Laboratório de Estudos de História da África realiza terceira oficina sobre História Visual da África

Dia 24 de maio, no auditório da Fundação Cultural Badesc, ocorre a terceira oficina sobre História Visual da África, realizada pelo Laboratório de Estudos de História da África (LEHAf). A terceira oficina será mais uma vez aberta ao público – sem a necessidade de inscrição – e tratará do assunto África em cartões postais. Para mais informações, acesse o site http://lehaf.paginas.ufsc.br/

oficina visual africa 24-05

Dia dos Açores: comemoração será na Fundação Cultural Badesc

Convite Web_Dia dos Açores_final2

 

A Fundação Cultural Badesc, em parceria com a Casa dos Açores de Santa Catarina, promove a comemoração do Dia dos Açores, na segunda-feira, 16 de maio, a partir das 19h no Casarão. Para festejar a data, haverá divulgação e venda das obras Saberes e Sabores dos Açores e Açores Quem Somos Porque Somos, ambos de Maria Orísia Melo e Conceição Melo Cabral. O evento contará também com a apresentação da Tocata da Casa, grupo de divulgação de música açoriana e regional local.

O dia dos Açores é comemorado na segunda feira depois do Domingo de Pentecostes (Festa do Divino Espírito Santo). A escolha deste dia para comemorar a açorianidade se alicerça no fato de que a celebração do Divino Espírito Santo é a principal festividade dos Açores e das comunidades da diáspora açoriana.

Livros

No livro Saberes e Sabores dos Açores as autoras Maria Orísia Melo e Conceição Melo Cabral fazem uma compilação de receitas de todas as ilhas dos Açores, após ampla pesquisa.

“Nenhuma História fica completa sem o estudo da gastronomia do seu povo. Esta permite o conhecimento da evolução do homem, que de caçador e coletor, passou a ser produtor dos seus alimentos, adquirindo também técnicas para a sua manipulação e conservação”, destacam as autoras.

Na obra Açores Quem Somos Porque Somos é retratado em 240 páginas a diversidade e a singularidade dos açorianos que assentam não só na origem diferenciada dos seus povoadores, mas também no contato que tiveram com culturas, sendo estas algumas das temáticas abordadas na obra.

Tocata da Casa

Constituída a partir de 2014, a Tocata da Casa é um grupo formado por seis voluntários associados da Casa dos Açores, com o objetivo de estudar e pesquisar a música folclórica açoriana, na sua origem e da sua evolução às expressões atuais no contexto cultural do Estado de Santa Catarina. A música tradicional açoriana tem sua gênese nos primeiros povoadores do arquipélago dos Açores, na sua maioria portugueses, que trouxeram consigo seus costumes. Com o isolamento e características peculiares das ilhas, moldaram uma maneira própria de vida. A música estava presente na maioria das manifestações populares, as danças e cantares eram motivo de convívio e serviam para atenuar o labor do trabalho, estando presentes nas festividades profanas e religiosas. O grupo se dedica à apresentações musicais em festejos típicos, eventos cívicos, comemorativos e didáticos. Os integrantes são: Dalner Barbi (direção Musical/violão), Márcio Cardoso (percussão), Orlando Carlos da Silveira Mello – Neco (percussão), Gabriel Nascimento (baixolão), Mena Wendhausen (voz), Graça Brum (voz) e Guilherme Cardoso (voz).

Serviço:

O que: Comemoração Dia dos Açores

Quando: Segunda-feira, 16 de maio, às 19h

Onde: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – Fone: (48) 3224-8846

Quanto: gratuito

Laboratório de Estudos de História da África realiza segunda oficina sobre História Visual da África

Dia 10 de maio, no auditório da Fundação Cultural Badesc, ocorre a segunda oficina sobre História Visual da África, realizada pelo Laboratório de Estudos de História da África (LEHAf). A segunda oficina será mais uma vez aberta ao público – sem a necessidade de inscrição – e tratará do assunto África em fotografias. Para mais informações, acesse o sitehttp://lehaf.paginas.ufsc.br/

oficina visual africa

Fundação Cultural Badesc abriga 9º Festival Múltipla Dança

Novamente em 2016 a Fundação Cultural Badesc é palco para o Festival Múltipla Dança. Em sua nona edição, no dia 25 de maio, quarta-feira, a partir das 18h, será apresentada a mostra de curta-metragens de videodança, Festival Dança em Foco.

Em seguida, às 19h, será apresentado o documentário Corpo Vodu, de Will Martins, produzido em 2015, que explora o processo criativo dos membros do grupo de dança contemporânea Cena 11, que luta há 20 anos para existir, realizar sua pesquisa e provocar questionamentos sobre sua identidade e existência.

No dia 27 de maio, às 19h, serão realizados os lançamentos dos livros Tubo de Ensaio. Composição [Intervenções + Interseções] de Jussara Xavier, Sandra Meyer e Vera Torres (Instituto Meyer Filho, 2016) e Vol. 5 Coleção Húmus de Organização de Carlos Santos. Haverá ainda a homenagem à Ana Luiza Ciscato, pedagoga, arte-educadora e professora de dança formada pela Royal Academy of Dance/Londres (1985) que  trabalha com a inclusão social através da dança há mais de 15 anos.

 

tubo de ensaioTubo de Ensaio. Composição [Intervenções + Interseções] – Jussara Xavier, Sandra Meyer e Vera Torres

 A organização deste livro integra a realização do projeto Tubo de Ensaio. Composição [Interseções + Intervenções], proposta articulada a outras três ações: laboratórios compositivos com artistas e pesquisadores de diferentes áreas e procedimentos; apresentações de trabalhos (processo, espetáculo, performance, conferência, palestra); conversas em forma de metálogo – um “compor com” artistas e pesquisadores. Ou seja, esta publicação prolonga e intensifica as ações e debates promovidos pelo projeto Tubo de Ensaio, realizado na cidade de Florianópolis, Santa Catarina, ao longo de 2015. Com a ideia de fazer/pensar dinâmicas da composição na arte contemporânea em seus aspectos cognitivos, éticos, poéticos e políticos, o projeto partiu da premissa que as interseções entre a dança e outras artes e áreas do conhecimento provocam deslocamentos e fissuras nos procedimentos de pesquisa e criação, na relação corpo e ambiente. O livro dá a ver as diversas proposições dos convidados do projeto, imbuídas de conceitos e experiências que permitem vislumbrar o que pode compor o corpo e o que o corpo pode compor. Dizeres da dança [Andréa Bardawil, Marina Abib e Zilá Muniz] compõem com pensamentos originados nas artes visuais [Raquel Stolf]; na música [Silvio Ferraz e Alberto Heller]; e na performance [Daiane Dordete]. Princípios do dançar e filosofar encontram-se nas falas de Celso Braida e Thereza Rocha. Com alcance internacional, Tubo de Ensaio ativou conhecimentos do artista radicado na França Volmir Cordeiro, dos portugueses João Fiadeiro e Paula Caspão, da alemã Gabriele Brandstetter a da argentina Susana Tambutti. Por fim, a jornalista Néri Pedroso analisa os feitos do projeto no texto “Conexões de saberes, o encontro como plano compositivo”. Fruto da junção de artistas e pesquisadores interessados no ato de compor e seus desdobramentos, esta compilação espera contribuir para estudos, reflexões e ações fundamentadas no campo das artes, em especial, da dança.

Organizadoras: Jussara Xavier, Sandra Meyer e Vera Torres | Editora: Instituto Meyer Filho | Local, ano: Florianópolis, 2016 | Autores: Alberto Heller, Andréa Bardawil, Celso Braida, Daiane Dordete, Gabriele Brandstetter, João Fiadeiro, Jussara Xavier, Marina Abib, Néri Pedroso, Paula Caspão, Raquel Stolf, Sandra Meyer, Silvio Ferraz, Susana Tambutti, Thereza Rocha, Vera Torres, Volmir Cordeiro, Zilá Muniz | Imagens: Cristiano Prim | Coordenação gráfica: Kamilla Nunes | Capa, arte, diagramação: Vanessa Schultz | Projeto selecionado pelo Rumos Itaú Cultural 2013-2014

Coleção Húmus, Volume 5  

A Coleção Húmus, idealizada por Sigrid Nora, publica agora sua quinta edição, organizada pelo jornalista e crítico Carlinhos Santos. O livro debate o contexto da crítica, suas nuanças e novas formas de produção, reunindo 14 textos de autores brasileiros. Eles trazem relatos pontuais de trabalhos artísticos ou críticos em torno da crítica e (sobre) posicionamentos teóricos a respeito do tema. A diversidade de textos inclui uma reflexão do pesquisador Marcio Pizarro Noronha sobre os legados kantianos para os estados da crítica na contemporaneidade e um olhar instigante do doutor em história e historiador Rafael Guarato, sobre a possível morte da crítica ou a extinção desse ofício. No seu texto, Joubert Arrais apresenta complicações e contextos de escritas críticas itinerantes, bem como registros de processos e projetos de reverberação desse ofício. Contrapontos do projeto “Contracorpo”, do Recife, visibilidade e pertinência dessa experiência estão no relato da doutora Roberta Marques. Atuando em várias frentes, a professora e doutora Sandra Meyer faz um relato de sua experiência na escrita crítica de dança a partir do mote/título “Corpos e livros abertos em situação crítica”. O Húmus 5 também se abre ao registro de experiências artísticas que problematizam a questão da crítica. Nesse sentido, a bailarina e pesquisadora Cláudia Müller escreve sobre o projeto “Precisa-se Público” e o deslocamento da escrita sobre a dança para outros autores não especialistas no tema. A artista Sheila Ribeiro descreve as múltiplas imbricações do 7X7, tentativa de criar uma coreografia conectiva com artistas falando sobre artistas e obras, ideia essa que foi contemplada com o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) de 2014, na categoria “Iniciativa em Dança”. Registrando seu processo de inserção na escrita crítica, Anderson do Carmo, bailarino do grupo Cena 11 até o início desde ano, mestrando em teatro e crítico de dança do jornal Notícias do Dia, organiza cinco variações sobre a questão. O coletivo paulista “Tá Crítico” esboça uma espécie de manifesto crítico-concretista, e o filósofo e pesquisador Daniel Kairoz desdobra um texto em poética sobre esse universo da escrita de pensamentos sobre a dança. A ideia de crítica como interlocutora de ambientes de criação e manutenção de experiências coreográficas permeia o capítulo de Carlinhos Santos sobre texto para dança e contextos de criação em Caxias do Sul. Memórias e militância em torno da crítica estão no trabalho de dois críticos fundamentais para a dança: Roberto Pereira e Marcelo Castilho Avellar. Seus legados são registrados por Beatriz Cerbino e Arnaldo Alvarenga. Por fim, Helena Katz traz sua escrita para a crítica de dança em tempos de “Me, Myself and I”.

Idealizadora: Sigrid Nora | Organizador: Carlinhos Santos | Editora: Lofrigraf – Gráfica e Editora Ltda. | Local, ano: Caxias do Sul, 2016 | Autores: Anderson do Carmo, Arnaldo Alvarenga, Beatriz Cerbino, Carlinhos Santos, Cláudia Müller, Daniel Kairoz, Helena Katz, Joubert Arrais, Marcio Pizarro Noronha, Rafael Guarato, Roberta Marques, Sandra Meyer, Sheila Ribeiro, Tá Crítico | Financiamento: Lei Municipal de Caxias do Sul | Patrocínio: FSG – Faculdade da Serra Gaúcha e Randon

Laboratório de Estudos de História da África inicia oficinas sobre História Visual da África

O Laboratório de Estudos de História da África (LEHAf), em parceria com a Fundação Cultural Badesc, oferecerá oficinas de História Visual da África nos meses de abril, maio e junho, no auditório da Fundação. A oficina começa no dia 12 de abril e é aberta ao público. Para mais informações, acesse o site http://lehaf.paginas.ufsc.br/

Slide1

Edélcio Mostaço lança novo livro na Fundação Cultural Badesc

Convite-WEB_Lançamento-Livro-Soma-e-Sub-tração,-de-Edélcio-Mostaço

O livro Soma e Sub-tração: Territorialidades e Recepção Teatral, do renomado professor de teatro e crítico reconhecido no meio acadêmico Edélcio Mostaço, será lançado dia 7 de abril, quinta-feira, às 19h, na Fundação Cultural Badesc. Neste seu trabalho, o autor analisa a recepção teatral, seus principais temas, abordagens e conceitos.

O livro de 292 páginas está estruturado em duas partes: na primeira, é enfocada a teoria da recepção, conjunto de diretivas que visam enquadrar e situar o receptor da obra de arte frente ao produto artístico, alterando o tradicional enfoque voltado à produção da obra. Na segunda parte, diversos textos voltados a aspectos variados da produção teatral são examinados à luz daqueles pressupostos iniciais.

“É um apanhado de textos escritos na última década (artigos e capítulos), ajuntados em função de certa orientação temática: a teoria da recepção. A leitura pode ser feita por partes, pois o assunto vai se desenvolvendo por prismas diferentes. É uma para interessado na teoria da recepção e aqueles que desejam se inteirar de seu emprego relativo a diversas questões artísticas teóricas e de emprego prático”, explica o autor.

Com prefácio de Aimar Labaki, o livro foi publicada pela Editora da Universidade de São Paulo  (Edusp), na coleção Criação & Crítica, que reúne importantes nomes nacionais e internacionais associados ao pensamento  estético e analítico.

Edélcio Mostaço é professor titular da disciplina de Estética Teatral na graduação e pós-graduação do Centro de Artes da Udesc. É pesquisador do CNPq, membro da Associação Internacional de Críticos de Teatro (AICT) e da Federação Internacional de Pesquisadores de Teatro (FIPT), ambos organismos ligados à Unesco. O professor tem extensa contribuição em publicações nacionais e internacionais. Seus trabalhos mais recentes são A Missão Italiana (Sala Preta, 2015) e Du corps de l’ecriture à l’ocean des signes, no livro Théâtres bresiliens: manifestes, mises en scéne, dispositifs (Presses Universitaires de Provence, 2015). É autor de Teatro e política: Arena, Oficina e Opinião, obra de referência nos estudos sobre o teatro brasileiro, Sobre performatividade (coautoria, editora Letras Contemporâneas) e Para uma história cultural do teatro (coautoria, editora Design).

O valor promocional  de venda no lançamento é de  R$ 34.

Serviço:

O que: Soma e Sub-tração: Territorialidades e Recepção Teatral

Quando: 7 de abril, quinta-feira, às 19h

Onde : Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Florianópolis, Centro

Quanto: Entrada gratuita

Valor do livro: R$ 34 promocional no lançamento

Workshop Curadoria Contemporânea com Ana Zavadil

12049646_832405846888219_4583166438142650279_n

Nesta sexta-feira, 1ª de abril, a atual curadora da Bienal Mercosul, Ana Zavadil, ministrará o workshop sobre curadoria contemporânea na Fundação Cultural Badesc. O curso tem como objetivo apresentar os conceitos que envolvem a curadoria contemporânea em suas mais diversas realidades. Faz-se necessário o estudo de seu enquadramento histórico, a sua prática no contexto das exposições na contemporaneidade e estudos de caso para a construção de uma visão analítica e crítica sobre a sua prática no circuito cultural. Aborda  ainda a sua relação direta com a museografia, a expografia e a comunicação. O Workshop é gratuito e ocorre das das 10 às 12h e das 14 às 17h.. Inscrições através do e-mail:fundacaoculturalbadesc@gmail.com

 

Workshop Curadoria Contemporânea

Workshop Ana ZA Fundação Cultural Badesc abre inscrições para o Workshop Curadoria Contemporânea ministrado por Ana Zavadil no dia 1º de abril de 2016, das 10h às 12h e das 14h às 17. Inscrições até às 18h de 31/03 pelo e-mail: fundacaoculturalbadesc@gmail.com
 
Ementa: O curso tem como objetivo apresentar os conceitos que envolvem a curadoria contemporânea em suas mais diversas realidades. Faz-se necessário o estudo de seu enquadramento histórico, a sua prática no contexto das exposições na contemporaneidade e estudos de caso para a construção de uma visão analítica e crítica sobre a sua prática no circuito cultural. Aborda ainda a sua relação direta com a museografia, a expografia e a comunicação.
 
Programa:
10h às 12h
– Enquadramento Histórico
– O que é Curadoria?
– Tipologias de Curadoria
 
14h às 17h
– O Papel da Curadoria na Arte Contemporânea
– Museografia, Expografia e Comunicação
– Estudo de Casos
– Visita guiada à exposição Paisagem Plural
 
Ana Zavadil é Curadora-chefe do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul – MACRS, assinou a curadoria do Museu de Arte do Rio Grande do Sul – MARGS e da 10ª Bienal do Mercosul. Mestre em Artes Visuais pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) com ênfase em História, Teoria e Crítica de Arte.