NOTAS DE RODAPÉ, de Jimson Vilela

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NOTAS DE RODAPÉ

JIMSON VILELA

ESPAÇO FERNANDO BECK | 17 DE MARÇO A 29 DE ABRIL DE 2011

Selecionado pelo Edital Fernando Beck de Exposições 2011, Jimson Vilela apresenta a mostra Notas de Rodapé. São trabalhos de vídeo e intervenção/instalação em que o artista reduz a noção da paisagem ao elemento visual da linha do horizonte.

Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela (7)
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Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
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Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
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Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela (7)
Notas de rodapé, de Jimson Vilela (7)
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
Notas de rodapé, de Jimson Vilela.
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APRESENTAÇÃO

Notas de rodapé, de Jimson Vilela. Notas de rodapé, de Jimson Vilela.

Uma individual não é uma reunião de trabalhos do mesmo autor.¹ Uma exposição individual envolve outra lógica de tempo, espaço e integração obra-pública.² O “texto curatorial” (este mesmo que você está lendo) e a montagem da exposição são os mediadores entre a obra e você.³ Entretanto, nesta exposição há um pequeno problema: este texto antecede um dos trabalhos aqui presente.⁴ Então como pensar no mesmo como um mediador, tendo em vista que o trabalho ainda não existe?⁵ Não pensando em obras, mas em poética.⁶

Há caos e clareza no que eu faço.⁷ Estes dois adjetivos correspondem ao que está presente aqui: uma investigação sobre os limites.⁸

Notas de rodapé, Jimson Vilela⁹

___________________________________

¹ Uma individual é a exposição de uma poética. É um universo que se materializa através de partículas capazes de tomar visíveis os vazios entre uma partícula e outra.
² {[(obra + invisível) x (tempo de duração + espaço expositivo)] + experiência sensorial e suas memórias} = esta é uma suposição válida em notas de rodapé.
³ Em uma individual não há outro artista com outras obras para gerar um diálogo ou aproximações. Isto é um monólogo? Não. O texto e a montagem criam a possibilidade de deste “texto curatorial” um fragmento-diário e, consequentemente, mais um pedaço de constelação de trabalhos aqui presentes.
⁴ Os vídeos Necessidade e Quase não cinema 1 (2010) são uma investigação sobre as simbologias que envolvem o conceito de linha do horizonte – universal e, ao mesmo tempo, particular. Procuro traçar paralelos entre estas duas instâncias.
⁵ Indeterminado.
⁶ Universo, constelação, partículas. Essa exposição é resultado de outra e de suas descobertas. É um modo de pensar o momento de exibição enquanto processo e até mesmo procedimento de trabalho. Dentro do universo há constelações e nestas, além de estrelas, há um espaço vazio que as separa.
⁷ Em meu trabalho desenvolvo uma pesquisa que diz respeito às fronteiras e limites dos campos da ficção/realidade, texto/imagem e escrita/corpo. Inicialmente, crio livros nos quais estes conceitos são aplicados e tensionados. A partir dos livros desenvolvo projetos como este.
⁸ Penso na linha enquanto limite e ponte. Separa e junta. Penso na linha como síntese visual da palavra escrita. Aliás, sobre a linha apoiam-se as palavras até o final da linha. Ou até palavras paralelas se tocarem.
⁹ Título e autor.¹ ___________________________________
¹

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PLÁSTICA, de Roberta Tassinari

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PLÁSTICA

ROBERTA TASSINARI

ESPAÇO FERNANDO BECK | 25 DE NOVEMBRO DE 2010 A 28 DE JANEIRO DE 2011

Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
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Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
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Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
Exposição Plástica, de Roberta Tassinari.
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LINHAS E RISCOS SUBTERRÂNEOS: ENTRE O CÉU E A TERRA, de Janor Vasconcelos

linhastesta

LINHAS E RISCOS SUBTERRÂNEOS: ENTRE O CÉU E A TERRA

JANOR VASCONCELOS

CURADORIA DE FRANZOI

ESPAÇO FERNANDO BECK | 25 DE NOVEMBRO DE 2010 A 28 DE JANEIRO DE 2011

Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
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Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.s subterrâneos, de Janor Vasconcelos.
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Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
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Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
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Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
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Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
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Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Linhas e riscos subterrâneos: entre o céu e a terra, de Janor Vasconcelos. Mergulhar em um emaranhado de linhas e riscos para atingir o interior do ser humano, a alma. Talvez seja esta a proposta que Janor Vasconcelos faz a cada um de nós que ficamos diante de seu trabalho.
Ao deslocar um ponto sobre o papel, cria uma linha ininterrupta, por meio do acúmulo forma um desenho, que ecoa compulsivamente no espaço-tempo e resulta numa ideia-imagem aberta a múltiplas interpretações.
Quem está sendo representado? Que linha é essa que percorre o espaço? Que espaço é esse? E se a linha na verdade for um risco no espaço? Representa os riscos a que somos submetidos a cada instante? A linha tênue entre a vida e a morte?
O ponto de partida da poética de Janor é a sua memória geográfica e social – as minas de carvão e os mineradores. Busca um simulacro, entre o espaço expositivo e uma mina, ao dispor meticulosamente seus trabalhos nas paredes de forma contínua, se apropriando dos vértices da arquitetura e conduzindo nosso olhar para a profundeza dos mesmos. Ao nos aproximarmos cada vez mais de seus desenhos temos a sensação de estarmos diante do visível e do invisível, entre o finito e o infinito, pois somos arrebatados para o interior de nossa própria existência.

Risco… linha… ponto… vida!

Franzoi | Curador

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PNEUMATÓFOROS, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque

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PNEUMATÓFOROS

CRISTINA OLIVEIRA • EDGAR COLARES • YARA GUASQUE

ESPAÇO FERNANDO BECK | 30 DE SETEMBRO A 01 DE OUTUBRO DE 2010

Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
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Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
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Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
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Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
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Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Pneumatóforos, de Cristina Oliveira, Edgar Colares e Yara Guasque. Ambientação do espaço da exposição como uma instalação-ambiente orgânica, que apesar de ser construída artificialmente simula a respiração que no mangue é realizada pelos pneumatóforos.
Pneumatóforos são ramificações das raízes das árvores que crescem em terrenos alagadiços. Notadamente do mangue algumas árvores como a Siriúba possuem raízes que se ramificam horizontalmente, logo abaixo da superfície da areia, lançando esporões verticais que expostos no ar absorvem o oxigênio da atmosfera. Estes são os pneumatóforos que ajudam a sedimentar o terreno e que efetuam a troca gasosa entre a árvore e o meio. Pneumatóforos, metaforicamente falando como um organismo, aglutina ideias embrionárias sedimentando elementos antes dispersos, e também auxilia a respiração entre o organismo e o meio.

Yara Guasque

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A IMAGEM DA CASA, de Ana Luiza Kalaydjian

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A IMAGEM DA CASA

ANA LUIZA KALAYDJIAN

ESPAÇO FERNANDO BECK | 05 DE AGOSTO A 24 DE SETEMBRO de 2010

Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
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Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
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Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
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Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian.
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APRESENTAÇÃO

Exposição A imagem da Casa, de Ana Luiza Kalaydjian. A possibilidade de trabalhar novos materiais e texturas através de meios também diversos é uma das características principais da produção de Ana Kalaydjian. Essa liberdade levou-a a utilizar o pó de café em suas criações a partir de 1999. Esse material orgânico foi escolhido tanto por sua carga afetiva quanto camaleônica de se transformar em pigmento, em tinta, em argila e até mesmo em superfície refletora.
A artista mantém a tradição de ler nos desenhos formados pela borra de café no fundo das xícaras traços da vida e do destino de quem o tomou. Nesse processo, a imagem produzida pela sedimentação do pó recupera seu poder cognitivo, pois é compreendida em sua dimensão simbólica de semelhança e evocação com aquilo que representa. Através de sua leitura, Ana estabelece uma estreita comunicação com o outro, mas sem se furtar a exposição de si mesma.
Mais do que a memória dessa tradição, o que a artista recupera para seus trabalhos é a lógica desses reflexos e seu resultado. Vestígios dessa relação íntima e privada, daquele momento de plena comunicação, são conservados em suas fotografias de borras em fundos de xícaras. Não sabemos interpretá-las, não conhecemos que as fez. No entanto, energia contida nessas manchas negras, sua força desencadeadora, parece retida nessas reproduções. Sugam o espectador, transportando-o para o espaço de uma relação mais estreita entre as pessoas. (…)

Taisa Helena P. Palhares

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3ª RODADA, Coletiva

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3ª RODADA

ALINE DIAS • DÉBORA BOLSONI • DIEGO RAYCK • FABIANA FLAKS • JULIA AMARAL • LETÍCIA CARDOSO • LUIZ ROQUE • MÁRCIA SOTTILLI • MILLA JUNG

ASSESSORIA DE FERNANDO LINDOTE, JAILTON MOREIRA E THAIS RIVITTI

ESPAÇO FERNANDO BECK | 15 DE JULHO A 5 DE AGOSTO de 2010

Exposição integrante do projeto Arte Contemporânea Catarinense: um percurso contemplado pelo Edital Elisabete Anderle.

Exposição 3ª Rodada.
Exposição 3ª Rodada.
Exposição 3ª Rodada.
Exposição 3ª Rodada.
Exposição 3ª Rodada.
Exposição 3ª Rodada.
Exposição 3ª Rodada.
Exposição 3ª Rodada.
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TENSÕES, de Guido Heuer

guidotesta

TENSÕES

GUIDO HEUER

CURADORIA DE NAJDA DE CARVALHO LAMAS

ESPAÇO FERNANDO BECK | 1º DE ABRIL A 14 DE MAIO DE 2010

Inconformidade com o mundo contemporâneo, com a violência urbana, com o conflito entre nações e com a displicência em relação aos problemas ambientais são questões fortemente discutidas na seqüência de obras da mostra Tensões, de Guido Heuer. A reflexão é da crítica de arte Nadja Lamas, curadora da exposição com abertura agendada para o dia 1º de abril na Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis.

Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer (18)
Exposição Tensões, de Guido Heuer (18)
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
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Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
Exposição Tensões, de Guido Heuer.
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Exposição Tensões, de Guido Heuer (18)
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Exposição Tensões, de Guido Heuer.
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Exposição Tensões, de Guido Heuer.
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Embora embuída de carga política e com um suporte que inclui em boa parte de suas peças elementos com densidade elevada, como a tinta acrílica e automotiva, inox, madeira, metal gravado, vidro, fórmica, e betume, a arte de Guido Heuer avança por um território semântico delicado e engenhoso.
Nadja considera que as transformações poéticas do artista não são bruscas. Ocorrem de forma calma, mas com firmeza. “De maneira sutil, mas contundente”, avalia. Toda esta carga significativa da obra do artista vão estar expostas em nove objetos e uma vídeo instalação nas salas de exposição no interior da fundação e de uma escultura de um perturbador mosquito de alumínio e inox com três metros de altura no jardim da casa.
Artista maduro, atualmente com 53 anos, Guido possui uma longa trajetória. Nascido em Blumenau, já na infância descobriu o gosto pela arte dentro da própria família. Seu avô, Johannes, tinha um ofício raro: moldar peças mortuárias em bronze.
Era a gênese do processo criativo de Guido, pelo menos sob o ponto de vista material. O artista passava as tardes na oficina do avô. Na maioria das vezes apenas observando e descobrindo os princípios da transformação do metal e o manuseio de elementos químicos, soldas e reagentes.
Em 1971, aos 15 anos, começa a estudar arte e sua carreira artística, já no início, se dá entre os grandes artistas. Sua estréia é na galeria Açu-Açu, criada no mesmo ano pela escultora Elke Hering, pelo poeta Lindolf Bell, e pelo escritor e crítico Péricles Prade e sua esposa Arminda.
Já nos primeiros anos da década de 70, dividiu espaço em coletiva com Martinho de Haro, Meyer Filho, Sílvio Pléticos, Eli Heil, Elke Hering e Mario Avancini, além de Rodrigo de Haro e o então grupo dos novos, que incluía Antonio Mir, Jayro Schmidt, e Luiz Henrique Schwanke. Na mesma época, também participava de mostras com seu amigo, quase tão jovem como ele, Rubens Oestroem.
O salto de Guido Heuer, conforme situa o jornalista Joel Gehlen, no livro “As Idades do Metal – A Arte de Guido Heuer”, organizado por Dennis Radünz e publicado pela editora Nauemblu, ocorre no final dos anos 70, quando o artista expõe seus “metais gravados” na Maison de France, no Rio de Janeiro. Gehlen observa também que a década de 80 foi vivida sob o signo da inquietação. Nascido às margens do rio Itajaí-Açu, o artista absorve em sua obra a flora abundante, principalmente a madeira.
Os anos 90 marcam a visibilidade de Guido no mercado internacional, com exposições nos Estados Unidos, Alemanha, Áustria, Londres. Expõem no exterior mas sua presença no cenário urbano de Santa Catarina permanece latente, com painéis em Blumenau, Itapema e Florianópolis, e obras de grandes dimensões em fachadas de edifícios de Balneário Camboriú, formando uma galeria aberta pelas ruas da cidade litorânea.

A exposição reverberou na edição e publicação de catálogo disponível ao clicar na imagem acima.

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Exposição Ninho, Coletiva.
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Exposição Ninho, Coletiva.
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Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
Exposição Ninho, Coletiva.
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Memória fotográfica do meu primerio ninho, Brígida de Miranda, 2008.
Memória fotográfica do meu primerio ninho, Brígida de Miranda, 2008.
Como construir ao menos um ovo, Claudia Zimmer, 2008.
Como construir ao menos um ovo, Claudia Zimmer, 2008.
Alice queria voar numa bolha de sabão... da série Alice, Juliana Crispe, 2008.
Alice queria voar numa bolha de sabão... da série Alice, Juliana Crispe, 2008.
Ninho em silêncio, Márcia Sousa, 2008.
Ninho em silêncio, Márcia Sousa, 2008.
Ninho pregnado, Maria Araujo, 2008.
Ninho pregnado, Maria Araujo, 2008.
Trepadeira, Nara Milioli, 2008.
Trepadeira, Nara Milioli, 2008.
Buraco, Raquel Stolf, 2008.
Buraco, Raquel Stolf, 2008.
Condomínios inteligentes, Rosana Bortolin, 2006.
Condomínios inteligentes, Rosana Bortolin, 2006.
Ninho, Sandra Favero, 2008.
Ninho, Sandra Favero, 2008.
Ninho, Silvana e Frederico Macêdo, 2008.
Ninho, Silvana e Frederico Macêdo, 2008.
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Exposição Ninho, Coletiva.
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Memória fotográfica do meu primerio ninho, Brígida de Miranda, 2008.
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Como construir ao menos um ovo, Claudia Zimmer, 2008.
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Ninho, Sandra Favero, 2008.
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Ninho, Silvana e Frederico Macêdo, 2008.
Ninho, Silvana e Frederico Macêdo, 2008.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Ninho, Coletiva.

ninho

(de palavras, por ora)

A origem dos trabalhos expostos aqui foi uma palavra: ‘ninho’. Se a origem e mesmo certa homogeneidade se deram pela palavra-matriz, a variedade de conceitos e imagens por ela produzida em cada artista gerou uma heterogeneidade profícua. A partir dessa palavra os artista poetizaram, e o resultado está nessas obras que nos convidam a sentir, lembrar, refletir e imaginar, sem que nos desgarremos da imanência e concretude mundanas. Chamo a atenção dos que me lêem para o fato de ninho ser um objeto que remete a um não-objeto, ao espaço vazio a ser preenchido. Ele pode, claro, ser visto como ente autônomo, mas numa ontologia (ou, quem sabem, ornitologia?) naturalizada e naturalmente reclama uma relação com um outro – e continente a ser ocupado por um conteúdo. Também esta exposição só cria sentido à medida que seus espaços-nichos forem ocupados e acolherem experiências estéticas, gerando novas imagens, conceitos e posturas, resultantes da interação entre tais espaços e o espectador, reconstruída na poética do viver nosso de cada dia.

Maria Cecília de Miranda Nogueira Coelho

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FILIPENSES, 2

Portanto, se há alguma exortação em Cristo, se alguma consolação de amor, se alguma comunhão no Espírito, se alguns entranháveis afetos e compaixões,
2 completai o meu gozo, para que sintais o mesmo, tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo, sentindo uma mesma coisa,
3 nada façais por contenda ou por vanglória, mas com humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo;
4 não olhe cada um somente para o que é seu, mas cada qual também para o que é dos outros.
5 Tende em vós aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus,
6 o qual, substituído em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus, coisa a que se devia aferrar
7 mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens;
8 e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até à morte, e morte de cruz.
9 Pelo que também também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo nome;
10 para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra,
11 e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai. (FILIPENSES, 2.1 A 11)
O NOVO TESTAMENTO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
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Baseada na tradução em português de JOÃO FERREIRA DE ALMEIDA
De acordo com os melhores textos em hebraico e grego
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