Fundação promove Roda de Conversa O Oitavo Método

Fundação promove Roda de Conversa O Oitavo Método

A Fundação Cultural Badesc promove na quinta-feira (02/08), às 16h, a roda de conversa O Oitavo Método, com os artistas visuais integrantes do grupo Enclusa Carlos Pileggi e Sandra Lapage. O encontro marca o encerramento da mostra O Oitavo Método, exposta na Fundação Cultural Badesc desde o dia 28 de julho. A entrada é gratuita.

 

Jornada de Estudos África 68 em maio na Fundação Cultural Badesc

Jornada de Estudos África 68 em maio na Fundação Cultural Badesc

A Fundação Cultural Badesc realiza na segunda-feira (07/05), a partir das 14h, a Jornada de Estudos Africa 68. O evento, promovido pelo Laboratório de Estudos em História da África da Universidade Federal de Santa Catarina (LEHAF/UFSC) em parceria coma a Aliança Francesa, é uma comemoração aos 50 anos do maio de 1968, com foco na África. Este período marcou o auge de um momento de intensas transformações políticas e comportamentais na segunda metade do século 20 no Ocidente.

Estão programadas , mesa redonda, performance e a exibição dos filmes Monanagambée, de Sarah Maldoror e Mandabi, de Ousmane Sembéne. A entrada é gratuita e aberta ao público.

Programação:

14h Mesa Redonda Conexões Atlânticas – Com a participação de Sílvio Marcus de Souza Correa, Franciele Guarienti e Mariuska Maturell.

15h30 Sessão de Comunicações Africa 68: Sons e Imagens – Com a participação de Airton Silveira, Gustavo Steinmacher, Lara L. Zacchi, Kennya Souza e Ruben Souza.

17h Performance – Suite Freedom Now com Julia Milan, Guilherme Fant e David Botelho.

19h Exibição do filme no Cineclube – Mandabi (Ousmane Sembéne, 1968).

 

Serviço
 
O que : Jornada de Estudos África 68
Quando: 07 de maio, quarta-feira, às 14h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Entrada gratuita. O livro será comercializado por R$ 25.

 

Roda de Conversa integra programação da exposição Iconografia 344

18403766_1293826847402723_7988043702239809429_oPesquisadores das áreas de história e artes irão explorar pontos relevantes sobre a história de Florianópolis na Roda de Conversa que será realizada na quinta-feira (19/05), às 19h na Fundação Cultural Badesc. A atividade integra a programação especial do último mês da exposição Iconografia 344, considerada a mais importante da capital em 2017. A entrada é gratuita e não é necessária inscrição prévia.

Com curadoria do médico Ylmar Correa Neto, a exposição que encerra no dia 1º de junho, reúne obras e documentos raros jamais expostos, sobre a Vila de Nossa Senhora de Desterro e a atual Florianópolis.

A programação também inclui no sábado, 20 de maio, uma visita guiada com curador Ylmar Correa Neto pelo acervo exposto no casarão e na quinta-feira (25/05) um recital com artista e poeta Rodrigo de Haro sobre Florianópólis.

 

Serviço

O que: Roda de Conversa Iconografia 344

Quando: 18/05, quinta-feira, às 19h

Onde: Fundação Cultural Badesc- Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Entrada gratuita

Paulo Gaiad será homenageado na Fundação Cultural Badesc

17239907_1228718080580267_4135351394884391497_oO artista Paulo Gaiad, falecido em outubro do ano passado aos 63 anos, será homenageado no dia 21 de março, terça-feira, às 19h, na Fundação Cultural Badesc, local onde foi realizada sua última exposição, Impossibilias: Arquivo e Memória em Paulo Gaiad, que ocupou pela primeira vez todos os espaços expositivos do Casarão histórico e cultural do centro da capital catarinense.

Amigos do artista e admiradores de sua obra apresentarão músicas, poesias, imagens e depoimentos. No Espaço Fernando Beck será instalada a obra inédita Paulo Gaiad em nós em nós, da séria Vestimentas em Nós, produzida em parceria com o artista Franzoi.  A programação na Fundação integra o ciclo de homenagens Notícias de Paulo, que será realizado até maio nos museus Victor Meirelles, da Escola Catarinense e de Arte de Santa Catarina.

 

Sobre o artista

Paulo Gaiad nasceu em Piracicaba (São Paulo), e iniciou sua carreira artística em 1983 em Florianópolis. Utilizou em seu processo criativo diversos materiais e procedimentos, incluindo o uso de areia e carvão, jornais e gesso, além de fotos de diferentes naturezas, apresentando como resultado objetos, desenhos, colagens e pinturas que se misturam, combinando traços e palavras, rasuras e avarias, ajustes e camadas, disfarces e revelações, resultado do efeito produzido pelos lixamentos e arranhões, oxidações, rachaduras e rasgos.
Em relação a prêmios, Paulo Gaiad conquistou o prêmio Cubo de Prata por equipe na Bienal Internacional de Arquitetura de Buenos Aires (1989) e obteve outras premiações no 47º Salão Paranaense do Museu de Arte de Curitiba (1990). Também foi premiado no 1º Salão do Mar de Antonina, no Paraná (1991). Em 1994, foi contemplado com bolsa no projeto Multiplicadores Culturais, do Instituto Goethe, o que possibilitou realizar uma exposição individual na Alemanha. Recebeu ainda o prêmio Cultura Viva (1997), o VI Salão Victor Meirelles (1998), e 5º Salão de Arte Graciosa (Curitiba, 2004).

De 2006 a 2010, Gaiad realizou diversas exposições individuais e coletivas em Santa Catarina, Paraná e São Paulo, além ter feito residências artísticas na França, Espanha, Holanda e Macedônia. Participou também do Ohrid Summer Festival (Macedônia) em 2010.

Serviço
O quê: Homenagem a Paulo Gaiad – ciclo de homenagens Notícias de Paulo
Quando:  Terça-feira, 21 de março.
Horário: 19h
Onde: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – Fone 3224-8846
Entrada gratuita

Rodas de Conversa na Fundação Cultural Badesc abordam vida e produção do artista joinvilense

Convite WEB Roda de Conversa Proximidades SchwankecopiaA Fundação Cultural Badesc, em parceria com o Museu de Arte Contemporânea/Instituto Schwanke, promove as rodas de conversa Proximidades com Schwanke, programadas para 15 de fevereiro e 15 de março. A agenda está em sintonia com o interesse das duas instituições em oferecer possibilidades para ampliar o conhecimento em arte contemporânea e, no caso específico, de aprofundar o conhecimento em torno da vida e da obra do artista joinvilense cuja produção integra a mostra Schwanke: Habitar os Incorporais.
Os dois encontros pretendem estabelecer duas análises distintas, a primeira, em tom mais afetivo, tentará construir uma memória mais biográfica do artista, com relatos pautados na proximidade. A ideia é dar voz aos amigos de Schwanke que tinha forte articulação com os colegas artistas da Capital. A segunda roda de conversa buscará discussões em torno da produção. A distinção entre os dois encontros determina o perfil do conjunto de convidados.
No próximo dia 15, às 17h, pessoas mais próximas a Luiz Henrique Schwanke (1951-1992) conduzem a conversa sobre a trajetória e os processos criativos do artista, sob a mediação da jornalista Néri Pedroso. A irmã do artista, Maria Regina Schwanke Schroeder, o fotógrafo Paulo de Araújo, a gestora e galerista Marina Mosimann, a artista Linda Poll e a pesquisadora Letícia Mognol são alguns dos convidados
No dia 15 de março, às 17h, sob a coordenação do artista Franzoi, a proposta é que pesquisadores, artistas e críticos compartilhem suas impressões sobre as obras da exposição “Schwanke: Habitar os Incorporais”, que tem curadoria de Rosângela Cherem, que abrirá a conversa. Para esta roda, os convites foram encaminhados à Alena Marmo, Edélcio Mostaço, Sandra Makowiecky e Antônio Vargas.
As rodas de conversa ocorrerão na galeria. “Será uma grande oportunidade para o público conferir também os 89 trabalhos expostos no casarão histórico no Centro da capital”, sugere a arte educadora da Fundação, Carolina Ramos, que participou do processo curatorial da exposição que encerra a visitação no dia 16 de março. Schwanke, Habitar os Incorporais reúne 89 trabalhos em todas as salas expositivas. A curadoria da professora e doutora Rosângela Miranda Cherem inclui obras nunca expostas em Florianópolis. Entre elas estão as “Sem Título”, criadas entre 1988 e 1991, apelidadas como mandala, perfis, maletas, pregadores de roupas, cuja matéria-prima é o plástico. A seleção inclui a chamada fase das revisitações, em que o artista descontrói a referência original de telas de Georges La Tour, Canova e Leonardo da Vinci, adotando signos do design contemporâneo, além de desenhos e pinturas de diferentes fases, como os sonetos, os Cristos e os shorts. Inéditos na Capital, “Cobra Coral”, instalada no jardim, e a instalação “Claro-escuro” (1990) composta de plotagem, ferro, 24 spots de luz e 24 espetos.
Sobre Schwanke
Entre as décadas de 1970 e 1980, Luiz Henrique Schwanke (1951-1992) construiu uma produção vasta e vigorosa com 5 mil peças entre desenhos, pinturas, instalações, esculturas e projetos, recebeu cerca de 30 prêmios nacionais e participou de inúmeras exposições individuais, coletivas e salões. Suas obras integram acervos de museus de diferentes cidades, como Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis, entre outras.
Sobre Rosângela Miranda Cherem
Doutora em história pela USP (1998) e doutora em literatura pela UFSC (2006); professora associada de história e teoria da arte no curso artes visuais e Programa de Pós-graduação em Artes Visuais no Ceart (Centro de Artes) da Udesc (universidade do Estado de Santa Catarina); coordenadora do Grupo de Estudos de Percepções e Sensibilidades e do Grupo Imagem-acontecimento. Orienta e tem pesquisas e publicações sobre História das Sensibilidades e Percepções Modernas e Contemporâneas; atualmente desenvolve pesquisa intitulada Maneira de Arquivar, Modos de Experimentar, Paradoxos e Singularidades do Gesto Artístico na Contemporaneidade.
MAC Schwanke
Criado em 2002, o Museu de Arte Contemporânea (MAC Schwanke), mantido pelo Instituto Schwanke, filiado ao MinC (Ministério da Cultura) e ao IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus), tem o compromisso de zelar pela memória de Schwanke e oferecer possibilidades de aprimoramento intelectual em torno da arte contemporânea. Com esse fim, organiza seminários e encontros de discussão, cursos e palestras com pesquisadores, críticos e artistas.
Fundação Cultural Badesc
Criada em 2005 e inaugurada em 2006, está instalada em uma das importantes edificações históricas de Florianópolis tombada pelo patrimônio municipal. Além de preservar parte da memória arquitetônica da cidade, o imóvel foi moradia de um dos políticos mais influentes do Estado, Nereu de Oliveira Ramos, que foi presidente da República por um breve período. O casarão se tornou um ponto de encontro de intelectuais, profissionais ligados às diferentes vertentes da arte e da cultura de Santa Catarina, professores, artistas e público interessado na intensa agenda. Espaço transdisciplinar, valoriza o artista e todas as formas de arte e cultura.
Serviço
Rodas de Conversa
O quê: Rodas de Conversa: Proximidades com Schwanke
Quando: 15.2 e 15.3.2017, quarta, 17h
Onde: Fundação Cultural Badesc, rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis, tel.: (48) 3224-8846
Quanto: Gratuito
Exposição
O quê: Mostra Schwanke, Habitar os Incorporais
Quando: 1º.12.2016, 19h. Visitação: até 16.3.2017, segunda a sexta, 12h às 19h
Onde: Fundação Cultural Badesc, rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis, tel.: (48) 3224-8846
Quanto: Gratuito
Realização: MAC/Instituto Schwanke e Fundação Cultural Badesc
 
Ficha técnica mostra Schwanke, Habitar os Incorporais:
Coordenação: Eneleo Alcides (Fundação Cultural Badesc) e Maria Regina Schwanke Schroeder (MAC/Instituto Schwanke)
Curadoria: Rosângela Miranda Cherem
Pesquisadoras assistentes: Carolina Ramos (1ª assis.) e Anete George (2ª assis.)
Arte educação: Carolina Ramos Nunes
Articulação: Néri Pedroso
Logística: Franzoi, Gabriela Maria Carneiro de Loyola e Mônica Juergens
Design: Bianca Justiniano dos Santos
Montagem: Flávio Brunetto

Livro e aula inaugural sobre arquifilologia dia 15, na Fundação Cultural Badesc

13895099_1019294664855944_8646421666854844688_nO professor doutor Raul Antelo, lança no dia 15 de agosto, segunda-feira, às 18h, na Fundação Cultural Badesc o livro A ruinologia, oportunidade em que mergulha em sua própria trajetória, celebrando o caminho da formação que não quis percorrer. Na mesma data, às 16h, o professor realiza a aula inaugural O que é arquifilologia – Tópicos Especiais: Teoria da Modernidade, do curso homônimo ministrado por ele no programa de pós-graduação em Literatura da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), previsto para o segundo semestre deste ano. ruinologia é outro nome da arquifilologia e não deixa de ser uma espécie de geografia interior, e sob esse aspecto, um cenário.

 

Raul Antelo nasceu em Buenos Aires (Argentina). É doutor em letras pela Universidade de São Paulo (USP) eprofessor titular de literatura brasileira na UFSC. É, pesquisador sênior do CNPq, foi bolsista Guggenheim Fellow e professor visitante nas universidades de Yale, Duke e Texas (Estados Unidos), Autónoma (Barcelona/Espanha) e Leiden (Holanda). Presidiu a Associação Brasileira de Literatura Comparada  (Abralic). É autor de vários livros e colaborador em diversos catálogos.

Serviço:

O que: Lançamento do livro A ruinologia, Raul Antelo (18h) e aula inaugural “O que é a arquifilologia?” (16h) 16h

Quando: 15 de agosto (segunda-feira)

Onde: Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis.

Cancelados palestra e lançamento de livro de Márcia Tiburi

O lançamento do livro e a palestra de Márcia Tiburi, previstos para serem realizados junto ao lançamento do Portal Catarinas, na próxima quinta-feira, dia 28 de julho, foi cancelado a pedido da escritora. O lançamento do Portal Catarinas está mantido com diversas atrações culturais como a DJ Alexandra Peixoto, as cantoras Dandara Manoela e Renata Swoboda e o Coletivo Nega – Negras Experimentações Grupo de Artes, com intervenções artísticas do espetáculo Preta-à-Porter. Na oportunidade, a cantora Renata Swoboda vai lançar uma música inédita com letra da escritora Clara Baccarin. A entrada é gratuita.

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Florianópolis recebe a Caminhada Rumos do Itaú Cultural

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Depois de anunciar a abertura das inscrições para o Rumos 2015-2016, em  coletiva que reuniu jornalistas de todo o país em São Paulo, equipes do instituto vem percorrendo todas as capitais brasileiras para divulgar esse programa que é uma das importantes marcas da atuação do instituto no cenário brasileiro e uma  referência de fo­mento à nova produção de arte e cultura; a caminhada já esteve em algumas cidades do Norte e do Nordeste do país e chega agora em Santa Catarina .

Com um encontro na Fundação Cultural Badesc, Florianópolis recebe a Caminhada Rumos no dia 21 de setembro (segunda-feira), às 18h30.  Como resultado de mais uma parceria entre a instituição catarinense e o Itaú Cultural, representado pelo gerente do Núcleo de Audiovisual, Claudiney Ferreira, e de Inovação, Marcos Cuzziol, é apresentada a 17ª edição do programa Rumos, cujas inscrições estão abertas e vão até as 23h59 (horário de Brasília) do dia 6 de novembro. Eles falarão sobre esta plataforma de fo­mento do instituto à produção artística brasileira e as inovações que consolidam a reformulação realizada em 2013. A caminhada foi iniciada em São Luís do Maranhão, de onde seguiu para o Ceará, Teresina, Belém, Macapá, Manaus, Boa Vista e chega desta vez em Santa Catarina, até completar uma visita às 27 capitais do país em cronograma em definição.  Na região Sul, segue, ainda para Porto Alegre e Curitiba e depois sobe para Belo Horizonte.

O modelo segue aberto, podendo ser inscritos projetos de todas as áreas de expressão e iniciativas híbridas, sem limitação dos campos de investigação, com grande liberdade para artistas, produtores e pesquisadores definirem as regras de produção e apresentação de seus trabalhos. Entre as novidades está a organização das propostas em três grandes campos: criação e desenvolvimento (concepção e/ou desenvolvimento de projetos artístico-culturais), documentação (organização e preservação de acervos relacionados à arte e à cultura brasileiras) e pesquisa (desenvolvimento de pesquisas em arte e cultura brasileiras), definidos para facilitar o processo de inscrição. Outra inovação é o fim do teto orçamentário para as propostas, o que abre novas possibilidades para os proponentes.

O processo de seleção dos projetos também ganha uma nova fase. Antes de passarem para a Comissão de Seleção, as propostas agora serão examinadas por 30 avaliadores contratados pelo instituto entre as mais diversas áreas de atuação e regiões do país, os quais farão a primeira fase seletiva. Os nomes desta comissão prévia não serão revelados antes do resultado final para preservar a idoneidade do processo. Os critérios de seleção a serem observados serão a singularidade do projeto, a sua relevância e consistência.

“Vamos dar continuidade ao modelo que inauguramos em 2013 em que as definições não são dadas mais pela instituição e sim pelos agentes culturais, invertendo uma ordem histórica que, ao nosso ver, estava represando a criação e perpetuando vícios de formatação de projeto”, diz Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural. “Rompemos com a forma em que os projetos tinham que se enquadrar aos propósitos preconizados pela instituição e pelos editais. Com isso deslocamos o eixo de poder de decisão para quem produz o conteúdo cultural, abrindo um novo modo de apoio”, complementa.

“Ficou claro para nós que um programa com a história do Rumos e seus 18 anos de atuação precisava efetivamente assumir riscos para se colocar em linha com a produção contemporânea, que não cabe nos editais estanques”, avalia Saron. De acordo ele, o novo formato do Rumos atraiu um volume substancial de projetos e propostas que teriam dificuldade em encontrar guarita nos editais tradicionais. Prova disso é que a última edição do programa, já reformulada, registrou mais de 15 mil inscrições. O recorde de edições anteriores havia sido de 2,6 mil.

Conforme pesquisa realizada pelo Observatório Itaú Cultural na base de dados de inscritos na edição 2013-2014, do total de proponentes, 30% nunca haviam tentado se inscrever antes em algum outro edital. O formato aberto, a abrangência e a autonomia foram apontados por este grupo como razões para participarem do Rumos. O estudo indicou também que 97,11% deles consideraram o regulamento na forma de perguntas e respostas como um fator positivo para a compreensão do processo de inscrição no programa.

 

 

Inscrições

Seguindo a política das edições anteriores, as inscrições são gratuitas. Neste ano, elas foram abertas em 1 de setembro e devem ser efetuadas até as 23h59 (horário de Brasília) do dia 6 de novembro, exclusivamente no site rumositaucultural.org.br. Os projetos começam a ser avaliados logo após o fechamento das inscrições e o trabalho da Comissão de Seleção será concluído até maio de 2016. Os contemplados serão informados por e-mail, no dia 10 daquele mês. Em seguida, o site do Itaú Cultural e os meios de comunicação divulgarão os resultados.

Como no edital passado, não há número mínimo ou máximo de projetos, propostas ou obras a serem contemplados. Esta decisão será de exclusiva atribuição da Comissão de Seleção Rumos Itaú Cultural.

 

 

Comissão de Seleção

Os membros da Comissão de Seleção são profissionais externos ao Itaú Cultural e gerentes do próprio instituto.  São eles: a professora, pesquisadora de dança e membro do núcleo Recife, no Mapeamento da Dança nas Capitais Brasileiras e no Distrito Federal, Adriana Gehres, a ilustradora, designer gráfica e professora Beá Meira, o cineasta Jeferson De, o presidente da Associação Brasileira de Literatura Comparada (Abralic) João Cezar de Castro Rocha, a atriz, produtora, gestora pública e contadora de histórias Karla Martins, o professor de ciência da informação e diretor de cultura da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Marcos Galindo, a jornalista e crítica de artes Maria Hirszman, a jornalista e criadora do projeto de investigação urbanística Cidades para Pessoas Natália Garcia, o administrador e produtor cultural Paulo Mattos, o produtor musical e diretor do Centro Cultural São Paulo (CCSP) Pena Schmidt, o compositor, cantor e violonista Tiganá Santana, e o jornalista, crítico e pesquisador teatral Valmir Santos.

Pelo Itaú Cultural, a comissão é formada pelos gerentes de núcleo: Ana de Fátima Sousa (Comunicação), Anna Montini (Jurídico), Claudiney Ferreira (Audiovisual e literatura), Edson Natale (Música), Henrique Idoeta (Produção), Marcos Cuzziol (Inovação), Sofia Fan (Artes visuais), Tânia Rodrigues (Enciclopédia) e Valéria Toloi (Educação e Relacionamento).  Veja os seus perfis mais adiante.

 

 

A Caminhada

Em 2013, a itinerância para apresentar o Rumos 2013-2014, então totalmente reformulado, ocorreu de setembro a novembro e consistiu em conversas para diversos públicos. Ao todo, 4.453 pessoas participaram das atividades em 43 cidades. O resultado está registrado no blog do Rumos (novo.itaucultural.org.br/explore/blogs/rumos-2).

Para explicar o Rumos 2015-2016, uma equipe do Itaú Cultural está percorrendo todas as regiões do Brasil na Caminhada Rumos, tendo começado pelo Maranhão, Ceará e Piauí. Na segunda etapa da itinerância foram ao Amapá, Pará, Amazonas e Roraima, seguindo agora na terceira fase por Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais. Depois destes Estados, sobem o país dando continuidade até passar por todas as capitais dos 27 estados brasileiros.

 

SERVIÇO

Caminhada Rumos 2015-2016

Com Claudiney Ferreira e Marcos Cuzziol, gerentes do Itaú Cultural

21 de setembro (segunda-feira)

Às 18h30

Entrada franca

Vagas 40