Documentário Tatá – O Oleiro estreia na Fundação Cultural BADESC

Evento virtual será realizado na quarta-feira, dia 10 de fevereiro no canal do Youtube da Fundação

Fotografia de Ernesto Domingues

O Cineclube Fundação Cultural BADESC faz no dia 10 de fevereiro, o lançamento do documentário Tatá – O Oleiro. A atividade virtual será a partir das 19h no  Canal do YouTube da instituição e conta com a participação da diretora Elisa Schmidt.

O link para assistir o curta, que faz um recorte do ofício da olaria, apresentando as memórias e a genuína relação dos oleiros com a tradicional arte do barro, será divulgado durante a live de lançamento.

Em meia hora de filme, Eliatar Silva – o Tatá, oleiro há 40 anos, compartilha os detalhes do processo de produção da cerâmica desde o início no torno, passando pela pintura até a secagem final da peça. Ele também revisita suas memórias de infância, em São José, e fala de sua dedicação diária pela arte manual, que transforma o barro em peças utilitárias. É durante o trabalho na Olaria que leva seu nome  – uma das únicas que ainda produzem em larga escala em Florianópolis e região – que panelas, vasos, cumbucas e saladeiras são criadas artesanalmente e comercializadas para bares, hotéis e restaurantes, contribuindo para o resgate da identidade cultural da cidade.

Outras personalidades são apresentadas na narrativa: ceramistas tradicionais como Leonardo Truppell, filho do oleiro Germano Truppel e Ivanir Silva, filho de um dos maiores oleiros de São José, Vilson Marino da Silva. A Olaria ainda reúne Rozalino Quechiné e Maureci de Oliveira, que trabalham nos ajustes e pintura.

“Registramos, sob a perspectiva dos oleiros locais, o trabalho artesanal e único da Cerâmica Açoriana Tatá, a olaria de maior escoamento de louças da região. O documentário traz, através de suas vivências e anseios diante das mudanças, relevância histórica, cultural e econômica de uma das tradições açorianas que corre o risco de desaparecer do cotidiano da cidade”, explica Elisa Schmidt, diretora do documentário.

Produzido ao longo de 2020, o curta foi contemplado pelo Fundo de Apoio à Cultura, da Prefeitura de Florianópolis, e recebeu financiamento coletivo por meio da plataforma Catarse.

O documentário é uma das ações previstas pelo projeto “Os Mestres da Olaria” que contempla ainda a produção de um guia virtual das olarias e oleiros de Florianópolis e São José. 

O Cineclube Fundação Cultural BADESC segue fechado, no entanto essas ações virtuais demonstram a importância do espaço para a cidade, ainda mais neste período pandêmico.

Serviço: Lançamento documentário Tatá – O Oleiro
Quando: 10 de fevereiro de 2021
Horário: 19h 
Onde: Canal do YouTube da Fundação Cultural BADESC
Onde ver o curta: https://vimeo.com/guzzsecco/doctata

Ficha Técnica
Direção geral, Direção de arte, Roteiro e produção: Elisa Schmidt
Direção de Fotografia: Pedro Henrique Oliveira
Técnico de Som: Felipe Corbani
Edição de Imagem: Pedro Henrique Oliveira e Guzz Secco
Coloração: Guzz Secco
Edição de som: Guzz Secco
Iluminação e Assistência de Direção: Daniel de Souza
Fotógrafo: Ernesto Domingues

Fundação Cultural BADESC promove live gratuita sobre humor nos tempos de pandemia

Professora doutora Maria da Conceição Francisca Pires participa do encontro marcado para o dia 16 de dezembro

Professora doutora Maria da Conceição Francisca Pires participa de Encontro Virtual promovido pela Fundação Cultural BADESC – crédito: Divulgação


A “Pandemia na Mira do Humor: É Possível Rir em Tempos de Luto?” é o tema do encontro virtual que encerra o projeto A História Entre Imagens e Sons, uma parceria da Fundação Cultural BADESC com o Laboratório de Imagem e Som e o Programa de Pós-Graduação em História da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). 

Marcado para o dia 16 de dezembro, a professora doutora Maria da Conceição Francisca Pires, que leciona na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), irá falar sobre o assunto a partir das 19h30 e o evento gratuito poderá ser acompanhado na Plataforma Microsoft Teams através do link http://bit.ly/encontrosvirtuaisfcb, que estará liberado apenas no dia do encontro.

A professora irá falar sobre características do humor na sociedade brasileira, além de fazer uma reflexão sobre o momento atual, com a pandemia de Covid-19 e instabilidades política. E como isso tudo gera uma série de memes, cartuns e charges que refletem essas questões sociais.

Sobre a ministrante 

Maria da Conceição Francisca Pires é doutora em História pelo Programa de Pós Graduação em História da Universidade Federal Fluminense, com Pós-doutorado na Universidad de Buenos Aires (2018-2019). Desde 2012 é Professora do Departamento de História e do mestrado e doutorado do Programa de Pós-Graduação em História, na linha de pesquisa Cultura, Poder e Representações, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Foi pesquisadora associada do Núcleo de Pesquisas em História Cultural (NUPEHC) na Universidade Federal Fluminense.

É pesquisadora do Núcleo de Documentação, História e Memória (NUMEM/UNIRIO) e do Grupo de Pesquisa História, Mulheres e Feminismo, coordenado pela professora Dra. Cintia Lima Crescêncio, sediado na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Desenvolve pesquisa envolvendo os seguintes temas: Humor Gráfico, Quadrinhos e História, Gênero e História, História, Mídia e Audiovisual, Ditaduras no Cone Sul.

Serviço: Encontro virtual A Pandemia na Mira do Humor: é possível rir em tempos de luto?,  com a professora doutora Maria da Conceição Francisca Pires

Data: 16 de dezembro – quarta-feira
Horário: 19h30
Local: Plataforma online Microsoft Teams – http://bit.ly/encontrosvirtuaisfcb
Gratuito.

Convite para o evento virtual – crédito: Fundação Cultural BADESC/Divulgação

Imaginação histórica e distopia são temas de live promovida pela Fundação Cultural BADESC

Professor Julio Bentivoglio participa do encontro virtual gratuito que acontece na quarta-feira, dia 9 de dezembro

Insomnia or Nocturnal Awakening, obra de arte digital de George Grie – crédito Divulgação

Distopia é uma realidade imaginária na qual as pessoas vivem em meio ao autoritarismo e a privação. Falar sobre o assunto ajuda a compreender muito sobre a história e a imaginação. E na quarta-feira, dia 9 de dezembro, o professor Julio Bentivoglio vai falar sobre o tema no encontro virtual gratuito promovido pela Fundação Cultural BADESC.

A partir das 19h30, o professor que leciona Teoria da História na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), vai explanar sobre a pesquisa História em transe: distopia, imaginação histórica e interdição de futuros. Para acompanhar a aula, basta acessar o link http://bit.ly/encontrosvirtuaisfcb e acompanhar a mesma pelo Microsoft Teams. O acesso só será liberado no dia da live. 

O encontro integra uma série de lives do projeto A história entre imagens e sons, uma parceria com o Programa de Pós-Graduação em História da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e o Laboratório de Imagem e Som. 

Sobre Julio Bentivoglio

Professor de Teoria da História na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e integrante dos Programas de Pós-graduação em História e Geografia. Atua nas áreas de Teoria da História, Historiografia brasileira, francesa e alemã, História Intelectual, Brasil Império, história das ideias, História urbana. Organizou a publicação de traduções de Droysen e Gervinus pela editora Vozes e de Chladenius pela Editora da Unicamp. E também as coletâneas A Constituição da História como Ciência, Afirmação da História como Ciência pela editora Vozes e o Futuro da História pela Milfontes. Foi diretor da ANPUH seção ES (2011-2013), vice-diretor do Centro de Ciências Humanas e Naturais na UFES (2011-2015), editor da revista Dimensões (PPGHIS-UFES) (2012-2014), chefe do Departamento de História (2011), editor executivo da revista História da Historiografia (2010-2014) e é pesquisador vinculado ao LAB-TEO USP e coordenador do LETHIS-UFES. Embaixador da International Network for Theory of History no Brasil desde 2013.

Último encontro

No dia 16 de dezembro, a professora Maria da Conceição Francisca Pires (Unirio) vai participar do encontro. Também, a partir das 19h30, ela irá abordar o tema A Pandemia na Mira do Humor: é possível rir em tempos de luto?

Serviço: Encontro virtual História em transe: distopia, imaginação histórica e interdição de futuros, com o professor Julio Bentivoglio

Data:  9 de dezembro – quarta-feira
Horário: 19h30
Local: Plataforma online Microsoft Teams (http://bit.ly/encontrosvirtuaisfcb)
Gratuito

Cineclube Fundação Cultural BADESC faz debate sobre filme africano no dia 2 de dezembro

Supa Modo é um drama que conta a história de uma garota com uma doença terminal

Crédito da imagem: Supa Modo/Divulgação.

               O drama queniano, Supa Modo, que mostra a volta de uma menina de nove anos, com uma doença terminal, para a vila rural onde morava, será tema do debate online da Sessão online África no Cinema, promovido pelo Cineclube Fundação Cultural BADESC em parceria com o projeto de extensão universitária promovido pelo Laboratório de Estudos em História da África (LEHAf/UFSC). A live pode ser acompanhada a partir das 19h do dia 2 de dezembro, no canal do Youtube da Fundação (clique aqui) .

               Com apoio da Mostra de Cinemas Africanos, o filme pode ser assistido gratuitamente, antes do debate virtual, na plataforma Cinema #EmCasaComSesc do SESC Digital. O filme estará disponível entre os dias 26 de novembro e 2 de dezembro. Para assistir é preciso acessar o link: sescsp.org.br/cineafrica.

               Nesta edição, a cineasta e curadora do Cineclube da Fundação, Vanessa Sandre, recebe três profissionais para o debate: Ana Camila Esteves (Curadora da Mostra de Cinemas Africanos), Prof. Dr. Sílvio Marcus de Souza Correa (Coordenador LEHAf/UFSC) e Alex Brandão (Cineasta e programador da sessão África no Cinema).

               Quem estiver em casa também poderá participar da conversa encaminhando comentários e perguntas no chat da live.

Supa Modo 

De Likarion Wainaina. 2018.  Quênia / Alemanha. Drama. 74 min.

Sinopse: Jo é uma garota de nove anos que tem uma doença terminal e é levada de volta à vila rural onde nasceu para viver seus últimos dias. O único conforto nesse momento difícil é sonhar que é uma super-heroína.


Cine África

Evento organizado pela Mostra de Cinemas Africanos em parceria com o Cinesesc do Sesc São Paulo, ganhou a primeira edição online este ano. Com uma ampla variedade de filmes, com destaque para as produções de Burkina Faso, Camarões, Egito, Etiópia, Nigéria, Quênia, Senegal e Sudão. Para Ana Camila Esteves, idealizadora e curadora da mostra, o recorte curatorial atende à demanda por filmes recentes produzidos na África e sua diáspora nos últimos cinco anos.

 “A curadoria para este formato online privilegia filmes africanos contemporâneos que já tiveram suas trajetórias em festivais internacionais encerradas, mas que permanecem relevantes e, em sua maioria, não exibidos no Brasil”, destaca Ana Camila.

O filme Supa Modo, tema da live do dia 2 de dezembro, encerra o Cine África deste ano, que teve início em setembro e disponibilizou ao todo 12 sessões, com um total de dez longas e dois programas de curtas.  

Serviço: Sessão África no Cinema online debate o Supa Modo

Data: 2 de dezembro – quarta-feira
Horário: 19h
Local:  Canal da Fundação Cultural BADESC no YouTube – https://bit.ly/canalFCBADESC
Evento gratuito.


Sessão Psicanálise vai ao cinema aborda melancolia e perdas no dia 20 de novembro

Réquiem para a Senhora J – Crédito: Divulgação.

Debate virtual promovido pelo Cineclube Fundação Cultural BADESC e a Escola Brasileira de Psicanálise – Seção Sul, será sobre o filme Réquiem para a Senhora J

No dia 20 de novembro a Sessão Psicanálise vai ao cinema online, promovida pelo Cineclube Fundação Cultural BADESC, em parceria com a Escola Brasileira de Psicanálise (EBP) – Seção Sul, vai debater sobre o filme sérvio Réquiem para a Senhora J. O encontro é gratuito e pode ser acompanhado pelo Canal do Youtube da Fundação – https://bit.ly/canalFCBADESC, a partir das 19h.

O filme, que se passa em Belgrado, capital da Sérvia, apresenta a falta de perspectiva e a burocracia de um país que atravessa diversas crises políticas, sentidas principalmente pela classe trabalhadora. E neste turbilhão está Jelena. Após perder o marido, ela acredita que já viveu o suficiente e decide que no aniversário da morte do esposo vai tirar a própria vida. Mas, antes ela precisa resolver uma série de coisas.

A cineasta e curadora do Cineclube, Vanessa Sandre, recebe na live para debater sobre o filme três convidados. Os debatedores desta edição são: Artur Cipriani, psicanalista e participante da EBP, Eliana Motta Lopes, psicanalista e participante da EBP e Alana Tedesco, psicanalista e formanda em Filosofia (UFSC).

Antes do encontro, e também para que o público possa interagir e participar do debate, a sugestão é de que o filme seja assistido. Ele está disponível gratuitamente na plataforma do Sesc São Paulo, que apresenta uma série dedicada à sétima arte, o Cinema #EmCasaComSesc, com exibição gratuita de filmes em streaming e curadoria do CineSesc. O filme pode ser acessado no link https://bit.ly/36JQklP.

Réquiem para a Senhora J

(Rekvijem za gospodju J) de Bojan Vuletic. Sérvia, Bulgária, Macedônia, Rússia, França. 2015. 93 minutos. Drama. 14 anos.

Sinopse: Perdida em uma profunda melancolia após a morte de seu marido e a perda de seu emprego, Jalena planeja se suicidar. Mas antes ela precisa resolver uma série de coisas.

Serviço: Sessão Psicanálise vai ao Cinema online debate o filme Réquiem para a Senhora J

Data: 20 de novembro – sexta-feira
Horário: 19h
Local: Canal da Fundação Cultural BADESC no YouTube – https://bit.ly/canalFCBADESC
Evento Gratuito

Premiado filme chinês é tema de live promovida pelo Cineclube Fundação Cultural BADESC

Dirigido por Zhang Yimou, Nenhum a Menos será debatido na sessão Divã marcada para o dia 30, às 19h

Nenhum a Menos – Crédito: Divulgação.

O longa Nenhum a Menos, dirigido pelo aclamado cineasta chinês Zhang Yimou, será tema do debate online na Sessão Divã, que acontece no dia 30 de outubro no canal da Fundação Cultural BADESC no YouTube (http://abre.ai/canalfundacaoculturalbadesc). A live, promovida em parceria entre o Cineclube Fundação Cultural BADESC e o Fórum Lacaniano de Florianópolis, terá transmissão gratuita a partir das 19h.

Com mediação da cineasta e curadora do cineclube, Vanessa Sandre, participam como comentaristas: Sonia Garcia, que é Psicóloga/Psicanalista, membro do Fórum Lacaniano de Florianópolis (em formação) e da IF/EPFCL-Brasil, além disso é especialista em Psicologia, abordagem Psicanalítica pela PUC/PR e Aline Reck Padilha Abrantes, que é  Psicanalista e Pós-Doutora pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras (FFCLRP-USP) do Departamento de Psicologia.

Considerado como um dos mais prestigiados cineastas da China, Zhang Yimou, o diretor do longa conta com mais de 130 premiações. Nenhum a Menos recebeu diversas premiações, entre elas, o prêmio principal no Festival de Veneza, na Itália. O filme faz parte da programação do Cinema e Reflexão, promovida pelo Instituto CPFL e pode ser assistido gratuitamente no link: https://mostracinemaereflexao.com.br/movie/nenhum-a-menos/.

Nenhum a Menos

(Yi ge dou bu neng shao), de Zhang Yimou. China. 1999. Drama, 106 min. Livre.

Sinopse: Wei Minzhi, que tem 13 anos de idade e mal sabe ler ou escrever, é escolhida para tomar conta da escola de apenas uma sala de seu pobre vilarejo, quando o único professor precisa se ausentar por um mês para cuidar da mãe doente. Se Minzhi conseguir manter todos os estudantes até o retorno do mestre, ela vai ganhar um dinheiro extra. Mas um dos alunos desaparece, e a menina faz de tudo para tentar encontrá-lo e trazê-lo de volta.

Serviço: Sessão Divã online debate o filme Nenhum a Menos

Quando: 30 de outubro – sexta-feira
Horário: 19h
Local: Canal da Fundação Cultural BADESC no YouTube (http://abre.ai/canalfundacaoculturalbadesc)
Evento Gratuito.

Crédito da imagem: Fundação Cultural BADESC/Divulgação

Infância e violência permeiam filme do debate online promovido pelo Cineclube Fundação Cultural BADESC

O longa Pixote, a lei do mais fraco é tema da live promovida no dia 9 de outubro no canal do YouTube da Fundação

Crédito da imagem: Divulgação

               Dirigido pelo cineasta argentino naturalizado brasileiro, Héctor Babenco, o drama nacional “Pixote, a lei do mais fraco” será debatido na live da Sessão Gênero e Alteridades marcada para a sexta-feira, dia 9 de outubro. Promovido pelo Cineclube Fundação Cultural BADESC, em parceria Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre as Violências (Nuvic/UFSC), o debate virtual será transmitido a partir das 19h  no canal da Fundação no YouTube.

              A cineasta e curadora do Cineclube Fundação Cultural BADESC, Vanessa Sandre, vai mediar a conversa entre a Profa. Dra. Patricia Lima (UFSC), que leciona no Centro de Educação da UFSC, na área Educação e Infância e a Dra. Mirela Alves de Britto – Doutora em antropologia e psicóloga clínica com experiência em atendimento infanto-juvenil.

              Ganhador de vários prêmios nacionais e internacionais, o filme é o terceiro filme de Babenco, conhecido por outros importantes títulos como Carandiru e O Beijo da Mulher Aranha, que já foi tema de debate promovido pela Fundação. Além disso, a obra impulsionou a carreira internacional do cineasta. 

              O longa aborda de maneira crua a violência que as crianças sofrem por conta do abandono do Estado. O filme gravado na década de 80 apresenta muitos aspectos presentes até os dias de hoje.

              Antes do debate é possível assistir gratuitamente ao filme, que está disponível no link: https://www.looke.com.br/filmes/pixote-a-lei-do-mais-fraco. 


Pixote, a lei do mais fraco

Dirigido por Héctor Babenco.  Brasil, 1981. 103 min. Drama. 16 anos.

Com Fernando Ramos da Silva e Marília Pêra.

Sinopse: Pixote foi abandonado por seus pais e vive nas ruas. Ele já esteve internado em reformatórios onde sofreu tortura, degradação e corrupção. Ele sobrevive se tornando um pequeno traficante de drogas, cafetão e assassino, mesmo tendo apenas onze anos de idade.

Serviço: Gênero e Alteridades debate filme Pixote, a lei do mais fraco

Quando: 9 de outubro, sexta-feira

Horário: 19h
Onde: Canal da Fundação Cultural BADESC no YouTube (http://abre.ai/canalfundacaoculturalbadesc)

Participação gratuita

Crédito da imagem: Divulgação

Amor e guerra no Sudão são temas do filme do debate virtual promovido pelo Cineclube Fundação Cultural BADESC

Crédito da imagem: Divulgação

            “AKasha”, o primeiro longa-metragem de ficção do documentarista e ativista sudanês, Hajooj Kuka, é o filme escolhido para o debate virtual da sessão África no Cinema, que acontece no dia 30 de setembro canal do YouTube da Fundação Cultural Badesc (http://abre.ai/canalfundacaoculturalbadesc).

            A live é promovida pelo Cineclube Fundação Cultural BADESC, em parceria com o projeto de extensão universitária promovido pelo Laboratório de Estudos em História da África (LEHAf/UFSC). A partir das 19h, a cineasta e curadora do Cineclube da Fundação, Vanessa Sandre, vai conduzir o debate com a participação da Drª. Raquel Schefer, curadora, realizadora e pesquisadora na Sorbonne Nouvelle – Paris 3, do Profº. Drº. Sílvio Marcus de Souza Correa, Docente e coordenador LEHAf/UFSC e de Alex Brandão, cineasta e curador da sessão África no Cinema.

            O filme apresenta uma narrativa fictícia com referenciais históricos e sociais contemporâneos gira em torno de um improvável triângulo amoroso entre um jovem, uma jovem e um rifle AK-47. A história transcorre no tempo de 24 horas em meio à guerra civil no Sudão.

“AKasha” pode ser assistido gratuitamente na plataforma Cinema #EmCasaComSesc do SESC Digital, numa parceria com o Cine África, da Mostra de Cinemas Africanos.  O filme estará disponível para ser assistido do dia 24/09 até o dia 30/09 pelo link: sescsp.org.br/cineafrica

No dia do debate, o chat do canal estará aberto para participações e perguntas dos participantes da live.

Crédito da imagem: Divulgação

AKasha

De Hajooj Kuka. Sudão/África do Sul/ Alemanha / Catar. 2018. 78min. Comédia.  

Sinopse: Primeiro longa-metragem de ficção do documentarista e ativista sudanês Hajooj Kuka, constituído por uma narrativa fictícia com referenciais históricos e sociais contemporâneos de seu país. Trata-se de uma comédia com viés crítico, que gira em torno de um improvável triângulo amoroso entre um jovem, uma jovem e um rifle AK-47. A história transcorre no tempo de 24 horas em meio à guerra civil no Sudão.

África no Cinema

É uma sessão do Cineclube Fundação em parceria com o projeto de extensão universitária promovido pelo Laboratório de Estudos em História da África (LEHAf/UFSC). O objetivo do projeto é a promoção da cultura cinematográfica com ênfase em filmes de diretores africanos, com produção africana e/ou com filmagens em África. Visa também divulgar a riqueza artística e cultural do continente africano através da exibição de filmes, comentários e debates sobre a produção cinematográfica africana, e também sobre as representações da África no cinema.

Serviço: Sessão África no Cinema online debate o filme AKasha

Data: 30 de setembro – quarta-feira
Horário: 19h
Local:  Canal da Fundação Cultural BADESC no YouTube (http://abre.ai/canalfundacaoculturalbadesc)


“A Hora da Estrela”, um dos grandes filmes nacionais, é tema de debate online sobre cinema

Live promovida pelo Cineclube da Fundação Cultural BADESC será na sexta-feira, dia 28 de agosto

Crédito da imagem: Reprodução

A edição online da Sessão de Psicanálise vai ao Cinema, promovida pelo Cineclube da Fundação Cultural BADESC, em parceria com a Escola Brasileira de Psicanálise – Seção Sul, vai homenagear a diretora brasileira Susana Amaral, falecida no mês de junho deste ano.

O debate online, que vai abordar o longa, “A Hora da Estrela“, será transmitido a partir das 19h, da sexta-feira, dia 28 de agosto, pelo canal do Youtube da Fundação (clique aqui).

De acordo com a cineasta e curadora do Cineclube da Fundação, Vanessa Sandre, “A Hora da Estrela”, baseado na obra homônima escrita por Clarice Lispector, é considerado um dos grandes filmes da cinematografia brasileira.

Crédito da imagem: Divulgação.

Dirigido por Suzana Amaral, o longa foi indicado ao Urso de Ouro, no Festival de Cinema de Berlim, e a atriz Marcélia Cartaxo (que interpreta Macabéa) levou o prêmio de melhor atriz nesse mesmo festival.  Além disso, Suzana recebeu o prêmio de melhor direção no Festival de Cinema de Havana e conquistou diversos prêmios no Festival de Brasília.

Participam do debate: Eneida Medeiros Santos, analista praticante, membro da EBP – Seção Sul/AMP e Marcia Stival Onyszkiewicz, musicoterapeuta, analista praticante, membro da EBP – Seção Sul/AMP.

O longa pode ser assistido gratuitamente no site Looke (clique aqui) e os interessados podem participar do debate através do chat do bate-papo online.

A Hora da Estrela

De Suzana Amaral/Brasil/1985/96 min/Drama/Classificação: 12 anos
Com Marcélia Cartaxo, Tamara Taxman, Fernanda Montenegro

Sinopse: Macabéa, imigrante nordestina, solitária, ignorante, alienada e de poucas palavras, se muda para São Paulo para trabalhar como datilógrafa.  Adaptação baseada na obra homônima de Clarice Lispector.

Serviço: Sessão online Psicanálise vai ao Cinema fala sobre o filme A Hora da Estrela

Data:  28 de agosto – sexta-feira
Horário: 19h
Local:  Canal da Fundação Cultural BADESC no YouTube (http://abre.ai/canalfundacaoculturalbadesc)

Crédito da imagem: Divulgação.