ESPAÇO FERNANDO BECK | 01 DE SETEMBRO A 13 DE OUTUBRO DE 2016
O artista apresenta um conjunto de trabalhos em que explora questões relacionadas a história da pintura e ao universo doméstico, a partir de questionamentos sobre gêneros como paisagem e natureza morta, transpassando-os. Realiza diversos tipos de operações no plano pictórico que culminam com a criação de um espaço fictício. Gilson Rodrigues é formado em Pintura pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais e em Artes Visuais pela Universidade Estadual de Minas Gerais, vive e trabalha em Belo Horizonte/MG.
O cortejo, 2016. Técnica mista sobre lona. 140x150cm.
O cortejo, 2016. Técnica mista sobre lona. 140x150cm.
O cortejo | detalhe, 2016. Técnica mista sobre lona. 140x150cm.
O cortejo | detalhe, 2016. Técnica mista sobre lona. 140x150cm.
Lição de pintura, bandejas e pinturas, 2015. Dimensões variáveis.
Lição de pintura, bandejas e pinturas, 2015. Dimensões variáveis.
Passeio, 2016. Técnica mista sobre lona, 140x150cm e 15x20cm.
Passeio, 2016. Técnica mista sobre lona, 140x150cm e 15x20cm.
Passeio | detalhe, 2016. Técnica mista sobre lona, 140x150cm e 15x20cm.
Passeio | detalhe, 2016. Técnica mista sobre lona, 140x150cm e 15x20cm.
Passeio | detalhe, 2016. Técnica mista sobre lona, 140x150cm e 15x20cm.
Passeio | detalhe, 2016. Técnica mista sobre lona, 140x150cm e 15x20cm.
Marinha, 2016. Técnica mista sobre lona, 83x95cm e 167x125cm.
Marinha, 2016. Técnica mista sobre lona, 83x95cm e 167x125cm.
Arranjos em ambiente amplo, 2015. Óleo sobre tela, díptico, 30x20 e 40x20cm.
Arranjos em ambiente amplo, 2015. Óleo sobre tela, díptico, 30x20 e 40x20cm.
Pendente na paisagem, 2015. Óleo sobre tela díptico, 20x30cm e 30x20cm.
Pendente na paisagem, 2015. Óleo sobre tela díptico, 20x30cm e 30x20cm.
Plantio direto, 2015. Óleo sobre tela, 66X126cm.
Plantio direto, 2015. Óleo sobre tela, 66X126cm.
Replantio e propagação, 2015. Acrílica e óleo sobre lona, 300x160cm.
Replantio e propagação, 2015. Acrílica e óleo sobre lona, 300x160cm.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
APRESENTAÇÃO
Exposição Quase Paisagem, Gilson Rodrigues.
O artista apresenta um trabalho de gabinete de colecionador de estampas no qual a natureza se insere insidiosa, como uma força destrutiva que não pode ser evitada. Uma arte de ruínas que nos adverte sobre o supremo artifício de seu fazer. Massas sólidas e chapadas de cor densa e opaca e empastes grumosos de cores vibrantes alternam entre delicadas campinas, sobre relva viçosa, nos céus de azuis líquidos.
Há uma ausência, porém, que se adivinha além das visões que o artista nos oferece e que, talvez, seja o verdadeiro assunto destas pinturas. Nas imagens que perambulam estão os campos e os rios, os céus e as árvores, as mudas, os vasos e as flores, um casal de proprietários sem rosto, as xícaras e os talheres … Mas onde estão os armários, os móveis, onde está a casa?
A palavra nostalgia, estado de tristeza causado pela distância do lar, foi criada pelo médico suíço J.J. Harder, em 1678. A nostalgia é um sentimento de perda e deslocamento, é a saudade de um lugar que não mais existe ou que nunca existiu. A imagem da nostalgia, afirma Svetlana Boym, constitui-se como uma superposição de duas imagens: o solo natal e o estrangeiro, o passado e o presente, o sonho e a vida cotidiana.
Ao intentar conjugar essas imagens em uma, a moldura explode e os fragmentos se espalham. Gilson Rodrigues nos oferece, nos seus trabalhos, o instante da dispersão.
ESPAÇO FERNANDO BECK | 20 DE OUTUBRO A 24 DE NOVEMBRO DE 2016
Fusão entre desenho e ação, executada a quatro mãos ao longo de 12 sessões de 2 a 3 horas cada, a série acompanha um vídeo-performance preparado para ouvir o ato de desenhar. Marcelino Peixoto é formado em Pintura e mestre em Artes Visuais. Professor de Desenho do curso de Artes Plásticas da Escola Guignard e integrante do coletivo Xepa. Luis Arnaldo é graduado em Arquitetura e Urbanismo pela universidade Federal de Minas Gerais e em Artes Plásticas pela Universidade Estadual de Minas Gerais. Ambos atuam em Belo Horizonte/MG.
Desenho de Tempo #2, 2h00’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #2, 2h00’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #4, 2h17’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #4, 2h17’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #5, 2h30’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto
Desenho de Tempo #5, 2h30’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto
Desenho de Tempo #6, 2h10’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #6, 2h10’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #8, 2h15’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #8, 2h15’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #9, 2h27’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #9, 2h27’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #10, 1h54’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #10, 1h54’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #11, 2h15’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #11, 2h15’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #12, 2h06’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenho de Tempo #12, 2h06’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Pequenas audições, 2016. Vídeo, 01h39’58”. Captação de imagem por Bernardo Zama, captação de áudio por Julia Baumfeld, edição por Luis Arnaldo.
Pequenas audições, 2016. Vídeo, 01h39’58”. Captação de imagem por Bernardo Zama, captação de áudio por Julia Baumfeld, edição por Luis Arnaldo.
Exposição Partituras, Luiz Analdo e Marcelino Peixoto.
Exposição Partituras, Luiz Analdo e Marcelino Peixoto.
Exposição Partituras, Luiz Analdo e Marcelino Peixoto.
Exposição Partituras, Luiz Analdo e Marcelino Peixoto.
Exposição Partituras, Luiz Analdo e Marcelino Peixoto.
Exposição Partituras, Luiz Analdo e Marcelino Peixoto.
Exposição Partituras, Luiz Analdo e Marcelino Peixoto.
Exposição Partituras, Luiz Analdo e Marcelino Peixoto.
Exposição Partituras, Luiz Analdo e Marcelino Peixoto.
Exposição Partituras, Luiz Analdo e Marcelino Peixoto.
Exposição Partituras, Luiz Analdo e Marcelino Peixoto.
Exposição Partituras, Luiz Analdo e Marcelino Peixoto.
APRESENTAÇÃO
Desenho de Tempo #2, 2h00’, 2015. Desenho, lápis grafite sobre papel. 100x150cm. Fonte: Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto.
Desenhos são fatos documentais. Diante deles somos convocados a refazer os atos do desenhista, em gestos e intensidades, tornando presente, então, o corpo, o tempo e a matéria necessários à sua construção. Trata-se de uma espécie de carta com andamento, que por localizar as ações no tempo constitui-se de um espaço.
Os suportes dos desenhos que compõem a exposição podem, por exemplo, apresentar as sujidades das mãos e braços impregnados de pó de grafite que sobre eles se arrastaram; ou as linhas que servem a delimitação das manchas tonais; ou mesmo a mancha monotonal que, solta no branco do papel, sem seus pares, nada representa. Em todos estes delitos o que vemos são restos. Algo que se mostra responsável por evidenciar um evento passado.
Parece inevitável então pensarmos em cada desenho como um Acontecimento: um encadeamento de ações, uma única ação repentina, ou mesmo uma ação que se arrasta indeterminadamente. Nele, cada novo ato resulta em um novo resíduo que cumpre o papel de rearranjar o espaço, conferindo-lhe especificidade de lugar.
Cada um dos desenhos que compõem a série Desenho de tempo foi executado a quatro mãos numa sessão de trabalho, com durações pré-determinadas. A demarcação temporal de cada sessão e sua súbita interrupção são responsáveis por deixá-los inacabados. O que, se por um lado, aponta para um esfacelamento da representação, por outro permite a visualização de tudo aquilo que serviu à construção da imagem, contribuindo à restituição do Acontecimento.
Em Pequenas audições, restituir os atos, reencená-los, é um modo de tornar presente aquilo que é latente em um desenho. É, num primeiro passo e no mínimo, contemplar a importância do Acontecimento para a construção de um lugar, e de sua condição de existência para o Desenho.
JOVENS ARTISTAS: ARTE CONTEMPORÂNEA EM SANTA CATARINA
DOS DESVIOS E DO DESVER
FRAN FAVERO, GABI BRESOLA, GIOVANA WERUTSKY, JOANA AMARANTE, JOÃO LAZARO, JONATHAN HOLDORF, LETÍCIA RECH, MANUELA VALLS, MARIA LUIZA SUMIENSKI, MARIANA BERTA, PATRÍCIA GALELLI, PRISCILA COSTA OLIVEIRA, RACHEL LIMA, RAFAEL NUNES, RICARDO SOMMER, RODRIGO BORN E SEBASTIÃO G. BRANCO, ANA MONARI E DIANA CHIODELLI, JAN M., ISADORA STÄHELIN, ANA GALLAS, LEANDRO SERPA, SARAH URIARTEE SUSANO CORREIA.
CURADORIA DE ALEXANDRE SEQUEIRA, GABRIELA CAETANO D’AMOREIRA, LUCILA HORN E RAQUEL STOLF.
ESPAÇO FERNANDO BECK | 12 DE ABRIL A 11 DE MAIO DE 2018
A exposição, resultado de projeto contemplado pelo prêmio Elisabete Anderle 2017, reúne obras de 26 artistas de até 35 anos que atuam no cenário da arte contemporânea no Estado, com o objetivo de ampliar a inserção de artistas jovens no sistema e nos espaços culturais catarinenses, nacionais e internacionais. Instalação virtual, impressão gráfica, fotografia, fotomontagem, colagem, objeto artístico, pintura em óleo sobre tela, aquarela, nanquim, gravura, performance/instalação, vídeo, livro de artista e bordado integram a mostra, que também passa pelas cidades de Joinville, Lages e Chapecó.
Ana Gallas, Desconstrução 1, 2017. Bordado sobre tecido, 62x30cm.
Ana Gallas, Desconstrução 1, 2017. Bordado sobre tecido, 62x30cm.
Ana Monari, Série Anônimos: Fragmentos, 2018. Impressão fotográfica sobre tecido voal, 30x40cm cada.
Ana Monari, Série Anônimos: Fragmentos, 2018. Impressão fotográfica sobre tecido voal, 30x40cm cada.
Diana Chiodelli, Casa Memória, 2017. Instalação, 200x200cm.
Diana Chiodelli, Casa Memória, 2017. Instalação, 200x200cm.
Fran Favero, Jardins, 2017. Fotomontagem a partir de apropriação fotográfica, 35x40cm cada.
Fran Favero, Jardins, 2017. Fotomontagem a partir de apropriação fotográfica, 35x40cm cada.
Gabi Bresola, Superficialidade da cartografia, 2018. Instalação: objeto e vídeo, 180x100cm.
Gabi Bresola, Superficialidade da cartografia, 2018. Instalação: objeto e vídeo, 180x100cm.
Giovana Werutsky, Em água/em terra, 2017. Livro de artista/ vídeo, 160x150cm.
Giovana Werutsky, Em água/em terra, 2017. Livro de artista/ vídeo, 160x150cm.
Jan M.O., O amor é como um espelho, 2017. Objeto, 13,2x12x25,5cm.
Jan M.O., O amor é como um espelho, 2017. Objeto, 13,2x12x25,5cm.
Joana Amarante, 1. Não dormi [...] 7. Voltei a sonhar com dragões, 2017. Fotografia, 33x33cm cada. *
Joana Amarante, 1. Não dormi [...] 7. Voltei a sonhar com dragões, 2017. Fotografia, 33x33cm cada. *
João Lazaro, Livre reportagem 3, 2018. Performance, 200x100cm.
João Lazaro, Livre reportagem 3, 2018. Performance, 200x100cm.
João Lazaro, Livre reportagem 3, 2018. Performance, 200x100cm.
João Lazaro, Livre reportagem 3, 2018. Performance, 200x100cm.
Jonathan Holdorf, Paisagens Flutuantes, 2017. Fotografia, 60x60 cada.
Jonathan Holdorf, Paisagens Flutuantes, 2017. Fotografia, 60x60 cada.
Jonathan Holdorf, Paisagens Flutuantes, 2017. Fotografia, 60x60 cada.
Jonathan Holdorf, Paisagens Flutuantes, 2017. Fotografia, 60x60 cada.
Kim Coimbra, Exercício de escrita (lápis), 2017. Fotografia, 29,7x21cm.
Kim Coimbra, Exercício de escrita (lápis), 2017. Fotografia, 29,7x21cm.
Leandro Serpa, O Jogo do Golpe, 2017. Edição e impressão gráfica, 6x9cm cada carta.
Leandro Serpa, O Jogo do Golpe, 2017. Edição e impressão gráfica, 6x9cm cada carta.
Letícia Rech, Manuela Valls e Rachel Lima Bitucas, 2017. Colagem de cigarros sobre painel de madeira, 85x58,5cm.
Letícia Rech, Manuela Valls e Rachel Lima Bitucas, 2017. Colagem de cigarros sobre painel de madeira, 85x58,5cm.
Maria Luiza Sumienski, Contra-senha, 2017. Costura de fio dourado sobre impressão fotográfica, 57,5x42cm.
Maria Luiza Sumienski, Contra-senha, 2017. Costura de fio dourado sobre impressão fotográfica, 57,5x42cm.
Mariana Berta, Orientação educacional I Olvidos dos homens de pedra, 2017. Performance/ Instalação, 250x250cm.
Mariana Berta, Orientação educacional I Olvidos dos homens de pedra, 2017. Performance/ Instalação, 250x250cm.
Patrícia Galelli, Um livro é uma carne falsa I, II e III, 2018. Nanquim sobre papel vegetal e liquid paper, 29,7x21cm. **
Patrícia Galelli, Um livro é uma carne falsa I, II e III, 2018. Nanquim sobre papel vegetal e liquid paper, 29,7x21cm. **
Patrícia Galelli, Um livro é uma carne falsa I, II e III, 2018. Nanquim sobre papel vegetal e liquid paper, 29,7x21cm. **
Patrícia Galelli, Um livro é uma carne falsa I, II e III, 2018. Nanquim sobre papel vegetal e liquid paper, 29,7x21cm. **
Priscila Costa Oliveira, Na terra do nunca, 2017. Foto colagem, 30x43cm cada.
Priscila Costa Oliveira, Na terra do nunca, 2017. Foto colagem, 30x43cm cada.
Rachel Lima, Tentativa de fala, 2017. Vídeo, TV tubo e DVD.
Rachel Lima, Tentativa de fala, 2017. Vídeo, TV tubo e DVD.
Rafael Nunes, Confessionário, 2017. Vídeo, 2’09’’, 16:9 – 720p.
Rafael Nunes, Confessionário, 2017. Vídeo, 2’09’’, 16:9 – 720p.
Ricardo Sommer, “fog” e “22”, 2017. Aquarela e grafite sobre papel, 60x60cm cada.
Ricardo Sommer, “fog” e “22”, 2017. Aquarela e grafite sobre papel, 60x60cm cada.
Rodrigo Born, Desvio à esquerda, 2018. Instalação virtual, 250x250cm.
Rodrigo Born, Desvio à esquerda, 2018. Instalação virtual, 250x250cm.
Sarah Uriarte, Títulos de Esmalte, 2017-2018. Fotografia, 5 fotos e caixa de vidro com 24x18cm cada.
Sarah Uriarte, Títulos de Esmalte, 2017-2018. Fotografia, 5 fotos e caixa de vidro com 24x18cm cada.
Sebastião G. Branco, Interprivado, 2017. Matrizes de xilogravura em MDF, 161x88cm.
Sebastião G. Branco, Interprivado, 2017. Matrizes de xilogravura em MDF, 161x88cm.
Susano Correia, Homem tocado pelo desejo de tocar, 2017. Óleo sobre tela, 50x70cm.
Susano Correia, Homem tocado pelo desejo de tocar, 2017. Óleo sobre tela, 50x70cm.
Exposição Jovens Artistas - Arte Contemporânea em Santa Catarina: dos desvios e do desver.
Exposição Jovens Artistas - Arte Contemporânea em Santa Catarina: dos desvios e do desver.
Exposição Jovens Artistas: Arte Contemporânea em Santa Catarina | dos desvios e do desver.
Exposição Jovens Artistas: Arte Contemporânea em Santa Catarina | dos desvios e do desver.
Exposição Jovens Artistas: Arte Contemporânea em Santa Catarina | dos desvios e do desver.
Exposição Jovens Artistas: Arte Contemporânea em Santa Catarina | dos desvios e do desver.
Exposição Jovens Artistas: Arte Contemporânea em Santa Catarina | dos desvios e do desver.
Exposição Jovens Artistas: Arte Contemporânea em Santa Catarina | dos desvios e do desver.
Exposição Jovens Artistas: Arte Contemporânea em Santa Catarina | dos desvios e do desver.
Exposição Jovens Artistas: Arte Contemporânea em Santa Catarina | dos desvios e do desver.
Exposição Jovens Artistas: Arte Contemporânea em Santa Catarina | dos desvios e do desver.
Exposição Jovens Artistas: Arte Contemporânea em Santa Catarina | dos desvios e do desver.
Exposição Jovens Artistas: Arte Contemporânea em Santa Catarina | dos desvios e do desver.
Exposição Jovens Artistas: Arte Contemporânea em Santa Catarina | dos desvios e do desver.
* Título completo da obra de Joana Amarante: 1.Não dormi, 2.Sonhei com dragões, tormentas, voos rasantes e dragões, 3.Sonhei com tanques de guerra, bares e mensagens cifradas, 4.Sonhei com viagens, atrasos e dias retirados do calendário, 5.Sonhei comigo, 6.Sonhei que me perdia de novo no meio de mulheres monstros, 7.Voltei a sonhar com dragões, 2017. Fotografia, 33x33cm cada.
** Título completo da obra de Patrícia Galelli: Um livro é uma carne falsa I – um livro é uma carne falsa, Um livro é uma carne falsa II – motor de desenhar escrita, Um livro é uma carne falsa III – leitor de vitrine, 2018. Nanquim sobre papel vegetal e liquid paper, 29,7x21cm.
APRESENTAÇÃO
Exposição Jovens Artistas: Arte Contemporânea em Santa Catarina | dos desvios e do desver.
Exposição Jovens Artistas: Arte Contemporânea em Santa Catarina | dos desvios e do desver.
Pois minha imaginação não tem estrada.
E eu não gosto mesmo da estrada. Gosto do desvio e do desver.
Manoel de Barros
A exposição apresenta trabalhos que atravessam contextos heterogêneos, que estremecem questões e flexões. O que resta, o que rastreia e o que incide, o que se apaga e se acende, quase ao mesmo tempo. O que (se) fisga e pulsa, das cidades, dos corpos, das falas e entre-falas, dos trajetos, dos jardins, das opacidades, dos intervalos, das tentativas, dos vultos e dos mapas. Entre desver e desvios, estremece alguma procura, alguma escuta e inflexão.
Dos desvios e do desver é uma exposição que permite um encontro de muitos temas e reflexões. Do jogo político atual, das questões de gênero, da sempre atual relação entre texto e imagem, dos assuntos da cidade, de outras flexões e psicologias existentes em nossa sociedade. De tudo aquilo que é atual e vivo. Como uma possibilidade de o público perceber suas próprias inquietações e de estar em um espaço para se (re)pensar o momento atual que vivemos. Seja através dos desvios que a imagem oferece, ou do desver de tudo aquilo que já é visto.
Uma das buscas constantes de todo(a) artista está em tatear em torno de uma intenção de (re)significar o mundo. Cabe o desafio de vislumbrar e articular uma gama de gestos que, quando reunidos, apresentam entre si diferenças capazes de nos libertar do senso comum da representação a qual, por vezes, estamos submetidos. Desse modo, assim que a imagem se revela e se confirma como ela própria, nos fornece de maneira irrecusável a feição e os contornos de um universo de sentidos.
No contexto dos desvios e do desver é concebível a arte como posicionamento político, questionadora de valores pré-estabelecidos. Dimensão assumida não na concepção de uma “arte engajada” como a dos anos 1960, mas como uma atitude poética necessária no momento recente. Postura que, na jovem arte contemporânea catarinense constitui-se como resistência aos poderes e padrões instituídos e/ou nos processos de encontro com o outro e consigo mesmo.
Ministrada pela professora doutora Ana Lúcia Beck, a aula online Louise Bourgeois – tramas de arte e vida será no dia 17 de novembro
Annie Leibovitz, b.1949 | Louise Bourgeois, New York | 1997 | IMMA Collection
Louise Bourgeois – tramas de arte e vida é tema da aula aberta promovida pela Fundação Cultural BADESC em parceria com a Graduação em Artes Visuais da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e o Museu da Escola Catarinense (MESC). O encontro online gratuito acontece a partir das 19h00 da terça-feira, dia 17 de novembro.
A Profa. Dra. Ana Lúcia Beck, vai abordar no encontro aspectos introdutórios à vida e obra da artista plástica franco-americana Louise Bourgeois. A aula, que também contará com a interlocução do professor Edson Macalini, será transmitida através da plataforma Zoom, para quem fizer a inscrição. Já a transmissão aberta acontece neste link http://bit.ly/AnaBeckcanal.
As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas no formulário disponível neste link bit.ly/BourgeoisPalestra. Os participantes inscritos vão receber certificação.
A atividade integra a disciplina Desenho como Expressão, ministrada pelas professoras Ana Lúcia Beck a Marta Martins no Curso de Artes Visuais da UDESC, e faz parte das atividades do Projeto Integrado deste.
Sobre Ana Lúcia Beck
Membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA), da Associação Brasileira de Pesquisadores em Artes Plásticas (ANPAP) e da Sociedade Europeia de Literatura Comparada, Ana Lúcia Beck é Bacharel em desenho, Mestra em Teoria, História e Crítica de Arte e Doutora em Estudos Literários pela UFRGS, realizou estágio doutoral no King’s College em Londres e pós-doutorado junto ao PPGAV/UDESC, pesquisando a atuação de Lindolf Bell na crítica de arte. Após 13 anos de experiência com ensino universitário no Rio Grande do Sul, hoje atua como professora no Curso de Artes Visuais da UDESC e também na USAC. Integra o grupo de pesquisa “História da Arte: Imagem-Acontecimento”, cadastrado junto ao CNPq, sob liderança de Sandra Makowiecky e Rosângela Cherem. Recentemente, o grupo lançou a obra “Passado-Presente em Quadros: uma antologia da história da arte em Santa Catarina” para a qual Ana Lúcia contribuiu com cinco capítulos.
Sobre Edson Macalini
Artista Visual. Doutorando em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC/PPGAV. Mestre em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC/PPGAV – 2014. Graduado em Licenciatura em Artes Visuais pela Faculdade de Artes do Paraná – FAP/UNESPAR – 2010. Atualmente é professor de desenho do Curso de Licenciatura em Artes Visuais pela Universidade Federal do Vale do São Francisco – UNIVASF/CARTES – Juazeiro/BA. Possui experiências como professor no ensino de artes visuais nas esferas: público e privado, ensino fundamental e médio, programas sociais e espaços de educação não-formal. Como artista visual, desenvolve trabalhos em poéticas artísticas com o desenho, gravura, coletas, narrativas, escritos, publicações independentes, livros de artistas, múltiplos, fotografias, instalações, intervenções urbanas e arte disseminativa.
Serviço: Aula aberta Louise Bourgeois – tramas de arte e vida Data: 17 de novembro, terça-feira Horário: das 19h às 21h30 Local: Plataforma virtual Zoom Transmissão ao vivo pelo YouTube http://bit.ly/AnaBeckcanal Inscrições gratuitas pelo bit.ly/BourgeoisPalestra
TODOS OS ESPAÇOS | DE 01 DE DEZEMBRO DE 2018 A 09 DE FEVEREIRO DE 2019
Mais de 200 trabalhos do artista ocupam os espaços da Fundação, onde se distribuem seus desenhos, pinturas, escritos, vídeos, fotografias, objetos e instalações divididos por tema/suporte/técnica. No Espaço Fernando Beck (Galeria), encontram-se retratos/corpos figurativos ou alusivos realizados em telas, pranchetas e cartolinas. No Espaço Paulo Gaiad (Biblioteca) estão expostos seus livros de artista, desenhos, notas e esboços, além de um vídeo. Já no Espaço Oficina (Laboratório) estantes e mesas expõe uma coleção de estranhas peças-lascas-órgãos. Entre um ambiente e outro há implementos-apetrechos, compostos por textos, ornamentos e objetos inoperantes. A maior parte dos trabalhos é inédita e pertencem ao acervo particular do artista. Sérgio Canfield nasceu no Paraná e hoje vive em Jaraguá do Sul. É artista e médico-cirurgião.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield (70)
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield (70)
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield (78)
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield (78)
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
APRESENTAÇÃO
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Exposição Corpos Vinculantes, de Sérgio Canfield.
Sérgio Canfield (Paranaguá, PR-1958) conta ter sido um menino que colecionava figurinhas e acumulava objetos que lhe pareciam peculiares, fazendo experimentos sem muitos interditos morais. Formou-se em medicina pela UFPR e especializou-se em cirurgia geral nos mesmos anos 80 em que desenvolveu um fazer artístico autodidata, passando a exercer suas atividades profissionais e a se apresentar em exposições coletivas e individuais entre PR e SC, concomitantemente. Seus desenhos, pinturas, escritos, vídeos, fotografias, objetos e instalações contêm entendimentos retirados de episódios testemunhados, protagonizados, percebidos e/ou lembrados. Buscando uma incansável experimentação, recusa o conforto do mero domínio técnico e privilegia um estado de protótipo ou esboço, onde o imperfeito e o incompleto se destacam. Entre os principais gestos que persistem em sua obra, estão os relacionados a cortar, amarrar, espremer, suspender, espetar, torcer, reverter. Há também uma compulsão pelos rascunhos e anotações, onde registra o comportamento humano com seus transtornos e peculiaridades. A partir de tais recursos o artista interroga a vida, a materialidade dos corpos e o destino dos mortais. Sobretudo, considera as diferentes camadas que vinculam os humanos às coisas e aos animais. Reconhecendo em cada forma e estrutura um corpo vinculante, relaciona o orgânico ao inorgânico, através de uma obstinada e proliferante criação de objetos- seres oriundos de materiais reaproveitados e metamorfoseados. A presente exposição ocupa todos os espaços da FUNDAÇÃO CULTURAL BADESC. No piso térreo encontra-se a GALERIA, onde são apresentados retratos figurativos ou alusivos, através de pinturas em tela, cartolina e prancheta, contrapostos a cabeças- anêmonas- medusas, feitas com fitas de VHS usadas em exames de laparoscopia. No piso superior encontra-se a BIBLIOTECA, cujos livros de artista estão dispostos em prateleiras com escritos e desenhos em estado de notas preliminares e contumazes, além de um vídeo com a foto de um corpo humano imóvel, sobreposto por um inseto agonizante. Em outra sala do segundo piso, encontra-se o LABORATÓRIO, em cujas estantes e mesas estão as naturezas- mortas com toda sorte de artificialias, tais como remédios vencidos, objetos desatualizados, êmbolos, toy art e conservas, compondo um conjunto inusitado e perturbador. Relacionando e complementando estes ambientes, pelas varandas, hall e corredores, além do jardim, encontram-se os implementos- apetrechos, compostos por textos, ornamentos e objetos inoperantes.
Rosângela Cherem | Curadora
CATÁLOGO DA EXPOSIÇÃO
A exposição reverberou na edição e publicação de catálogo organizado por Rosângela Cherem e Eneléo Alcides, disponível ao clicar na imagem acima.
Artistas colaboradores: Mathias Reis, Clélia Mello, Octavian Fedorovici, Izabel Garcia, Cláudia Cardenas, Rafael Schlichting e Wash Dellacqua.
ESPAÇO FERNANDO BECK | 08 DE JUNHO A 13 DE JULHO DE 2017
Executado em colaboração com outros artistas, o corpo do artista é oferecido como leitura na investigação de diversos processos de registros, em still e em movimento, que permitem questionar a fluidez entre performance, fotografia e audiovisual. Iam Campigotto é formado em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina. Natural de São Paulo/SP, vive e trabalha em Florianópolis/SC.
Chacal, 2017. Fotografia em papel algodão. Fonte Iam Campigotto.
Chacal, 2017. Fotografia em papel algodão. Fonte Iam Campigotto.
Despaisagem, 2016. Fotografia, 430x288cm.
Despaisagem, 2016. Fotografia, 430x288cm.
Caminhando, 2016. Fotografia em poster.
Caminhando, 2016. Fotografia em poster.
Paisagem I, 2012. Fotografia, 60x40cm. Fonte Iam Campigotto.
Paisagem I, 2012. Fotografia, 60x40cm. Fonte Iam Campigotto.
Paisagem II, 2012. Fotografia, 60x40cm. Fonte Iam Campigotto.
Paisagem II, 2012. Fotografia, 60x40cm. Fonte Iam Campigotto.
Sem título III, 2014. Fotografia, 60x60cm. Fonte Iam Campigotto.
Sem título III, 2014. Fotografia, 60x60cm. Fonte Iam Campigotto.
memento-mori, 2017. Fotografia em papel algodão. Fonte Iam Campigotto.
memento-mori, 2017. Fotografia em papel algodão. Fonte Iam Campigotto.
Sem título, 2014. Fotografia, 60x80cm. Fonte Iam Campigotto.
Sem título, 2014. Fotografia, 60x80cm. Fonte Iam Campigotto.
Mão, 2017. Eletrofotografia em poster-bomber.
Mão, 2017. Eletrofotografia em poster-bomber.
Sem título, 2014. Videoarte, 9min em loop. Parceria com Duo Strangloscope Cláudia Cardenas e Rafael Schlichting
Sem título, 2014. Videoarte, 9min em loop. Parceria com Duo Strangloscope Cláudia Cardenas e Rafael Schlichting
Exposição Obscena, de Iam Campigotto.
Exposição Obscena, de Iam Campigotto.
Exposição Obscena, de Iam Campigotto.
Exposição Obscena, de Iam Campigotto.
Exposição Obscena, de Iam Campigotto.
Exposição Obscena, de Iam Campigotto.
Exposição Obscena, de Iam Campigotto.
Exposição Obscena, de Iam Campigotto.
Exposição Obscena, de Iam Campigotto.
Exposição Obscena, de Iam Campigotto.
Exposição Obscena, de Iam Campigotto.
Exposição Obscena, de Iam Campigotto.
Exposição Obscena, de Iam Campigotto.
Exposição Obscena, de Iam Campigotto.
Exposição Obscena, de Iam Campigotto.
Exposição Obscena, de Iam Campigotto.
APRESENTAÇÃO
Paisagem I, 2012. Fotografia, 60x40cm. Fonte Iam Campigotto.
Paisagem II, 2012. Fotografia, 60x40cm. Fonte Iam Campigotto.
Entre a performance, o acaso e o registro, Obscena traz à cena o que estava escondido – o corpo exposto do artista, para além e aquém de rótulos, arquétipos e estereótipos. No contorno compartilhado entre arte e vida, imagens fotográficas e audiovisuais potencializam e perturbam a experiência sensória e reflexiva do público visitante. As imagens sonoras e visuais cartografam ações – acontecimentos, ecopoéticas e micropolíticas; capturadas e projetadas em diferentes suportes e dispositivos. Corpografia que traz à cena uma estética da existência.
O professor e pesquisador Viktor Chagas é o convidado da live marcada para o dia 11 de novembro
O professor e pesquisador Viktor Chagas é o convidado da live marcada para o dia 11 de novembro. Crédito: Divulgação.
Populares e divertidos, mas com nuances que refletem o contexto social, os memes são conhecidos e compartilhados pelas redes sociais e aplicativos de conversas. E a relação desse fenômeno com a comunicação social será tema do encontro virtual promovido pela Fundação Cultural BADESC que acontece na quarta-feira, dia 11 de novembro.
A partir das 19h30, o professor e pesquisador Viktor Chagas, da Universidade Federal Fluminense (UFF), vai apresentar a pesquisa Memes, da sociobiologia à comunicação, da comunicação à pandemia, com transmissão pela Plataforma Microsoft Teams. Para participar é preciso acessar no dia o link: http://bit.ly/encontrosvirtuaisfcb.
O encontro online faz parte da série A história entre imagens e sons e é uma parceria com o Laboratório de Imagem e Som e o Programa de Pós-Graduação em História da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Com coordenação do Prof. Dr. Rogério Rosa, os eventos virtuais seguem até o dia 16 de dezembro. Os mesmos são realizados sempre nas quartas-feiras, às 19h30, e cada encontro conta com a participação de um convidado com o objetivo de debater sobre uma temática específica.
Sobre Viktor Chagas
Viktor Chagas é professor e pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense (PPGCOM-UFF). É membro associado do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Democracia Digital (INCT.DD). Foi bolsista de Pós-Doutorado Junior (CNPq) em Comunicação e Cultura pela UFBA. Doutor em História, Política e Bens Culturais pelo Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getúlio Vargas (Cpdoc-FGV).
É líder do grupo de pesquisa coLAB/UFF, e coordenador do projeto de extensão #MUSEUdeMEMES. Foi ainda coordenador do curso de graduação em Estudos de Mídia da UFF (2013-2017). E, anteriormente, membro (2006-2012) e coordenador (2009-2012) da equipe editorial do projeto Overmundo, e coordenador-em-exercício e coordenador editorial (2012-2013) do projeto Viva Favela.
Sobre Rogério Rosa
Professor do ensino superior desde 2001, Rogério Rosa atualmente leciona na Udesc, credenciado como docente de História e vice coordenador do Programa de Pós-Graduação em História do Tempo Presente. Eleito presidente da ANPUH-SC (Associação Nacional de História seção Santa Catarina) para gestão de 2018-2020 e Membro do Corpo Editorial como Editor da Seção Fonte da Revista História, Ciências, Saúde – Manguinhos para os anos 2019-2022, atualmente coordena o Laboratório de Imagem e Som (LIS) da FAED/UDESC.
Desenvolve pesquisas na área de história e cultura política e visual, relações entre história e literatura, história da historiografia e movimentos sociais. Suas pesquisas tem como foco conflito rebelde ocorrido no sul do Brasil conhecido como Guerra do Contestado.
Próximo encontro
Na quarta-feira, dia 18 de novembro, a artista, pesquisadora e doutoranda em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) Luciana Knabben, participa do encontro e vai falar sobre o tema Juliana Hoffmann, entornos.
Serviço: Encontro virtual sobre memes e comunicação social, com o professor e pesquisador Viktor Chagas
Data: 11 de novembro – quarta-feira Horário: 19h30 Local: Plataforma online Microsoft Teams (http://bit.ly/encontrosvirtuaisfcb) Participação gratuita
CURADORIA DE FRANCINE GOUDEL, JULIANA CRISPE E SANDRA MAKOWIECKY
ESPAÇO FERNANDO BECK | 05 DE OUTUBRO A 23 DE NOVEMBRO DE 2017
A exposição integra a Bienal de Curitiba’17, criando pela primeira vez um polo em Santa Catarina, juntamente com o Museu da Escola Catarinense, o qual apresenta paralelamente a mostra “Antípodas Contemporâneas”. A parceria entre as Instituições é um ponto importante a ser destacado. Compõe uma das metas da Fundação com o escopo de ampliar e fortalecer o circuito. A aposta na fotografia enquanto recorte curatorial também está em consonância com o destaque que a linguagem vem conquistando na cena atual. Nesta mostra, a fotografia está pensada de forma ampla, apresentada por alguns dos artistas em diálogo com objetos, esculturas, performances.
Ana Sabiá, Interstícios - da série do porão ao sótão, 2016. Fotografia sobre PVC, 150x50cm.
Ana Sabiá, Interstícios - da série do porão ao sótão, 2016. Fotografia sobre PVC, 150x50cm.
Andressa Argenta, série Les Grandes Marées, 2015. Fotografias PB, dimensões variadas.
Andressa Argenta, série Les Grandes Marées, 2015. Fotografias PB, dimensões variadas.
Audrian Cassanelli, Deo Ignoto, 2014. Adesivo sobre acrílico transparente, 70x70cm.
Audrian Cassanelli, Deo Ignoto, 2014. Adesivo sobre acrílico transparente, 70x70cm.
Cheyenne Luge, série O pelo da face, 2017. Fototexto, 29,7x42cm cada.
Cheyenne Luge, série O pelo da face, 2017. Fototexto, 29,7x42cm cada.
Clara Fernandes, Cartas ao mar, 2012. Fotografia, dimensões variadas. Performers: Scherazade Mesquita, Elisa Schmidt, Pedro Gonçalves, Marcella Faria, Isabela Hoffmann. Fotografia: Bruno Ropelato
Clara Fernandes, Cartas ao mar, 2012. Fotografia, dimensões variadas. Performers: Scherazade Mesquita, Elisa Schmidt, Pedro Gonçalves, Marcella Faria, Isabela Hoffmann. Fotografia: Bruno Ropelato
Claudia Zimmer, Série Cartografia do meio, 2008-2017. Fotografia impressa em papel jornal, 38x18,5cm cada.
Claudia Zimmer, Série Cartografia do meio, 2008-2017. Fotografia impressa em papel jornal, 38x18,5cm cada.
Coletivo Toca, Excessiva mente, 2013. Fotografia sobre acrílico, 80x30cm.
Coletivo Toca, Excessiva mente, 2013. Fotografia sobre acrílico, 80x30cm.
Daniele Zacarão, Recipiente para armazenar memórias, 2012. Impressão Fine Art e objeto, dimensões variadas.
Daniele Zacarão, Recipiente para armazenar memórias, 2012. Impressão Fine Art e objeto, dimensões variadas.
Diana Chiodelli, Ausência, 2013. Aplicação de lambe sob foan, 200x67cm.
Diana Chiodelli, Ausência, 2013. Aplicação de lambe sob foan, 200x67cm.
Duda Desrosiers, da série De feito, 2016. Impressão fotográfica sobre pvc, 45x30cm cada.
Duda Desrosiers, da série De feito, 2016. Impressão fotográfica sobre pvc, 45x30cm cada.
Fabíola Scaranto, da série Ensaio sobre a poeira, 2014. Fotografia, 50x30cm cada.
Fabíola Scaranto, da série Ensaio sobre a poeira, 2014. Fotografia, 50x30cm cada.
Fernando Weber, série Mandrágora, 2015. Fotografia, 30x30cm cada.
Fernando Weber, série Mandrágora, 2015. Fotografia, 30x30cm cada.
Franzoi, Nós em nós, 2017. Fotografia sobre PVC, 100x67cm.
Franzoi, Nós em nós, 2017. Fotografia sobre PVC, 100x67cm.
Henry Goulart, da série Corpo anônimo, 2016-2017. Fotografia, 30x20cm cada.
Henry Goulart, da série Corpo anônimo, 2016-2017. Fotografia, 30x20cm cada.
Iam Campigotto, Sê-lo, 2017. Arte postal, 12 selos, 30x20cm.
Iam Campigotto, Sê-lo, 2017. Arte postal, 12 selos, 30x20cm.
Janaína Corá, Autorretrato 2, 2013. Fotografia impressa em papel 180mg com laminação fosca, 50x70cm cada.
Janaína Corá, Autorretrato 2, 2013. Fotografia impressa em papel 180mg com laminação fosca, 50x70cm cada.
Joana Amarante, da série E os dias seguem iguais, 2017. Fotografia, 33x33cm cada.
Joana Amarante, da série E os dias seguem iguais, 2017. Fotografia, 33x33cm cada.
Karina Segantini, da série Kah Ranka, 2017. Impressão fotográfica, 29x21cm.
Karina Segantini, da série Kah Ranka, 2017. Impressão fotográfica, 29x21cm.
Kim Coimbra, da série Nó Materno. Impressão em papel fotográfico, 35x25cm cada.
Kim Coimbra, da série Nó Materno. Impressão em papel fotográfico, 35x25cm cada.
lca Barcellos, da série Biomórficos, 2017. Impressão em papel algodão, 21x29cm cada.
lca Barcellos, da série Biomórficos, 2017. Impressão em papel algodão, 21x29cm cada.
Letícia Cardoso, Desenhos do Mar, 2005. Fotografia, 120x60cm cada.
Letícia Cardoso, Desenhos do Mar, 2005. Fotografia, 120x60cm cada.
Lilian Barbon, da série Paisagens Transversas, 2015. Impressão em Canvas, 60x40cm cada.
Lilian Barbon, da série Paisagens Transversas, 2015. Impressão em Canvas, 60x40cm cada.
Lu Renata, Escutar a terra 1, 2016. Fotografia, 80x60cm.
Lu Renata, Escutar a terra 1, 2016. Fotografia, 80x60cm.
Luciana Petrelli, da série Ilhas de Força, 2016. Impressão fotográfica em papel fosco Alpha Celulose sobre pvc, 40x
Luciana Petrelli, da série Ilhas de Força, 2016. Impressão fotográfica em papel fosco Alpha Celulose sobre pvc, 40x
Lucila Horn, Infância 2, 2012. Impressão fotográfica em papel Hahnemühle Photo Matt Fibre, 100x100cm.
Lucila Horn, Infância 2, 2012. Impressão fotográfica em papel Hahnemühle Photo Matt Fibre, 100x100cm.
Marina Moros, Álbum de família - Amostra 01, Cichorium intybus intybus, 2015. Chlorophyll process, dimensões variad
Marina Moros, Álbum de família - Amostra 01, Cichorium intybus intybus, 2015. Chlorophyll process, dimensões variad
Marta Martins, da série A lagoa vista em olho de peixe. Impressão fotográfica, 2012-2016, 29,7x21cm cada.
Marta Martins, da série A lagoa vista em olho de peixe. Impressão fotográfica, 2012-2016, 29,7x21cm cada.
Neusa Milanez, da série Céu-Terra, 2014. Impressão fotográfica em papel Hahnemüle Fine Art, 43x37cm.
Neusa Milanez, da série Céu-Terra, 2014. Impressão fotográfica em papel Hahnemüle Fine Art, 43x37cm.
Ramón Moro Rodríguez, da série Astronauta. Fotomontagem impressa em papel fotográfico e impressão em tecido, 100x100cm cada.
Ramón Moro Rodríguez, da série Astronauta. Fotomontagem impressa em papel fotográfico e impressão em tecido, 100x100cm cada.
Rosana Bortolin, Sujeição I, 2011. Impressão fotográfica e objeto, dimensões variadas.
Rosana Bortolin, Sujeição I, 2011. Impressão fotográfica e objeto, dimensões variadas.
Sandra Alves, Cachoeira da tabuleiraz 2015. Impressão fotográfica em caixa de luz, 90x60cm.
Sandra Alves, Cachoeira da tabuleiraz 2015. Impressão fotográfica em caixa de luz, 90x60cm.
Sandra Correia Favero, da série Com Tempo, 2013. Impressão fotográfica em fine art, 32x30cm cada.
Sandra Correia Favero, da série Com Tempo, 2013. Impressão fotográfica em fine art, 32x30cm cada.
Sarah Uriarte, Sem título, 2016. Impressão fotográfica sobre pvc, 90x60cm.
Sarah Uriarte, Sem título, 2016. Impressão fotográfica sobre pvc, 90x60cm.
Sonia Loren, da série Diga me onde tua liberdade repousa - Nunca tão jovens, 2016. Impressão fotográfica sobre pvc, dimensões variadas.
Sonia Loren, da série Diga me onde tua liberdade repousa - Nunca tão jovens, 2016. Impressão fotográfica sobre pvc, dimensões variadas.
TiroTTi, Luzes Contínuas, 2017. Impressão em pvc, 90x20cm.
TiroTTi, Luzes Contínuas, 2017. Impressão em pvc, 90x20cm.
Yara Guasque. Almafantasmática I, II, III, IV, V e VI, 1973-2017. Fotografia e fungos. Dimensões variadas.
Yara Guasque. Almafantasmática I, II, III, IV, V e VI, 1973-2017. Fotografia e fungos. Dimensões variadas.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
Exposição Fotografia: seus sistemas híbridos e fronteiriços | Bienal Internacional de Curitiba 2017 | Polo SC.
APRESENTAÇÃO
A seleção de obras e artistas nesta mostra parte do texto curatorial de Ticio Escobar e do subtítulo desta Bienal, “Excesso de imagem”, que faz referência ao fenômeno contemporâneo da pós-fotografia. A produção de imagens digitais é hoje superior à capacidade de sua recepção e uso. A visão é confrontada com um excesso de informação visual que ultrapassa sua capacidade de assimilação. Esta situação é enfrentada pela arte contemporânea através de várias estratégias que superam o meio fotográfico convencional e exigem soluções para além da fotografia – o que poderia ser qualificado como “fotografia expandida”, atravessada por diferentes técnicas e baseada em reforços conceituais variados. A ideia de diversidade, outro ponto central desta Bienal, é reforçada através da vinculação de zonas e situações opostas que coincidem sem arriscar suas respectivas diferenças. Considera a diversidade das expressões, tendências e linguagem, que possibilita a articulação da fotografia com processos amplos, de composição, conceito, imagem.
Na mostra da Fundação Cultural Badesc, partindo desta ideia, convidamos 37 artistas catarinenses ou com produção em Santa Catarina, que desenvolvem em sua produção, como linguagem ou base de princípio do processo, a fotografia. As articulações que aqui idealizamos pretendem pensar a fotografia através de seu potencial conceitual, expressivo, crítico e poético, onde o medo de contaminar a pureza formal da imagem se perde e o trabalho se converte em um meio de expressão contingente. Nesta mostra as obras configuram estes territórios híbridos e fronteiriços da fotografia, que com seu excesso de imagem proporcionam a reflexão dos temas aqui suscitados.
Francine Goudel, Juliana Crispe e Sandra Makowiecky | Curadoria
Ariana Silva, pesquisadora e doutoranda em história, é a convidada do encontro virtual que acontece no dia 4 de novembro
Ariana Silva, pesquisadora e doutoranda em história, é a convidada do encontro virtual que acontece no dia 4 de novembro – crédito Divulgação
Na quarta-feira, dia 4 de novembro, a doutoranda em História pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) Ariana Silva, participa do encontro virtual promovido pela Fundação Cultural BADESC. Nesta segunda edição do projeto A história entre imagens e sons, Ariana vai falar sobre a Decolonialidade e música: produções das raperas afroindígenas latino-americanas.
O encontro é gratuito e pode ser acompanhado a partir das 19h30 pela plataforma Microsoft Teams. Para participar, basta acessar o link: http://bit.ly/encontrosvirtuaisfcb.
A palestra faz parte da série de oito encontros virtuais intitulados A história entre imagens e os sons, promovidos em parceria com o Laboratório de Imagem e Som e o Programa de Pós-Graduação em História da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), conta com a coordenação do Prof. Dr. Rogério Rosa.
Os eventos semanais seguem até o dia 16 de dezembro de 2020, e são sempre realizados nas quartas-feiras, no horário das 19h30. Cada encontro terá a participação de um convidado com o objetivo de debater sobre uma temática em destaque.
No dia 11 de novembro, o Professor PhD da Universidade Federal Fluminense, Viktor Chagas, aborda o tema Memes, da sociobiologia à comunicação, da comunicação à pandemia.
Sobre Ariana Silva
Doutoranda em História pelo Programa de Pós Graduação em História da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Bacharela em Relações Internacionais e Comércio Exterior pela Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP). Bacharela em História – América Latina pela Universidade Federal da Integração Latino Americana (UNILA). Mestra em Estudos Interdisciplinares Sobre a Mulher pela Universidade Federal da Bahia (NEIM/UFBA). Membra da Feminaria Musical – grupo de pesquisa e experimentos sonoros. Membra do Grupo de Estudos Multidisciplinares em Urbanismos e Arquiteturas do Sul – MALOCA. Membra do Programa A Cor da Bahia. Trabalho principalmente com os seguintes temas: mulheres negras, rap, lesbianidade, etnomusicologia, teoria decolonial, feminismos, América Latina e representação.
Sobre Rogério Rosa
Professor do ensino superior desde 2001, Rogério Rosa atualmente leciona na Udesc, credenciado como docente de História e vice coordenador do Programa de Pós-Graduação em História do Tempo Presente. Eleito presidente da ANPUH-SC (Associação Nacional de História seção Santa Catarina) para gestão de 2018-2020 e Membro do Corpo Editorial como Editor da Seção Fonte da Revista História, Ciências, Saúde – Manguinhos para os anos 2019-2022, atualmente coordena o Laboratório de Imagem e Som (LIS) da FAED/UDESC. Desenvolve pesquisas na área de história e cultura política e visual, relações entre história e literatura, história da historiografia e movimentos sociais. Suas pesquisas tem como foco conflito rebelde ocorrido no sul do Brasil conhecido como Guerra do Contestado.
Serviço: Encontro virtual sobre música afroindígena latino-americana com a pesquisadora e doutoranda em história Ariana Silva