AS COISAS DISTANTES PARECEM MENORES DO QUE SÃO NA REALIDADE
DANTE ACOSTA
ESPAÇO FERNANDO BECK | DE 04 DE MARÇO A 08 DE ABRIL DE 2021
Inspirados em elementos da natureza, 19 trabalhos executados com diferentes materiais (caneta nanquim, hidrográfica, tinta acrílica, caneta de tinta pigmentada), suportes (papéis, telas) e técnicas (aquarela, digitalização e impressão) são apresentados em uma curadoria que propõe um recorte da pesquisa gráfica do artista nos últimos cinco anos. Dante é graduado em Artes Visuais na UFSM e mestre em Artes pela Escola de Belas Artes da UFMG. Natural de São Borja/RS atualmente reside em Florianópolis.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Rios mentais, tinta hidrográfica sobre sketchbook, digitalizado e impresso ampliado em pigmento mineral sobre papel Hahnemühle Enhanced, 2017. 42x52cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, tinta hidrográfica sobre sketchbook, digitalizado e impresso ampliado em pigmento mineral sobre papel Hahnemühle Enhanced, 2017. 42x52cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, detalhe, tinta hidrográfica sobre sketchbook, digitalizado e impresso ampliado em pigmento mineral sobre papel Hahnemühle Enhanced, 2017. 42x52cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, detalhe, tinta hidrográfica sobre sketchbook, digitalizado e impresso ampliado em pigmento mineral sobre papel Hahnemühle Enhanced, 2017. 42x52cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, tinta hidrográfica sobre papel formato A4, digitalizado e impresso ampliado em papel ERB 175g, 2016. 168x120cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, tinta hidrográfica sobre papel formato A4, digitalizado e impresso ampliado em papel ERB 175g, 2016. 168x120cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, detalhe, tinta hidrográfica sobre papel formato A4, digitalizado e impresso ampliado em papel ERB 175g, 2016. 168x120cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, detalhe, tinta hidrográfica sobre papel formato A4, digitalizado e impresso ampliado em papel ERB 175g, 2016. 168x120cm. Fonte: Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Rios mentais, tinta pigmentada sobre papel Canson 150g, 2018. 22x30cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, tinta pigmentada sobre papel Canson 150g, 2018. 22x30cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, detalhe, tinta pigmentada sobre papel Canson 150g, 2018. 22x30cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, detalhe, tinta pigmentada sobre papel Canson 150g, 2018. 22x30cm. Fonte: Dante Acosta.
Quartzo verde, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 76x101cm. Fonte: Dante Acosta.
Quartzo verde, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 76x101cm. Fonte: Dante Acosta.
Quartzo verde, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 76x101cm. Fonte: Dante Acosta.
Quartzo verde, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 76x101cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 80x120cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 80x120cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 80x120cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 80x120cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, tinta óleo e tinta pigmentada sobre tela, 2016-2017. 80x105cm. Fonte: Dante Acosta. Acervo de Catia Berger.
Rios mentais, tinta óleo e tinta pigmentada sobre tela, 2016-2017. 80x105cm. Fonte: Dante Acosta. Acervo de Catia Berger.
Rios mentais, detalhe, tinta óleo e tinta pigmentada sobre tela, 2016-2017. 80x115cm. Fonte: Dante Acosta. Acervo de Catia Berger.
Rios mentais, detalhe, tinta óleo e tinta pigmentada sobre tela, 2016-2017. 80x115cm. Fonte: Dante Acosta. Acervo de Catia Berger.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
The battle, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 72x88cm. Fonte: Dante Acosta.
The battle, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 72x88cm. Fonte: Dante Acosta.
The battle, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 72x88cm. Fonte: Dante Acosta.
The battle, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 72x88cm. Fonte: Dante Acosta.
Ex-animal, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2020. 80x120cm. Fonte: Dante Acosta.
Ex-animal, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2020. 80x120cm. Fonte: Dante Acosta.
Ex-animal, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2020. 80x120cm. Fonte: Dante Acosta.
Ex-animal, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2020. 80x120cm. Fonte: Dante Acosta.
Ex-animal, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2020. 80x120cm. Fonte: Dante Acosta.
Ex-animal, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2020. 80x120cm. Fonte: Dante Acosta.
Sob o corpo/sobre a terra, tinta acrílica sobre tela, 2019. 164x53cm. Fonte: Dante Acosta.
Sob o corpo/sobre a terra, tinta acrílica sobre tela, 2019. 164x53cm. Fonte: Dante Acosta.
Sob o corpo/sobre a terra, detalhe, tinta acrílica sobre tela, 2019. 164x53cm. Fonte: Dante Acosta.
Sob o corpo/sobre a terra, detalhe, tinta acrílica sobre tela, 2019. 164x53cm. Fonte: Dante Acosta.
A Terra , tinta acrílica sobre papel, 2018. 45x89cm. Fonte: Dante Acosta.
A Terra , tinta acrílica sobre papel, 2018. 45x89cm. Fonte: Dante Acosta.
A Terra, detalhe, tinta acrílica sobre papel, 2018. 45x89cm. Fonte: Dante Acosta.
A Terra, detalhe, tinta acrílica sobre papel, 2018. 45x89cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios Mentais, fotografia impressa em tinta pigmentada sobre papel algodão Hahnemühle, 2017. 20x28cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios Mentais, fotografia impressa em tinta pigmentada sobre papel algodão Hahnemühle, 2017. 20x28cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios Mentais, detalhe, fotografia impressa em tinta pigmentada sobre papel algodão Hahnemühle, 2017. 20x28cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios Mentais, detalhe, fotografia impressa em tinta pigmentada sobre papel algodão Hahnemühle, 2017. 20x28cm. Fonte: Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
A Terra, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018-2019. 84x50cm. Fonte: Dante Acosta.
A Terra, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018-2019. 84x50cm. Fonte: Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Matinho, caneta nanquim 0.05 em sketchbook digitalizado durante o processo e impresso em papel Hahnemühle Enhanced, 2015-2016. 20x25cm cada. Fonte: Dante Acosta.
Matinho, caneta nanquim 0.05 em sketchbook digitalizado durante o processo e impresso em papel Hahnemühle Enhanced, 2015-2016. 20x25cm cada. Fonte: Dante Acosta.
Matinho, detalhe, caneta nanquim 0.05 em sketchbook digitalizado durante o processo e impresso em papel Hahnemühle Enhanced, 2015-2016. 20x25cm cada. Fonte: Dante Acosta.
Matinho, detalhe, caneta nanquim 0.05 em sketchbook digitalizado durante o processo e impresso em papel Hahnemühle Enhanced, 2015-2016. 20x25cm cada. Fonte: Dante Acosta.
Matinho, detalhe, caneta nanquim 0.05 em sketchbook digitalizado durante o processo e impresso em papel Hahnemühle Enhanced, 2015-2016. 20x25cm cada. Fonte: Dante Acosta.
Matinho, detalhe, caneta nanquim 0.05 em sketchbook digitalizado durante o processo e impresso em papel Hahnemühle Enhanced, 2015-2016. 20x25cm cada. Fonte: Dante Acosta.
Matinho, detalhe, caneta nanquim 0.05 em sketchbook digitalizado durante o processo e impresso em papel Hahnemühle Enhanced, 2015-2016. 20x25cm cada. Fonte: Dante Acosta.
Matinho, detalhe, caneta nanquim 0.05 em sketchbook digitalizado durante o processo e impresso em papel Hahnemühle Enhanced, 2015-2016. 20x25cm cada. Fonte: Dante Acosta.
Matinho, detalhe, caneta nanquim 0.05 em sketchbook digitalizado durante o processo e impresso em papel Hahnemühle Enhanced, 2015-2016. 20x25cm cada. Fonte: Dante Acosta.
Matinho, detalhe, caneta nanquim 0.05 em sketchbook digitalizado durante o processo e impresso em papel Hahnemühle Enhanced, 2015-2016. 20x25cm cada. Fonte: Dante Acosta.
Matinho, detalhe, caneta nanquim 0.05 em sketchbook digitalizado durante o processo e impresso em papel Hahnemühle Enhanced, 2015-2016. 20x25cm cada. Fonte: Dante Acosta.
Matinho, detalhe, caneta nanquim 0.05 em sketchbook digitalizado durante o processo e impresso em papel Hahnemühle Enhanced, 2015-2016. 20x25cm cada. Fonte: Dante Acosta.
A Terra, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018-2019. 84x50cm. Fonte: Dante Acosta.
A Terra, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018-2019. 84x50cm. Fonte: Dante Acosta.
A Terra, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018-2019. 84x50cm. Fonte: Dante Acosta.
A Terra, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018-2019. 84x50cm. Fonte: Dante Acosta.
A terra, caneta hidrográfica sobre papel formato A4, digitalizado e impresso ampliado com pigmento mineral em papel Hahnemühle Enhanced, 2017. 30x40cm. Fonte: Dante Acosta.
A terra, caneta hidrográfica sobre papel formato A4, digitalizado e impresso ampliado com pigmento mineral em papel Hahnemühle Enhanced, 2017. 30x40cm. Fonte: Dante Acosta.
A terra, detalhe, caneta hidrográfica sobre papel formato A4, digitalizado e impresso ampliado com pigmento mineral em papel Hahnemühle Enhanced, 2017. 30x40cm. Fonte: Dante Acosta.
A terra, detalhe, caneta hidrográfica sobre papel formato A4, digitalizado e impresso ampliado com pigmento mineral em papel Hahnemühle Enhanced, 2017. 30x40cm. Fonte: Dante Acosta.
A Terra, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018-2019. 84x50cm. Fonte: Dante Acosta.
A Terra, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018-2019. 84x50cm. Fonte: Dante Acosta.
A Terra, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018-2019. 84x50cm. Fonte: Dante Acosta.
A Terra, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018-2019. 84x50cm. Fonte: Dante Acosta.
A terra, tinta pigmentada sobre papel Canson 150g, 2019. 22,9x30,5cm. Fonte: Dante Acosta.
A terra, tinta pigmentada sobre papel Canson 150g, 2019. 22,9x30,5cm. Fonte: Dante Acosta.
A terra, detalhe, tinta pigmentada sobre papel Canson 150g, 2020. 22,9x30,5cm. Fonte: Dante Acosta.
A terra, detalhe, tinta pigmentada sobre papel Canson 150g, 2020. 22,9x30,5cm. Fonte: Dante Acosta.
A terra, tinta pigmentada sobre papel Canson 150g, 2020. 22,9x30,5cm. Fonte: Dante Acosta.
A terra, tinta pigmentada sobre papel Canson 150g, 2020. 22,9x30,5cm. Fonte: Dante Acosta.
A terra, detalhe, tinta pigmentada sobre papel Canson 150g, 2019. 22,9x30,5cm. Fonte: Dante Acosta.
A terra, detalhe, tinta pigmentada sobre papel Canson 150g, 2019. 22,9x30,5cm. Fonte: Dante Acosta.
Red roots, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 101x76cm. Fonte: Dante Acosta.
Red roots, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 101x76cm. Fonte: Dante Acosta.
Red roots, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 101x76cm. Fonte: Dante Acosta.
Red roots, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 101x76cm. Fonte: Dante Acosta.
Red roots, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 101x76cm. Fonte: Dante Acosta.
Red roots, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 101x76cm. Fonte: Dante Acosta.
APRESENTAÇÃO
Quartzo verde, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 76x101cm. Fonte: Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
A presente exposição traz ao público o recorte de uma produção artística que investiga as possibilidades do desenho, em práticas realizadas nos últimos cinco anos. São ao todo dezenove trabalhos, com suportes em tela e papel e executados manualmente com canetas e tintas aquareladas – além de edições impressas originárias de desenhos em sketchbook.
Dois dos trabalhos podem ser considerados precursores da pesquisa artística aqui apresentada: o impresso em grande formato logo na entrada da mostra (Rios Mentais, realizado em papel a4 e posteriormente digitalizado e impresso ampliado), e a sequência de digitalizações do caderno de desenho, impressas e colocadas em sequência na sala 3 (Matinho). São desenhos originários da tentativa de traçar linhas em contínuo movimento sem perder o contato com a superfície desenhada (Rios Mentais) e, ao mesmo tempo, objetivando preencher totalmente a superfície escolhida com um exercício gráfico uniforme, constante, harmônico, paciente e minucioso (Matinho).
A partir destes exercícios, surgiram outros trabalhos com o mesmo pressuposto, muitos deles aqui reunidos. As representações de elementos presentes na natureza tornaram-se uma constante, oriundos de uma pesquisa mais antiga sobre a paisagem e suas relações com a arte da memória. O tema é recorrente desde os primeiros anos de pesquisa artística de Dante, que coincidem com seus primeiros trabalhos exibidos ao público. O artista, nascido em 1983 na cidade de São Borja/RS, estudou Artes Visuais na UFSM (RS), tornando-se Bacharel em 2006. Ainda em 2005, foi mapeado pelo programa Rumos Itaú Cultural (São Paulo/SP), e em 2008 apresentou a intervenção urbana Da epifania de silêncios e outras odes, selecionada via edital para o 40º Festival de Inverno da UFMG, em Diamantina/MG.
Em 2011 tornou-se mestre em Artes pela Escola de Belas Artes da UFMG. Realizou, em 2014, a exposição Frente/Verso, em Chapecó/SC; em 2016 apresentou exposição Sob o corpo/Sobre a terra nas galerias do SESC em Lages e de Joaçaba, Santa Catarina; em 2017 participou da coletiva Metanoia, na Galeria Airez, parte integrante da Bienal de Curitiba/Paraná. Paralelamente aos 15 anos de trajetória artística, trabalhou como produtor cultural e professor universitário; elaborou peças gráficas para exposições, espetáculos de teatro e performances, também assinando algumas cenografias. Alguns de seus trabalhos mais recentes estão em coleções particulares no Brasil e nos Estados Unidos. Atualmente reside em Florianópolis/SC.
Mostra com 19 trabalhos pode ser visitada gratuitamente no site da Fundação Cultural BADESC
Rios mentais, 2017. Desenho com caneta hidrográfica sobre sketchbook, digitalizado e impresso ampliado, 42x52cm. Pigmento mineral sobre papel Hahnemuhle Enhanced.
Pela primeira vez o artista Dante Acosta participa de uma exposição na Fundação Cultural BADESC, em Florianópolis. Nascido no Rio Grande do Sul e residindo atualmente na capital catarinense, o artista foi selecionado no Edital da Fundação em 2020 e apresenta de 04 de março até 08 de abril de 2021 a mostra As Coisas Distantes Parecem Menores Do Que São Na Realidade. Em virtude da pandemia do novo coronavírus, neste primeiro momento a exposição poderá ser visitada no site da Fundação – www.fundacaoculturalbadesc.com.
O artista apresenta 19 trabalhos no Espaço Fernando Beck, executados com diferentes materiais (caneta nanquim, hidrográfica, tinta acrílica, caneta de tinta pigmentada), suportes (papéis, telas) e técnicas (aquarela, digitalização e impressão), numa curadoria que propõe um recorte sobre sua pesquisa gráfica nos últimos cinco anos.
“Para possibilitar que mais pessoas tenham acesso aos trabalhos do artista, vamos seguir mantendo as exposições híbridas, ou seja, a mesma está montada na instituição e pode ser visitada no site da Fundação. E em breve, seguindo todos os protocolos, será possível realizar a visitação de maneira presencial também,” explica a arte educadora Carolina Ramos, que atua na Fundação.
Referências
Dante, que começou a esboçar a curadoria da exposição ainda em 2018, conta que sempre teve um encanto pelas ilustrações didáticas e que uma delas acabou originando o nome da mostra. A imagem em questão continha uma cena paisagística com a legenda “As coisas distantes parecem menores do que são na realidade”, que foi digitalizada em alta resolução e impressa ampliada, algo que é recorrente no trabalho do artista. Esse processo acabou influenciando e nomeando outros trabalhos, em diferentes técnicas e formatos.
Duas obras que integram a exposição podem ser consideradas precursoras da pesquisa do artista. “Rios Mentais”, que são desenhos originários da tentativa de traçar linhas em contínuo movimento sem perder o contato com a superfície desenhada e “Matinho”, digitalizações do caderno de desenho que objetiva preencher totalmente a superfície escolhida com um exercício gráfico uniforme, constante, harmônico, paciente e minucioso.
A partir destes exercícios, surgiram outros trabalhos com o mesmo pressuposto, muitos deles reunidos na exposição. As representações de elementos presentes na natureza, oriundos de uma pesquisa mais antiga sobre a paisagem e suas relações com a arte da memória, também são uma constante no trabalho de Dante.
Sobre o artista
Dante Acosta (1983) nasceu em São Borja/RS. Estudou Artes Visuais na UFSM/RS, tornando-se Bacharel em 2006. Em 2011 concluiu o curso de Mestrado em Artes pela Escola de Belas Artes da UFMG/MG. Sua produção artística engloba linguagens como a fotografia, pintura e colagem, todas envolvidas pela prática constante do desenho. Dentre suas principais atividades, destacam-se: o mapeamento pelo programa Rumos Itaú Cultural (São Paulo/SP), em 2005; a intervenção urbana “Da epifania de silêncios e outras odes”, selecionada via edital e apresentada no 40º Festival de Inverno da UFMG, em Diamantina/MG; a exposição “Frente/Verso”, realizada em 2014 em Chapecó/SC; a seleção pelo SESC para apresentar a exposição “Sob o corpo/Sobre a terra” nas galerias das unidades de Lages e de Joaçaba, em Santa Catarina em 2016; a participação na exposição coletiva Metanoia, na Galeria Airez, parte integrante da Bienal de Curitiba de 2017, no estado do Paraná.
Em paralelo aos 15 anos de trajetória artística, trabalhou também como produtor cultural e professor universitário; elaborou peças gráficas para exposições, espetáculos de teatro e performances, também assinando algumas cenografias. Alguns de seus trabalhos mais recentes estão em coleções particulares no Brasil e nos Estados Unidos. Atualmente reside em Florianópolis/SC.
Serviço: Exposição As Coisas Distantes Parecem Menores Do Que São Na Realidade do artista Dante Acosta
Os interessados em participar do Edital de Residência Artística Fundação Cultural BADESC já podem fazer as inscrições. Neste edital serão selecionados 10 artistas catarinenses ou residentes em Santa Catarina para participar de encontros, com o objetivo de aperfeiçoar e refletir sobre suas poéticas. Entre os orientadores estão Alexandre Sequeira, de Belém e Rosângela Cherem, de Florianópolis.
O resultado da seleção será divulgado no site da Fundação até 05 de abril de 2021.
Serviço: Aberto Edital Residência Artística Fundação Cultural BADESC Inscrições gratuitas até 22 de março de 2021 Informações: fundacaoculturalbadesc@gmail.com Telefone: (48) 3224-8846 Link para do edital: https://fcbadesc.dreamhosters.com/edital-residencia/
No entanto, na quarta-feira, 17, a partir das 13h será possível fazer a visitação presencial da exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea. A mostra fica em cartaz até 18 de fevereiro.
E no nosso site você pode conferir o acervo com as exposições que passaram pelo espaço.
ESPAÇO 2 | DE 22 DE OUTUBRO A 20 DE NOVEMBRO DE 2015
As artistas Maíra Dietrich e Tereza Bossler ocuparam simultaneamente o Espaço 2 da Fundação Cultural Badesc, com exposições individuais. Extremos tratou do fluxo cada vez maior de veículos nas grandes cidades, provocado pela ânsia de ocupar maior espaço em menor tempo, que faz com que os cidadãos se esqueçam de diminuir o ritmo e desacelerar. A instalação adquiriu um corpo que evocava o caráter efêmero da vida e dos objetos, a partir do vidro, perpetuando-se no meio de nós. Tereza Bossler cursa Artes Visuais na Universidade Federal do Paraná e é docente do Ensino Fundamental da Prefeitura Municipal de Piraquara (PR). A artista desmontou sua obra durante ação performática e a remontou nos Jardins da Fundação, onde permanecerá até se desintegrar.
Exposição Extremos, de Tereza Bossler.
Exposição Extremos, de Tereza Bossler.
Exposição Extremos, de Tereza Bossler.
Exposição Extremos, de Tereza Bossler.
Exposição Extremos, de Tereza Bossler.
Exposição Extremos, de Tereza Bossler.
Exposição Extremos, de Tereza Bossler.
Exposição Extremos, de Tereza Bossler.
Exposição Extremos, de Tereza Bossler.
Exposição Extremos, de Tereza Bossler.
Exposição Extremos, de Tereza Bossler.
Exposição Extremos, de Tereza Bossler.
Exposição Extremos, de Tereza Bossler.
Exposição Extremos, de Tereza Bossler.
Exposição Extremos, de Tereza Bossler.
Exposição Extremos, de Tereza Bossler.
Instalação no Jardim Extremos, de Tereza Bossler.
Instalação no Jardim Extremos, de Tereza Bossler.
Instalação no Jardim Extremos, de Tereza Bossler.
Instalação no Jardim Extremos, de Tereza Bossler.
Instalação no Jardim Extremos, de Tereza Bossler.
Instalação no Jardim Extremos, de Tereza Bossler.
APRESENTAÇÃO
Exposição Extremos, de Tereza Bossler.
O fluxo de veículos nas grandes cidades, provocado pela ânsia de ocupar maior espaço em menor tempo, faz com que muitas vezes nos esqueçamos de desacelerar o ritmo. Com isso, a velocidade muitas vezes causa um violento choque entre os dois extremos – a vida tão frágil e transitória se esvai e o vidro, com seu aspecto rígido e durável, permanece. Mesmo com a quebra não deixa de ser vidro. Ando de bicicleta diariamente em Curitiba e região. Na beira da estrada encontro constantemente objetos que ali foram descartados. Foi num desses momentos que encontrei um para-brisa quebrado. O contato do vidro com a natureza chamou minha atenção. Percebi questões como a transitoriedade da vida e dos objetos. A velocidade com que estes últimos são produzidos, consumidos e descartados entra em contraste com a durabilidade do vidro. Fatores que me fizeram ter esse material como forma de me expressar.
Não considero minhas produções esculturas, denomino-as instalações pelo seu caráter transitório. Em cada montagem a proposta adquire um corpo diferente, pois se posiciona, em forma e escala, conforme o espaço em que se insere.
Tereza Bossler
MEMÓRIA EM 4 TEMPOS APRESENTA EXTREMOS
Este mini documentário, dirigido por Eneléo Alcides, com imagens de Sandra Alves, integra o projeto Memória em 4 Tempos que registra pensamento, projetos e processos criativos de artistas selecionados para expor na Fundação Cultural Badesc.
ESPAÇO 2 | DE 22 DE OUTUBRO A 20 DE NOVEMBRO DE 2015
As artistas Maíra Dietrich e Tereza Bossler ocuparam simultaneamente o Espaço 2 da Fundação Cultural Badesc, com exposições individuais. Escrito foi uma instalação que alinhou questões do pensamento gráfico, problematizando uma simbiose entre o desenho e a escrita, representado pelo desperdício da linha que poderia ser escrita e transformada em gesto repetitivo e vazado, indicado pelo desaparecimento da página sendo rasgada. Maíra Dietrich é natural de Florianópolis e bacharel em Artes Plásticas pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Atua como colaboradora e designer da editora independente Par(ent)esis. Coordena desde 2012 o selo editorial A Missão.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich (5)
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich (5)
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
APRESENTAÇÃO
Exposição Escrito, de Maíra Dietrich.
Ao organizar as massas gráficas em força, tamanho e precisão, o gesto da escrita se difere do gesto do desenho. Escrito leva a metáfora da escrita para o campo de uma leitura ilegível, pronta para ser completada pela insistência do gesto no desenho. As variações desperdiçadas num texto que poderia vir como repetição cria no desenho a variação.
Escrito é o vão possível entre a escritura e sua legibilidade: a qualidade mimética da linguagem numa descrição que poderia transbordar da escrita e vazar para a obsessão do desenho. Com essa possibilidade infinita do trabalho, obra e ato, evidencia-se a falta de seu contorno, fazendo do desenho um gesto de selvageria regido pelo rigor da mão que o desenha. Nesse caso, a construção de um plano quase sólido, iludido pelas suas próprias questões de figura e fundo, traz aos olhares um sistema métrico ditado pelo tempo e pela presença da escritura sem autor. tal qualidade do método empregado, ferramenta e suporte, pode evidenciar o detalhe do desenho que, aqui, é parte da mesma ação que o faz estar desenhado. Talvez, nesse caso, o verbo “desenhar” possa ser a fusão quase completa dos verbos “ler” e “escrever”, parede e grafite.
TODOS OS ESPAÇOS | DE 15 DE OUTUBRO A 19 DE NOVEMBRO DE 2015
Fotos, vídeos e ações realizadas no deserto do Atacama (Chile) e na cidade de São Paulo, registram as performances em que o artista insere o próprio corpo nu na paisagem e na arquitetura e se auto fotografa. A escolha do enquadramento, da abertura bem como velocidade do obturador e a posição em que seu corpo se coloca no espaço da sombra, se deram em função da busca da produção de uma verdade apresentada: formada por crenças e hábitos, que após confrontada, ilumina o universo da dúvida, composto do conhecimento mais a dúvida versus o confronto, o que origina uma verdade. Sérgio Adriano H é natural de Joinville, vive, estuda e produz nas cidades de Joinville e São Paulo. Artista visual de múltiplas linguagens, integra o Grupo P.S, com a artista Priscila dos Anjos. É formado em Artes Visuais pela Universidade da Região de Joinville (Univille) e é mestrando em Filosofia da Arte e Semiótica, na Faculdade São Bento.
Exposição A dúvida da verdade, de Sérgio Adriano H.
Exposição A dúvida da verdade, de Sérgio Adriano H.
Exposição A dúvida da verdade, de Sérgio Adriano H.
Exposição A dúvida da verdade, de Sérgio Adriano H.
Exposição A dúvida da verdade, de Sérgio Adriano H.
Exposição A dúvida da verdade, de Sérgio Adriano H.
Exposição A dúvida da verdade, de Sérgio Adriano H.
Exposição A dúvida da verdade, de Sérgio Adriano H.
Exposição A dúvida da verdade, de Sérgio Adriano H.
Exposição A dúvida da verdade, de Sérgio Adriano H.
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Exposição A dúvida da verdade, de Sérgio Adriano H.
Exposição A dúvida da verdade, de Sérgio Adriano H.
Exposição A dúvida da verdade, de Sérgio Adriano H.
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CONSTRUTOR DE VERDADES
Exposição A dúvida da verdade, de Sérgio Adriano H.
Exposição A dúvida da verdade, de Sérgio Adriano H.
O Projeto A Dúvida da Verdade consiste em ações realizadas no deserto do Atacama e na cidade de São Paulo, onde o artista insere o próprio corpo nu na paisagem e na arquitetura e se auto fotografa, por meio de um dispositivo móvel, depois confronta essas duas realidades e a partir desse estudo propõe exposições/ações. A escolha do enquadramento, da abertura e da velocidade do obturador; a posição em que seu corpo se coloca no espaço da sombra; e o conceito curatorial; se dão em função da busca da produção de uma Verdade Apresentada, formada por crenças e hábitos, que após confrontada, ilumina o Universo da Dúvida, que é composto do conhecimento mais a dúvida versus o confronto, o que origina uma verdade.
Sergio Adriano H. busca resposta no olhar apurado do espectador para esse dilema existencial. Enquanto imerge na natureza e na sua própria natureza, desvela por meio da dialética da imagem, o espaço e o tempo, numa confrontação do EU, espelho da alma, com o Eu, reflexo do meio em que habita. Em que corpo reside a verdade? No corpo-espaço, corpo-mente, corpo-signo, corpo-tempo, corpo-espírito, corpo-olhar? Seria essa verdade única?
Ao esculpir a natureza por meio do olhar fotográfico, Sergio Adriano H. apresenta um fato que se constitui numa ação. Não é o registro da paisagem ou da arquitetura, mas a apresentação delas. Sua questão não é a fotografia, mas o que tem nela – o antes e o depois. Não propõe um ponto final, mas sim, um pensar sobre o apresentado. Sua fotografia enquanto filosofia é imbuída de signo e permeada de significância. Faz com que o espectador saia da passividade e mergulhe no olhar minucioso dos detalhes, enquanto poética, e provoca uma reação frente a ação outrora realizada desde o início do projeto. Parte do pressuposto que uma ação ocasiona uma reação e transforma-se em um ciclo.
Não é discutir a montanha ou a arquitetura, mas sim tudo que determina essa caminhada ou construção.
Franzoi | Curador
REGISTRO DA PERFORMANCE VERDADE 1000 VEZES REPETIDA SE TORNA VERDADE
Registro da Performance Verdade 1000 vezes repetida se torna verdade, em outubro de 2015, em frente a Catedral Metropolitana de Florianópolis.
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ESPAÇO FERNANDO BECK | DE 23 DE JULHO A 09 DE AGOSTO DE 2015
A maioria das nove instalações de Epifânicas se aproxima do habitat onde a artista mora – o interior da Ilha de Santa Catarina – apresentando elementos da flora nativa como é o caso da embiruçu e da sibipiruna, de onde são extraídos materiais para confecção das obras. É por meio destes materiais naturais em suportes de metal, madeira e seda que a artista explorou as escrituras dos profetas maiores, fazendo coexistir etéreo e terreno numa concepção expandida do tempo. A exposição parte de tecidos, objetos, instalações, desenhos e tramas criados, a princípio para uma proposição performática pensada a partir de leituras e reelaborações sobre textos bíblicos e mitologia, que referencia plástica e metaforicamente a presença de deuses e santos, musas e anjos. Clara Fernandes nasceu em São Paulo, estudou na faculdade de Psicologia da PUC/SP e na Escola de Comunicações e Artes da USP. Vive e trabalha em Florianópolis desde 1983.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes (6)
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes (6)
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Plano, 2015. Paina de embiruçu e craft sobre trama de poliéster e palha de seda, 150x240x2cm.
Plano, 2015. Paina de embiruçu e craft sobre trama de poliéster e palha de seda, 150x240x2cm.
Manto, 2010. Trama em linho, poliéster e mink, 150cm circular e 250cm de altura.
Manto, 2010. Trama em linho, poliéster e mink, 150cm circular e 250cm de altura.
Derramados, 2015. Trama em metal e paina de embiruçu, 110x10x10cm cada.
Derramados, 2015. Trama em metal e paina de embiruçu, 110x10x10cm cada.
Livro, 2015. Livro de desenhos sobre suporte de madeira. 60x120x30cm.
Livro, 2015. Livro de desenhos sobre suporte de madeira. 60x120x30cm.
Vestal, 2013. Trama em metal, seda e gesso, 80x290x80cm.
Vestal, 2013. Trama em metal, seda e gesso, 80x290x80cm.
Chalavar, 2013. Trama de metal e poliéster, galhos e sementes de sibipirulina e aro de ferro, 100cm circular e 270cm de altura.
Chalavar, 2013. Trama de metal e poliéster, galhos e sementes de sibipirulina e aro de ferro, 100cm circular e 270cm de altura.
Madona, 2015. Trama em metal e sede sobre suporte em madeira, 55x100x50cm.
Madona, 2015. Trama em metal e sede sobre suporte em madeira, 55x100x50cm.
Morfose, 2015. Linho, metal, gesso, galhos de videira e barba de velho (Tlandsya, bromélia), 80x80x170cm.
Morfose, 2015. Linho, metal, gesso, galhos de videira e barba de velho (Tlandsya, bromélia), 80x80x170cm.
APRESENTAÇÃO
Exposição Epifânicas, de Clara Fernandes.
Através de uma série de objetos e tramas, nesta exposição surge uma compreensão de tempo em que coexistem efêmero e perene, presença e vestígio como atributos paradoxais.
O sentido de verticalidade, leveza e flutuação permite que uma presença divinal ou proximidade celeste se insinue. Proveniente de um conjunto de leituras e reelaborações sobre textos bíblicos e de mitologia, a artista referencia plástica e metaforicamente a presença de deuses e santos, musas e anjos.
Se a noção de Epifania como revelação valeu para os chamados reis magos que, seguindo uma estrelas, chegaram ao deus menino, também parece valer ainda para o mais comum e falível dos mortais que busca seguir a estrela de seu destino, embora não saiba bem qual direção tomar e o porquê da empreitada.
Num tempo movido a insignificâncias hipervalorizadas, vulgaridades e banalidades midiáticas, a revelação epifânica não poderia ser pensada também como uma projeção do desejo que nos projeta para longe das nossas garantias? E não seria esse, afinal, o encontro que espera o espectador diante das obras de Clara Fernandes?
ESPAÇO FERNANDO BECK | DE 18 DE JUNHO A 17 DE JULHO DE 2015
O aspecto de crônica presente no trabalho apresentado expressa a singularidade do autor, que enfatiza uma dimensão narrativa e irônica das imagens e textos. Augusto Benetti é formado em Artes Plásticas pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Sua formação, produção e atuação como artista se dá em Florianópolis. Seu trabalho é focado no desenho e seus desdobramentos com vídeos, objetos e instalações.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
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Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
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Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
APRESENTAÇÃO
Exposição Taxidermia, de Augusto Benetti.
1. Vadiagem, vagabundagem, perambulação. Estar no mundo sem propósito. Tal modalidade de existência permite perceber as coisas em sua irremediável
incompletude: fragmentos, restos, lascas que serão, ao mesmo tempo, resguardados e expostos em sua radical parcialidade por meio de um receptáculo.
2. Tais receptáculos não são como as molduras, pedestais ou altares que elevam o ordinário à arte ou ao divino. Tampouco é profanação. Aqui os objetos são arranjados em sua igualitária indignidade. Protegidos pelo receptáculo
eles podem ser distribuídos em um ordenamento sem hierarquia submetido apenas a um desejo errante. Molduras negras são receptáculos. Nada a elevar, nada a dignificar.
3. Tal como a equivalência entre uma mão e um mamão, a fonte do humor vem da exterioridade, da aparência, da homofonia. O branco da página de caderno constitui-se como suporte de aproximações ridículas, impróprias.
4. Taxidermia: sem conteúdo, o que resta é a dar-se à exposição, a superfície, a pele é soberana.
5. Os fluxos são refluxos. Fronteiras friáveis fazem do sujeito um fluxo contínuo em que tudo é alimento e, simultaneamente, dejeto e desejo.
6. Sem etiquetas: não há chaves de leitura.
7. Encontrar o vil na origem da própria nobreza.
Ana Lucia Vilela | Curadora
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VISITAÇÃO E CONTATO
SEGUNDA A SEXTA | 13 ÀS 19H* Todas as atividades são gratuitas.