Walmor Corrêa lança livro, Caixa Especial e inaugura Espaço 3 na Fundação

Março marca os 10 anos de atividades da Fundação Cultural Badesc, que preparou atividades especiais para celebrar este período de dedicação à cultura em Santa Catarina. Uma das atividades que promete reunir grande público será no dia 3 de março, a partir das 19h, com o lançamento do livro O Estranho Assimilado, de WalmorCorrêa,um dos artistas brasileiros de maior projeção nacional e internacional.

Neste mesmo evento, o artista lançará uma caixa com edição especial que contém além de livro, duas obras assinadas e numeradas. Para fechar a noite, a Fundação Cultural Badesc inaugura seu terceiro espaço expositivo, o Espaço 3.

Sobre o livro

O Estranho Assimilado, obra bilíngue (português e inglês),  apresenta um apanhado da produção de Walmor Corrêa nos últimos 15 anos. Com concepção do próprio artista, o livro de 400 páginas foi organizado pela historiadora e crítica de arte Paula Ramos que também assina os ensaios com Clarissa Diniz, Fernando Cocchiarale, Francisco Marshall, Maria de Fátima Costa e Mônica Zielinsky. O livro apresenta ainda textos produzidos especialmente para exposições individuais, desta vez assinados por Bianca Knaak, Blanca Brites, Icleia Borsa Cattani, Guy Amado e Rosângela Cherem.

“Reunimos textos e imagens para facilitar a compreensão do público sobre o meu trabalho, conforme o título se refere, assimilar o estranho”, explica Walmor.

Caixa Especial

Walmor Correa criou uma caixa especial com tiragem de 100 exemplares que contém o livro O Estranho Assimilado e duas obras assinadas e numeradas: Eletrocardiograma de Uma Sereia (76,5 cm x 11,5cm) e Laudo (23cm x 41cm), impressas sobre papel, carimbo e caneta esferográfica, obras que irão inaugurar o Espaço 3.

Espaço 3

Enfatizando seu projeto de preservar a Memória das Artes Visuais, a Fundação Cultural Badesc inaugura um pequeno espaço de 4 m2, localizado no hall de entrada do Casarão histórico. Batizado de Espaço 3, este ambiente será dedicado a revisitar exposições e artistas que fizeram história nos 10 anos da Instituição e nos 25 anos de inauguração do Espaço Cultural Fernando Beck.

O primeiro artista convidado a ocupar o Espaço 3 é Walmor Corrêa, que em 5 de agosto de 2009 inaugurou no Espaço Fernando Beck, a mostra Teleplastias, com curadoria de Rosângela Cherem, que ganhou o prêmio de melhor exposição daquele ano pela Fundação Frankilin Cacaes.

Para inaugurar o Espaço 3, o artista apresenta suas obras mais recentes: Eletrocardiograma de Uma Sereia e Laudo (impressão sobre papel, carimbo e caneta esferográfica) e Eletrocardiograma de Uma Sereia (neon sobre acrílico).

Sobre Walmor Corrêa

Discutindo os liames entre arte e ciência, Walmor Côrrea tem participado de importantes mostras nacionais e internacionais, desde, pelo menos, o início dos anos 2000. Em 2004, com sala especial, participou da XXVI Bienal Internacional de São Paulo. Em 2008, integrou a itinerante Os trópicos, que passou por diversas cidades do Brasil e também Berlim (Alemanha) e a Cidade do Cabo (África). Em 2014 e 2015, participou de várias exposições junto ao Museu de Arte do Rio (MAR). Walmor Corrêaestá representado em acervos de importantes coleções públicas e particulares do país.

Jornalista Mário Xavier lança livro sobre memórias do Oeste catarinense na Fundação Cultural Badesc

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O livro O Coronel Freitas e a Colônia Militar do Chapecó – Os primórdios de Xanxerê e a colonização do Oeste Catarinense apresenta conteúdos inéditos

 

O jornalista Mário Xavier  lança no dia 18 de fevereiro, às 19h, na Fundação Cultural Badesc, o livro O Coronel Freitas e a Colônia Militar do Chapecó – Os primórdios de Xanxerê e a colonização do Oeste Catarinense.  A obra, com conteúdo inédito, resgata lacunas da memória do oeste catarinense e sua ocupação, colonização e desenvolvimento no final do século XIX e começo do século XX.

O autor teve como foco a Colônia Militar do Chapecó, origem do atual município de Xanxerê, e o papel que desempenhou no apoio pioneiro à população civil e na promoção da base essencial que permitiu progressivamente o desenvolvimento social e econômico da região − hoje uma das mais pujantes do sul do país e com projeção nacional e internacional em alguns segmentos produtivos. 

A motivação principal para a realização da pesquisa foi preencher uma lacuna detectada particularmente no período da vida da Colônia entre 1900 a 1903 − quando dirigida pelo então Major, e depois Tenente-coronel, João José de Oliveira Freitas, cujo nome serviu de batismo, anos depois, a um município da região, “Coronel Freitas”.

Mário Xavier explica que um dos ineditismos do livro é que ele não apresenta apenas textos, narrativas e descrições, mas oferece ao leitor um abundante material documental sob a forma de fotos, mapas, reproduções e ilustrações. “São cerca de 70 elementos de imagem, o que confere ao livro um conteúdo e um aspecto iconográfico diferenciado de outras grandes obras tradicionais ou dos trabalhos acadêmicos especializados, que são volumosos, complexos e pouco acessíveis ao grande público”. 
O livro
 traz ainda a relação dos 150 colonos que viviam na Colônia e o que produziam. Um croqui redesenhado com a planta das edificações do estabelecimento, um mapa geral da área abrangida e diversos outros registros inéditos foram especialmente adaptados e estilizados para a obra.

“O público catarinense e do Oeste, em especial, é o grande destinatário desta obra, bem como todos aqueles brasileiros e pesquisadores que se interessam por nossas origens, nossa formação e nossas conquistas sociais, econômicas e culturais nos últimos 116 anos”, declara o autor.

Prêmio

O projeto do livro foi premiado pelo Edital Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura, da Fundação Catarinense de Cultural (FCC), e também teve patrocínio incentivado pela Lei Rouanet, o que viabiliza a sua socialização por meio da doação com finalidades educacionais para instituições e equipamentos culturais de acesso público.

Comercialização

No lançamento o livro será comercializado por R$ 40,00 (preço de livraria R$ 56,00).

Sobre o autor

Mário Xavier é jornalista graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e radicado em Santa Catarina desde 1985. Trabalhou na imprensa, em órgãos públicos e no terceiro setor e atua como consultor, assessor e empreendedor. Lecionou nos cursos de Jornalismo, Propaganda e Naturologia Aplicada da Unisul. É autor, organizador ou consultor de outros projetos editoriais e literários publicados.

Ficha Técnica

O Coronel Freitas e a Colônia Militar do Chapecó – Os primórdios de Xanxerê e a colonização do Oeste Catarinense é editado pela editora Insular, por Nelson Rolim de Moura, tem na direção de arte Alexandre Oliveira e apresentações do professor doutor Paulo Pinheiro Machado, do jornalista Moacir Pereira e do general de brigada Antônio Carlos de Oliveira Freitas.

Após o lançamento na capital, Mário Xavier fará lançamento pelo oeste catarinense.

 

Serviço:

O que: Lançamento do livro O Coronel Freitas e a Colônia Militar do Chapecó, de Mário Xavier

Quando: 18 de fevereiro (quinta-feira), às 19h

Onde: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – Fone 3224-8846

Valor da obra: R$ 56 e no dia do lançamento terá preço promocional de R$ 40.

Concreto: confira vídeo gravado na Fundação Cultural Badesc

A produtora Carbono 12, gravou o vídeo “Concreto”, utilizando como locação as dependências da Fundação Cultural Badesc. A produção contou com a direção de Ju Malinverni, produção executiva de Fêre Rocha, mixagem e masterização de Arthur Thiesen. No elenco o ator Marcelo Venturi. A produção teve o apoio da Fundação Badesc e do artista Paulo Gaiad.

Prosa, quase poesia: Norma Bruno lança livro na Fundação Cultural Badesc

Convite WEB_Prosa, quase PoesiaA cronista e pesquisadora das coisas e gentes da Ilha de Santa Catarina Norma Bruno lança no dia 17 de dezembro (quinta-feira), às 19h, na Fundação Cultural Badesc, o livro Prosa, quase Poesia. A obra reúne os escritos breves feitos pela autora nos últimos 20 anos.

Norma conta que os textos são, na verdade, anotações de seus pensamentos, impressões, sentimentos e perplexidades ao longo de duas décadas. Registros feitos em pedaços de papel, agendas, bordas de livros e arquivos no computador e que nunca teve a intenção de publicá-los.

“Em junho deste ano, eu vinha lendo muita poesia para compensar os horrores do noticiário sobre as mortes dos refugiados da Síria e as barbaridades da política nacional. Num sábado, acordei de madrugada e esses escritos me vieram à lembrança. Passei o dia revirando pastas e gavetas e acabei o final de semana com o livro organizado”.

Para a conclusão do trabalho, Norma contou com a participação dos jovens artistas Adriana de Vasconcellos e João de Assis. “Queria fazer algo diferente de tudo o que já fiz, então os convidei para ‘viajarmos juntos. Foi bom demais.

Eles iam para a minha casa, eu cozinhava para eles, bebíamos vinho e deixávamos a imaginação fluir. Foram noites de muita arte, muito riso, muita discussão e criatividade”.

Prosa, quase Poesia tem 112 páginas e é editado pela Tempo Editorial. “Esse livro é, uma celebração à vida, ao tempo, à arte, à experiência da maturidade. É pura gratidão”.

Norma Bruno também é autora dos livros: Cenas Urbanas e Outras Nem Tanto.(Bernúncia Editora. 2012) e A Minha Aldeia (Papa-Livros 2004).

Serviço:

O que: coquetel de lançamento do livro Prosa, quase poesia de Norma Bruno

Quando: 17 de dezembro (quinta-feira), às 19h

Onde: da Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – Fone 3224-8846

Onde adquirir e sugestão de valor: Prosa, quase poesia, será vendido na Livraria Catarinense e também poderá ser adquirido pelo e-mail blogdenormabruno@gmail.com ao valor de R$35,00.

 

#FundacaoCulturalBadesc #ProsaQuasePoesia

 

7ª Edição do Guia Rápido de Mobilidade de Florianópolis será lançado na FCB

Será lançado no dia 10 de dezembro, às 19h na Fundação Cultural Badesc a 7ª Edição do Guia Rápido de Mobilidade de Florianópolis. Ajudar turistas e moradores da capital a conquistar sua liberdade urbana é a proposta do Guia. Nele são localizados os serviços, rotas de ônibus e pontos de destaque para o turismo na cidade.

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Fundação Cultural Badesc será palco das comemorações dos 15 anos da Sonora Parceria

bannerSerá no dia 19 de novembro, quinta-feira, às 19h, na Fundação Cultural Badesc, a comemoração dos 15 anos da Sonora Parceria, dos compositores e intérpretes Tatiana Cobbett e Marcoliva. O evento inclui o ensaio “Intervenções Urbanas: Sawabona Shikoba”, exibição de fotos dos 15 anos da parceria vista por vários fotógrafos, apresentação da prévia do encarte do quinto álbum e uma apresentação da dupla com instrumentistas convidados.

“Num único espaço apresentaremos vários momentos para partilhar com nosso público, amigos e parceiros nossa alegria e trajetória. Na proposta intervencionista, nossa ideia é expor o resultado da empreitada e buscar afirmar o propósito do cumprimento originário do Sul da África, Sawabona (eu te respeito, eu te admiro, eu acredito em você) e Shikoba (então eu existo para você), em que a parceria se faz como um caminho para a transformação, superação, criação e resistência ao ordinário”, afirma TatianaCobbett.

Sobre o ensaio

Na noite do evento, será exibido o ensaio fotográfico “Intervenções Urbanas: Sawabona Shikoba” conduzido pelo filho de Tatiana, o jornalista João Markun e teve como palco as ruas do centro de São Paulo e o Beco do Batman, na Vila Madalena – conhecidos pelo colorido dos grafites nas paredes. “Fotografar a dupla que me viu crescer e que eu vi se transformar foi uma experiência rica em sorrisos, arte, amor e afeto”, declara o jornalista.

Além de dar vida à exposição comemorativa dos 15 anos de parceria, o trabalho também deu base à divulgação e encarte do novo álbum. O material foi gravado ao vivo, em shows no teatro do Sesc Prainha, em Florianópolis, nos dias 19 e 20 de setembro e será enviado a partir de março de 2016 aos apoiadores que compraram o CD via internet.

O duo tem outros quatro CDs gravados: Parceiros (2000), Bendita Companhia (2007), Música Súbita (2010) e Corte Costura (2013).

Mais sobre os artistas
Conhecidos pela atitude cênica e forte pegada poética, Tatiana Cobbett e Marcoliva, passeiam por várias vertentes, mesclando diversas referências rítmicas com sotaque brasileiro numa linguagem peculiar conquistando público e crítica com letras contundentes e belas melodias.
Já se apresentaram em várias cidades brasileiras como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Ouro Preto, Recife, Aracaju, Natal, Curitiba, Londrina, diversas cidades catarinenses e também em Buenos Aires, e Montevidéu.

Relatos de norte-americanos na Ilha de Santa Catarina no século 19 são o enredo de livro que será lançado na Fundação Cultural Badesc

Convite_WEB_ Lançamento Livro A Caminho do OuroO livro A Caminho do Ouro – norte-americanos na Ilha de Santa Catarina, da jornalista Marli Cristina Scomazzon em parceria com Jeff Franco será lançado no dia 5 de novembro, quinta-feira, às 19h, na Fundação Cultural Badesc. O trabalho editado pela Editora Insular, tem 160 páginas e é baseado em dezenas de manuscritos de viajantes norte-americanos que visitaram a cidade no século 19.

A narrativa trata de um período até hoje desconhecido na história de Santa Catarina. As descrições detalhadas da paisagem e da vida na ilha formam um belo retrato da Desterro de dois séculos atrás. Marli conta que a pesquisa durou cinco anos e foi feita tendo como matéria prima manuscritos e cartas produzidos entre 1848 a 1856, quando a Ilha foi invadida por norte-americanos. Neste ponto de parada da viagem em direção à Califórnia, na costa oeste dos Estados Unidos, onde iam em busca de ouro, eles fizeram relatos até então desconhecidos para a história do Estado. “Um dos nossos maiores desafios foi descobrir e ter acesso a manuscritos que estavam nos Estados Unidos”, conta a autora.

A rota de navegação, que pode parecer inusitada para os dias atuais, é justificada quando analisada a história. Estes norte-americanos viviam na costa leste dos Estados Unidos e partiram em busca de ouro logo após a breve guerra com o México que anexou a Califórnia ao país. Naquele Estado, foram descobertas enormes jazidas de ouro e a falta de estradas para cruzar o país, a presença de índios e imensas montanhas cortadas por vales e rios intransponíveis, forçava a rota pelo Atlântico sul, caminho usado há muitos anos por baleeiros e viajantes que comercializavam com o Oriente. Como ainda não havia o canal do Panamá, a rota previa o contorno a América do Sul e a parada na Ilha era obrigatória para suprir as embarcações e seus tripulantes.

Também baseados em relatos oficiais e reportagens de jornais brasileiros, pode-se saber como os ilhéus sentiram esta invasão e como reagiram a ela. Existiam aqueles que se esforçaram ao máximo em ser bons anfitriões, outros viram no episódio uma boa oportunidade de lucro e teve quem se exasperou com a avalanche de homens ruidosos e ávidos por aventuras.

Para encerrar o livro, a história do consulado dos Estados Unidos em Desterro que durou cerca de 50 anos. É possível conhecer seus cônsules e um pouco de suas vidas e dos problemas que tiveram que contornar no seu dia a dia.

A autora

Marli Cristina Scomazzon nasceu em Garibaldi, no Rio Grande do Sul. Formada em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com mestrado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Mora em Florianópolis desde 1985, onde trabalhou em vários jornais e revistas e, atualmente é assessora de imprensa do Sindicato Interestadual das Indústrias de Energia Elétrica (Sinergia).

Onde comprar

A Caminho do Ouro – Norte-americanos na Ilha de Santa Catarina será comercializado na Livros & Livros no campus da UFSC e pelo site da editora Insularhttp://www.insular.com.br. O valor sugerido é de R$ 39.

Florianópolis recebe a Caminhada Rumos do Itaú Cultural

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Depois de anunciar a abertura das inscrições para o Rumos 2015-2016, em  coletiva que reuniu jornalistas de todo o país em São Paulo, equipes do instituto vem percorrendo todas as capitais brasileiras para divulgar esse programa que é uma das importantes marcas da atuação do instituto no cenário brasileiro e uma  referência de fo­mento à nova produção de arte e cultura; a caminhada já esteve em algumas cidades do Norte e do Nordeste do país e chega agora em Santa Catarina .

Com um encontro na Fundação Cultural Badesc, Florianópolis recebe a Caminhada Rumos no dia 21 de setembro (segunda-feira), às 18h30.  Como resultado de mais uma parceria entre a instituição catarinense e o Itaú Cultural, representado pelo gerente do Núcleo de Audiovisual, Claudiney Ferreira, e de Inovação, Marcos Cuzziol, é apresentada a 17ª edição do programa Rumos, cujas inscrições estão abertas e vão até as 23h59 (horário de Brasília) do dia 6 de novembro. Eles falarão sobre esta plataforma de fo­mento do instituto à produção artística brasileira e as inovações que consolidam a reformulação realizada em 2013. A caminhada foi iniciada em São Luís do Maranhão, de onde seguiu para o Ceará, Teresina, Belém, Macapá, Manaus, Boa Vista e chega desta vez em Santa Catarina, até completar uma visita às 27 capitais do país em cronograma em definição.  Na região Sul, segue, ainda para Porto Alegre e Curitiba e depois sobe para Belo Horizonte.

O modelo segue aberto, podendo ser inscritos projetos de todas as áreas de expressão e iniciativas híbridas, sem limitação dos campos de investigação, com grande liberdade para artistas, produtores e pesquisadores definirem as regras de produção e apresentação de seus trabalhos. Entre as novidades está a organização das propostas em três grandes campos: criação e desenvolvimento (concepção e/ou desenvolvimento de projetos artístico-culturais), documentação (organização e preservação de acervos relacionados à arte e à cultura brasileiras) e pesquisa (desenvolvimento de pesquisas em arte e cultura brasileiras), definidos para facilitar o processo de inscrição. Outra inovação é o fim do teto orçamentário para as propostas, o que abre novas possibilidades para os proponentes.

O processo de seleção dos projetos também ganha uma nova fase. Antes de passarem para a Comissão de Seleção, as propostas agora serão examinadas por 30 avaliadores contratados pelo instituto entre as mais diversas áreas de atuação e regiões do país, os quais farão a primeira fase seletiva. Os nomes desta comissão prévia não serão revelados antes do resultado final para preservar a idoneidade do processo. Os critérios de seleção a serem observados serão a singularidade do projeto, a sua relevância e consistência.

“Vamos dar continuidade ao modelo que inauguramos em 2013 em que as definições não são dadas mais pela instituição e sim pelos agentes culturais, invertendo uma ordem histórica que, ao nosso ver, estava represando a criação e perpetuando vícios de formatação de projeto”, diz Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural. “Rompemos com a forma em que os projetos tinham que se enquadrar aos propósitos preconizados pela instituição e pelos editais. Com isso deslocamos o eixo de poder de decisão para quem produz o conteúdo cultural, abrindo um novo modo de apoio”, complementa.

“Ficou claro para nós que um programa com a história do Rumos e seus 18 anos de atuação precisava efetivamente assumir riscos para se colocar em linha com a produção contemporânea, que não cabe nos editais estanques”, avalia Saron. De acordo ele, o novo formato do Rumos atraiu um volume substancial de projetos e propostas que teriam dificuldade em encontrar guarita nos editais tradicionais. Prova disso é que a última edição do programa, já reformulada, registrou mais de 15 mil inscrições. O recorde de edições anteriores havia sido de 2,6 mil.

Conforme pesquisa realizada pelo Observatório Itaú Cultural na base de dados de inscritos na edição 2013-2014, do total de proponentes, 30% nunca haviam tentado se inscrever antes em algum outro edital. O formato aberto, a abrangência e a autonomia foram apontados por este grupo como razões para participarem do Rumos. O estudo indicou também que 97,11% deles consideraram o regulamento na forma de perguntas e respostas como um fator positivo para a compreensão do processo de inscrição no programa.

 

 

Inscrições

Seguindo a política das edições anteriores, as inscrições são gratuitas. Neste ano, elas foram abertas em 1 de setembro e devem ser efetuadas até as 23h59 (horário de Brasília) do dia 6 de novembro, exclusivamente no site rumositaucultural.org.br. Os projetos começam a ser avaliados logo após o fechamento das inscrições e o trabalho da Comissão de Seleção será concluído até maio de 2016. Os contemplados serão informados por e-mail, no dia 10 daquele mês. Em seguida, o site do Itaú Cultural e os meios de comunicação divulgarão os resultados.

Como no edital passado, não há número mínimo ou máximo de projetos, propostas ou obras a serem contemplados. Esta decisão será de exclusiva atribuição da Comissão de Seleção Rumos Itaú Cultural.

 

 

Comissão de Seleção

Os membros da Comissão de Seleção são profissionais externos ao Itaú Cultural e gerentes do próprio instituto.  São eles: a professora, pesquisadora de dança e membro do núcleo Recife, no Mapeamento da Dança nas Capitais Brasileiras e no Distrito Federal, Adriana Gehres, a ilustradora, designer gráfica e professora Beá Meira, o cineasta Jeferson De, o presidente da Associação Brasileira de Literatura Comparada (Abralic) João Cezar de Castro Rocha, a atriz, produtora, gestora pública e contadora de histórias Karla Martins, o professor de ciência da informação e diretor de cultura da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Marcos Galindo, a jornalista e crítica de artes Maria Hirszman, a jornalista e criadora do projeto de investigação urbanística Cidades para Pessoas Natália Garcia, o administrador e produtor cultural Paulo Mattos, o produtor musical e diretor do Centro Cultural São Paulo (CCSP) Pena Schmidt, o compositor, cantor e violonista Tiganá Santana, e o jornalista, crítico e pesquisador teatral Valmir Santos.

Pelo Itaú Cultural, a comissão é formada pelos gerentes de núcleo: Ana de Fátima Sousa (Comunicação), Anna Montini (Jurídico), Claudiney Ferreira (Audiovisual e literatura), Edson Natale (Música), Henrique Idoeta (Produção), Marcos Cuzziol (Inovação), Sofia Fan (Artes visuais), Tânia Rodrigues (Enciclopédia) e Valéria Toloi (Educação e Relacionamento).  Veja os seus perfis mais adiante.

 

 

A Caminhada

Em 2013, a itinerância para apresentar o Rumos 2013-2014, então totalmente reformulado, ocorreu de setembro a novembro e consistiu em conversas para diversos públicos. Ao todo, 4.453 pessoas participaram das atividades em 43 cidades. O resultado está registrado no blog do Rumos (novo.itaucultural.org.br/explore/blogs/rumos-2).

Para explicar o Rumos 2015-2016, uma equipe do Itaú Cultural está percorrendo todas as regiões do Brasil na Caminhada Rumos, tendo começado pelo Maranhão, Ceará e Piauí. Na segunda etapa da itinerância foram ao Amapá, Pará, Amazonas e Roraima, seguindo agora na terceira fase por Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais. Depois destes Estados, sobem o país dando continuidade até passar por todas as capitais dos 27 estados brasileiros.

 

SERVIÇO

Caminhada Rumos 2015-2016

Com Claudiney Ferreira e Marcos Cuzziol, gerentes do Itaú Cultural

21 de setembro (segunda-feira)

Às 18h30

Entrada franca

Vagas 40

Workshop Natureza calculada: inscrições encerradas

As inscrições para o workshop gratuito Natureza Calculada: Estudos em Fotografia Computacional, com o professor e pesquisador Gabriel Menotti estão encerradas.
Abaixo os contemplados por ordem de inscrição a partir da 0h de 31 de agosto:

01. Rafael Carlan
02. Fernanda Luiza Godinho
03. Guilherme Zawadzki
04. Gustavo José Zanin
05. Dario López
06. Ana Paula Alves de Lima
07. Andrei Krepsky de Melo
08. Eduardo Vasconcellos
09. Natália Regina Salomão de Freitas
10. Bernadete Ferreira Farias
11. Paula Eduarda Michels
12. Nana Rodrigues
13. Marcia Nitibailoff
14. Otávio Nogueira
15. Gabriela Dequech Machado
16. Natalia Pilati Emer
17. Anderson Rodrigo da Silva
18. Janete Seidler
19. Jazmin Desvars Royg
20. Zéia Savedra
21. Aline Guzatti
22. Letícia de Oliveira Leite
23. Bábara Luiza Esteva
24. Natalia Regina Dutra da Costa
25. Vanessa Soares
26. Felipe Da Silva Vieira
27. Rafaela Oliveira
28. Daniela Accorinte Lopes
29. Lu de Paula
30. Vera Lúcia Castilhos Diniz

As demais inscrições estão em lista de espera. Caso ocorra alguma desistência entraremos em contato. Obrigada!
‪#‎ItauCultural‬ ‪#‎FundacaoCulturalBadesc‬

Foto: Gabriel Menotti