Edélcio Mostaço lança novo livro na Fundação Cultural Badesc

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O livro Soma e Sub-tração: Territorialidades e Recepção Teatral, do renomado professor de teatro e crítico reconhecido no meio acadêmico Edélcio Mostaço, será lançado dia 7 de abril, quinta-feira, às 19h, na Fundação Cultural Badesc. Neste seu trabalho, o autor analisa a recepção teatral, seus principais temas, abordagens e conceitos.

O livro de 292 páginas está estruturado em duas partes: na primeira, é enfocada a teoria da recepção, conjunto de diretivas que visam enquadrar e situar o receptor da obra de arte frente ao produto artístico, alterando o tradicional enfoque voltado à produção da obra. Na segunda parte, diversos textos voltados a aspectos variados da produção teatral são examinados à luz daqueles pressupostos iniciais.

“É um apanhado de textos escritos na última década (artigos e capítulos), ajuntados em função de certa orientação temática: a teoria da recepção. A leitura pode ser feita por partes, pois o assunto vai se desenvolvendo por prismas diferentes. É uma para interessado na teoria da recepção e aqueles que desejam se inteirar de seu emprego relativo a diversas questões artísticas teóricas e de emprego prático”, explica o autor.

Com prefácio de Aimar Labaki, o livro foi publicada pela Editora da Universidade de São Paulo  (Edusp), na coleção Criação & Crítica, que reúne importantes nomes nacionais e internacionais associados ao pensamento  estético e analítico.

Edélcio Mostaço é professor titular da disciplina de Estética Teatral na graduação e pós-graduação do Centro de Artes da Udesc. É pesquisador do CNPq, membro da Associação Internacional de Críticos de Teatro (AICT) e da Federação Internacional de Pesquisadores de Teatro (FIPT), ambos organismos ligados à Unesco. O professor tem extensa contribuição em publicações nacionais e internacionais. Seus trabalhos mais recentes são A Missão Italiana (Sala Preta, 2015) e Du corps de l’ecriture à l’ocean des signes, no livro Théâtres bresiliens: manifestes, mises en scéne, dispositifs (Presses Universitaires de Provence, 2015). É autor de Teatro e política: Arena, Oficina e Opinião, obra de referência nos estudos sobre o teatro brasileiro, Sobre performatividade (coautoria, editora Letras Contemporâneas) e Para uma história cultural do teatro (coautoria, editora Design).

O valor promocional  de venda no lançamento é de  R$ 34.

Serviço:

O que: Soma e Sub-tração: Territorialidades e Recepção Teatral

Quando: 7 de abril, quinta-feira, às 19h

Onde : Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Florianópolis, Centro

Quanto: Entrada gratuita

Valor do livro: R$ 34 promocional no lançamento

Walmor Corrêa lança livro, Caixa Especial e inaugura Espaço 3 na Fundação

Março marca os 10 anos de atividades da Fundação Cultural Badesc, que preparou atividades especiais para celebrar este período de dedicação à cultura em Santa Catarina. Uma das atividades que promete reunir grande público será no dia 3 de março, a partir das 19h, com o lançamento do livro O Estranho Assimilado, de WalmorCorrêa,um dos artistas brasileiros de maior projeção nacional e internacional.

Neste mesmo evento, o artista lançará uma caixa com edição especial que contém além de livro, duas obras assinadas e numeradas. Para fechar a noite, a Fundação Cultural Badesc inaugura seu terceiro espaço expositivo, o Espaço 3.

Sobre o livro

O Estranho Assimilado, obra bilíngue (português e inglês),  apresenta um apanhado da produção de Walmor Corrêa nos últimos 15 anos. Com concepção do próprio artista, o livro de 400 páginas foi organizado pela historiadora e crítica de arte Paula Ramos que também assina os ensaios com Clarissa Diniz, Fernando Cocchiarale, Francisco Marshall, Maria de Fátima Costa e Mônica Zielinsky. O livro apresenta ainda textos produzidos especialmente para exposições individuais, desta vez assinados por Bianca Knaak, Blanca Brites, Icleia Borsa Cattani, Guy Amado e Rosângela Cherem.

“Reunimos textos e imagens para facilitar a compreensão do público sobre o meu trabalho, conforme o título se refere, assimilar o estranho”, explica Walmor.

Caixa Especial

Walmor Correa criou uma caixa especial com tiragem de 100 exemplares que contém o livro O Estranho Assimilado e duas obras assinadas e numeradas: Eletrocardiograma de Uma Sereia (76,5 cm x 11,5cm) e Laudo (23cm x 41cm), impressas sobre papel, carimbo e caneta esferográfica, obras que irão inaugurar o Espaço 3.

Espaço 3

Enfatizando seu projeto de preservar a Memória das Artes Visuais, a Fundação Cultural Badesc inaugura um pequeno espaço de 4 m2, localizado no hall de entrada do Casarão histórico. Batizado de Espaço 3, este ambiente será dedicado a revisitar exposições e artistas que fizeram história nos 10 anos da Instituição e nos 25 anos de inauguração do Espaço Cultural Fernando Beck.

O primeiro artista convidado a ocupar o Espaço 3 é Walmor Corrêa, que em 5 de agosto de 2009 inaugurou no Espaço Fernando Beck, a mostra Teleplastias, com curadoria de Rosângela Cherem, que ganhou o prêmio de melhor exposição daquele ano pela Fundação Frankilin Cacaes.

Para inaugurar o Espaço 3, o artista apresenta suas obras mais recentes: Eletrocardiograma de Uma Sereia e Laudo (impressão sobre papel, carimbo e caneta esferográfica) e Eletrocardiograma de Uma Sereia (neon sobre acrílico).

Sobre Walmor Corrêa

Discutindo os liames entre arte e ciência, Walmor Côrrea tem participado de importantes mostras nacionais e internacionais, desde, pelo menos, o início dos anos 2000. Em 2004, com sala especial, participou da XXVI Bienal Internacional de São Paulo. Em 2008, integrou a itinerante Os trópicos, que passou por diversas cidades do Brasil e também Berlim (Alemanha) e a Cidade do Cabo (África). Em 2014 e 2015, participou de várias exposições junto ao Museu de Arte do Rio (MAR). Walmor Corrêaestá representado em acervos de importantes coleções públicas e particulares do país.

Jornalista Mário Xavier lança livro sobre memórias do Oeste catarinense na Fundação Cultural Badesc

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O livro O Coronel Freitas e a Colônia Militar do Chapecó – Os primórdios de Xanxerê e a colonização do Oeste Catarinense apresenta conteúdos inéditos

 

O jornalista Mário Xavier  lança no dia 18 de fevereiro, às 19h, na Fundação Cultural Badesc, o livro O Coronel Freitas e a Colônia Militar do Chapecó – Os primórdios de Xanxerê e a colonização do Oeste Catarinense.  A obra, com conteúdo inédito, resgata lacunas da memória do oeste catarinense e sua ocupação, colonização e desenvolvimento no final do século XIX e começo do século XX.

O autor teve como foco a Colônia Militar do Chapecó, origem do atual município de Xanxerê, e o papel que desempenhou no apoio pioneiro à população civil e na promoção da base essencial que permitiu progressivamente o desenvolvimento social e econômico da região − hoje uma das mais pujantes do sul do país e com projeção nacional e internacional em alguns segmentos produtivos. 

A motivação principal para a realização da pesquisa foi preencher uma lacuna detectada particularmente no período da vida da Colônia entre 1900 a 1903 − quando dirigida pelo então Major, e depois Tenente-coronel, João José de Oliveira Freitas, cujo nome serviu de batismo, anos depois, a um município da região, “Coronel Freitas”.

Mário Xavier explica que um dos ineditismos do livro é que ele não apresenta apenas textos, narrativas e descrições, mas oferece ao leitor um abundante material documental sob a forma de fotos, mapas, reproduções e ilustrações. “São cerca de 70 elementos de imagem, o que confere ao livro um conteúdo e um aspecto iconográfico diferenciado de outras grandes obras tradicionais ou dos trabalhos acadêmicos especializados, que são volumosos, complexos e pouco acessíveis ao grande público”. 
O livro
 traz ainda a relação dos 150 colonos que viviam na Colônia e o que produziam. Um croqui redesenhado com a planta das edificações do estabelecimento, um mapa geral da área abrangida e diversos outros registros inéditos foram especialmente adaptados e estilizados para a obra.

“O público catarinense e do Oeste, em especial, é o grande destinatário desta obra, bem como todos aqueles brasileiros e pesquisadores que se interessam por nossas origens, nossa formação e nossas conquistas sociais, econômicas e culturais nos últimos 116 anos”, declara o autor.

Prêmio

O projeto do livro foi premiado pelo Edital Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura, da Fundação Catarinense de Cultural (FCC), e também teve patrocínio incentivado pela Lei Rouanet, o que viabiliza a sua socialização por meio da doação com finalidades educacionais para instituições e equipamentos culturais de acesso público.

Comercialização

No lançamento o livro será comercializado por R$ 40,00 (preço de livraria R$ 56,00).

Sobre o autor

Mário Xavier é jornalista graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e radicado em Santa Catarina desde 1985. Trabalhou na imprensa, em órgãos públicos e no terceiro setor e atua como consultor, assessor e empreendedor. Lecionou nos cursos de Jornalismo, Propaganda e Naturologia Aplicada da Unisul. É autor, organizador ou consultor de outros projetos editoriais e literários publicados.

Ficha Técnica

O Coronel Freitas e a Colônia Militar do Chapecó – Os primórdios de Xanxerê e a colonização do Oeste Catarinense é editado pela editora Insular, por Nelson Rolim de Moura, tem na direção de arte Alexandre Oliveira e apresentações do professor doutor Paulo Pinheiro Machado, do jornalista Moacir Pereira e do general de brigada Antônio Carlos de Oliveira Freitas.

Após o lançamento na capital, Mário Xavier fará lançamento pelo oeste catarinense.

 

Serviço:

O que: Lançamento do livro O Coronel Freitas e a Colônia Militar do Chapecó, de Mário Xavier

Quando: 18 de fevereiro (quinta-feira), às 19h

Onde: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – Fone 3224-8846

Valor da obra: R$ 56 e no dia do lançamento terá preço promocional de R$ 40.

Prosa, quase poesia: Norma Bruno lança livro na Fundação Cultural Badesc

Convite WEB_Prosa, quase PoesiaA cronista e pesquisadora das coisas e gentes da Ilha de Santa Catarina Norma Bruno lança no dia 17 de dezembro (quinta-feira), às 19h, na Fundação Cultural Badesc, o livro Prosa, quase Poesia. A obra reúne os escritos breves feitos pela autora nos últimos 20 anos.

Norma conta que os textos são, na verdade, anotações de seus pensamentos, impressões, sentimentos e perplexidades ao longo de duas décadas. Registros feitos em pedaços de papel, agendas, bordas de livros e arquivos no computador e que nunca teve a intenção de publicá-los.

“Em junho deste ano, eu vinha lendo muita poesia para compensar os horrores do noticiário sobre as mortes dos refugiados da Síria e as barbaridades da política nacional. Num sábado, acordei de madrugada e esses escritos me vieram à lembrança. Passei o dia revirando pastas e gavetas e acabei o final de semana com o livro organizado”.

Para a conclusão do trabalho, Norma contou com a participação dos jovens artistas Adriana de Vasconcellos e João de Assis. “Queria fazer algo diferente de tudo o que já fiz, então os convidei para ‘viajarmos juntos. Foi bom demais.

Eles iam para a minha casa, eu cozinhava para eles, bebíamos vinho e deixávamos a imaginação fluir. Foram noites de muita arte, muito riso, muita discussão e criatividade”.

Prosa, quase Poesia tem 112 páginas e é editado pela Tempo Editorial. “Esse livro é, uma celebração à vida, ao tempo, à arte, à experiência da maturidade. É pura gratidão”.

Norma Bruno também é autora dos livros: Cenas Urbanas e Outras Nem Tanto.(Bernúncia Editora. 2012) e A Minha Aldeia (Papa-Livros 2004).

Serviço:

O que: coquetel de lançamento do livro Prosa, quase poesia de Norma Bruno

Quando: 17 de dezembro (quinta-feira), às 19h

Onde: da Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – Fone 3224-8846

Onde adquirir e sugestão de valor: Prosa, quase poesia, será vendido na Livraria Catarinense e também poderá ser adquirido pelo e-mail blogdenormabruno@gmail.com ao valor de R$35,00.

 

#FundacaoCulturalBadesc #ProsaQuasePoesia

 

7ª Edição do Guia Rápido de Mobilidade de Florianópolis será lançado na FCB

Será lançado no dia 10 de dezembro, às 19h na Fundação Cultural Badesc a 7ª Edição do Guia Rápido de Mobilidade de Florianópolis. Ajudar turistas e moradores da capital a conquistar sua liberdade urbana é a proposta do Guia. Nele são localizados os serviços, rotas de ônibus e pontos de destaque para o turismo na cidade.

guia

Relatos de norte-americanos na Ilha de Santa Catarina no século 19 são o enredo de livro que será lançado na Fundação Cultural Badesc

Convite_WEB_ Lançamento Livro A Caminho do OuroO livro A Caminho do Ouro – norte-americanos na Ilha de Santa Catarina, da jornalista Marli Cristina Scomazzon em parceria com Jeff Franco será lançado no dia 5 de novembro, quinta-feira, às 19h, na Fundação Cultural Badesc. O trabalho editado pela Editora Insular, tem 160 páginas e é baseado em dezenas de manuscritos de viajantes norte-americanos que visitaram a cidade no século 19.

A narrativa trata de um período até hoje desconhecido na história de Santa Catarina. As descrições detalhadas da paisagem e da vida na ilha formam um belo retrato da Desterro de dois séculos atrás. Marli conta que a pesquisa durou cinco anos e foi feita tendo como matéria prima manuscritos e cartas produzidos entre 1848 a 1856, quando a Ilha foi invadida por norte-americanos. Neste ponto de parada da viagem em direção à Califórnia, na costa oeste dos Estados Unidos, onde iam em busca de ouro, eles fizeram relatos até então desconhecidos para a história do Estado. “Um dos nossos maiores desafios foi descobrir e ter acesso a manuscritos que estavam nos Estados Unidos”, conta a autora.

A rota de navegação, que pode parecer inusitada para os dias atuais, é justificada quando analisada a história. Estes norte-americanos viviam na costa leste dos Estados Unidos e partiram em busca de ouro logo após a breve guerra com o México que anexou a Califórnia ao país. Naquele Estado, foram descobertas enormes jazidas de ouro e a falta de estradas para cruzar o país, a presença de índios e imensas montanhas cortadas por vales e rios intransponíveis, forçava a rota pelo Atlântico sul, caminho usado há muitos anos por baleeiros e viajantes que comercializavam com o Oriente. Como ainda não havia o canal do Panamá, a rota previa o contorno a América do Sul e a parada na Ilha era obrigatória para suprir as embarcações e seus tripulantes.

Também baseados em relatos oficiais e reportagens de jornais brasileiros, pode-se saber como os ilhéus sentiram esta invasão e como reagiram a ela. Existiam aqueles que se esforçaram ao máximo em ser bons anfitriões, outros viram no episódio uma boa oportunidade de lucro e teve quem se exasperou com a avalanche de homens ruidosos e ávidos por aventuras.

Para encerrar o livro, a história do consulado dos Estados Unidos em Desterro que durou cerca de 50 anos. É possível conhecer seus cônsules e um pouco de suas vidas e dos problemas que tiveram que contornar no seu dia a dia.

A autora

Marli Cristina Scomazzon nasceu em Garibaldi, no Rio Grande do Sul. Formada em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com mestrado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Mora em Florianópolis desde 1985, onde trabalhou em vários jornais e revistas e, atualmente é assessora de imprensa do Sindicato Interestadual das Indústrias de Energia Elétrica (Sinergia).

Onde comprar

A Caminho do Ouro – Norte-americanos na Ilha de Santa Catarina será comercializado na Livros & Livros no campus da UFSC e pelo site da editora Insularhttp://www.insular.com.br. O valor sugerido é de R$ 39.

Fundação Cultural Badesc recebe Mostra Diversa Cultural

Evento Diversa Cultural_

Mês da Diversidade
Fundação Cultural Badesc recebe Mostra Diversa Cultural

A Fundação Cultural Badesc abre as portas no dia 22 de agosto, sábado, às 17h30, para a Diversa Cultural, evento de manifestação cultural que congrega inúmeras expressões artísticas desenvolvidas por pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais sobre temas relacionados às identidades e manifestações político-corporais. A promoção é do Grupo Acontece – Arte e Política LGBT

O objetivo da Mostra – que é uma das atividades do Mês da Diversidade de Florianópolis, é promover e divulgar a potência cultural das identidades sociais historicamente consideradas marginais e vulneráveis e dar visibilidade, questionar e problematizar poeticamente a política corporal no contexto contemporâneo.

A programação da Mostra contempla a exposição fotográfica “Entre Lençóis”, de Patrícia Manaro (São Paulo), um sarau poético-erótico com debate com a escritora Ana Carla Lemos (Pernambuco) e o escritor Moisés Guimarães (Minas Gerais), com condução de Nanni Rios e Monique Guimarães (Rio Grande do Sul).

Cláudia Olivier, da UDESC, realiza a Performance E.L.A – Elementos Legitimadores de Alteridade e Úrsula Barros e Karla Eva encerram o evento numa apresentação que reúne voz, violão e percussão.

Entre Lençóis
A exposição fotográfica Entre Lençóis retrata, sem cortes, de forma franca e poética, a intimidade de casais durante o ato de amor, apresentando desta maneira, os sentimentos reais de pessoas em momentos singelos de sensualidade, mesclando sensitividade e erotismo. Durante a execução do trabalho, a fotógrafa Patrícia Manaro optou por não induzir imagens e a não padronizar a luz do local, transmitindo ao expectador exatamente a intimidade alheia de forma franca e sem manipulação. É uma exposição voltada para o público adulto tem como objeto a consumação do amor e seus momentos mais íntimos, revelando corpos e relações diversas, baseada numa ampla pesquisa de pessoas reais e localidades distintas. As imagens em preto e branco foram produzidas entre 2013 e 2015 em ambiente escolhido pelo casal.
Patrícia Mannaro é formada em Direito, Artes Cênicas e Fotografia. Como fotógrafa, atua como fotojornalista e documentarista, com material publicado em veículos de informação do país.

Sarau poético-erótico
Moisés Guimarães é mineiro de Divinópolis. Estudou Letras na Universidade Federal de Minas Gerais e especializou-se em Educação Sexual pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo. Roteirista de três curtas metragens sobre Intolerâncias (2007). Publicou em 2010 os Contos de Lara no site do grupo teatral do Rio de Janeiro “Eu mesmo e Cia”, é autor da peça teatral “A peruca Loura de Álvaro Campelo” e autor do livro “Neca Faloônica” de 2012, composto em versos livres.
A escritora Ana Carla Lemos, que divide com Moisés o debate do sarau poético-erótico, t0em em sua trajetória de vida a escrita como forma política de estar no mundo, de se mostrar em seus diversos espaços, suas dores, amores e ações políticas, evidenciando o amor entre mulheres, questionando as normatizações, as formas de sentir prazer, despindo-se em palavras. É autora dos livros Letra e Música, Fragilidade e Silêncio e Retalhos e selecionada no Prêmio Novos Poetas 2014, da Editora Vivara.

Performance E.L.A
Cláudia Olivier é mestranda em Teatro UDESC, graduada em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e tem experiência diversificada na área de Artes, com ênfase em teatro e dança, atuando principalmente nos seguintes temas: teatro pós-dramático e hibridismo artístico, hoje mais direcionado a interfaces com a dança e o teatro, explorando possibilidades artísticas através da arte da performance.
É performer, atriz, bailarina, pesquisadora e professora de teatro e dança e participa há três anos do espetáculo de dança-teatro Estratégia, dirigido por Zilá Muniz, do Ronda Grupo. Desenvolve pesquisa pessoal em performance e em processos colaborativos junto ao Líquido e Táctil – coletivo de artes e artistas transdisciplinares. Participou do Laboratório Permanente de Performance como artista pesquisadora e como monitora. Auxiliou no preparo corporal, ensaios e processo criativo do espetáculo de dança Assemblage, relativo à realização de estágio docência na disciplina de Montagem do curso de graduação em Teatro da UDESC.
Em E.L.A. o corpo se mostra como um sítio político, sede de agenciamentos culturais que legitimam discursos de alteridade. A partir de um mixed media, se propõe a discutir esses discursos trazendo-os à tona, especialmente aqueles que se referem à violência doméstica, buscando uma revisão dos códigos definidores, questionando: que corpo é esse que se chama de feminino?

Saiba mais
A Mostra Diversa Cultural é uma das atividades do Mês da Diversidade de Florianópolis, que acontecerá entre os dias 08 de agosto a 05 de setembro, com atividades voltadas para o fomento das discussões sobre a diversidade e suas subjetividades culminando na Parada da Diversidade, que será realizada no dia 6 de setembro.
O Grupo Acontece – Arte e Política LGBT é uma entidade sem fins lucrativos e econômicos, de utilidade pública, fundado por um grupo de militantes LGBT e dos Direitos Humanos da capital catarinense em 2013. O Grupo é filiado à Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) e tem como finalidade principal defender e promover, a partir de ações políticas e por meio da arte e da cultura, os direitos humanos e a cidadania plena de LGBT – Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.

Programação

17h30 – Vernissage de abertura da exposição fotográfica “Entre Lençóis”, de Patrícia Manaro (São Paulo)
18h – Lançamento do livro “Bicha (nem tão) má – LGBTs em telenovelas”, da pesquisadora Fernanda Nascimento (Rio Grande do Sul)
19h – Sarau Poético/Erótico com debate com a escritora Ana Carla Lemos (Pernambuco) e o escritor Moisés Guimarães (Rio de Janeiro), com condução de Nanni Rios e Monique Guimarães (Rio Grande do Sul)
20h30 – “Performance E.L.A” – Elementos Legitimadores de Alteridade, com Claudia Olivier da UDESC
21h – Voz, violão e percussão com Úrsula Barros, Stefy Cunha e Karla Eva (Santa Catarina)

Serviço
O quê: Mostra Diversa Cultural
Quando: 22 de agosto, sábado, às 17h30
Onde: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – Fone 3224-8846
Entrada gratuita

 

Quinta-feira de sarau literário e musical na Fundação

A poeta lageana Fêre Rocha e os músicos Alexandre Green, Juliano Malinverni, o dueto Tatiana Cobbett e Marcoliva e músicos locais serão os responsáveis pela programação cultural desta quinta-feira, a partir das 19h, na Fundação Cultural Badesc.

Cotidiano Horizonte é o primeiro livro publicado por Fêre Rocha e é uma coletânea de poemas e aforismos que registram diferentes épocas da vida da autora. “Por meio dos meus escritos, gostaria de transmitir o que sinto quando a arte de alguém me toca, emociona, conforta e principalmente me perturba, tira do lugar comum provocando a reflexão e o questionamento”, declara Fêre.

Completam a proposta cultural desta quinta-feira, a sonoridade dos artistas musicais locais. Alexandre Green, que desde criança está envolvido com a música, é parceiro de Fêre Rocha em composições e promete levar a boa qualidade de trabalho que marca sua trajetória musical, como por exemplo, a parceria com a poetisa na música Confissões de um brazuca acomodado.

Muito conhecido por sua dedicação à música, Juliano Malinverni apresentará parte de seu trabalho autoral. No ano em que comemoraram 15 anos de estrada, Tatiana Cobbett e Marcoliva levam ao público a conhecida atitude cênica e a forte pegada poética de suas apresentações.

Poesia na alma

Fêre Rocha nasceu em Lages, é jornalista, atua como redatora publicitária e é blogueira há seis anos, quando criou o Blog da Fêre para publicar o que escreve. Foi membro da oficina literária Letras no Jardim, em Florianópolis e em janeiro de 2015 realizou uma exposição de seus poemas na Casa do Sambaqui, espaço artístico-cultural, também em Florianópolis. Fêre tem algumas parcerias musicais como compositora com músicos da capital catarinense e de São Paulo. É colunista no blog Ame Você e na revista digital Itinerário Imprevisto. O livro Cotidiano Horizonte tem 92 páginas, foi prefaciado pelo escritor pernambucano Tadeu Sarmento (vencedor do Prêmio Pernambuco de Literatura – categoria Romance), ilustrado por Fabiano Sogabe e tem projeto gráfico de Priscilla Thives. Para a autora, a inutilidade poética é capaz de resgatar a beleza onde muitos não notam e permitir o grito onde muitos não ousam “O que faço é bastante natural, pouco calculado, uma necessidade antes de qualquer coisa. Atingir mais pessoas, certamente é muito bom para quem escreve e distribui suas linhas por aí. Se causar alguma dessas sensações citadas, melhor ainda!”, acrescenta Fêre.

Capa Livro

 

Serviço

O que: Lançamento Livro Cotidiano Horizonte, de Fêre Rocha.

Quando: 9 de julho (quinta-feira)- a partir das 19h

Onde: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – Fone 3224-8846

Quanto: Gratuito