Festival de Cinema Europeu é exibido na Fundação Cultural Badesc

18342573_1291519274300147_6717363921937629594_nO Cineclube da Fundação Cultural Badesc recebe dos dias 29 de maio a 3 de junho o 13ª Festival de Cinema Europeu, evento realizado em doze capitais brasileiras e o Distrito Federal para festejar o Dia da Europa (9 de maio) e aproximar o Brasil do Velho Continente. Em Florianópolis serão exibidos 14 filmes de diversos países como Alemanha, Suécia, França, Itália, Hungria, Espanha, Dinamarca e Eslováquia.

Este ano o Festival traz o tema Mulheres em Cena.  Serão prestigiadas produções dirigidas por mulheres ou que abordem questões femininas. Na Fundação Cultural Badesc os títulos exibidos serão: Hannah Arendt , Belleville Baby  , O Menino na Ponte, Pânico, Tigres na Cidade, Marie Krøyer, De sua janela à minha, Nossa Estrangeira, O primeiro cargo, Marcela, Mamãe e outras figuraças da família, A Excêntrica Família de Antônia, Amália – O Filme e O Caminho de Halima.

De acordo com a presidente da Associação dos Institutos Culturais, Embaixadas e Consulados de países membros da União Europeia Brasília (EUNIC), Lieselotte Pellens, a ideia do Festival é estimular a proximidade entre o Brasil e a União Europeia.

“Diversidade é uma palavra chave tanto para o Brasil quanto para a União Europeia. É como um terreno fértil onde novas ideias podem brotar e a criatividade florescer”, explica Lieselotte.

Todas as sessões são gratuitas, com distribuição de ingressos a partir de uma hora antes de cada sessão.

 

Programação

Dia 29, segunda-feira, Festival de Cinema Europeu

17h

Hannah Arendt

de Margarethe von Trotta. Alemanha.  2012. 112 min. Drama, Biografia. 12 anos.

A história da filósofa e cientista política Hannah Arendt, especificamente sua cobertura sobre o julgamento do oficial nazista Adolf Eichmann na Nova Iorque da década de 50.

19h

Belleville Baby

de Mia Engberg. Suécia. 2013. 75 min. Drama. 15 anos.

Um amante do passado liga para uma diretora de cinema e diz a ela que passou vários anos na prisão. Com isso ela se recorda de diversas lembranças, inclusive do dia em que ele desapareceu.

 

Dia 30, terça-feira, Festival de Cinema Europeu

17h

O Menino na Ponte

(Boy on the Bridge) de Petros Charalambous. Chipre. 2016. 85 min. Drama. Sem classificação.

Sócrates, de doze anos, passa os dias em sua bicicleta pelas ruas de sua vila, brincando e atormentando os residentes locais. Sua vida despreocupada chega ao fim quando descobre que sua tia e primo sofrem violência doméstica por parte de seu tio.

19h

Pânico

(Panika) de Barbara Zemljič. Eslovênia. 2013. 103 min. Drama, comédia. 15 anos.

Vera, uma quarentona reprimida, entediada e presa em sua rotina, torna-se obcecada com a ideia de que nunca mais vai se apaixonar. Ao ler a sua sorte na borra de uma xícara de café ela descobre que sua vida irá mudar repentinamente.

 

Dia 31, quarta-feira, Festival de Cinema Europeu

17h

Tigres na Cidade

(Tigre v meste) de Juraj Krasnohorský. Eslováquia. 2012. 100 min. Comédia, drama. 16 anos.

Uma tentativa de retratar aqueles que estão na faixa dos trinta anos e começam a ver a vida de uma forma séria.

19h

Marie Krøyer

de Bille August. Dinamarca. 2012. 103 min. Drama, romance.

Marie Krøyer foi pintora, casada com o também pintor dinamarquês P.S. Krøyer. No auge do seu casamento, a doença mental dele fica cada vez mais grave e Marie tem de se dividir entre os cuidados com a família e a arte.

 

 

Dia 1, quinta-feira, Festival de Cinema Europeu

17h

De sua janela à minha

(De tu ventana a la mía) de Paula Ortiz. Espanha. 2011. 107 min. Drama. Livre.

Violeta, Inês e Luisa são mulheres de idades diferentes, cujos dias transcorrem em aparente placidez do outro lado da janela.

19h

Nossa Estrangeira

(Notre Etrangère) de Sarah Bouyain. França, Burkina Faso. 2010. 82 min. Drama. Livre.

Jovem sai de Paris e retorna a sua terra natal, Burkina Fasso, procurando sua mãe, da qual foi separada aos 8 anos. Paralelamente, uma burquinense procura desesperadamente por sua filha em Paris.

 

Dia 2, sexta-feira, Festival de Cinema Europeu

15h

O primeiro cargo

(Il primo incarico) de Giorgia Cecere. Itália. 2011. 90 min. Drama. Livre.

Em 1953, jovem professora assume cargo em um vilarejo da Puglia, onde encontra uma realidade hostil e quase arcaica.

17h

Marcela

de Helena Trestíková. Rep. Tcheca. 2007. 80 min. Documentário. 12 anos.

A vida de uma cidadã tcheca ao longo de várias décadas, mostrando sua luta diária e as tragédias vividas.

19h

Mamãe e outras figuraças da família

(Anyám és más futóbolondok a családból) de Ibolya Fekete. Hungria. 2015. 108 min. Drama. 12 anos.

A história de quatro gerações de mulheres durante o século XX na Hungria, passando pelas mudanças que o país atravessou, entre elas, guerras mundiais, tratados de paz, revolução.

 

Dia 3, sábado, Festival de Cinema Europeu

14h

A Excêntrica Família de Antônia

(Antonia) de Marleen Gorris. Países Baixos. 1995. 102 min. Comédia dramática. Livre.

Comandada por Antônia, uma saga familiar atravessa três gerações, falando de força, de beleza e de escolhas que desafiam o tempo.

16h

Amália – O Filme

De Carlos Coelho da Silva. 2008. 127 min. Drama / Biografia. 12 anos.

Retrato romanceado de um período longo da vida da fadista Amália Rodrigues, figura fundamental na história do século XX português.

18h30

O Caminho de Halima

(Halimin put) de Arsen Anton Ostojić. Croácia. 2012. 83 min. Drama. Livre.

Corajosa e forte mulher muçulmana tenta encontrar os restos mortais de seu filho morto na Guerra da Bósnia. Para isso, ela precisa reviver dores e mistérios do passado.

 

Serviço:
O que: Festival de Cinema Europeu
Quando: 29 de maio a 3 de junho de 2017
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Entrada gratuita – distribuição de inressos a partir de uma hora antes de cada sessão.

Cineclube exibe filme Quanto Mais Quente Melhor

18358659_1291519257633482_4018120320618876211_oNa terça-feira, 16 de maio, às 19h, o Cineclube da Fundação Cultural Badesc apresenta a sessão O Filme que eu gostaria de ter feito, em que um convidado escolhe um vídeo para apresentar e discutir com o público. O filme exibido será Quanto Mais Quente Melhor, escolhido pelo crítico José Geraldo Couto.

 

O longa metragem, com Jack Lemmon, Tony Curtis e Marilyn Monroe, desafiou algumas convenções cinematográficas da década de 1950, abordando temas como cross dressing – termo que se refere a pessoas que vestem roupa ou usam objetos associados ao sexo oposto – e homossexualidade com naturalidade e irreverência.

 

José Geraldo Couto é crítico de cinema, jornalista e tradutor. Trabalhou durante mais de vinte anos na Folha de São Paulo e três na revista Set. Publicou, entre outros livros, André Breton (Brasiliense), Brasil: Anos 60 (Ática) e Florianópolis (Coleção Cidades do Brasil, Publifolha). Participou com artigos e ensaios dos livros O cinema dos anos 80 (Brasiliense), Folha conta 100 anos de cinema (Imago) e Os filmes que sonhamos (Lume), entre outros. Escreve regularmente sobre cinema para a revista Carta Capital e mantém uma coluna de cinema no blog do Instituto Moreira Salles.

 

Sinopse

Quanto Mais Quente Melhor

(Some Like it Hot) de Billy Wilder. EUA. 1959. 121 min. Comédia, romance. Livre. Com Marilyn Monroe, Tony Curtis, Jack Lemmon.

Após testemunhar um assassinato de gângsters, uma dupla de músico se disfarça de mulheres para poder fugir da cidade.

Serviço:
O que: Sessão O Filme que Eu gostaria de Ter Feito, com a exibição de Quanto Mais Quente Melhor
Quando: 16 de maio de 2017, terça-feira, às 19h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Entrada gratuita

Cineclube apresenta curtas-metragens experimentais

18156400_1276143679171040_2365493778746762697_oNo dia 5 de maio, sexta-feira, às 19h, o Cineclube da Fundação Cultural Badesc exibe Pontilhismo e Meu Pai Adonai, dois curtas de realizadores de Florianópolis que trazem um olhar experimental em sua foma.

 

Como a técnica de pontilhismo usada nas pinturas do impressionismo francês, o filme Pontilhismo, do diretor Eduardo Ceron, busca compor uma forma através de pontos luminosos em movimento. Um diálogo entre cinema e pintura que permite um olhar renovado sobre o real.

 

O filme de Luiz F. F. Machado, em sessão de pré-estreia, apresenta a história de Adonai, um dos maiores jogadores brasileiros de futebol que no auge de sua carreira, atuando pelo Juventus, envolveu-se com a máfia italiana e com o desenfreado consumo de drogas. Adonai terminou sua vida vendendo lanches num trailer em Veneza na Praça de San Marco.

 

Após a exibição dos filmes, haverá debate com os diretores. A entrada é gratuita.

 

 

Os diretores

Eduardo Ceron é artista visual e estudante de Cinema, já trabalhou como diretor de fotografia, diretor e tatuador.

Luiz é produtor audiovisual da Central Única das Favelas (Cufa/Laguna), diretor executivo da Companhia Boanova de Cinema Regional e empreendedor da Estética da Sopa de Pedra.

 

 

Serviço:

O que: Exibição do curta-metragem Pontilhismo e pré-estreia do curta Meu Pai Adonai
Quando: 5 de maio de 2017, sexta-feira, às 19h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Entrada gratuita

Programação do Cineclube para maio de 2017

Dia 2, terça-feira, 19h, Cine Africano

2 - os silêncios do palacioOs Silêncios do Palácio

(Samt el qusur) De Moufida Tlatli. Tunísia,França. 1994. 128 min. Drama. 16 anos. Com Amel Hedhili, Najia Ouerghi, Hend Sabri.

A vida de Alia muda com a notícia da morte do príncipe, em cujo palácio sua mãe fora criada. No funeral, ela recorda sua infância no imenso palácio, onde observou todas as formas de opressão impostas às mulheres e sua relação proibida com a filha do príncipe.

 

Dia 3, quarta-feira, 19h, Art 7

3 - 19841984

de Michael Anderson. Reino Unido. 1956. 90 min. Drama, Ficção científica. Sem classificação. Com Edmond O’Brien, Jan Sterling, Michael Redgrave.

Em uma sociedade futurística totalitária, controlada pelo “Big Brother”, o amor é proibido. Um funcionário do Estado, responsável por reescrever a história, se apaixona e passa a ser visto como rebelde, sofrendo tortura e lavagem cerebral pelo seu crime.

 

Dia 4, quinta-feira, 19h, Estreia

4 - GuerrilhaGuerrilha – A trajetória da Dorsal Atlântica

de Frederico Neto, Alexander Aguiar. Brasil. 2015. 74 min. Documentário. 14 anos. Com Carlos Lopes, Alexandre Farias, André Barcinski.

o filme documenta o retorno da formação clássica da banda  Dorsal Atlântica, separada há mais de 20 anos, para abordar as polêmicas da música extrema nas décadas de 80 e 90.

Haverá debate com a presença do diretor: Frederico Neto, gestor cultural e ocupante da cadeira de audiovisual do Conselho Municipal de Cultura do Rio de Janeiro.

 

Dia 5, sexta-feira, 19h, Os Diretores Apresentam

5 - meu pai adonaiMeu Pai Adonai – Pré-estreia

de Luiz Fernando F. Machado. Brasil, Itália. 2017.14 min. Ficção experimental. 16 anos. Com Adonai Supi Machado e Luiz F. F. Machado

A explosiva história de Adonai, um dos maiores jogadores brasileiros de futebol de todos os tempos que no auge de sua carreira envolveu-se com a máfia italiana e com o consumo de drogas. Adonai terminou sua vida vendendo lanches num trailer em Veneza.

18198404_1276051545846920_7810528562705419080_nPontilhismo

De Eduardo Cerron. Brasil. 2015. 6min. Experimental. Sem classificação.

Estudo visual e sonoro sobre a luz.

Haverá debate com a presença dos diretores Luiz F. F. Machado, realizador da Boanova Filmes; Eduardo Cerron, artista visual e estudante de Cinema. Já trabalhou como diretor de fotografia, diretor e tatuador.

 

Dia 8, segunda-feira, 19h, Sessão Divã

8 - estive em lisboa e lembrei de voceEstive em Lisboa e lembrei de você

de José Barahona. Brasil,Portugal. 2015. 94 min. Drama. 16 anos. Com Paulo Azevedo, Renata Ferraz, Amanda Fontoura.

Depois de um casamento frustrado, Sérgio resolve emigrar de Cataguases, no Brasil, para Lisboa, na tentativa de fazer um bom pé de meia para depois retornar à terra natal. Chegando lá, é confrontado com a realidade da imigração, bem diferente daquilo que sonhou.

Comentaristas: Leomaris W. Aires – licenciada em Língua Francesa e Literaturas (UFSC), mestre e doutoranda em Estudos da Tradução (UFSC). Mª Cecília Fritsche – psicóloga e psicanalista, membro da associação FCL-Fpólis em formação, bacharela em Letras e Literatura Francesa (UFSC).

 

Dia 9, terça-feira, 19h, Foco em Cinema – David Wark, Pioneiro

9 - griffithMusketeers of Pig Alley

De D. W. Griffith. EUA. 1912. 17min. Crime. Sem classificação. Com Elmer Booth, Lillian Gish e Clara T. Bracy.

Casal pobre se vê em meio a guerra de gangues rivais.

An unseen enemy

De D. W. Griffith. EUA. 1912. 17min. Suspense. Sem Classificação. Com Lillian Gish, Dorothy Gish e Elmer Booth.

Duas irmãs são mantidas reféns em um quarto mediante o uso de uma arma num buraco na parede.

Mothering heart

De D. W. Griffith. EUA. 1913. 29min. Drama. Sem classificação. Com Lillian Gish, Walter Miller e Kate Bush.

Mulher abandona marido infiel, mas se descobre grávida.

A corner in wheat

De D. W. Griffith. EUA. 1909. 14min. Drama. Sem classificação. Com Frank Powell, Grace Henderson e James Kirkwood.

Magnata malvado aumenta o preço do trigo no mercado, destruindo a vida de fazendeiros humildes.

 

Dia 10, quarta-feira, 19h, Art 7

10 - planeta dos macacosO Planeta dos Macacos

(Planet of the Apes) de Franklin J. Schaffner. EUA. 1968. 112min. Aventura, Ficção científica. Sem classificação. Com Charlton Heston, Roddy McDowall, Kim Hunter.

Um astronauta americano viaja por séculos em estado de hibernação. Ao acordar, ele e seus companheiros se vêem em um planeta dominado por macacos, no qual os humanos são tratados como escravos e nem mesmo têm o dom da fala.

 

Dia 11, quinta-feira, 19h, Imagens Políticas

11 - filme mashi trasiFilme MashiTrasi que Trasi

de Eduardo J. Alter. Palestina/Espanha. 2009. 52min. Documentário. Sem classificação.

Uma caravana de palhaços vai a Palestina com a missão de derrubar o Muro da vergonha com a sua única força: o riso.

Cápsula Festclown Palestine- West Bank 2014

de Pallasos en Rebeldía e Traço Cia de Teatro. Brasil, Palestina. 2014. 8 min. Documentário. Sem classificação.

Um pouco da intervenção dos palhaços da Traço Cia de Teatro na Palestina.

Comentaristas: integrantes dos Pallasos en Rebeldía no Brasil.

 

 

 

Dia 12, sexta-feira, 19h, Psicanálise Vai ao Cinema

12 - dente caninoDente Canino

(Kynodontas) de Yorgos Lanthimos. Grécia. 2009. 96min. Drama. 16 anos. Com Christos Stergioglou, Aggeliki Papoulia, Christos Passalis.

Com uma lei de ferro bastante singular, um pai educa seus filhos privados dos usuais laços sociais, até o imprevisto de um encontro.

Comentarista: Laureci Nunes, psicanalista, membro EBP-SC/AMP.

 

Dia 15, segunda-feira, 19h, Cinema, Chá e Cultura

15 - nao estou la horizontalNão Estou Lá

(I’m not there) de Todd Haynes. EUA, Alemanha. 2007. 135 min. Drama. 12 anos. Com Cate Blanchett, Richard Gere, Heath Ledger.

Seis atores interpretam versões de distintas fases da vida de Bob Dylan.

Comentarista: Ana Lúcia da Silveira Machado, assessora de relações internacionais (IFSC), graduada em Português-Inglês (FESC), com especialização em Educação para a Diversidade (IFSC).

 

Dia 16, terça-feira, 19h, O Filme que eu Gostaria de Ter Feito

16 - quanto mais quente melhorQuanto Mais Quente Melhor

(Some Like it Hot) de Billy Wilder. EUA. 1959. 121 min. Comédia, romance. Livre. Com Marilyn Monroe, Tony Curtis, Jack Lemmon.

Após testemunhar um assassinato de gângsters, uma dupla de músico se disfarça de mulheres para poder fugir da cidade.

Comentarista: José Geraldo Couto, crítico de cinema, jornalista e tradutor; escreve regularmente sobre cinema para a revista Carta Capital e mantém uma coluna de cinema no blog do Instituto Moreira Salles.

 

Dia 17, quarta-feira, 19h, Art 7

17 - fahrenheit 451Fahrenheit 451

de François Truffaut. Reino Unido. 1966. 112min. Ficção científica, Fantasia. Sem classificação. Com Oskar Werner, Julie Christie, Cyril Cusack.

Em um futuro próximo, os “bombeiros” têm como função queimar qualquer material impresso, pois a literatura é vista como propagadora da infelicidade. Um homem questiona tal raciocínio quando vê uma mulher preferir ser queimada com sua biblioteca ao invés de permanecer viva.

 

Dia 18, quinta-feira, 19h, Cine Alemão

18 - pais do silencio e da escuridaoO País do Silêncio e da Escuridão

(Land des Schweigens und der Dunkelheit) de Werner Herzog. Alemanha ocidental. 1971. 85 min. Documentário. Sem classificação.

Acompanha a vida de surdos-cegos: alguns encontraram refúgio num asilo; outros estão abandonados. Num plano mais profundo, o espectador descobre um ensaio fílmico e sensorial sobre a comunicação

 

Dia 19, sexta-feira, 19h, Cine Aliança Francesa


19 - a permanenciaA permanência

(La permanence) de Alice Diop. França. 2016. 97min. Documentário. Livre.

No Hospital Público de Avicenne são atendidos os pacientes imigrantes sem documentos. Há o que se parece com uma ilha de abandonados: homens doentes, marcados na carne por uma dor que é sua sentença de exílio. Ali ainda encontram a única maneira de levantar-se e resistir.

 

Dia 22, segunda-feira, 19h, Múltipla Dança

22Mostra de Vídeo-dança: parceria com o dança em foco – Festival internacional de Vídeo & Dança

 

COROEDIÇÕES AMÉRICAS

A Árvore do Esquecimento de  Vinícius Cardoso. Brasil. 2015. 3 min. Coreografia: Jorge Garcia

3 Conversations de Tara Knight e Rebecca Salzer. Estados Unidos. 2015. 4 min. Coreografia: Rebecca Salzer

Right Here de Tara Knight e Rebecca Salzer. Estados Unidos. 2015. 3 min. Coreografia: Rebecca Salzer

Fall de Paulina Rutman. Chile. 2015. 6 min. Coreografia: Paulina Rutman.

Apartes de Alexandre Veras e Ernesto Gadelha. Brasil. 2015. 8 min. Coreografia: Ernesto Gadelha

 

EXPERIMENTOS

Fel i cidade de Paulo Cavalcanti. Brasil. 2014. 3 min. Coreografia: Maíra Alves

De água nem tão doce de Laura Virgínia e Shirley Farias. Brasil. 2006. 8 min. Coreografia: Laura Virgínia e Shirley Farias

Além da maré escura de Pedro Ventura. Brasil. 2014. 4 min. Coreografia: Sara Marchezini

Além da maré clara de Pedro Ventura. Brasil. 2014. 3 min. Coreografia: Sara Marchezini

Vindinós de Joana Laranjeira. Portugal. 2015. 11 min. Coreografia: Joana Laranjeira

Território feminino de Sarah Ferreira. Brasil. 2015. 4 min. Coreografia: Monica Pimenta

 

Dia 23, terça-feira, 19h, Múltipla Dança

23 - mostra videodancaMostra de Vídeo-dança: parceria com o dança em foco – Festival internacional de Vídeo & Dança

CURTAS INTERNACIONAIS

[blind]agem de Vinícius Costa. Brasil. 2015. 3 min. Coreografia: Grupo LAUT

Hundred sculptures of sembah de Yulius Seto. Java/Indonésia, 2015.10 min. Coreografia: Elsa Montenegro

2412 de John T. Williams. Estados Unidos. 2013. 8 min. Coreografia: Lisa K. Lock

Estancados de Ana Cecília Moreno. Bolívia. 2014. 8 min. Coreografia: Ana Cecília Moreno, Andrea Garnica, Lucia Alem, María Laura Sanz e Esteban Aranda.

Birds flying from my skull de Olivia Orthof. Estados Unidos. 2013. 5 min. Coreografia: Olivia Orthof

Finca de Larissa Paraguassú. Brasil. 2015. 5 min. Coreografia: Gabriela Gorges e Juarez Moniz

Plow plant reap de Marta Renzi. Estados Unidos. 2015. 13 min. Coreografia: Marta Renzi

Poroso de Yuri Tripodi. Brasil. 2015. 2 min. Coreografia: Yuri Tripodi

 

Dia 24, quarta-feira, 19h, Art 7

24 - no mundo de 2020No Mundo de 2020

(Soylent Green) de Richard Fleischer. EUA. 1973. 97min. Aventura, Ficção científica. Sem classificação. Com Charlton Heston, Edward G. Robinson, Leigh Taylor-Young.

Em 2022, Robert Thorn investiga o assassinato de um executivo cuja companhia produz uma comida sintética nutritiva. Mas, no processo de rastrear o assassino, Thorn desvenda várias informações chocantes sobre os ingredientes do produto.

 

Dia 25, quinta-feira, 19h, Estreia

25 - mirarMirar

de Alejandro P. D. Medina. Bolívia. 2014. 90 min. Drama. Sem classificação.

Bolívia, final dos anos 80: um menino de nove anos vive num equilíbrio delicado entre tristeza e alegria. Seu mundo é feito de pequenos eventos, dentre os quais a chuva é o mais adorado e misterioso.

 

Dia 26, sexta-feira, 19h, Dois Dias de Psicose

26 - a permanenciaPsicose

(Psycho) de Alfred Hitchcock. EUA. 1960. 109 min. Terror, crime. 14 anos. Com Anthony Perkins, Janet Leigh, Vera Miles.

Secretária impulsivamente rouba dinheiro de um cliente de seu chefe e terá que lidar com as consequências.

 

Dia 27, sábado, 15h, Dois Dias de Psicose

27 - psicosePsicose

(Psycho) de Gus Van Sant. EUA. 1998. 109 min. Terror, crime. 14 anos. Com  Vince Vaughn, Anne Heche, Julianne Moore.

Jovem foge com dinheiro de um cliente de seu chefe e se esconde num motel à beira da estrada.

Comentarista: Mauro Pommer – Jornalista pela PUC-MG, Mestre em Filosofia pela UFMG, Doutor em Cinema pela Universidade de Paris 1 – Sorbonne. Lecionou Jornalismo, depois Cinema na UFSC até 2013.

 

Dia 29, segunda-feira, Festival de Cinema Europeu

17h

29 - hannah arendtHannah Arendt

de Margarethe von Trotta. Alemanha.  2012. 112 min. Drama, Biografia. 12 anos.

A história da filósofa e cientista política Hannah Arendt, especificamente sua cobertura sobre o julgamento do oficial nazista Adolf Eichmann na Nova Iorque da década de 50.

19h

29 - belleville babyBelleville Baby

de Mia Engberg. Suécia. 2013. 75 min. Drama. 15 anos.

Um amante do passado liga para uma diretora de cinema e diz a ela que passou vários anos na prisão. Com isso ela se recorda de diversas lembranças, inclusive do dia em que ele desapareceu.

 

Dia 30, terça-feira, Festival de Cinema Europeu

17h

30 - menino na ponteO Menino na Ponte

(Boy on the Bridge) de Petros Charalambous. Chipre. 2016. 85 min. Drama. Sem classificação.

Sócrates, de doze anos, passa os dias em sua bicicleta pelas ruas de sua vila, brincando e atormentando os residentes locais. Sua vida despreocupada chega ao fim quando descobre que sua tia e primo sofrem violência doméstica por parte de seu tio.

19h

30 - panicoPânico

(Panika) de Barbara Zemljič. Eslovênia. 2013. 103 min. Drama, comédia. 15 anos.

Vera, uma quarentona reprimida, entediada e presa em sua rotina, torna-se obcecada com a ideia de que nunca mais vai se apaixonar. Ao ler a sua sorte na borra de uma xícara de café ela descobre que sua vida irá mudar repentinamente.

 

Dia 31, quarta-feira, Festival de Cinema Europeu

17h

31 - tigres na cidadeTigres na Cidade

(Tigre v meste) de Juraj Krasnohorský. Eslováquia. 2012. 100 min. Comédia, drama. 16 anos.

Uma tentativa de retratar aqueles que estão na faixa dos trinta anos e começam a ver a vida de uma forma séria.

 

 

19h

31 - marie kroyerMarie Krøyer

de Bille August. Dinamarca. 2012. 103 min. Drama, romance.

Marie Krøyer foi pintora, casada com o também pintor dinamarquês P.S. Krøyer. No auge do seu casamento, a doença mental dele fica cada vez mais grave e Marie tem de se dividir entre os cuidados com a família e a arte.

 

Cineclube apresenta Guerrilha – a trajetória da Dorsal Atlântica

18119089_1274034699381938_2682867805164631076_nNo dia 4 de maio, quinta-feira, às 19h, o Cineclube da Fundação Cultural Badesc exibe o filme Guerrilha – a trajetória da Dorsal Atlântica, de Frederico Neto e Alexander Aguiar. A produção reúne a história do Heavy Metal brasileiro através do legado deixado pela banda Dorsal Atlântica, uma das precursoras do gênero. Após a sessão haverá debate com a presença de Frederico Neto.
Guerrilha – a trajetória da Dorsal Atlântica aborda as polêmicas da música extrema nas décadas de 1980 e 1990, registradas em imagens raras e depoimentos exclusivos. O filme também acompanha a gravação do primeiro disco após a retomada da banda, em 2012.
Alexander Aguiar trabalha como pesquisador audiovisual, além de integrar o Thy Light (Black Metal). Frederico Neto atua como gestor cultural e ocupa a cadeira de audiovisual do Conselho Municipal de Cultura do Rio de Janeiro.
Serviço:
 
O que: Exibição do filme Guerrilha – a trajetória da Dorsal Atlântica
Quando: 4 de maio de 2017, quinta-feira, às 19h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Entrada gratuita

Cinema ao Vivo: Filme Velho e Novo será exibido no Cineclube

18157090_1271658822952859_5978778298986719607_nNo dia 27 de abril, quinta-feira, às 19h, o Cineclube apresenta o filme Velho e o Novo, do diretor soviético Sergei Eisenstein.

O filme será apresentado com trilha sonora executada ao vivo por Luiz Felipe G. Soares, professor do curso de Graduação em Cinema e do Programa de Pós-Graduação em Literatura da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A trilha sonora que ele vai apresentar ao piano é um trabalho de colagem de fragmentos com base na pesquisa que vem desenvolvendo desde que fez seu estágio pós-doutoral sobre Eisenstein em 2015.

A narrativa de Velho e o Novo gira em torno do processo de coletivização da produção em uma aldeia de camponeses. O objetivo é desviar das leituras tradicionais sobre a obra de Eisenstein, que costumam focar-se na análise de significados e no viés ideológico.

Serviço:

O que: Exibição do filme Velho e Novo, do diretor Sergei Eisenstein, com trilha sonora ao vivo.
Quando: 27 de abril de 2017, quinta-feira, às 19h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Entrada gratuita

Cineclube exibe O Casamento de Clarice e Bataille

18033120_1264851410300267_7967941293152437001_nNo dia 24 de abril, segunda-feira, às 19h, o Cineclube da Fundação Cultural Badesc exibe O Casamento de Clarice e Bataille. O filme transita nos contextos de vídeo-arte, cinema e literatura e parte da ideia de aproximação conceitual e ficcional entre os escritores Clarice Lispector e Georges Bataille.
 
Na produção, o casal constrói um espaço-tempo lento e introspectivo, imersos em gestos e ambientes domésticos. Rejeitando uma estrutura narrativa convencional, os personagens habitam os mesmo espaços, mas não contracenam. Sem encontros, sem diálogos, o filme coloca em questão o termo que o intitula: o casamento, que, neste caso, excede o contrato social, amoroso ou físico e é pensado como experiência literária
 
Realizado entre 2015 e 2017 com recursos do Prêmio Catarinense de Artes Visuais – Edital Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura, promovido pela Fundação Catarinense de Cultura, o trabalho conta com direção de Aline Dias e Julia Amaral, direção de fotografia de Diego Canarin, faixa sonora de Raquel Stolf e edição de Rodrigo Amboni.
 
Após a exibição haverá debate com a realizadora Julia Amaral.
 
 
 
Serviço:
 
O que: Exibição do filme O Casamento de Clarice e Bataille
Quando: 24 de abril de 2017, segunda-feira, às 19h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Entrada gratuita

Fundação Badesc recebe evento da organização Médicos Sem Fronteiras

Convite WEB Médicos Sem FronteirasNo dia 25 de abril, terça-feira, o Cineclube da Fundação Cultural Badesc apresenta programação sobre a Médicos Sem Fronteiras (MSF), organização humanitária internacional que leva cuidados de saúde a pessoas afetadas por diversos tipos de calamidades em todo o mundo. A MSF oferece ajuda exclusivamente com base na necessidade das populações atendidas, sem discriminação de raça, religião ou convicção política e de forma independente de poderes políticos e econômicos. Haverá exibição de filmes e palestra.
A programação inicia às 16h com o vídeo MSF Unlimited, documentário que apresenta histórias marcantes dos 40 anos de Médicos Sem Fronteiras e relatos de profissionais que presenciaram algumas das piores crises humanitárias do mundo.
Em seguida, Renato Souza, enfermeiro que atuou em 13 projetos de campo da organização, compartilhará sua experiência com o público. Renato trabalhou em países como Moçambique e Sudão do Sul.
Às 19h o Cineclube exibe o filme Fogo nas Veias, que trata da falta de acesso a medicamentos contra a Aids na África, devido aos altos valores impostos pela indústria farmacêutica. O ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton e o arcebispo Desmond Tutu, entre outros entrevistados, mostram como se deu a luta para superar o monopólio criado pela indústria de remédios.
 
Os dois filmes apresentados são produções da organização Médicos sem Fronteiras.
Serviço:
 
O que: Programação Médico Sem Fronteiras com exibição de filmes e palestra.
Quando: 25 de abril de 2017, terça-feira, a partir das 16h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Entrada gratuita – distribuição de senhas a partir das 15h.

Cineclube apresenta episódios de séries que tratam de temas do universo feminino


17904425_1263726190412789_3247585725230789568_nNo dia 20 de abril, às 19h, o Cineclube da Fundação Cultural Badesc apresenta episódios das séries Mães e Super, duas produções realizadas em Florianópolis, produzidas por equipes majoritariamente femininas e que tratam de temas do universo das mulheres.
A série Mães, por meio de um mergulho na experiência de diversas mulheres, questiona a romantização do fato de ser mãe e revela um modelo de maternidade que glorifica a força materna para, ao mesmo tempo, perpetuar as mães como principais responsáveis pela criação das crianças. O filme aborda os medos, as culpas e todos os sentimentos contraditórios que fazem parte da maternidade real.
Super é uma micro websérie que narra a trajetória de jovens mulheres que descobrem ter poderes e que não estão sozinhas. Um dos objetivos da série é valorizar o protagonismo das mulheres na tanto no processo de realização quanto dentro da narrativa e também no público-alvo.
Após a sessão, haverá debate com a presença das produtoras: Daniela Geisler, formada em Cinema pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), dirigiu dois curtas de ficção vencedores de editais; Tamar Bender, formada em Cinema pela UFSC, trabalhou como editora na microssérie da RBS Joinville do Alto.
A sessão inicia às 19h e a entrada é gratuita.
Serviço:
 
O que: Exibição de episódios das séries Mães e Super
Quando: 20 de abril de 2017, segunda-feira, às 19h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Entrada gratuita