Confira como visitar a Fundação Cultural BADESC

A Fundação adotou as medidas necessárias para que a sua visita seja segura. Contamos com você para manter o ambiente preservado.
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A visitação será de terça a sábado, das 13 às 18h.
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A visitação terá um limite de no máximo 5 pessoas por vez. Aguarde na faixa ao chegar. Sua temperatura será aferida. Utilize álcool em gel.
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Procure não tocar nos corrimãos, portas, mesas e outros objetos. Use corretamente a máscara facial durante todo o período em que estiver na Fundação.
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Fique a uma distância segura de outros visitantes. Nosso folder da programação foi substituído para versões digitais. Os Cursos e o Cineclube permanecem suspensos por enquanto.
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Visita Segura

PARAGENS, de Manuela CostaLima

15 07 02 EXPOSIÇÃO - PARAGENS, Manuela CostaLima (28)B

PARAGENS

MANUELA COSTALIMA

ESPAÇO 2 | DE 02 DE JULHO A 31 DE JULHO DE 2015

A artista paulistana tem no caminhar o ponto de partida de grande parte de seus trabalhos. E foi no caminhar pela orla de Florianópolis que ela coletou pedras que formaram o conjunto de Paragens. As pedras foram gravadas com as coordenadas dos lugares de onde foram tiradas. Junto às pedras dispostas no chão foi instalado o Geopantone, uma escala de cores obtidas por imagens do Google Street View. Nesse caminho virtual pelo computador o olhar se concentra na linha do horizonte, lugar de repouso, paragem do olhar. A partir de aproximações máximas dessas imagens obtêm-se os planos de cor que compõe a sequência. Manuela CostaLima artista visual formada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo, onde vive e trabalha.

Paragens, 2015. Gravações sobre pedras marinhas, dimensões variáveis.
Paragens, 2015. Gravações sobre pedras marinhas, dimensões variáveis.
Geopantone II Florianópolis - Florianópolis, 2014. Ampliações fotográficas, 20x30x0,3cm cada.
Geopantone II Florianópolis - Florianópolis, 2014. Ampliações fotográficas, 20x30x0,3cm cada.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
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Paragens, 2015. Gravações sobre pedras marinhas, dimensões variáveis.
Paragens, 2015. Gravações sobre pedras marinhas, dimensões variáveis.
Geopantone II Florianópolis - Florianópolis, 2014. Ampliações fotográficas, 20x30x0,3cm cada.
Geopantone II Florianópolis - Florianópolis, 2014. Ampliações fotográficas, 20x30x0,3cm cada.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Paragens, de Manuela CostaLima. Exposição Paragens, de Manuela CostaLima.

Para alguns artistas, a criação acontece durante percursos em paisagens distantes, cidades ou mesmo em suas próprias casas. É na cidade e a partir dela, que Manuela CostaLima constrói ações, histórias, imagens. Suas intervenções revelam as características do espaço como um lugar de encontros e afetos, de símbolos e coletividade. O cotidiano é sua fonte e ao caminhar a artista reage a automatismos em uma busca por situações que marquem sua experiência e a façam manter um olhar estrangeiro. Seu corpo afeta o mundo e é por ele afetado. Em seus percursos a artista joga com as tensões sociais e culturais, ressignifica espaços e reforça a importância da poesia.

Paragens, título dado a esta exposição, remete à ideia de parada, ao ato de deter-se. Mas também traz outro significado: de locais do mar propícios à navegação. Em suas obras, a artista traça percursos pela orla de Florianópolis e os contrapõe à caminhadas virtuais no mesmo lugar pelo Google street view.

Em Geopantone II: Florianópolis – Florianópolis, ela completa uma volta pela
ilha a partir da tela do seu computador. No percurso, captura cenas, que são ampliadas na região da linha do horizonte até se tornarem planos únicos de cor. Já em Paragens, a artista coleta pedras encontradas durante suas caminhadas em torno da ilha. Nelas inscreve as coordenadas do local de onde foram tiradas e as transporta para o espaço expositivo.

Em conjunto, os trabalhos mapeiam os percursos e os pontos onde a artista se deteve por alguns instantes. Apresentam registros de encontros fortuitos, que tornam visível uma reconstrução afetiva da caminhada, mas o percurso em si permanece invisível. Registros que ressaltam pontos do ambiente que adquirem memória, distinguindo-se dos demais.

Isabella Lenzi

MEMÓRIA EM 4 TEMPOS APRESENTA PARAGENS

Este mini documentário, dirigido por Eneléo Alcides, integra o projeto Memória em 4 Tempos que registra pensamento, projetos e processos criativos de artistas selecionados para expor na Fundação Cultural Badesc.

VEJA MAIS

SOB O PREÇO DA CARNE, de Jenny Granado

15 08 06 EXPOSIÇÃO - SOB PREÇO DA CARNE, Jenny Granado (28)

SOB O PREÇO DA CARNE

JENNY GRANADO

ESPAÇO 2 | DE 06 DE AGOSTO A 11 DE SETEMBRO DE 2015

Selecionada na categoria Primeira Individual do Edital 2015 da Fundação Cultural Badesc, a proposta da artista acompanha o movimento dos seus projetos, que giram em torno das diversas manifestações políticas do corpo e reinterpretações de conceitos como pornografia, violência e gênero. Sob o preço da carne tece inflexões no que não está exposto, no que diz respeito ao outro/outra/outrem e como nos posicionamos como expectadores do nosso próprio dia a dia frente à descarga diária de informações provenientes principalmente dos meios de comunicação televisivos. Jenny nasceu em Uruana (GO), é formada em Artes Visuais pela Udesc, vive e trabalha na Cidade do México (México).

Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
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Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Sob o preço da carne, de Jenny Granado.

A “Zona de Ataque” e a “Zona de Defesa” são um decantado da vida presente: evento em que as esferas do universal e do particular foram separadas num corte, e colocadas uma diante da outra de forma superconcentrada [uma ferida mantida aberta].

A voltagem que emerge dessa diferença de potencial faísca em todas as direções, e um passo dado à esquerda ou à direita do X pode transformar agressor em vítima, acusador em réu. E em quem arrisca uma posição instável? Na qual as categorias determinadas pelo senso pervertido da justiça se arranham e entrechocam; como em um tabuleiro ou numa manifestação. Situações onde ambos os lados são oponentes, se atacam e se defendem num único lance.

Para desconfiar de toda posição, de qualquer imagem, ajuda ter em mente diversos aspectos discriminatórios do termo “Zona”. “Zonas” que vão desde das de prostituição espalhadas pelas cidades, às zonas leste, oeste, norte e sul com que são segmentadas pelas prefeituras; e mesmo o verbo “zonear” significando fazer bagunça, arruaça, sair do controle.

Se dermos um passo pra dentro cruzamos o batente: mas não antes de toparmos um sólido taco de madeira. Com extremidade abaulada e empunhadura… Priapo, deus romano da fertilidade, tinha estátuas à sua semelhança colocadas nos jardins, à entrada das casas, ameaçando os assaltantes com um gigantesco falo rígido; e pra não desagradar o deus, o mortal devia fazer um carinho no órgão enquanto passava.

Detrás destas zonas de segurança e insegurança estaria a violência sistêmica necessária à manutenção das sociedades de consumo. A transição vertiginosa do mais exterior [mundo dividido por infinitas zonas de conflito] para o mais interior [sala de estar pequeno burguesa] não é sem consequências. Ali também dois campos de força se contrapõe, esmagando as personagens apanhadas no movimento.

Bruno Braga

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Reabertura Fundação Cultural BADESC

A Fundação Cultural BADESC retoma as atividades presenciais internas seguindo as novas diretrizes governamentais.

A Fundação Cultural BADESC retoma as atividades presenciais internas seguindo as novas diretrizes governamentais.

Em breve, comunicaremos ao público os critérios e condições para visitação das exposições, bem como data de reabertura.

VOLVER, de Odete Calderan

Inventário de terras, 2014. Mesa, caixa, frascos de vidro com terras, placa de cerâmica e livro de fotografias, dimensões var

VOLVER

ODETE CALDERAN

CURADORIA DE CLAUDIA ZIMMER

ESPAÇO FERNANDO BECK | 09 DE ABRIL A 07 DE MAIO DE 2015

Vídeos, cerâmica, objetos e instalações abordam o ato e a prática de mexer ou revirar a terra e propõe diálogos e reflexões devido a singularidades dos lugares de coleta, implicando um olhar diferente sobre o cotidiano, fazendo o expectador pensar situações ou objetos em meio a deslocamentos. Odete Calderan é de Sananduva (RS), graduada em Desenho e Plástica pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), especialista em Design para Estamparia e mestre em Artes Visuais com ênfase em Arte Contemporânea, ambas pela UFSM. É professora no curso de Artes Visuais e Design de Produto da Unesc, em Criciúma (SC), onde reside.

Terra em bloco, 2015. Concreto com receptores de terra em cerâmica terracota e terras, dimensões variadas.
Terra em bloco, 2015. Concreto com receptores de terra em cerâmica terracota e terras, dimensões variadas.
Inventário de terras, 2014. Mesa, caixa, frascos de vidro com terras, placa de cerâmica e livro de fotografias, dimensões variadas.
Inventário de terras, 2014. Mesa, caixa, frascos de vidro com terras, placa de cerâmica e livro de fotografias, dimensões variadas.
Terra Esfera, 2014-2015. Cerâmica, roldana e prumo, dimensões variadas.
Terra Esfera, 2014-2015. Cerâmica, roldana e prumo, dimensões variadas.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
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Terra em bloco, 2015. Concreto com receptores de terra em cerâmica terracota e terras, dimensões variadas.
Terra em bloco, 2015. Concreto com receptores de terra em cerâmica terracota e terras, dimensões variadas.
Inventário de terras, 2014. Mesa, caixa, frascos de vidro com terras, placa de cerâmica e livro de fotografias, dimensões variadas.
Inventário de terras, 2014. Mesa, caixa, frascos de vidro com terras, placa de cerâmica e livro de fotografias, dimensões variadas.
Terra Esfera, 2014-2015. Cerâmica, roldana e prumo, dimensões variadas.
Terra Esfera, 2014-2015. Cerâmica, roldana e prumo, dimensões variadas.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
Exposição Volver, de Odete Calderan.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Volver, de Odete Calderan.

No verbo que dá nome a esta exposição, encontra-se implícita a ação de ir, já que ele, em si, designa a volta. Nesse vai e vem, movimentos descontínuos, amalgamados, entrecortados e sobrepostos apresentam misturas que trazem à tona a troca. Mas esta não se dá apenas quando Odete manuseia determinada matéria, tampouco está unicamente nos trabalhos colaborativos que desenvolve. Trata-se, também, de observar a importância das relações estabelecidas no interior de um processo artístico em constante refazer. A partir de um jogo pendular – que tensiona pares como peso e leveza, firme e frágil, forma e disforme – a produção aqui apresentada evidencia, com vigor, constantes gestos de escavar, perfurar, amoldar e preencher, nascentes da inquietude de um fazer sempre às voltas com a terra.

Claudia Zimmer | Curadora

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Mais de 50 atividades virtuais foram promovidas pela Fundação Cultural BADESC em 2020

Ao longo do ano foram realizadas lives de cursos e aulas sobre artes e assuntos afins, além de exposições e debates do Cineclube

Exposição Virtual Reabitar. Projeção de retratos de Radilson Carlos Gomes. Crédito: Eneléo Alcides/Divulgação

Como uma alternativa de seguir promovendo atividades gratuitas, durante o período de isolamento social, em virtude da Covid-19, a Fundação Cultural BADESC realizou desde o mês de março de 2020, mais de 50 eventos de maneira online. É que em função dos decretos a visitação ao público no espaço que fica no Centro de Florianópolis, foi suspensa.

“Apesar do fechamento temporário dos espaços culturais, a Fundação está mantendo uma extensa programação, movimentando o circuito das artes visuais, promovendo debates no cineclube e disponibilizando cursos e palestras. Tudo de forma virtual e gratuita”, destaca o diretor geral da Fundação, Eneléo Alcides.

Entre as atividades promovidas, estão aulas abertas, encontros e cursos online com professores, mestres e doutores em artes e demais áreas. Ao todo, foram 20 eventos assim e que tiveram a parceria da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), Museu da Escola Catarinense (MESC/UDESC), Cátedra Unesco, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Laboratório de Imagem e Som (LIS/UDESC).

Além disso, foi realizada entre os dias 4 a 25 de junho uma exposição inédita coordenada pelo diretor geral Eneléo Alcides em parceria com o fotógrafo Radilson Carlos Gomes. Denominada Reabitar, a mostra apresenta registros de alguns dos retratos que compuseram a exposição Floripa em 3×4. Os mesmos foram projetados nas dependências do casarão e esses registros podem ser vistos nas redes sociais e no site da Fundação.

O Cineclube Fundação Cultural BADESC, desde que foi inaugurado é considerado um espaço democrático, eclético e frequentado por quem ama a sétima arte. E para seguir dessa maneira, a cineasta e curadora do Cineclube, Vanessa Sandre, remodelou a programação e o público pode assistir em casa, de maneira gratuita os filmes e na sequência participar de debates virtuais.

Foram ao todo 25 transmissões pelo canal do YouTube da Fundação em parceria com a Sessão Gênero e Alteridades, África no Cinema e Psicanálise vai ao Cinema.

Ainda em 2020, através de vídeos, foram apresentadas as exposições Retratos Fantásticos, de Carol Krügel e Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff, que foram contempladas pelo Edital 2020. As mostras vão ter as datas divulgadas assim que o espaço puder receber visitação.

Desde o dia 12 de dezembro até final de janeiro de 2021, a Fundação apresenta a exposição do Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020, realizado em parceria com a Aliança Francesa de Florianópolis. A mostra pode ser visualizada neste link: www.fundacaoculturalbadesc.com/premio-af-de-arte-contemporanea-2020.

A programação completa está disponível no site – www.fundacaoculturalbadesc.com, que foi recentemente reformulado, bem como nas redes sociais: Fundação Cultural BADESC, no Facebook e @fundacaobadesc, no Instagram.

Recesso e acervo virtual

A Fundação Cultural BADESC estará em recesso de 24 de dezembro de 2020 a 4 de janeiro de 2021. Neste período o público pode acessar www.fundacaoculturalbadesc.com/acervovirtual e conferir as exposições virtuais.

AUTORRETRATO, de Lilian Barbon

LiliBarbon_Sofa

AUTORRETRATO

LILIAN BARBON

ESPAÇO 2 | DE 28 DE MAIO A 26 DE JUNHO DE 2015

Partindo de pesquisa práticas e teóricas sobre a autorrepresentação fotográfica, a artista busca refletir sobre sua própria imagem, utilizando a fotografia como suporte e o seu corpo como elemento estético. Lilian Barbon é artista visual e fotógrafa. Mestre e bacharel em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e especialista em Fotografia pela Universidade Estadual de Londrina (PR).

Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Autorretrato (detalhe). Fonte Lilian Barbon - Cópia
Autorretrato (detalhe). Fonte Lilian Barbon - Cópia
Autorretrato. Fonte Lilian Barbon
Autorretrato. Fonte Lilian Barbon
Desdobramentos #1. Fonte Lilian Barbon
Desdobramentos #1. Fonte Lilian Barbon
Dinamismos #1. Fonte Lilian Barbon
Dinamismos #1. Fonte Lilian Barbon
Dinamismos #2. Fonte Lilian Barbon
Dinamismos #2. Fonte Lilian Barbon
Sofá #1. Fonte Lilian Barbon
Sofá #1. Fonte Lilian Barbon
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Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.
Autorretrato (detalhe). Fonte Lilian Barbon - Cópia
Autorretrato (detalhe). Fonte Lilian Barbon - Cópia
Autorretrato. Fonte Lilian Barbon
Autorretrato. Fonte Lilian Barbon
Desdobramentos #1. Fonte Lilian Barbon
Desdobramentos #1. Fonte Lilian Barbon
Dinamismos #1. Fonte Lilian Barbon
Dinamismos #1. Fonte Lilian Barbon
Dinamismos #2. Fonte Lilian Barbon
Dinamismos #2. Fonte Lilian Barbon
Sofá #1. Fonte Lilian Barbon
Sofá #1. Fonte Lilian Barbon
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APRESENTAÇÃO

Exposição Autorretrato, de Lilian Barbon.

Desmistificar a relação da fotografia com o real. Criar novos mundos, novos corpos, novas situações. Atravessar todo o ato fotográfico com meu corpo e meus sentidos, na tentativa de elucidar meu lugar no mundo. Mundo este cada vez mais de aparências e incertezas.

Nesta reflexão sobre minha própria imagem, utilizo a fotografia como suporte e o meu corpo como elemento estético, criando séries de autorretratos onde a fotografia aparece como uma espécie de espelho manuseável, no qual é possível criar e recriar meu próprio corpo, deformando-o, multiplicando-o, fragmentando-o.

Através de idas e vindas pela câmera escura, onde o ato fotográfico encontra-se estirado, alongado, sou ao mesmo tempo fotógrafa e fotografada. Torno-me criadora e criatura de minhas imagens e também, deformadora de meu próprio Self.

Lilian Barbon

VEJA MAIS

DISABILITY, de Adriana Maria dos Santos

15 02 05 EXPOSIÇÃO - DISABILITY, Adriana dos Santos (19)

DISABILITY

ADRIANA MARIA DOS SANTOS

ESPAÇO 2 | DE 05 DE FEVEREIRO A 06 DE MARÇO DE 2015

Buscando relacionar os estados do corpo, o trabalho da artista se constitui sobre a deficiência e tensão entre os meios externos e internos, relacionando as mutilações com os estados da alma e trabalhando com a impotência do corpo em ser completo, ou seja, aceitar a fragmentação como potência. Disability, cujo título deu nome à proposta de doutorado de Adriana, além de repensar a ação do corpo e a dissolução dos sentimentos, apresenta figuras da iconografia pop que retratam de forma diferenciada a leitura do corpo transgressor. A artista nasceu em Rio do Sul (SC) e tem doutorado em teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Mora em Florianópolis, é artista plástica e professora do Centro de Artes da Udesc.

Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos. Exposição Disability, de Adriana Maria dos Santos.

O percurso da proposta intitulada Disability e do que este conjunto de trabalhos trata, inicia nas relações do corpo com o estado de fragilidade e tensão em que a mutilação externa [membros faltantes] e interna [estados da alma] sugere para o uso de próteses aos quais são apresentados como via de reflexão do que intitulo corpo transgressor.

Desde a finalização de tese doutoral cujo título dá o nome a esta proposta, Disability ou Samuel Beckett e a pintura, o corpo vem sendo repensado em meu trabalho como meio de dissolução de sentimentos e humores traduzidos pela ação de vomitar ou expelir através da boca, linhas e manchas que remetem a sentimentos afetivos mal digeridos ou que já não possuem condição de serem controlados.

A imagem do punk ou de figuras da iconografia pop são escolhas cuja estética interessa como parte da leitura do corpo transgressor, assim como já foram considerados em propostas anteriores, os deficientes físicos e mentais. Há uma atração forte nesse apelo estético que objetiva a ênfase na negação de mecanismos de controle, assim como na potência do ato impuro no âmbito social do vomitar, este traduzido como emblema de uma impotência do corpo em digerir, isto é, aceitar.

A asa surge como elemento de uma ficção, trata-se de pensa-la como prótese, recurso do imaginário para supostamente propor uma saída, considerando que no corpo há a recusa, estas asas sugerem uma possibilidade de fuga, de cura e/ou de sublimação do fracasso como condição redentora.

Adriana Maria dos Santos

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