Albrecht Dürer, aclamado artista renascentista, é tema de aula aberta promovida pela Fundação Cultural BADESC

Encontro virtual, realizado em parceria com o Programa de Pós Graduação em Artes Visuais da UDESC e o Museu da Escola Catarinense, será a partir das 9h do dia 3 de novembro

“Lebre jovem”, Albrecht Dürer – 1502, aquarela e guache em papel, Galeria Albertina, Viena. Crédito: Divulgação

Um dos mais renomados artistas do renascimento nórdico, Albrecht Dürer, será tema de uma aula aberta promovida pela Fundação Cultural BADESC em parceria com o Programa de Pós Graduação em Artes Visuais da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e o Museus da Escola Catarinense (MESC).  O encontro online Albrecht Dürer – artista, obra e cânone” será transmitido ao vivo no dia 3 de novembro, das 9h às 12h30 da terça-feira. 

Ministrada pela Profa. Dra. Ana Lúcia Beck, a aula poderá ser acompanhada pela plataforma Zoom, para quem fizer a inscrição e também pelo YouTube no link http://bit.ly/youtubedurer.  

As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas no formulário disponível neste linkhttp://bit.ly/DurerAulaAberta. Os participantes inscritos vão receber certificação. 

A atividade faz parte da disciplina Seminário temático especial da linha de teoria e História da Arte: Porque ler e pensar os clássicos, ministrada pela da Profa. Dra. Sandra Makowiecky no Programa de Pós Graduação em Artes Visuais da UDESC.

Sobre Ana Lúcia Beck

Membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA), da Associação Brasileira de Pesquisadores em Artes Plásticas (ANPAP) e da Sociedade Europeia de Literatura Comparada, Ana Lúcia Beck é Bacharel em desenho, Mestra em Teoria, História e Crítica de Arte e Doutora em Estudos Literários pela UFRGS, realizou estágio doutoral no King’s College em Londres e pós-doutorado junto ao PPGAV/UDESC, pesquisando a atuação de Lindolf Bell na crítica de arte.

Após 13 anos de experiência com ensino universitário no Rio Grande do Sul, hoje atua como professora no Curso de Artes Visuais da UDESC e também na USAC. Integra o grupo de pesquisa “História da Arte: Imagem-Acontecimento”, cadastrado junto ao CNPq, sob liderança de Sandra Makowiecky e Rosângela Cherem. Recentemente, o grupo lançou a obra “Passado-Presente em Quadros: uma antologia da história da arte em Santa Catarina” para a qual Ana Lúcia contribuiu com cinco capítulos.

Serviço: Aula aberta “Albrecht Dürer – artista, obra e cânone”

Data: 3 de novembro, terça-feira
Horário: das 9h às 12h30
Local: Plataforma virtual Zoom  
Transmissão ao vivo pelo YouTube http://bit.ly/youtubedurer
Inscrições gratuitas pelo link: http://bit.ly/DurerAulaAberta.

Crédito da imagem: Fundação Cultual BADESC/Divulgação.

Nenhum a menos

Sinopse: Wei Minzhi, que tem 13 anos de idade e mal sabe ler ou escrever, é escolhida para tomar conta da escola de apenas uma sala de seu pobre vilarejo, quando o único professor precisa se ausentar por um mês para cuidar da mãe doente. Se Minzhi conseguir manter todos os estudantes até o retorno do mestre, ela vai ganhar um dinheiro extra. Mas um dos alunos desaparece, e a menina faz de tudo para tentar encontrá-lo e trazê-lo de volta.

Premiado filme chinês é tema de live promovida pelo Cineclube Fundação Cultural BADESC

Dirigido por Zhang Yimou, Nenhum a Menos será debatido na sessão Divã marcada para o dia 30, às 19h

Nenhum a Menos – Crédito: Divulgação.

O longa Nenhum a Menos, dirigido pelo aclamado cineasta chinês Zhang Yimou, será tema do debate online na Sessão Divã, que acontece no dia 30 de outubro no canal da Fundação Cultural BADESC no YouTube (http://abre.ai/canalfundacaoculturalbadesc). A live, promovida em parceria entre o Cineclube Fundação Cultural BADESC e o Fórum Lacaniano de Florianópolis, terá transmissão gratuita a partir das 19h.

Com mediação da cineasta e curadora do cineclube, Vanessa Sandre, participam como comentaristas: Sonia Garcia, que é Psicóloga/Psicanalista, membro do Fórum Lacaniano de Florianópolis (em formação) e da IF/EPFCL-Brasil, além disso é especialista em Psicologia, abordagem Psicanalítica pela PUC/PR e Aline Reck Padilha Abrantes, que é  Psicanalista e Pós-Doutora pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras (FFCLRP-USP) do Departamento de Psicologia.

Considerado como um dos mais prestigiados cineastas da China, Zhang Yimou, o diretor do longa conta com mais de 130 premiações. Nenhum a Menos recebeu diversas premiações, entre elas, o prêmio principal no Festival de Veneza, na Itália. O filme faz parte da programação do Cinema e Reflexão, promovida pelo Instituto CPFL e pode ser assistido gratuitamente no link: https://mostracinemaereflexao.com.br/movie/nenhum-a-menos/.

Nenhum a Menos

(Yi ge dou bu neng shao), de Zhang Yimou. China. 1999. Drama, 106 min. Livre.

Sinopse: Wei Minzhi, que tem 13 anos de idade e mal sabe ler ou escrever, é escolhida para tomar conta da escola de apenas uma sala de seu pobre vilarejo, quando o único professor precisa se ausentar por um mês para cuidar da mãe doente. Se Minzhi conseguir manter todos os estudantes até o retorno do mestre, ela vai ganhar um dinheiro extra. Mas um dos alunos desaparece, e a menina faz de tudo para tentar encontrá-lo e trazê-lo de volta.

Serviço: Sessão Divã online debate o filme Nenhum a Menos

Quando: 30 de outubro – sexta-feira
Horário: 19h
Local: Canal da Fundação Cultural BADESC no YouTube (http://abre.ai/canalfundacaoculturalbadesc)
Evento Gratuito.

Crédito da imagem: Fundação Cultural BADESC/Divulgação

DE TANTO QUE SE VAI, ALGO FICA, de Isadora Stähelin

Algo se nos queda (1)

DE TANTO QUE SE VAI, ALGO FICA

ISADORA STÄHELIN

CURADORIA DE JULIANA CRISPE

ESPAÇO 2 | 15 DE SETEMBRO A 19 DE OUTUBRO DE 2017

Exposição contemplada pelo Edital 2017 na categoria Primeira Individual, apresenta registros e recordações de caminhadas feitas pela artista em seu processo de observar cenas que normalmente passam despercebidas na paisagem urbana. Os trabalhos se inserem na proposta contemporânea de reforçar o potencial poético das coisas banais, provocando a percepção da ação de transformar o entorno, da possibilidade de fazer de cada espaço, um lugar-outro. Isadora Stähelin é formada em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina e realizou intercâmbio na Universidade Nacional Autônoma do México, na Cidade do México.

Poste, 2015. Desenho, 325x275cm.
Poste, 2015. Desenho, 325x275cm.
Objeto-fato 0, 2016. Fotografia em fine art e adesivo vinílico, 200x80cm.
Objeto-fato 0, 2016. Fotografia em fine art e adesivo vinílico, 200x80cm.
Huacale, 2015. Desenho, 60x50cm.
Huacale, 2015. Desenho, 60x50cm.
Pneu, 2015. Desenho, 60x50cm.
Pneu, 2015. Desenho, 60x50cm.
Algo se nos queda 1, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm.
Algo se nos queda 1, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm.
Algo se nos queda 3, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm.
Algo se nos queda 3, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm.
Algo se nos queda 4, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm.
Algo se nos queda 4, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm.
Algo se nos queda 5, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm.
Algo se nos queda 5, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm.
Algo se nos queda 6, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm.
Algo se nos queda 6, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm.
Algo se nos queda 7, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm.
Algo se nos queda 7, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm.
Algo se nos queda 8, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm
Algo se nos queda 8, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm
Algo se nos queda 9, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm.
Algo se nos queda 9, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm.
Exposição De tanto que se vai, algo fica, de Isadora Stähelin.
Exposição De tanto que se vai, algo fica, de Isadora Stähelin.
Exposição De tanto que se vai, algo fica, de Isadora Stähelin.
Exposição De tanto que se vai, algo fica, de Isadora Stähelin.
Exposição De tanto que se vai, algo fica, de Isadora Stähelin.
Exposição De tanto que se vai, algo fica, de Isadora Stähelin.
Exposição De tanto que se vai, algo fica, de Isadora Stähelin.
Exposição De tanto que se vai, algo fica, de Isadora Stähelin.
Exposição De tanto que se vai, algo fica, de Isadora Stähelin.
Exposição De tanto que se vai, algo fica, de Isadora Stähelin.
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Poste, 2015. Desenho, 325x275cm.
Poste, 2015. Desenho, 325x275cm.
Objeto-fato 0, 2016. Fotografia em fine art e adesivo vinílico, 200x80cm.
Objeto-fato 0, 2016. Fotografia em fine art e adesivo vinílico, 200x80cm.
Huacale, 2015. Desenho, 60x50cm.
Huacale, 2015. Desenho, 60x50cm.
Pneu, 2015. Desenho, 60x50cm.
Pneu, 2015. Desenho, 60x50cm.
Algo se nos queda 1, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm.
Algo se nos queda 1, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm.
Algo se nos queda 3, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm.
Algo se nos queda 3, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm.
Algo se nos queda 4, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm.
Algo se nos queda 4, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm.
Algo se nos queda 5, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm.
Algo se nos queda 5, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm.
Algo se nos queda 6, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm.
Algo se nos queda 6, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm.
Algo se nos queda 7, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm.
Algo se nos queda 7, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm.
Algo se nos queda 8, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm
Algo se nos queda 8, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm
Algo se nos queda 9, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm.
Algo se nos queda 9, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm.
Exposição De tanto que se vai, algo fica, de Isadora Stähelin.
Exposição De tanto que se vai, algo fica, de Isadora Stähelin.
Exposição De tanto que se vai, algo fica, de Isadora Stähelin.
Exposição De tanto que se vai, algo fica, de Isadora Stähelin.
Exposição De tanto que se vai, algo fica, de Isadora Stähelin.
Exposição De tanto que se vai, algo fica, de Isadora Stähelin.
Exposição De tanto que se vai, algo fica, de Isadora Stähelin.
Exposição De tanto que se vai, algo fica, de Isadora Stähelin.
Exposição De tanto que se vai, algo fica, de Isadora Stähelin.
Exposição De tanto que se vai, algo fica, de Isadora Stähelin.
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APRESENTAÇÃO

Algo se nos queda 6, 2016. Transferência de fotografia analógica sobre papel, tamanho original 30x20cm. Com um olhar atento ao despercebido para a maioria dos passantes da cidade, Isadora Stähelin explora, como poética, o que pode parecer banal para, assim, pensar nas importâncias dos espaços e objetos.
A exposição “’ De Tanto que se vai, algo fica” apresenta recordações de vivências em bairros e de caminhadas atentas à paisagem urbana entre o México e o Brasil. A artista apresenta três séries: o Objeto-Fato 0, em fotografia e texto; os desenhos de abandono e uma série construída em transfer (transferência de fotografia analógica para papel algodão de alta gramatura). Todas as séries apresentadas buscam retratar lugares e objetos do cotidiano em estado de descarte e descaso. Os trabalhos de Isadora provocam-nos a perceber a ação de transformação do entorno e a extrair a possibilidade de fazer, de cada espaço, um lugar-outro.
O que há de potência dos aparentes abandonos, dos objetos em desuso, nos supostos espaços vazios? Cada percorrer por esses espaços, objetos que se esvaem em processos de desaparição, o que fica? O que torna íntimo esses lugares se não a vivência com eles?
O que a artista propõe em sua sutil deriva pelas cidades é criamos pausa para os encontros, com um olhar demorado, com um pensamento que percorre os silêncios dessas paisagens/abandonos.

Juliana Crispe | Curadora

VEJA MAIS

O MUNDO QUE CABE NAS PUPILAS, de Cassia Aresta

O Mundo que Cabe-4b

O MUNDO QUE CABE NAS PUPILAS

CASSIA ARESTA

CURADORIA DE ROSÂNGELA CHEREM

ESPAÇO 2 | 22 DE JUNHO A 27 DE JULHO DE 2017

Ao deslocar em 90 graus a visão do mar em movimento, do ângulo dos pés para o dos olhos, transforma o que fora ondas em montanhas. Ao re(a)presentar as imagens na parede em alturas descontínuas, cria novos ritmos e texturas. Esta é a singularidade do olhar da artista, no exercício constante de enxergar um mundo que passa despercebido pelo caminhante distraído. Cassia Aresta trabalha e reside em Florianópolis/SC.

Série O mundo que cabe nas pupilas, 2017. Impressão fotográfica sobre vinil adesivo.
Série O mundo que cabe nas pupilas, 2017. Impressão fotográfica sobre vinil adesivo.
Série O mundo que cabe nas pupilas, 2017. Impressão fotográfica sobre vinil adesivo.
Série O mundo que cabe nas pupilas, 2017. Impressão fotográfica sobre vinil adesivo.
Série O mundo que cabe nas pupilas, 2017. Impressão fotográfica sobre vinil adesivo.
Série O mundo que cabe nas pupilas, 2017. Impressão fotográfica sobre vinil adesivo.
Série O mundo que cabe nas pupilas, 2017. Impressão fotográfica sobre vinil adesivo.
Série O mundo que cabe nas pupilas, 2017. Impressão fotográfica sobre vinil adesivo.
Série O mundo que cabe nas pupilas, 2017. Impressão fotográfica sobre vinil adesivo.
Série O mundo que cabe nas pupilas, 2017. Impressão fotográfica sobre vinil adesivo.
Série O mundo que cabe nas pupilas, 2017. Impressão fotográfica sobre vinil adesivo.
Série O mundo que cabe nas pupilas, 2017. Impressão fotográfica sobre vinil adesivo.
Exposição O mundo que cabe nas pupilas, de Cassia Aresta.
Exposição O mundo que cabe nas pupilas, de Cassia Aresta.
Exposição O mundo que cabe nas pupilas, de Cassia Aresta.
Exposição O mundo que cabe nas pupilas, de Cassia Aresta.
Exposição O mundo que cabe nas pupilas, de Cassia Aresta.
Exposição O mundo que cabe nas pupilas, de Cassia Aresta.
Exposição O mundo que cabe nas pupilas, de Cassia Aresta.
Exposição O mundo que cabe nas pupilas, de Cassia Aresta.
Exposição O mundo que cabe nas pupilas, de Cassia Aresta.
Exposição O mundo que cabe nas pupilas, de Cassia Aresta.
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Série O mundo que cabe nas pupilas, 2017. Impressão fotográfica sobre vinil adesivo.
Série O mundo que cabe nas pupilas, 2017. Impressão fotográfica sobre vinil adesivo.
Série O mundo que cabe nas pupilas, 2017. Impressão fotográfica sobre vinil adesivo.
Série O mundo que cabe nas pupilas, 2017. Impressão fotográfica sobre vinil adesivo.
Série O mundo que cabe nas pupilas, 2017. Impressão fotográfica sobre vinil adesivo.
Série O mundo que cabe nas pupilas, 2017. Impressão fotográfica sobre vinil adesivo.
Série O mundo que cabe nas pupilas, 2017. Impressão fotográfica sobre vinil adesivo.
Série O mundo que cabe nas pupilas, 2017. Impressão fotográfica sobre vinil adesivo.
Série O mundo que cabe nas pupilas, 2017. Impressão fotográfica sobre vinil adesivo.
Série O mundo que cabe nas pupilas, 2017. Impressão fotográfica sobre vinil adesivo.
Série O mundo que cabe nas pupilas, 2017. Impressão fotográfica sobre vinil adesivo.
Série O mundo que cabe nas pupilas, 2017. Impressão fotográfica sobre vinil adesivo.
Exposição O mundo que cabe nas pupilas, de Cassia Aresta.
Exposição O mundo que cabe nas pupilas, de Cassia Aresta.
Exposição O mundo que cabe nas pupilas, de Cassia Aresta.
Exposição O mundo que cabe nas pupilas, de Cassia Aresta.
Exposição O mundo que cabe nas pupilas, de Cassia Aresta.
Exposição O mundo que cabe nas pupilas, de Cassia Aresta.
Exposição O mundo que cabe nas pupilas, de Cassia Aresta.
Exposição O mundo que cabe nas pupilas, de Cassia Aresta.
Exposição O mundo que cabe nas pupilas, de Cassia Aresta.
Exposição O mundo que cabe nas pupilas, de Cassia Aresta.
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APRESENTAÇÃO

Exposição O mundo que cabe nas pupilas, de Cassia Aresta. Da ação incessante da água do mar sobre a areia da praia, deslindam-se formas sutis e planos curvilíneos por onde se avistam montanhas e céus. Trata-se de uma espécie de mapa de linhas em constante metamorfose e dissolução causada pela ação da maré e do vento. Ocorre que o reconhecimento desta paisagem vista de cima para baixo depende tanto dos efeitos imprevisíveis da iluminação natural como da acuidade do (a) caminhante para perceber texturas e densidades.
Resultantes de um equilíbrio e sobriedade cromática que demandam um silêncio contemplativo, as fotografias de Cassia Aresta não nascem de uma premeditação conceitual, mas acontecem através de um cruzamento entre fatura e reflexão sobre as formas. Fruto de descobertas e encontros, buscam alterar as certezas visuais em proveito da autonomia da imaginação, da agudeza dos desenhos e da perspicácia dos recortes que precedem os fundamentos explicativos, discursivos ou narrativos.

Rosângela Cherem | Curadora

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“A história entre imagens e sons” é noticiada no Jornal Notícias do Dia

A série de encontros virtuais “A história entre imagens e sons” foi noticiada na edição de terça-feira, 23 de outubro de 2020 do Jornal Notícias do Dia (ND). Os encontros são promovidos através de uma parceria entre a Fundação Cultural BADESC, o Laboratório de Imagem e Som e o Programa de Pós-Graduação em História da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), com coordenação do Prof. Dr. Rogério Rosa.

Informe Floripa destaca série de encontros virtuais promovidos pela Fundação Cultural BADESC em parceria com a UDESC

O site Jornal Informe Floripa publicou uma matéria destacando o início da série de encontros virtuais “A história entre imagens e sons”. Marcada para ocorrer de 28 de outubro a 16 de dezembro, é uma parceria entre a  Fundação Cultural BADESC e o Laboratório de Imagem e Som e o Programa de Pós-Graduação em História da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), com coordenação do Prof. Dr. Rogério Rosa. São diversos convidados – o primeiro deles, Michel Carvalho.