Relações entre pandemia, tecnologia e racismo são assuntos de live promovida pela Fundação Cultural BADESC

Marcado para o dia 25 de novembro, o encontro virtual conta com a participação da professora doutora Jamile Borges

Marcado para o dia 25 de novembro, o encontro virtual conta com a participação da professora doutora Jamile Borges

A professora doutora Jamile Borges é a convidada do encontro virtual promovido pela Fundação Cultural BADESC na quarta-feira, dia 25 de novembro. A partir das 19h30, a convidada vai falar sobre o tema Pandemia, racismos e algoritmos discriminatórios. O intuito é fazer uma reflexão sobre a ideia de algoritmos discriminatórios, com foco no período de pandemia. Além disso, Jamile vai falar sobre como a injustiça e a desigualdade encontram meios para se disseminar e, como tal qual o vírus, tem alto poder de contágio.

Para acompanhar a transmissão, que será pela Plataforma Microsoft Teams, basta acessar o link: http://bit.ly/encontrosvirtuaisfcb no dia do encontro.

A live integra a série de encontros virtuais gratuitos A história entre imagens e sons, que seguem até 16 de dezembro. Os encontros são sempre nas quartas-feiras, a partir das 19h30 e são uma parceria com o Laboratório de Imagem e Som e o Programa de Pós-Graduação em História da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), com coordenação do Prof. Dr. Rogério Rosa.

Sobre Jamile Borges

É antropóloga e coordena o Programa de Pós-Graduação em estudos étnicos e africanos da Universidade Federal da Bahia (UFBA), onde também leciona. Desenvolve pesquisas sobre África contemporânea e suas interfaces com as tecnologias da memória e produção de narrativas em torno das populações afrodiaspóricas.

Sobre Rogério Rosa

Professor do ensino superior desde 2001, Rogério Rosa atualmente leciona na Udesc, credenciado como docente de História e vice coordenador do Programa de Pós-Graduação em História do Tempo Presente. Eleito presidente da ANPUH-SC (Associação Nacional de História seção Santa Catarina) para gestão de 2018-2020 e Membro do Corpo Editorial como Editor da Seção Fonte da Revista História, Ciências, Saúde – Manguinhos para os anos 2019-2022, atualmente coordena o Laboratório de Imagem e Som (LIS) da FAED/UDESC. 

Desenvolve pesquisas na área de história e cultura política e visual, relações entre história e literatura, história da historiografia e movimentos sociais. Suas pesquisas tem como foco conflito rebelde ocorrido no sul do Brasil conhecido como Guerra do Contestado. 

Serviço: Encontro virtual Pandemia, racismos e algoritmos discriminatórios, com a profª drª Jamile Borges

Data: 25 de novembro – quarta-feira
Horário: 19h30
Local: Plataforma online Microsoft Teams (http://bit.ly/encontrosvirtuaisfcb)

Artista catarinense Juliana Hoffmann é tema de palestra gratuita promovida pela Fundação Cultural BADESC

Encontro que acontece no dia 18 de novembro terá a participação da artista, pesquisadora e doutoranda em Artes Visuais, Luciana Knabben

Encontro que acontece no dia 18 de novembro terá a participação da artista, pesquisadora e doutoranda em Artes Visuais, Luciana Knabben. Crédito: Divulgação.

Na quarta-feira, dia 18 de novembro, a artista, pesquisadora e doutoranda em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), Luciana Knabben, participa do encontro virtual gratuito promovido pela Fundação Cultural BADESC.

Nesta edição, Luciana vai falar sobre a artista catarinense Juliana Hoffmann. A palestra, que será transmitida a partir das 19h30 pela Plataforma Microsoft Teams, pode ser acessada no dia neste link: http://bit.ly/encontrosvirtuaisfcb.

Nascida em Concórdia, no Meio-Oeste de SC e atualmente residindo em Florianópolis, para Juliana Hoffmann a natureza não é um simples entorno ou fonte inesgotável de recursos para serem explorados e a espécie humana é somente uma pequena parte de um planeta com diferentes espécies e reinos. Sem deflagrar uma causa ou bandeira que se sobrepõe ao pensamento plástico, destaca em seus trabalhos diferentes vínculos entre os seres viventes. 

Na exposição Exprimível do Vazio, ocorrida na Fundação Cultural BADESC, em 2017, Juliana deu visibilidade à ação das traças e cupins, remetendo ao fato de que há mais engenhosidade nestes insetos do que percebe nosso vão antropocentrismo. Já na exposição Sobre Viventes, apresentada em 2019, na Galeria Helena Fretta, abordou um sistema vegetal que sobrevive sob risco de extinção. Na exposição Florestas, apresentada no Instituto Meyer Filho, em Florianópolis, como parte da Bienal de Curitiba 2019, trouxe trabalhos mais experimentais e problematizou os limites da vida orgânica e a heterogeneidade em um mundo no qual a solidez dos corpos se dissipa e afeta os diferentes modos de existência.

O encontro online integra o projeto A história entre imagens e sons, que é uma parceria com o Laboratório de Imagem e Som e o Programa de Pós-Graduação em História da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Com coordenação do Prof. Dr. Rogério Rosa, os eventos virtuais seguem até o dia 16 de dezembro.

Próximo encontro

No dia 25 de novembro a professora doutora Jamile Borges é a convidada do encontro virtual. Ela vai falar sobre o tema Pandemia, racismos e algoritmos discriminatórios. O intuito é fazer uma reflexão sobre a ideia de algoritmos discriminatórios, com foco no período de pandemia. Além disso, Jamile vai falar sobre como a injustiça e a desigualdade encontram meios para se disseminar e, como tal qual o vírus, tem alto poder de contágio.

Sobre Luciana Knabben

Nascida em Blumenau, 1978. Formada em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis/SC (2001). Formada em Bacharelado em Pintura e Gravura na Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis/SC (2006). Pós-graduada em Linguagens Visuais Contemporâneas, na Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis/ SC (2003). Mestre em Teoria e História da Arte, na Universidade do Estado de Santa Catarina (2015). Doutoranda em Teoria e História da Arte, na Universidade do Estado de Santa Catarina. Vive e trabalha em Balneário Camboriú – SC.  

Sobre Rogério Rosa

Professor do ensino superior desde 2001, Rogério Rosa atualmente leciona na Udesc, credenciado como docente de História e vice coordenador do Programa de Pós-Graduação em História do Tempo Presente. Eleito presidente da ANPUH-SC (Associação Nacional de História seção Santa Catarina) para gestão de 2018-2020 e Membro do Corpo Editorial como Editor da Seção Fonte da Revista História, Ciências, Saúde – Manguinhos para os anos 2019-2022, atualmente coordena o Laboratório de Imagem e Som (LIS) da FAED/UDESC. 

Desenvolve pesquisas na área de história e cultura política e visual, relações entre história e literatura, história da historiografia e movimentos sociais. Suas pesquisas tem como foco conflito rebelde ocorrido no sul do Brasil conhecido como Guerra do Contestado. 

Serviço: Encontro virtual sobre Juliana Hoffmann, entornos

Data: 18 de novembro – quarta-feira
Horário: 19h30
Local: Plataforma online Microsoft Teams (http://bit.ly/encontrosvirtuaisfcb)
Participação gratuita

MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA, de Sheila Ortega

16 07 21 MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA, Sheila Ortega - exposição (2)

MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA

SHEILA ORTEGA

ESPAÇO FERNANDO BECK | 21 DE JULHO A 25 DE AGOSTO DE 2016

Uma fração do ambiente doméstico é deslocada de sua situação original para adquirir um novo significado: desenvolvimento de um pensamento sustentado no conceito de natureza-morta e estudo de composição na tradição da pintura. Sobressai a ideia de colecionar o que não se coleciona: a memória do acúmulo. Sheila Ortega é graduada em Artes Plásticas e mestre em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista. Natural de São Paulo/SP, é docente da Faculdade Paulista de Artes e do Centro Universitário Metropolitano de São Paulo.

#13, da Série ao alcançe da mão, 2016. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
#13, da Série ao alcançe da mão, 2016. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
#8, da Série ao alcançe da mão, 2014. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
#8, da Série ao alcançe da mão, 2014. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
#11, da Série ao alcançe da mão, 2015. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
#11, da Série ao alcançe da mão, 2015. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
Habitação #2, 2013. Vídeo, 13'24"
Habitação #2, 2013. Vídeo, 13'24"
Habitação #4, 2014. Vídeo, 11'30"
Habitação #4, 2014. Vídeo, 11'30"
Instalação Pequenos Acúmulos #6, da série Ao alcance da mão 2016. Ferro, alumínio, madeira, cerâmica, vidro, tecido, papelão, sisal e plástico, dimensões variáveis.
Instalação Pequenos Acúmulos #6, da série Ao alcance da mão 2016. Ferro, alumínio, madeira, cerâmica, vidro, tecido, papelão, sisal e plástico, dimensões variáveis.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
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Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
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Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
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#13, da Série ao alcançe da mão, 2016. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
#13, da Série ao alcançe da mão, 2016. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
#8, da Série ao alcançe da mão, 2014. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
#8, da Série ao alcançe da mão, 2014. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
#11, da Série ao alcançe da mão, 2015. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
#11, da Série ao alcançe da mão, 2015. impressão jato de tinta em papel Hahnemühle, 80x60cm.
Habitação #2, 2013. Vídeo, 13'24"
Habitação #2, 2013. Vídeo, 13'24"
Habitação #4, 2014. Vídeo, 11'30"
Habitação #4, 2014. Vídeo, 11'30"
Instalação Pequenos Acúmulos #6, da série Ao alcance da mão 2016. Ferro, alumínio, madeira, cerâmica, vidro, tecido, papelão, sisal e plástico, dimensões variáveis.
Instalação Pequenos Acúmulos #6, da série Ao alcance da mão 2016. Ferro, alumínio, madeira, cerâmica, vidro, tecido, papelão, sisal e plástico, dimensões variáveis.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega. (2) Exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega. Nesta exposição o trabalho da artista Sheila Ortega nos indaga sobre o ambiente que nos circunda. A artista nos transfere para diversos espaços: a cozinha, a sala, o quarto, a lavanderia como também para a rua, a cidade e espaços urbanos.
Os objetos escolhidos são comuns, facilmente identificáveis, pois pertencem ao nosso universo contemporâneo. O acúmulo e excesso desconstroem a unidade de cada objeto selecionado cuidadosamente, o resultado deste trabalho sugere um diálogo entre objetos, entre cores e composição, transcendendo suas características particulares e pertinentes às suas funções. A soma e o acúmulo formam nesta obra uma rede única de inter-relações visuais.
Os objetos são esvaziados de sua utilidade, arrancados de sua condição natural e adquirem um novo significado. É diante dessas considerações que a artista se questiona: “Por que nos afeiçoamos às coisas? Por que guardamos objetos e os acumulamos? Quais sentidos os objetos nos reservam? Por que guardamos tanta memória em forma de objetos? Quais são as memórias que dispomos para compor nossos manuais de sobrevivências”?
Quando a artista se pergunta a respeito do acúmulo de objetos, ao sentido que estes nos reservam, não há uma preocupação com os fatos em si, mas sim, com o significado que eles têm para o sujeito que o experimenta. A exposição Manual de Sobrevivência pode provocar reminiscências de um tempo particular, memórias e histórias que não têm como não passar pela emoção e afeto.

Jean-Jacques Vidal

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VISÍVEL DO INVISÍVEL, de Sérgio Adriano H

16 11 18 O VISÍVEL DO INVISÍVEL, Sérgio Adriano H - exposição (23)

VISÍVEL DO INVISÍVEL

SÉRGIO ADRIANO H

ESPAÇO EXTERNO | 18 DE NOVEMBRO DE 2016

A mostra reúne 12 autorretratos do artista intitulados Preto de Alma Branca e Branco de Alma Preta. Criadas solitariamente em estúdio, as obras revelam seu rosto pintado ora de branco e com choro de lágrimas negras, ora em tom negro e lágrimas brancas. O projeto parte de um modo expositivo móvel para ser realizado em praças e calçadas de grande circulação. Na Escadaria e Jardins da Fundação, o artista provoca o público mediante conversas e reflexões sobre arte e racismo. Sérgio Adriano H é formado em Artes Visuais e mestre em Filosofia. Natural de Joinville/SC, o artista estuda e produz entre as cidades de Joinville/SC e São Paulo/SP.

Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
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Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
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Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
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Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
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Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
Exposição O visível do invisível, de Sérgio Adriano H.
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Sessão Psicanálise vai ao cinema aborda melancolia e perdas no dia 20 de novembro

Réquiem para a Senhora J – Crédito: Divulgação.

Debate virtual promovido pelo Cineclube Fundação Cultural BADESC e a Escola Brasileira de Psicanálise – Seção Sul, será sobre o filme Réquiem para a Senhora J

No dia 20 de novembro a Sessão Psicanálise vai ao cinema online, promovida pelo Cineclube Fundação Cultural BADESC, em parceria com a Escola Brasileira de Psicanálise (EBP) – Seção Sul, vai debater sobre o filme sérvio Réquiem para a Senhora J. O encontro é gratuito e pode ser acompanhado pelo Canal do Youtube da Fundação – https://bit.ly/canalFCBADESC, a partir das 19h.

O filme, que se passa em Belgrado, capital da Sérvia, apresenta a falta de perspectiva e a burocracia de um país que atravessa diversas crises políticas, sentidas principalmente pela classe trabalhadora. E neste turbilhão está Jelena. Após perder o marido, ela acredita que já viveu o suficiente e decide que no aniversário da morte do esposo vai tirar a própria vida. Mas, antes ela precisa resolver uma série de coisas.

A cineasta e curadora do Cineclube, Vanessa Sandre, recebe na live para debater sobre o filme três convidados. Os debatedores desta edição são: Artur Cipriani, psicanalista e participante da EBP, Eliana Motta Lopes, psicanalista e participante da EBP e Alana Tedesco, psicanalista e formanda em Filosofia (UFSC).

Antes do encontro, e também para que o público possa interagir e participar do debate, a sugestão é de que o filme seja assistido. Ele está disponível gratuitamente na plataforma do Sesc São Paulo, que apresenta uma série dedicada à sétima arte, o Cinema #EmCasaComSesc, com exibição gratuita de filmes em streaming e curadoria do CineSesc. O filme pode ser acessado no link https://bit.ly/36JQklP.

Réquiem para a Senhora J

(Rekvijem za gospodju J) de Bojan Vuletic. Sérvia, Bulgária, Macedônia, Rússia, França. 2015. 93 minutos. Drama. 14 anos.

Sinopse: Perdida em uma profunda melancolia após a morte de seu marido e a perda de seu emprego, Jalena planeja se suicidar. Mas antes ela precisa resolver uma série de coisas.

Serviço: Sessão Psicanálise vai ao Cinema online debate o filme Réquiem para a Senhora J

Data: 20 de novembro – sexta-feira
Horário: 19h
Local: Canal da Fundação Cultural BADESC no YouTube – https://bit.ly/canalFCBADESC
Evento Gratuito

SETOR TERCIÁRIO, de Bruno Storni e Renato Maretti

16 09 15 SETOR TERCIÁRIO, Bruno Storni e Renato Maretti - exposição (5)

SETOR TERCIÁRIO

BRUNO STORNI E RENATO MARETTI

CURADORIA DE GABI BRESOLA

ESPAÇO 2 | 15 DE SETEMBRO A 20 DE OUTUBRO DE 2016

Apropriando-se de materiais usados em trabalho por terceirizados, a exposição aborda movimentos da história da arte representando em seu conteúdo o empobrecimento de uma sociedade guiada pelo acúmulo de posse e organizada em setores estabelecidos em todas as ordens sociais, reconfiguradas no Brasil dos últimos anos. Bruno Storni e Renato Maretti são formados em Artes Plásticas pela Fundação Armando Alvares Penteado, com atuação em São Paulo/SP.

Homem Branco, Bruno Storni, 2012. Impressão Fotográfica, 75x100cm.
Homem Branco, Bruno Storni, 2012. Impressão Fotográfica, 75x100cm.
Desvio para o amarelo, Bruno Storni, 2015. Livro de pano de pia e luva de borracha, dimensões variadas.
Desvio para o amarelo, Bruno Storni, 2015. Livro de pano de pia e luva de borracha, dimensões variadas.
Natureza morta, Bruno Storni, 2015. Quadro de avisos e pano de pia, 82x70cm.
Natureza morta, Bruno Storni, 2015. Quadro de avisos e pano de pia, 82x70cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
Panos, Renato Maretti, 2015. Tinta óleo sobre tela, 38x30cm, 22x25cm e 19x26cm.
Panos, Renato Maretti, 2015. Tinta óleo sobre tela, 38x30cm, 22x25cm e 19x26cm.
Horizontalização, Renato Maretti, 2015. Gelo falso, madeira e pregos, 16x12cm.
Horizontalização, Renato Maretti, 2015. Gelo falso, madeira e pregos, 16x12cm.
2,25, Renato Maretti, 2015. Tinta óleo sobre tela, 12,5x18cm.
2,25, Renato Maretti, 2015. Tinta óleo sobre tela, 12,5x18cm.
Modelos, Renato Maretti, 2015. Lápis de cor preto sobre papel de caderno, 12x16,5cm cada.
Modelos, Renato Maretti, 2015. Lápis de cor preto sobre papel de caderno, 12x16,5cm cada.
Fatura Têxtil, Bruno Storni, 2013. Cobertor sobre tela, 165x100cm.
Fatura Têxtil, Bruno Storni, 2013. Cobertor sobre tela, 165x100cm.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
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Homem Branco, Bruno Storni, 2012. Impressão Fotográfica, 75x100cm.
Homem Branco, Bruno Storni, 2012. Impressão Fotográfica, 75x100cm.
Desvio para o amarelo, Bruno Storni, 2015. Livro de pano de pia e luva de borracha, dimensões variadas.
Desvio para o amarelo, Bruno Storni, 2015. Livro de pano de pia e luva de borracha, dimensões variadas.
Natureza morta, Bruno Storni, 2015. Quadro de avisos e pano de pia, 82x70cm.
Natureza morta, Bruno Storni, 2015. Quadro de avisos e pano de pia, 82x70cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
O cocô e o passado natural, Bruno Storni, 2015. Saco de lixo azul e preto, 153x108cm.
Panos, Renato Maretti, 2015. Tinta óleo sobre tela, 38x30cm, 22x25cm e 19x26cm.
Panos, Renato Maretti, 2015. Tinta óleo sobre tela, 38x30cm, 22x25cm e 19x26cm.
Horizontalização, Renato Maretti, 2015. Gelo falso, madeira e pregos, 16x12cm.
Horizontalização, Renato Maretti, 2015. Gelo falso, madeira e pregos, 16x12cm.
2,25, Renato Maretti, 2015. Tinta óleo sobre tela, 12,5x18cm.
2,25, Renato Maretti, 2015. Tinta óleo sobre tela, 12,5x18cm.
Modelos, Renato Maretti, 2015. Lápis de cor preto sobre papel de caderno, 12x16,5cm cada.
Modelos, Renato Maretti, 2015. Lápis de cor preto sobre papel de caderno, 12x16,5cm cada.
Fatura Têxtil, Bruno Storni, 2013. Cobertor sobre tela, 165x100cm.
Fatura Têxtil, Bruno Storni, 2013. Cobertor sobre tela, 165x100cm.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
Exposição Setor Terciário, de Bruno Storni e Renato Maretti.
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APRESENTAÇÃO

Panos, Renato Maretti, 2015. Tinta óleo sobre tela, 38x30cm, 22x25cm e 19x26cm. Fatura Têxtil, Bruno Storni, 2013. Cobertor sobre tela, 165x100cm. Objetos e materiais cotidianos de limpeza e higiene, em ‘Setor Terciário’, aparecem como elementos estéticos, suportes e como o próprio trabalho.
Um livro totalmente amarelo, para ser visto/lido com luvas de limpeza amarelas em um desvio para o amarelo, citando Cildo Meirelles. Um simulacro de espelho plástico e copos hiperrealistas se apresentam como reais, ao nos aproximarmos, os objetos se revelam como ilusões.
O espectador não se vê no espelho de tela branca. Uma escultura em forma de pirâmide é feita de gelo falso, que assim como a divisão de classes no real só se propõe a horizontalidade, mas permanece como promessa. Uma paisagem fria, uma natureza morta com textura e camadas de cores com pano de limpeza e cobertor de mendigo.
Outras duas paisagens, uma de palavras, de sacos de lixos pretos e azuis, tríade de colagem das paisagens do que é passado. O homem branco perde a identidade com papéis higiênicos que cobrem seu rosto e sua cara. Durante a
exposição dos trabalhos, os artistas se colocam como performers, se colocam na mesma condição dos materiais, como agentes responsáveis em realizar o serviços que ninguém que fazer.
Todos os trabalhos tocam o cotidiano das pessoas comuns e principalmente as que são do ‘setor terciário’. Como na arte povera a fatura está ligada a matéria pobre e descartável, indicando as relações entre os materiais de limpeza e o pensamento artístico sobre esses materiais no meio real.
O gesto dos artistas em transportar e organizar esses objetos destes modos coloca em discussão outros modos de pensar a pintura e a instalação. No caso de ‘Panos’ e ‘Desvio para o amarelo’, de pensar também o ready made, desprezando as noções comuns à arte e à pintura histórica como estilo ou manufatura do objeto de arte e se refere primariamente à ideia e sua utilidade.
‘Setor terciário’ permite pensar na fatura e no conteúdo, pois provoca movimentos e categorias da história da arte de maneira contemporânea, considerando os materiais domésticos que representam sua crítica ao empobrecimento de uma sociedade guiada pelo acúmulo de posse e organizada em setores estabelecidos em todas as ordens sociais.

Gabi Bresola | Curadora

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OBRA, de Diego Passos e Juliano Ventura

16 06 09 OBRA, Diego Passos e Juliano Ventura - exposição (4)

OBRA

DIEGO PASSOS E JULIANO VENTURA

ESPAÇO FERNANDO BECK | 09 DE JUNHO A 14 DE JULHO DE 2016

A exposição articula proposições artísticas que abordam elementos de diferentes espaços vivenciados nas cidades por meio de experimentos gráficos, inscrições, deslocamentos e reorganização de fragmentos urbanos dispersos. Diego Passos é mestre em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Juliano Ventura é graduado no Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e mestre em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina. Ambos são coeditores da edicoes agua para cavalos.

Monumento, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013-2014. Publicação em fotocópia, 29,7x42cm.
Monumento, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013-2014. Publicação em fotocópia, 29,7x42cm.
Monumento, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013-2014. Publicação em fotocópia, 29,7x42cm.
Monumento, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013-2014. Publicação em fotocópia, 29,7x42cm.
Monumento, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013-2014. Fotografia 35mm, pôster, 120x103cm
Monumento, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013-2014. Fotografia 35mm, pôster, 120x103cm
Imágenes de Cali, Juliano Ventura, 2012. Instalação com 99 fotocópias, dimensões variáveis.
Imágenes de Cali, Juliano Ventura, 2012. Instalação com 99 fotocópias, dimensões variáveis.
Ilha Shopping - Água Show, Juliano Ventura, 2015. Cartaz em fotocópia, 42x29,7cm.
Ilha Shopping - Água Show, Juliano Ventura, 2015. Cartaz em fotocópia, 42x29,7cm.
Obra, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013. Cartaz em fotocópia, 42x29,7cm.
Obra, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013. Cartaz em fotocópia, 42x29,7cm.
Sem título, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013. Fotografia 35mm, pôster, 52x35cm.
Sem título, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013. Fotografia 35mm, pôster, 52x35cm.
Azulejo, Diego Passos, 2012. Impressão montada em backlite, 24x32x12cm.
Azulejo, Diego Passos, 2012. Impressão montada em backlite, 24x32x12cm.
Canteiro, Diego Passos, 2012. Fotografias 35mm, pôsteres, 75x50cm cada.
Canteiro, Diego Passos, 2012. Fotografias 35mm, pôsteres, 75x50cm cada.
Canteiro, Diego Passos, 2012. Fotografias 35mm, pôsteres, 75x50cm cada.
Canteiro, Diego Passos, 2012. Fotografias 35mm, pôsteres, 75x50cm cada.
Azulejo, Diego Passos, 2012. Instalação com fragmentos de azulejos azuis encontrados, dimensões variáveis.
Azulejo, Diego Passos, 2012. Instalação com fragmentos de azulejos azuis encontrados, dimensões variáveis.
Azulejo (detalhe), Diego Passos, 2012. Instalação com fragmentos de azulejos azuis encontrados, dimensões variáveis.
Azulejo (detalhe), Diego Passos, 2012. Instalação com fragmentos de azulejos azuis encontrados, dimensões variáveis.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura (3)
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura (3)
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
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Monumento, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013-2014. Publicação em fotocópia, 29,7x42cm.
Monumento, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013-2014. Publicação em fotocópia, 29,7x42cm.
Monumento, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013-2014. Publicação em fotocópia, 29,7x42cm.
Monumento, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013-2014. Publicação em fotocópia, 29,7x42cm.
Monumento, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013-2014. Fotografia 35mm, pôster, 120x103cm
Monumento, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013-2014. Fotografia 35mm, pôster, 120x103cm
Imágenes de Cali, Juliano Ventura, 2012. Instalação com 99 fotocópias, dimensões variáveis.
Imágenes de Cali, Juliano Ventura, 2012. Instalação com 99 fotocópias, dimensões variáveis.
Ilha Shopping - Água Show, Juliano Ventura, 2015. Cartaz em fotocópia, 42x29,7cm.
Ilha Shopping - Água Show, Juliano Ventura, 2015. Cartaz em fotocópia, 42x29,7cm.
Obra, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013. Cartaz em fotocópia, 42x29,7cm.
Obra, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013. Cartaz em fotocópia, 42x29,7cm.
Sem título, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013. Fotografia 35mm, pôster, 52x35cm.
Sem título, Diego Passos e Juliano Ventura, 2013. Fotografia 35mm, pôster, 52x35cm.
Azulejo, Diego Passos, 2012. Impressão montada em backlite, 24x32x12cm.
Azulejo, Diego Passos, 2012. Impressão montada em backlite, 24x32x12cm.
Canteiro, Diego Passos, 2012. Fotografias 35mm, pôsteres, 75x50cm cada.
Canteiro, Diego Passos, 2012. Fotografias 35mm, pôsteres, 75x50cm cada.
Canteiro, Diego Passos, 2012. Fotografias 35mm, pôsteres, 75x50cm cada.
Canteiro, Diego Passos, 2012. Fotografias 35mm, pôsteres, 75x50cm cada.
Azulejo, Diego Passos, 2012. Instalação com fragmentos de azulejos azuis encontrados, dimensões variáveis.
Azulejo, Diego Passos, 2012. Instalação com fragmentos de azulejos azuis encontrados, dimensões variáveis.
Azulejo (detalhe), Diego Passos, 2012. Instalação com fragmentos de azulejos azuis encontrados, dimensões variáveis.
Azulejo (detalhe), Diego Passos, 2012. Instalação com fragmentos de azulejos azuis encontrados, dimensões variáveis.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura (3)
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura (3)
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Obra, de Diego Passos e Juliano Ventura. Obra articula recortes da produção de dois artistas que têm colaborado sistematicamente em projetos e ações, abordando elementos e emergências de diferentes espaços vivenciados nas cidades.
Destaca-se, nessa aproximação, a persistência de procedimentos com a caminhada, a coleta, a escrita, a fotografia e a fotocópia, desdobrados a partir de situações específicas em experimentos gráficos, inscrições, deslocamentos e reorganização de fragmentos urbanos dispersos.
A obra é pensada como extensão conceitual e material do gesto. Obra não como dado bruto, mas um movimento de instauração de modos de agir voltado ao mundo vivido e exposto a atravessamentos, contaminações, embates.

Diego Passos e Juliano Ventura

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O NÔMADE E O SEDENTÁRIO, de Diane Sbardelotto

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O NÔMADE E O SEDENTÁRIO

DIANE SBARDELOTTO

ESPAÇO 2 | 23 DE JUNHO A 28 DE JULHO DE 2016

As obras tratam de investigações como objeto-roupa-pintura-escultura e fotoperformance. O trabalho é permeado por questões do disforme, repetição, maleabilidade, pensadas a partir dos conceitos de nomadismo e sedentarismo. Subjetividades que possuem referência na experiência laboral em uma fábrica têxtil, cuja observação da árdua rotina transparece na pintura sob insinuações de graxa e sangue. Diane Sbardelotto é formada em Artes Visuais pela Universidade Comunitária da Região de Chapecó e Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Natural de Tigrinhos/ SC, vive e produz em Porto Alegre/RS.

Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto. O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto (20)
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto. O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto (20)
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
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Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
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Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
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Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
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Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
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Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Sem título, da série Moldes, 2016. Pintura em acrílica, cola e goma sobre tecidos diversos, dimensões variáveis.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto. O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto (20)
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto. O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto (20)
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
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Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
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Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
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Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.
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APRESENTAÇÃO

Exposição O nômade e o sedentário, de Diane Sbardelotto.

De repente se deu conta do descompasso entre o desejo de se determinar o espaço das árvores e o curso próprio da liberdade dessas. A circunscrição de metal esperava um corpo não tão esguio, ora, havia a expectativa de que se tornasse bojuda, farta em seu preenchimento. Mas nem por isso. O resultado fora o inicial esgarçamento do metal. Ele poderia ser arrebentado e a liberdade diria basta à idealidade roubadora da expansão. O resultado, porém, é a fusão da carne da árvore a engolir a ferragem, a deixá-la existir. O tronco se mescla à imaginação restritiva, a existência arbórea se torna o vestido do esqueleto que passa a envolver. A planta se faz roupa anômala do corpo que lhe fora imposto.

Cesar Kiraly

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