DIÁLOGOS EXPOSTOS, Coletiva

Diálogos Expostos (5)

DIÁLOGOS EXPOSTOS

COLETIVA DE CURADORES E ARTISTAS QUE MARCA A INAUGURAÇÃO DO NOVO ESPAÇO EXPOSITIVO DA FUNDAÇÃO CULTURAL BADESC

CURADORIA GERAL DE ENELÉO ALCIDES

INAUGURAÇÃO DO ESPAÇO 2 | 07 DE JUNHO A 31 DE JULHO DE 2014

A Direção da Fundação Cultural Badesc desafiou 10 empreendedores culturais para que apresentassem 10 artistas na inauguração do Espaço2. Como elementos integradores, uma sugestão e uma exigência: que as obras contenham o vermelho como cor dominante e que os participantes fomentem o diálogo. A cor dominante (não necessariamente predominante) é uma referência a logo inaugurada. Já o diálogo é a ação propositiva central que se pretende firmar.

O Espaço2, recém-nascido, desenhará seu ethos ao longo de diálogos com o público, com os setoriais da arte, com as manifestações mais espontâneas da cidade. Já começa organicamente a se espalhar pelo casarão: compartilha com o Cineclube uma parede aberta às movimentações culturais; dali certamente ocupará a escadaria e os corredores superiores da Fundação; abre as portas da sacada superior para a envolvente vista dos jardins, outro espaço que pretende conquistar em breve, levando a Arte para mais perto da rua. Para este evento, criou-se um túnel anexando a sala de oficinas e permitindo aos vídeos dança e performance expressarem-se em um ambiente novo.

Os espaços públicos de arte e cultura possuem muitas obrigações, divulgar o talento dos artistas, apoiar novas expressões, preservar memórias, disseminar conhecimento, garantir a fruição, abrigar a diversidade, agregar e mediar pessoas. Polifonicamente, o Espaço2 inaugura-se com encontros: de artistas que trabalham diferentes linguagens e expressões, aparentemente dessemelhantes, mas apropriadas a interação; de interlocutores que atuam em diversos universos e, aqui, gentilmente coassumem um papel curatorial corajoso, emprestando seus olhares sobre a produção contemporânea, apresentando obras e dialogando com a proposta da diretoria; do público apreciador, conhecedor ou profissional da arte, que compartilha na Fundação Cultural Badesc as certezas e incertezas dos movimentos e das políticas culturais da nossa época.

Nessa atmosfera, os DIÁLOGOS ESTÃO EXPOSTOS: nas conversas possíveis entre os curadores, artistas e produtores; nas obras que ora se namoram, ora não, mas que suscitam o refletir, o ressignificar, o repensar processos e procedimentos, em consonância com o pensamento de Jacques Rancière, para quem a Arte e a Política só são autênticas quando ocorrem a partir da multiplicidade de manifestações, no encontro discordante das percepções individuais.

SANDRA MAKOWIECKY apresenta JULIANA HOFFMANN

NÉRI PEDROSO apresenta FRANZOI

ISABELA SIELSKI apresenta KELLY KREIS TAGLIEBER

DIEGO DE LOS CAMPOS apresenta ANDRESSA PROENÇA ROSA

NILTON TIROTTI apresenta INVERSO DESIGN

PHILIPPE ARRUDA apresenta MARCO GIACOMELLI

NEIDE SCHULTE apresenta ISABEL POSSIDONIO

BÁRBARA REY apresenta ADILSO MACHADO

RODRIGO GARCEZ apresenta GREGORI HOMA

ACÁCIO PIEDADE apresenta DIOGO DE HARO

Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
previous arrow
next arrow
 
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
previous arrow
next arrow

DIÁLOGOS

Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves. – O que a gente percebe é que há todo um discurso em torno da necessidade do diálogo. é uma das máximas no campo das artes.
– Um valor instaurado, entendo.
– Mas, na verdade, o que acontece não é bem isso. Na maior parte das vezes, as pessoas chegam com a ideia pronta e querem que a instituição a viabilize. Nesse sentido, não há muita diferença entre o campo das artes e o modo como se dialoga em outros setores da economia…
– Sei como é. Acho que a relação entre artista e instituição, ou mais recentemente, entre produtor e instituição, está um tanto prejudicada. A história recente nos ensinou a censurar (e não dialogar), como na ditadura. e quando a tal da democracia voltou, quase se extinguiu a cultura como instituição (governo Collor). Somente agora estamos nos acostumando com uma certa estabilidade, sempre precária…
– E o Espaço 2?
– É uma tentativa de criar mais um canal de diálogo.
– Você sabe que a lógica do complemento (nesse caso, o Espaço 2 em relação ao Espaço Fernando Beck) é de se tornar o centro, né? Preparem-se, eu acho que o 2 logo virará o 1.
– A ideia é chamar áreas distintas para conviverem aqui.
– Gosto muito dessa proposta de se abrir um espaço como uma caixa de ressonância, como um laboratório cujo experimento primeiro é a conversa.
– Vamos ver se funciona.
– Sabe, esse título “Diálogos Expostos” faz pensar na ambiguidade da palavra “exposição”, que vem do latim expositivo. A princípio e ao mesmo tempo, esse termo tinha três acepções: 1) o sentido figurado de “explicação”; 2) O sentido literal de exposto, ou seja, de se expor alguém (uma criança abandonada, por exemplo); 3) o
sentido geral de uma exibição (como utilizamos hoje em dia).
– e me fez lembrar de uma conversa que eu tive com um monge dentro de um mosteiro. Na verdade, foi um diálogo cego. Porque falamos através de uma “roda dos expostos”. A “roda” foi um mecanismo utilizado desde o século XVI até o XX para abandonar, expor na linguagem da época, recém-nascidos que ficavam ao cuidado de instituições de caridade. O mecanismo tem a forma de
tambor ou portinhola giratória e fica embutido numa parede. Era construído de tal forma que aquele que expunha a criança não era visto por aquele que a recebia. Voltando a conversa com o monge, é por isso que eu não o via.

por Fernando Boppré

SANDRA MAKOWIECKY apresenta JULIANA HOFFMANN

PINTURA | Juliana Hoffmann, Escadaria do Rosário, 2013.

Nascida em Concórdia, Santa Catarina, em 1965, vive em Florianópolis desde pequena. Juliana Neves Hoffmann é artista autodidata. Desenvolve trabalhos de pintura (acrílica sobre tela) e nos trabalhos mais recentes vem incorporando a fotografia à pintura criando camadas de sobreposição de imagens. Sua trajetória inclui uma exposição coletiva no Museum Castello de Rivara, Centro d´Arte Contemporanea, Turim, Itália, em 2005, duas individuais no MASC – Museu de Arte de Santa Catarina (1991 e 2004) e uma individual no Museu Histórico do Palácio Cruz e Souza, em 2008. Em 2007 participou da 1ª Bienal Internacional de Sorocaba – curadoria Francis Dosne – Menção honrosa. 2009 – Tribut à Xul Solar –Paris – França. 2011 – Mostra “Contaminações” Museu Histórico-Palácio Cruz e Sousa. 2012 – “Olhos da Alma” MASC – Florianópolis. Em 2008 juliana participou do “No Boundaries” International Art Colony – North Carolina-USA. Ao ser convidada para compor a equipe com a tarefa de escolher um trabalho em pintura e ao ouvir que o elemento integrador da exposição seria a cor vermelha, imediatamente me veio em mente o trabalho de Juliana Neves Hoffmann. Assim, unia três elementos importantes: pintura, cor vermelha e um trabalho que me chama a atenção, fala de cidades, tema que adoro e adoto em minhas pesquisas. A nossa cidade, outras cidades, muitas cidades, qualquer cidade. Este trabalho apresenta a escadaria e a igreja de Nossa Senhora do Rosário (Centro, Florianópolis) em destaque. Com a virada midiática do século XX não tem mais sentido pensar as mídias como formas estanques, pois passamos para o outro lado da margem: não se trata mais de procurar os limites, muito pelo contrário, passamos a valorizar a ruptura das fronteiras entre as mídias e, consequentemente, entre as disciplinas. O trabalho de Juliana, nesta obra, apresenta um derretimento do modelo da imitatio, uma passagem da representação para a apresentação, que tende para a performance e para se ver a arte e a literatura como eventos. Evento, nesse caso, mais para passagem do tempo, passagem de uma cidade a outra. A cidade que existe, a que gostamos, a que queremos, a que não temos. Um pouco de nada e um pouco de cada.

NÉRI PEDROSO apresenta FRANZOI

A pesquisa de Franzoi, artista que vive em Joinville, integra a série “Nós em Nós”. Expandida, a construção resulta ora em objetos, ora em intervenções, instalações ou em sites specifics. Mutantes e efêmeros, os trabalhos se moldam de acordo com o espaço. A cada montagem, novas mutações imagístico-formais alcançadas com acurado rigor e precisão. Em infinitos desdobramentos, linhas superpostas e entrecruzadas delineiam um estranho mapa em que textura, cor, volume, corpo e víscera inventariam o ser humano em sua complexidade. Flutuantes ou não, inesgotável proliferação, triviais e, às vezes imperceptíveis, as amarras são como espirais do tempo em denúncia da situação-limite da existência contemporânea. Franzoi (Taió SC 1969), artista visual e curador independente. Formado em educação artística pela Univille em 1991, fez pós-graduação pela ECA/USP e pela Univille, em 1993. Em suas obras, utiliza roupas velhas ou livros que, numa ação construtiva, são reelaborados de acordo com o espaço expositivo. Entre 1997-2000 coordenou a Casa de Cultura de Joinville e, entre 2009 e 2012, o Museu de Arte de Joinville. O trabalho de Franzoi ajusta-se à proposição feita pela Fundação Cultural Badesc. É uma representação do Norte do Estado e um artista com uma trajetória substantiva em favor do circuito de Santa Catarina.

INSTALAÇÃO | Franzoi, Visceralis, 2014.

ISABELA SIELSKI apresenta KELLY KREIS TAGLIEBER

GRAVURA | Kelly Kreis Taglieber, Sorrisos, 2013-2014.

Kelly Taglieber parte do desenho e expande sua linguagem descobrindo intersecções. Desenha pinturas, grava desenhos, desenha gravuras. E nessa constante experimentação descobre novas formas para a antiga técnica da gravura – Gravura digital. O trabalho aqui apresentado faz parte de uma série de rostos inventados por Kelly os quais ela chama de “Sorrisos”. Inspirados ou não em nossa realidade, esses rostos em determinados momentos, sorriem para o espectador. Além das gravuras fixas na parede, o trabalho se completa com pequenas imagens as quais a artista coloca junto a uma “urna” para que o espectador tome sua decisão frente aos fictícios personagens políticos, para os quais ela cria Partido, Sigla, Número e Nome próprio. Em suas próprias palavras: “Unir arte e política nunca foi meu objetivo. Nunca fui de levantar bandeiras para um partido ou outro. De fato, não gosto muito de política, embora eu saiba que ela é o instrumento principal da democracia. Diante dos inúmeros incidentes de corrupção em nosso país, comecei a acompanhar os incidentes políticos que acontecem todos os dias diante dos nossos narizes. Observando a maneira com que são feitas as propagandas políticas, tenho a impressão de que no fundo estes candidatos estão rindo do povo. O nome “Sorrisos” vem em uma devolução irônica”. Originalmente em preto e branco os personagens receberam um tom ainda mais irônico com a adição do vermelho, especialmente para compor Diálogos Expostos. Formada em Artes Plásticas – UDESC, desde 2000 a artista participa de diversas exposições; sendo as mais recentes: 2012- Menção Honrosa (III Competitiva Nacional de Ilustração – UNEPAR), 2013 – Exposição Lote 7 (Coletiva) Fundação Museu Hassis, Coletiva do Grupo Arte&Afins “Passagem”, Exposição “Além do 3X4” e em 2013 -2014 – Cenas Urbanas (Coletiva) no Hall do Centro Integrado de Cultura e Estacionamento do CIC. Conheci a artista em suas exposições, e desde então, a experimentação e rigor técnico, unido ao seu diálogo ético e estético no campo da arte, já me chamavam atenção. Kelly amplia os campos em que se debruça a pesquisar, é intensa e persistente. Pareceu-me deste modo, a escolha acertada para compor os complexos Nós desta exposição.

NILTON TIROTTI apresenta INVERSO DESIGN

Uma das especificidades do Design é resolver problemas do cotidiano para atender uma demanda sócio/cultural, afinal, em nosso dia a dia interagimos com um universo de objetos funcionais sem mesmo perceber. Já, os designers vivem a sua rotina envolvidos com a dinâmica de usos e funções em trabalhos conceituais. O design não se limita ao sofisticado, o desenvolvimento técnico e estético atende também aos produtos populares com a mesma emoção e empenho, uma filosofia que valoriza o conceito do produto aliado a um pensamento sustentável, seja em sua produção, bem como na otimização da matéria prima utilizada. Luciferver é um rabo quente, denominação dada ao aquecedor de água, exemplo de design sem preconceitos que os designers: Irene Maldini, pós graduada em Design de Objetos Domésticos na Itália, Mestre em design pela Universidade Livre de Amsterdam. Trabalhou como designer e docente em escritórios de design e cursos de design no Brasil e no Uruguai. Atualmente é pesquisadora adjunta da Universidade Livre de Amsterdam na Holanda; Eduardo Sanches graduou-se pela UFPR, pós graduado em Design e Inovação pela Elisava, Barcelona e em Design Emocional pela PUC-PR. Atuou em indústrias e em consultorias de design em projetos de diferentes segmentos. Atualmente é designer sênior na Whirlpool Latin America, detentora das marcas Consul e Brastemp no Brasil; e Marcos Sebben graduado pela Univille – Universidade da Região de Joinville, MBA em Gestão Empresarial pelo INPG-SP. Atou em indústrias e em estúdios de design trabalhando em projetos de diferentes segmentos tais como maquinário agricola, utilidades domésticas, móveis e eletrodomésticos. Atualmente dirige o Estúdio Design Inverso com sede em Joinville – Santa Catarina. Reunidos em equipe aplicaram uma solução formal simples e lúdica ganhadora do prêmio If Design Awards. Adota o vermelho, como significado de calor, para definir a função básica do produto: aquecer.

DESIGN | Inverso Design, Luciferver, 2007.

PHILIPPE ARRUDA apresenta MARCO GIACOMELLI

FOTOGRAFIA | Marco Giacomelli, Sobre águas incertas, 2014.

Marco Giacomelli começou a expor seu trabalho documental de fotografia no ano de 2010, em galerias privadas e mostras de arquitetura. No ano seguinte fez sua primeira exposição fora do Brasil, numa galeria de arte privada, no município de Bethesda, Maryland nos EUA. No mesmo ano participou de exposições coletivas na Fundação Cultural BRDE e na Galeria Municipal de Arte Pedro Paulo Vichetti. Dois de seus trabalhos foram apresentados no festival internacional de fotografia “Floripa na Foto 2011”. Em 2012 integrou o programa de residência em “Fotografia Contemporânea / Novas Mídias”, com o artista canadense Scott MacLeay e participou também do Workshop Transmedia “What’s the Story”, do ICP, New York, co-organizado pelo mesmo artista. Este mesmo ano participou de exposições coletivas na Fundação Cultural Badesc e no Centro Coletivo de Arte & Comunicação. Em 2013 iniciou uma colaboração com Scott Macleay para o desenvolvimento artístico de seus projetos. Também participou da exposição coletiva “Fotografia Contemporânea Brasileira: Imagens, Vestígios e Ruídos”, no MASC. Em 2014 participou das Exposições : “Interferências”, no Espaço Lindolf Bell, no CIC, e “Perspectivas”, na Galeria de Arte Helena Fretta. Acompanho o trabalho do Marco há alguns anos, pois ele sempre me chamou a atenção. No início pelo domínio da técnica, coisa rara hoje em dia, depois pelos temas fotografados e pela busca incessante de qualidade aliado a criatividade. O Marco é um estudioso meticuloso e exigente e vem nos apresentando uma série de trabalhos inovadores, mas não esquecendo jamais das linhas e grafismos que sempre pautou sua trajetória. Hoje a fotografia é um suporte que oferece ene possibilidades de criação. Neste díptico políptico, se assim podemos chamar, que o Marco nos apresenta, produzido especialmente para esta Mostra, está a representação de quem faz fotografia, e não simplesmente de quem tira. Fazer fotografia é criar durante o processo e poder experimentar a cada momento, é apresentar um conceito que se apresenta na série de fotos interligadas e que contam uma história. O Marco está quebrando paradigmas e sua obra é fruto de muito estudo e experimentação ilimitada no processo criativo.

NEIDE SCHULTE apresenta ISABEL POSSIDONIO

Natural de São Bonifácio (SC), 1973, vive em Palhoça desde os 3 anos de idade. Passou a infância vivenciando com a família a coleta de objetos descartados, a reutilização e restauração para reuso. É formada em moda pela UDESC e desenhista de bordados há mais de vinte anos. Criou desenhos de estampas para coleções de grandes estilistas brasileiros como Mario Queiros, André Lima, Gloria Coelho e outros. Desde 2004 apresenta suas obras em exposições e desfiles, no Brasil e no exterior, em conjunto com o programa Ecomoda da Udesc. Arte, moda e sustentabilidade. Um trinômio de conceitos que se harmonizam entre cores fortes, texturas e formas orgânicas, que predominam nas obras junto com o uso de materiais inusitados: tecidos, metais, pérolas, tintas e outros materiais descartados. O universo feminino, os motivos florais e as técnicas artesanais reconstruídas, unindo passado e presente, são expressas com criatividade e emoção nas suas obras estéticas singulares. Conheci Isabel em 1998 num curso de desenho para estamparia na Udesc, foi uma das minhas alunas. Ela se encantou pelo curso de moda, prestou vestibular e se formou. Durante os anos de graduação participou de diversos eventos do programa de extensão Ecomoda, que trabalha com os conceitos arte, moda e sustentabilidade. Após se formar continuou participando do Ecomoda como ministrante de cursos e com suas obras em exposições e desfiles. É conhecida pela criatividade em reutilizar diferentes materiais descartados e transformá-los em obras estéticas que encantam o espectador. Nos últimos anos deixou o trabalho de desenhista em empresa e passou a se dedicar a pintura. Está se preparando para uma exposição individual de desenhos e pinturas com inspiração no universo feminino e nos motivos florais.

MODA | Isabel Possidonio, Atar-se/desatar-se, 2014.

BÁRBARA REY apresenta ADILSO MACHADO

VÍDEO DANÇA | Adilson Machado, O estado em que me encontro, 2010.

Natural de Sobradinho RS, adotou Florianópolis em 2005 ao ser aceito na audição do grupo Cena 11 Cia de Dança. Desde então vem desenvolvendo trabalhos artísticos em diferentes meios como dança, circo e vídeo dança. O espetáculo “O estado em que me encontro” faz parte de uma pesquisa paralela. É provocada pelo seu interesse na discussão da perfomance, ações simples, instalação, conjunto de – música, artes plásticas e dança – de forma que se estabeleça um pensamento sobre a dança. É uma construção de proximidade entre artista e obra, seus refluxos, identificações e contradições num jogo de co-dependência de organização no corpo – obra. Quando se pensa em vídeo dança tenta-se ter a mesma relação de dirigir ou coreografar uma dança presencial, os mesmos cuidados e princípios são utilizados. A grande diferença são relações de tempo e espaço, já que a câmera possibilita ver e ter o tempo diferente. Para a mostra Diálogos Expostos, procurei uma obra que melhor dialogasse com os outros gêneros, que se integrasse. Para isto escolhi um trabalho no qual em primeiro lugar fosse evidente a procura de comunicação, estética, textura, cor, movimento, intensidade. Ou seja, características que pudessem ser apreciadas independentemente de ser vídeo ou de ser dança. A dança se expressa somente no corpo protagonista, o corpo é a dança e o meio de expressão foi o vídeo.

RODRIGO GARCEZ apresenta GREGORI HOMA

‘’Doar-se ao processo. Criativamente presente. O momento de criação; o ato experimental que deseja e tem por fim a vida. Existir. Buscar a constância na ação/ato que permite ao ser o mero deguste. Degustar. Aguçar. Estar. Presença reformada; atrair corpos e repelir recalques. Experienciar. Testar. Estar ≥ Existir.’’ O texto em questão é de Gregori Homa, artista pesquisador sediado em Florianópolis, que têm focado seus estudos e obras na direta relação com o público. Em seus mais recentes trabalhos nota-se claramente essa intenção de aproximação: Playground, Incursio, Roupa Soja, Live.Porn.Cinema, Steverland e Logunéde; performance, dança, teatro, música, fotografia, instalação e videoarte. Obras que se diferem em suas estéticas e conceitos, mas que, no entanto estão diretamente interligadas pelo mesmo processo: intenções que ocasionam a desestabilização do público como agente passivo/consumidor em relação ao ato artístico. Em seu processo, o artista sempre esteve na busca do outro também como colaborador de sua obra, ampliando seu olhar para meios que possibilitem esse feito para além do ato presencial. Assim, busca formações como a de Olivier de Sagazan (2013), artista plástico/performer francês e participa de pesquisas no Departamento de Artes da UFSC. Na Fundação Cultural Badesc expõe pela primeira vez na cidade, a obra Logunéde (2013), uma videoperformance que fez parte da exposição coletiva e catálogo do 4º Prêmio Belvedere de Arte Contemporânea de Paraty – RJ. A videoperformance Logunéde reflete a identidade multifacetada do artista e também da própria natureza mítica do orixá em que se inspira: um ser entre o mundo da caça de seu pai e o marinho de sua mãe. Este ser em formação está refletido nos cacos de espelho e nos laços rompidos, onde o diálogo se dá pelos reflexos quase espasmódicos das imagens. Acredito que a exposição Diálogos Expostos refletirá este diálogo de subjetividades e que uma eventual performance ao vivo do artista há de reforçar este conceito.

VÍDEO PERFORMANCE | Gregori Homa, Logunéde, 2013.

ACÁCIO PIEDADE apresenta DIOGO DE HARO

MÚSICA | Diogo de Haro, Prelúdio de Outono, Aracna, Non mesuré, Paisagem-colapso, Romance interrompido e coda, Petit non mesuré, 2012.

Natural de Florianópolis (1976), bacharel em piano pela UDESC e mestre em práticas interpretativas pela UFRGS, tendo sido também aluno de Paulo Alvares em Colônia, Alemanha, há muitos anos vem dedicando suas pesquisas à prática da improvisação e composição instantânea. Dentre suas principais realizações destacam-se o projeto “Piano e Bateria em Música Instantânea” (2013), gravação para internet em colaboração com o baterista Peter Gossweiller, financiado pelo “Fundo Municipal de Cultura” de Florianópolis (http://pianoebateria.bandcamp.com), e o projeto de cinema experimental, instalação e performance “Som e Chão” (2013) , com o artista plástico Tiago Romagnani, projeto premiado pelo Rumos Cinema (Itaú Cultural de São Paulo). É autor de diversas trilhas sonoras para filmes, peças de teatro e espetáculos de dança, destacando-se a trilha sonora do curta animado “Fundo” (2014), de Yannet Briggiler. Em meados de setembro de 2014 será lançado seu primeiro CD, “Paisagem em Colapso”. Diogo de Haro foi o primeiro nome que me veio à cabeça para o conceito desta exposição. Na sua graduação na UDESC já mostrava seu envolvimento com a composição, improvisação e performance de música contemporânea, tendo realizado diversos trabalhos experimentais com cinema e artes plásticas. Diogo evidencia que a criação musical não se limita à escrita em partitura, pois se encontra também no calor da improvisação. A imagem sonora vem à cabeça e o performer criador a entalha em tempo real, a forma se desenrolando no instante da criação. Entre o jazz e a música experimental, a sua sofisticada música está em algum lugar do pós-moderno, criando musicalmente o instante e trazendo resultados estéticos únicos que escapam ao papel. As seis obras escolhidas para esta exposição representam conceitos de improvisação recorrentes em sua carreira, que estão cristalizados em seu CD, “Paisagem em Colapso”, para piano solo.

VEJA MAIS

Fundação Cultural BADESC abre agendamento para visitação presencial

Duas exposições podem ser visitadas no espaço que fica localizado no Centro de Florianópolis

Fotografia por Carolina Ramos

Após um período sem receber visitantes de maneira presencial, a Fundação Cultural BADESC, reabre para visitações no mês de maio. Neste primeiro momento as visitas são por agendamento no prédio que fica localizado no Centro de Florianópolis.

As visitas presenciais podem ser agendadas em três dias da semana: terça-feira, quinta-feira e sábado, no período das 13h às 18h. Para agendar um horário é preciso encaminhar um e-mail para fundacaoculturalbadesc@gmail.com. Seguindo o decreto estadual, vão ser permitidos grupos de até no máximo cinco pessoas.

“Neste primeiro momento os horários serão reduzidos a fim de controlar a circulação do público no Casarão. E conforme a situação sanitária da cidade for atualizada para matrizes de risco menos graves, novos horários serão disponibilizados”, explica a diretora geral, Margaret Waterkemper.

Seguem em exposição no casarão as mostras As Coisas Distantes Parecem Menores Do Que São Na Realidade, de Dante Acosta, em cartaz até 2 de julho e Retratos Fantásticos, de Carol Krügel, que fica exposta até 9 de julho de 2021.
As mostras também podem ser visitadas virtualmente no site da Fundação – www.fundacaoculturalbadesc.com.

RENDAS NO AR, de Sandra Alves

1409 Exposição Rendas no ar obras (2) - Copia

RENDAS NO AR

SANDRA ALVES

ESPAÇO 2 | DE 02 DE OUTUBRO A 14 DE NOVEMBRO DE 2014

A exposição Rendas no ar foi um conjunto de ações que lançam olhar sobre a produção cinematográfica, tendo como foco o filme homônimo de Sandra Alves. Na mesma noite da abertura da exposição, ocorreu a estreia no Cineclube do longa Rendas no ar, o lançamento do fotolivro e a abertura da exposição, formada por
figurinos, fotografias, áudios-poemas e objetos de cena. O filme trata da necessidade de liberdade inerente ao ser humano, em oposição a uma situação de clausura: uma jovem marcadamente irreverente e indomável se depara com a opressão imposta por seu tutor na então cidade de Desterro, no final do século 19. Os objetos de cena da mostra foram concebidos pelo coletivo da Usina da Alegria Planetária e os poemas criados pela poetisa N.A, personagem da narrativa cinematográfica. Com a exposição, o objetivo dos realizadores foi compartilhar o processo do fazer cinematográfico, aproximar a comunidade além de estimular a curiosidade em relação ao filme, contribuindo para a reflexão sobre diferentes modos de fazer cinema. Sandra Alves é artista visual, fotógrafa e cineasta. Envolvida no processo completo da realização dos projetos e audiovisual, atua em diferentes departamentos, desde a concepção dos projetos, criação, direção, fotografia, roteiro, montagem, produção e finalização das obras.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
previous arrow
next arrow
 
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
Exposição Diálogos Expostos, coletiva. Fotografia de Sandra Alves.
previous arrow
next arrow

APRESENTAÇÃO

Exposição Rendas no Ar, de Sandra Alves. Exposição Rendas no Ar, de Sandra Alves. A mostra reúne alguns objetos de cena, figurinos, tramados com poemas e imagens gestadas
pelo filme Rendas no Ar, dirigido por Sandra Alves e ganhador do Edital Catarinense de Cinema de 2011. Constituem memória e síntese do processo construtivo do filme e de sua poética e trazem para um olhar mais aproximado detalhes, minúcias e nuances, materializando
imagens e revelando mistérios.

No histórico complexo de Anhatomirim, tessituras e tramas foram criadas, miscigenando poesia visual, pesquisa, técnica, para dar luz a uma bela metáfora sobre aprisionamento e liberdade. Poemas de Negra Anastácia são a voz dessa liberdade, em vento e invenção.

A história de Ana, jovem sensível, rica e órfã, enclausurada numa ilha por um tutor mal intencionado, convida a refletir sobre alienação, dominação, sobre a erupção do feminino e sua força. Essa força se manifesta na figura de Lilith, que acompanha Ana em seu processo de libertação.

É um mergulho no trabalho das profundezas do ser, cheio de cantos e musgos, camadas e sombras, ao qual a coragem de ser obriga. Lilith é a iniciação, a conquista da própria consciência, o domínio da própria vida, vento mágico e misterioso sempre presente que impulsiona, protege e liberta. Movimenta. Salva.

Desenhada em negras rendas, imprecisa, oculta, misteriosa, Lilith se revela, gira, se desfaz/ refaz; está na febre da busca interna, está na janela pela qual a luz penetra, no espelho que reflete a cura do banho. É energia e instinto. É iniciáica. É por seu intermédio que Ana encontra a hora certa. Cores, imagens, movimentos, mesclam o concreto e o imaterial, rompem os limites entre o real, o sonho e o espiritual. Pelo olhar de Sandra, Lilith flutua, roda, tira do lugar, expressa esse tempo, profundo e sagrado, da própria descoberta. Para que Ana voe.

“Sendo eu vento podes voar em rendas e pensamentos…”

Gisele Peixe

VEJA MAIS

! É O QUE HÁ, Coletiva

1_2

! É O QUE HÁ

ANTÔNIO MIR • BARBARA XAVIER • BEATRIZ DE BONA • CAROLINE ABBADIE NACHTIGAL • DENISE FRANCO • EDMUNDO OLIVARES • EDSON MACHADO • ELI HEIL • ELIANA BECK • ELISA IOP • ELIO HAHNEMANN • EGENOLF THEILACKER • ÉRICO DA SILVA • FABIANA LANGARO LOOS • GILBERTO PEGORARO • GILMA ALVES DE MELLO • GUIDO HEUER • HAMILTON CORDEIRO • HASSIS • ELKE HÜLSE • IDÉSIO LEAL • DOVAL • IVO SILVA • JACOB SILVEIRA • JANOR VASCONCELOS • JOSÉ CARLOS NUNES DE OLIVEIRA • JOSÉ FERNANDO SALIBA • JOSÉ PEDRO HEIL • LAIR LEONI BERNARDONI • LEANDRO VITTO • LEDA CAMPOS • LORO • LÚ PIRES • LUIZ CARLOS ALBERTINI • MARA SANTOS • MARCOS NAKAMURA • MARIA CELESTE CARVALHO NEVES • MARIA SALETE WERLING • MARILINA BERNAL • MEG TOMIO ROUSSENQ • MÁRIO AVANCINI • MÔA • NERI ANDRADE • PEDRO PETRY • PITA CAMARGO • REYNALDO PFAU • RODRIGO CUNHA • RODRIGO DE HARO • RUBENS OESTROEM • SEMY BRAGA • SILVIO PARUCKER • SILVIO PLÉTICOS • SIMONE TANAKA • SUELY BEDUSCHI • TÉRCIO DA GAMA • TERESA MARTORANO • UTE PETERSEN • VERA SABINO • WILSON JOSÉ DE SOUZA

CURADORIA DE FERNANDO BOPPRÉ

ESPAÇO FERNANDO BECK | DE 12 DE DEZEMBRO DE 2013 A 14 DE FEVEREIRO DE 2014

! é o que há, foi uma rara oportunidade para revisitar a expressividade de 60 artistas nascidos ou adotados por Santa Catarina. As pinturas, esculturas, gravuras, desenhos, fotografias e tapeçaria explicitam movimentos que atravessam gerações. O acervo mantido pelo Badesc, Agência de Fomento do Estado, foi constituído entre 1991 e 2005 como retribuição ao patrocínio das exposições realizadas no seu espaço cultural. Atualmente já não é comum a cultura de doação de obras por artistas expositores, mas a prática, polêmica, acabou por legar ao público um recorte representativo da arte moderna do Estado. ! é o que há foi também um tributo à sensibilidade de um grupo de funcionários apaixonados por arte que, com o apoio da Diretoria, ousou inaugurar no hall do Badesc o Espaço Cultural Fernando Beck. O nome foi uma homenagem a um colega que não pode, em vida, participar da exposição de abertura, em fevereiro de 1991, a qual teve a presença e as obras de Meyer Filho, Eli Heil, Hassis, Pléticos, Semy Braga, Vera Sabino, Suely Beduschi e Rodrigo de Haro. O Espaço Fernando Beck se consolidou como um dos mais respeitados locais de exposição da Cidade, fomentando a criação da Fundação Cultural Badesc. Desde março de 2006, ambos ocupam as elegantes salas do casarão de arquitetura eclética que serviu de residência ao ex-presidente Nereu Ramos. As 72 obras dos 60 artistas, contudo, permanecem na Agência, tornando-se parte do cotidiano dos funcionários, espalhando-se, em permanente exibição, por todas as salas e corredores da sede, esperando em momentos especiais a visita do grande público.

Antonio Mir, gravura em metal, 137x76cm. Acervo BADESC.
Antonio Mir, gravura em metal, 137x76cm. Acervo BADESC.
Avancini, escultura em mármore, 26x13x14cm. Acervo BADESC.
Avancini, escultura em mármore, 26x13x14cm. Acervo BADESC.
Barbara Xavier, óleo sobre tela, 104x93cm. Acervo BADESC.
Barbara Xavier, óleo sobre tela, 104x93cm. Acervo BADESC.
A pesca, Beatriz de Bona, mista acrílica sobre tela, 70x80cm. Acervo BADESC.
A pesca, Beatriz de Bona, mista acrílica sobre tela, 70x80cm. Acervo BADESC.
A brincadeira das Cores, Caroline Abbadie Nachtigal, óleo sobre tela, 70x60cm. Acervo BADESC.
A brincadeira das Cores, Caroline Abbadie Nachtigal, óleo sobre tela, 70x60cm. Acervo BADESC.
Denise Franco, acrílico sobre tela, 70x50cm. Acervo BADESC.
Denise Franco, acrílico sobre tela, 70x50cm. Acervo BADESC.
Edmundo Olivares, obra fotográfica, 58x38cm. Acervo BADESC.
Edmundo Olivares, obra fotográfica, 58x38cm. Acervo BADESC.
Edson Machado, desenho, 55x55cm. Acervo BADESC.
Edson Machado, desenho, 55x55cm. Acervo BADESC.
Elke Hulse, tapeçaria. Acervo BADESC.
Elke Hulse, tapeçaria. Acervo BADESC.
Eli Heil, acrílica sobre tela, 62x71cm. Acervo BADESC.
Eli Heil, acrílica sobre tela, 62x71cm. Acervo BADESC.
Eliane Beck, acrílica sobre tela, 29x39cm. Acervo BADESC.
Eliane Beck, acrílica sobre tela, 29x39cm. Acervo BADESC.
Elisa Iop, xilogravura, 49x40cm. Acervo BADESC.
Elisa Iop, xilogravura, 49x40cm. Acervo BADESC.
Enio Hahnemann, óleo sobre tela, 40x70cm. Acervo BADESC.
Enio Hahnemann, óleo sobre tela, 40x70cm. Acervo BADESC.
Ergenolf Theilacker, óleo sobre tela, 37x45cm. Acervo BADESC.
Ergenolf Theilacker, óleo sobre tela, 37x45cm. Acervo BADESC.
Érico da Silva, acrílica sobre tela, 48x39cm. Acervo BADESC.
Érico da Silva, acrílica sobre tela, 48x39cm. Acervo BADESC.
Na volta tem Happy Hour, Fabiana Langaro loos, acrílica e carvão sobre tela, 90x90cm. Acervo BADESC
Na volta tem Happy Hour, Fabiana Langaro loos, acrílica e carvão sobre tela, 90x90cm. Acervo BADESC
Gilberto Pegoraro, acrílica sobre eucatex, 50x20cm. Acervo BADESC.
Gilberto Pegoraro, acrílica sobre eucatex, 50x20cm. Acervo BADESC.
Gilma Alves de Mello, mista sobre tela, 100x150cm. Acervo BADESC.
Gilma Alves de Mello, mista sobre tela, 100x150cm. Acervo BADESC.
Guido Heuer, metal e madeira sobre Eucatex, 72x53cm. Acervo BADESC.
Guido Heuer, metal e madeira sobre Eucatex, 72x53cm. Acervo BADESC.
Hamilton Cordeiro, acrílica sobre tela, 37x78cm. Acervo BADESC.
Hamilton Cordeiro, acrílica sobre tela, 37x78cm. Acervo BADESC.
Heidy de Assis Corrêa, acrílica sobre Eucatex, 60x90cm. Acervo BADESC.
Heidy de Assis Corrêa, acrílica sobre Eucatex, 60x90cm. Acervo BADESC.
Idésio Leal, acrílica sobre Eucatex, 75x66cm. Acervo BADESC.
Idésio Leal, acrílica sobre Eucatex, 75x66cm. Acervo BADESC.
Inácio Dorval, acrílica sobre tela, 65x75cm. Acervo BADESC.
Inácio Dorval, acrílica sobre tela, 65x75cm. Acervo BADESC.
Ivo Silva, acrílica sobre eucatex. Acervo BADESC.
Ivo Silva, acrílica sobre eucatex. Acervo BADESC.
Jacob Carlos da Silva, técnica mista, 35x28cm. Acervo BADESC.
Jacob Carlos da Silva, técnica mista, 35x28cm. Acervo BADESC.
Janor Vasconcelos, escultura em metal, 30x25x15cm. Acervo BADESC.
Janor Vasconcelos, escultura em metal, 30x25x15cm. Acervo BADESC.
JNunes, acrílica sobre tela, 52x42cm. Acervo BADESC.
JNunes, acrílica sobre tela, 52x42cm. Acervo BADESC.
José Fernando Saliba, acrílica sobre tela, 63x53cm. Acervo BADESC.
José Fernando Saliba, acrílica sobre tela, 63x53cm. Acervo BADESC.
José Pedro Heil, acrílica sobre Eucatex, 29x19cm. Acervo BADESC.
José Pedro Heil, acrílica sobre Eucatex, 29x19cm. Acervo BADESC.
Outono, Lair leone Bernardoni, fotografia. Acervo BADESC.
Outono, Lair leone Bernardoni, fotografia. Acervo BADESC.
Leandro Vitto, óleo sobre tela, 82x104cm. Acervo BADESC.
Leandro Vitto, óleo sobre tela, 82x104cm. Acervo BADESC.
Lena Campos, cerâmica, 42x38x13cm. Acervo BADESC.
Lena Campos, cerâmica, 42x38x13cm. Acervo BADESC.
Loro, acrílica sobre tela, 88x109cm. Acervo BADESC.
Loro, acrílica sobre tela, 88x109cm. Acervo BADESC.
Lu Pires, gravura em metal, 62x110cm. Acervo BADESC.
Lu Pires, gravura em metal, 62x110cm. Acervo BADESC.
Luiz Carlos Albertini, óleo sobre tela, 19x27cm. Acervo BADESC.
Luiz Carlos Albertini, óleo sobre tela, 19x27cm. Acervo BADESC.
Mara Santos, mista, 90x90cm. Acervo BADESC.
Mara Santos, mista, 90x90cm. Acervo BADESC.
Divino Espírito Santo (Ilha em cores III), Marcos Nakamura, mista, 40x104cm. Acervo BADESC.
Divino Espírito Santo (Ilha em cores III), Marcos Nakamura, mista, 40x104cm. Acervo BADESC.
Crianças, Maria Celeste Carvalho Neves, bordado sem colagem sobre tecidoalgodão, 51x42cm. Acervo BADESC.
Crianças, Maria Celeste Carvalho Neves, bordado sem colagem sobre tecidoalgodão, 51x42cm. Acervo BADESC.
Maria Salete, acrílica sobre tela, 72x102cm. Acervo BADESC.
Maria Salete, acrílica sobre tela, 72x102cm. Acervo BADESC.
Marilina Bernal, acrílica sobre tela, 60x60cm. Acervo BADESC.
Marilina Bernal, acrílica sobre tela, 60x60cm. Acervo BADESC.
Môa, acrílica sobre tela, 80x120cm. Acervo BADESC.
Môa, acrílica sobre tela, 80x120cm. Acervo BADESC.
Neri Andrade, acrílica sobre Eucatex, 18,05x14cm. Acervo BADESC.
Neri Andrade, acrílica sobre Eucatex, 18,05x14cm. Acervo BADESC.
Pedro Petry, mista, 80x60cm. Acervo BADESC.
Pedro Petry, mista, 80x60cm. Acervo BADESC.
Pita Camargo, escultura, 30x14x20cm. Acervo BADESC.
Pita Camargo, escultura, 30x14x20cm. Acervo BADESC.
Reynaldo Pfau, escultura, 50x70x18cm. Acervo BADESC.
Reynaldo Pfau, escultura, 50x70x18cm. Acervo BADESC.
Rodrigo Cunha, óleo sobre tela, 50x40cm. Acervo BADESC.
Rodrigo Cunha, óleo sobre tela, 50x40cm. Acervo BADESC.
Rodrigo de Haro, acrílica sobre Eucatex, 119x80cm. Acervo BADESC.
Rodrigo de Haro, acrílica sobre Eucatex, 119x80cm. Acervo BADESC.
Rubens Oestroem, mista sobre tela, 90x133cm. Acervo BADESC.
Rubens Oestroem, mista sobre tela, 90x133cm. Acervo BADESC.
Semy Braga, acrílica sobre Eucatex, 61x52cm. Acervo BADESC.
Semy Braga, acrílica sobre Eucatex, 61x52cm. Acervo BADESC.
Silvio Parucker, mista, 50x50cm. Acervo BADESC.
Silvio Parucker, mista, 50x50cm. Acervo BADESC.
Silvio Pléticos, acrílica sobre eucatex, 35x50cm. Acervo BADESC.
Silvio Pléticos, acrílica sobre eucatex, 35x50cm. Acervo BADESC.
Simone Tanaka, acrílica sobre tela, 100x80cm. Acervo BADESC.
Simone Tanaka, acrílica sobre tela, 100x80cm. Acervo BADESC.
Suely Bedushi, acrílica sobre Eucatex, 61x52cm. Acervo BADESC.
Suely Bedushi, acrílica sobre Eucatex, 61x52cm. Acervo BADESC.
Tércio da Gama, acrílica sobre tela, 100x110cm. Acervo BADESC.
Tércio da Gama, acrílica sobre tela, 100x110cm. Acervo BADESC.
Teresa Martorano, acrílica sobre eucatex, 30,05x44,05cm. Acervo BADESC.
Teresa Martorano, acrílica sobre eucatex, 30,05x44,05cm. Acervo BADESC.
Ute Petersen, pintura em seda, 100x92cm. Acervo BADESC.
Ute Petersen, pintura em seda, 100x92cm. Acervo BADESC.
Vera Sabino, acrílica sobre eucatex, 25x18cm. Acervo BADESC.
Vera Sabino, acrílica sobre eucatex, 25x18cm. Acervo BADESC.
Vera Sabino, acrílica sobre eucatex, 100x100cm. Acervo BADESC.
Vera Sabino, acrílica sobre eucatex, 100x100cm. Acervo BADESC.
Ponte estrada Rio do Ferro SC, Wilson José de Souza, fotografia, 80x60cm. Acervo BADESC.
Ponte estrada Rio do Ferro SC, Wilson José de Souza, fotografia, 80x60cm. Acervo BADESC.
eExposição ! é o que há, Coletiva.
eExposição ! é o que há, Coletiva.
Exposição ! é o que há, Coletiva.
Exposição ! é o que há, Coletiva.
Exposição ! é o que há, Coletiva.
Exposição ! é o que há, Coletiva.
Exposição ! é o que há, Coletiva.
Exposição ! é o que há, Coletiva.
Exposição ! é o que há, Coletiva.
Exposição ! é o que há, Coletiva.
previous arrow
next arrow
 
Antonio Mir, gravura em metal, 137x76cm. Acervo BADESC.
Antonio Mir, gravura em metal, 137x76cm. Acervo BADESC.
Avancini, escultura em mármore, 26x13x14cm. Acervo BADESC.
Avancini, escultura em mármore, 26x13x14cm. Acervo BADESC.
Barbara Xavier, óleo sobre tela, 104x93cm. Acervo BADESC.
Barbara Xavier, óleo sobre tela, 104x93cm. Acervo BADESC.
A pesca, Beatriz de Bona, mista acrílica sobre tela, 70x80cm. Acervo BADESC.
A pesca, Beatriz de Bona, mista acrílica sobre tela, 70x80cm. Acervo BADESC.
A brincadeira das Cores, Caroline Abbadie Nachtigal, óleo sobre tela, 70x60cm. Acervo BADESC.
A brincadeira das Cores, Caroline Abbadie Nachtigal, óleo sobre tela, 70x60cm. Acervo BADESC.
Denise Franco, acrílico sobre tela, 70x50cm. Acervo BADESC.
Denise Franco, acrílico sobre tela, 70x50cm. Acervo BADESC.
Edmundo Olivares, obra fotográfica, 58x38cm. Acervo BADESC.
Edmundo Olivares, obra fotográfica, 58x38cm. Acervo BADESC.
Edson Machado, desenho, 55x55cm. Acervo BADESC.
Edson Machado, desenho, 55x55cm. Acervo BADESC.
Elke Hulse, tapeçaria. Acervo BADESC.
Elke Hulse, tapeçaria. Acervo BADESC.
Eli Heil, acrílica sobre tela, 62x71cm. Acervo BADESC.
Eli Heil, acrílica sobre tela, 62x71cm. Acervo BADESC.
Eliane Beck, acrílica sobre tela, 29x39cm. Acervo BADESC.
Eliane Beck, acrílica sobre tela, 29x39cm. Acervo BADESC.
Elisa Iop, xilogravura, 49x40cm. Acervo BADESC.
Elisa Iop, xilogravura, 49x40cm. Acervo BADESC.
Enio Hahnemann, óleo sobre tela, 40x70cm. Acervo BADESC.
Enio Hahnemann, óleo sobre tela, 40x70cm. Acervo BADESC.
Ergenolf Theilacker, óleo sobre tela, 37x45cm. Acervo BADESC.
Ergenolf Theilacker, óleo sobre tela, 37x45cm. Acervo BADESC.
Érico da Silva, acrílica sobre tela, 48x39cm. Acervo BADESC.
Érico da Silva, acrílica sobre tela, 48x39cm. Acervo BADESC.
Na volta tem Happy Hour, Fabiana Langaro loos, acrílica e carvão sobre tela, 90x90cm. Acervo BADESC
Na volta tem Happy Hour, Fabiana Langaro loos, acrílica e carvão sobre tela, 90x90cm. Acervo BADESC
Gilberto Pegoraro, acrílica sobre eucatex, 50x20cm. Acervo BADESC.
Gilberto Pegoraro, acrílica sobre eucatex, 50x20cm. Acervo BADESC.
Gilma Alves de Mello, mista sobre tela, 100x150cm. Acervo BADESC.
Gilma Alves de Mello, mista sobre tela, 100x150cm. Acervo BADESC.
Guido Heuer, metal e madeira sobre Eucatex, 72x53cm. Acervo BADESC.
Guido Heuer, metal e madeira sobre Eucatex, 72x53cm. Acervo BADESC.
Hamilton Cordeiro, acrílica sobre tela, 37x78cm. Acervo BADESC.
Hamilton Cordeiro, acrílica sobre tela, 37x78cm. Acervo BADESC.
Heidy de Assis Corrêa, acrílica sobre Eucatex, 60x90cm. Acervo BADESC.
Heidy de Assis Corrêa, acrílica sobre Eucatex, 60x90cm. Acervo BADESC.
Idésio Leal, acrílica sobre Eucatex, 75x66cm. Acervo BADESC.
Idésio Leal, acrílica sobre Eucatex, 75x66cm. Acervo BADESC.
Inácio Dorval, acrílica sobre tela, 65x75cm. Acervo BADESC.
Inácio Dorval, acrílica sobre tela, 65x75cm. Acervo BADESC.
Ivo Silva, acrílica sobre eucatex. Acervo BADESC.
Ivo Silva, acrílica sobre eucatex. Acervo BADESC.
Jacob Carlos da Silva, técnica mista, 35x28cm. Acervo BADESC.
Jacob Carlos da Silva, técnica mista, 35x28cm. Acervo BADESC.
Janor Vasconcelos, escultura em metal, 30x25x15cm. Acervo BADESC.
Janor Vasconcelos, escultura em metal, 30x25x15cm. Acervo BADESC.
JNunes, acrílica sobre tela, 52x42cm. Acervo BADESC.
JNunes, acrílica sobre tela, 52x42cm. Acervo BADESC.
José Fernando Saliba, acrílica sobre tela, 63x53cm. Acervo BADESC.
José Fernando Saliba, acrílica sobre tela, 63x53cm. Acervo BADESC.
José Pedro Heil, acrílica sobre Eucatex, 29x19cm. Acervo BADESC.
José Pedro Heil, acrílica sobre Eucatex, 29x19cm. Acervo BADESC.
Outono, Lair leone Bernardoni, fotografia. Acervo BADESC.
Outono, Lair leone Bernardoni, fotografia. Acervo BADESC.
Leandro Vitto, óleo sobre tela, 82x104cm. Acervo BADESC.
Leandro Vitto, óleo sobre tela, 82x104cm. Acervo BADESC.
Lena Campos, cerâmica, 42x38x13cm. Acervo BADESC.
Lena Campos, cerâmica, 42x38x13cm. Acervo BADESC.
Loro, acrílica sobre tela, 88x109cm. Acervo BADESC.
Loro, acrílica sobre tela, 88x109cm. Acervo BADESC.
Lu Pires, gravura em metal, 62x110cm. Acervo BADESC.
Lu Pires, gravura em metal, 62x110cm. Acervo BADESC.
Luiz Carlos Albertini, óleo sobre tela, 19x27cm. Acervo BADESC.
Luiz Carlos Albertini, óleo sobre tela, 19x27cm. Acervo BADESC.
Mara Santos, mista, 90x90cm. Acervo BADESC.
Mara Santos, mista, 90x90cm. Acervo BADESC.
Divino Espírito Santo (Ilha em cores III), Marcos Nakamura, mista, 40x104cm. Acervo BADESC.
Divino Espírito Santo (Ilha em cores III), Marcos Nakamura, mista, 40x104cm. Acervo BADESC.
Crianças, Maria Celeste Carvalho Neves, bordado sem colagem sobre tecidoalgodão, 51x42cm. Acervo BADESC.
Crianças, Maria Celeste Carvalho Neves, bordado sem colagem sobre tecidoalgodão, 51x42cm. Acervo BADESC.
Maria Salete, acrílica sobre tela, 72x102cm. Acervo BADESC.
Maria Salete, acrílica sobre tela, 72x102cm. Acervo BADESC.
Marilina Bernal, acrílica sobre tela, 60x60cm. Acervo BADESC.
Marilina Bernal, acrílica sobre tela, 60x60cm. Acervo BADESC.
Môa, acrílica sobre tela, 80x120cm. Acervo BADESC.
Môa, acrílica sobre tela, 80x120cm. Acervo BADESC.
Neri Andrade, acrílica sobre Eucatex, 18,05x14cm. Acervo BADESC.
Neri Andrade, acrílica sobre Eucatex, 18,05x14cm. Acervo BADESC.
Pedro Petry, mista, 80x60cm. Acervo BADESC.
Pedro Petry, mista, 80x60cm. Acervo BADESC.
Pita Camargo, escultura, 30x14x20cm. Acervo BADESC.
Pita Camargo, escultura, 30x14x20cm. Acervo BADESC.
Reynaldo Pfau, escultura, 50x70x18cm. Acervo BADESC.
Reynaldo Pfau, escultura, 50x70x18cm. Acervo BADESC.
Rodrigo Cunha, óleo sobre tela, 50x40cm. Acervo BADESC.
Rodrigo Cunha, óleo sobre tela, 50x40cm. Acervo BADESC.
Rodrigo de Haro, acrílica sobre Eucatex, 119x80cm. Acervo BADESC.
Rodrigo de Haro, acrílica sobre Eucatex, 119x80cm. Acervo BADESC.
Rubens Oestroem, mista sobre tela, 90x133cm. Acervo BADESC.
Rubens Oestroem, mista sobre tela, 90x133cm. Acervo BADESC.
Semy Braga, acrílica sobre Eucatex, 61x52cm. Acervo BADESC.
Semy Braga, acrílica sobre Eucatex, 61x52cm. Acervo BADESC.
Silvio Parucker, mista, 50x50cm. Acervo BADESC.
Silvio Parucker, mista, 50x50cm. Acervo BADESC.
Silvio Pléticos, acrílica sobre eucatex, 35x50cm. Acervo BADESC.
Silvio Pléticos, acrílica sobre eucatex, 35x50cm. Acervo BADESC.
Simone Tanaka, acrílica sobre tela, 100x80cm. Acervo BADESC.
Simone Tanaka, acrílica sobre tela, 100x80cm. Acervo BADESC.
Suely Bedushi, acrílica sobre Eucatex, 61x52cm. Acervo BADESC.
Suely Bedushi, acrílica sobre Eucatex, 61x52cm. Acervo BADESC.
Tércio da Gama, acrílica sobre tela, 100x110cm. Acervo BADESC.
Tércio da Gama, acrílica sobre tela, 100x110cm. Acervo BADESC.
Teresa Martorano, acrílica sobre eucatex, 30,05x44,05cm. Acervo BADESC.
Teresa Martorano, acrílica sobre eucatex, 30,05x44,05cm. Acervo BADESC.
Ute Petersen, pintura em seda, 100x92cm. Acervo BADESC.
Ute Petersen, pintura em seda, 100x92cm. Acervo BADESC.
Vera Sabino, acrílica sobre eucatex, 25x18cm. Acervo BADESC.
Vera Sabino, acrílica sobre eucatex, 25x18cm. Acervo BADESC.
Vera Sabino, acrílica sobre eucatex, 100x100cm. Acervo BADESC.
Vera Sabino, acrílica sobre eucatex, 100x100cm. Acervo BADESC.
Ponte estrada Rio do Ferro SC, Wilson José de Souza, fotografia, 80x60cm. Acervo BADESC.
Ponte estrada Rio do Ferro SC, Wilson José de Souza, fotografia, 80x60cm. Acervo BADESC.
eExposição ! é o que há, Coletiva.
eExposição ! é o que há, Coletiva.
Exposição ! é o que há, Coletiva.
Exposição ! é o que há, Coletiva.
Exposição ! é o que há, Coletiva.
Exposição ! é o que há, Coletiva.
Exposição ! é o que há, Coletiva.
Exposição ! é o que há, Coletiva.
Exposição ! é o que há, Coletiva.
Exposição ! é o que há, Coletiva.
previous arrow
next arrow

APRESENTAÇÃO

Exposição ! é o que há, Coletiva.

A exibição integral de todos os 60 artistas representados no acervo é um gesto que coloca num segundo plano o juízo de gosto e valor. Considerou-se mais importante, neste momento, apresentar as obras juntas, como se colocássemos todas as cartas sobre a mesa. Com isso, repete-se a generosidade dos artistas que doaram seus trabalhos à instituição: se assim o fizeram, nada melhor do que reservar um espaço nessa mostra para cada um deles.

As palavras e as imagens possuem múltiplos sentidos. Um título também. ! é o que há é livremente inspirada num livro de João Cabral de Melo Neto, intitulado “Museu de tudo”. Um dos poemas, “A Lição da Pintura”: Quadro nenhum está acabado, disse certo pintor; se pode sem fim continuá-lo, primeiro, ao além de outro quadro que, feito a partir de tal forma, tem na tela, oculta, uma porta que dá a um corredor que leva a outra e a muitas outras. Walter Hopps, curador estadunidense, costumava comparar a sua função com a de um regente de orquestra. Aqui, convocamos todos os músicos para se apresentarem. Em vez de uma partitura em comum, decidimos deixar que cada um fizesse sua própria sinfonia. O resultado é um som estrondoso, mas inclusivo. Não seria isso uma democracia?

Fernando Boppré | Curador

VEJA MAIS

METAMÓRFICAS, de Javier Di Benedictis

IMG_0198

METAMÓRFICAS

JAVIER DI BENEDICTIS

CURADORIA DE ROSÂNGELA CHEREM

ESPAÇO FERNANDO BECK | 27 DE NOVEMBRO DE 2014 A 16 DE JANEIRO DE 2015

Vídeos e fotogramas instigam a percepção por meio de pequenas unidades fílmicas que foram organizadas em folhas de impressão e sofreram intervenções plásticas, sendo digitalizadas logo em seguida e recompostas em sequência. No processo semelhante ao found footage, conhecido em português como filme perdido, o artista fez referência à metamorfose, conceituando algo que foi extraviado sendo alterado posteriormente. Formada por dois ambientes – um de vídeos e outro de fotogramas – a exposição exigiu imaginação e memória do observador. As imagens foram divididas em três grupos – Introspecção/Extrospecção, Estudos para Sarles e Bosque, Praia, Dança. O artista, designer de imagem e som pela Universidade de Buenos Aires, onde nasceu, interessa-se principalmente por técnicas e tecnologias mistas. Trabalha com produções experimentais em territórios híbridos, onde entram em convivência elementos e linguagens de diferentes áreas.

Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
previous arrow
next arrow
 
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.
previous arrow
next arrow

APRESENTAÇÃO

Os trabalhos de Javier Di Benedictis (Buenos Aires, 1985) demandam imaginação e memória, devolvendo às imagens sua condição de mistério e distância. Nesta exposição sua obra é dada a ver através de dois ambientes: num deles, comparecem os próprios vídeos e, em outro, destacam-se alguns de seus fotogramas. Estas pequenas unidades fílmicas são organizadas em folhas para impressão e sofrem uma série de intervenções plásticas, para logo em seguida serem digitalizadas e recompostas em novas sequências de vídeo.

Em termos de fatura, trata-se de projeções, cujos vídeos remetem à fotografia analógica (onde a luz das imagens capturadas e congeladas não cobre e nem descobre, apenas vela), enquanto os fotogramas remetem à pintura através de um processo de intervenção manual, potencializada pelas cores fluorescentes do rosa, verde, amarelo e assim por diante, obtidas com pigmentos e solventes. Recusando aquilo que se poderia chamar de cromofobia, sensibilidade que se ampara na brancura e no asséptico, o artista reivindica a atualidade multicolorida dos neons e das tonalidades digitais, porém, autonomizando a cor em relação às formas. Assim, ambos permitem considerar algo que foi extraviado e em seguida alterado e profanado, sobrevivendo através de algum tipo de metamorfose. Instala-se um artifício que perturba a realidade através de uma espécie de pestanejar, causando um tipo de ofuscamento ou miragem produzida pelo excesso colorante que faz resplandecer a superfície numa gloriosa dança de luzes.

Rosângela Cherem | Curadora

Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis. Exposição Metamórficas, de Javier Di Benedictis.

MEMÓRIA EM 4 TEMPOS APRESENTA METAMÓRFICAS

Este mini documentário, dirigido por Eneléo Alcides, integra o projeto Memória em 4 Tempos que registra pensamento, projetos e processos criativos de artistas selecionados para expor na Fundação Cultural Badesc.

VEJA MAIS

IN(ADEQUADAS), de Silvia Teske

1408 Exposição In adequadas obras Comissão das mulheres, de Silvia Teskeb

IN(ADEQUADAS)

SILVIA TESKE

ESPAÇO 2 | 07 DE AGOSTO A 19 DE SETEMBRO DE 2014

Personagens femininas constituem o centro da trama narrativa da exposição. Com tinta acrílica, lápis e caneta posca, a artista aborda personagens femininas bizarras, inadequadas e sorrateiras. Mesmo em grupo, são mulheres solitárias à margem da sociedade, representadas por meio da relação íntima entre o desenho
e a pintura. A temática das 10 obras em exposição é permeada por situações de impacto, criando estado de suspense para o observador. A ideia de fundos neutros, a maioria em escuro, cria a possibilidade de vazios a serem preenchidos, provocando o expectador a criar enredos paralelos. Desengonçadas, aflitas e descabidas, as figuras não são confiáveis. Seus olhares oblíquos negam padrões. Dessa forma, a interpretação do espectador ocorre sem desfecho, à espera de algo, o silêncio do sonho ou o vácuo da insensatez. Mestre em artes visuais pela Udesc, a artista é catarinense de Brusque e tem o papel feminino como foco desde o início de seu trabalho. Silvia também organiza e faz curadoria para exposições de arte visuais em sua cidade, além de dar aulas e trabalhar em outros projetos.
As viúvas, 2013. Acrílica sobre tela, 100x153cm.
As viúvas, 2013. Acrílica sobre tela, 100x153cm.
Comissão de mulheres, 2014. Acrílica sobre tela, 152x103cm.
Comissão de mulheres, 2014. Acrílica sobre tela, 152x103cm.
Ele não veio, 2013. Acrílica sobre tela, 80x90cm.
Ele não veio, 2013. Acrílica sobre tela, 80x90cm.
Ensaio escarlate, 2014. Acrílica sobre tela, 132x104cm.
Ensaio escarlate, 2014. Acrílica sobre tela, 132x104cm.
Felicidades clandestinas, 2014. Acrílica sobre tela, 152x115cm.
Felicidades clandestinas, 2014. Acrílica sobre tela, 152x115cm.
Novela das oito, 2014. Acrílica sobre tela, 60x125cm.
Novela das oito, 2014. Acrílica sobre tela, 60x125cm.
Opereta Indignada, 2014. Acrílica sobre tela, 70x111cm.
Opereta Indignada, 2014. Acrílica sobre tela, 70x111cm.
Tia bagaça, 2013. Acrílica sobre tela, 50x70cm.
Tia bagaça, 2013. Acrílica sobre tela, 50x70cm.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
previous arrow
next arrow
 
As viúvas, 2013. Acrílica sobre tela, 100x153cm.
As viúvas, 2013. Acrílica sobre tela, 100x153cm.
Comissão de mulheres, 2014. Acrílica sobre tela, 152x103cm.
Comissão de mulheres, 2014. Acrílica sobre tela, 152x103cm.
Ele não veio, 2013. Acrílica sobre tela, 80x90cm.
Ele não veio, 2013. Acrílica sobre tela, 80x90cm.
Ensaio escarlate, 2014. Acrílica sobre tela, 132x104cm.
Ensaio escarlate, 2014. Acrílica sobre tela, 132x104cm.
Felicidades clandestinas, 2014. Acrílica sobre tela, 152x115cm.
Felicidades clandestinas, 2014. Acrílica sobre tela, 152x115cm.
Novela das oito, 2014. Acrílica sobre tela, 60x125cm.
Novela das oito, 2014. Acrílica sobre tela, 60x125cm.
Opereta Indignada, 2014. Acrílica sobre tela, 70x111cm.
Opereta Indignada, 2014. Acrílica sobre tela, 70x111cm.
Tia bagaça, 2013. Acrílica sobre tela, 50x70cm.
Tia bagaça, 2013. Acrílica sobre tela, 50x70cm.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
Exposição In(adequadas), de Silvia Teske.
previous arrow
next arrow

(IN)ADEQUADAS

Exposição In(adequadas), de Silvia Teske. Exposição In(adequadas), de Silvia Teske. Novela das oito, 2014. Acrílica sobre tela, 60x125cm. Novela das oito, 2014. Acrílica sobre tela, 60x125cm.

Silvia Teske, em meados dos anos oitenta, integrou o grupo performático GUARÁ, cujas premiadas performances participaram do processo de renovação das linguagens artísticas de Santa Catarina que iniciou nesse período e consolidou-se nos anos noventa.

O humor e a sátira presentes na arte performática persistiram na obra dessa artista em suas fases posteriores após a dissolução do GUARÁ.

Recorrendo a uma ampla variedade de meios pós modernos, mesclou textos, letras, colagens, etc, em séries de assemblages, pinturas-objeto onde abordava questões ligadas à identidade feminina.

O temperamento artístico performático de Silvia tem no humor descontração e irreverência, suas mais marcantes caraterísticas.

Em sua fase atual, alia o desenho e a pintura em divertidas narrativas que configuram cenas do dia a dia das “tias”, personagens arquetípicos que utiliza para dar seu recado.

Recompilando dados de suas observações e memorias (sem, porém, nada ter a ver com o realismo), retrata as mais inusitadas e cômicas situações do cotidiano dos personagens. Em suas telas vamos deparar com as “tias” passeando de bicicleta em grupo ou individualmente, tricotando ou fofocando no sofá, posando para fotos em família, exibindo seus moderninhos óculos redondos ou estateladas no divã curando uma ressaca (tia beberrona).

São pinturas que usam a cor parcimoniosamente. Os fungos em geral são negros e prevalecem os meios tons de cinzas e beges. Vez por outra são intercalados planos de cores mais vibrantes que dinamizam a composição e acentuam os efeitos visuais.

Predominantemente gráficos nesses trabalhos onde o desenho pontifica, a rapidez da anotação direta dos traços remete ao cartum e ao grafite.

No caráter solto, agressivo e anticonformista do traço, percebe-se que os sentidos e conotações dessas obras não se esgotam, nem se resumem apenas no aspecto divertido do engraçado mundinho dessas tias simpáticas, cativantes e serelepes.

Nas pinturas, nos desenhos, nas performances e no recém lançado livro, Silvia Teske, através da linguagem da arte recria vivências e percepções, refletindo e propondo com humor indagações sobre a própria condição de ser mulher num contexto tão complicado como o nosso mundo de hoje.

João Otávio Neves Filho – Janga

VEJA MAIS

RESULTADO RESIDÊNCIA ARTÍSTICA FUNDAÇÃO CULTURAL BADESC 2021

Dez artistas foram selecionados para a Residência Artística da Fundação Cultural BADESC. A seleção foi feita na manhã de domingo, 28 de março, em uma videoconferência entre os integrantes da comissão selecionadora.

Os selecionados da região da Grande Florianópolis são:
Ana Soukef – Florianópolis
Daniel Leão – Florianópolis
Edson Macalini – Palhoça
Estela Camilo – Florianópolis
Mila Kichalowski – Florianópolis

Os selecionados das regiões fora da Grande Florianópolis são:
Diana Chiordelli – Chapecó
Felipe Coff – Blumenau
Flávia Scóz – Joinville
Jan M.O. – Joinville
Mayara Voltolini – Brusque

As 44 propostas inscritas foram avaliadas pelos orientadores da Residência e para a decisão foram levados em consideração os seguintes critérios: A Comissão considerou como critério de seleção combinar dois perfis predominantes: um conjunto composto por artistas com uma produção um pouco mais amadurecida e estruturada e outro situado em fase mais inicial de experimentações e descobertas. Assim, buscou constituir um grupo suficientemente plural, no sentido de potencializar as relações de troca. Partiu-se da premissa que, em essência, o encontro e as permutas edificantes entre diferentes ideias é o que define a natureza das residências artísticas enquanto espaço de formação, experimentação e difusão de saberes. O Projeto pretende dirigir especial atenção ao processo de elaboração das poéticas, considerando os possíveis resultados como documentos desse tempo de convívio e construção coletiva.

Caso algum dos artistas aprovados não possa participar, a comissão elencou também os suplentes. Para a Região da Grande Florianópolis, Philipe Gabriel como 1º suplente e Anna Moraes como 2ª suplente, ambos de Florianópolis.
Já para os participantes de fora da Região da Grande Florianópolis, como 1ª suplente foi selecionada Aura, de Araranguá e como 2º suplente, Kim Coimbra, de Itajaí.

A Residência começa em 17 de abril, de modo virtual e tem previsão de encerrar com uma exposição resultante dos processos em novembro de 2021.

CORADJETIVA, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa

coradjetiva testa

CORADJETIVA

JOSÉ MARIA DIAS DA CRUZ • FLÁVIA TRONCA • LAURA VILLAROSA

ESPAÇO FERNANDO BECK | 29 DE MAIO A 18 DE JUNHO DE 2014

Os três artistas se unem para mostrar trabalhos autorais que trazem características em comum. a cor como um exercício de construção plástica foi o elo da mostra. Os artistas apresentam três diferentes visões e técnicas em relação às tonalidades. enquanto José Maria fez experiências no plano teórico, desenvolvendo um
pensamento sobre a cor, Flávia experimenta a variedade de tintas e suportes, mas mantem a matéria em segundo plano, deixando a cor em maior destaque. Para completar a composição, Laura apresenta uma paleta de cores a partir do computador e trabalha com estamparia. O carioca José Maria Dias da Cruz, com mais seis décadas de história na arte, é artista e professor, autor de diversos livros sobre a cor e o cinza, o cromatismo cezanneano e pintura, cores e coloridos. Conviveu com artistas como Iberê Camargo, Tarsila do Amaral e Di Cavalcanti. Flávia Tronca nasceu no rio Grande do sul, mas vive em Florianópolis desde o início dos anos 2000. é mestre em educação estética, tem paixão pelas características sociais da arte e também escreve livros sobre arte, moda e psicopedagogia. Filha de um italiano e uma brasileira, Laura Villarosa nasceu em Palermo (Itália). Veio para o Brasil ainda criança, época em que começou a ter mais contato com a arte. Depois de morar por anos em São Paulo e passar uma temporada em seu país de origem, vive como artista no Rio de Janeiro.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Sem título, José Maria Dias da Cruz, 2013. Óleo sobre tela, 50x60cm.
Sem título, José Maria Dias da Cruz, 2013. Óleo sobre tela, 50x60cm.
Maria-sem-vergonha, José Maria Dias da Cruz, 2014. Óleo sobre tela, 50x70cm.
Maria-sem-vergonha, José Maria Dias da Cruz, 2014. Óleo sobre tela, 50x70cm.
1406 Cor Adjetiva-10
1406 Cor Adjetiva-10
Sem título, José Maria Dias da Cruz, 2013. Óleo sobre tela, 50x60cm.
Sem título, José Maria Dias da Cruz, 2013. Óleo sobre tela, 50x60cm.
Maria-sem-vergonha, José Maria Dias da Cruz, 2014. Óleo sobre tela, 30x40cm.
Maria-sem-vergonha, José Maria Dias da Cruz, 2014. Óleo sobre tela, 30x40cm.
Cinza Sempreterno, José Maria Dias da Cruz, 2014. Óleo sobre tela, 50x70cm.
Cinza Sempreterno, José Maria Dias da Cruz, 2014. Óleo sobre tela, 50x70cm.
O peão, José Maria Dias da Cruz, 2014. Óleo sobre tela, 70x90cm.
O peão, José Maria Dias da Cruz, 2014. Óleo sobre tela, 70x90cm.
Transparência, José Maria Dias da Cruz, 2013. Óleo sobre tela, 50x60cm.
Transparência, José Maria Dias da Cruz, 2013. Óleo sobre tela, 50x60cm.
Sem título, José Maria Dias da Cruz, 2013. Óleo sobre tela, 50x70cm.
Sem título, José Maria Dias da Cruz, 2013. Óleo sobre tela, 50x70cm.
Sem título, José Maria Dias da Cruz, 2014. Óleo sobre tela, 30x40cm. Fotografia de Sérgio Vignes.
Sem título, José Maria Dias da Cruz, 2014. Óleo sobre tela, 30x40cm. Fotografia de Sérgio Vignes.
1406 Cor Adjetiva-1Anotações sobre a cidade, Flávia Tronca, 2014. Acrílica, cristal acrílico e desconstrução fotográfica sobre tela, 100x100cm.
1406 Cor Adjetiva-1Anotações sobre a cidade, Flávia Tronca, 2014. Acrílica, cristal acrílico e desconstrução fotográfica sobre tela, 100x100cm.
Labirinto, Flávia Tronca, 2014. Acrílica, cristal acrílico e desconstrução fotográfica sobre tela, 100x100cm.
Labirinto, Flávia Tronca, 2014. Acrílica, cristal acrílico e desconstrução fotográfica sobre tela, 100x100cm.
Coradjetiva, Flávia Tronca, 2014. Acrílica, cristal acrílico e desconstrução fotográfica sobre tela, 100x100cm.
Coradjetiva, Flávia Tronca, 2014. Acrílica, cristal acrílico e desconstrução fotográfica sobre tela, 100x100cm.
Além do centro I, Flávia Tronca, 2014. écnica: Acrílica, cristal acrílico e desconstrução fotográfica sobre tela, 100x100cm.
Além do centro I, Flávia Tronca, 2014. écnica: Acrílica, cristal acrílico e desconstrução fotográfica sobre tela, 100x100cm.
Além do centro II, Flávia Tronca, 2014. écnica: Acrílica, cristal acrílico e desconstrução fotográfica sobre tela, 100x100cm.
Além do centro II, Flávia Tronca, 2014. écnica: Acrílica, cristal acrílico e desconstrução fotográfica sobre tela, 100x100cm.
Escrevi o teu nome no vento I, Flávia Tronca, 2014. Acrílica sobre tela, 100x100cm.
Escrevi o teu nome no vento I, Flávia Tronca, 2014. Acrílica sobre tela, 100x100cm.
Escrevi o teu nome no vento II, Flávia Tronca, 2014. Acrílica sobre tela, 100x100cm.
Escrevi o teu nome no vento II, Flávia Tronca, 2014. Acrílica sobre tela, 100x100cm.
Cereja, Laura Villarosa, 2013. Print sobre tela com interferência, 150x100cm.
Cereja, Laura Villarosa, 2013. Print sobre tela com interferência, 150x100cm.
Psicoledye, Laura Villarosa, 2013. Print sobre tela, 150x60cm.
Psicoledye, Laura Villarosa, 2013. Print sobre tela, 150x60cm.
Vestido, Laura Villarosa, 2009. Acrílica sobre tela, 120x80cm.
Vestido, Laura Villarosa, 2009. Acrílica sobre tela, 120x80cm.
previous arrow
next arrow
 
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.
Sem título, José Maria Dias da Cruz, 2013. Óleo sobre tela, 50x60cm.
Sem título, José Maria Dias da Cruz, 2013. Óleo sobre tela, 50x60cm.
Maria-sem-vergonha, José Maria Dias da Cruz, 2014. Óleo sobre tela, 50x70cm.
Maria-sem-vergonha, José Maria Dias da Cruz, 2014. Óleo sobre tela, 50x70cm.
1406 Cor Adjetiva-10
1406 Cor Adjetiva-10
Sem título, José Maria Dias da Cruz, 2013. Óleo sobre tela, 50x60cm.
Sem título, José Maria Dias da Cruz, 2013. Óleo sobre tela, 50x60cm.
Maria-sem-vergonha, José Maria Dias da Cruz, 2014. Óleo sobre tela, 30x40cm.
Maria-sem-vergonha, José Maria Dias da Cruz, 2014. Óleo sobre tela, 30x40cm.
Cinza Sempreterno, José Maria Dias da Cruz, 2014. Óleo sobre tela, 50x70cm.
Cinza Sempreterno, José Maria Dias da Cruz, 2014. Óleo sobre tela, 50x70cm.
O peão, José Maria Dias da Cruz, 2014. Óleo sobre tela, 70x90cm.
O peão, José Maria Dias da Cruz, 2014. Óleo sobre tela, 70x90cm.
Transparência, José Maria Dias da Cruz, 2013. Óleo sobre tela, 50x60cm.
Transparência, José Maria Dias da Cruz, 2013. Óleo sobre tela, 50x60cm.
Sem título, José Maria Dias da Cruz, 2013. Óleo sobre tela, 50x70cm.
Sem título, José Maria Dias da Cruz, 2013. Óleo sobre tela, 50x70cm.
Sem título, José Maria Dias da Cruz, 2014. Óleo sobre tela, 30x40cm. Fotografia de Sérgio Vignes.
Sem título, José Maria Dias da Cruz, 2014. Óleo sobre tela, 30x40cm. Fotografia de Sérgio Vignes.
1406 Cor Adjetiva-1Anotações sobre a cidade, Flávia Tronca, 2014. Acrílica, cristal acrílico e desconstrução fotográfica sobre tela, 100x100cm.
1406 Cor Adjetiva-1Anotações sobre a cidade, Flávia Tronca, 2014. Acrílica, cristal acrílico e desconstrução fotográfica sobre tela, 100x100cm.
Labirinto, Flávia Tronca, 2014. Acrílica, cristal acrílico e desconstrução fotográfica sobre tela, 100x100cm.
Labirinto, Flávia Tronca, 2014. Acrílica, cristal acrílico e desconstrução fotográfica sobre tela, 100x100cm.
Coradjetiva, Flávia Tronca, 2014. Acrílica, cristal acrílico e desconstrução fotográfica sobre tela, 100x100cm.
Coradjetiva, Flávia Tronca, 2014. Acrílica, cristal acrílico e desconstrução fotográfica sobre tela, 100x100cm.
Além do centro I, Flávia Tronca, 2014. écnica: Acrílica, cristal acrílico e desconstrução fotográfica sobre tela, 100x100cm.
Além do centro I, Flávia Tronca, 2014. écnica: Acrílica, cristal acrílico e desconstrução fotográfica sobre tela, 100x100cm.
Além do centro II, Flávia Tronca, 2014. écnica: Acrílica, cristal acrílico e desconstrução fotográfica sobre tela, 100x100cm.
Além do centro II, Flávia Tronca, 2014. écnica: Acrílica, cristal acrílico e desconstrução fotográfica sobre tela, 100x100cm.
Escrevi o teu nome no vento I, Flávia Tronca, 2014. Acrílica sobre tela, 100x100cm.
Escrevi o teu nome no vento I, Flávia Tronca, 2014. Acrílica sobre tela, 100x100cm.
Escrevi o teu nome no vento II, Flávia Tronca, 2014. Acrílica sobre tela, 100x100cm.
Escrevi o teu nome no vento II, Flávia Tronca, 2014. Acrílica sobre tela, 100x100cm.
Cereja, Laura Villarosa, 2013. Print sobre tela com interferência, 150x100cm.
Cereja, Laura Villarosa, 2013. Print sobre tela com interferência, 150x100cm.
Psicoledye, Laura Villarosa, 2013. Print sobre tela, 150x60cm.
Psicoledye, Laura Villarosa, 2013. Print sobre tela, 150x60cm.
Vestido, Laura Villarosa, 2009. Acrílica sobre tela, 120x80cm.
Vestido, Laura Villarosa, 2009. Acrílica sobre tela, 120x80cm.
previous arrow
next arrow

APRESENTAÇÃO

Exposição Coradjetiva, de José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa.

No exercício do pensamento plástico, a luz deixa de existir e o que existe é a cor. José Maria Dias da Cruz, Flávia Tronca e Laura Villarosa realizam intensa pesquisa pictórica, com preocupação construtiva, dedicando um lugar privilegiado à sensação.

A pintura é revelada ao observador como uma experiência intelectual e histórica e não como uma imitação da realidade. Servem-se da cor como causa em si mesma. Oferecem pistas que possibilitam desvendá-la a partir de fragmentos da memória e do saber do olho, partilhado e continuado, ampliando o campo do pensamento.

Um potencial documental com múltiplos desdobramentos, A CORADJETIVA é prazerosamente alcançada em elucidação da consciência plástica adquirida.

Esta exposição é um convite a viver a experiência da COR como um dispositivo que privilegia a imagem saturada de memórias, que agora também te pertencem.

Flávia Tronca

VEJA MAIS

MISE EN ABYME, de Ilca Barcelos

Exposição Mise em Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.

MISE EN ABYME

ILCA BARCELOS

ESPAÇO FERNANDO BECK | 25 DE ABRIL A 22 DE MAIO DE 2014

Conjunto de objetos construídos com tecido, poliéster e peças de cerâmica que apresentam inúmeras possibilidades de composição a cada nova montagem. A artista propõe nestas esculturas uma relação simbiótica, enfatizada pela interação imprevisível com o público. As peças de cerâmica branca que compuseram a mostra foram modeladas à mão e tinham vários pontos de contato, o que a artista chamou de “garras”, sendo organicamente assimétricas. A partir delas e dos volumes criados com tecido, também branco, Ilca criou suas formas híbridas que se procriam, livres de suporte, e invadem o espaço expositivo. O resultado revelava a tensão da coexistência entrópica presente na natureza. Natural de Pelotas (RS), Ilca Barcellos tem formação acadêmica na área das Ciências Biológicas. Sua poética explora o campo expandido da escultura, dialogando com a arte pós-concreta brasileira, com as questões postas pelo contemporâneo.

Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
previous arrow
next arrow
 
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.
previous arrow
next arrow

APRESENTAÇÃO

Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair. Exposição Mise en Abyme, de Ilca Barcelos. Fotografia de Sidney Kair.

As esculturas desenvolvidas por Ilca Barcellos nos últimos anos têm se aproximado inevitavelmente do campo já tão problematizado da arte pós-concreta brasileira, tanto em seus aspectos materiais e quanto conceituais. É notável a semelhança entre a inquietação presente na obra de Ilca e aquela pertinente à herança construtivista, de modo geral, e à obra de Lygia Clark, em particular. Trata-se, obviamente, de uma relação entre ordens distantes tanto na origem quanto no entendimento do campo da escultura; não obstante, a despeito desta, pontos de contato se estabelecem justamente lá onde as esculturas recentes da artista radicalizam sua vocação.

Ilca desenvolveu, ao longo dos anos, uma prolífica produção marcada por características visuais que remetem à proliferação aparentemente desordenada da natureza. Suas esculturas em cerâmica apresentam, tanto em sua fatura como em sua condição de representação, o movimento obsessivo das procriações incessantes dos seres vivos. Paulatinamente, suas esculturas foram relativizando a base de apoio e levando a extremos algumas possibilidades e limites técnicos do meio cerâmico. Simultaneamente, seus trabalhos deixavam o lugar convencional da sala expositiva e aderiam ao jardim, à mata.

Nas obras atuais há, porém, um salto qualitativo no entendimento do que constitui, em profundidade, sua produção. Além de abandonarem a base de apoio definitivamente, seus trabalhos se colocam como o lugar de tensão entre diferentes densidades da matéria; momento em que a luta entre um e outro material se torna a própria forma e razão da escultura. Tecido, cerâmica e espuma expandida são agora protagonistas de um drama em desenvolvimento, que alude, em certo sentido, ao desafio diário de toda a natureza na terra.

As obras atuais de Ilca ultrapassam as noções acomodadas das técnicas e operam desde um campo expandido da escultura, no qual não há limites previstos para a proliferação de suas estruturas tridimensionais. Uma alusão obliqua à própria condição dos seres na cadeia de vida.

Fernando Lindote

VEJA MAIS