badesc o Espaço Cultural Fernando Beck. O nome foi uma homenagem a um colega que não pode, em vida, participar da exposição de abertura, em fevereiro de 1991, a qual teve a presença e as obras de Meyer Filho, Eli Heil, Hassis, Pléticos, Semy Braga, Vera Sabino, Suely Beduschi e Rodrigo de Haro. O Espaço Fernando Beck se consolidou como um dos mais respeitados locais de exposição da Cidade, fomentando a criação da Fundação Cultural Badesc. Desde março de 2006, ambos ocupam as elegantes salas do casarão de arquitetura eclética que serviu de residência ao ex-presidente Nereu Ramos. As 72 obras dos 60 artistas, contudo, permanecem na Agência, tornando-se parte do cotidiano dos funcionários, espalhando-se, em permanente exibição, por todas as salas e corredores da sede, esperando em momentos especiais a visita do grande público.

Antonio Mir, gravura em metal, 137x76cm. Acervo BADESC.
Antonio Mir, gravura em metal, 137x76cm. Acervo BADESC.
Avancini, escultura em mármore, 26x13x14cm. Acervo BADESC.
Avancini, escultura em mármore, 26x13x14cm. Acervo BADESC.
Barbara Xavier, óleo sobre tela, 104x93cm. Acervo BADESC.
Barbara Xavier, óleo sobre tela, 104x93cm. Acervo BADESC.
A pesca, Beatriz de Bona, mista acrílica sobre tela, 70x80cm. Acervo BADESC.
A pesca, Beatriz de Bona, mista acrílica sobre tela, 70x80cm. Acervo BADESC.
A brincadeira das Cores, Caroline Abbadie Nachtigal, óleo sobre tela, 70x60cm. Acervo BADESC.
A brincadeira das Cores, Caroline Abbadie Nachtigal, óleo sobre tela, 70x60cm. Acervo BADESC.
Denise Franco, acrílico sobre tela, 70x50cm. Acervo BADESC.
Denise Franco, acrílico sobre tela, 70x50cm. Acervo BADESC.
Edmundo Olivares, obra fotográfica, 58x38cm. Acervo BADESC.
Edmundo Olivares, obra fotográfica, 58x38cm. Acervo BADESC.
Edson Machado, desenho, 55x55cm. Acervo BADESC.
Edson Machado, desenho, 55x55cm. Acervo BADESC.
Elke Hulse, tapeçaria. Acervo BADESC.
Elke Hulse, tapeçaria. Acervo BADESC.
Eli Heil, acrílica sobre tela, 62x71cm. Acervo BADESC.
Eli Heil, acrílica sobre tela, 62x71cm. Acervo BADESC.
Eliane Beck, acrílica sobre tela, 29x39cm. Acervo BADESC.
Eliane Beck, acrílica sobre tela, 29x39cm. Acervo BADESC.
Elisa Iop, xilogravura, 49x40cm. Acervo BADESC.
Elisa Iop, xilogravura, 49x40cm. Acervo BADESC.
Enio Hahnemann, óleo sobre tela, 40x70cm. Acervo BADESC.
Enio Hahnemann, óleo sobre tela, 40x70cm. Acervo BADESC.
Ergenolf Theilacker, óleo sobre tela, 37x45cm. Acervo BADESC.
Ergenolf Theilacker, óleo sobre tela, 37x45cm. Acervo BADESC.
Érico da Silva, acrílica sobre tela, 48x39cm. Acervo BADESC.
Érico da Silva, acrílica sobre tela, 48x39cm. Acervo BADESC.
Na volta tem Happy Hour, Fabiana Langaro loos, acrílica e carvão sobre tela, 90x90cm. Acervo BADESC
Na volta tem Happy Hour, Fabiana Langaro loos, acrílica e carvão sobre tela, 90x90cm. Acervo BADESC
Gilberto Pegoraro, acrílica sobre eucatex, 50x20cm. Acervo BADESC.
Gilberto Pegoraro, acrílica sobre eucatex, 50x20cm. Acervo BADESC.
Gilma Alves de Mello, mista sobre tela, 100x150cm. Acervo BADESC.
Gilma Alves de Mello, mista sobre tela, 100x150cm. Acervo BADESC.
Guido Heuer, metal e madeira sobre Eucatex, 72x53cm. Acervo BADESC.
Guido Heuer, metal e madeira sobre Eucatex, 72x53cm. Acervo BADESC.
Hamilton Cordeiro, acrílica sobre tela, 37x78cm. Acervo BADESC.
Hamilton Cordeiro, acrílica sobre tela, 37x78cm. Acervo BADESC.
Heidy de Assis Corrêa, acrílica sobre Eucatex, 60x90cm. Acervo BADESC.
Heidy de Assis Corrêa, acrílica sobre Eucatex, 60x90cm. Acervo BADESC.
Idésio Leal, acrílica sobre Eucatex, 75x66cm. Acervo BADESC.
Idésio Leal, acrílica sobre Eucatex, 75x66cm. Acervo BADESC.
Inácio Dorval, acrílica sobre tela, 65x75cm. Acervo BADESC.
Inácio Dorval, acrílica sobre tela, 65x75cm. Acervo BADESC.
Ivo Silva, acrílica sobre eucatex. Acervo BADESC.
Ivo Silva, acrílica sobre eucatex. Acervo BADESC.
Jacob Carlos da Silva, técnica mista, 35x28cm. Acervo BADESC.
Jacob Carlos da Silva, técnica mista, 35x28cm. Acervo BADESC.
Janor Vasconcelos, escultura em metal, 30x25x15cm. Acervo BADESC.
Janor Vasconcelos, escultura em metal, 30x25x15cm. Acervo BADESC.
JNunes, acrílica sobre tela, 52x42cm. Acervo BADESC.
JNunes, acrílica sobre tela, 52x42cm. Acervo BADESC.
José Fernando Saliba, acrílica sobre tela, 63x53cm. Acervo BADESC.
José Fernando Saliba, acrílica sobre tela, 63x53cm. Acervo BADESC.
José Pedro Heil, acrílica sobre Eucatex, 29x19cm. Acervo BADESC.
José Pedro Heil, acrílica sobre Eucatex, 29x19cm. Acervo BADESC.
Outono, Lair leone Bernardoni, fotografia. Acervo BADESC.
Outono, Lair leone Bernardoni, fotografia. Acervo BADESC.
Leandro Vitto, óleo sobre tela, 82x104cm. Acervo BADESC.
Leandro Vitto, óleo sobre tela, 82x104cm. Acervo BADESC.
Lena Campos, cerâmica, 42x38x13cm. Acervo BADESC.
Lena Campos, cerâmica, 42x38x13cm. Acervo BADESC.
Loro, acrílica sobre tela, 88x109cm. Acervo BADESC.
Loro, acrílica sobre tela, 88x109cm. Acervo BADESC.
Lu Pires, gravura em metal, 62x110cm. Acervo BADESC.
Lu Pires, gravura em metal, 62x110cm. Acervo BADESC.
Luiz Carlos Albertini, óleo sobre tela, 19x27cm. Acervo BADESC.
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Mara Santos, mista, 90x90cm. Acervo BADESC.
Mara Santos, mista, 90x90cm. Acervo BADESC.
Divino Espírito Santo (Ilha em cores III), Marcos Nakamura, mista, 40x104cm. Acervo BADESC.
Divino Espírito Santo (Ilha em cores III), Marcos Nakamura, mista, 40x104cm. Acervo BADESC.
Crianças, Maria Celeste Carvalho Neves, bordado sem colagem sobre tecidoalgodão, 51x42cm. Acervo BADESC.
Crianças, Maria Celeste Carvalho Neves, bordado sem colagem sobre tecidoalgodão, 51x42cm. Acervo BADESC.
Maria Salete, acrílica sobre tela, 72x102cm. Acervo BADESC.
Maria Salete, acrílica sobre tela, 72x102cm. Acervo BADESC.
Marilina Bernal, acrílica sobre tela, 60x60cm. Acervo BADESC.
Marilina Bernal, acrílica sobre tela, 60x60cm. Acervo BADESC.
Môa, acrílica sobre tela, 80x120cm. Acervo BADESC.
Môa, acrílica sobre tela, 80x120cm. Acervo BADESC.
Neri Andrade, acrílica sobre Eucatex, 18,05x14cm. Acervo BADESC.
Neri Andrade, acrílica sobre Eucatex, 18,05x14cm. Acervo BADESC.
Pedro Petry, mista, 80x60cm. Acervo BADESC.
Pedro Petry, mista, 80x60cm. Acervo BADESC.
Pita Camargo, escultura, 30x14x20cm. Acervo BADESC.
Pita Camargo, escultura, 30x14x20cm. Acervo BADESC.
Reynaldo Pfau, escultura, 50x70x18cm. Acervo BADESC.
Reynaldo Pfau, escultura, 50x70x18cm. Acervo BADESC.
Rodrigo Cunha, óleo sobre tela, 50x40cm. Acervo BADESC.
Rodrigo Cunha, óleo sobre tela, 50x40cm. Acervo BADESC.
Rodrigo de Haro, acrílica sobre Eucatex, 119x80cm. Acervo BADESC.
Rodrigo de Haro, acrílica sobre Eucatex, 119x80cm. Acervo BADESC.
Rubens Oestroem, mista sobre tela, 90x133cm. Acervo BADESC.
Rubens Oestroem, mista sobre tela, 90x133cm. Acervo BADESC.
Semy Braga, acrílica sobre Eucatex, 61x52cm. Acervo BADESC.
Semy Braga, acrílica sobre Eucatex, 61x52cm. Acervo BADESC.
Silvio Parucker, mista, 50x50cm. Acervo BADESC.
Silvio Parucker, mista, 50x50cm. Acervo BADESC.
Silvio Pléticos, acrílica sobre eucatex, 35x50cm. Acervo BADESC.
Silvio Pléticos, acrílica sobre eucatex, 35x50cm. Acervo BADESC.
Simone Tanaka, acrílica sobre tela, 100x80cm. Acervo BADESC.
Simone Tanaka, acrílica sobre tela, 100x80cm. Acervo BADESC.
Suely Bedushi, acrílica sobre Eucatex, 61x52cm. Acervo BADESC.
Suely Bedushi, acrílica sobre Eucatex, 61x52cm. Acervo BADESC.
Tércio da Gama, acrílica sobre tela, 100x110cm. Acervo BADESC.
Tércio da Gama, acrílica sobre tela, 100x110cm. Acervo BADESC.
Teresa Martorano, acrílica sobre eucatex, 30,05x44,05cm. Acervo BADESC.
Teresa Martorano, acrílica sobre eucatex, 30,05x44,05cm. Acervo BADESC.
Ute Petersen, pintura em seda, 100x92cm. Acervo BADESC.
Ute Petersen, pintura em seda, 100x92cm. Acervo BADESC.
Vera Sabino, acrílica sobre eucatex, 25x18cm. Acervo BADESC.
Vera Sabino, acrílica sobre eucatex, 25x18cm. Acervo BADESC.
Vera Sabino, acrílica sobre eucatex, 100x100cm. Acervo BADESC.
Vera Sabino, acrílica sobre eucatex, 100x100cm. Acervo BADESC.
Ponte estrada Rio do Ferro SC, Wilson José de Souza, fotografia, 80x60cm. Acervo BADESC.
Ponte estrada Rio do Ferro SC, Wilson José de Souza, fotografia, 80x60cm. Acervo BADESC.
eExposição ! é o que há, Coletiva.
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Exposição ! é o que há, Coletiva.
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Antonio Mir, gravura em metal, 137x76cm. Acervo BADESC.
Antonio Mir, gravura em metal, 137x76cm. Acervo BADESC.
Avancini, escultura em mármore, 26x13x14cm. Acervo BADESC.
Avancini, escultura em mármore, 26x13x14cm. Acervo BADESC.
Barbara Xavier, óleo sobre tela, 104x93cm. Acervo BADESC.
Barbara Xavier, óleo sobre tela, 104x93cm. Acervo BADESC.
A pesca, Beatriz de Bona, mista acrílica sobre tela, 70x80cm. Acervo BADESC.
A pesca, Beatriz de Bona, mista acrílica sobre tela, 70x80cm. Acervo BADESC.
A brincadeira das Cores, Caroline Abbadie Nachtigal, óleo sobre tela, 70x60cm. Acervo BADESC.
A brincadeira das Cores, Caroline Abbadie Nachtigal, óleo sobre tela, 70x60cm. Acervo BADESC.
Denise Franco, acrílico sobre tela, 70x50cm. Acervo BADESC.
Denise Franco, acrílico sobre tela, 70x50cm. Acervo BADESC.
Edmundo Olivares, obra fotográfica, 58x38cm. Acervo BADESC.
Edmundo Olivares, obra fotográfica, 58x38cm. Acervo BADESC.
Edson Machado, desenho, 55x55cm. Acervo BADESC.
Edson Machado, desenho, 55x55cm. Acervo BADESC.
Elke Hulse, tapeçaria. Acervo BADESC.
Elke Hulse, tapeçaria. Acervo BADESC.
Eli Heil, acrílica sobre tela, 62x71cm. Acervo BADESC.
Eli Heil, acrílica sobre tela, 62x71cm. Acervo BADESC.
Eliane Beck, acrílica sobre tela, 29x39cm. Acervo BADESC.
Eliane Beck, acrílica sobre tela, 29x39cm. Acervo BADESC.
Elisa Iop, xilogravura, 49x40cm. Acervo BADESC.
Elisa Iop, xilogravura, 49x40cm. Acervo BADESC.
Enio Hahnemann, óleo sobre tela, 40x70cm. Acervo BADESC.
Enio Hahnemann, óleo sobre tela, 40x70cm. Acervo BADESC.
Ergenolf Theilacker, óleo sobre tela, 37x45cm. Acervo BADESC.
Ergenolf Theilacker, óleo sobre tela, 37x45cm. Acervo BADESC.
Érico da Silva, acrílica sobre tela, 48x39cm. Acervo BADESC.
Érico da Silva, acrílica sobre tela, 48x39cm. Acervo BADESC.
Na volta tem Happy Hour, Fabiana Langaro loos, acrílica e carvão sobre tela, 90x90cm. Acervo BADESC
Na volta tem Happy Hour, Fabiana Langaro loos, acrílica e carvão sobre tela, 90x90cm. Acervo BADESC
Gilberto Pegoraro, acrílica sobre eucatex, 50x20cm. Acervo BADESC.
Gilberto Pegoraro, acrílica sobre eucatex, 50x20cm. Acervo BADESC.
Gilma Alves de Mello, mista sobre tela, 100x150cm. Acervo BADESC.
Gilma Alves de Mello, mista sobre tela, 100x150cm. Acervo BADESC.
Guido Heuer, metal e madeira sobre Eucatex, 72x53cm. Acervo BADESC.
Guido Heuer, metal e madeira sobre Eucatex, 72x53cm. Acervo BADESC.
Hamilton Cordeiro, acrílica sobre tela, 37x78cm. Acervo BADESC.
Hamilton Cordeiro, acrílica sobre tela, 37x78cm. Acervo BADESC.
Heidy de Assis Corrêa, acrílica sobre Eucatex, 60x90cm. Acervo BADESC.
Heidy de Assis Corrêa, acrílica sobre Eucatex, 60x90cm. Acervo BADESC.
Idésio Leal, acrílica sobre Eucatex, 75x66cm. Acervo BADESC.
Idésio Leal, acrílica sobre Eucatex, 75x66cm. Acervo BADESC.
Inácio Dorval, acrílica sobre tela, 65x75cm. Acervo BADESC.
Inácio Dorval, acrílica sobre tela, 65x75cm. Acervo BADESC.
Ivo Silva, acrílica sobre eucatex. Acervo BADESC.
Ivo Silva, acrílica sobre eucatex. Acervo BADESC.
Jacob Carlos da Silva, técnica mista, 35x28cm. Acervo BADESC.
Jacob Carlos da Silva, técnica mista, 35x28cm. Acervo BADESC.
Janor Vasconcelos, escultura em metal, 30x25x15cm. Acervo BADESC.
Janor Vasconcelos, escultura em metal, 30x25x15cm. Acervo BADESC.
JNunes, acrílica sobre tela, 52x42cm. Acervo BADESC.
JNunes, acrílica sobre tela, 52x42cm. Acervo BADESC.
José Fernando Saliba, acrílica sobre tela, 63x53cm. Acervo BADESC.
José Fernando Saliba, acrílica sobre tela, 63x53cm. Acervo BADESC.
José Pedro Heil, acrílica sobre Eucatex, 29x19cm. Acervo BADESC.
José Pedro Heil, acrílica sobre Eucatex, 29x19cm. Acervo BADESC.
Outono, Lair leone Bernardoni, fotografia. Acervo BADESC.
Outono, Lair leone Bernardoni, fotografia. Acervo BADESC.
Leandro Vitto, óleo sobre tela, 82x104cm. Acervo BADESC.
Leandro Vitto, óleo sobre tela, 82x104cm. Acervo BADESC.
Lena Campos, cerâmica, 42x38x13cm. Acervo BADESC.
Lena Campos, cerâmica, 42x38x13cm. Acervo BADESC.
Loro, acrílica sobre tela, 88x109cm. Acervo BADESC.
Loro, acrílica sobre tela, 88x109cm. Acervo BADESC.
Lu Pires, gravura em metal, 62x110cm. Acervo BADESC.
Lu Pires, gravura em metal, 62x110cm. Acervo BADESC.
Luiz Carlos Albertini, óleo sobre tela, 19x27cm. Acervo BADESC.
Luiz Carlos Albertini, óleo sobre tela, 19x27cm. Acervo BADESC.
Mara Santos, mista, 90x90cm. Acervo BADESC.
Mara Santos, mista, 90x90cm. Acervo BADESC.
Divino Espírito Santo (Ilha em cores III), Marcos Nakamura, mista, 40x104cm. Acervo BADESC.
Divino Espírito Santo (Ilha em cores III), Marcos Nakamura, mista, 40x104cm. Acervo BADESC.
Crianças, Maria Celeste Carvalho Neves, bordado sem colagem sobre tecidoalgodão, 51x42cm. Acervo BADESC.
Crianças, Maria Celeste Carvalho Neves, bordado sem colagem sobre tecidoalgodão, 51x42cm. Acervo BADESC.
Maria Salete, acrílica sobre tela, 72x102cm. Acervo BADESC.
Maria Salete, acrílica sobre tela, 72x102cm. Acervo BADESC.
Marilina Bernal, acrílica sobre tela, 60x60cm. Acervo BADESC.
Marilina Bernal, acrílica sobre tela, 60x60cm. Acervo BADESC.
Môa, acrílica sobre tela, 80x120cm. Acervo BADESC.
Môa, acrílica sobre tela, 80x120cm. Acervo BADESC.
Neri Andrade, acrílica sobre Eucatex, 18,05x14cm. Acervo BADESC.
Neri Andrade, acrílica sobre Eucatex, 18,05x14cm. Acervo BADESC.
Pedro Petry, mista, 80x60cm. Acervo BADESC.
Pedro Petry, mista, 80x60cm. Acervo BADESC.
Pita Camargo, escultura, 30x14x20cm. Acervo BADESC.
Pita Camargo, escultura, 30x14x20cm. Acervo BADESC.
Reynaldo Pfau, escultura, 50x70x18cm. Acervo BADESC.
Reynaldo Pfau, escultura, 50x70x18cm. Acervo BADESC.
Rodrigo Cunha, óleo sobre tela, 50x40cm. Acervo BADESC.
Rodrigo Cunha, óleo sobre tela, 50x40cm. Acervo BADESC.
Rodrigo de Haro, acrílica sobre Eucatex, 119x80cm. Acervo BADESC.
Rodrigo de Haro, acrílica sobre Eucatex, 119x80cm. Acervo BADESC.
Rubens Oestroem, mista sobre tela, 90x133cm. Acervo BADESC.
Rubens Oestroem, mista sobre tela, 90x133cm. Acervo BADESC.
Semy Braga, acrílica sobre Eucatex, 61x52cm. Acervo BADESC.
Semy Braga, acrílica sobre Eucatex, 61x52cm. Acervo BADESC.
Silvio Parucker, mista, 50x50cm. Acervo BADESC.
Silvio Parucker, mista, 50x50cm. Acervo BADESC.
Silvio Pléticos, acrílica sobre eucatex, 35x50cm. Acervo BADESC.
Silvio Pléticos, acrílica sobre eucatex, 35x50cm. Acervo BADESC.
Simone Tanaka, acrílica sobre tela, 100x80cm. Acervo BADESC.
Simone Tanaka, acrílica sobre tela, 100x80cm. Acervo BADESC.
Suely Bedushi, acrílica sobre Eucatex, 61x52cm. Acervo BADESC.
Suely Bedushi, acrílica sobre Eucatex, 61x52cm. Acervo BADESC.
Tércio da Gama, acrílica sobre tela, 100x110cm. Acervo BADESC.
Tércio da Gama, acrílica sobre tela, 100x110cm. Acervo BADESC.
Teresa Martorano, acrílica sobre eucatex, 30,05x44,05cm. Acervo BADESC.
Teresa Martorano, acrílica sobre eucatex, 30,05x44,05cm. Acervo BADESC.
Ute Petersen, pintura em seda, 100x92cm. Acervo BADESC.
Ute Petersen, pintura em seda, 100x92cm. Acervo BADESC.
Vera Sabino, acrílica sobre eucatex, 25x18cm. Acervo BADESC.
Vera Sabino, acrílica sobre eucatex, 25x18cm. Acervo BADESC.
Vera Sabino, acrílica sobre eucatex, 100x100cm. Acervo BADESC.
Vera Sabino, acrílica sobre eucatex, 100x100cm. Acervo BADESC.
Ponte estrada Rio do Ferro SC, Wilson José de Souza, fotografia, 80x60cm. Acervo BADESC.
Ponte estrada Rio do Ferro SC, Wilson José de Souza, fotografia, 80x60cm. Acervo BADESC.
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APRESENTAÇÃO

Exposição ! é o que há, Coletiva.

A exibição integral de todos os 60 artistas representados no acervo é um gesto que coloca num segundo plano o juízo de gosto e valor. Considerou-se mais importante, neste momento, apresentar as obras juntas, como se colocássemos todas as cartas sobre a mesa. Com isso, repete-se a generosidade dos artistas que doaram seus trabalhos à instituição: se assim o fizeram, nada melhor do que reservar um espaço nessa mostra para cada um deles.

As palavras e as imagens possuem múltiplos sentidos. Um título também. ! é o que há é livremente inspirada num livro de João Cabral de Melo Neto, intitulado “Museu de tudo”. Um dos poemas, “A Lição da Pintura”: Quadro nenhum está acabado, disse certo pintor; se pode sem fim continuá-lo, primeiro, ao além de outro quadro que, feito a partir de tal forma, tem na tela, oculta, uma porta que dá a um corredor que leva a outra e a muitas outras. Walter Hopps, curador estadunidense, costumava comparar a sua função com a de um regente de orquestra. Aqui, convocamos todos os músicos para se apresentarem. Em vez de uma partitura em comum, decidimos deixar que cada um fizesse sua própria sinfonia. O resultado é um som estrondoso, mas inclusivo. Não seria isso uma democracia?

Fernando Boppré | Curador

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