Fundação Cultural BADESC lança 60 páginas de acervo virtual

Exposições podem ser visitadas gratuitamente no site da instituição a partir de 30 de outubro

Fazer um resgate de exposições, sejam individuais ou coletivas, que passaram pela Fundação Cultural BADESC, é o objetivo do Acervo Virtual, um espaço que integra o site da instituição. E neste ano já foram apresentadas uma dezena de mostras na página, que a partir das 19h de 30 de outubro, vai ganhar mais 60 novas, que contemplam 259 artistas nacionais e internacionais.

 O processo de catalogação das páginas, que levou mais de um ano, foi coordenado pela arte educadora, Carolina Ramos.

“Foi um trabalho de levantamento de dados e organização fotográfica, que só foi possível graças aos artistas e ao cuidado das pessoas que passaram pela Casa, e que se preocuparam em manter esse vasto registro das exposições realizadas ao longo desses 15 anos”, destaca Carolina.

O Acervo, que faz parte da reformulação do site da instituição realizado ao longo do ano de 2020, conta agora com mais de 140 exposições. “A equipe da Fundação segue o trabalho de reunir fotografias e textos de outras mostras com o objetivo de possibilitar que mais pessoas tenham acesso e possam ver os trabalhos e artistas que passaram por aqui”, compartilha a arte educadora.

O DIA DA MARMOTA, de Luciana Knabben

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DIA DA MARMOTA

LUCIANA KNABBEN

ESPAÇO FERNANDO BECK | 5 DE ABRIL A 18 DE MAIO DE 2012

O título da exposição faz referência ao filme Feitiço do tempo, onde o personagem acorda sempre no mesmo dia e é obrigado a vivenciar tudo novamente. É nesse tempo cíclico que a artista encontra um novo olhar para trazer à tona sutilezas e fragilidades humanas em situações pictóricas. Tecidos e fitas transparentes sobrepostos são utilizados por Luciana Knabben para compor as “pinturas” da exposição Dia da Marmota, onde a artista usa campos de cor, subvertendo o suporte clássico dos quadros e aplicando a obra diretamente ao branco das paredes do espaço da exposição. Nascida em Blumenau, Luciana Knabben vive e trabalha em Balneário Camboriú. Doutoranda em Teoria e História da Arte, na Universidade do Estado de Santa Catarina. Mestre em Teoria e História da Arte, na Universidade do Estado de Santa Catarina (2015). Pós-graduada em Linguagens Visuais Contemporâneas, na Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis/ SC (2003). Formada em Bacharelado em Pintura e Gravura na Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis/SC (2006). Formada em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis/SC (2001). É artista visual, curadora e professora.

Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
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Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
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Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
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Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
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Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
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Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
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Exposição Dia da Marmota, de Luciana Knabben. Fotografias de Rivo Biehl, cedidas pela artista.
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APRESENTAÇÃO

Hoje sem amanhã nem ontem: eis o dia da marmota! Prisioneira do mesmo lugar, a travessia do inverno é variável. Um esquilo vidente anunciará quanto tempo por aqui ou lá.

Ao meio dia, ela visita lojas de artigos carnavalescos no Rio de Janeiro, traz pedaços de lá para cá. Movimenta-os com delicadeza e agilidade, amarrando fitas e sobrepondo tecidos ao investigar situações pictóricas com precisão entre alfinetes, agulhas e recortes.

Fim da tarde, ele descansa na parede e ela espera. Luciana inventa, com paciência, o destino do trabalho, desvia o olhar para o cotidiano e, incorpora a parede do espaço expositivo. Há uma instabilidade nas pinturas que se seguram entre nós e dependem do branco da parede, mas esta aparente precaridade é rastro de velocidade, urgência de vida, antes que anoiteça. Presente! Alguém sonhou ou ninguém despertou.

Boa Noite, Dia da Marmota!

Letícia Cardoso

A exposição reverberou na edição e publicação de catálogo, disponível ao clicar na imagem acima.

VEJA MAIS

MAR DE DENTRO, de Lela Martorano

Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano

MAR DE DENTRO

LELA MARTORANO

ESPAÇO FERNANDO BECK | 24 DE MAIO A 22 DE JANEIRO DE 2012

Composta por imagens fotográficas e por vídeo-objetos, a exposição trata da relação entre memória e fotografia, lugar e público, tempo e espaços, passado e futuro. Na mostra, a lembrança do mar é o fio que conduz a construção das obras, partindo da sobreposição ou projeção de imagens coletadas de arquivos familiares. Assim, as experiências da memória afetiva atribuem à matéria um novo significado. A exposição Mar de Dentro fez parte do projeto Olhos D’Água, patrocinado pelo Fundo Estadual de Incentivo à Cultura.

Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
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Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
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Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
Exposição Mar de dentro, de Lela Martorano. Fotografia cedida pela artista.
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À DERIVA

“A objetiva é um instrumento como o lápis ou o pincel; a fotografia é um procedimento como o desenho e a gravura, porque o que faz o artista é o sentimento e não o procedimento.”
Figuier, La Photographie au Salon de 1859.

Uma fatia de tempo é encontrada por Lela Martorano nos arquivos fotográficos de sua família. A artista descobre, no olhar do pai, imagens que captaram a luz de um instante. Na memória, algumas cenas na praia lembram os élans de uma temporada. E era através do olhar, ainda que distante, que seu pai participava das cenas. Olavo Vieira fotografava em slides numa época em que poucos encaravam o universo fotográfico. Longe das facilidades da tecnologia digital, a fotografia analógica exigia dedicação; era preciso confiança para apertar o botão de disparo, uma vez que o filme tinha suas poses contadas. Hoje a relação com a fotografia foi transformada pela comodidade do “delete”. A memória digital tornou-se um hábito que muitas vezes anula a própria vivência, refém de um gesto viciado. Observa Vilém Flusser que muitas pessoas não sabem mais olhar a não ser através do aparelho 1. Diante da capacidade sedutora de captar o instante sem pensar na composição da imagem, faz-se necessário enxergar as armadilhas da câmera digital no uso do cotidiano. Flusser adverte que “o aparelho propõe um jogo estruturalmente complexo, mas funcionalmente simples. É fácil aprender suas regras, difícil é jogá-lo bem.” 2 Saber fotografar consiste em evitar o gesto automático e impaciente do impulso amador. Lela Martorano utiliza a tecnologia digital com um pensamento analógico. Consciente dos riscos da linguagem, se apropria dos slides do pai e elabora um jogo de imagens compondo uma nova fotografia.

No processo, projeta os slides marcados pelo tempo sobre muros desgastados e antigos cartões postais estabelecendo uma nova imagem a partir dessa fusão. A exposição Mar de Dentro apresenta algumas obras criadas em uma residência feita no Museu de Arte Moderna da ilha de Chiloé (Chile, 2011). Lela Martorano resgata a memória da cidade e interfere com sua memória pessoal, procedimento que já havia utilizado na exposição Deslumbramientos na cidade de Granada (Espanha, 2009). “As fotos transformam o passado no objeto de um olhar afetuoso” 3, observa Susan Sontag. A intimidade de um momento em família é somado ao afeto com a cidade. Assim, a projeção do tempo incide sobre o espaço. Sontag ainda percebe que “por meio de fotos, cada família constrói uma crônica visual de si mesma – um conjunto portátil de imagens que dá testemunho da sua coesão”. As fotografias que escolhe no entanto, não são retratos senão cenas descontraídas que revelam a espontaneidade do momento. A presença do mar reforça a intensidade da imagem. Para Gaston Bachelard, a água é um elemento transitório, corre sempre, cai sempre; “anônima sabe todos os segredos. A mesma lembrança sai de todas as fontes.” Há profundidade em cada gota, basta lembrar a densidade do aplastamiento de las gotas, de Julio Cortazar. Em Castro Chiloé) existe o mar interior que deu o título da exposição. Parece então que esse interior das águas traz a sensação de um tempo vivido. Na dimensão nostálgica de uma gota, as imagens carregam lembranças passageiras.

No caso dos vídeo-objetos também apresentados nesta exposição, um conjunto de imagens fixas é iluminado por uma única imagem em movimento. O que se move é o mar sobre as crianças que outrora brincavam na praia. O reflexo da luz na água possibilita a percepção do movimento. O vídeo funciona como uma imagem de fundo que banha a cena estática; uma película que envolve a paisagem fotográfica. A claridade da água permite a travessia do olhar. Assim a memória da infância torna-se ainda mais distante, como se tivesse um filtro entre o olhar e a fotografia. Em Mar de Dentro, Lela Martorano trata água feito luz e vice-versa. Sejam projetadas ou no vídeo, a fluidez e a transparência das imagens interferem nas fotografias com suaves vibrações; captam o tempo, efêmero, entre a luminosidade das águas e as paisagens de luz. A palavra fotografia deriva do grego: φωτογραφία a partir de φως (fos) + ραφή (grafí), ou seja, escritura de luz. Lela Martorano desenha na luz as transparências do tempo. Christine Buci-Glucksmann nota que o efêmero parece surgir em todas as diferenças, brilhos, reflexos e cintilações do visível, como o lado escondido de uma luz imanente 4. Assim, o efêmero se desenvolve entre a presença e a ausência.

Desta maneira, a escolha do pôster lambe-lambe para apresentar as fotografias demarca também o caráter efêmero. O termo lambe-lambe, além de referir-se à pequena caixa preta usada pelos fotógrafos no início do século XX, é também um pôster de papel colado diretamente em muros e postes de rua, usado em geral para fins publicitários. Ao optar por esse suporte, a artista desloca a estética urbana para dentro do espaço expositivo. As fotografias se desfazem devido à fragilidade do papel empregado. Dentro da galeria, o papel é protegido das intempéries, mas não deixa de apresentar seu aspecto quebradiço, desaparecendo em um tempo mais lento. Em outros momentos, porém, a artista também leva o trabalho às ruas, confundindo-o entre os cartazes publicitários. Existe um constante movimento de deslocamentos, que transforma cada etapa do processo criativo. Um trabalho de pós-produção em que a artista se apropria de uma imagem já produzida para realizar outra. A foto do arquivo aparece no muro, migra para outra fotografia e volta para outro muro. Os desvios da cena e deslocamentos de suporte estabelecem um incessante fluxo de memórias. Nesse mar de dentro, as águas evocam imagens longínquas de um tempo suspenso. Percebe Heráclito, “é morte, para as almas, o tornar-se água.” Nas imagens de Lela Martorano, as lembranças são resgatadas nas sutilezas de um olhar afetuoso e se desfazem lentamente à deriva de um tempo reencontrado.

Lucila Vilela

[1] Cfr. FLUSSER, Vilém. Filosofi a da caixa preta. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2002, p. 54
[2] Ibid.
[3] SONTAG, Susan. Sobre fotografi a. São Paulo: Companhia das Letras, 2004, p.86
[4] BUCI-GLUCKSMANN, Christine. Estética de lo efímero. Madrid: Arena Libros, 2006, p. 31
[5] BACHELARD, Gaston. A Água e os Sonhos. São Paulo: Martins Fontes, 2002, p.59

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PRÊMIO AF DE ARTE CONTEMPORÂNEA 2021

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DIEGO DE LOS CAMPOS • FRAN FAVERO • GABI BRESOLA

ESPAÇO FERNANDO BECK | 09 DE OUTUBRO A 11 DE NOVEMBRO DE 2021

A 8ª Edição do Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea, de Florianópolis é realizada em parceria com a Fundação Cultural BADESC que organiza a mostra com obras dos três finalistas: Diego de los Campos, Fran Favero e Gabi Bresola. Os artistas foram selecionados por Mathilde Lajarrige, Niura Borges e Sandra Checruski. No dia da live de abertura, divulgou-se a atribuição do primeiro lugar que recebe como prêmio uma residência na Cité Internationale des Arts, em Paris.

Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
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Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
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APRESENTAÇÃO

Estabelecer perspectivas contemporâneas sobre o território é uma das questões presentes na produção dos artistas Diego de los Campos, Fran Favero e Gabi Bresola, finalistas da 8ª Edição do Prêmio concebido pela Aliança Francesa de Florianópolis.

Com seleção realizada por Niura Borges, pesquisadora e galerista gaúcha, Sandra Checruski, coordenadora do setor educativo e de programação cultural do Museu de Florianópolis e Mathilde Lajarrige, Gerente de Projetos do Departamento das Residências do Institut Français em Paris, os artistas apresentam um recorte de seus percursos artísticos nesta exposição.

Em uma curadoria compartilhada, a mostra coletiva explora a potencialidade das obras criando um circuito que contempla a possibilidade de pensar sobre territorialidades da arte, seja sob perspectivas da linguagem, materialidade e ou poética.

Marilyn Pellicant | Aliança Francesa de Florianópolis
Margaret Waterkemper | Fundação Cultural BADESC

DIEGO DE LOS CAMPOS

Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Da série Dialética Binária, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Dialética Binária, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Dialética Binária, detalhe, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Dialética Binária, detalhe, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Dialética Binária, detalhe, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Dialética Binária, detalhe, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Dialética Binária, detalhe, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Dialética Binária, detalhe, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Fúria, 2021. Madeira e motores controlados por Arduino. Dimensões variáveis. O projeto Fúria tem o apoio de Rumos Itaú Cultural 2019-2020.
Da série Fúria, 2021. Madeira e motores controlados por Arduino. Dimensões variáveis. O projeto Fúria tem o apoio de Rumos Itaú Cultural 2019-2020.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
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Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Da série Dialética Binária, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Dialética Binária, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Dialética Binária, detalhe, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Dialética Binária, detalhe, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Dialética Binária, detalhe, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Dialética Binária, detalhe, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Dialética Binária, detalhe, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Dialética Binária, detalhe, 2018-2021. Papelão, madeira e componentes eletrônicos. Dimensões variáveis.
Da série Fúria, 2021. Madeira e motores controlados por Arduino. Dimensões variáveis. O projeto Fúria tem o apoio de Rumos Itaú Cultural 2019-2020.
Da série Fúria, 2021. Madeira e motores controlados por Arduino. Dimensões variáveis. O projeto Fúria tem o apoio de Rumos Itaú Cultural 2019-2020.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
Sem título, 2014. Papelão, madeira, arame e motor. Dimensões variáveis.
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Diego de los Campos (1971) é formado em 1997 na Faculdade de Artes da Universidade da República, Uruguai. Desde 1999 no Brasil, foi selecionado em salões de arte contemporânea como o de Piracicaba, Ribeirão Preto, Arte Pará e o Salão de Natal, entre outros. Em 2011 expõe individualmente no Museu Victor Meirelles “Simpatia”, exposição que virou itinerante pelo Sesc de Santa Catarina. Em 2016 expõe no Museu de Arte de Blumenau, na Sala Municipal Vichietti e no Instituto Internacional Juarez Machado, a série “Antirretratos”, e no Masc, “Desenhos de um Real”, 4 mil desenhos feitos em menos de 3 minutos cada, para serem vendidos por um Real. Indicado ao Prêmio Pipa de 2019 e selecionado no Rumos Itaú Cultural 2020-2021. Desde 2010 forma parte do Coletivo Artístico Nacasa onde tem seu ateliê e dá cursos de arte multimídia.

FRAN FAVERO

Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Camouflage (série), 2013 - 2016. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão, 90x114 cm e 114x81 cm.
Camouflage (série), 2013 - 2016. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão, 90x114 cm e 114x81 cm.
Camouflage (série), 2013 - 2016. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão. Acervo: Projeto Armazém, 90x100 cm e Acervo: Silvana Macêdo, 80x114 cm, respectivamente.
Camouflage (série), 2013 - 2016. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão. Acervo: Projeto Armazém, 90x100 cm e Acervo: Silvana Macêdo, 80x114 cm, respectivamente.
Vale (série), 2021. Fotografia. Série de dois dípticos. Impressão mineral s/ papel de algodão. 60x45cm (cada díptico)
Vale (série), 2021. Fotografia. Série de dois dípticos. Impressão mineral s/ papel de algodão. 60x45cm (cada díptico)
Jardins (série), 2018. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão, 20x30cm.
Jardins (série), 2018. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão, 20x30cm.
Jardins (série), 2018. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão, 20x30cm | Duas Margens, 2019. Vídeo. Full HD, cor, som 2.0, 7:46 min.
Jardins (série), 2018. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão, 20x30cm | Duas Margens, 2019. Vídeo. Full HD, cor, som 2.0, 7:46 min.
Mergulho, 2019. Video. Full HD, cor, s/ som, 1:24min
Mergulho, 2019. Video. Full HD, cor, s/ som, 1:24min
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
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Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Camouflage (série), 2013 - 2016. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão, 90x114 cm e 114x81 cm.
Camouflage (série), 2013 - 2016. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão, 90x114 cm e 114x81 cm.
Camouflage (série), 2013 - 2016. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão. Acervo: Projeto Armazém, 90x100 cm e Acervo: Silvana Macêdo, 80x114 cm, respectivamente.
Camouflage (série), 2013 - 2016. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão. Acervo: Projeto Armazém, 90x100 cm e Acervo: Silvana Macêdo, 80x114 cm, respectivamente.
Vale (série), 2021. Fotografia. Série de dois dípticos. Impressão mineral s/ papel de algodão. 60x45cm (cada díptico)
Vale (série), 2021. Fotografia. Série de dois dípticos. Impressão mineral s/ papel de algodão. 60x45cm (cada díptico)
Jardins (série), 2018. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão, 20x30cm.
Jardins (série), 2018. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão, 20x30cm.
Jardins (série), 2018. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão,  20x30cm | Duas Margens, 2019. Vídeo. Full HD, cor, som 2.0, 7:46 min.
Jardins (série), 2018. Fotomontagem. Impressão mineral s/ papel de algodão,  20x30cm | Duas Margens, 2019. Vídeo. Full HD, cor, som 2.0, 7:46 min.
Mergulho, 2019. Video. Full HD, cor, s/ som, 1:24min
Mergulho, 2019. Video. Full HD, cor, s/ som, 1:24min
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
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Fran Favero (1987) é artista visual e curadora. É mestra e graduada em Artes Visuais pela UDESC, com intercâmbio para a UQÀM, em Montreal, Quebec. Pesquisa as relações de fronteiras que permeiam territórios, corpos e memórias, atuando no campo dos multimeios, incluindo produções em fotografia, vídeo, publicações de artistas e instalações. Entre as principais exposições que participou como artista estão as individuais Ninguém consegue segurar o ar, 14a Bienal Internacional de Curitiba, MASC/SC, 2019; Y/Rembe ́y, Museu Victor Meirelles/SC, 2016; REDECHOQUE – Fran Favero, Exposição online, Galeria Choque Cultural, SP, 2019; e as coletivas Notícias do Brasil, Diafragma Covilhã International Photofestival, Portugal, 2021; What’s going on in Brazil, Les Rencontres de la Photographie d’Arles, França, 2019; Confluências: arte em intercâmbio, Sesc Interlagos, São Paulo/SP, 2017; Antípodas Contemporâneas, 13a Bienal Internacional de Curitiba, MESC/SC, 2017; Projecto Multiplo #5, Centro Cultural São Paulo/SP, 2013. Em 2018, foi selecionada para o Prêmio Jovens Artistas: a arte contemporânea em Santa Catarina. Atualmente participa das residências artísticas A Zero–publicações de artista, Editora Medusa, Curitiba/PR e SomaRumor- Arte Sonora, UFF/RJ. É professora colaboradora do Departamento de Artes Visuais da UDESC, integrante da equipe do Projeto Armazém –exposições e feiras de múltiplos e publicações de artista e vice-diretora da ONG Observatório Nacional da Cultura (ONC).

GABI BRESOLA

Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
vindas, 2020. Fotografia impressa em papel matte. 120g/m² e texto impresso em acetato em sobreposição, 1mx1m com 20cm de profundidade.
vindas, 2020. Fotografia impressa em papel matte. 120g/m² e texto impresso em acetato em sobreposição, 1mx1m com 20cm de profundidade.
happy topographies [lugares terrivelmente felizes], 2019. Acrílica em tela, 10 telas de 25x35cm cada.
happy topographies [lugares terrivelmente felizes], 2019. Acrílica em tela, 10 telas de 25x35cm cada.
happy topographies [lugares terrivelmente felizes], detalhe, 2019. Acrílica em tela, 10 telas de 25x35cm cada.
happy topographies [lugares terrivelmente felizes], detalhe, 2019. Acrílica em tela, 10 telas de 25x35cm cada.
cartão postal, 2020. 18 postais impressos em laser no papel offset 240g/m² em display de acrílico. Tamanho total 50cm de largura x 1,80 de altura e 4cm de profundidade. Acervo Galeria Nara Roesler.
cartão postal, 2020. 18 postais impressos em laser no papel offset 240g/m² em display de acrílico. Tamanho total 50cm de largura x 1,80 de altura e 4cm de profundidade. Acervo Galeria Nara Roesler.
cartão postal, 2020. 18 postais impressos em laser no papel offset 240g/m² em display de acrílico. Tamanho total 50cm de largura x 1,80 de altura e 4cm de profundidade. Acervo Galeria Nara Roesler.
cartão postal, 2020. 18 postais impressos em laser no papel offset 240g/m² em display de acrílico. Tamanho total 50cm de largura x 1,80 de altura e 4cm de profundidade. Acervo Galeria Nara Roesler.
questionário do imigrante, 2020. Áudio 2''19' em loop, 2 canais.
questionário do imigrante, 2020. Áudio 2''19' em loop, 2 canais.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
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Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
vindas, 2020. Fotografia impressa em papel matte. 120g/m² e texto impresso em acetato em sobreposição, 1mx1m com 20cm de profundidade.
vindas, 2020. Fotografia impressa em papel matte. 120g/m² e texto impresso em acetato em sobreposição, 1mx1m com 20cm de profundidade.
happy topographies [lugares terrivelmente felizes], 2019. Acrílica em tela, 10 telas de 25x35cm cada.
happy topographies [lugares terrivelmente felizes], 2019. Acrílica em tela, 10 telas de 25x35cm cada.
happy topographies [lugares terrivelmente felizes], detalhe, 2019. Acrílica em tela, 10 telas de 25x35cm cada.
happy topographies [lugares terrivelmente felizes], detalhe, 2019. Acrílica em tela, 10 telas de 25x35cm cada.
cartão postal, 2020. 18 postais impressos em laser no papel offset 240g/m² em display de acrílico. Tamanho total 50cm de largura x 1,80 de altura e 4cm de profundidade. Acervo Galeria Nara Roesler.
cartão postal, 2020. 18 postais impressos em laser no papel offset 240g/m² em display de acrílico. Tamanho total 50cm de largura x 1,80 de altura e 4cm de profundidade. Acervo Galeria Nara Roesler.
cartão postal, 2020. 18 postais impressos em laser no papel offset 240g/m² em display de acrílico. Tamanho total 50cm de largura x 1,80 de altura e 4cm de profundidade. Acervo Galeria Nara Roesler.
cartão postal, 2020. 18 postais impressos em laser no papel offset 240g/m² em display de acrílico. Tamanho total 50cm de largura x 1,80 de altura e 4cm de profundidade. Acervo Galeria Nara Roesler.
questionário do imigrante, 2020. Áudio 2''19' em loop, 2 canais.
questionário do imigrante, 2020. Áudio 2''19' em loop, 2 canais.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
Exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2021.
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Gabi Bresola (1992) é mestra e graduada em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina. Faz e pesquisa publicações de artista na plataforma par(ent)esis desde de 2017, na editora editora edições desde 2014. Co-organiza a Flamboiã feira de publicações de artista desde 2015. Desde 2012, realiza exposições, publicações e trabalho principalmente na elaboração de projetos culturais de artes visuais e cinema pela Ombu produção. Atualmente, é representante de Artes visuais no Conselho Estadual de Cultura e membra do Conselho editorial da Livraria e editora Humana. Fez curadoria e coordenação de eventos como a mostra.doc, a Flamboiã feira de publicações de artista e a mesa Latina na Tijuana (Casa do Povo/SP). Fez curadoria e produção de exposições como “Interior”, “Verada” e “Reles chão” que circularam pelo estado através da Rede Sesc de Galerias e Prêmio Elisabete Anderle. Como artista, realizou e participou de exposições individuais e coletivas entre elas “Empilhamento máximo” e “editora editora” em Florianópolis/SC e Itajaí/SC e a exposição “Sertão” no 36o Panorama da Arte Brasileira 2019, no Museu de Arte Moderna de São Paulo e a exposição “Sobre os ombros de gigantes” em 2020, na Galeria Nara Roesler em São Paulo e Nova York. Dirigiu o curta-metragem “Larfiagem” (vencedor do Prêmio de melhor filme pelo júri e júri popular e melhor documentário do Mercosul do FAM–Festival audiovisual do Mercosul). Atuou como produtora nos filmes “Antonieta” de Flávia Person e “Documentário” de Rafael Schlichting, fez a direção de arte do curta-metragem “Rio da Madre” de Fábio Brüggemann e assistência de arte dos filmes “Do que te lembras, Maria?” de Mara Salla, “Noite Clara” de Felipe Vernizzi e a novela “Mulheres na indústria” de Zeca Pires e foto still e projeto gráfico do curta-metragem “As rendas de Dinho” de Adriane Canan e do filme “O Poeta de Cordel” de Ilka Goldsmith e Cassemiro Vitorino.

VEJA MAIS

BUQUÊ MARGINAL, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff

TMBS2

BUQUÊ MARGINAL

BRUNA GRANUCCI E EDINARA PATZLAFF

CURADORIA DE JULIANA CRISPE

ESPAÇO PAULO GAIAD | DE 20 DE JULHO A 01 DE OUTUBRO DE 2021

O projeto, que reúne duas mulheres-mato, Bruna e Edinara, aborda o feminismo e faz questionamentos sobre a beleza e a liberdade da mulher, tendo o corpo e o espaço como inspiração. Ambas utilizam o mato que brota na rua e é podado pelas mãos da sociedade como forma de protesto, e o corpo do mato como ocupação, trazendo uma nova leitura sobre a beleza. Bruna Granucci é formada em Cinema, nasceu em Mogi-Mirim, interior de São Paulo, vive e trabalha em Florianópolis/SC. Artista visual independente, a sua produção abrange desde colagens analógicas, bordados livres passando pelo desenvolvimento de vídeos experimentais e projetos de instalação e murais. Edinara Patzlaff trabalha e vive em Porto Alegre/RS. Com formação em Fotografia pela Universidade Feevale em 2017, sua produção abrange processos experimentais dentro da fotografia analógica, oficinas de zines e projetos de instalações/intervenções na rua.

Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
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Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
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Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
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Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
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Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
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Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
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Exposição Buquê Marginal, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Buquê Margina, de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff.

Mulheres são como mato, plantas marginais que crescem e brotam com o tempo. Mulheres mato que lutam por ocupar espaços e estar presente. Mulheres-mato que a todo tempo produz, um corpo em movimento. Mulheres mato que abrem fendas no asfalto social, resistem à enxurradas e mãos brutas que insistem em arrancá-lo, em arrancar-nos do mundo. O Buquê marginal é um projeto que reúne duas mulheres-mato, Bruna Granucci e Edinara Patzlaff, que encontraram um caminho muito próximo na vida e no criar. As duas se debruçam sobre o feminino e neste projeto questionam a beleza e a liberdade da mulher, tendo o corpo e o espaço como inspiração, elas utilizam o mato que brota na rua e é podado pelas mãos da sociedade como forma de protesto, e o corpo como ocupação, trazendo uma nova leitura sobre a beleza.

Bruna Granucci e Edinara Patzlaff

VEJA MAIS

PEDRA-CARNE, de Meg Tomio Roussenq

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PEDRA-CARNE

MEG TOMIO ROUSSENQ

CURADORIA DE ANNA MORAES E RAFAELA MARIA MARTINS

ESPAÇO FERNANDO BECK | 13 DE JULHO A 01 DE OUTUBRO DE 2021

A mostra é composta por cerca de 20 obras e séries, divididas em quatro temas curatoriais: Pedra, Carne, Carnificina e Florescer. Enquanto um recorte dos últimos 10 anos de produção da artista catarinense, os trabalhos dialogam com a ideia de pedra e carne. Meg Tomio Roussen é artista visual nascida em Rio do Sul/SC. Sua formação é em Comunicação Social/Jornalismo pela PUC/RS, especializando-se em pintura mural e afresco em Mezzolombardo, Itália. Possui mestrado em Poéticas Visuais na linha de processos de criação PPGAV– UFRGS, atuando há 22 como professora de artes, em Santa Catarina. Vive e trabalha em Florianópolis e participa do Nacasa Coletivo Artístico desde a sua criação.

Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
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Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
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Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
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Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
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Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
charset=Unicode binary comment
charset=Unicode binary comment
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
binary comment
binary comment
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Série Pedra, 2016-2020. Objeto, acrílica sobre pedra.
Série Pedra, 2016-2020. Objeto, acrílica sobre pedra.
Série Pedra, 2016-2020. Objeto, acrílica sobre pedra.
Série Pedra, 2016-2020. Objeto, acrílica sobre pedra.
Série Pedra, 2016-2020. Objeto, acrílica sobre pedra.
Série Pedra, 2016-2020. Objeto, acrílica sobre pedra.
Série Pedra, 2019. Objeto, acrílica sobre prato de madeira.
Série Pedra, 2019. Objeto, acrílica sobre prato de madeira.
Série Pedra, 2020. Objeto, acrícilica sobre pedra, madeira e rede.
Série Pedra, 2020. Objeto, acrícilica sobre pedra, madeira e rede.
Série Pedra-Carne, 2021. Pintura, acrílica sobre cimento.
Série Pedra-Carne, 2021. Pintura, acrílica sobre cimento.
Série Pedra-Carne, 2016. Pintura, acrílica sobre tela.
Série Pedra-Carne, 2016. Pintura, acrílica sobre tela.
Noosferas, 2015. Pintura. Acrílica sobre tela - díptico.
Noosferas, 2015. Pintura. Acrílica sobre tela - díptico.
Série carne, 2016 e Noosferas, 2015. Pintura, acrílica sobre tela.
Série carne, 2016 e Noosferas, 2015. Pintura, acrílica sobre tela.
Série carne - Carne pulsante, 2017. Pintura, óleo sobre tela - díptico.
Série carne - Carne pulsante, 2017. Pintura, óleo sobre tela - díptico.
Toda Pedra Tem, 2020. Aquarela, guache e colagem sobre papel - série.
Toda Pedra Tem, 2020. Aquarela, guache e colagem sobre papel - série.
Toda Pedra Tem, 2020. Aquarela, guache e colagem sobre papel - série.
Toda Pedra Tem, 2020. Aquarela, guache e colagem sobre papel - série.
Toda Pedra Tem, 2020. Aquarela, guache e colagem sobre papel - série.
Toda Pedra Tem, 2020. Aquarela, guache e colagem sobre papel - série.
Ninhos, 2018. Intervenção em fotografia, impressão s/papel - díptico.
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Série Florescer, 2018. Backlight e impressão sobre papel.
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Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
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Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
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Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
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Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
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Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
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Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
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Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.
Série Pedra, 2016-2020. Objeto, acrílica sobre pedra.
Série Pedra, 2016-2020. Objeto, acrílica sobre pedra.
Série Pedra, 2016-2020. Objeto, acrílica sobre pedra.
Série Pedra, 2016-2020. Objeto, acrílica sobre pedra.
Série Pedra, 2016-2020. Objeto, acrílica sobre pedra.
Série Pedra, 2016-2020. Objeto, acrílica sobre pedra.
Série Pedra, 2019. Objeto, acrílica sobre prato de madeira.
Série Pedra, 2019. Objeto, acrílica sobre prato de madeira.
Série Pedra, 2020. Objeto, acrícilica sobre pedra, madeira e rede.
Série Pedra, 2020. Objeto, acrícilica sobre pedra, madeira e rede.
Série Pedra-Carne, 2021. Pintura, acrílica sobre cimento.
Série Pedra-Carne, 2021. Pintura, acrílica sobre cimento.
Série Pedra-Carne, 2016. Pintura, acrílica sobre tela.
Série Pedra-Carne, 2016. Pintura, acrílica sobre tela.
Noosferas, 2015. Pintura. Acrílica sobre tela - díptico.
Noosferas, 2015. Pintura. Acrílica sobre tela - díptico.
Série carne, 2016 e Noosferas, 2015. Pintura, acrílica sobre tela.
Série carne, 2016 e Noosferas, 2015. Pintura, acrílica sobre tela.
Série carne - Carne pulsante, 2017. Pintura, óleo sobre tela - díptico.
Série carne - Carne pulsante, 2017. Pintura, óleo sobre tela - díptico.
Toda Pedra Tem, 2020. Aquarela, guache e colagem sobre papel - série.
Toda Pedra Tem, 2020. Aquarela, guache e colagem sobre papel - série.
Toda Pedra Tem, 2020. Aquarela, guache e colagem sobre papel - série.
Toda Pedra Tem, 2020. Aquarela, guache e colagem sobre papel - série.
Toda Pedra Tem, 2020. Aquarela, guache e colagem sobre papel - série.
Toda Pedra Tem, 2020. Aquarela, guache e colagem sobre papel - série.
Ninhos, 2018. Intervenção em fotografia, impressão s/papel - díptico.
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Série Florescer, 2018. Backlight e impressão sobre papel.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq. Exposição Pedra-Carne, de Meg Tomio Roussenq.

A exposição Pedra-Carne surge do encontro de Meg Tomio Roussenq (Rio do Sul, 1958) com uma pedra. Da cor e textura, que tangiam a aparência de um corpo tenro, porém lascado, aos olhos da artista revelaram-se carne. Ao longo de sua carreira, apreende-se que o processo da artista se desenvolve a partir da descoberta de uma possível materialidade humana na pedra aliada às transmutações decorrentes do fogo.

Como testemunhas silenciosas de tudo que passa, as pedras, apesar de sua imobilidade e estabilidade na natureza, aos poucos se modificam e se deslocam, por vezes em ritmo lento e em outras com grande rapidez e intensidade. Pedras compõem planos, que ora se encaixam e ora rolam na paisagem. E para Meg, de um encontro com uma pedra, e das significações que dela derivam, projetaram-se aquilo que nos constitui: o humano, a carne e os ciclos de transformações.

A descoberta da carne na pedra amplia no trabalho da artista as possibilidades do ser pedra. Se antes a pedra se configurava como algo estático, a carne nela projetada provoca transformações e rompimentos. A pedra então palpita, pulsa e lateja.

Em seguida, instala-se no processo da artista a transformação da matéria por meio do cru e do caos: Meg rompe o invólucro externo da pedra e trabalha o inverso, entornando de vermelhos vivos e saturados a carne que pulsa, que transborda. E de tanto expandir, chega ao processo de desconstrução de corpos.

Nisto que chama de carnificina, Meg trabalha o avesso da pedra sobre vermelhos de tonalidades alaranjadas, representando o fogo. O fogo é o elemento que inicia o processo de transformação da matéria: ele retira o mineral de seu estado bruto, ao mesmo tempo em que o purifica. Passar pelo fogo permite que o avesso da pedra, em seu estado mais puro, seja passível de mutação. A carnificina depura, expurga e encerra aquilo que precisa deixar ir para enfim renascer.

Ao final desta ablução, descobre-se a pedra não mais humana, e sim, como a matéria que origina o ser. Ir ao encontro da carne, é, metaforicamente, o ato de colocar a pedra na condição de semente: é descontruir, para voltar ao início, é se aproximar do caos para florescer e transcender. É partir da pedra e por fim retornar a ela, como os ciclos inerentes à vida.

Pedra-carne é a possibilidade de encontrar no minério bruto algo de humano e entendê-lo como potência de vida. Os trabalhos desta exposição apresentam um ciclo: pedra enquanto semente; a carne como aquilo que representa a matéria humana; a carnificina como a transformação da matéria e por fim o florescer, compreendido menos como o encerramento de um ciclo, e mais como início e fim, concomitantemente.

Anna Moraes e Rafaela Martins | Curadoras

VEJA MAIS

Artistas mulheres apresentam duas exposições na Fundação Cultural BADESC

Mostras podem ser visitadas gratuitamente de terça-feira a sábado, das 13h às 18h

Selecionadas no Edital 2020 da Fundação Cultural BADESC, as artistas Bruna Granucci, Edinara Patzlaff e Meg Tomio Roussenq apresentam exposições que podem ser visitadas de maneira gratuita no casarão que fica no Centro de Florianópolis. A visitação pode ser realizada das 13h às 18h de terça-feira a sábado até 1º de outubro de 2021.

Bruna Granucci e Edinara Patzlaff são as responsáveis pela exposição Buquê Marginal. Nela, além dos mais de 150 buquês de mato seco que estão suspensos em varais de linha, o espectador pode assistir a um vídeo experimental.
A mostra, que tem curadoria de Juliana Crispe, é inédita e começou a ser desenvolvida pelas artistas em 2019.

Já Pedra-Carne, mostra da Meg Tomio Roussenq, faz um recorte dos últimos 10 anos de produção da artista. Ela conta que ao pintar uma pedra de vermelho como uma representação de carne em seu interior faz um convite para que os visitantes olhem atentamente e refletam sobre as transformações e ciclos vitais da existência.

Com curadoria de Anna Moraes e Rafaela Maria Martins, a mostra é composta por cerca de 20 obras e séries, divididas em quatro temas curatoriais: Pedra, Carne, Carnificina e Florescer.

A Fundação, que fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro da Capital catarinense, destaca que para garantir uma visitação segura são seguidos todos os protocolos sanitários, tanto que o uso de máscara é obrigatório e a visitação é limitada a cinco pessoas por vez no espaço.

Serviço: Exposições Buquê Marginal de Bruna Granucci e Edinara Patzlaff e Pedra-Carne de Meg Tomio Roussenq
Visitação: até 1º de outubro de 2021 – de terça-feira a sábado, das 13h às 18h
Local: Fundação Cultural BADESC – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro de Florianópolis/SC – telefone: (48) 3224-8846
Entrada Gratuita

ONDE EXISTE AZUL…, de Adriane Hernandez

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ONDE EXISTE AZUL…

ADRIANE HERNANDEZ

ESPAÇO FERNANDO BECK | 09 DE SETEMBRO A 21 DE OUTUBRO DE 2011

Adriane Hernandez utiliza a toalha xadrez azul na exposição Onde existe azul… como um elemento que remete a memórias pessoais. As obras fazem parte da série Impregnações com a toalha de mesa e servem a inúmeros jogos de construção e desconstrução dos significados. A artista é natural de Porto Alegre (RS), doutora em Poéticas Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e professora da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).

Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
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Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
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Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Onde existe azul, de Adriane Hernandez.

Trabalhadas com recurso técnicos, próprios à época em que vivemos – fotografia e tratamento digital da imagem – as fotografias de Adriane Hernandez traem a linguagem tradicional desse médium, produzem configurações pictóricas que se inscrevem em uma filiação direta da obra de Magritte e reverberam com produções contemporâneas que destabilizam percepções ordinárias das coisas e do mundo.

Podemos identificar em seu trabalho, o alinhamento com questões caras ao Surrealismo; questões que supõem desligamentos entre sujeito, imagem e representação. Também situa confluências entre as categoriais de performance do objeto, da fotografia e da pintura, mas através de enigmas visais: é sobretudo uma certa qualidade de silêncio que as evocam.

Ut poiesis pictura. A pintura vem do espírito, assim como a poesia.

Estas obras, que a artista apresenta na exposição agenciam detalhes de um mundo composto a partir de migalhas e encoberto por fragmentos. Pequenos retalhos de tecido quadriculado azul e branco, encobrem o rosto de um personagem enigmático. O mesmo tecido recobre elementos heterogêneos, tais como as peças de um quebra-cabeça e um par de sapatos, salpica na imagem de pés e de uma sombrinha transparente. Noutro quadro, pontos azuis se espalham sobre a imagem e seu suporte como se fossem flocos de neve. Miolos de pão flutuam sobre um plano azul como se fossem nuvens no céu. (O “Pão” e a “Toalha de Mesa”, signos recorrentes na iconografia da artista desde sua produção decorrente da pesquisa que desenvolveu na tese de doutorado).

Cada elemento que compõe as imagens está estrategicamente solto no espaço do quadro, colocando em suspenso qualquer relação espaço-tempo.

A justaposição entre os elementos extraídos do cotidiano doméstico, e feminino, são cuidadosamente agenciados para evocar uma inquietante estranheza.

Sim, é possível que não sejamos capazes de compreender, ou seja, de pensar e exprimir com conceitos o que a artista nos dá a ver. Não importa, porque uma das funções da arte é devolver em imagens aquilo que perdemos, ou que não conseguimos formular, da realidade.

Sandra Rey

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MADEIRAME, de Egidio Rocci

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MADEIRAME

EGIDIO ROCCI

CURADORIA DE FERNANDO BOPPRÉ

ESPAÇO FERNANDO BECK | 05 DE MAIO A 1º DE JULHO DE 2011

O artista plástico Egidio Rocci estabelece caminhos para questões ligadas ao equilibro e à memória ao usar como material de trabalho armários no estilo provençal, destituídos das portas e laterais, reduzidos à sua estrutura básica. A série Madeirame é composta de cinco obras. São quatro junções de armários e uma instalação. A exposição é realizadas basicamente com móveis da década de 50 e 60. Há uma identificação entre a madeira das obras e o piso do casarão, entre os frontões ds armários e as colunas espiraladas que dividem as salas do espaços Fernando Beck da FCBadesc.

Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
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Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
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Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
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Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
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Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
Exposição Madeirame, de Egidio Rocci.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Madeirame, de Egidio Rocci. “para chegar ao pouco
em que umas poucas coisas
revelem-se, compactas,
recortadas e todas, e chegar entre as poucas
à coisa coisa e ao miolo
dessa coisa, onde fica
seu esqueleto ou caroço”

(João Cabral de Melo Neto)

Em tempos de alvenaria, é o madeirame quem sustenta uma construção. Nos trabalhos de Egidio Rocci persiste o que há de estrutural em um objeto: subtrai-se excesso, eliminam-se funções. Eis que surge um objeto novo que pode ser composto junto a outro semelhante ou completamente distinto dele mesmo. A ação do artista, contudo, mantém um respeito profundo em relação ao objeto: ainda que o reduza ao mínimo, é possível continuar a nomeá-lo pelo nome de origem (mesmo que a funcionalidade tenha sido descartada). Aquilo que é tomado por princípio material – por exemplo, um armário – atravessa uma crise intensa: lance embaraçoso, tensão, conflito. O gesto é sempre preciso: a operação de se extrair poesia dos objetos já existentes no mundo se alastra pelas obras desta exposição. Nelas, há sempre um disparate: seus móveis e objetos improváveis produzem inquietação. Ao observarmos, por exemplo, um criado-mudo sobreposto à estrutura de um armário, parece haver qualquer coisa de assombro no silêncio da entrega deste móvel mutante diante de nossos olhos.

Fernando Boppré | Curador

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