NOME AOS BOIS, de Luciano Boletti

15 01 22 EXPOSIÇÃO - NOME AOS BOIS, Luciano Boletti (99)

NOME AOS BOIS

LUCIANO BOLETTI

CURADORIA DE FERNANDO BOPPRÉ

ESPAÇO FERNANDO BECK | DE 22 DE JANEIRO A 20 DE FEVEREIRO DE 2015

A mostra reúne objetos, desenhos, fotografias e pinturas produzidas desde a década de 1990. Em comum, a resistência ao corpo humano e animal. Apesar de não dar títulos aos trabalhos, metaforicamente, o conjunto em exposição foi um esforço em se dar Nome aos bois. Artista plástico e restaurador radicado em Florianópolis, Luciano Boletti nasceu no Paraná e se formou em Educação Artística, com habilitação em Artes Plásticas pela Universidade Estadual de Londrina (PR).

Sem título, 2008. Grafite, crayon, acrílica sobre tela.
Sem título, 2008. Grafite, crayon, acrílica sobre tela.
Sem título, 1996. Ferro, parafina e raio x.
Sem título, 1996. Ferro, parafina e raio x.
Sem títulos, 1998. Grafite, crayon, acrílica e carbono amarelo sobre papel.
Sem títulos, 1998. Grafite, crayon, acrílica e carbono amarelo sobre papel.
Sem título, 2009. Grafíte e acrílica sobre tela.
Sem título, 2009. Grafíte e acrílica sobre tela.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
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Sem título, 2008. Grafite, crayon, acrílica sobre tela.
Sem título, 2008. Grafite, crayon, acrílica sobre tela.
Sem título, 1996. Ferro, parafina e raio x.
Sem título, 1996. Ferro, parafina e raio x.
Sem títulos, 1998. Grafite, crayon, acrílica e carbono amarelo sobre papel.
Sem títulos, 1998. Grafite, crayon, acrílica e carbono amarelo sobre papel.
Sem título, 2009. Grafíte e acrílica sobre tela.
Sem título, 2009. Grafíte e acrílica sobre tela.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
Exposição Nome aos bois, de Luciano Boletti.
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APRESENTAÇÃO

Sem título (detalhe), 2008. Grafite, crayon, acrílica sobre tela. Sem título (detalhe), 2008. Grafite, crayon, acrílica sobre tela. Um corpo.
É a origem do mundo. Ao menos, o humano mundo. É a partir dele que se apreende e se participa da existência.
Sendo objetivo – e, portanto, raso – a existência é o período entre o surgir e o desaparcer de um corpo.
“A vida é um pisca-pisca”, conforme Emilia, a do Sítio do Picapau Amarelo.
Um corpo é também a origem desta exposição. Qual corpo? O do próprio artista. Ou seja, não “um” corpo, mas “o” corpo. No singular. Mais do que pele, nervos, músculos, órgãos e ossos, ao pronunciar “corpo” se está dizendo memória, afeto. Está-se imerso, portanto, na linguagem.

* * *

O colapso.
O corpo, por vezes, sofre um colapso. Com menor frequência – porque a falência a todos aguarda – um corpo pode já vir ao mundo colapsado.
No caso do corpo-origem desta exposição, a espinha dorsal, a coluna, não cumpria com suas funções. Não conseguia garantir a verticalidade do tronco. O problema crônico persistiu por mais de uma década, no período da infância e da adolescência.
Ela (a coluna), ele (o corpo do artista), tiveram que ser atados, externamente, a uma haste metálica.
A amarração desse corpo a essa haste era feita por meio de cintas de couro. Com isso, surgiu a experiência prolongada (e forçada) entre haste, cintas e corpo.

* * *

Corpo de imagens.
Se essa é a história inicial desta exposição (algo como um mito fundador), não quer dizer que ela seja prerrogativa. Ela ajuda a explicar, a contextualizar. Donde vem o corpo que se transforma em boi, vaca.
Promete um caminho.
Mas se não soubermos nos perder, não será possível o encontro com o “para-além”, que é o valor maior dos trabalhos e da presença de Luciano Boletti.
O “para-além” é força de espírito aplicada ao corpo, é a precisão de quem sai de um estado e chega a outro. Ainda mais forte, mais vivo. É isso que se vê e sente nos desenhos, pinturas, fotografias, vídeos e objetos.
Se, inicialmente, observa-se a recorrência (a repetição quase
obsessiva) de elementos figurativos que sugerem algo como
vértebras e estruturas ósseas, mais a frente, no meio do caminho, havia uma vaca (havia o acaso). Ou um boi, vai saber (isso também foi o acaso que decidiu). E ele mudou, definitivamente, o trabalho do artista. Ou melhor, o artista deixou-se mudar pelo caminho do meio.

* * *

Do humano para o animal.
A passagem do eu para o outro. Um outro que é o extremo, é a alteridade radical do animal.
Desse movimento feito de curiosidade e desapego, de coragem e calmaria, surgiram trabalhos, por vezes, quase explosivos. A tinta a escorrer e a se espalhar, como resto de uma operação cheia de energias que se dirige para as fronteiras do quadro.
Para além. Como algo que não cabe só ali. Embora se trate de uma explosão controlada, ainda assim há deslocamento de ar, queima. Afinal, para aquele que é de água, o fogo e o vento são elementos para além de si.
Sorte, sorte. Que temos aqui este corpo.
E assim dá-se o nome aos bois.
Amém.

Fernando Boppré | Curador

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HABITAR, de João Aires

16 10 27 HABITAR, João Aires - exposição (11)

HABITAR

JOÃO AIRES

ESPAÇO 2 | 27 E OUTUBRO A 24 DE NOVEMBRO DE 2016

O artista explora lugares de intimidade e de estar no mundo. Em uma das séries, solicita a diversas pessoas uma descrição oral pormenorizada de seus aposentos e materializa a representação desses depoimentos, transpassando técnicas de registro etnográfico e de retrato falado. O processo, pensado enquanto etapa exploratória de uma produção maior ou futura, constitui por si só uma obra instigante sobre a condição humana e o modo de vida contemporâneo. Em contraponto, outra série de pinturas remete a um universo onírico instaurado fortemente pela sua própria experiência em compartilhar por longo tempo de colégio interno um quarto com oitenta pessoas. João Aires é formado em Artes Plásticas e Intermédia pela Escola Superior Artística do Porto e Mestre em Artes Visuais pela Universidade Federal da Bahia. Especializou-se em Arte Pública e Site Specific. Natural de Portugal, vive e trabalha em Florianópolis/SC.

Beds and hole, 2016. Nanquim e guache sobre papel 300g. Fonte João Aires.
Beds and hole, 2016. Nanquim e guache sobre papel 300g. Fonte João Aires.
Habitáculos, 2015. Nanquim e grafite sobre papel (1) Fonte João Aires.
Habitáculos, 2015. Nanquim e grafite sobre papel (1) Fonte João Aires.
Habitáculos, 2015. Nanquim e grafite sobre papel. Fonte João Aires.
Habitáculos, 2015. Nanquim e grafite sobre papel. Fonte João Aires.
Habitáculos, 2015. Nanquim e grafite sobre papel.
Habitáculos, 2015. Nanquim e grafite sobre papel.
Nave, 2016. Nanquim e cera grafite sobre papel 300g. Fonte João Aires.
Nave, 2016. Nanquim e cera grafite sobre papel 300g. Fonte João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
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Beds and hole, 2016. Nanquim e guache sobre papel 300g. Fonte João Aires.
Beds and hole, 2016. Nanquim e guache sobre papel 300g. Fonte João Aires.
Habitáculos, 2015. Nanquim e grafite sobre papel (1) Fonte João Aires.
Habitáculos, 2015. Nanquim e grafite sobre papel (1) Fonte João Aires.
Habitáculos, 2015. Nanquim e grafite sobre papel. Fonte João Aires.
Habitáculos, 2015. Nanquim e grafite sobre papel. Fonte João Aires.
Habitáculos, 2015. Nanquim e grafite sobre papel.
Habitáculos, 2015. Nanquim e grafite sobre papel.
Nave, 2016. Nanquim e cera grafite sobre papel 300g. Fonte João Aires.
Nave, 2016. Nanquim e cera grafite sobre papel 300g. Fonte João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
Exposição Habitar, de João Aires.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Habitar, de João Aires. Exposição Habitar, de João Aires.

Os apartamentos não são mais habitações criadas para os homens, mas sim máquinas de morar destinadas a guardar coisas: cada edifício é um armário, cada sala é uma gaveta.

Jean Paul Sartre

Habitar o tempo, as estradas, a cidade, habitar o que construo como artista é um exercício constante de compreensão do mundo, um modo de traduzir minhas experiências e inquietações, já que toda construção tem por meta o habitar. Meu processo criativo procura desenvolver trabalhos que suscitem a ligação entre espaço urbano e o imaginário o espaço de intimidade e o espaço público.
Para esta exposição, busquei explorar os lugares de intimidade das pessoas e como eles se apresentam no mundo. A complexidade de sua materialização está diretamente ligada ao modo de vida na contemporaneidade, considerando que estamos imersos em políticas que não privilegiam a qualidade de espaços de convívio e tampouco o íntimo. O excesso na minha pintura surge da falta, da proximidade geográfica e da distância da construção que serve ao habitar humano, às relações e ao diálogo. Minha experiência em viver com 80 pessoas no mesmo quarto durante 5 anos me leva a criar estes corredores de camas e criar estas narrativas mais ou menos poéticas. O primeiro trabalho desta série chama-se “habitáculos”, desenhos feitos a partir da descrição de quartos, retratos falados. Nas pinturas apresentadas, o subconsciente age num espaço sem fronteiras aparentes: camas navegam em rios e na densidade onírica. João Aires
Florianópolis, agosto de 2015

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PAISAGEM PLURAL, Coletiva

Exposição Paisagem Plural (10)

PAISAGEM PLURAL

ANA MÄHLER • ALEXANDRA ECKERT • ANGELA ZAFFARI • BEATRIZ DAGNESE • BEATRIZ HARGER • BIANCA SANTINI • FÁBIO ANDRÉ RHEINHEIMER • FERNANDO LINDOTE • FLÁVIO MORSCH • GUSTAVO RIGON • HELENA D’ÁVILA • MARLENE KOZICZ • RICARDO GIULIANI • ROSALI PLENTZ • SILVIA RODRIGUES • UMBELINA BARRETO • VERA REICHERT • VERLU MACKE • WALMOR CORRÊA • ZETTI NEUHAUS

CURADORIA DE ANA ZAVADIL

ESPAÇO FERNANDO BECK | 10 DE MARÇO A 20 DE ABRIL DE 2016

A categoria paisagem, em seu sentido mais amplo, interliga as obras, oportunizando que a poética de cada artista transite da representação mais icônica até a sua dimensão mais simbólica. A paisagem assume significados diversos por meio de subjetividades, metáforas e narrativas no enleio curatorial. A proposta surge da conversa com Ana Zavadil durante sua atuação como curadora assistente na 10ª Bienal do Mercosul, partindo da intensão de trazer à Fundação um panorama de artistas gaúchos contemporâneos, tendo como contraponto dois artistas especialmente convidados: Walmor Corrêa, artista catarinense que firma sua carreira no Rio Grande do Sul e Fernando Lindote, artista gaúcho que estabelece sua produção na Ilha de Santa Catarina.

Alexandra Eckert, Série Histórias Pequenas, 2011-2015. Serigrafia sobre papel, dimensões variáveis.
Alexandra Eckert, Série Histórias Pequenas, 2011-2015. Serigrafia sobre papel, dimensões variáveis.
Ana Mähler, Citrino e Safira, 2016. Tinta acrílica sob mdf, acrílico transparente e espelhado e folha de ouro, 100x150x12 e 100x100x15.
Ana Mähler, Citrino e Safira, 2016. Tinta acrílica sob mdf, acrílico transparente e espelhado e folha de ouro, 100x150x12 e 100x100x15.
Angela Zaffari, Sem título, 2016. Acrílica sobre tela, 100x100cm cada.
Angela Zaffari, Sem título, 2016. Acrílica sobre tela, 100x100cm cada.
Beatriz Dagnese, Sem título da Série Tramas, 2015-2016. Bico de pena, nanquim e caneta posca sobre papel, 56x76 cada.
Beatriz Dagnese, Sem título da Série Tramas, 2015-2016. Bico de pena, nanquim e caneta posca sobre papel, 56x76 cada.
Beatriz Harger, Alegoria, da Série Mensageiros, 2016. Caneta tipo POSCA e hidrocor ponta porosa sobre papel, 14,8x21cm.
Beatriz Harger, Alegoria, da Série Mensageiros, 2016. Caneta tipo POSCA e hidrocor ponta porosa sobre papel, 14,8x21cm.
Bianca Santini, Paisagem Portátil, da série Geografias da Paisagem, 2015. Folha de revista, tinta spray, galho e feltro em caixa de acrílico, 40x40cm. Divulgação da artista.
Bianca Santini, Paisagem Portátil, da série Geografias da Paisagem, 2015. Folha de revista, tinta spray, galho e feltro em caixa de acrílico, 40x40cm. Divulgação da artista.
Fernando Lindote, Janela de Drummond, 2008-2013. Óleo e ouro sobre tela, 180x120cm.
Fernando Lindote, Janela de Drummond, 2008-2013. Óleo e ouro sobre tela, 180x120cm.
Flávio Morsch, detalhe da Série 12 Pinturas, 2010. Acrílico sobre tela, 22X22cm cada, 288x 22cm totais. Divulgação do artista.
Flávio Morsch, detalhe da Série 12 Pinturas, 2010. Acrílico sobre tela, 22X22cm cada, 288x 22cm totais. Divulgação do artista.
Helena D'Ávila, Sem título, 2011. Impressão em transparência s/acrílico, 40x32 cm cada. Divulgação da artista.
Helena D'Ávila, Sem título, 2011. Impressão em transparência s/acrílico, 40x32 cm cada. Divulgação da artista.
Luiz Gustavo Rigon, Paisagem 01 e 03, 2015. Acrílica e lápis sobre papel, 65x55cm.
Luiz Gustavo Rigon, Paisagem 01 e 03, 2015. Acrílica e lápis sobre papel, 65x55cm.
Marlene Kozicz, Série Jardins de Alícium, 2015. Carvão vegetal, grafite, calcário e tinta sobre tela, 220x150cm.
Marlene Kozicz, Série Jardins de Alícium, 2015. Carvão vegetal, grafite, calcário e tinta sobre tela, 220x150cm.
Rosali Plentz, Urbanus I e II, 2015. Gravura Digital, 130x50cm cada.
Rosali Plentz, Urbanus I e II, 2015. Gravura Digital, 130x50cm cada.
Silvia Rodrigues. Sem título da série Rizomas, 2015. Acrílica sobre tela, 100x160cm. Divulgação da artista.
Silvia Rodrigues. Sem título da série Rizomas, 2015. Acrílica sobre tela, 100x160cm. Divulgação da artista.
Umbelina Barreto, De Capulanas, Macondes e Mulheres Macuas, da Série Narrativas Cruzadas, 2015. Técnica mista sobre tecido, 195x120cm.
Umbelina Barreto, De Capulanas, Macondes e Mulheres Macuas, da Série Narrativas Cruzadas, 2015. Técnica mista sobre tecido, 195x120cm.
Vera Reichert, Paisagem na Superfície, 2015. Fotografia e painel de madeira, 100x65cm. Divulgação da artista.
Vera Reichert, Paisagem na Superfície, 2015. Fotografia e painel de madeira, 100x65cm. Divulgação da artista.
Verlu Macke, Plano: alturas..., 2015, Sobre onde talvez meus pés tenham passado, 2016 e Volverás?, 2015.
Verlu Macke, Plano: alturas..., 2015, Sobre onde talvez meus pés tenham passado, 2016 e Volverás?, 2015.
Walmor Corrêa, Paisagem Rio de Janeiro, 2000-2015. Lápis de cor e grafite sobre papel, 43x23cm. Fotografia por Gal Opido.
Walmor Corrêa, Paisagem Rio de Janeiro, 2000-2015. Lápis de cor e grafite sobre papel, 43x23cm. Fotografia por Gal Opido.
Zetti Neuhaus, Escultura de parede Tons de Outono I e II, 2016. Telas de alumínio, fios de cobre e fios de bronze, fios de spaghetti, cabo de alumínio trançado, dimensões variáveis.
Zetti Neuhaus, Escultura de parede Tons de Outono I e II, 2016. Telas de alumínio, fios de cobre e fios de bronze, fios de spaghetti, cabo de alumínio trançado, dimensões variáveis.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
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Alexandra Eckert, Série Histórias Pequenas, 2011-2015. Serigrafia sobre papel, dimensões variáveis.
Alexandra Eckert, Série Histórias Pequenas, 2011-2015. Serigrafia sobre papel, dimensões variáveis.
Ana Mähler, Citrino e Safira, 2016. Tinta acrílica sob mdf, acrílico transparente e espelhado e  folha de ouro, 100x150x12 e 100x100x15.
Ana Mähler, Citrino e Safira, 2016. Tinta acrílica sob mdf, acrílico transparente e espelhado e  folha de ouro, 100x150x12 e 100x100x15.
Angela Zaffari, Sem título, 2016. Acrílica sobre tela, 100x100cm cada.
Angela Zaffari, Sem título, 2016. Acrílica sobre tela, 100x100cm cada.
Beatriz Dagnese, Sem título da Série Tramas, 2015-2016. Bico de pena, nanquim e caneta posca sobre papel, 56x76 cada.
Beatriz Dagnese, Sem título da Série Tramas, 2015-2016. Bico de pena, nanquim e caneta posca sobre papel, 56x76 cada.
Beatriz Harger, Alegoria, da Série Mensageiros, 2016. Caneta tipo POSCA e hidrocor ponta porosa sobre papel, 14,8x21cm.
Beatriz Harger, Alegoria, da Série Mensageiros, 2016. Caneta tipo POSCA e hidrocor ponta porosa sobre papel, 14,8x21cm.
Bianca Santini, Paisagem Portátil, da série Geografias da Paisagem, 2015. Folha de revista, tinta spray, galho e feltro em caixa de acrílico, 40x40cm. Divulgação da artista.
Bianca Santini, Paisagem Portátil, da série Geografias da Paisagem, 2015. Folha de revista, tinta spray, galho e feltro em caixa de acrílico, 40x40cm. Divulgação da artista.
Fernando Lindote, Janela de Drummond, 2008-2013. Óleo e ouro sobre tela, 180x120cm.
Fernando Lindote, Janela de Drummond, 2008-2013. Óleo e ouro sobre tela, 180x120cm.
Flávio Morsch, detalhe da Série 12 Pinturas, 2010. Acrílico sobre tela, 22X22cm cada, 288x 22cm totais. Divulgação do artista.
Flávio Morsch, detalhe da Série 12 Pinturas, 2010. Acrílico sobre tela, 22X22cm cada, 288x 22cm totais. Divulgação do artista.
Helena D'Ávila, Sem título, 2011. Impressão em transparência s/acrílico, 40x32 cm cada. Divulgação da artista.
Helena D'Ávila, Sem título, 2011. Impressão em transparência s/acrílico, 40x32 cm cada. Divulgação da artista.
Luiz Gustavo Rigon, Paisagem 01 e 03, 2015. Acrílica e lápis sobre papel, 65x55cm.
Luiz Gustavo Rigon, Paisagem 01 e 03, 2015. Acrílica e lápis sobre papel, 65x55cm.
Marlene Kozicz, Série Jardins de Alícium, 2015. Carvão vegetal, grafite, calcário e tinta sobre tela, 220x150cm.
Marlene Kozicz, Série Jardins de Alícium, 2015. Carvão vegetal, grafite, calcário e tinta sobre tela, 220x150cm.
Rosali Plentz, Urbanus I e II, 2015. Gravura Digital, 130x50cm cada.
Rosali Plentz, Urbanus I e II, 2015. Gravura Digital, 130x50cm cada.
Silvia Rodrigues. Sem título da série Rizomas, 2015. Acrílica sobre tela, 100x160cm. Divulgação da artista.
Silvia Rodrigues. Sem título da série Rizomas, 2015. Acrílica sobre tela, 100x160cm. Divulgação da artista.
Umbelina Barreto, De Capulanas, Macondes e Mulheres Macuas, da  Série Narrativas Cruzadas, 2015. Técnica mista sobre tecido, 195x120cm.
Umbelina Barreto, De Capulanas, Macondes e Mulheres Macuas, da  Série Narrativas Cruzadas, 2015. Técnica mista sobre tecido, 195x120cm.
Vera Reichert, Paisagem na Superfície, 2015. Fotografia e painel de madeira, 100x65cm. Divulgação da artista.
Vera Reichert, Paisagem na Superfície, 2015. Fotografia e painel de madeira, 100x65cm. Divulgação da artista.
Verlu Macke, Plano: alturas..., 2015, Sobre onde talvez meus pés tenham passado, 2016 e Volverás?, 2015.
Verlu Macke, Plano: alturas..., 2015, Sobre onde talvez meus pés tenham passado, 2016 e Volverás?, 2015.
Walmor Corrêa, Paisagem Rio de Janeiro, 2000-2015. Lápis de cor e grafite sobre papel, 43x23cm. Fotografia por Gal Opido.
Walmor Corrêa, Paisagem Rio de Janeiro, 2000-2015. Lápis de cor e grafite sobre papel, 43x23cm. Fotografia por Gal Opido.
Zetti Neuhaus, Escultura de parede Tons de Outono I e II, 2016. Telas de alumínio, fios de cobre e fios de bronze, fios de spaghetti, cabo de alumínio trançado, dimensões variáveis.
Zetti Neuhaus, Escultura de parede Tons de Outono I e II, 2016. Telas de alumínio, fios de cobre e fios de bronze, fios de spaghetti, cabo de alumínio trançado, dimensões variáveis.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
Exposição Paisagem Plural.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Paisagem Plural. Exposição Paisagem Plural.

A paisagem sempre teve seu lugar na história da arte. Até o século XIX ela era apenas o pano de fundo para pinturas de cenas religiosas e mitológicas ou de retratos. Do século XIX em diante ela passa a desempenhar o papel principal, evoluindo para a categoria de pintura de gênero.

Na contemporaneidade e nesta exposição a paisagem reinventa-se a partir da natureza, da cultura e da estética.
Em Paisagem Plural, a paisagem é usada como foco conceitual das obras, em que a representação poética de cada artista vai desde a natureza em si mesma até a sua dimensão simbólica. A paisagem assume outros significados por meio de subjetividades, metáforas e narrativas, em que a intenção, as tramas e os encontros dão origem aos trabalhos que serão levados à visibilidade pública.

A escolha das obras para a exposição teve como objetivo buscar aquelas que caracterizassem ou descrevessem o conceito de paisagem, deixando, no entanto, um limite poroso para que se pudesse expandir o conceito. As diferentes linguagens que percorrem o assunto vão desde a instalação, a pintura, a fotografia, o desenho e a escultura e/ou o objeto dentre outras modalidades. Não necessariamente vamos identificar uma paisagem em seu limite reconhecível, pois ele pode estar em consonância com outros modos de entendê-la. Ela pode estar representada por meios que intentam significar, matas, céus, florestas encantadas, ou mesmo nas suas cores e luzes; nas paisagens urbanas ou em abordagens singulares, ficcionais ou fantásticas. E mesmo elas sendo de estilos diferentes no contexto da exposiçao ampliam o seu potencial de significado.

A partir dos textos de Anne Cauquelin e Nelson Brissac Peixoto a exposição Paisagem Plural tomou forma, pois a paisagem é vista sob diferentes aspectos, ou seja, a paisagem real em justaposição à imaginária, a paisagem urbana em diálogo com a rural. A paisagem confrontada e reinventada coloca como objetivo discutir o conceito expandido de paisagem, abordado por diferentes artistas a partir de suas investidas particulares.

A paisagem urbana é composta pela sobreposição de elementos: são muros, prédios, casas, às vezes pixados ou corroídos pela umidade e pelo tempo, que se acumulam e justapõem criando o caos, a convergência ou a divergência do olhar. As informações publicitárias com cores intensas feitas de placas e outdoors, luzes por toda parte inquietam os sentidos. Os carros e as pessoas, em um ir e vir constante compõem um espaço cheio de cor e movimento. A paisagem urbana segundo Peixoto é:

“Campo de intersecção de pintura e fotografia, cinema e vídeo. Entre todas as imagens e a arquitetura. Horizonte saturado de inscrições, depósito em que se acumulam vestígios arqueológicos, antigos monumentos, traços de memória e o imaginário criado lá, pela arte contemporânea. Esse cruzamento entre diferentes espaços e tempos, entre diversos suportes e tipos de imagem, é que constitui a paisagem das cidades.” (PEIXOTO, 1996, p.10)

O campo é a calma, o horizonte que se estende até encontrar o céu e a terra, ou o verde da vegetação, ou mesmo o mar, no silêncio povoado de imaginação.

A justaposição dessas diferenças ou a hibridização destas imagens, ou mesmo a apropriação de objetos que compõem esses universos imbricam-se nas mais variadas e imprevisíveis vestes, criando trabalhos de grande valor artístico, pois cada artista interpreta e representa a sua paisagem. A paisagem rural para Cauquelin é:

“O campo oferece tudo o que a paisagem subtrai – a calma, a abundância, o fresco e, bem supremo, o ócio para meditar, longe dos falsos valores. Como um duplo invertido, o campo oferece o negativo da cidade, que, não obstante, toma dele emprestado alguns traços sem os quais não poderia passar: o que seriam, pois, as colunas de mármore que adornam as casas senão a imagem das florestas? E por que querer ter a visão do campo longínquo senão por ser lá que se situa a verdade?” (CAUQUELIN, 2007, p.62)

Exposição Paisagem Plural. Exposição Paisagem Plural. Exposição Paisagem Plural. Exposição Paisagem Plural.

E para nós? Que paisagens são essas do nosso mundo contemporâneo?

Todas as informações registradas no subconsciente de cada artista acaba gerando imagens que, ao serem transportadas para a sua arte dão um novo sentido à paisagem. Isso significa dizer que vamos encontrar a paisagem de cada um, seja ela inspirada na cidade ou no campo, impregnada de informações ou que mantenham a calma e beleza, o lúdico, ou mesmo as suas cores e as suas luzes.

A tradição e a prática acadêmica e mesmo as vanguardas históricas do início do século passado em relação à paisagem são ultrapassadas pela arte contemporânea, pois na busca de uma nova estética e rumos conceituais, o gênero confirma a sua presença nas poéticas de agora ao citar ou explorar esse conceito e ressignificá-lo em novos contextos ou em novos suportes.

Os artistas convidados para esta exposição se ocuparam em desenvolver suas poéticas em suportes diferentes e originais e a curadoria procurou inseri-los em um contexto onde a paisagem emerge de forma real, imaginária ou simbólica, em uma dinâmica transversal que traga ao observador a paisagem como um lugar sensível, ligada muitas vezes ao afeto ou a memória.

A paisagem que ora se apresenta descritiva, ora metafórica, pode ser também emblemática e simbólica através das obras, pois elas reunidas criam possibilidades de leituras intercambiáveis, provocadas pela disposição e pelo grau de complexidade de cada uma. A chave para essa leitura está no percurso escolhido por cada observador e no modo como colocará a sua imaginação a uma disposição aberta da sensibilidade.

REFERÊNCIAS
CAUQUELIN, Anne. A Invenção da Paisagem. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
PEIXOTO, Nelson Brissac. Paisagens Urbanas. São Paulo: Ed Marca D’Água, 1996.

Ana Zavadil | Curadora

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PRÊMIO AF DE ARTE CONTEMPORÂNEA 2020

testa AF

PRÊMIO AF DE ARTE CONTEMPORÂNEA 2020

ANNA MORAES • EDSON MACALINI • JAN M.O.

ESPAÇO FERNANDO BECK E ESPAÇO PAULO GAIAD | DE 12 DE DEZEMBRO DE 2020 A 28 DE JANEIRO DE 2021

A 7ª Edição do Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea, de Florianópolis é realizada em parceria com a Fundação Cultural BADESC que organiza a mostra com obras dos três finalistas: Anna Moraes, Edson Macalini e Jan M.O. Os artistas foram selecionados por Mathilde Lajarrige, Niura Borges e Sandra Checruski. No dia da live de abertura, divulgou-se a atribuição do primeiro lugar que recebe como prêmio uma residência na Cité Internationale des Arts, em Paris. A exposição foi montada nos espaços Fernando Beck e Paulo Gaiad, mas inaugurada de modo virtual no site da Fundação, apresentando além das obras, vídeos, textos e materiais complementares da mostra.

Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
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Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
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Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
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APRESENTAÇÃO

Pensar, persistir e se expressar no desdobrar do isolamento social são questões elaboradas por três jovens artistas nestas individuais mostradas em conjunto, permitindo ao público entrever novos panoramas traçados no circuito da arte contemporânea, no histórico primeiro semestre de 2020. Linhas (re)traçadas em palavras cotidianas, imaginadas através das janelas ou resgatadas em caminhadas junto ao mar entrelaçam singularidades poéticas que versam sobre o agora: ser e estar na contemporaneidade.

Anna, Edson e Jan, são os finalistas da 7ª Edição do Prêmio concebido pela Aliança Francesa de Florianópolis, em seleção realizada por Niura Borges, pesquisadora e galerista gaúcha, Sandra Checruski, coordenadora do setor educativo e de programação cultural do Museu de Florianópolis e Mathilde Lajarrige, Gerente de Projetos do Departamento das Residências do Institut Français em Paris. A escolha do 1º Lugar é feita pelo Institut Français, que recebe o artista para uma residência de três meses na Cité des Arts.

A seleção das trajetórias dos artistas resulta nesta exposição, com curadoria da Fundação Cultural BADESC, que propõe uma montagem híbrida, em plataformas que alternam o presencial e o virtual, conversando com os atuais modos de habitar os espaços e privilegiando as produções recentes de cada artista. Anna Moraes pesquisa as possibilidades da representação da linha, tanto no papel quanto no espaço trazendo desenhos, objetos, vídeos e esculturas. Edson Macalini apresenta desenhos, fotografias, objetos e instalação, questionando principalmente a natureza devastada, seus riscos e sua capacidade de regeneração. Jan M.O. participa com vídeos, fotografias, máquinas e mecanismos de poesia visual, abordando as tecnologias que intermediam as relações humanas.

Marilyn Pellicant | Aliança Francesa de Florianópolis
Eneléo Alcides | Fundação Cultural BADESC

ANNA MORAES

Série Micropaisagens, Micropaisagem Neblina, Anna Moraes, 2020. Madeira, papel vegetal e acrílico, 7x5,5x2cm cada.
Série Micropaisagens, Micropaisagem Neblina, Anna Moraes, 2020. Madeira, papel vegetal e acrílico, 7x5,5x2cm cada.
Série Micropaisagens, Micropaisagem Neblina, Anna Moraes, 2020. Madeira, papel vegetal e acrílico, 7x5,5x2cm cada.
Série Micropaisagens, Micropaisagem Neblina, Anna Moraes, 2020. Madeira, papel vegetal e acrílico, 7x5,5x2cm cada.
Série Micropaisagens, Micropaisagem Neblina (detalhes), Anna Moraes, 2020. Madeira, papel vegetal e acrílico, 7x5,5x2cm cada.
Série Micropaisagens, Micropaisagem Neblina (detalhes), Anna Moraes, 2020. Madeira, papel vegetal e acrílico, 7x5,5x2cm cada.
Série Micropaisagens, Micropaisagem Neblina (detalhes), Anna Moraes, 2020. Madeira, papel vegetal e acrílico, 7x5,5x2cm cada.
Série Micropaisagens, Micropaisagem Neblina (detalhes), Anna Moraes, 2020. Madeira, papel vegetal e acrílico, 7x5,5x2cm cada.
Série Micropaisagens, Anna Moraes, 2020. Chapa de raio x, 300x5cm.
Série Micropaisagens, Anna Moraes, 2020. Chapa de raio x, 300x5cm.
Série Micropaisagens (detalhe), Anna Moraes, 2020. Chapa de raio x, 300x5cm.
Série Micropaisagens (detalhe), Anna Moraes, 2020. Chapa de raio x, 300x5cm.
Série Micropaisagens (detalhe), Anna Moraes, 2020. Chapa de raio x, 300x5cm.
Série Micropaisagens (detalhe), Anna Moraes, 2020. Chapa de raio x, 300x5cm.
Série Micropaisagens, Anna Moraes, 2020. Chapa de raio x e acrílico, 70x15x5cm.
Série Micropaisagens, Anna Moraes, 2020. Chapa de raio x e acrílico, 70x15x5cm.
Série Micropaisagens, Anna Moraes, 2020. Chapa de raio x e acrílico, 70x15x5cm.
Série Micropaisagens, Anna Moraes, 2020. Chapa de raio x e acrílico, 70x15x5cm.
Para desenhar com os olhos e Para desenhar com os olhos noturnos, Anna Moraes, 2020. Vídeo.
Para desenhar com os olhos e Para desenhar com os olhos noturnos, Anna Moraes, 2020. Vídeo.
Série Além das janelas e sacadas, Anna Moraes, 2020. Objeto em madeira e arame. 25x25x10cm.
Série Além das janelas e sacadas, Anna Moraes, 2020. Objeto em madeira e arame. 25x25x10cm.
Série Além das janelas e sacadas (detalhe), Anna Moraes, 2020. Objeto em madeira e arame. 25x25x10cm.
Série Além das janelas e sacadas (detalhe), Anna Moraes, 2020. Objeto em madeira e arame. 25x25x10cm.
Série Além das janelas e sacadas (detalhe), Anna Moraes, 2020. Objeto em madeira e arame. 25x25x10cm.
Série Além das janelas e sacadas (detalhe), Anna Moraes, 2020. Objeto em madeira e arame. 25x25x10cm.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm cada.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm cada.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm cada.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm cada.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
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Série Micropaisagens, Micropaisagem Neblina, Anna Moraes, 2020. Madeira, papel vegetal e acrílico, 7x5,5x2cm cada.
Série Micropaisagens, Micropaisagem Neblina, Anna Moraes, 2020. Madeira, papel vegetal e acrílico, 7x5,5x2cm cada.
Série Micropaisagens, Micropaisagem Neblina, Anna Moraes, 2020. Madeira, papel vegetal e acrílico, 7x5,5x2cm cada.
Série Micropaisagens, Micropaisagem Neblina, Anna Moraes, 2020. Madeira, papel vegetal e acrílico, 7x5,5x2cm cada.
Série Micropaisagens, Micropaisagem Neblina (detalhes), Anna Moraes, 2020. Madeira, papel vegetal e acrílico, 7x5,5x2cm cada.
Série Micropaisagens, Micropaisagem Neblina (detalhes), Anna Moraes, 2020. Madeira, papel vegetal e acrílico, 7x5,5x2cm cada.
Série Micropaisagens, Micropaisagem Neblina (detalhes), Anna Moraes, 2020. Madeira, papel vegetal e acrílico, 7x5,5x2cm cada.
Série Micropaisagens, Micropaisagem Neblina (detalhes), Anna Moraes, 2020. Madeira, papel vegetal e acrílico, 7x5,5x2cm cada.
Série Micropaisagens, Anna Moraes, 2020. Chapa de raio x, 300x5cm.
Série Micropaisagens, Anna Moraes, 2020. Chapa de raio x, 300x5cm.
Série Micropaisagens (detalhe), Anna Moraes, 2020. Chapa de raio x, 300x5cm.
Série Micropaisagens (detalhe), Anna Moraes, 2020. Chapa de raio x, 300x5cm.
Série Micropaisagens (detalhe), Anna Moraes, 2020. Chapa de raio x, 300x5cm.
Série Micropaisagens (detalhe), Anna Moraes, 2020. Chapa de raio x, 300x5cm.
Série Micropaisagens, Anna Moraes, 2020. Chapa de raio x e acrílico, 70x15x5cm.
Série Micropaisagens, Anna Moraes, 2020. Chapa de raio x e acrílico, 70x15x5cm.
Série Micropaisagens, Anna Moraes, 2020. Chapa de raio x e acrílico, 70x15x5cm.
Série Micropaisagens, Anna Moraes, 2020. Chapa de raio x e acrílico, 70x15x5cm.
Para desenhar com os olhos e Para desenhar com os olhos noturnos, Anna Moraes, 2020. Vídeo.
Para desenhar com os olhos e Para desenhar com os olhos noturnos, Anna Moraes, 2020. Vídeo.
Série Além das janelas e sacadas, Anna Moraes, 2020. Objeto em madeira e arame. 25x25x10cm.
Série Além das janelas e sacadas, Anna Moraes, 2020. Objeto em madeira e arame. 25x25x10cm.
Série Além das janelas e sacadas (detalhe), Anna Moraes, 2020. Objeto em madeira e arame. 25x25x10cm.
Série Além das janelas e sacadas (detalhe), Anna Moraes, 2020. Objeto em madeira e arame. 25x25x10cm.
Série Além das janelas e sacadas (detalhe), Anna Moraes, 2020. Objeto em madeira e arame. 25x25x10cm.
Série Além das janelas e sacadas (detalhe), Anna Moraes, 2020. Objeto em madeira e arame. 25x25x10cm.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm cada.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm cada.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Catálogo de paisagens da janela do meu quarto, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm cada.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm cada.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Série Territórios Anna, Anna Moraes, 2020. Desenho, caneta sobre papel 300g, 20x15cm.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
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Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020. Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.

Anna Moraes apresenta obras concebidas e produzidas ao longo de 2020, centradas em um olhar demorado para o horizonte, paisagens, constelações e lugares imaginados. As linhas rompem a superfície do papel tomando dimensões que ultrapassam as representações geográficas. Na série territórios anna, a artista utiliza ferramentas virtuais para buscar lugares que possuem o seu nome, com a mesma grafia, resultando em desenhos que exploram o espaço e o pertencimento, para além das coordenadas descobertas por meio de uma interface online. Já com as séries além das janelas e sacadas e catálogo de paisagens da janela do meu quarto, o olhar em confinamento é redimensionado como possibilidade de transpor limites. As diversas janelas do seu apartamento oferecem diferentes perspectivas do horizonte, que dá início a uma representação que se desdobra em ficção. A série micropaisagens explora o horizonte a partir de sobreposições, tencionando as suas fronteiras. Em para desenhar com os olhos e para desenhar com os olhos noturnos, o desenho alcança a proposta mais conceitual, onde o olhar do espectador é o responsável por corporificar as linhas propostas por Anna.

Eneléo Alcides e Carolina Ramos | Curadoria

Anna Moraes (1988) é artista visual, doutoranda em Processos Artísticos Contemporâneos | Artes Visuais PPGAV | UDESC, mestra em Artes Visuais na linha de Teoria e História da Arte PPGAV/UDESC (2019) pós-graduada em Gestão Cultural pelo Senac/SP (2016), bacharela em Artes Visuais pela UDESC (2013). Vive e trabalha em Florianópolis/SC. Pesquisa diferentes entendimentos acerca do desenho contemporâneo. Seu processo artístico é baseado na investigação de possibilidades de desenho por meio de linhas, traços, fios, territórios, geralmente respondem à localização e interagem com a paisagem. Recebeu Prêmio do Júri no Salão Nacional da Quarentena (2020), foi finalista do Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea/SC (2019), participou da Bienal Internacional de Curitiba (2019) e foi selecionada em editais como Arte como Respiro do Itaú Cultural 2020, Lona Galeria/SP 2020, Arte Londrina 8 – 2020 e Salão de Navegantes 2019. Participa do Nacasa coletivo artístico, situado em Florianópolis, na gestão e curadoria da Galeria Nacasa. Também realiza trabalhos de curadoria, selecionados em editais em Santa Catarina. Desde 2013 ministra o curso “Desenho Artístico” em seu ateliê. Professora de História da Arte Brasileira na Escola Livre de Artes em Florianópolis.

EDSON MACALINI

Caqueiro, Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro, Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro, Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro, Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho com caneta nanquim sobre papel canson, 135x164cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho com caneta nanquim sobre papel canson, 135x164cm.
Algas filamentosas sobre restinga (detalhe), Edson Macalini, 2020. Desenho com caneta nanquim sobre papel canson, 135x164cm.
Algas filamentosas sobre restinga (detalhe), Edson Macalini, 2020. Desenho com caneta nanquim sobre papel canson, 135x164cm.
Algas filamentosas sobre restinga (detalhe), Edson Macalini, 2020. Desenho com caneta nanquim sobre papel canson, 135x164cm.
Algas filamentosas sobre restinga (detalhe), Edson Macalini, 2020. Desenho com caneta nanquim sobre papel canson, 135x164cm.
Espectros, Edson Macalini, 2020. Fotografia em fineart, dimensões variadas.
Espectros, Edson Macalini, 2020. Fotografia em fineart, dimensões variadas.
Espectros (detalhe), Edson Macalini, 2020. Fotografia em fineart, dimensões variadas.
Espectros (detalhe), Edson Macalini, 2020. Fotografia em fineart, dimensões variadas.
Espectros (detalhe), Edson Macalini, 2020. Fotografia em fineart, dimensões variadas.
Espectros (detalhe), Edson Macalini, 2020. Fotografia em fineart, dimensões variadas.
Espectros (detalhe), Edson Macalini, 2020. Fotografia em fineart, dimensões variadas.
Espectros (detalhe), Edson Macalini, 2020. Fotografia em fineart, dimensões variadas.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm cada.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm cada.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim, caneta nanquim sobre papel vegetal, 185x180cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim, caneta nanquim sobre papel vegetal, 185x180cm.
Cônico, Edson Macalini, 2020. Instalação, 117x220x20cm.
Cônico, Edson Macalini, 2020. Instalação, 117x220x20cm.
Cônico (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 117x220x20cm.
Cônico (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 117x220x20cm.
Cônico (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 117x220x20cm.
Cônico (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 117x220x20cm.
Cônico (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 117x220x20cm.
Cônico (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 117x220x20cm.
Cônico (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 117x220x20cm.
Cônico (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 117x220x20cm.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
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Caqueiro, Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro, Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro, Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro, Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho com caneta nanquim sobre papel canson, 135x164cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho com caneta nanquim sobre papel canson, 135x164cm.
Algas filamentosas sobre restinga (detalhe), Edson Macalini, 2020. Desenho com caneta nanquim sobre papel canson, 135x164cm.
Algas filamentosas sobre restinga (detalhe), Edson Macalini, 2020. Desenho com caneta nanquim sobre papel canson, 135x164cm.
Algas filamentosas sobre restinga (detalhe), Edson Macalini, 2020. Desenho com caneta nanquim sobre papel canson, 135x164cm.
Algas filamentosas sobre restinga (detalhe), Edson Macalini, 2020. Desenho com caneta nanquim sobre papel canson, 135x164cm.
Espectros, Edson Macalini, 2020. Fotografia em fineart, dimensões variadas.
Espectros, Edson Macalini, 2020. Fotografia em fineart, dimensões variadas.
Espectros (detalhe), Edson Macalini, 2020. Fotografia em fineart, dimensões variadas.
Espectros (detalhe), Edson Macalini, 2020. Fotografia em fineart, dimensões variadas.
Espectros (detalhe), Edson Macalini, 2020. Fotografia em fineart, dimensões variadas.
Espectros (detalhe), Edson Macalini, 2020. Fotografia em fineart, dimensões variadas.
Espectros (detalhe), Edson Macalini, 2020. Fotografia em fineart, dimensões variadas.
Espectros (detalhe), Edson Macalini, 2020. Fotografia em fineart, dimensões variadas.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm cada.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm cada.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim, caneta nanquim sobre papel vegetal, 185x180cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim, caneta nanquim sobre papel vegetal, 185x180cm.
Cônico, Edson Macalini, 2020. Instalação, 117x220x20cm.
Cônico, Edson Macalini, 2020. Instalação, 117x220x20cm.
Cônico (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 117x220x20cm.
Cônico (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 117x220x20cm.
Cônico (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 117x220x20cm.
Cônico (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 117x220x20cm.
Cônico (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 117x220x20cm.
Cônico (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 117x220x20cm.
Cônico (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 117x220x20cm.
Cônico (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 117x220x20cm.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Algas filamentosas sobre restinga, Edson Macalini, 2020. Desenho a base de tinta nanquim e caneta nanquim sobre papel canson, 20x20cm.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
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Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm. Caqueiro (detalhe), Edson Macalini, 2020. Instalação, 115x165cm.

Pensar a relação entre homem e natureza é uma das perspectivas apresentadas por Edson Macalini em suas séries concluídas em 2020. Em Algas filamentosas sobre restinga e Espectros, desenhos e fotografias apresentam corpos etéreos em ficções que atuam como palimpsestos ambientais, em uma produção artística que versa sobre uma arte de natureza política, educacional e da consciência. Com a obra Caqueiro, a história esquecida de uma cidade é resgatada em objetos coletados sob a ponte Hercílio Luz e revisitada por uma instalação com cacos, muitos dos quais em simbiose com elementos naturais incrustados em suas superfícies. A instalação Cônico, parte de conchas de uma espécie de moluscos introduzida indevidamente no bioma brasileiro e que tomou uma proporção incontrolável. Assim, o artista apresenta vestígios de um cotidiano em colapso, questionando o encontro inadequado da interferência humana nas suas relações com o meio ambiente, bem como sua capacidade de regeneração.

Eneléo Alcides e Carolina Ramos | Curadoria

Edson Macalini (1983) é Doutorando e Mestre em Artes Visuais pelo PPGAV | UDESC, Graduado em Licenciatura em Artes Visuais pela Faculdade de Artes do Paraná – FAP | UNESPAR. Já participou de exposições individuais e coletivas, residências artísticas, feiras e produções em coletivos de artistas. Seu trabalho envolve uma série de ações e movimentações que correlacionam artes e natureza, arqueologia dos lugares visitados, por meio de investigações poéticas que criam intersecções híbridas, através de registros de percursos, coletas materiais e imateriais, deslocamentos geográficos, narrativas, ficções e fricções entre humanidade e meio ambiente, resultado de abstrações que se revelam reais e imaginárias. Sem se prender aos materiais, formas e técnicas, suas produções artísticas tem como ponto de partida o gesto, no ato de coletar, fotografar e desenhar, que se expandem em instalações, disseminações, escritos e publicações independentes.

JAN M. O.

Contradança, Contradança #2 e Contradança #3, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão.
Contradança, Contradança #2 e Contradança #3, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão.
Contradança, Contradança #2 e Contradança #3, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão.
Contradança, Contradança #2 e Contradança #3, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão.
Contradança, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 29x20x10cm.
Contradança, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 29x20x10cm.
Contradança #2, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 29,5x20x10cm.
Contradança #2, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 29,5x20x10cm.
Contradança #3, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 30x20x10cm.
Contradança #3, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 30x20x10cm.
Contradança #3, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 30x20x10cm.
Contradança #3, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 30x20x10cm.
Contradança #3, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 30x20x10cm.
Contradança #3, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 30x20x10cm.
Hora do Brasil, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 18x18x6cm.
Hora do Brasil, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 18x18x6cm.
Hora do Brasil (detalhe), Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 18x18x6cm.
Hora do Brasil (detalhe), Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 18x18x6cm.
Grupo de Risco, Jan M.O., 2020. Objeto, motor, escrita sob papel e parede, 33x30x7cm.
Grupo de Risco, Jan M.O., 2020. Objeto, motor, escrita sob papel e parede, 33x30x7cm.
Grupo de Risco (detalhe), Jan M.O., 2020. Objeto, motor, escrita sob papel e parede, 33x30x7cm.
Grupo de Risco (detalhe), Jan M.O., 2020. Objeto, motor, escrita sob papel e parede, 33x30x7cm.
Contato, Grupo de Risco, Acordo, Hora do Brasil, Insustentável, Contradança e Curva, Jan M.O., 2020. Vídeos.
Contato, Grupo de Risco, Acordo, Hora do Brasil, Insustentável, Contradança e Curva, Jan M.O., 2020. Vídeos.
Acordo, Jan M.O., 2020. Metrônomo e escrita sobre papel cartão, 17x21x12cm.
Acordo, Jan M.O., 2020. Metrônomo e escrita sobre papel cartão, 17x21x12cm.
Acordo (detalhe), Jan M.O., 2020. Metrônomo e escrita sobre papel cartão, 17x21x12cm.
Acordo (detalhe), Jan M.O., 2020. Metrônomo e escrita sobre papel cartão, 17x21x12cm.
Acordo (detalhe), Jan M.O., 2020. Metrônomo e escrita sobre papel cartão, 17x21x12cm.
Acordo (detalhe), Jan M.O., 2020. Metrônomo e escrita sobre papel cartão, 17x21x12cm.
Curva, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 25,5x11x5cm.
Curva, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 25,5x11x5cm.
Curva, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 25,5x11x5cm.
Curva, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 25,5x11x5cm.
Age Quod Agis, Jan M.O., 2019. Madeira, tecido, metal e papel, 101x46x15cm.
Age Quod Agis, Jan M.O., 2019. Madeira, tecido, metal e papel, 101x46x15cm.
Age Quod Agis (detalhe), Jan M.O., 2019. Madeira, tecido, metal e papel, 101x46x15cm.
Age Quod Agis (detalhe), Jan M.O., 2019. Madeira, tecido, metal e papel, 101x46x15cm.
Age Quod Agis (detalhe), Jan M.O., 2019. Madeira, tecido, metal e papel, 101x46x15cm.
Age Quod Agis (detalhe), Jan M.O., 2019. Madeira, tecido, metal e papel, 101x46x15cm.
Age Quod Agis (detalhe), Jan M.O., 2019. Madeira, tecido, metal e papel, 101x46x15cm.
Age Quod Agis (detalhe), Jan M.O., 2019. Madeira, tecido, metal e papel, 101x46x15cm.
Contato, Jan M.O., 2020. Fotografia, papel fotográfico e moldura caixa de madeira, 32x52cm.
Contato, Jan M.O., 2020. Fotografia, papel fotográfico e moldura caixa de madeira, 32x52cm.
Coloque primeiro em você, Jan M.O., 2019-2020. Máscara de oxigênio adesivada, caixa de acrílico e fotografia sobre placa de pvc. Fotografia, 65x65cm.
Coloque primeiro em você, Jan M.O., 2019-2020. Máscara de oxigênio adesivada, caixa de acrílico e fotografia sobre placa de pvc. Fotografia, 65x65cm.
Coloque primeiro em você, Jan M.O., 2019-2020. Máscara de oxigênio adesivada, caixa de acrílico e fotografia sobre placa de pvc. Caixa com máscara, 25x60x13cm.
Coloque primeiro em você, Jan M.O., 2019-2020. Máscara de oxigênio adesivada, caixa de acrílico e fotografia sobre placa de pvc. Caixa com máscara, 25x60x13cm.
Série EGO, com objeto #6 (duas medidas), Jan M.O., 2020. Trenas métricas e fibras de vidro com aplicação de adesivo vinílico, inseridas em redomas de acrílico, dimensões variadas
Série EGO, com objeto #6 (duas medidas), Jan M.O., 2020. Trenas métricas e fibras de vidro com aplicação de adesivo vinílico, inseridas em redomas de acrílico, dimensões variadas
Série EGO, com objeto #6 (duas medidas) (detalhe), Jan M.O., 2020. Trenas métricas e fibras de vidro com aplicação de adesivo vinílico, inseridas em redomas de acrílico.
Série EGO, com objeto #6 (duas medidas) (detalhe), Jan M.O., 2020. Trenas métricas e fibras de vidro com aplicação de adesivo vinílico, inseridas em redomas de acrílico.
Série EGO, com objeto #6 (duas medidas) (detalhe), Jan M.O., 2020. Trenas métricas e fibras de vidro com aplicação de adesivo vinílico, inseridas em redomas de acrílico.
Série EGO, com objeto #6 (duas medidas) (detalhe), Jan M.O., 2020. Trenas métricas e fibras de vidro com aplicação de adesivo vinílico, inseridas em redomas de acrílico.
Série EGO, com objeto #6 (duas medidas) (detalhe), Jan M.O., 2020. Trenas métricas e fibras de vidro com aplicação de adesivo vinílico, inseridas em redomas de acrílico.
Série EGO, com objeto #6 (duas medidas) (detalhe), Jan M.O., 2020. Trenas métricas e fibras de vidro com aplicação de adesivo vinílico, inseridas em redomas de acrílico.
Série EGO, com objeto #6 (duas medidas) (detalhe), Jan M.O., 2020. Trenas métricas e fibras de vidro com aplicação de adesivo vinílico, inseridas em redomas de acrílico.
Série EGO, com objeto #6 (duas medidas) (detalhe), Jan M.O., 2020. Trenas métricas e fibras de vidro com aplicação de adesivo vinílico, inseridas em redomas de acrílico.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
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Contradança, Contradança #2 e Contradança #3, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão.
Contradança, Contradança #2 e Contradança #3, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão.
Contradança, Contradança #2 e Contradança #3, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão.
Contradança, Contradança #2 e Contradança #3, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão.
Contradança, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 29x20x10cm.
Contradança, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 29x20x10cm.
Contradança #2, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 29,5x20x10cm.
Contradança #2, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 29,5x20x10cm.
Contradança #3, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 30x20x10cm.
Contradança #3, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 30x20x10cm.
Contradança #3, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 30x20x10cm.
Contradança #3, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 30x20x10cm.
Contradança #3, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 30x20x10cm.
Contradança #3, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 30x20x10cm.
Hora do Brasil, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 18x18x6cm.
Hora do Brasil, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 18x18x6cm.
Hora do Brasil (detalhe), Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 18x18x6cm.
Hora do Brasil (detalhe), Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 18x18x6cm.
Grupo de Risco, Jan M.O., 2020. Objeto, motor, escrita sob papel e parede, 33x30x7cm.
Grupo de Risco, Jan M.O., 2020. Objeto, motor, escrita sob papel e parede, 33x30x7cm.
Grupo de Risco (detalhe), Jan M.O., 2020. Objeto, motor, escrita sob papel e parede, 33x30x7cm.
Grupo de Risco (detalhe), Jan M.O., 2020. Objeto, motor, escrita sob papel e parede, 33x30x7cm.
Contato, Grupo de Risco, Acordo, Hora do Brasil, Insustentável, Contradança e Curva, Jan M.O., 2020. Vídeos.
Contato, Grupo de Risco, Acordo, Hora do Brasil, Insustentável, Contradança e Curva, Jan M.O., 2020. Vídeos.
Acordo, Jan M.O., 2020. Metrônomo e escrita sobre papel cartão, 17x21x12cm.
Acordo, Jan M.O., 2020. Metrônomo e escrita sobre papel cartão, 17x21x12cm.
Acordo (detalhe), Jan M.O., 2020. Metrônomo e escrita sobre papel cartão, 17x21x12cm.
Acordo (detalhe), Jan M.O., 2020. Metrônomo e escrita sobre papel cartão, 17x21x12cm.
Acordo (detalhe), Jan M.O., 2020. Metrônomo e escrita sobre papel cartão, 17x21x12cm.
Acordo (detalhe), Jan M.O., 2020. Metrônomo e escrita sobre papel cartão, 17x21x12cm.
Curva, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 25,5x11x5cm.
Curva, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 25,5x11x5cm.
Curva, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 25,5x11x5cm.
Curva, Jan M.O., 2020. Objeto, mecanismo e escrita sobre papel cartão, 25,5x11x5cm.
Age Quod Agis, Jan M.O., 2019. Madeira, tecido, metal e papel, 101x46x15cm.
Age Quod Agis, Jan M.O., 2019. Madeira, tecido, metal e papel, 101x46x15cm.
Age Quod Agis (detalhe), Jan M.O., 2019. Madeira, tecido, metal e papel, 101x46x15cm.
Age Quod Agis (detalhe), Jan M.O., 2019. Madeira, tecido, metal e papel, 101x46x15cm.
Age Quod Agis (detalhe), Jan M.O., 2019. Madeira, tecido, metal e papel, 101x46x15cm.
Age Quod Agis (detalhe), Jan M.O., 2019. Madeira, tecido, metal e papel, 101x46x15cm.
Age Quod Agis (detalhe), Jan M.O., 2019. Madeira, tecido, metal e papel, 101x46x15cm.
Age Quod Agis (detalhe), Jan M.O., 2019. Madeira, tecido, metal e papel, 101x46x15cm.
Contato, Jan M.O., 2020. Fotografia, papel fotográfico e moldura caixa de madeira, 32x52cm.
Contato, Jan M.O., 2020. Fotografia, papel fotográfico e moldura caixa de madeira, 32x52cm.
Coloque primeiro em você, Jan M.O., 2019-2020. Máscara de oxigênio adesivada, caixa de acrílico e fotografia sobre placa de pvc. Fotografia, 65x65cm.
Coloque primeiro em você, Jan M.O., 2019-2020. Máscara de oxigênio adesivada, caixa de acrílico e fotografia sobre placa de pvc. Fotografia, 65x65cm.
Coloque primeiro em você, Jan M.O., 2019-2020. Máscara de oxigênio adesivada, caixa de acrílico e fotografia sobre placa de pvc. Caixa com máscara, 25x60x13cm.
Coloque primeiro em você, Jan M.O., 2019-2020. Máscara de oxigênio adesivada, caixa de acrílico e fotografia sobre placa de pvc. Caixa com máscara, 25x60x13cm.
Série EGO, com objeto #6 (duas medidas), Jan M.O., 2020. Trenas métricas e fibras de vidro com aplicação de adesivo vinílico, inseridas em redomas de acrílico, dimensões variadas
Série EGO, com objeto #6 (duas medidas), Jan M.O., 2020. Trenas métricas e fibras de vidro com aplicação de adesivo vinílico, inseridas em redomas de acrílico, dimensões variadas
Série EGO, com objeto #6 (duas medidas) (detalhe), Jan M.O., 2020. Trenas métricas e fibras de vidro com aplicação de adesivo vinílico, inseridas em redomas de acrílico.
Série EGO, com objeto #6 (duas medidas) (detalhe), Jan M.O., 2020. Trenas métricas e fibras de vidro com aplicação de adesivo vinílico, inseridas em redomas de acrílico.
Série EGO, com objeto #6 (duas medidas) (detalhe), Jan M.O., 2020. Trenas métricas e fibras de vidro com aplicação de adesivo vinílico, inseridas em redomas de acrílico.
Série EGO, com objeto #6 (duas medidas) (detalhe), Jan M.O., 2020. Trenas métricas e fibras de vidro com aplicação de adesivo vinílico, inseridas em redomas de acrílico.
Série EGO, com objeto #6 (duas medidas) (detalhe), Jan M.O., 2020. Trenas métricas e fibras de vidro com aplicação de adesivo vinílico, inseridas em redomas de acrílico.
Série EGO, com objeto #6 (duas medidas) (detalhe), Jan M.O., 2020. Trenas métricas e fibras de vidro com aplicação de adesivo vinílico, inseridas em redomas de acrílico.
Série EGO, com objeto #6 (duas medidas) (detalhe), Jan M.O., 2020. Trenas métricas e fibras de vidro com aplicação de adesivo vinílico, inseridas em redomas de acrílico.
Série EGO, com objeto #6 (duas medidas) (detalhe), Jan M.O., 2020. Trenas métricas e fibras de vidro com aplicação de adesivo vinílico, inseridas em redomas de acrílico.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.
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Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020. Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020.

Jan M.O. apresenta uma série com máquinas em movimento, que transformam a linguagem escrita, criando múltiplas camadas de significados. Com obras produzidas entre 2019 e 2020, os registros em vídeo e fotografia dos movimentos mecânicos na superfície da palavra, evocam possibilidades de leituras, não só contemporâneas, mas também latentes nas existências cotidianas. As poesias visuais presentes em Contato, Grupo de Risco, Acordo, Hora do Brasil, Insustentável, Contradança e Curva tratam do contágio, do contato, da aproximação e distanciamento, sejam eles geográficos, políticos e ou poéticos. Já Coloque primeiro em você convoca a um exercício do pensar sobre o outro e sobre si próprio nas relações, colocando também o artista enquanto performer que aponta “para si a necessidade de oxigenação diante da intoxicação, viral, emocional e informacional”. Já o desdobramento da série EGO, com objeto #6 (duas medidas), coloca em ênfase a máxima dois pesos e duas medidas, evidenciando as disparidades, injustiças e distâncias sociais confrontadas continuamente nos últimos meses.

Eneléo Alcides e Carolina Ramos | Curadoria

Jan M.O. (1986) é artista visual, ilustrador e graduado em Design Gráfico e Programação Visual em 2010, pela UNIVILLE em Joinville/SC e vive desde 2005 em Santa Catarina . Explora as técnicas do desenho há mais de quinze anos e recentemente pesquisa as práticas da gravura e a criação de objetos. Sua produção utiliza tanto os processos manuais quanto as experiências industriais na elaboração de obras tridimensionais ou na multiplicação do seu trabalho de arte. Jan ministrou cursos e oficinas sobre processos gráficos através de editais, programas educativos e intervenções urbanas. Em sua trajetória constam obras em acervo e prêmios aquisição e seu currículo assinala exposições individuais no Amapá, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe, além de participações em coletivas, bienais e salões em outros estados brasileiros e países como Colômbia e Espanha.

VEJA MAIS

CORPOS E PARTES, de Ana Norogrando

16 04 28 CORPOS E PARTES , Ana Norogrando - exposição (10)

CORPOS E PARTES

ANA NOROGRANDO

ESPAÇO FERNANDO BECK | 28 DE ABRIL A 02 DE JUNHO DE 2016

Nos trabalhos da fase Corpos e Partes, intitulada como neofeminista pelo crítico de arte Gaudêncio Fidelis, a artista une fragmentos de corpos de manequins a peças descartadas de máquinas e equipamentos agrícolas, criando um forte contraste entre a delicadeza “feminina” dos manequins feitos com material leve e a aspereza “masculina” de partes de máquinas feitas de metal pesado. As esculturas provocam questões como gênero e feminismo, abordando por meio de uma linguagem “político-poética” a condição cultural da mulher. Ana Norogrando é formada em Desenho e Plástica pela Escola Superior de Artes Santa Cecília. Natural de Cachoeira do Sul/RS, atuou como docente na Universidade Federal de Santa Maria e no Centro Universitário Franciscano, ambos em seu estado de origem.

Plantas, 2013.
Plantas, 2013.
Giacomediometria, 2013.
Giacomediometria, 2013.
Tubo com cabeça, Submarino, Figura com plano e tecido, Coluna com Braços e Visor Com Figura e Tecidos, 2013-2016.
Tubo com cabeça, Submarino, Figura com plano e tecido, Coluna com Braços e Visor Com Figura e Tecidos, 2013-2016.
Articulação I, II e III, 2013.
Articulação I, II e III, 2013.
Figura com Vermelho, Figura com Dourado, Figura com Flores e Figura com Vidro, 2013-2016.
Figura com Vermelho, Figura com Dourado, Figura com Flores e Figura com Vidro, 2013-2016.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando. (2)Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando. (2)Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
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Plantas, 2013.
Plantas, 2013.
Giacomediometria, 2013.
Giacomediometria, 2013.
Tubo com cabeça, Submarino, Figura com plano e tecido, Coluna com Braços e Visor Com Figura e Tecidos, 2013-2016.
Tubo com cabeça, Submarino, Figura com plano e tecido, Coluna com Braços e Visor Com Figura e Tecidos, 2013-2016.
Articulação I, II e III, 2013.
Articulação I, II e III, 2013.
Figura com Vermelho, Figura com Dourado, Figura com Flores e Figura com Vidro, 2013-2016.
Figura com Vermelho, Figura com Dourado, Figura com Flores e Figura com Vidro, 2013-2016.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando. (2)Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando. (2)Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
Exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando.
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APRESENTAÇÃO

Tubo com cabeça, Submarino, Figura com plano e tecido, Coluna com Braços e Visor Com Figura e Tecidos, 2013-2016.

A inserção da figura humana é destaque nesta fase. A artista emprega fragmentos de corpos de manequins e peças descartadas de máquinas e equipamentos agrícolas em suas esculturas. Estas obras tratam de questões como gênero e feminismo e refletem suas sujeições e limitações culturais em uma linguagem político-poética. Esta fase é intitulada como neofeminista pelo historiador e crítico de arte Gaudêncio Fidelis. “O corpo é abordado nessas obras por meio de uma insistente supressão da integridade física, agora não mais constituída por uma carência entre suas partes, porém fragmentado de maneira definitiva e reintegradas através de procedimentos, ora em sintonia, ora em completa dissonância em sua relação com os materiais… Esses corpos de manequins perfeitos contrastam com as estruturas de ferro às quais se encontram presos ou conectados. A origem industrial de um contrasta com a de outro, promovendo um confronto de considerável efeito conceitual, que multiplica as formas como se fosse uma combinação tecnológica de caráter híbrido”.

Ana Norogrando

VEJA MAIS

ABLUÇÕES, de Célio Braga

abluçoes

ABLUÇÕES

CÉLIO BRAGA

CURADORIA DE HÉRCULES GOULART MARTINS

ESPAÇO 2 | 01 DE MARÇO A 28 DE ABRIL DE 2016

Realizada em parceria com o Museu Victor Meirelles durante o fechamento da Instituição para sua revitalização, Abluções apresenta no Brasil o artista mineiro que reside e produz em Amsterdã. Com uma sólida carreira no exterior e com obras integrando coleções de importantes museus europeus, Célio ainda não desfruta da mesma repercussão no seu país de origem. As séries apresentadas exploram um corpo físico-afetivo-simbólico, reiteradamente construído a partir de imagens intimas e objetos pessoais cedidos por amigos. Registros em close da pele são visceralmente escarificadas, perfuradas, costuradas, desvendando diversas camadas dessas peles, tanto humanas quanto da própria fotografia. Peças de roupas usadas, juntamente com pelos e vestígios humanos são minunciosamente costuradas e bordadas até se transformarem em um objeto sólido incomum. Amálgamas de ex-votos instauram novos sistemas organogênicos. Milhares de bulas de remédios suturam uma imensa cortina atestando a fragilidade do corpo no espanto da epidemia do século. Processos singulares, fatura primorosa, delicadeza e riqueza de detalhes provocam e guiam o expectador por infindáveis narrativas sobre a material idade da existência.

APRESENTAÇÃO

Sem titulo, 2015. Perfurações em impressão, 25x35cm. Fonte: Célio Braga. Em sua exposição individual Abluções, o artista mineiro Célio Braga reúne, em uma instalação, um conjunto de obras relativas a distintos estágios de sua produção. É a primeira vez que elas são exibidas no Brasil, ao contrário
do que acontece na Europa e nos Estados Unidos, onde, além de serem mostradas continuamente, também integram a coleção permanente de várias instituições, como a do Museu Stedelijk, em Amsterdã.
Não se trata aqui de uma retrospectiva, e sim da apresentação de um número de trabalhos que assinalam cinco fases e direções significativas no percurso do artista, durante as duas últimas décadas.
Sua trajetória é marcada pela habilidade de redefinir a expandir fluidamente categorias convencionais como a fotografia e a escultura, entre outras. Os suportes empregados são levados ao limite e mais além, mediante sucessivas experimentações e o uso de materiais e técnicas artesanais inusitados.
Conceitualmente, seu interesse é pautado pelos seguintes tópicos: a fragilidade do corpo, a cura, a passagem irrevogável do tempo, a memória, a natureza definitiva da morte, o luto e a sexualidade.
A ambiguidade sexual muitas vezes presente na obra do artista, em suas formas e componentes, erode e desafia as pretensas representações hegemônicas de gênero e as concepções dominantes de sexualidade. Deste modo, nos oferece uma perspectiva mais híbrida, fluída e polissêmica.
Com uma carga altamente simbólica, os trabalhos apresentados operam como uma narrativa multidimensional, proporcionando ao público múltiplas leituras e estados de fruição. A orquestração espacial das obras, bem como o ato de caminhar entre elas, suplementam-se. Essas, em virtude da delicadeza e da riqueza de detalhes, requerem uma relação mais intimista e de proximidade. É a partir da locomoção do visitante que distintas imagens e objetos passam a configurar um espaço narrativo e afetivo, revelando, assim, interrelações complementares e infindáveis associações.

Hércules Goulart Martins | Curador

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MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA, de Sheila Ortega

16 07 21 MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA, Sheila Ortega - exposição (2)

MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA

SHEILA ORTEGA

ESPAÇO FERNANDO BECK | 21 DE JULHO A 25 DE AGOSTO DE 2016

Uma fração do ambiente doméstico é deslocada de sua situação original para adquirir um novo significado: desenvolvimento de um pensamento sustentado no conceito de natureza-morta e estudo de composição na tradição da pintura. Sobressai a ideia de colecionar o que não se coleciona: a memória do acúmulo. Sheila Ortega é graduada em Artes Plásticas e mestre em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista. Natural de São Paulo/SP, é docente da Faculdade Paulista de Artes e do Centro Universitário Metropolitano de São Paulo.

#13, da Série ao alcançe da mão, 2016. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
#13, da Série ao alcançe da mão, 2016. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
#8, da Série ao alcançe da mão, 2014. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
#8, da Série ao alcançe da mão, 2014. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
#11, da Série ao alcançe da mão, 2015. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
#11, da Série ao alcançe da mão, 2015. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
Habitação #2, 2013. Vídeo, 13'24"
Habitação #2, 2013. Vídeo, 13'24"
Habitação #4, 2014. Vídeo, 11'30"
Habitação #4, 2014. Vídeo, 11'30"
Instalação Pequenos Acúmulos #6, da série Ao alcance da mão 2016. Ferro, alumínio, madeira, cerâmica, vidro, tecido, papelão, sisal e plástico, dimensões variáveis.
Instalação Pequenos Acúmulos #6, da série Ao alcance da mão 2016. Ferro, alumínio, madeira, cerâmica, vidro, tecido, papelão, sisal e plástico, dimensões variáveis.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
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Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
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Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
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Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
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#13, da Série ao alcançe da mão, 2016. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
#13, da Série ao alcançe da mão, 2016. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
#8, da Série ao alcançe da mão, 2014. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
#8, da Série ao alcançe da mão, 2014. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
#11, da Série ao alcançe da mão, 2015. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
#11, da Série ao alcançe da mão, 2015. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
Habitação #2, 2013. Vídeo, 13'24"
Habitação #2, 2013. Vídeo, 13'24"
Habitação #4, 2014. Vídeo, 11'30"
Habitação #4, 2014. Vídeo, 11'30"
Instalação Pequenos Acúmulos #6, da série Ao alcance da mão 2016. Ferro, alumínio, madeira, cerâmica, vidro, tecido, papelão, sisal e plástico, dimensões variáveis.
Instalação Pequenos Acúmulos #6, da série Ao alcance da mão 2016. Ferro, alumínio, madeira, cerâmica, vidro, tecido, papelão, sisal e plástico, dimensões variáveis.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
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Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega. (2) Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega. Nesta exposição o trabalho da artista Sheila Ortega nos indaga sobre o ambiente que nos circunda. A artista nos transfere para diversos espaços: a cozinha, a sala, o quarto, a lavanderia como também para a rua, a cidade e espaços urbanos.
Os objetos escolhidos são comuns, facilmente identificáveis, pois pertencem ao nosso universo contemporâneo. O acúmulo e excesso desconstroem a unidade de cada objeto selecionado cuidadosamente, o resultado deste trabalho sugere um diálogo entre objetos, entre cores e composição, transcendendo suas características particulares e pertinentes às suas funções. A soma e o acúmulo formam nesta obra uma rede única de inter-relações visuais.
Os objetos são esvaziados de sua utilidade, arrancados de sua condição natural e adquirem um novo significado. É diante dessas considerações que a artista se questiona: “Por que nos afeiçoamos às coisas? Por que guardamos objetos e os acumulamos? Quais sentidos os objetos nos reservam? Por que guardamos tanta memória em forma de objetos? Quais são as memórias que dispomos para compor nossos manuais de sobrevivências”?
Quando a artista se pergunta a respeito do acúmulo de objetos, ao sentido que estes nos reservam, não há uma preocupação com os fatos em si, mas sim, com o significado que eles têm para o sujeito que o experimenta. A exposição Manual de Sobrevivência pode provocar reminiscências de um tempo particular, memórias e histórias que não têm como não passar pela emoção e afeto.

Jean-Jacques Vidal

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VISÍVEL DO INVISÍVEL, de Sérgio Adriano H

16 11 18 O VISÍVEL DO INVISÍVEL, Sérgio Adriano H - exposição (23)

VISÍVEL DO INVISÍVEL

SÉRGIO ADRIANO H

ESPAÇO EXTERNO | 18 DE NOVEMBRO DE 2016

A mostra reúne 12 autorretratos do artista intitulados Preto de Alma Branca e Branco de Alma Preta. Criadas solitariamente em estúdio, as obras revelam seu rosto pintado ora de branco e com choro de lágrimas negras, ora em tom negro e lágrimas brancas. O projeto parte de um modo expositivo móvel para ser realizado em praças e calçadas de grande circulação. Na Escadaria e Jardins da Fundação, o artista provoca o público mediante conversas e reflexões sobre arte e racismo. Sérgio Adriano H é formado em Artes Visuais e mestre em Filosofia. Natural de Joinville/SC, o artista estuda e produz entre as cidades de Joinville/SC e São Paulo/SP.

Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
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Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
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SETOR TERCIÁRIO, de Bruno Storni e Renato Maretti

16 09 15 SETOR TERCIÁRIO, Bruno Storni e Renato Maretti - exposição (5)

SETOR TERCIÁRIO

BRUNO STORNI E RENATO MARETTI

CURADORIA DE GABI BRESOLA

ESPAÇO 2 | 15 DE SETEMBRO A 20 DE OUTUBRO DE 2016

Apropriando-se de materiais usados em trabalho por terceirizados, a exposição aborda movimentos da história da arte representando em seu conteúdo o empobrecimento de uma sociedade guiada pelo acúmulo de posse e organizada em setores estabelecidos em todas as ordens sociais, reconfiguradas no Brasil dos últimos anos. Bruno Storni e Renato Maretti são formados em Artes Plásticas pela Fundação Armando Alvares Penteado, com atuação em São Paulo/SP.

Homem Branco, Bruno Storni, 2012. Impressão Fotográfica, 75x100cm.
Homem Branco, Bruno Storni, 2012. Impressão Fotográfica, 75x100cm.
Desvio para o amarelo, Bruno Storni, 2015. Livro de pano de pia e luva de borracha, dimensões variadas.
Desvio para o amarelo, Bruno Storni, 2015. Livro de pano de pia e luva de borracha, dimensões variadas.
Natureza morta, Bruno Storni, 2015. Quadro de avisos e pano de pia, 82x70cm.
Natureza morta, Bruno Storni, 2015. Quadro de avisos e pano de pia, 82x70cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
Panos, Renato Maretti, 2015. Tinta óleo sobre tela, 38x30cm, 22x25cm e 19x26cm.
Panos, Renato Maretti, 2015. Tinta óleo sobre tela, 38x30cm, 22x25cm e 19x26cm.
Horizontalização, Renato Maretti, 2015. Gelo falso, madeira e pregos, 16x12cm.
Horizontalização, Renato Maretti, 2015. Gelo falso, madeira e pregos, 16x12cm.
2,25, Renato Maretti, 2015. Tinta óleo sobre tela, 12,5x18cm.
2,25, Renato Maretti, 2015. Tinta óleo sobre tela, 12,5x18cm.
Modelos, Renato Maretti, 2015. Lápis de cor preto sobre papel de caderno, 12x16,5cm cada.
Modelos, Renato Maretti, 2015. Lápis de cor preto sobre papel de caderno, 12x16,5cm cada.
Fatura Têxtil, Bruno Storni, 2013. Cobertor sobre tela, 165x100cm.
Fatura Têxtil, Bruno Storni, 2013. Cobertor sobre tela, 165x100cm.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
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Homem Branco, Bruno Storni, 2012. Impressão Fotográfica, 75x100cm.
Homem Branco, Bruno Storni, 2012. Impressão Fotográfica, 75x100cm.
Desvio para o amarelo, Bruno Storni, 2015. Livro de pano de pia e luva de borracha, dimensões variadas.
Desvio para o amarelo, Bruno Storni, 2015. Livro de pano de pia e luva de borracha, dimensões variadas.
Natureza morta, Bruno Storni, 2015. Quadro de avisos e pano de pia, 82x70cm.
Natureza morta, Bruno Storni, 2015. Quadro de avisos e pano de pia, 82x70cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
Panos, Renato Maretti, 2015. Tinta óleo sobre tela, 38x30cm, 22x25cm e 19x26cm.
Panos, Renato Maretti, 2015. Tinta óleo sobre tela, 38x30cm, 22x25cm e 19x26cm.
Horizontalização, Renato Maretti, 2015. Gelo falso, madeira e pregos, 16x12cm.
Horizontalização, Renato Maretti, 2015. Gelo falso, madeira e pregos, 16x12cm.
2,25, Renato Maretti, 2015. Tinta óleo sobre tela, 12,5x18cm.
2,25, Renato Maretti, 2015. Tinta óleo sobre tela, 12,5x18cm.
Modelos, Renato Maretti, 2015. Lápis de cor preto sobre papel de caderno, 12x16,5cm cada.
Modelos, Renato Maretti, 2015. Lápis de cor preto sobre papel de caderno, 12x16,5cm cada.
Fatura Têxtil, Bruno Storni, 2013. Cobertor sobre tela, 165x100cm.
Fatura Têxtil, Bruno Storni, 2013. Cobertor sobre tela, 165x100cm.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
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APRESENTAÇÃO

Panos, Renato Maretti, 2015. Tinta óleo sobre tela, 38x30cm, 22x25cm e 19x26cm. Fatura Têxtil, Bruno Storni, 2013. Cobertor sobre tela, 165x100cm. Objetos e materiais cotidianos de limpeza e higiene, em ‘Setor Terciário’, aparecem como elementos estéticos, suportes e como o próprio trabalho.
Um livro totalmente amarelo, para ser visto/lido com luvas de limpeza amarelas em um desvio para o amarelo, citando Cildo Meirelles. Um simulacro de espelho plástico e copos hiperrealistas se apresentam como reais, ao nos aproximarmos, os objetos se revelam como ilusões.
O espectador não se vê no espelho de tela branca. Uma escultura em forma de pirâmide é feita de gelo falso, que assim como a divisão de classes no real só se propõe a horizontalidade, mas permanece como promessa. Uma paisagem fria, uma natureza morta com textura e camadas de cores com pano de limpeza e cobertor de mendigo.
Outras duas paisagens, uma de palavras, de sacos de lixos pretos e azuis, tríade de colagem das paisagens do que é passado. O homem branco perde a identidade com papéis higiênicos que cobrem seu rosto e sua cara. Durante a
exposição dos trabalhos, os artistas se colocam como performers, se colocam na mesma condição dos materiais, como agentes responsáveis em realizar o serviços que ninguém que fazer.
Todos os trabalhos tocam o cotidiano das pessoas comuns e principalmente as que são do ‘setor terciário’. Como na arte povera a fatura está ligada a matéria pobre e descartável, indicando as relações entre os materiais de limpeza e o pensamento artístico sobre esses materiais no meio real.
O gesto dos artistas em transportar e organizar esses objetos destes modos coloca em discussão outros modos de pensar a pintura e a instalação. No caso de ‘Panos’ e ‘Desvio para o amarelo’, de pensar também o ready made, desprezando as noções comuns à arte e à pintura histórica como estilo ou manufatura do objeto de arte e se refere primariamente à ideia e sua utilidade.
‘Setor terciário’ permite pensar na fatura e no conteúdo, pois provoca movimentos e categorias da história da arte de maneira contemporânea, considerando os materiais domésticos que representam sua crítica ao empobrecimento de uma sociedade guiada pelo acúmulo de posse e organizada em setores estabelecidos em todas as ordens sociais.

Gabi Bresola | Curadora

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