Desenho de Monstro é 1ª exposição inédita de 2023 na Fundação Cultural BADESC

Nona edição do projeto leva o nome de “Nau dos In-sensatos” e abre na quinta-feira, dia 16 de fevereiro; entrada gratuita

A exposição Coletiva Desenho de Monstro “Nau dos In-sensatos” – 9ª edição, organizada por Adriana Mdos Santos, é a primeira mostra inédita a ser exposta em 2023 na Fundação Cultural BADESC. A abertura, com entrada gratuita, será às 19h da quinta-feira, 16 de fevereiro. Na data será realizada uma intervenção musical do projeto Tokata Monstro e declamação de poesia com Rosane Cordeiro da Silva.

Adriana explica que o projeto começou em 2010 e a cada edição há um ineditismo tanto na temática, quanto no formato da mostra. A curadora destaca que Desenho de Monstro trata de pensar o monstruoso como via de reflexão acerca do que a sociedade entende como além do humano.

Para a curadora, a mostra coletiva propõe que o visitante busque o estranho, o insólito, o diferente na sua produção pessoal, não havendo nenhuma restrição de conteúdo, abordagem ou linha conceitual.

Desenhos, pinturas, fotografias, objetos e peças cerâmicas, instalação e vídeo fazem parte desta edição da mostra.

“‘Nau dos In-sensatos’ tem como princípio transpor certas regras curatoriais e de montagem, tendo um caráter muito particular. Tanto que ela se constitui numa certa imprevisibilidade, ainda que obviamente respeitando as regras dos espaços onde acontece. Na coletiva há uma certa cumplicidade entre os envolvidos que tange alguns movimentos da arte onde ela pode tocar notas muito sutis e profundas do público que a aprecia”, destaca a organizadora da mostra.

Artistas participantes

Além da curadora e idealizadora do projeto, Adriana Mdos Santos, outros 19 artistas participam da exposição, são eles: Betânia Silveira, Camila Villacis, Carmen Zaglul, Eliane Veiga, Estevão Mattos, Fernanda Fonseca Machado, Isabela Mendes Sielski, Janaína Corá, João Muller, Joseane Regina Reginatto, Kauê Policastro, Manolo Doyle, Marta Martins, Maurício Muniz, Ricardo Ramos, Robson Xavier da Costa, Ronaldo Linhares, Saulo Pereira e Thaís Gil. O texto de apresentação da nona edição é de Jayro Schmidt.

Adriana ressalta que todos os participantes da nona edição ficaram felizes com a realização da exposição na Fundação Cultural BADESC. “Há um vínculo afetivo e de profundo respeito pelo que este espaço representa em Santa Catarina. E a nossa expectativa é de que a Desenho de Mostro “Nau dos In-sensatos” – 9ª edição seja um acontecimento muito relevante para o histórico da coletiva aliada a um recomeço simbólico da vida cultural do país”, completa.

A Fundação Cultural BADESC fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis, a visitação gratuita pode ser feita até 30 de março de 2023, sempre de segunda a sexta, das 13h às 19h.

Serviço: Abertura exposição Coletiva Desenho de Monstro “Nau dos In-sensatos” – 9ª edição

Data:  16 de fevereiro – quinta-feira

Horário: 19h

Local: Fundação Cultural BADESC (Rua Visconde de Ouro Preto, 216 – Centro Florianópolis/SC)

Visitação de 17 de fevereiro a 30 de março de 2023 – de segunda a sexta, das 13h às 19h

Entrada gratuita

Coletiva Floripa na Foto será apresentada na Fundação Cultural BADESC

FLORIPANAFOTO

32 artistas participam da exposição gratuita que abre na quinta-feira, 17 de novembro, em Florianópolis

A 7ª Coletiva Floripa na Foto é mais uma exposição inédita que a Fundação Cultural BADESC recebe em 2022. Com curadoria de Ana Soukef e Lucila Horn, a mostra, que abre na quinta-feira, 17 de novembro, vai reunir uma diversidade de trabalhos que exploram a fotografia no campo da arte. A abertura está marcada para as 19h e a entrada é gratuita.

Segundo as curadoras, vão estar em exposição desde fotografia pura, fotografia articulada a outras linguagens, até pequenas instalações. Nesta edição são 32 participantes e 39 obras em exposição.

Os artistas que integram a coletiva são: Adriana Füchter, Bianca Cargnin, Bruno Ruy, Catarina Rüdiger, Cleusa Müller, Cristina Rosa, Daniel Machado, Diorgenes Pandini, Dorothy Mendes, Eduardo Beltrame, Fabiana Gonçalves Trindade Santestevan, Fabiano Moraes, Fabio Moreira, Janine Perini, Jaymini Shah, Julia Perosa, Karine Arend, Karla Pfeiffer, Leandro Moreira, Lucas Flygare, Maria Luísa Coura, Maria Luiza Amorim, Maristela Müller, Nycolle Correa, Paloma Gomide, Priscila Anversa, Sergio Manara, Thalita Emanuelle, Tiago Meirelles, Vania Oliveira, Virginia Yunes e Zeila Sardá.

De acordo com as curadoras, os artistas participantes integram dois grupos: o “Clube de Fotografia”, que se trata de um projeto de extensão vinculado ao Laboratório Interdisciplinar de Formação de Educadores (LIFE) do Ceart/Udesc, coordenado pela professora Maria Cristina, e o NEFA que é o Núcleo de Estudos em Fotografia e Arte, coordenado por Lucila. O Núcleo tem sede em Florianópolis e Joinville, no Norte de Santa Catarina.

“A exposição busca trazer uma reflexão sobre a fotografia como forma de expressão no cenário contemporâneo, bem como possibilidade de ampliação de conhecimento e experiência, tanto do ponto de vista dos autores como dos visitantes. Traz a ideia de pequenas narrativas como eixo”, destacam as curadoras.

A Fundação Cultural BADESC já recebeu outras exposições do Floripa na Foto. Uma em 2010 com trabalhos do Walter Firmo e outra em 2011, com imagens de Scott MacLeay. Esta é a 7ª edição do Festival Floripa na Foto e também da exposição coletiva Floripa na Foto.

“O espaço da Fundação é um dos melhores espaços expositivos de Florianópolis e estamos construindo uma expografia contemporânea adequada à proposta do espaço”, destacam a curadoras.

A visitação é gratuita e poderá ser feita até 9 de fevereiro de 2023, de segunda a sexta-feira, das 13h às 19h, na Fundação Cultural BADESC que fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis.

Curadoras da exposição

Lucila Horn: é artista, curadora, produtora e arte educadora. Graduada em Artes Plásticas, pós-graduada em Pintura, especialista em Arte e Ciências Humanas e em Fotografia, mestre em Educação e Cultura e doutoranda em Educação pelo PPGE- FAED – UDESC. Artista desde 1987, desde 1989 atua na área de educação. Como curadora desenvolveu importantes projetos, destacando-se as exposições “Brasil África em nós” (Parceria com Walter Firmo – 2009) no MIS SC, “Fotografia(s) Contemporânea Brasileira: Imagens, Vestígios, Ruidos” (2013-2014) no Museu de Arte de Santa Catarina – MASC, co-curadoria de “Translitorânea” (2014) com curadoria de Michel Poivert, no Museu da Escola Catarinense. Coordena o Festival de Fotografia Floripa na Foto e o Núcleo de Estudos em Fotografia e Arte – NEFA.

Ana Soukef: é pesquisadora e fotógrafa, doutora em Ciências Humanas (UFSC) e pós-doutora em Artes Visuais (PPGAV/UDESC). Desenvolve trabalho autoral junto ao Núcleo de Estudos em Fotografia e Arte (NEFA – Florianópolis) e realiza pesquisa sobre fotografia, memória, território e ancestralidade na América Latina. Integrou a comissão de seleção do Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia, em 2021, e foi uma das fotógrafas brasileiras participantes do Festival de Fotografia de Arles, também em 2021. Em 2022, com apoio da Lei Aldir Blanc, lançou o documentário “Guardiões do Milho”. É colaboradora do Encontro de Livros de Fotografia ELFA e do Festival Floripa na Foto.

Serviço: Abertura exposição 7ª Coletiva Floripa na Foto

Data: 17 de novembro de 2022, às 19h

Visitação: de segunda a sexta-feira, das 13h às 19h até 9 de fevereiro de 2023

Local: Fundação Cultural BADESC (Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro – Florianópolis/SC)

Gratuito

MEIO, nova exposição da Fundação Cultural BADESC, apresenta trabalhos de cinco artistas mulheres

convite exposição Meio

Abertura da mostra, com múltiplas linguagens, será na quinta-feira, 20 de setembro, em Florianópolis

A Fundação Cultural BADESC recebe a partir de 20 de setembro a exposição inédita MEIO. Selecionada no Edital 2022, a mostra gratuita apresenta trabalhos das artistas Bruna Ribeiro, Daniela Vicentini, Elisa V. Queiroz, Lorena Galeri e Shayda Cazaubon. A abertura está marcada para as 18h.

Na mostra vão ser apresentados trabalhos produzidos entre 2018 e 2022 nas mais diversas linguagens: fotografias sobre papel, tecido e projeção digital, desenhos, escritos, instalações, esculturas, entre outras.

“São pesquisas localizadas sempre no “meio”: entre corpo e planta, entre terra e

céu, entre real e imaginado, entre morte e vida”, destacam as artistas.

MEIO

As artistas ingressaram juntas na pós-graduação em Artes Visuais, na Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), em agosto de 2019 e compartilharam um semestre de forma presencial. No entanto, em 2020, por conta da pandemia da Covid-19 e do desafio de estudar remotamente, resolveram criar um grupo no WhatsApp, que ganhou o nome de ´MEIO´.

“Ao longo dos dois anos de isolamento social aproveitamos o grupo para trocar afetos, cuidados, textos e referências. E dialogar sobre as pesquisas em arte e vida”, compartilham as artistas.

Obra inédita

Além dos 11 trabalhos, a exposição apresenta ainda uma obra inédita, processual e coletiva, desenvolvida pelas cinco artistas. Com o título de “Entre”, o trabalho cria uma outra paisagem a partir de diferentes materiais em diálogo com a arquitetura da instituição.

“Paisagens reais e imaginárias, íntimas, [des]construídas são percebidas aqui como possibilidades de empoderamento, pertencimento e sensibilidade. São outros meios de habitar e perceber a si e ao mundo”, explicam.

Essa é a primeira vez que as cinco artistas expõem juntas na Fundação. Em 2014, a artista Daniela Vicentini apresentou a exposição “M ar”.

“O projeto da exposição nasceu de modo muito natural e espontâneo e por isso resolvemos fazer a inscrição no Edital. Nossas poéticas se uniram por uma verdade que é intrínseca a cada uma de nós”, contam as artistas, que acrescentam ainda que a curadoria da mostra é coletiva e das próprias artistas participantes.

A exposição MEIO poderá ser visitada até 4 de novembro de 2022, de segunda a sexta-feira, das 13h às 19h. A Fundação Cultural BADESC fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis/SC.

“Acreditamos que a Fundação é um dos mais importantes espaços culturais e expositivos da cidade de Florianópolis. O edital é muito democrático e amplo, o que permite a inclusão de artistas de todo o Estado e isso é muito bom”, completam as artistas.

Sobre as artistas

Bruna Ribeiro é mestra em Arte Visuais, na linha de Processos Artísticos Contemporâneos pelo PPGAV/UDESC – Universidade do Estado de Santa Catarina. Possui especialização em Poéticas Visuais pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) e bacharel em Artes Visuais pela mesma instituição. Atualmente participa do grupo de pesquisa Articulações Poéticas (UDESC/CNPq) e do GPA – Grupo de Pesquisa em Arte (UNESC/CNPq). Trabalha com processos autobiográficos, pensando sua própria autoimagem e representação, pesquisando também mulheres-artistas que produzem a partir do autorretrato e escritas de si dentro de uma metodologia feminista. Nasceu e reside em Criciúma/SC.

Daniela Vicentini é artista, terapeuta artística antroposófica (RTA 87) e doutoranda em Artes (PPGAV- UDESC), investiga conceitos de natureza, paisagem na arte e realiza obras em caminhadas, desenhos, aquarelas, escritos e processos colaborativos. Formou-se em Pintura (EMBAP, 1995); fez mestrado em História (PUC-Rio, 2000). Em 2014, realizou a exposição individual, Ma r, no Centro Cultural Badesc, em Florianópolis. Realizou estágio de doutorado sanduíche, no primeiro semestre de 2022, pela CAPES/UDESC, na Universidade de Roma III, Itália. Nasceu em Assis, São Paulo, em 29/01/1973. Atualmente reside em Florianópolis/SC.

Elisa V. Queiroz é artista visual e designer gráfico. Possui mestrado em Artes Visuais (UDESC) com pesquisa em processos artísticos contemporâneos, é bacharel em Artes Visuais (UDESC) e possui graduação em Design Gráfico (UFSC). Fez mobilidade acadêmica em Turim, Itália onde cursou Belas Artes na Accademia Albertina delle Belle Arti di Torino (2021.1) e posteriormente o master em Eco-design no Politecnico di Torino (2013-2014). Já participou de diversas exposições coletivas, com destaque para “Tudo aquilo que não foi Dito”; – MESC, exposição em que estreou como curadora. Sua produção aborda questões, vividas e/ou imaginárias, criando e inventando memórias e lugares de pertencimento. Explora diversos meios como o desenho, escultura, gravura em vidro, pirografia, pintura, escritos e publicações de artista. Nasceu em Florianópolis, Santa Catarina, em 18/07/1991. Atualmente reside em Florianópolis/SC.

Lorena Galeri tem mestrado em Artes Visuais (UDESC – 2021) com pesquisa sobre feminismo descolonial na arte contemporânea e graduação em Artes Gráficas (UFMG – 2013). Desde 2010 trabalha como fotógrafa e artista gráfica freelancer. Já participou de diversas exposições coletivas. Atualmente participa do grupo de pesquisa Articulações Poéticas (UDESC/CNPq), do Coletivo Elza (Florianópolis), e pesquisa e publica mulheres artistas através de sua editora independente, a editora Bemvinda. Nascida em Belo Horizonte, Minas Gerais, em 23/05/1988. Atualmente reside em Florianópolis/SC.

Shayda Cazaubon é artista visual, arte educadora, designer gráfico, Doutoranda em Artes Visuais na linha de Processos Artísticos Contemporâneos e Mestra em Ensino das Artes Visuais (PPGAV/UDESC). Graduada em Licenciatura em Artes Visuais (UFPel), com período de mobilidade acadêmica em Portugal (UA). Investiga o caminhar como prática poética e pedagógica, parte da noção do caminhar como meio sendo ele compreendido como um dispositivo criativo suspenso. Nascida em Pelotas, Rio Grande do Sul, em 16/09/1991. Atualmente reside em Palhoça/SC.

Serviço: Abertura exposição MEIO de Bruna Ribeiro, Daniela Vicentini, Elisa V. Queiroz, Lorena Galeri e Shayda Cazaubon

Data: 20 de setembro – terça-feira

Horário: 18h às 20h30

Local: Fundação Cultural BADESC (Rua Visconde de Ouro Preto, 216 – Centro Florianópolis/SC)

Visitação de 21 de setembro a 4 de novembro de 2022 – de segunda a sexta, das 13h às 19h

Entrada gratuita

Audrian Cassanelli abre exposição inédita em Florianópolis

Audrian Convite

O Filho da Soja poderá ser visitada a partir de 26 de julho na Fundação Cultural BADESC

O artista catarinense Audrian Cassanelli abre em 26 de julho a exposição O Filho da Soja, na Fundação Cultural BADESC, em Florianópolis. A abertura está marcada para as 18h e vai contar com a presença do artista que mora em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina.
A exposição, que foi selecionada no Edital 2022 da Fundação, é inédita e vem sendo preparada há mais de um ano pelo artista. “A mostra é um fragmento da minha pesquisa de mestrado em Artes Visuais junto à UFSM (Universidade Federal de Santa Maria), onde pesquiso o autorretrato fotográfico associado às ervas daninhas”, destaca o artista.
Na primeira individual da carreira na Fundação, Audrian vai apresentar cerca de 13 obras, sendo que uma delas é uma instalação com pés de soja que vai ocupar uma sala inteira do espaço expositivo. A exposição é composta ainda por fotografias impressas em diversos suportes, desde a clássica impressão em fine art até a fitotipia, que é um processo de impressão sem utilização de tinta e direto sobre a folha de planta. Revanche simbólica
O Filho da Soja aborda a existência LGBTQIAP+ em cidades do interior de Santa Catarina, a partir da vivência do artista em cidades do Oeste catarinense, onde a principal fonte de renda vem das monoculturas de grãos. “Além das monoculturas de grãos, há por parte das pessoas nesses locais uma monocultura de mentes, onde o diferente é posto à margem e visto como uma peste, como um inço no meio da lavoura”, compartilha.
Ainda segundo o artista, a exposição serve como uma revanche simbólica e tardia a estes espaços onde crescer sendo quem se é, nem sempre é uma opção. “Em muitos deles precisamos disfarçar quem somos, para fazer parte do contexto”, completa. O Filho da Soja
A exposição abre no dia 26 e poderá ser visitada gratuitamente até 9 de setembro, sempre de segunda a sexta-feira, das 13h às 19h.
“Estou feliz em poder expor na Fundação, e mais feliz ainda em ver a multiplicidade de propostas selecionadas e como elas são provenientes de diversos locais do Estado. Isto mostra um compromisso em fomentar as artes para além de Florianópolis e dos grandes centros”
A Fundação Cultural BADESC fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis. Sobre o artista
Natural de Xanxerê/SC, Audrian é mestrando no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFSM na linha de pesquisa de Arte e Tecnologia sob orientação da Prof.ª Dr.ª Darci Raquel Fonseca. É bolsista CAPES, integra o Grupo de Pesquisa em Fotografia (LabFoto) – UFSM e Laboratório de Pesquisa de Filosofia da Fotografia (LabFotoFilo) – FAFIL-UFG. Possui graduação em Artes Visuais – Licenciatura Plena pela Unochapecó. Além de ser membro cofundador do Coletivo Inço. Participou de inúmeras exposições pelo país, destaque para participação no Edital Nacional – ArteSesc Confluências (2015), Bienal Internacional de Curitiba-Polo SC (2017 e 2019) e IV Bienal do Sertão de Artes Visuais (2019). Sua pesquisa tem como foco o autorretrato fotográfico e a imagem do corpo humano associado às ervas-daninhas. Serviço: Abertura exposição O Filho da Soja de Audrian Cassanelli
Data: 26 de julho – terça-feira
Horário: 18h às 20h30
Local: Fundação Cultural BADESC (Rua Visconde de Ouro Preto, 216 – Centro Florianópolis/SC)
Visitação de 27 de julho a 9 de setembro de 2022 – de segunda a sexta, das 13h às 19h
Entrada gratuita

Videoarte: mulheres da América Central apresentam curtas na Fundação Cultural BADESC

convite Fronteiras

Exposição pode ser visitada gratuitamente de 20 a 22 de julho, das 13h às 19h

Entre os dias 20 e 22 de julho, a Fundação Cultural BADESC apresenta a Exposição Fronteiras, uma mostra com sete curtas metragens dirigidos por mulheres artistas contemporâneas da América Central. Com curadoria de Silvana Macêdo e Francela Carrera, a ação é gratuita vai apresentar trabalhos vindos de El Salvador, Guatemala, Honduras e Panamá. A abertura está marcada para as 18h do dia 19 e as curadoras vão falar sobre o processo de seleção dos curtas.
Migração, isolamento pandêmico, assédio sexual no trabalho e violência doméstica são temas dos vídeos. Segundo as curadoras, os curtas retratam as percepções e a cotidianidade dessas seis mulheres a partir de suas vivências em seus países de origem. “As artistas também revelam suas dinâmicas emocionais, identidades de gênero e classe, e outras experiências que vivenciam a partir dos seus contextos geopolíticos”, destaca Francela, que é da Guatemala e mora desde 2019 em Florianópolis.
A Fundação fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis. A visitação é gratuita e pode ser feita de segunda a sexta, das 13h às 19h. Artistas participantes
Andrea Arauz, de Honduras, apresenta Cuerpos Vivos, Gabriela Novoa, que é de El Salvador, produziu o curta Extraño, já Laura Fong Prospert, do Panamá, traz o documentário Where He Was Born, Maria Adela Diaz, da Guatemala, apresenta dois vídeos Bordeline e Free Fall, também da Guatemala, Margarita Figueroa, traz La Casita Azul e Mia Anderson, de Honduras, apresenta o Autorretrato De Um Potencial Malgastado. Sinopse dos curtas
Autorretrato De Um Potencial Malgastado – Mia Anderson
“Inconcebível”, é o autorretrato de Emilia Ánderson, uma jovem hondurenha com ilusões de voltar ao seu país para fazer filmes, apesar do fato de que as pessoas ao seu redor a aconselham a investir seu talento em um país desenvolvido. Emília, com sua própria voz-off e uma colagem de imagens paradas e em câmera lenta, narra a busca de uma identidade cultural estética em um lugar que historicamente têm sido condenado a se definir através do olhar de outsider.
Duração 5:41 minutos Borderline – Maria Adela Diaz
Borderline é uma mirada na realidade de milhares de pessoas que no desespero de sair do país que habitam acodem a situações de alto risco para atravessar fronteiras, neste caso, a artista coloca seu corpo como declaração viva do que os imigrantes vivenciam para tentar uma nova vida. No vídeo se documenta como a artista se acomoda dentro do interior de uma caixa de madeira revestida para empreender uma viagem mar adentro, com a intenção de evidenciar a tortuosa passagem dos indocumentados para chegar aos Estados Unidos.
Duração: 1:55 minutos Cuerpos Vivos – Andrea Arauz
Este curta documental experimental procura, através da sensorialidade de imagens e sons, reivindicar o fortalecimento do corpo feminino e destacar os estereótipos prejudiciais aos quais as meninas, mulheres jovens e mulheres em Honduras estão expostas. Ao mesmo tempo, procura tornar visíveis as altas estatísticas de violência que afetam o país e a falta de proteção por parte das instituições governamentais.
Duração: 17 minutos Extraño – Gabriela Novoa
Estranho é um retrato de nostalgia, de liberdade durante o confinamento, onde as lembranças se tornam os pilares que nos mantêm a flutuar durante a crise de saúde.
Duração: 5 minutos Free Fall – Maria Adela Diaz
Caída Libre é um vídeo-performance onde um grupo de imigrantes latinos colocam asas fictícias para encenar o voo de um pássaro. Como o mito de Ícaro, os imigrantes tentam construir asas para voar alto, mas por mais que tentem as asas não cumprem sua função e eles voltam no chão. Uma reflexão sobre o cotidiano dos indocumentados, que logo de atravessar a fronteiras procuram uma e outra vez uma vida estável, uma vida que não conseguiram nos países dos quais fugiram.
Duração: 3:35 minutos La Casita Azul – de Margarita Figueroa
Ao chegar em um hotel na Cidade da Guatemala, Tita enfrentará a memória de sua estadia anterior, uma viagem que prometia novidade e conforto em um albergue em algum lugar isolado e tranquilo, mas ao invés disso ela encontra um ambiente de trabalho inseguro e instável graças ao proprietário do lugar. Inspirado por uma história verdadeira, infelizmente mais de uma de nós se identificará com sua situação.
Duração: 9 minutos Where He Was Born – Laura Fong Prospert
Documentário íntimo sobre a busca das raízes e a descoberta de parentes perdidos na casa, perto de Zhongshan, China.
Duração: 30 minutos

Giba Duarte apresenta instalação inédita na Fundação Cultural BADESC

Giba Duarte

Exposição Prólogo Sobre Experiência Coletiva abre dia 31 de maio, a partir das 18h; visitação é gratuita

Pela primeira vez o artista Giba Duarte apresenta uma exposição individual na Fundação Cultural BADESC, em Florianópolis. Selecionada no Edital 2022, Prólogo Sobre Experiência Coletiva, será aberta na terça-feira, 31 de maio. O evento é gratuito e será das 18h às 20h30.
A mostra, que é uma instalação inédita do artista, é formada por fotografias (algumas pessoais), objetos têxteis, vídeos, desenhos, bordados, pinturas, máscaras e pequenos objetos. Ela também sugere um ambiente de ocupação coletiva, de oficina, de ateliê. Isso, de acordo com o artista, tenciona a ideia de que há pouco algo aconteceu. O que resulta numa atmosfera de prática ao ambiente e que, em algum momento, pessoas e coletivos irão ativar a instalação.
“Por tratar meu trabalho como uma espécie de escrita expansiva, penso essa instalação como um prólogo, por ser uma mostra que contém outras vozes e escritos, com a presença de trabalhos colaborativos e também feitos em ambientes coletivos”, explica o artista. Concepção da exposição
Giba conta que desde 2017 está desenvolvendo e vivenciando práticas coletivas, que são a espinha dorsal da pesquisa. “Em 2020, fiz o primeiro experimento desse formato de escrita com trabalhos colaborativos na Galeria Humana em Chapecó, onde instalei trabalhos autorais e colaborações para a cidade e o entorno afetivo que envolvia o ambiente da galeria”, compartilha.
O artista diz que lá pra cá segue experimentando outras parcerias e práticas artísticas, muitas delas no primeiro ano pandêmico e, agora, apresenta essa produção na Fundação.
A exposição Prólogo Sobre Experiência Coletiva é uma instalação de um conjunto de trabalhos autorais, de processos coletivos e de parcerias com outros artistas e que trata sobre coletividade, vida e longevidade.
“O que mais me agrada na instalação é a ideia de corpo e voz múltipla, que forma uma espécie de Frankenstein, que é um corpo coletivo”, destaca.
Para Giba, embora a instalação não tenha viés pedagógico, neste momento político, ele acredita ser importante que espaços museológicos acolham trabalhos que versem sobre diversidade, inclusão, posicionamento e ativismo, para que poéticas dissidentes possam ocupar lugares institucionais, de modo a ampliar espaços de representação.
“Expor na Fundação é uma oportunidade importante, ainda mais por ser um espaço que é relevante no circuito catarinense e brasileiro de arte contemporânea”, completa.
A Fundação Cultural BADESC fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro de Florianópolis. A visitação gratuita pode ser feita das 13h às 19h, de segunda a sexta-feira. Sobre o artista
O artista e professor Bruno Mendonça compartilha abaixo uma breve apresentação do artista Giba Duarte, que fará sua primeira individual na Fundação Cultural BADESC.
Giba é um artista com uma formação transdisciplinar e autodidata. Nascido no Rio Grande do Sul, vive e trabalha entre Florianópolis e São Paulo. Giba, que é co-idealizador da Coletiva Açu, desenvolve uma pesquisa de escrita expansiva desde 2008, onde constrói narrativas e instalações em suportes diversos como: escrita, ilustrações, vídeos, fotografias, performances, bordados, objetos têxteis, desenho e indumentária.
Nessa narrativa expansiva, Giba propõe uma espécie de escrita espacializada que se desdobra em instalações, ambiências, intervenções, colaborações, entre outras, normalmente formadas por uma grande variedade de linguagens como bordados e outras técnicas têxteis, fotografias, desenhos, gravuras e outros formatos impressos: livros de artista, sketchbooks, peças sonoras, vídeos, esculturas, assemblages, entre outros.
Essa escrita quase psicanalítica sobre um “eu-lírico” promove um tipo de reconciliação com sua história e memória e é atualizada o tempo todo nestes projetos. O artista reescreve, sublinha, rasura, sobrepõe e edita esse texto a cada novo “capítulo”- forma conceitual como poderíamos nos aproximar de seus projetos. Essa “outra literatura” proposta por Giba Duarte é extremamente existencialista e filosófica, ou seja, vai para além do fator “psicologizante”.
O artista parece querer nesta eterna escrita refletir sobre um “homem” apontando de forma sútil para questões religiosas, éticas, políticas e culturais. Serviço: Abertura exposição Prólogo Sobre Experiência Coletiva de Giba Duarte
Data: 31 de maio – terça-feira
Horário: 18h às 20h30
Local: Fundação Cultural BADESC (Rua Visconde de Ouro Preto, 216 – Centro Florianópolis/SC)
Visitação de 1º de junho a 15 de julho – de segunda a sexta, das 13h às 19h
Entrada gratuita

Sérgio Adriano H apresenta perfomance na Fundação Cultural BADESC

Sérgio Adriano H Nâo Consigo Respirar Foto Divulgação

Ação acontece das 10h às 15h da terça-feira, 17 de maio, no Centro da Capital

O artista Sérgio Adriano H apresenta na terça-feira, dia 17 de maio, a perfomance “Não Consigo Respirar”, na calçada da Fundação Cultural BADESC, em Florianópolis. A ação, que consiste numa intervenção urbana e exposição, poderá ser vista das 10h às 15h.

Em consonância com uma poética de contestação que denuncia o racismo estrutural no Brasil, Sérgio Adriano convida a pensar no drama dos invisibilizados, quer seja pela cor da pele, pela sexualidade ou condições sociais. Para isso, o artista se apropria das últimas palavras de George Floyd, homem negro norte-americano que em 2020, nos Estados Unidos, foi algemado, jogado ao chão e sufocado até a morte por um policial branco.

As dez fotografias, no tamanho de 80 x 120 cm, que constituem o projeto são fotoperformances da série “Ar Branco e Puro”, realizada em 2020 durante o isolamento social imposto pela pandemia da Covid-19.

Nos autorretratos, Sérgio Adriano faz referência à máscara de Flandres, peça para cobrir o rosto fabricada com folha de flandres e usada no período da escravidão no Brasil para impedir a alimentação dos escravos.

Com materiais ordinários do cotidiano, como sabão, garfo, faca, tijolo, brocha e cédulas de dinheiro em real e dólar, o artista estabelece analogias entre o passado e o contemporâneo para chamar a atenção sobre o ser negro no Brasil.

“Em um mundo cada vez mais conectado na ignorância coletiva, a arte cumpre seu papel resiliente no despertar dos questionamentos e na liberdade individual de pensar, concluir e se expressar”, compartilha Sérgio Adriano H.

Circulação estadual

O projeto, contemplado no Edital Elisabete Anderle de Apoio à Cultura/Artes 2020, conduzido pelo governo do Estado, e que possibilita ao artista realizar o que ele denomina como intervenção urbana/exposição/ação, quando expõe na rua, diante de uma instituição ou em praça pública, teve a curadoria de Claudinei Roberto da Silva.

“Não Consigo Respirar” será apresentada ainda no dia 16 de maio na calçada do Museu de Florianópolis. A circulação estadual vai passar também pela cidade de Itajaí no dia 18 de maio, Criciúma no dia 20 de maio, Lages no dia 21 de maio, Chapecó no dia 22 de maio, Blumenau no dia 24 de maio e Joinville no dia 25 de maio.

Sobre Sérgio Adriano H

Nasceu em 1975, em Joinville (SC). Artista visual, performer e pesquisador. Vive e produz em Joinville e São Paulo. Formado em artes visuais e mestre em filosofia. Tem trabalhos em acervos públicos e particulares. Incluído em 2014 no livro “Construtores das Artes Visuais: Cinco Séculos de Artes em Santa Catarina” como um dos 30 artistas mais influentes do Estado. Já integrou mais de 120 exposições individuais, coletivas e salões. Acaba de conquistar o prêmio aquisição do 11º Salão Nacional Victor Meirelles (2022) que se soma a outras premiações como o edital Reconhecimento por Trajetória Cultural Aldir Blanc SC (2020), a Medalha Victor Meirelles – Personalidade Artes Visuais (2018), concedida pela Academia Catarinense de Letras e Artes (Acla) e da Aliança Francesa de Arte Contemporânea 2018. Com objetos, fotografias e vídeos, a prática do artista propõe reflexões sobre temas existenciais pensados dentro do sistema simbólico chamado como “verdade”. Essas discussões abrangem questões sobre a morte, a identidade racial, a violência e o apagamento social. A crítica política e social é forjada permanentemente na experiência de campo, no contexto da vida real e nas situações do cotidiano. As instalações e objetos são criados justamente para fazer pensar e provocar incômodo diante de uma realidade de dor e sofrimento.

Claudinei Roberto da Silva

Nasceu em 1963 em São Paulo onde vive e trabalha. Curador, artista visual e professor de educação artística com habilitação em artes plásticas pelo Departamento de Arte da Universidade de São Paulo. 2002 – Bolsista CNPq com a pesquisa “Desenho, Fundador de Linguagem” orientada pelo professor doutor Jorge Aristides Carvajal. Em 2011 foi bolsista do Programa “International Visitor Leadership Program”, do Departamento de Estado do Governo dos Estados Unidos. Coordenador do Núcleo de Educação no Museu Afro Brasil (2010/13), curadoria “13ª edição da Bienal Naïfs do Brasil” Sesc Piracicaba São Paulo (2016), curadoria “PretAtitude. Insurgências, Emergências e Afirmações na Arte Contemporânea Afro-brasileira” para Sesc Ribeirão Preto, São Carlos, Vila Mariana, Santos e São José do Rio Preto (2017/21).

Ficha Técnica

Artista: Sérgio Adriano H

Curador: Claudinei Roberto da Silva

Educativo: Cyntia Werner

Design gráfico: Jan M.O.

Assessoria de imprensa: Néri Pedroso

Produção: Franzoi

Palestrantes: Célia Maria Antonacci, Ana Paula Nunes e Ana Lucia Martins

Serviço: Intervenção urbana/exposição/ação “Não Consigo Respirar”

Data: 17 de maio – terça-feira

Horário: 10h às 15h

Local: Calçada da Fundação Cultural BADESC (Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis/SC)

Gratuito

Jan M. O. abre exposição gratuita na Fundação Cultural BADESC, em Florianópolis

Ficam os Anéis n1 - 300dpi RGB

Artista de Joinville foi selecionado no Edital 2022; abertura de Dileção-direção (ou afetos transpostos) acontece às 17h de 7 de abril

A primeira exposição inédita de 2022 na Fundação Cultural BADESC, em Florianópolis, será do artista residente em Joinville, Jan M. O.. Selecionado no Edital 2022, Jan apresenta a partir de 7 de abril Dileção-direção (ou afetos transpostos) no Espaço Fernando Beck. A abertura está marcada para as 17h e será aberta ao público. A entrada é gratuita.

Com curadoria de Juliana Crispe, a mostra é um recorte de trabalhos distintos interligados sobre questões afetivas dirigidas para e pelo artista.

“Em primeiro, a exposição fala sobre objetos e suas relações com pessoas e vivências, sendo estes itens, apresentados em sua forma original ou representados em desenhos e gravuras”, antecipa.

Jan comenta que o nome da exposição partiu primeiro de um jogo de palavras, algo presente na poética do artista. “Ilustrar como a troca de uma letra entre estas sílabas abre a possibilidade de leitura sobre afetos e sentidos, que é o que esta exposição sugere. Eu e a Juliana, acrescentamos, quase como um subtítulo, os “afetos transpostos”, como reforço aos atravessamentos dos afetos que perpassam nesta exposição”, compartilha.

Dileção-direção (ou afetos transpostos)

A exposição, que apresenta cerca de 34 trabalhos, entre desenhos, objetos, gravuras e vídeo, fala sobre morte, nascimento, renascimento, esquecimento e continuidade. Jan explica que a mostra traça uma espécie de diário e catalogação das relações dele entre familiares e suas partidas ou afecções de ordem física, emocional e mental. O artista destaca ainda que em algum momento a exposição se abre para os relatos de outros que gentilmente contribuem com essa construção.

Para Jan, trazer para dentro das paredes da Fundação uma série de relatos pessoais que também envolvem uma ideia de morar e morada, traz um acolhimento especial.

“Muitos destes trabalhos foram iniciados originalmente dentro de um quarto de uma antiga casa também. E como artista e apreciador da Fundação, é muito gratificante expor neste espaço que abrigou trabalhos e artistas que tenho enorme apreço, inclusive, alguns com quem tive a oportunidade de expor ao lado”, completa.

Dileção-direção (ou afetos transpostos) poderá ser visitada gratuitamente de 7 de abril até 20 de maio de 2022, sempre de segunda a sexta, das 13h às 19h. A entrada é gratuita e a Fundação Cultural BADESC está localizada na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis.

Abertura e bate-papo com o artista

Essa será a primeira abertura de maneira presencial durante o período de pandemia. E para a realização da mesma, a direção da Fundação salienta que será solicitado na entrada o comprovante de vacinação da Covid-19. Além da recomendação do uso de máscara durante a visita ao espaço expositivo.

Na quinta-feira, 7 de abril, o artista Jan M. O. estará na Fundação, das 17h às 20h, para conversar com os visitantes.

Maratona Cultural de Florianópolis

Na edição de 2022, a Fundação Cultural BADESC será um dos espaços que vai receber atrações da Maratona Cultural de Florianópolis. Em função disso, excepcionalmente no sábado, 9 e domingo, 10 de abril, a exposição Dileção-direção (ou afetos transpostos), do artista Jan M. O., poderá ser visitada das 13h às 19h.

Às 15h do sábado, acontece na varanda da Fundação, o lançamento do disco “Sobre a Lua e os Passos” do Trovão Rocha Trio de Florianópolis. A apresentação é gratuita.

Sobre o artista:

Jan M.O. (Rio de Janeiro/RJ, 1986) é artista visual, ilustrador, graduado em Design Gráfico e Programação Visual e vive desde 2005 em Santa Catarina. Em seus trabalhos desdobra-se sobre questões que perpassam a vida pessoal e a vida coletiva, em um processo que explora diferença e repetição, palavra e imagem. Na diferença daquilo já posto, a forma toma-se como dinâmica e faz girar pelo movimento o que se pensa sobre a vida, sobre intensidades e transformações contínuas. Jan opera as técnicas do desenho há mais de quinze anos, pesquisa as práticas da gravura, da criação de objetos e sua produção utiliza tanto os processos manuais quanto as experiências industriais na elaboração de obras tridimensionais ou na multiplicação do seu trabalho de arte, ministrando em paralelo cursos e oficinas sobre processos gráficos através de editais, programas educativos e intervenções urbanas. Em sua trajetória constam obras em acervo, prêmios e seu currículo assinala participação em mais de 80 exposições, destacando individuais no Amapá, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe, além de participações em coletivas, bienais, residências artísticas e salões em outros estados brasileiros e países como Argentina, Colômbia e Espanha.

Fundação Cultural BADESC promove lives da exposição Topologias da Imaginação: Residência Artística

Live residência

Serão três noites de encontros com os artistas e curadores da mostra que pode ser visitada até 31 de março, em Florianópolis

                Entre os dias 22 e 24 de março, a Fundação Cultural BADESC promove três lives gratuitas e abertas ao público. Em destaque, nas três noites, a exposição Topologias da Imaginação: Residência Artística. Os encontros serão coordenados pelos orientadores da mostra, Alexandre Sequeira, Carolina Ramos, Eneléo Alcides e Rosângela Cherem, e acontecem a partir das 19h. As lives serão transmitidas no canal do YouTube da Fundação Cultural BADESC.

                Na terça-feira, 22, o encontro será coordenado por Eneléo e Carolina, e contará com a participação dos artistas: Diana Chiodelli, Edson Macalini e Jan M.O.. No dia, 23, participam os artistas Daniel Leão, Flávia Scóz, Mayara Voltolini e Mila Kichalowski. A coordenação será com o Alexandre. Para encerrar, na quinta, dia 24, a orientadora Rosângela coordena a live com a participação dos artistas Ana Soukef, Estela Camillo e Felipe da Costa.

                A exposição começou a ser planejada em abril de 2021, quando começaram os encontros virtuais entre artistas e orientadores. Em 23 de novembro a mostra foi aberta para visitação do público. Os trabalhos dos 10 artistas residentes em Santa Catarina podem ser visitados até 31 de março, de segunda a sexta, das 13h às 19h.

A Fundação Cultural BADESC fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis.