Laboratório de Autoria Feminina, realizado na Fundação Cultural Badesc, dá origem a e-book gratuito

Resultado da seleção de textos feita com participantes do primeiro Laboratório de Autoria Feminina, realizado na Fundação Cultural Badesc em setembro de 2018, o e-book de livre distribuição gratuita “Vozes reveladas”, está disponível neste link.

Vozes reveladas conta com 15 produções ficcionais, das quais 6 são prosa e 9, poemas. O livro conta com prefácio da premiada escritora Natalia Borges Polesso, autora de Recortes para álbum de fotografia sem gente (2013), Amora (2015), Coração à corda (2015) e Controle (2019). Participaram da edição 20 mulheres, escolhidas dentre mais de 60 candidatas inscritas.

No Laboratório de Autoria Feminina, promovido pelo Núcleo Literatual, ministraram oficinas a poeta Thalita Coelho, a escritora e pesquisadora Daniela Stoll, a cineasta Vanessa Camassola Sandre, a fotógrafa e atriz palhaça Chris Mayer e a escritora e pesquisadora Clarice Fortunato Araújo.

Antologia sobre História da Arte em SC será lançado na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis

A Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis, promove na quinta-feira, dia 22 de agosto, a partir das 19h, o lançamento do livro Passado-presente em quadros: uma antologia da História da Arte em Santa Catarina. Organizado pelas professoras doutoras Sandra Makowiecky e Rosângela Cherem a publicação estará à venda no dia do lançamento no valor de R$ 50. O valor arrecadado será destinado para projetos culturais. A entrada para acompanhar o evento é gratuita.

A publicação de 231 páginas é composta por 32 capítulos que foram escritos por cinco historiadoras da arte Ana Lúcia Beck, Luana Maribele Wedekin, Luciane Ruschel Garcez, Rosângela Cherem e Sandra Makowiecky, todas atuam em Florianópolis. Na obra 30 artistas são apresentados, um por capítulo.

Segundo as organizadoras, a ideia central da pesquisa foi de selecionar obras de importância da história da arte em Santa Catarina, unindo passado com presente, evitando um mero estudo biográfico, mas privilegiando as conexões que ligam artistas, espectadores, colecionadores e instituições no meio artístico.

“Destacamos o contexto em que as obras foram produzidas, expostas, criticadas, comparadas e colecionadas e assim, estimular a compreensão da arte como fenômeno social, cultural e artístico, e não apenas como produto de uma personalidade ou temperamento”, explica Sandra.

A doutora explica ainda que o critério que motivou a seleção dos 30 trabalhos em suportes biplanares – ou seja, em suportes essencialmente planos, como pintura, gravura e outros métodos de impressão – a maioria presentes em acervos públicos, foi o equilíbrio entre a qualidade artística das obras e sua representatividade histórica.

“Não se trata, portanto, de um manual, ou história da arte no sentido convencional, pois, ao lado de pinturas de referência, certamente aparecerão outras raramente lembradas”, destaca.

Breve currículo das historiadoras:

Ana Lúcia Beck: Professora colaboradora do Curso de Artes Visuais da Universidade do Estado de Santa Catarina (CEART/UDESC) na área de História, Teoria e Crítica de Arte e Desenho. Doutora em Literatura Comparada pelo Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGLET/UFRGS), com estágio doutoral no Kings College London no Spanish, Portuguese and Latin American Studies Department (University of London). Mestra em História, Teoria e Crítica da Arte pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Bacharel em Artes Plásticas com Habilitação em Desenho pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Seus interesses de pesquisa concentram-se nas relações entre as Artes Visuais e a Literatura, considerando especificamente a presença de elementos verbais em produções de Artes Visuais, bem como a presença da imagem na Poesia e na Literatura. Nesse sentido, desenvolveu a dissertação de mestrado Palavras Fora de Lugar, considerando o estatuto poético da palavra na poesia e a inter-relação entre este e a presença do elemento verbal na obra do artista brasileiro José Leonilson. Em sua tese de doutorado (Entre Eu e o Outro), fez uso da metodologia comparatista para investigar o processo de criação de José Leonilson e da artista franco-americana Louise Bourgeois, detendo-se tanto na relação entre aspectos visuais e verbais na obra de ambos os artistas, como na articulação destas com aspectos da subjetividade.

Luana Maribele Wedekin: Professora na graduação em Design, no Departamento de Design do Centro de Artes da UDESC. Pós-doutorado na linha de Teoria e História da Arte no PPGAV/UDESC (2016); doutora em Psicologia (UFSC, 2015); M.A. em História da Arte pelo The Courtauld Institute of Art (University of London, UK, 2013/2014); mestre em Antropologia Social (UFSC, 2000); Especialização em Estudos Culturais (UFSC, 1997); graduada em Educação Artística Habilitação em Artes Plásticas (UDESC, 1993). Membro da Anpap (Associação Nacional de Pesquisadores de Artes Plásticas) e da ABCA (Associação Brasileira de Críticos de Arte). Co-líder do Grupo de Pesquisa de Pesquisa cadastrado no CNPQ LabIMAGEM, Laboratório de Estudos da Imagem (DARG/FAAC) e membro do grupo História da Arte: imagem- Acontecimento (PPGAV/UDESC). Pesquisas atuais confluem para os estudos sobre a arte russa (especialmente a vanguarda) em suas diversas linguagens e os aspectos metodológicos da história da arte.

Luciane Ruschel Garcez: Professora e crítica de arte. Professora na graduação e pós-graduação nas áreas de Cerâmica; Teoria e História da Arte; História da Arte de Santa Catarina; Metodologia do Ensino da História da Arte. Bacharel em Artes Plásticas pela Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC (2006). Mestre em Teoria e História da Arte, pela mesma instituição (PPGAV-CEART, UDESC – 2009), bolsista Capes. Doutora pela Université Aix-Marseille, França, na área de Estudos e Ciências da Arte. Pós-doutoranda na linha de Teoria e História da Arte, pelo PPGAV-CEART, UDESC; bolsista CAPES/ PNPD, sob orientação de Sandra Makowiecky. É membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte Seção Brasil Aica Unesco (ABCA); membro da Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA/UNESCO); membro da Associação Nacional de Pesquisadores de Artes Plásticas (ANPAP). Atuando principalmente nos seguintes temas: artes visuais, história da arte, arte contemporânea, Hubert Duprat, ouro, anacronismo na arte; cerâmica. Produção plástica artística em cerâmica.

Rosângela Cherem: Doutora em História pela USP (1998) e Doutora em Literatura pela UFSC (2006); Profa. Associada de História e Teoria da Arte no Curso Artes Visuais e Programa de Pós-graduação em Artes Visuais no CEART- UDESC; coordenadora do Grupo Imagem-acontecimento; orienta, possui pesquisas e publicações sobre História das Sensibilidades e Percepções Modernas e Contemporâneas; atualmente desenvolve pesquisa intitulada Acervos e Arquivos Artísticos em Santa Catarina, Implicações e Conexões.

Sandra Makowiecky: Possui Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas pela Universidade Federal de Santa Catarina, Conceito Capes 6. Atualmente é professora Titular da Universidade do Estado de Santa Catarina – graduação, mestrado e doutorado em Artes Visuais do Centro de Artes, conceito capes 4. Membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte Seção Brasil Aica Unesco – ABCA. Membro da Associação Internacional de Críticos de Arte- AICA. Membro do Comitê Brasileiro de História da Arte – CBHA. Membro da Associação Nacional de Pesquisadores de Artes Plásticas – ANPAP. Membro do Instituto Histórico e Geográfico de SC – IHGSC. Vice-Presidente ANPAP – Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas no biênio 2007-2008. Coordenadora do MESC-UDESC – Museu da Escola Catarinense. Coordena o grupo de pesquisa – História da arte: Imagem- Acontecimento, cadastrado no CNPq e possui diversas publicações na área de teoria e História da arte. Foi Indicada ao Prêmio Sergio Milliet por pesquisa publicada no ano de 2012, pela Associação Brasileira de Críticos de arte – ABCA – e recebeu o Prêmio Gonzaga Duque, atribuído pela ABCA – pela Associação Brasileira de Críticos de arte, em 2015, por sua atuação na crítica de arte. Indicação ao Prêmio Rodrigo Mello Franco de Andrade, em 2017, em ação pré-selecionada pelo Estado de Santa Catarina, com o processo de recuperação dos painéis de formatura da Academia de Comércio de SC. Prêmio Rodrigo Mello Franco de Andrade – pela Curadoria Polo SC na Bienal Internacional de Curitiba, no ano de 2017, atribuído pela ABCA – Associação Brasileira de Críticos de arte, quando a Instituição contemplada foi a Bienal Internacional de Curitiba.

Serviço: Lançamento do livro: Passado-presente em quadros: uma antologia da História da Arte em Santa Catarina – organizado pelas professoras doutoras Sandra Makowiecky e Rosângela Cherem

Data: 22 de agosto – quinta-feira

Horário: 19h

Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro – Florianópolis/SC

Telefone: (48) 3224-8846

Entrada gratuita

Leandro Serpa lança o livro Por Um Instante na Fundação Cultural Badesc

A Fundação Cultural Badesc promove no dia 4 de julho o lançamento do livro Por Um Instante, do escritor catarinense Leandro Serpa. O evento está marcado para às 19h e tem entrada gratuita.

A obra mais recente do escritor, professor, pesquisador e artista visual, nascido na cidade de Tijucas, em Santa Catarina, revela um poeta que não se esconde. Leandro Serpa se apresenta por inteiro nessa espécie de diário amoroso, com uma e outra dose de desespero cotidiano. Angústia, amor, desejo e uma dose extra de niilismo perpassam os versos de janeiro a janeiro.

“Estamos diante de um artista que faz, pela primeira vez, a travessia de uma arte, as artes visuais, para a arte poética com nítida preocupação em mesclar os dois universos”, destaca o poeta e crítico de teatro Marco Vasques, que faz o prefácio do livro.

O livro estará à venda no valor de R$ 20.

Sobre o autor:

Natural de Tijucas/SC, Leandro Serpa é Bacharel em Artes Plásticas pelo Centro de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina (Ceart/Udesc); Mestre em Ensino das Artes Visuais, pelo PPGAV/Udesc. É artista visual, professor, pesquisador e escritor. Vem participando de diferentes exposições, coletivas e individuais desde o ano de 2005. Ele tem mestrado na Linha de Ensino das Artes e atuou no projeto “A Presença da Matéria” e no projeto “O Jogo do Golpe”. Realizou pesquisa técnica e visita aos Ateliers de Carlos Vergara, Daniel Senise e Frantz Soares e com o Projeto “Fanáticos” recebeu o Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo a Cultura – 2013. Entre 2014/2015, fez parte do Programa de Artistas do “Lugar Específico”. Membro da Oficial Academia Tijuquense de Letras (OATL), Leandro é professor de Gravura na Universidade Comunitária Regional de Chapecó/SC desde 2016 e escreve sobre a Gravura Contemporânea. É autor das publicações: “Marcas do Tempo – Futebol Fanáticos”, “2007 Palavras no Tempo”, “A Monotipia no campo expandido: Reflexões sobre Arte e a Arte Educação Contemporânea”, “O Amante da Cor”, “Antologia Poética”, “Antologia Poesia Agora”, “Antologia Conto Brasil”, “XX Antologia de Diversos Autores”, “V Coletânea Viagem pela Escrita”.

Serviço: Lançamento do livro Por Um Instante, de Leandro Serpa

Data: 4 de julho – quinta-feira

Horário: 19h

Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro – Florianópolis/SC

Telefone: (48) 3224-8846

Entrada gratuita.

Coletânea com histórias de Santa Catarina do século 21 é lançada na Fundação Cultural Badesc

A Fundação Cultural Badesc promove no sábado (15/06), às 14h o lançamento do livro Santa Catarina em perspectiva: história e historiografia no século XXI, organizado por Fabiano Garcia e Ricardo Duwe. A coletânea reúne as mais recentes contribuições sobre a história do Estado por meio de sínteses inovadoras apresentadas em 20 artigos em que seus autores buscam historicizar temas caros ao mundo contemporâneo.

Para a elaboração do livro foram realizadas pesquisas em diversos acervos públicos e privados. Importantes obras da literatura catarinense, jornais e periódicos da mídia imprensa regional, além de fontes judiciais e jurídicas, biografias e livros de memória, bem como fontes orais mediantes entrevistas contribuíram com o trabalho.

O início

A ideia de realizar uma contribuição para a história de Santa Catarina surgiu no período em que os organizadores produziam seus trabalhos de conclusão de curso, por volta de 2012. Na época, perceberam que a produção acadêmica sobre a história local privilegiava recortes temporais mais antigos, que abarcavam desde o período colonial, mas dificilmente ultrapassavam o período pós-1945. Isso os prejudicava, pois ambos pesquisavam o período da ditadura militar no Estado e não encontravam referências para os auxiliarem.

“Desde então, nos mobilizamos para tentar mudar esta situação e ampliar o escopo de abordagens da história local. Com este objetivo em mente, a ideia do livro nasceu no ano de 2017, depois de realizarmos por dois anos seguidos o simpósio temático Cultura, classe e política em Santa Catarina no período republicano na Semana Acadêmica de História da Universidade Regional de Blumenau (FURB). Com o sucesso do Simpósio, percebemos que havia toda uma nova geração de historiadores e historiadoras interessados no assunto e produzindo inovadoras pesquisas sobre Santa Catarina. Nosso papel foi reunir uma significativa parcela deste grupo e dar o devido espaço para que suas pesquisas fossem divulgadas para o grande público a partir da coletânea” explica Fabiano Garcia.

Organizadores

Fabiano Garcia tem bacharelado e licenciatura em História pela Universidade de Federal de Santa Catarina (UFSC), é Mestre em História, e atualmente é doutorando no Programa de Pós-Graduação em História pela mesma universidade.

Ricardo Duwe tem bacharelado e licenciatura em História pela Universidade de Federal de Santa Catarina, é Mestre em História do Tempo Presente pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), e atualmente é doutorando do Programa de Pós-Graduação em História da UFSC.

Homenagem

O livro é dedicado à memória de Almeri Machado (1959-2018), funcionário público da Biblioteca Pública de Santa Catarina e que trabalhou durante quase 20 anos no acervo do setor de Santa Catarina sempre atendendo com grande presteza todos os pesquisadores e pesquisadoras.

Serviço:

O que: Lançamento do livro Santa Catarina em perspectiva: história e historiografia no século XXI, organizado por Fabiano Garcia e Ricardo Duwe

Quando: 15 de junho (sábado), às 14h

Onde: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro – Florianópolis/SC/ (48) 3224-8846

Entrada gratuita. A obra será comercializada por R$ 65,90.

Professor lança livro de micronarrativas dia 25 de abril na Fundação Cultural Badesc

 

A Fundação Cultural Badesc apresenta na quinta-feira, 25 de abril, às 19h, o lançamento do livro de micronarrativas Pá pum Microcontos, a primeira obra do escritor e professor de literatura, Adriano Salvi. A obra traz uma proposta concisa de leitura do homem em sociedade, com questões do cotidiano, desde suas crenças e neuroses, com humor e ironia.  O evento é aberto ao público, com entrada gratuita.

 

Pá Pum Microcontos visa à promoção do estilo literário, ainda pouco consumido em meio ao público. Produzida pela Editora Viseu, o livro contém 110 páginas em que o leitor é desafiado a completar a narrativa e desvendar a história por trás da história. “A sensação de lê-las é a de brincar com um caleidoscópio, na multiplicidade de questões, reconhecemos constante movimento de desconstrução de discursos, dos mais intelectualizados aos mais cotidianos”, comenta Marisa Balthasar, autora do prefácio e doutora em Teoria Literária pela Universidade de São Paulo.

Adriano Salvi comenta seu desafio quanto à literatura. “Pessoalmente tenho como objetivo colocar Santa Catarina no círculo de escritores do gênero de micronarrativa, por seu grande potencial entre o público leitor dada suas características, além de diversificar a proposta literária”, esclarece.

Adriano Salvi é formado em Letras pela Univali, trabalha como professor de literatura e língua portuguesa no Ensino Médio. Além do livro, o autor escreve em canais da internet e em oficinas de criação em Itajaí.

Serviço:

O que: Lançamento do livro Pá Pum Microcontos, de Adriano Salvi

Quando: quinta-feira, 25 de abril, às 19h

Onde: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro – Florianópolis/SC/ (48) 3224-8846

O livro será comercializado no dia do lançamento por R$ 30,00.

Entrada gratuita.

 

 

Livro Soy loca, Lorca, feito un chien no chão será lançado dia 4 de abril na Fundação Cultural Badesc

 

A Fundação Cultural Badesc promove na quinta-feira (04/04), às 19h, o lançamento do livro Soy loca, Lorca, feito um chien no chão, de Márcio Markendorf. Na mesma data será exibido no Cineclube o filme Hiroshima, mon amour, uma das inspirações para o livro.

A obra, publicada pela editora Urutau, é classificada como uma novela – maior que um conto, mas sem a mesma complexidade e a dimensão de um romance, e é vista pelo autor como uma longa carta de amor. “O grande tema do livro, o pathos amoroso, convoca o leitor a participar de um sentimento de conexão humana e densidade de experiência. Certamente, tudo com uma dose de estranhamento frente a alguns baralhamentos de fronteiras, seja as de gênero literário, seja as das convenções verdade-mentira”, comenta o autor.

O Márcio Markendorf é professor de literatura e cinema na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Participou de coletâneas de contos e esta obra marca sua estreia na ficção literária e impresso solo.

Sinopses

Soy loca, Lorca, feito um chien no chão: uma mulher está encarcerada em local ignorado e sem razão aparente. Ela pressupõe que pode ter sido por força da loucura passional. Antes do cárcere, havia se apaixonado pelo falecido poeta Federico García Lorca. Se o amor é sair de si, essa narradora colocou-se corpo afora. Oscilando entre o delírio e a lucidez, baralhando a confissão e a ficção, a personagem escrutina os fragmentos do próprio passado afetivo, não sem atingir um ponto de virada alquímico e irreversível.

Hiroshima, mon amour: de Alain Resnais. França, Japão. 1959. 90 min. Drama. 12 anos. Com Emmanuelle Riva, Eiji Okada e Stella Dassas – Uma atriz francesa está gravando um filme antiguerra em Hiroshima e se envolve romanticamente com um arquiteto japonês com uma perspectiva diferente sobre a guerra.

 

Serviço:

O que: Lançamento do livro Soy loca, Lorca, feito um chien no chão, de Márcio Markendorf

Quando: quinta-feira, 4 de abril, às 19h

Onde: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro – Florianópolis/SC/ (48) 3224-8846

Entrada gratuita. Livro comercializado por R$ 35.

 

 

 

Fundação Cultural Badesc promove lançamento de livro de poesias de autor josefense

 

A Fundação Cultural Badesc promove na quinta-feira (31/01), às 19h, o lançamento do primeiro livro de poesias de Victor Hugo Pinheiro intitulado: E sem demora – versos diversos num liquidificador. A obra tem o selo da editora Insular e reúne poemas que tratam dos mais variados assuntos incluindo amor, indignação, paz, traços simples do cotidiano e críticas sociais.

 

“Pretendo transformar o olhar seco, generalizado, esteriotipado, racional demais das pessoas em suas correrias do dia a dia, em um ato mais sensível e singular, dotado de um poder renovador. Quero despertar a espiritualidade e o sentimento nobre que existe dentro de cada ser, mas que, na maioria das vezes, permanece sufocado pela falta de um diálogo interno, de um tempo só para si”, comenta o autor que se dedica aos poemas que integram o livro desde 2017.

 

Victor Hugo Pinheiro é poeta e educador físico. Nasceu na cidade de São José (SC) onde reside atualmente.

 

E sem demora – versos diversos num liquidificador será comercializado por R$ 30. Mais informações no site victorhugopinheiro.com.

 

Serviço:

 

O que: Lançamento do livro: E sem demora – versos diversos num liquidificador, de Victor Hugo Pinheiro

Quando: Quinta-feira, 31 de janeiro, às 19h.

Local: Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro de Florianópolis.

Entrada gratuita. Livro comercializado por R$ 30.

 

Amar Sem Advérbios será lançado na Fundação Badesc

A Fundação Cultural Badesc promove na quinta-feira, dia 13 de dezembro, o lançamento do livro Amar Sem Advérbios, de Carlos Nogueira. A primeira obra do autor será lançada a partir das 19h e a entrada é gratuita. Na noite acontecerá também uma apresentação musical instrumental com repertório que dialoga com os poemas do livro.

Amar Sem Advérbios traz 46 poemas sobre várias dimensões da natureza humana e a maior delas, mais extensa, tanto no livro quanto na vida do autor, o amar. As outras dimensões que dividem o livro são “ser” e “perceber” – cada uma delas é traduzida por ilustrações, feitas pela artista Fernanda Hinnig, de Florianópolis.

“O livro também busca refletir sobre o amor no mundo, por isso o título. Amar sem advérbios é considerar que o sentimento por si só já é magnífico, suficiente – o ser humano é que tentar impor em quais condições ele pode se manifestar”, destaca o autor.

Ao ser questionado como nasceu o gosto por escrever, Carlos diz que não sabe muito bem explicar o motivo, mas diz que escrever é bom e não conseguiria viver sem.

“Um dos poemas do meu livro, chamado “Escrever”, diz que Páginas em branco são animais selvagens e escrever é tentar domesticá-las fazendo cafuné com a ponta do lápis. Talvez eu escreva para que esses animais selvagens não me ataquem à noite, enquanto durmo”, destaca o autor.

O livro com 72 páginas e produzido pela Tripous Edições, de Florianópolis, será vendido no dia por R$ 29.90.

Perfil do autor:

Carlos Nogueira nasceu em Aracaju (SE), em 1988. É formado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Goiás (UFGO). Além de escrever poesias, atividade que realiza desde a adolescência, trabalha no Tribunal do Trabalho de Santa Catarina. O autor teve a poesia Balanço do (a)mar publicada na antologia do I Prêmio IFSC de Literatura, em 2017. Carlos também recebeu menções honrosas com as poesias Soneto do Fim Prematuro, no 2º Concurso Internacional de Poesias da Casa de Espanha, e Fantasias, no 12º Concurso Nacional de Poesias Pérola da Lagoa.

 

Serviço: Lançamento do Livro Amar Sem Advérbios, de Carlos Nogueira

Data: 13 de dezembro – quinta-feira

Horário: 19h

Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro – Florianópolis/SC

Telefone: (48) 3224-8846

Entrada gratuita

Bailarina catarinense Laura Flores lança livro “Dança das Flores – Inspirando Vidas” na Fundação Cultural Badesc

A escritora e bailarina, Laura Flores, lança na quinta-feira, 22 de novembro, às 19h, na Fundação Cultural Badesc, o livro Dança das Flores – Inspirando Vidas. Este é o segundo livro em que a autora conta sua trajetória profissional e rotina desde que foi diagnosticada com Síndrome de Susac, doença autoimune rara que afeta o sentidos como visão e audição . No evento está programada apresentação de dança, conversa com o público e música. A entrada é gratuita.

“Por ser uma manezinha, nada mais glorioso do que lançar minha segunda obra na Fundação Cultural Badesc. Esta instituição tem grandioso valor à cultura da cidade e, certamente, irá abrilhantar ainda mais nossa obra”, comenta Laura.

O livro apresenta a trajetória de Laura que iniciou no ballet aos oito anos e desde os 17, atuou como profissional. Em 2005, Laura viu sua vida mudar de forma significativa ao ser diagnosticada com Susac. “Comecei a ter sérias limitações para caminhar, parei de dirigir, convivo com problemas na visão e audição. Foi neste período que comecei a dançar mais com as palavras”, relembra Laura, que é escritora desde 2012.  “O enredo de minha vida levou-me a vivenciar este período de luto e posteriormente, renasci em flores”, conta.

A obra Dança das Flores – Inspirando Vidas é uma publicação da Editora Amoler, tem 284 páginas e poderá ser adquirida no evento pelo valor de R$ 25.

 

Perfil

Maria Laura de Carvalho Flores nasceu em 5 de dezembro de 1977, em Florianópolis. É graduada em Educação Física e Desportos pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc/Cefid). Atuou como professora na Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), em Palhoça e Tubarão. Em 2005, foi diagnosticada com Síndrome de Susac. Sua trajetória artística tem destaque na dança, como jazz avançado, street dance, dança contemporânea, dance therapy e dance ability (método para dança, movimento e comunicação não-verbal que integra pessoas com e sem algum tipo de limitação física). Como bailarina profissional, participou de escolas de danças, academias, mostras, festivais, congressos e afins em todo o território nacional. Além da participar dos 1º e 2º Encontro Internacional de Dança de Salão, no Rio de Janeiro.

Serviço: Bailarina catarinense Laura Flores lança Dança das Flores – Inspirando Vidas

Data: 22 de novembro, quinta-feira

Horário: 19h

Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro – Florianópolis/SC

Telefone: (48) 3224-8846

Entrada gratuita