Rosângela Cherem e Sandra Makowiecky lançam livro na Fundação Cultural Badesc

convite-web_lancamento-artistas-contemporaneas-na-teoria-e-historia-da-arteSerá lançado na quinta-feira, (13/10), às 19h, na Fundação Cultural Badesc o livro Artistas Contemporâneas na Teoria e História da Arte, organizado pelas professoras Rosângela Cherem e Sandra Makowiecky. A obra, que reúne artigos que tratam de mulheres artistas e história da arte, tem mais de 360 páginas e foi editado pela Associação de Arte-Educadores de Santa Catarina (AAESC).

A primeira parte do livro é resultado de uma parceria docente junto ao Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (Ceart/Udesc), por meio de um seminário temático sob título História da Arte como Operação de Hipertexto. A segunda parte, apresenta artigos que tratam de mulheres artistas, resultantes da pesquisa Imagem acontecimento: contemporizações da modernidade artística em Santa Catarina.

A obra é concomitante com o projeto Maneiras de arquivar, modos de experimentar, paradoxos e singularidades do gesto artístico na contemporaneidade, coordenado por Rosângela Cherem, que pretende analisar artistas, situados entre o último quartel do século XX e o século XXI, principalmente que trabalham, estudam, ensinam ou expõem em Santa Catarina e que apresentam um alto potencial imagético a partir de referências, interlocuções e repertórios (distintos arquivos), reconhecendo como os mesmos são processados e combinados no interior de seus trabalhos e obras (singularidades e complexidades dos gestos artísticos).

No dia do lançamento o livro será comercializado a R$ 20.

As professoras

Rosângela Miranda Cherem é doutora em história pela Universidade de São Paula (USP) e doutora em literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). É professora Associada de História e Teoria da Arte no Curso Artes Visuais e programa de pós-graduação em Artes Visuais no Centro de Artes da Udesc (PPGAV). É coordenadora dos grupos de estudos Percepções e Sensibilidades Imagem- acontecimento.

Sandra Makowiecky é licenciada em Educação artística pela Udesc. Tem especialização em Arte-Educação (Udesc), mestrado em Gestão do Desenvolvimento e Cooperação Internacional pela Universidade Moderna de Lisboa e doutorado interdisciplinar em Ciências Humanas pela UFSC. Atua como professora de Estética e História da Arte (Ceart/Udesc), no curso de Artes Visuais e no PPGAV, na linha de Teoria e História da Arte. Coordena o projeto de pesquisa Contemporizações da modernidade artística em Santa Catarina.

 

Serviços:

O que: Lançamento do livro Artistas Contemporâneas na Teoria e História da Arte, organizado pelas professoras Rosângela Cherem e Sandra Makowiecky.

Quando: 13 de outubro (quinta-feira), às 19h – visitação até 25 de agosto.

Onde: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – Fone 3224-8846.

Quanto: Entrada gratuita.  Valor do livro no lançamento R$ 20.

40 anos: Livro sobre o Badesc será lançado dia 6 na Fundação Cultural Badesc

14516443_1063335830451827_830906289731391175_nPara celebrar as quatro décadas de atividade do Banco de Desenvolvimento de Santa Catarina (Badesc), a instituição lança na quinta-feira (06/10), às 19h, na Fundação Cultural Badesc, o livro Badesc 40 anos: uma história de fomento à economia de Santa Catarina.

O material conta a história das pessoas que acreditaram no potencial de Santa Catarina e dos catarinenses, tendo em vista que o Badesc apoiou pequenas e médias empresas, financiando projetos públicos, o que gerou qualidade de vida e benefícios à população. A atuação do Badesc na reconstrução do Estado depois de tragédias que assolaram o Estado  também são contadas na obra.

Serviço:

O que: Lançamento do livro Badesc 40 anos, uma história de fomento à economia de Santa Catarina.

Quando: 6 de outubro (quinta-feira), às 19h

Onde: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – Fone 3224-8846.

Quanto: Entrada e distribuição gratuita.

Livro e aula inaugural sobre arquifilologia dia 15, na Fundação Cultural Badesc

13895099_1019294664855944_8646421666854844688_nO professor doutor Raul Antelo, lança no dia 15 de agosto, segunda-feira, às 18h, na Fundação Cultural Badesc o livro A ruinologia, oportunidade em que mergulha em sua própria trajetória, celebrando o caminho da formação que não quis percorrer. Na mesma data, às 16h, o professor realiza a aula inaugural O que é arquifilologia – Tópicos Especiais: Teoria da Modernidade, do curso homônimo ministrado por ele no programa de pós-graduação em Literatura da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), previsto para o segundo semestre deste ano. ruinologia é outro nome da arquifilologia e não deixa de ser uma espécie de geografia interior, e sob esse aspecto, um cenário.

 

Raul Antelo nasceu em Buenos Aires (Argentina). É doutor em letras pela Universidade de São Paulo (USP) eprofessor titular de literatura brasileira na UFSC. É, pesquisador sênior do CNPq, foi bolsista Guggenheim Fellow e professor visitante nas universidades de Yale, Duke e Texas (Estados Unidos), Autónoma (Barcelona/Espanha) e Leiden (Holanda). Presidiu a Associação Brasileira de Literatura Comparada  (Abralic). É autor de vários livros e colaborador em diversos catálogos.

Serviço:

O que: Lançamento do livro A ruinologia, Raul Antelo (18h) e aula inaugural “O que é a arquifilologia?” (16h) 16h

Quando: 15 de agosto (segunda-feira)

Onde: Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis.

Grande público prestigia lançamento de livro sobre senador Luiz Henrique da Silveira na Fundação Cultural Badesc

moacir pereira (43)

Políticos, empresários, representantes de entidades de classe, jornalistas e personalidades prestigiaram na noite do dia 12 de julho, terça-feira, na Fundação Cultural Badesc, o lançamento do livro “Luiz Henrique da Silveira: Transformando Sonhos em Realidade”, do jornalista Moacir Pereira. Destaque entre os presentes para a viúva do senador, falecido em maio de 2014. Ivete Appel da Silveira, acompanhada dos filhos e parentes disse que esses momentos de homenagens são muito importantes para ela e a família. “Procuro estar em todas as homenagens porque é a melhor forma de reforçar a importância dele em seus anos de dedicação à vida pública”, destacou.

Também emocionado, Moacir Pereira falou sobre o desafio de escrever o livro. “Foram noites dedicadas a este trabalho que levou oito meses para ser concluído. Agradeço a disponibilidade das pessoas que contribuíram para este livro e estar aqui com tantas pessoas me dá a certeza da importância de deixar um relato sobre este convívio jornalístico com esta grande personalidade que foi Luiz Henrique da Silveira”, afirmou ao frisar que o livro não é uma biografia, mas um relato sobre a vida do político.

O presidente do Badesc, José Cláudio Caramori destacou a importância do senador Luiz Henrique da Silveira no cenário político de Santa Catarina e também seu incentivo à cultura do Estado. “Este espaço que abriga o lançamento deste livro é um dos muitos criados por Luiz Henrique como forma de incentivo à cultura catarinense. Ele vislumbrou lá atrás a importância que a Fundação Cultural Badesc teria para a cultura e para os artistas do nosso Estado e do nosso país”, destacou.

Justiniano Pedroso (diretor Vice-Presidente e de Desenvolvimento de Negócios do Badesc), Olívio Karasek Rocha (diretor Administrativo e Financeiro) e João Carlos Grando (diretor de Operações), integrantes da diretoria da Agência de Fomento, também prestigiaram o evento, assim como os ex-presidentes do Badesc João Paulo Kleinubing e Nelson Santiago.

Sobre o livro

Luiz Henrique da Silveira: Transformando Sonhos em Realidade é uma obra publicada pela editora Insular que resgata fatos da vida do senador e um dos incentivadores da cultura no Estado. Em seu mandato como governador, Luiz Henrique da Silveira inaugurou a Fundação Cultural Badesc há 10 anos. O livro tem 296 páginas, e tem como base os 43 anos em que o jornalista Moacir Pereira acompanhou a carreira política de Luiz Henrique, desde suas primeiras intervenções na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, como deputado estadual na década de 70, selecionando as melhores entrevistas feitas neste período.

O livro registra também a singular biografia do senador falecido em maio de 2015, destacando sua sensibilidade cultural, as relações com a imprensa, o perfil humano, as missões internacionais, o processo de sua reeleição ao governo do Estado em 2006 e traz depoimentos de familiares, autoridades, lideranças empresariais, políticas e amigos. Moacir Pereira também registra nas páginas do livro um amplo relato sobre a campanha política de 2002, quando Luiz Henrique obteve uma vitória considerada impossível, derrotando o então governador Esperidião Amin.

“Luiz Henrique da Silveira: Transformando Sonhos em Realidade” tem prefácio do atual secretário de Estado da Fazenda, Antônio Marcos Gavazzoni e comentário do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) , Glauco José Corte. 

Moacir Pereira é jornalista, colunista do Diário Catarinense, Jornal de Santa Catarina e A Notícia, comentarista da CBN Diário. É membro da Academia Catarinense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina. Tem uma extensa lista de publicações que registram importantes personagens da história e da vida pública de Santa Catarina.

Moacir Pereira lança livro sobre Luiz Henrique da Silveira na Fundação Cultural Badesc

Convite Web_Lançamento Livro LHS, Tranformando Sonhos em RealidadeO jornalista Moacir Pereira lança na terça-feira (12/07), às 19h na Fundação Cultural Badesc o livro “Luiz Henrique da Silveira: Transformando Sonhos em Realidade”. A obra, publicada pela editora Insular resgata fatos da vida do senador e um dos incentivadores da cultura no Estado. Em seu mandato como governador, Luiz Henrique da Silveira inaugurou a Fundação Cultural Badesc há 10 anos.

Para escrever o livro com 296 páginas, Moacir Pereira dedicou oito meses de trabalho. Teve como base os 43 anos em que acompanhou a carreira política de Luiz Henrique, desde suas primeiras intervenções na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, como deputado estadual na década de 70, selecionando as melhores entrevistas feitas neste período.

O livro registra também a singular biografia do senador falecido em maio de 2015, destacando sua sensibilidade cultural, as relações com a imprensa, o perfil humano, as missões internacionais, o processo de sua reeleição ao governo do Estado em 2006 e traz depoimentos de familiares, autoridades, lideranças empresariais, políticas e amigos. Moacir Pereira também registra nas páginas do livro um amplo relato sobre a campanha política de 2002, quando Luiz Henrique obteve uma vitória considerada impossível, derrotando o então governador Esperidião Amin.

“Luiz Henrique da Silveira: Transformando Sonhos em Realidade” tem prefácio do atual secretário de Estado da Fazenda, Antônio Marcos Gavazzoni e comentário do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) , Glauco José Corte.

Moacir Pereira é jornalista, colunista do Diário Catarinense, Jornal de Santa Catarina e A Notícia, comentarista da CBN Diário. É membro da Academia Catarinense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina. Tem uma extensa lista de publicações que registram importantes personagens da história e da vida pública de Santa Catarina.

Serviço:

O que: Lançamento do “Luiz Henrique da Silveira: Transformando Sonhos em Realidade”, de Moacir Pereira

Quando: Terça-feira, 12 de julho, às 19h.

Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro Florianópolis – Fone 3224-8846

Quanto: Entrada gratuita. 

Fotografia: Romulo Lubachesky lança livro na Fundação Cultural Badesc

Convite WEB_A Tríade da Câmera Fotográfica, de Romulo

A obra busca descomplicar a fotografia como um todo e desmistificar o equipamento fotográfico.

Será lançado na quinta-feira (07/07), às 19h na Fundação Cultural Badesc o livro A Tríade da Câmera Fotográfica: um estudo profundo sobre o equipamento fundamental da fotografia, de Romulo Lubachesky.  Por meio do livro que leva o selo da editora Photos, o autor quer estimular o leitor a pensar sobre o que existe de fundamental nos equipamentos fotográficos.

Indicado para todos os públicos interessados em fotografia, o livro traz uma nova abordagem no entendimento da arte – a partir da câmera fotográfica, que questiona e quebra paradigmas oferecendo argumentações sólidas e embasadas. Seu método inicia da base, na definição da própria fotografia, e evolui em uma sequência lógica e gradual até os mais complexos assuntos. Tudo exposto com argumentações completas, ilustrações e exemplos que aprofundam conceitos clássicos.  O conteúdo é extremamente atualizado, abrangendo todos os tipos de câmeras e as tecnologias mais recentes.

De acordo com o autor, não é necessário controlar apenas o equipamento, é preciso controlar também o olhar e pensamento. “O processo fotográfico deve começar na mente. A câmera é só o instrumento de finalização, onde o processo se completa com o apertar do disparador. Fotografar sem pensar é como compor um livro com páginas em branco”, declara Romulo.

O livro será comercializado com preço especial de lançamento por R$ 89.

Pré- evento

Pouco antes do lançamento, às 17h30, o autor ministrará uma palestra na Fundação Cultural Badesc com o tema “Os Rumos da Fotografia Digital”.

Sobre o autor:

Romulo Lubachesky tem formação acadêmica em Geologia. Iniciou sua carreira na fotografia aplicando a ciência do sensoriamento remoto com imagens orbitais no desenvolvimento da fotografia digital infravermelho e multiespectral, tornando-se um dos pioneiros dessa técnica. Como fotógrafo, é autor de dezenas de artigos técnicos, projetos e exposições individuais. Como professor, lecionou e ministrou palestras em diversas escolas e universidades do país.

Dia dos Açores: comemoração será na Fundação Cultural Badesc

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A Fundação Cultural Badesc, em parceria com a Casa dos Açores de Santa Catarina, promove a comemoração do Dia dos Açores, na segunda-feira, 16 de maio, a partir das 19h no Casarão. Para festejar a data, haverá divulgação e venda das obras Saberes e Sabores dos Açores e Açores Quem Somos Porque Somos, ambos de Maria Orísia Melo e Conceição Melo Cabral. O evento contará também com a apresentação da Tocata da Casa, grupo de divulgação de música açoriana e regional local.

O dia dos Açores é comemorado na segunda feira depois do Domingo de Pentecostes (Festa do Divino Espírito Santo). A escolha deste dia para comemorar a açorianidade se alicerça no fato de que a celebração do Divino Espírito Santo é a principal festividade dos Açores e das comunidades da diáspora açoriana.

Livros

No livro Saberes e Sabores dos Açores as autoras Maria Orísia Melo e Conceição Melo Cabral fazem uma compilação de receitas de todas as ilhas dos Açores, após ampla pesquisa.

“Nenhuma História fica completa sem o estudo da gastronomia do seu povo. Esta permite o conhecimento da evolução do homem, que de caçador e coletor, passou a ser produtor dos seus alimentos, adquirindo também técnicas para a sua manipulação e conservação”, destacam as autoras.

Na obra Açores Quem Somos Porque Somos é retratado em 240 páginas a diversidade e a singularidade dos açorianos que assentam não só na origem diferenciada dos seus povoadores, mas também no contato que tiveram com culturas, sendo estas algumas das temáticas abordadas na obra.

Tocata da Casa

Constituída a partir de 2014, a Tocata da Casa é um grupo formado por seis voluntários associados da Casa dos Açores, com o objetivo de estudar e pesquisar a música folclórica açoriana, na sua origem e da sua evolução às expressões atuais no contexto cultural do Estado de Santa Catarina. A música tradicional açoriana tem sua gênese nos primeiros povoadores do arquipélago dos Açores, na sua maioria portugueses, que trouxeram consigo seus costumes. Com o isolamento e características peculiares das ilhas, moldaram uma maneira própria de vida. A música estava presente na maioria das manifestações populares, as danças e cantares eram motivo de convívio e serviam para atenuar o labor do trabalho, estando presentes nas festividades profanas e religiosas. O grupo se dedica à apresentações musicais em festejos típicos, eventos cívicos, comemorativos e didáticos. Os integrantes são: Dalner Barbi (direção Musical/violão), Márcio Cardoso (percussão), Orlando Carlos da Silveira Mello – Neco (percussão), Gabriel Nascimento (baixolão), Mena Wendhausen (voz), Graça Brum (voz) e Guilherme Cardoso (voz).

Serviço:

O que: Comemoração Dia dos Açores

Quando: Segunda-feira, 16 de maio, às 19h

Onde: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – Fone: (48) 3224-8846

Quanto: gratuito

Fundação Cultural Badesc abriga 9º Festival Múltipla Dança

Novamente em 2016 a Fundação Cultural Badesc é palco para o Festival Múltipla Dança. Em sua nona edição, no dia 25 de maio, quarta-feira, a partir das 18h, será apresentada a mostra de curta-metragens de videodança, Festival Dança em Foco.

Em seguida, às 19h, será apresentado o documentário Corpo Vodu, de Will Martins, produzido em 2015, que explora o processo criativo dos membros do grupo de dança contemporânea Cena 11, que luta há 20 anos para existir, realizar sua pesquisa e provocar questionamentos sobre sua identidade e existência.

No dia 27 de maio, às 19h, serão realizados os lançamentos dos livros Tubo de Ensaio. Composição [Intervenções + Interseções] de Jussara Xavier, Sandra Meyer e Vera Torres (Instituto Meyer Filho, 2016) e Vol. 5 Coleção Húmus de Organização de Carlos Santos. Haverá ainda a homenagem à Ana Luiza Ciscato, pedagoga, arte-educadora e professora de dança formada pela Royal Academy of Dance/Londres (1985) que  trabalha com a inclusão social através da dança há mais de 15 anos.

 

tubo de ensaioTubo de Ensaio. Composição [Intervenções + Interseções] – Jussara Xavier, Sandra Meyer e Vera Torres

 A organização deste livro integra a realização do projeto Tubo de Ensaio. Composição [Interseções + Intervenções], proposta articulada a outras três ações: laboratórios compositivos com artistas e pesquisadores de diferentes áreas e procedimentos; apresentações de trabalhos (processo, espetáculo, performance, conferência, palestra); conversas em forma de metálogo – um “compor com” artistas e pesquisadores. Ou seja, esta publicação prolonga e intensifica as ações e debates promovidos pelo projeto Tubo de Ensaio, realizado na cidade de Florianópolis, Santa Catarina, ao longo de 2015. Com a ideia de fazer/pensar dinâmicas da composição na arte contemporânea em seus aspectos cognitivos, éticos, poéticos e políticos, o projeto partiu da premissa que as interseções entre a dança e outras artes e áreas do conhecimento provocam deslocamentos e fissuras nos procedimentos de pesquisa e criação, na relação corpo e ambiente. O livro dá a ver as diversas proposições dos convidados do projeto, imbuídas de conceitos e experiências que permitem vislumbrar o que pode compor o corpo e o que o corpo pode compor. Dizeres da dança [Andréa Bardawil, Marina Abib e Zilá Muniz] compõem com pensamentos originados nas artes visuais [Raquel Stolf]; na música [Silvio Ferraz e Alberto Heller]; e na performance [Daiane Dordete]. Princípios do dançar e filosofar encontram-se nas falas de Celso Braida e Thereza Rocha. Com alcance internacional, Tubo de Ensaio ativou conhecimentos do artista radicado na França Volmir Cordeiro, dos portugueses João Fiadeiro e Paula Caspão, da alemã Gabriele Brandstetter a da argentina Susana Tambutti. Por fim, a jornalista Néri Pedroso analisa os feitos do projeto no texto “Conexões de saberes, o encontro como plano compositivo”. Fruto da junção de artistas e pesquisadores interessados no ato de compor e seus desdobramentos, esta compilação espera contribuir para estudos, reflexões e ações fundamentadas no campo das artes, em especial, da dança.

Organizadoras: Jussara Xavier, Sandra Meyer e Vera Torres | Editora: Instituto Meyer Filho | Local, ano: Florianópolis, 2016 | Autores: Alberto Heller, Andréa Bardawil, Celso Braida, Daiane Dordete, Gabriele Brandstetter, João Fiadeiro, Jussara Xavier, Marina Abib, Néri Pedroso, Paula Caspão, Raquel Stolf, Sandra Meyer, Silvio Ferraz, Susana Tambutti, Thereza Rocha, Vera Torres, Volmir Cordeiro, Zilá Muniz | Imagens: Cristiano Prim | Coordenação gráfica: Kamilla Nunes | Capa, arte, diagramação: Vanessa Schultz | Projeto selecionado pelo Rumos Itaú Cultural 2013-2014

Coleção Húmus, Volume 5  

A Coleção Húmus, idealizada por Sigrid Nora, publica agora sua quinta edição, organizada pelo jornalista e crítico Carlinhos Santos. O livro debate o contexto da crítica, suas nuanças e novas formas de produção, reunindo 14 textos de autores brasileiros. Eles trazem relatos pontuais de trabalhos artísticos ou críticos em torno da crítica e (sobre) posicionamentos teóricos a respeito do tema. A diversidade de textos inclui uma reflexão do pesquisador Marcio Pizarro Noronha sobre os legados kantianos para os estados da crítica na contemporaneidade e um olhar instigante do doutor em história e historiador Rafael Guarato, sobre a possível morte da crítica ou a extinção desse ofício. No seu texto, Joubert Arrais apresenta complicações e contextos de escritas críticas itinerantes, bem como registros de processos e projetos de reverberação desse ofício. Contrapontos do projeto “Contracorpo”, do Recife, visibilidade e pertinência dessa experiência estão no relato da doutora Roberta Marques. Atuando em várias frentes, a professora e doutora Sandra Meyer faz um relato de sua experiência na escrita crítica de dança a partir do mote/título “Corpos e livros abertos em situação crítica”. O Húmus 5 também se abre ao registro de experiências artísticas que problematizam a questão da crítica. Nesse sentido, a bailarina e pesquisadora Cláudia Müller escreve sobre o projeto “Precisa-se Público” e o deslocamento da escrita sobre a dança para outros autores não especialistas no tema. A artista Sheila Ribeiro descreve as múltiplas imbricações do 7X7, tentativa de criar uma coreografia conectiva com artistas falando sobre artistas e obras, ideia essa que foi contemplada com o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) de 2014, na categoria “Iniciativa em Dança”. Registrando seu processo de inserção na escrita crítica, Anderson do Carmo, bailarino do grupo Cena 11 até o início desde ano, mestrando em teatro e crítico de dança do jornal Notícias do Dia, organiza cinco variações sobre a questão. O coletivo paulista “Tá Crítico” esboça uma espécie de manifesto crítico-concretista, e o filósofo e pesquisador Daniel Kairoz desdobra um texto em poética sobre esse universo da escrita de pensamentos sobre a dança. A ideia de crítica como interlocutora de ambientes de criação e manutenção de experiências coreográficas permeia o capítulo de Carlinhos Santos sobre texto para dança e contextos de criação em Caxias do Sul. Memórias e militância em torno da crítica estão no trabalho de dois críticos fundamentais para a dança: Roberto Pereira e Marcelo Castilho Avellar. Seus legados são registrados por Beatriz Cerbino e Arnaldo Alvarenga. Por fim, Helena Katz traz sua escrita para a crítica de dança em tempos de “Me, Myself and I”.

Idealizadora: Sigrid Nora | Organizador: Carlinhos Santos | Editora: Lofrigraf – Gráfica e Editora Ltda. | Local, ano: Caxias do Sul, 2016 | Autores: Anderson do Carmo, Arnaldo Alvarenga, Beatriz Cerbino, Carlinhos Santos, Cláudia Müller, Daniel Kairoz, Helena Katz, Joubert Arrais, Marcio Pizarro Noronha, Rafael Guarato, Roberta Marques, Sandra Meyer, Sheila Ribeiro, Tá Crítico | Financiamento: Lei Municipal de Caxias do Sul | Patrocínio: FSG – Faculdade da Serra Gaúcha e Randon