Música afroindígena e latino-americana é tema de live promovida pela Fundação Cultural BADESC

Ariana Silva, pesquisadora e doutoranda em história, é a convidada do encontro virtual que acontece no dia 4 de novembro
Ariana Silva, pesquisadora e doutoranda em história, é a convidada do encontro virtual que acontece no dia 4 de novembro  – crédito Divulgação

Na quarta-feira, dia 4 de novembro, a doutoranda em História pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) Ariana Silva, participa do encontro virtual promovido pela Fundação Cultural BADESC. Nesta segunda edição do projeto A história entre imagens e sons, Ariana vai falar sobre a Decolonialidade e música: produções das raperas afroindígenas latino-americanas.

O encontro é gratuito e pode ser acompanhado a partir das 19h30 pela plataforma Microsoft Teams. Para participar, basta acessar o link: http://bit.ly/encontrosvirtuaisfcb

A palestra faz parte da série de oito encontros virtuais intitulados A história entre imagens e os sons, promovidos em parceria com o Laboratório de Imagem e Som e o Programa de Pós-Graduação em História da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), conta com a coordenação do Prof. Dr. Rogério Rosa.

Os eventos semanais seguem até o dia 16 de dezembro de 2020, e são sempre realizados nas quartas-feiras, no horário das 19h30. Cada encontro terá a participação de um convidado com o objetivo de debater sobre uma temática em destaque. 

No dia 11 de novembro, o Professor PhD da Universidade Federal Fluminense, Viktor Chagas, aborda o tema Memes, da sociobiologia à comunicação, da comunicação à pandemia.

Sobre Ariana Silva

Doutoranda em História pelo Programa de Pós Graduação em História da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Bacharela em Relações Internacionais e Comércio Exterior pela Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP). Bacharela em História – América Latina pela Universidade Federal da Integração Latino Americana (UNILA). Mestra em Estudos Interdisciplinares Sobre a Mulher pela Universidade Federal da Bahia (NEIM/UFBA). Membra da Feminaria Musical – grupo de pesquisa e experimentos sonoros. Membra do Grupo de Estudos Multidisciplinares em Urbanismos e Arquiteturas do Sul – MALOCA. Membra do Programa A Cor da Bahia. Trabalho principalmente com os seguintes temas: mulheres negras, rap, lesbianidade, etnomusicologia, teoria decolonial, feminismos, América Latina e representação.

Sobre Rogério Rosa

Professor do ensino superior desde 2001, Rogério Rosa atualmente leciona na Udesc, credenciado como docente de História e vice coordenador do Programa de Pós-Graduação em História do Tempo Presente. Eleito presidente da ANPUH-SC (Associação Nacional de História seção Santa Catarina) para gestão de 2018-2020 e Membro do Corpo Editorial como Editor da Seção Fonte da Revista História, Ciências, Saúde – Manguinhos para os anos 2019-2022, atualmente coordena o Laboratório de Imagem e Som (LIS) da FAED/UDESC.  Desenvolve pesquisas na área de história e cultura política e visual, relações entre história e literatura, história da historiografia e movimentos sociais. Suas pesquisas tem como foco conflito rebelde ocorrido no sul do Brasil conhecido como Guerra do Contestado. 

Serviço: Encontro virtual sobre música afroindígena latino-americana com a pesquisadora e doutoranda em história Ariana Silva 

Data: 4 de novembro – quarta-feira
Horário: 19h30
Local: Plataforma online Microsoft Teams (http://bit.ly/encontrosvirtuaisfcb).


Fundação Cultural BADESC promove série de oito palestras virtuais gratuitas até o mês de dezembro

A primeira será no dia 28 de outubro na qual o roteirista e antropólogo Michel Carvalho aborda o cinema brasileiro

O roteirista e antropólogo Michel Carvalho aborda o cinema brasileiro no primeiro Encontro Virtual – crédito Divulgação

Reflexões sobre os impactos das imagens e sons na sociedade atual são o foco das oito palestras virtuais promovidas em parceria pela Fundação Cultural BADESC e o Laboratório de Imagem e Som e o Programa de Pós-Graduação em História da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), com coordenação do Prof. Dr. Rogério Rosa.

Os eventos semanais iniciam no dia 28 de outubro e seguem até o dia 16 de dezembro de 2020. Realizados sempre nas quartas-feiras, no horário das 19h30, cada encontro terá a participação de um convidado com o objetivo de debater sobre uma temática em destaque. Os encontros vão ser transmitidos pela plataforma Microsoft Teams. Para participar basta acessar o link: http://bit.ly/encontrosvirtuaisfcb.

Na edição de abertura, no dia 28 de outubro, o convidado será o roteirista e doutorando em Antropologia Cultural pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Michel Carvalho. Ele irá apresentar o tema Cinema Brasileiro – Colonialidade e Resistências.    

Sobre Michel Carvalho

Graduado, Mestre e Doutorando em Antropologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pesquisa questões relacionadas a gênero, raça e sexualidade no cinema. Especialista em Cinema Etnográfico (Fiocruz). Estudou roteiro com Patrick Vanetti, diretor do Conservatório Europeu de Escrita Audiovisual, Lucas Paraízo e Zé Carvalho. Cursou a Oficina de Roteiristas e a Oficina de Escrita de Humor da Rede Globo de Televisão.

Atuou como roteirista e pesquisador em mais de 20 produtos; onde se destacam as séries de ficção “Perrengue” (MTV), “Matches” (Warner Channel) e série ainda sigilosa para a Netflix; os longa-metragens documentais “Torre das Donzelas” (premiado como Melhor Filme nos festivais de Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Uruguai e Portugal), “Mussum – um filme do cacildis” e a série documental “Favela Gay – Periferias LGBTQI” (Canal Brasil). É também curador do Concurso de Roteiros do FRAPA e do Laboratório Novas Histórias.

Atualmente prepara o lançamento de “Prazer em Conhecer”, longa documental sobre sexualidade LGBT, do qual é autor do argumento, roteiro, pesquisa e assistência de direção, se dedica à escritura de seu longa ficcional “A Mais Forte”, contemplado em edital do Ministério da Cultura, desenvolve o roteiro de Apolo, comédia romântica gay encomendada pela Migdal Filmes, faz parte da equipe de colaboradores de uma das próximas novelas da Rede Globo e dá aulas na Roteiraria e na AIC (Academia Internacional de Cinema).

Sobre Rogério Rosa

Professor do ensino superior desde 2001, Rogério Rosa atualmente leciona na Udesc, credenciado como docente de História e vice coordenador do Programa de Pós-Graduação em História do Tempo Presente. Eleito presidente da ANPUH-SC (Associação Nacional de História seção Santa Catarina) para gestão de 2018-2020 e Membro do Corpo Editorial como Editor da Seção Fonte da Revista História, Ciências, Saúde – Manguinhos para os anos 2019-2022, atualmente coordena o Laboratório de Imagem e Som (LIS) da FAED/UDESC.  Desenvolve pesquisas na área de história e cultura política e visual, relações entre  história e literatura, história da historiografia  e movimentos sociais. Suas pesquisas tem como foco conflito rebelde ocorrido no sul do Brasil conhecido como Guerra do Contestado. 

Segundo encontro

No dia 4 de novembro, a doutoranda em História pela UDESC, Ariana Silva, vai apresentar o tema Decolonialidade e música: produções das raperas afroindígenas latino-americanas. Esse será o tema do segundo encontro virtual.        


Serviço: Encontro virtual sobre cinema brasileiro com o roteirista e antropólogo Michel Carvalho

Data: 28 de outubro – quarta-feira
Horário: 19h30
Local: Plataforma online Microsoft Teams (http://bit.ly/encontrosvirtuaisfcb). 

Crédito da imagem: Divulgação

Lindolf Bell e sua atuação nas artes visuais de SC é tema de palestra online gratuita

Promovido pela Fundação Cultural BADESC, encontro será via plataforma Zoom no dia 30 de julho

Fotógrafo desconhecido, acervo Rafaela Hering Bell
Fotógrafo desconhecido, acervo Rafaela Hering Bell

A atuação do poeta catarinense Lindolf Bell (1938-1998) no circuito das artes visuais de Santa Catarina, entre as décadas de 1970 e 1990 será tema de uma palestra online e gratuita promovida pela Fundação Cultural BADESC em parceria com o Museu da Escola Catarinense e a UDESC. O encontro com a participação de Ana Lúcia Beck e Daiana Schvartz e apresentação de Rosângela Cherem, será no dia 30 de julho, das 19h às 21h30, via plataforma Zoom. As inscrições para a palestra estão abertas e podem ser feitas pelo formulário disponibilizado online (clique aqui).

Na quinta-feira, as palestrantes vão discorrer sobre os resultados de suas investigações sobre a atuação de Bell como curador, marchand, galerista e crítico de arte. Além da premiada e reconhecida produção em poesia, Bell fundou a primeira galeria de arte do Estado. 

A Galeria Açu-Açu, fundada por ele em 1970, em Blumenau, tornou-se uma referência para Santa Catarina, promovendo a arte regional, bem como garantindo o acesso do público às produções artísticas locais e nacionais.

Concomitantemente, entre 1972 e 1995, Bell assinou matérias semanais sobre arte no Jornal de Santa Catarina. Através destas, noticiava a movimentação do circuito artístico no Estado, contribuindo para a formação de novos públicos e para a legitimação das produções locais.

Sobre as palestrantes

Ana Lúcia Beck: membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) e da Associação Europeia de Literatura Comparada (ESCL); mestre em Teoria, História e Crítica de Arte e Doutora em Estudos Literários pela UFRGS, realizou estágio doutoral no King’s College London. No momento, finaliza pesquisa de pós-doutorado junto ao PPGAV/UDESC investigando a atuação de Lindolf Bell na crítica de arte no Jornal de Santa Catarina. Resultados desta pesquisa foram apresentados no Encontro da ABCA (2020) e no Encontro da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas (ANPAP/2020). Após 13 anos de experiência no ensino universitário no Rio Grande do Sul, hoje atua como professora no Curso de Artes Visuais da UDESC e também na USAC. Ao longo de sua carreira acadêmica, Ana Lúcia tem se detido especialmente na investigação sobre as relações entre as artes visuais e a literatura, tendo publicado trabalhos no Brasil e no exterior. Dentre estes, destacam-se os estudos sobre a produção de José Leonilson, Louise Bourgeois e Albrecht Dürer, entre outros.  Ana Lúcia integra do grupo de pesquisa História da Arte: Imagem-Acontecimento, cadastrado junto ao CNPq, sob liderança de Sandra Makowiecky e Rosângela Cherem. Recentemente o grupo lançou a obra Passado-Presente em Quadros: uma antologia da história da arte em Santa Catarina para o qual Ana Lúcia contribuiu com capítulos sobre Victor Meirelles, Franklin Cascaes, Luiz Henrique Schwanke, Flávia Fernandes e Walmor Corrêa.

Daiana Schvartz: Doutora em Artes Visuais pelo PPGAV/UFRGS, linha de pesquisa em História, Teoria e Crítica, defendeu a tese intitulada “Arquivo Elke Hering: o indício de uma falta”. Mestre em Teoria e História da Arte pelo Programa de Pós-graduação em Artes Visuais/UDESC, defendeu a dissertação “Elke Hering: Crítica, Circuito e Poética”. Possui graduação em Artes Plásticas pela Fundação Universidade Regional de Blumenau. Atua como curadora na Humana Galeria em Chapecó e também como professora de Artes Visuais no Instituto Federal de Santa Catarina, Campus São Carlos, desde 2015. Pesquisa a arte em Santa Catarina, investigando em especial a produção da artista Elke Hering, a crítica de arte de Lindolf Bell e a Galeria Açu-Açu. Recentemente, lançou o livro: Elke Hering: Crítica, Circuito e Poética (2018), bem como finaliza a edição de Lindolf Bell: crítica de arte em Santa Catarina a ser lançado ainda neste ano, com financiamento pelo Edital Municipal de Fomento e Circulação das Linguagens Artísticas do Município de Chapecó.

Rosângela Cherem: Doutora em História pela USP (1998) e Doutora em Literatura pela UFSC (2006); Profa. Titular de História e Teoria da Arte no Curso Artes Visuais e Programa de Pós-graduação em Artes Visuais no CEART- UDESC; coordenadora do Grupo Imagem-acontecimento; orienta, possui pesquisas e publicações sobre História das Sensibilidades e Percepções Modernas e Contemporâneas; atualmente desenvolve pesquisa intitulada Acervos e Arquivos Artísticos em Santa Catarina, Implicações e Conexões.

Serviço: Palestra online sobre a atuação de Lindolf Bell nas artes visuais de Santa Catarina

Data: 30 de julho – quinta-feira
Horário: 19h às 21h30
Local: plataforma Zoom
Inscrições gratuitas no link https://bit.ly/lindolfbell.

Crédito: Divulgação/FCB

Visibilidade de mulheres artistas em espaços expositivos é tema de debate online promovido pela Fundação Cultural BADESC

Mediado pela professora Rosângela Cherem, o encontro será no sábado, dia 25 de julho, às 14h

Ana Norogrando – exposição CORPOS E PARTES

A Fundação Cultural BADESC, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UDESC, promove no sábado, 25 de julho, um encontro online para debater sobre a visibilidade de mulheres artistas nos espaços expositivos. As inscrições são limitadas e precisam ser feitas pelo formulário online (clique aqui) . A transmissão pela plataforma Zoom, começa às 14h. 

No encontro online, que terá mediação da professora Rosângela Cherem e com participação de Thays Tonin e Ana Lúcia Beck, os temas apresentados serão: Guerrilla Girls/ Mulheres Radicais: Arte Latino-Americana, 1960-1985; “Modismos ou percepções compartilhadas?”, Mulheres artistas nos séculos 16 e 17 – MASP, além de Histórias feministas: artistas depois de 2000 – MASP.

O debate integra a disciplina Territorialidades Modernas e Contemporâneas, ministrada remotamente por Rosângela Cherem e Thays Tonin. A disciplina, que acontecia na Fundação antes da pandemia, busca fazer uma reflexão sobre a presença das mulheres na História da Arte. Além disso, problematiza não apenas um certo desconhecimento sobre as artistas, mas também considera as questões metodológicas e conceituais, históricas, culturais e políticas que estão implicadas nas abordagens.

Ministrante

Rosângela Cherem é doutora em História pela USP (1998) e doutora em Literatura pela UFSC (2006); Profa. Titular de História e Teoria da Arte no Curso Artes Visuais e Programa de Pós-graduação em Artes Visuais no CEART- UDESC; coordenadora do Grupo Imagem-acontecimento; orienta, possui pesquisas e publicações sobre História das Sensibilidades e Percepções Modernas e Contemporâneas; atualmente desenvolve pesquisa intitulada Acervos e Arquivos Artísticos em Santa Catarina, Implicações e Conexões.

Participantes

Thays Tonin é pesquisadora Pós-Doutoral do Programa de Artes Visuais da Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC. Como parte do projeto vencedor do Prêmio Elisabete Anderle 2019, atualmente, é Coordenadora do Acervo Paulo Gaiad (2019-2021) em Florianópolis. Tem Doutorado pela Università degli Studi della Basilicata (Italia), no Dipartimento delle Culture Europee e del Mediterraneo. Fez período Sandwich na Sapienza Università di Roma (ITA). É mestra em História Cultural pela UFSC, Universidade Federal de Santa Catarina (2015). É membro pesquisador da Cátedra UNESCO intitulada “Mediterranean Cultural Landscapes and Communities of Knowledge” (Itália), atuando como co-coordenadora da Sede no Brasil vinculada à UFSC, intitulada “Interlaced Strands: Mediterranean images and the south american pathos”.

Ana Lúcia Beck é Doutora em Estudos Literários pela UFRGS, realizou estágio doutoral no King’s College em Londres. Atualmente finaliza pesquisa de pós-doutorado junto ao PPGAV/UDESC investigando a atuação de Lindolf Bell na crítica de arte no Jornal de Santa Catarina. Atua como professora de história e teoria da arte no Curso de Artes Visuais da UDESC e também na USAC. Ao longo de sua carreira acadêmica, tem se detido especialmente na investigação sobre as relações entre as artes visuais e a literatura, tendo publicado trabalhos no Brasil e no exterior. Dentre estes, destacam-se os estudos sobre a produção de José Leonilson, Louise Bourgeois e Albrecht Dürer, entre outros.  Integra o grupo de pesquisa História da Arte: Imagem-Acontecimento, cadastrado junto ao CNPq. Entre suas publicações mais recentes encontram-se capítulos no livro Passado-Presente em Quadros: uma antologia da história da arte em Santa Catarina onde abordou sobre Victor Meirelles, Franklin Cascaes, Luiz Henrique Schwanke, Flávia Fernandes e Walmor Corrêa. 

Serviço: Visibilidade de mulheres artistas em espaços expositivos é tema de debate online promovido pela Fundação Cultural BADESC

Com mediação de Rosângela Cherem e participação de Thays Tonin e Ana Lúcia Beck
Data: 25 de julho – sábado
Horário: 14h
Local: Plataforma virtual Zoom
Inscrições limitadas pelo formulário online no link: https://bit.ly/debatevisibilidade.

Fundação Cultural BADESC promove mesa de debate online sobre a presença das mulheres na História da Arte

Encontro mediado pelas professoras Rosângela Cherem e Thays Tonin será transmitido pela plataforma Zoom na tarde do sábado, dia 18 de julho

Crédito: Fundação Cultural BADESC/Divulgação. Detalhe da obra Tuíre Kayapó de 2019 da artista Moara Brasil, obra presente no acervo do Projeto Armazém

            A Fundação Cultural BADESC, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UDESC, promove no sábado, dia 18 de julho, uma mesa de debate sobre Territorialidades Ausentes ou Invisíveis, Como Pensar a História da Arte e seus/suas Protagonistas? As inscrições são limitadas e precisam ser feitas pelo formulário online (clique aqui). A transmissão começa às 14h pela plataforma Zoom.

            O encontro faz parte da disciplina Territorialidades Modernas e Contemporâneas, ministrada em modo remoto pelas professoras Rosângela Cherem e Thays Tonin. A disciplina, que acontecia na Fundação antes da pandemia, busca fazer uma reflexão sobre a presença das mulheres na História da Arte. Além de problematizar não apenas um certo desconhecimento sobre as artistas como também considerando as questões metodológicas e conceituais, históricas, culturais e políticas que estão implicadas nas abordagens.

Neste encontro online, que terá mediação das professoras Rosângela Cherem e Thays Tonin, participam três debatedoras. As professoras Maria Da Conceição Francisca Pires, Juliana Crispe e Debora Pazetto vão falar das suas pesquisas e refletir sobre a seguinte questão: Quando se considera uma História da Arte em que as mulheres são as protagonistas, qual é o horizonte possível de inclusões e quais são as implicações que incidem sobre estas escolhas?

Conheça mais sobre as debatedoras:

Debora Pazetto: Professora de História e Teoria da Arte na UDESC – Universidade do Estado de Santa Catarina. Possui graduação em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC (2007) e graduação em Artes Visuais pela Universidade Estadual de Santa Catarina – UDESC (2010), mestrado em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Catarina (2010) e doutorado em filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, na linha de pesquisa de Estética e Filosofia da Arte, com estágio doutoral na Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne. Principais áreas de atuação: Teoria da Arte; Estética, Filosofia da Arte, Arte e Tecnologia; Estudos de Gênero, Crítica de Arte.

Juliana Crispe: Professora do Centro de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina. É curadora, pesquisadora, professora, arte-educadora e artista visual. Pós-Doutora pela Universidade do Estado de Santa Catarina, PPGAV/UDESC, Doutora em Educação pelo Programa em Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Santa Catarina, PPGE/UFSC, Mestre em Artes Visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais, PPGAV/UDESC, Licenciada em Artes Visuais e Bacharel em Artes Plásticas pelo Centro de Artes, Universidade do Estado de Santa Catarina. Desenvolve projetos curatoriais desde 2007, tendo realizado mais de uma centena de exposições, destacando MULHER ARTISTA RESTISTE (Espaço Cultural Armazém/SC e Choque Cultural/SP, Oficinas Culturais Oswald de Andrade/SP e Bienal de Curitiba/PR), também participou como curadora das 12ª, 13ª (25 anos da Bienal) e 14ª Bienal Internacional de Curitiba (Prêmio Jovem Curadora/2019). É membra do conselho deliberativo do MASC e da ABCA – Associação Brasileira de Críticos de Arte.

Maria Da Conceição Francisca Pires: Doutora em História pelo Programa de Pós Graduação em História da Universidade Federal Fluminense com pós doutorado na Universidade de Buenos Aires- UBA. Professora Adjunta do Departamento de História e do Programa de Pós-Graduação em História, na linha de pesquisa Cultura, Poder e Representações, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO. Pesquisadora do CNPq, participa como pesquisadora associada do Núcleo de Pesquisas em História Cultural – NUPEHC, na Universidade Federal Fluminense, na linha de pesquisa Cultura e Poder, e do Núcleo de Documentação, História e Memória (UNIRIO). Autora do livro “Cultura e Política entre Fradins, Zeferinos, Graunas e Orelanas” (Annablume, SP, 2010). Desenvolve pesquisa envolvendo os seguintes temas: História do Brasil Contemporâneo, Ditaduras no Cone Sul, História, Mídia e Audiovisual, Estudos Visuais, Intelectuais e Imprensa, Histórias em Quadrinhos, História e Humor Gráfico, Gênero e História.

Serviço: Mesa de Debate Territorialidades Ausentes ou Invisíveis, Como Pensar a História da Arte e seus/suas Protagonistas?

Com Maria Da Conceição Francisca Pires, Juliana Crispe, Debora Pazetto e mediação de Rosângela Cherem e Thays Tonin
Data: 18 de julho – sábado
Horário: 14h
Local: Plataforma Zoom
Inscrições limitadas pelo formulário https://bit.ly/debateterritorialidades

Releitura do clássico Madame Bovery é tema do bate-papo online na Sessão Divã

O filme em debate na live do dia 18 de junho é Gemma Bovery – A Vida Imita a Arte

               Na quinta-feira, dia 18 de junho, o Cineclube da Fundação Cultural BADESC, promove em parceria com o Fórum Lacaniano de Florianópolis, um debate online na Sessão Divã. O bate-papo sobre o filme Gemma Bovery – A Vida Imita a Arte será a partir das 19h no canal do YouTube da Fundação.

               Participam do debate sobre o filme os psicanalistas Taoana Padilha e Sérgio Scotti. A mediação do mesmo será feita pela cineasta e curadora do Cineclube, Vanessa Sandre.

                As participações e interações dos internautas podem ser feitas nos comentários durante a live. O filme pode ser assistido gratuitamente pelo site Looke.

Gemma Bovery – A Vida Imita a Arte

De Anne Fontaine. França/Reino Unido. 2014. 99 min. Comédia/Drama/Romance. 14 anos. Com Fabrice Luchini, Gemma Arterton e Jason Flemyng.

Sinopse: A inglesa Gemma Bovery se muda com o marido para uma pequena cidade francesa. Ela logo desperta a atenção de Martin Joubert, um morador local que fica encantado com sua beleza e também com as semelhanças que possui com a protagonista de Madame Bovary, clássico da literatura escrito por Gustave Flaubert. Tamanha admiração faz com que Martin siga os passos de Gemma que, cada vez mais entediada, acaba se envolvendo em um caso extraconjugal.

Serviço: Sessão Divã online aborda o filme Gemma Bovery – A Vida Imita a Arte

Data: 18 de junho – quinta-feira
Horário: 19h
Local: Canal da Fundação Cultural BADESC no YouTube.

Live da Fundação Cultural BADESC vai falar sobre o filme africano Guimba, o Tirano

Bate-papo online será na quarta, dia 10, na Sessão África no Cinema

Convite para o evento online do África no Cinema - bate-papo sobre o filme Gimba, o Tirano

               No dia 10 de junho, o Cineclube da Fundação Cultural BADESC promove uma live da sessão África no Cinema para falar sobre o filme africano Guimba, o Tirano, do diretor Cheick Oumar Sissoko. O bate-papo será no canal do YouTube da Fundação a partir das 19h.

               Nesta edição, que será mediada pela cineasta e curadora do Cineclube da Fundação, Vanessa Sandre, participam como debatedores Sílvio Marcus de Souza Correa, que é coordenador do LEHAf/UFSC e o cineasta e curador do África no Cinema, Alex Brandão.

               O debate poderá ter a participação do público, com mensagens no chat da live. E quem quiser pode assistir o filme gratuitamente no canal AfricaShows no YouTube, ou abaixo.

https://www.youtube.com/watch?v=AJ4-fpDTmcM&feature=emb_title

Sobre o filme

Guimba, o Tirano (Guimba, un tyran une époque) de Cheick Oumar Sissoko. Mali. 1995. 90 min. Drama/Comédia/Fantasia. Sem classificação.

Sinopse: Retrato da ascensão e queda de um tirano cruel e despótico, Guimba Dunbuya, e seu filho anão Janguiné, em uma vila fictícia no Sahel do Mali. Uma lenda africana é a base deste filme co-produzido por Burkina Faso e Alemanha, que se passa numa antiga cidade construída com lama no deserto, Sitakili.

imagem de reprodução do filme Gimba, o tirano

África no Cinema

É uma sessão mensal do Cineclube da Fundação em parceria com o projeto de extensão universitária promovido pelo Laboratório de Estudos em História da África (LEHAf/UFSC). O objetivo do projeto é a promoção da cultura cinematográfica com ênfase em filmes de diretores africanos, com produção africana e/ou com filmagens em África. Visa também divulgar a riqueza artística e cultural do continente africano através da exibição de filmes, comentários e debates sobre a produção cinematográfica africana, e também sobre as representações da África no cinema.

Serviço: Guimba, o Tirano é tema de live promovida pelo Cineclube da Fundação Cultural Badesc na sessão África no Cinema

Data: 10 de junho – quarta-feira
Horário: 19h
Local: canal do YouTube da Fundação.

Diretora Ilaine Melo é a convidada da live do Cineclube da Fundação Cultural BADESC

Bate-papo online será na terça-feira, dia 2 de junho, no Instagram da Fundação

Diretora Ilaine Melo participa de live da Fundação Cultural Badesc – crédito: Fabrício Porto

O Cineclube da Fundação Cultural BADESC promove na terça-feira, dia 2 de junho, mais uma live com diretores de curtas catarinenses que estão concorrendo ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2020. Nesta edição quem participa é a diretora Ilaine Melo, responsável pelo curta-metragem documentário Licença Poética.

O encontro acontece a partir das 19h no Instagram da Fundação, no @fundacaobadesc. Quem fará a mediação do bate-papo será a cineasta e curadora do Cineclube da Fundação, Vanessa Sandre.

O curta pode ser assistido gratuitamente no site Porta Curtas.

Sobre o curta 

Marçal Aquino, um dos escritores contemporâneos mais importantes do Brasil, fala sobre como a literatura o libertou. Felipe, um leitor quase comum, conta que lê para se libertar. O encontro dos dois revela que a muralha que aparentemente os separa é bem menos espessa do que ser poderia imaginar.

Licença Poética – de Ilaine Melo. 2019. SC. 13 min. Livre.

Serviço: Live do Cineclube da Fundação Cultural BADESC com a diretora Ilaine Mello
Data: 2 de junho – terça-feira
Horário: 19hLocal: @fundacaobadesc.

Drama policial é tema do bate-papo online da Sessão Gênero e Alteridades da Fundação Cultural BADESC

A live, em parceria com o Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Violências da UFSC, será na sexta, dia 29, no canal do YouTube da Fundação

Imagem: divulgação.

Na sexta-feira, dia 29 de maio, o Cineclube da Fundação Cultural BADESC, em parceria com o Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Violências (Nuvic/UFSC), promove um bate-papo online da Sessão Gênero e Alteridades. A live começa às 19h no canal do YouTube da Fundação.

As professoras doutoras Jane Felipe (FAED/UFRGS) e Gisely Botega (Psicologia/Unisul) participam da live e vão fazer comentários sobre o drama policial Polissia, da diretora francesa Maïwenn. O longa foi vencedor do Prêmio do Júri no Festival de Cannes de 2011 e integra o catálogo de filmes disponível do Festival Varilux de Cinema Francês em Casa

O encontro online será mediado pela cineasta e curadora do Cineclube da Fundação, Vanessa Sandre. E quem estiver assistindo poderá interagir com comentários no chat do canal.

Sobre o filme:

Diariamente, um grupo especializado da polícia francesa precisa lidar com duros crimes envolvendo crianças. A rotina envolve prisão de pedófilos, interrogação de pais abusivos e o confronto com menores infratores.
De Maïwenn. 2011. França. 127 min. Drama policial. 14 anos.

O longa pode ser assistido gratuitamente na plataforma Looke.

Serviço: Sessão Gênero e Alteridades e Cineclube Fundação Cultural BADESC apresentam bate-papo online sobre o filme Polissia
Data: 29 de maio – sexta-feira
Horário: 19h
Local: canal do YouTube da Fundação Cultural BADESC.