Nada é Imagem, Nada é Miragem abre dia 26 na Fundação Cultural Badesc

nada é imagem nada é miragemA Fundação Cultural Badesc abre na quinta-feira, 26 de outubro, às 19h, no Espaço 2, a exposição Nada é Imagem, Nada é Miragem, de Maria Baptista. Por meio do entrecruzamento de imagem e palavra, a artista apresenta uma reflexão sobre o abismo, a partir de imersões nas paisagens da Chapada Diamantina (BA) e dos Campos Gerais (PR).

 

“A imensidão que se apresenta na paisagem abismal nos faz lembrar de nossa insignificância e, ao mesmo tempo, nos traz a sensação de pertencimento ao todo. O entendimento da noção de totalidade se dá no exato momento em que nos damos conta da presença do vazio”, comenta Maria.

 

A artista conta que o trabalho iniciou em 2014 quando diante dos despenhadeiros da Chapada Diamantina foi tocada pelo silêncio.  No ano seguinte a exposição começou a tomar forma quando foi convidada para integrar uma expedição artística aos Campos Gerais e contribuir com o projeto de arte digital Na Tela Rútila das Pálpebras, com apoio do programa Rumos Itaú Cultural. “Durante uma semana caminhamos pelos campos e conhecemos um pouco da história e cultura daquela região. Mas quando me aproximei do grande Vale do Rio Iapó, meu olhar se deteve no abismo”.

 

Na mesma expedição conta que ao se aproximar das imediações do Parque Estadual do Guartelá realizou um ensaio fotográfico com 36 imagens, em que buscou captar a paisagem do cânion. “As imagens diziam muito, mas ainda faltava o vento, o cheiro dos campos, a temperatura das pedras. Acompanhada da poeta Josely Vianna Baptista descobri que o nome do projeto que participávamos tinha saído de seu poema Os Poros Flóridos e foi quando entrei em contato com o texto, que me absorveu de imediato, e decidi incorporar aquelas palavras às imagens”.

 

A expedição resultou também no audiovisual homônimo que pode ser encontrado no link https://www.youtube.com/watch?v=5ECrOfyUdB4.

 

Nada é imagem, Nada é miragem fica aberta para visitação até o dia 23 de novembro. A entrada é gratuita.

 

A artista

Maria Baptista é graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), estudou Escultura na Escola de Belas Artes do Paraná (EMBAP) e especialização em Poéticas Visuais pela mesma escola. Reside em Curitiba (PR).

 

Serviço:

O que:  Abertura da Nada é Imagem, Nada é Miragem, de Maria Baptista.

Quando: quinta-feira, 26 de outubro, às 19h. Visitação até 23 de novembro.

Bienal Internacional de Curitiba reúne obras de 37 artistas na Fundação Cultural Badesc

Convite WEB Bienal Internacional de Curitiba

Reconhecida como um dos grandes eventos de arte contemporânea da América do Sul e do circuito mundial, a Bienal Internacional de Curitiba chega a mais de 100 espaços do Brasil. Nesta edição, em parceria inédita a Fundação Cultural Badesc apoia a Bienal abrigando a partir de 5 de outubro, às 19h, no Espaço Fernando Beck, a exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços com obras fotográficas de 37 artistas.   Entre os artistas selecionados nomes com repercussão nacional como Clara Fernandes, Carlos Franzoi, Fabíola Scaranto, Yara Guasque, Claudia Zimmer, Rosana Bortolin e Sandra Favero.

Os trabalhos apresentados na Fundação Cultural Badesc estão interligados com a exposição Antípodas Contemporâneas aberta para visitação a partir do dia 30 de setembro, no Museu da Escola Catarinense (Mesc).

A Bienal que este ano traz o tema Antípodas – Diverso e Reverso, uma homenagem à China, país situado diametralmente em oposição ao Brasil, inspirou as curadoras Francine Goudel, Juliana Crispe e Sandra Makowiecky que selecionaram as obras e artistas com base no texto curatorial de Ticio Escobar e do subtítulo desta Bienal, Excesso de Imagem, que faz referência ao fenômeno contemporâneo da pós-fotografia.

“As articulações que aqui idealizamos pretendem pensar a fotografia por seu potencial conceitual, expressivo, crítico e poético, em que o medo de contaminar a pureza formal da imagem se perde e o trabalho se converte em um meio de expressão contingente. Nesta mostra as obras configuram estes territórios híbridos e fronteiriços da fotografia, que com seu excesso de imagem proporcionam a reflexão dos temas aqui suscitados”, declaram as curadoras.

Artistas que também participam com obras na Bienal na Fundação: Ana Sabiá, Andressa Argenta, Audrian Cassanelli, Cheyenne Luge, Coletivo Toca, Daniele Zacarão, Diana Chiodelli, Duda Desrosiers, Fernando Weber, Henry Goulart, Iam Campigotto, Ieda Topanotti, Ilca Barcellos, Janaína Corá, Joana Amarante, Karina Segantini,  Kim Coimbra, Letícia Cardoso, Lilian Barbon, Lu Renata,  Luciana Petrelli,  Lucila Horn, Marina Moros, Marta Martins, Neusa Milanez, TiroTTI, Ramón Moro Rodríguez, Sandra Alves, Sarah Uriarte e Sonia Loren.

Os trabalhos apresentados na Fundação Cultural Badesc estão interligados com a exposição Antípodas Contemporâneas aberta para visitação a partir do dia 30 de setembro, no Museu da Escola Catarinense (Mesc).

A exposição na Fundação fica aberta para visitação até o dia 23 de novembro. A entrada é gratuita.

 

As curadoras

Francine Goudel: doutoranda em Artes Visuais (Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc)), mestre em Estudos Avançados em História da Arte (Universidade de Barcelona (Espanha)), pós-graduada em Gestão Cultural (Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Nacional de Córdoba (Argentina)) e graduada em Licenciatura em Artes Plásticas (Centro de Artes/ Udesc). Atualmente dirige a plataforma Lugar Específico, especializada em serviços para artistas visuais e circuito de arte contemporânea. É coordenadora da Agenda Cultural e Programa de Residência Artística do Espaço Cultural Armazém – Coletivo Elza, em Florianópolis e diretora executiva do Programa de Residência Artística (PRAC#3) da Casinha#3, em São Paulo.

Juliana Crispe: artista visual, pesquisadora, professora, arte-educadora e curadora. Pós-doutoranda no programa de pós-graduação em Artes Visuais da Udesc, doutora em Educação  (UFSC), mestre em Artes Visuais (Udesc),  licenciada em Artes Visuais e bacharel em Artes Plásticas (Udesc). Coordena o Espaço Cultural Armazém – Coletiva Elza, localizado em Florianópolis.  Coordena o projeto Armazém, que tem por objetivo a circulação e a comercialização de trabalhos de arte em formato de múltiplos e publicações de artista, de pequenas e grandes tiragens.

Sandra Makowiecky: professora de Estética e História da Arte do Centro de Artes/Udesc e do programa de pós-graduação em Artes Visuais, na linha de Teoria e História da Arte. É membro da Associação Internacional de Críticos de Arte – Seção Brasil Aica Unesco. Membro do Comitê Brasileiro de História da Arte. Tem diversas publicações na área de arte, patrimônio cultural e crítica de arte.

 

Serviço:

 

O que: Abertura da exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços/ Bienal Internacional de Curitiba 2017

Quando: Quinta-feira, 5 de outubro, às 19h. Visitação até 23 de novembro.

Local: Fundação Cultural Badesc: Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846

 

Parceria: Bienal Internacional de Curitiba

 

Produção: Lugar Específico

Isadora Stähelin abre exposição dia 15 na Fundação Cultural Badesc

Convite WEB De tanto que vai, algo fica, de Isadora Stähelin2Contemplada pelo edital 2017 na categoria Primeira Individual, a artista visual e pesquisadora de arte Isadora Stähelin, abre no dia 15 de setembro, sexta-feira, às 19h, no Espaço 2, da Fundação Cultural Badesc, a exposição De tanto que se vai, algo fica. O trabalho reúne fotografias feitas a partir da técnica de transferência de fotos analógicas para papel de alta gramatura e desenhos em parede.

Isadora conta que desde 2013 realiza trabalhos em que a ação de caminhar por espaços urbanos resulta na produção de publicações impressas, fotografias e desenhos, mas que em 2015, a experiência de viver na Cidade do México a estimulou a fazer registros e criar trabalhos que são agora revisitados em novas produções. “É a primeira vez que esta exposição é apresentada em Florianópolis. De tanto que se vai, algo fica foi pensada especialmente para o Espaço 2 da Fundação Cultural Badesc e reunirá 11 obras que espero que ofereçam ao público diversas possibilidades para acessar e criar identificações entre as vivências pessoais e os trabalhos”, afirma a artista.

“Com um olhar atento ao despercebido para a maioria dos passantes da cidade, Isadora explora como poética o que pode parecer banal para assim, pensar nas importâncias desses espaços e objetos”, define a curadora Juliana Crispe.

Isadora Stähelin é formada em artes visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e participou de diversas exposições coletivas. Sua produção está relacionada à realização de situações e ações em contextos específicos, compartilhadas em narrativas por meio da criação de publicações impressas, fotografias e audiovisuais.

 

Serviço:

O que: Abertura da exposição tanto que se vai, algo fica, de Isadora Stähelin

Quando: 15 de setembro, sexta-feira, às 19h.
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Entrada gratuita

Exposição inspirada no centro histórico de Florianópolis abre dia 31 na Fundação Cultural Badesc

recortes urbanosA artista catarinense Susana Bianchini abre na quinta-feira (31/08), às 19h, no Espaço Fernando Beck, da Fundação Cultural Badesc, a exposição Recortes Urbanos. Por meio de trabalhos em óleo sobre tela e guaches sobre impressão digital, desenvolvidos a partir de imagens fotográficas, a artista apresenta uma série de 25 pinturas inéditas, fruto de pesquisa realizada no centro histórico de Florianópolis. A entrada é gratuita e fica aberta para visitação até 29 de setembro.

“Ao se debruçar sobre a cidade e captar momentos de rara beleza Susana consegue ver o que a maioria não percebe, ou não quer perceber – o outro – aquele ou aquilo que não me pertence, que não quero que faça parte de mim. Assim, com um clic, registra o instante e usa como suporte para a pintura. Sob seu olhar e pela ação do recorte e edição de imagens, os personagens anônimos – transeuntes moradores de rua, vendedores ambulantes, animais domésticos e a próprio espaço urbano – são resignificados e um diálogo, antes inexistente, se apresenta”, define o curador da exposição, Carlos Alberto Franzoi.

Susana Bianchini é natural de Brusque, vive e trabalha em Florianópolis. Participou de exposições, salões e residências artísticas no Brasil e exterior, destacando-se em mostras individuais e coletivas na capital catarinense, Joinville, Curitiba, São Paulo, Paris, Buenos Aires e Roma.

 

Serviço:

O que:  Abertura exposição Recortes Urbanos, de Susana Bianchini

Quando: 31 de agosto de 2017, quinta-feira, às 19h – visitação até 29 de setembro.

Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Entrada gratuita

Fábio Dudas abre exposição Silêncio na Fundação Cultural Badesc

Convite WEB Silêncio, de Fabio Dudas

 

O Espaço 2 da Fundação Cultural Badesc recebe a partir da quinta-feira, 3 de agosto, às 19h, a exposição Silêncio, do artista visual Fábio Dudas.  Por meio de pinturas e xilogravuras o silêncio é o elemento predominante nas nove obras que serão apresentadas pela primeira vez em Florianópolis.

 

“O silêncio dos quadros e gravuras, objetos inanimados que ao mesmo tempo reverberam sua representação imagética. O silêncio da fotografia e de frames de cinema, pontos de partida para a criação destas cenas. O silêncio no sentido de não falar, não contar um segredo. O silêncio omisso. O silêncio do luto, da resignação, do inexprimível”, destaca Fábio.

 

Há três anos o artista se dedica à essa exposição que segundo ele, ganhou mais força com muitos dos acontecimentos políticos atuais “Existe também o poema de Manuel António Pina, chamado Sob Escombros, que quando o li pela primeira vez foi como a personificação dita das imagens que estava trabalhando. Meu processo é lento, não a execução, mas a pesquisa de imagens, os estudos para as obras. E esse processo é algo não visto, não explicitamente dito no trabalho final, e por isso acho relevante tentar trazer esses elementos à tona”, afirma.

 

Um pouco mais

 

Como fio condutor, o silêncio propõe um diálogo sem palavras entre os trabalhos apresentados, ao mesmo tempo em que revela uma desconexão entre eles, gerando uma quase negação na relação entre um e outro. Mas silêncio pode também significar o meio de comunicação, o conteúdo. “Numa época multimídia em que a imagem se torna banal, há algo de exibicionista, ou mesmo trágico, numa técnica essencialmente virtuosa. Para alcançar essa aparente inércia do silêncio nos trabalhos apresentados, a técnica é um veículo, mas intencionalmente secundária, levando o espectador a direcionar o olhar para a essência da imagem, a essência da representação”, acrescenta Fábio.

 

Fábio Dudas é natural de Telêmaco Borba (PR) e radicado em Florianópolis. Aos 11 anos aprendeu a ilustrar recriando os heróis dos quadrinhos nos cadernos da escola. Cursou bacharelado em pintura na Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP), onde estudou com mestres como Sergio Kirdziej e João Osório Brzezinski. Em Florianópolis passou a frequentar o ateliê de gravura do Centro Integrado de Cultura (CIC), ministrado por Bebeto Oliveira. Seus trabalhos se baseiam na figuração da realidade e da ficção, nas memórias de infância, na interpretação do cotidiano e na imaginação.

 

Serviço:

O que:  Abertura exposição Silêncio, de Fábio Dudas

Quando: 3 de agosto de 2017, quinta-feira, às 19h – visitação até 6 de setembro.

Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Entrada gratuita

Fundação Cultural Badesc e Sesc apresentam Juliana Hoffmann na capital

19732255_1349946651790742_7719734349622265432_nExprimível do Vazio, de Juliana Hoffmann, abre no dia 20 de julho, às 19h, no Espaço Fernando Beck, na Fundação Cultural Badesc. A exposição integra o projeto Circuito Propagações, que tem o objetivo de promover as artes visuais por Santa Catarina. A proposta, que é uma parceria da Fundação com o Sesc, iniciou em Chapecó e será apresentada também em Jaraguá do Sul e Joinville.
Nesta exposição Juliana foge das telas, pinturas, fotografias e imagens para transitar entre composições transformadas pelo tempo. “O que se reconhece de íntimo nessa produção é a apresentação de uma nova série de livros corroídos pelas traças e instalações. É a memória, que retorna como meio e conceito, mostrando-se embaçada e perfurada, carregada de vazios, que se tornam a potência do trabalho. As linhas vermelhas que percorrem algumas obras é marca de trabalhos anteriores da artista, tentativa de retenção da memória por amarras, para que nem tudo se esvaia”, explica a curadora Juliana Crispe.
Juliana Hoffmann é natural de Concórdia. Expôs em diversas cidades catarinenses, no Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e Brasília) e em países como Itália, França, Estados Unidos, Argentina, Holanda e Espanha. Realizou residências artísticas na França, nos Estados Unidos e recebeu o prêmio Aliança Francesa em 2015.
 
 
Serviço:
O que: Circuito Propagações: Exposição Exprimível do Vazio, de Juliana Hoffmann.
Quando: 20/07 a 24/08 – Fundação Cultural Badesc
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Entrada gratuita

O Mundo que Cabe nas Pupilas abre dia 22 na Fundação Cultural Badesc

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O Mundo que Cabe nas Pupilas, de Cassia Aresta abre no dia 22 de junho, às 19h, no Espaço 2, da Fundação Cultural Badesc. A exposição tem curadoria de Rosângela Cherem, reúne trabalhos inéditos da artista e tem visitação gratuita até 27 de julho.

 

Cassia tem seu trabalho consolidado na utilização da linguagem geométrica e em O mundo que Cabe nas Pupilas, apresenta 29 fotos sobre vinil adesivo, em que utiliza um mapa de linhas feitos pelo movimento da maré sobre a areia da praia da Cachoeira do Bom Jesus, em Florianópolis, onde a artista mora e realiza caminhadas matinais acompanhada de sua máquina fotográfica.

 

“Acabei captando pelo meu olhar e o meu caminhar diário mais atento textura, densidade, luz e sombra que produzem o resultado que passa despercebido pelo caminhante distraído. Este é um momento de meu trabalho onde a minha mão não guia meu traço. É aquele momento revelação-poesia como eu descrimino”, comenta”, declara a artista.

Cassia Aresta, natural de Florianópolis, é artista visual e participou de exposições individuais e coletivas em São Paulo, Alemanha, França, Estados Unidos, entre outros. Foi vencedora do prêmio Elisabete Anderle em 2009.

 

Serviço:

O que: Abertura da exposição O Mundo que Cabe nas Pupilas, de Cassia Aresta

Quando: 22 de junho de 2017, quinta-feira, às 19h. Visitação até 27 de julho.

Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Entrada gratuita

Exposição EXPRIMÍVEL DO VAZIO, de Juliana Hoffmann

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SESC e Fundação Cultural Badesc inauguram o Circuito Propagações com a exposição EXPRIMÍVEL DO VAZIO, de Juliana Hoffmann

Quatro cidades catarinenses, Chapecó, Florianópolis, Jaraguá do Sul e Joinville, recebem este ano o Circuito Propagações, parceria entre o SESC em Santa Catarina e a Fundação Cultural Badesc. A artista Juliana Hoffmann foi umas das vencedoras do processo de seleção do Edital 2017 da Fundação Cultural Badesc e foi selecionada para circular o Estado com sua exposição “Exprimível do Vazio”, em uma parceria entre as duas instituições.

Chapecó é a primeira cidade a receber a mostra pelo Circuito. A abertura será no dia 1º de junho, às 19h30, na Galeria Municipal de Arte do Centro de Cultura e Eventos e a visitação ocorre de 02 de junho a 07 de julho, de segunda a sexta-feira, das 09h às 12h e 13h às 16h. Após, a exposição segue para Florianópolis (Fundação Cultural Badesc de 21/07 a 24/08); Jaraguá do Sul (Galeria de Arte do Sesc de 01/09 a 20/10) e Joinville (Galeria de Arte do Sesc de 09/11 a 29/12).

As obras de Juliana Hoffmann estão envoltas pela memória, em um movimento de repetição e diferenciação, por onde as imagens retornam, se modificam e se ressignificam em cada composição. Nesse atravessamento, a artista vem construindo ao longo de sua trajetória obras que partem do repertório do vivido. Nesta exposição, com curadoria de Juliana Crispe, a artista foge das telas, pinturas, fotografias e imagens postas para transitar entre composições quepartem de livros corroídos e transformados pelo tempo. Continua a trabalhar com a reminiscência, mas por nova materialidade carregada de intervalos-vazios como marca.

 

Sobre a artista: Juliana Hoffmann nasceu em 1965, no interior de Santa Catarina, em Concórdia, e ainda na infância interessou-se pela Arte. Entre individuais e coletivas, a inserção de Juliana no cenário artístico vem desde 1982, com apenas 16 anos realiza sua primeira exposição. A artista já expôs em diversas cidades catarinenses, em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e Brasília. Internacionalmente na Itália, França, EUA, Argentina, Holanda e Espanha. Realizou residências artísticas: na França em 2007, nos Estados Unidos em 2008, Prêmio Aliança Francesa (2015) – residência em 2016 e na Espanha em 2016.

SERVIÇO:

Chapecó
Local: Galeria Municipal de Arte do Centro de Cultura e Eventos, R. Assis Brasil, 20 D – Centro Abertura: 01/06/2017 – 19h30
Visitação: 02/06 a 07/07 – Segunda a sexta, 09h às 12h e 13h às 16h
Agendamento de grupos e escolas: (49) 3319-1010 | 3319-1009

Florianópolis
Fundação Cultural Badesc, R. Visconde de Ouro Preto, 216 – Centro
Abertura: 20/07/2017 – 19h
Visitação: 21/07 à 24/08 – Segunda a sexta, 12h às 19h
Agendamento de grupos e escolas: fundacaoculturalbadesc@gmail.com

Jaraguá do Sul
Galeria de Arte do Sesc, R. Jorge Czerniewicz, 633 – Czerniewicz
Abertura: 01/09/2017 – 19h
Visitação: 02/09 a 20/10 – Segunda a sexta, 09h às 19h
Agendamento de grupos e escolas: (47) 3275-7833

Joinville
Galeria de Arte do Sesc, R. Itaiópolis, 470 – América
Abertura: 09/11/2017 – 19h
Visitação: 10/11 a 29/12 – Segunda a sexta, 08h às 20h – Sábados, 9h às 13h
Agendamento de grupos e escolas: 47 3441-3319

CONFIRA O FOLDER

https://issuu.com/fundacaoculturalbadesc/docs/folder_exprim__vel_do_vazio_issu

Obscena abre dia 8 de junho na Fundação Cultural Badesc

 

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A Fundação Cultural Badesc abre no dia 8 de junho, às 19h, no Espaço Fernando Beck, a exposição inédita Obscena, de Iam Campigotto, que traz à cena por meio de fotografias e vídeos seu corpo exposto em diferentes suportes e dispositivos.

A exposição é formada por 13 obras que são parte da performance da relação do corpo e o entorno, na entrega e o uso dele. ​“A ideia veio da minha experiência com artes visuais, dança, música. Meu corpo como obra e a mensagem é de uma mostra comportamental, uma sugestão de ação ao público visitante”, comenta o artista que há sete anos vem se dedicando a este trabalho.

Paulista, radicado em Florianópolis desde 2008, Iam é formado em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Trabalha com performance e seus desdobramentos na fotografia, publicação, desenho e vídeo-arte. Entre 2015 e 2016 residiu na Alemanha onde participou de festivais e exposições coletivas.

Obscena fica aberta para visitação até o dia 13 de julho, de segunda a sexta-feira das 12 às 19h. Entrada gratuita.