GRAVURAS, de Ana Maria Pacheco

Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (14)

GRAVURAS

ANA MARIA PACHECO

CURADORIA DE JOFRE SILVA E SILVANA MACÊDO

ESPAÇO FERNANDO BECK | 09 DE JULHO A 22 DE AGOSTO DE 2008

Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (19)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (19)
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
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Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
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Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
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Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (12)
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Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (13)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (13)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (14)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (14)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (15)
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Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (16)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (16)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (17)
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Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (18)
Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (18)
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Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (19)
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Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
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Exposição Ana Maria Pacheco: Gravuras.
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Exposição Ana Maria Pacheco Gravuras (13)
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ÍNTIMA IMENSIDÃO, de Silvana Macêdo & Henna Asikainen

Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo (5)

EXPOSIÇÃO ÍNTIMA IMENSIDÃO

SILVANA MACÊDO & HENNA ASIKAINEN

ESPAÇO FERNANDO BECK | 28 DE MAIO A 04 DE JULHO DE 2008

Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Íntima Imensidão, de Henna Asikainen e Silvana Macedo. Um dos pontos de partida do projeto ar foi o desejo de explorar nossas diferenças culturais e engajá-las com discussões na área da ciência ambiental. A experiência vivida nessas duas florestas transformou nossa posição inicial, comparativamente mais analítica, em algo saturado com um sentido mais íntimo, onde nossas estórias pessoais e culturais se tornaram irremediavelmente ligada a diversos elementos de pesquisas científicas, clima e ecologia.
A fria, branca e imaculada floresta tropical finlandesa em contraste com a floresta tropical quente e úmida da Amazônia brasileira, nos levou a uma profunda reflexão sobre a intensidade das violentas polarizações destas áreas geográficas. Estes territórios, apesar de parecerem opostos e tão distantes, estão intimamente ligados na imensidão do ambiente global.

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TEMAS PARA UMA REALIDADE, Rodrigo Cunha

Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha (16)

TEMAS PARA UMA REALIDADE

RODRIGO CUNHA

ESPAÇO FERNANDO BECK | 13 DE MARÇO A 23 DE MAIO DE 2008

Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
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Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
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Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
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Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
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Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Temas para uma realidade, de Rodrigo Cunha. Na contramão da tendência predominante nos artistas de sua geração que de modo geral elegem suportes e mídias não usuais, Rodrigo Cunha escolheu como meio de expressão a tradicional pintura de cavalete. Suas obras são transposições oníricas da realidade.
Utilizando os discretos efeitos de luz das meias-tintas Rodrigo elabora trabalhos que surgem como visões provenientes de sonhos ou pesadelos.
Em uma atmosfera de ilimitada melancolia, figuras solitárias pairam em ambientes delimitados espacialmente por uma sóbria geometria.
Nesta arquitetura de caixas-cubículos, pequenas aberturas deixam entrever detalhes de outros aposentos igualmente frios e exíguos.
Por vezes a perspectiva é distorcida de forma a criar a sensação visual de um espaço circular captado por uma lente grande angular.
De modo geral as figuras destes personagens sem história nem rosto aparecem sentadas no canto de imensos sofás ou simplesmente de pé com mãos e braços rentes ao corpo perplexas por algum indecifrável enigma.
Na visionária estrutura espacial destes interiores é como se a invisível gaiola da exacerbada individualidade de nossos tempos não tornasse mais qualquer comunicação possível.
Neste inquietante clima é como se tudo, seres e objetos, pairasse em um vácuo iluminado por uma luz fria e distante proveniente de uma fonte invisível.
Intencionalmente ou não Rodrigo coloca-nos frente a personagens cujo clima existencial remete ao pensamento de Nietzsche e Schoppenhauer, que nos ensina sobre a profunda significação do nenhum sentido da vida.
Pode parecer paradoxal, mas é o vazio terrível expresso nestas obras que nos desvela a verdadeira beleza imperturbada e despida de alma e matéria.
E é justamente ao dar ao vazio uma expressão artística que Rodrigo Cunha penetra no âmago mesmo do dilema do homem contemporâneo permitindo ao espectador refletir e participar desta tensa e enigmática atmosfera que alimenta a própria essência de sua criação.

João Otávio Neves Filho – Janga

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GRAVURAS: MITOLOGIA GREGA, de Julia Iguti

Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti (1) - Cópia

MITOLOGIA GREGA GRAVURAS

JULIA IGUTI

ESPAÇO FERNANDO BECK | 17 DE JANEIRO A 29 DE FEVEREIRO DE 2008

Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
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Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
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Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti.
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Sobre a gravura de Julia Iguti

Exposição Mitologia Grega, de Julia Iguti. A gravura, em Florianópolis, já tem história graças a artistas com alma de gravadores, como é o caso de Julia Iguti.
A expressão de Julia é, portanto, basicamente relacionada com as qualidades gráficas, tanto nas litografias como nas xilogravuras, seus trabalhos mais recentes.
O que se observa em suas gravuras, entre outras coisas, é o paciente elaborar de imagens com a sutileza técnica que lhe é peculiar, obtendo, desta maneira, clareza visual que facilita o imediato diálogo entre o espectador e a sua obra.
Neste sentido, o imaginário de Julia compromete-se com o narrativo, ou seja, proporciona uma leitura além do visual, que é extremamente rico em efeitos gráficos. E toda essa grafia está a serviço da narração que beira o ficcional, com aproximações da fábula e do mítico.
A fabulação e a mitificação de Julia, cada vez mais densas e misteriosas, conferem à sua gravura a atmosfera do poético, ou melhor, do poema visual, em cujas imagens está o lendário que o tempo se encarrega de imprimir nas coisas.
A gravura de Julia é o encontro com a memória, com a percepção e com a imaginação.

Jayro Schmidt | artista plástico, professor de pintura e de história da arte

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MEMÓRIAS/SAIRÓMEM, de Juliano Zanotelli

céui

MEMÓRIAS/SAIRÓMEM

JULIANO ZANOTELLI

ESPAÇO FERNANDO BECK | 12 DE NOVEMBRO A 11 DE DEZEMBRO DE 2009

Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
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Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
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Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli. Exposição Memórias Sairomém, de Juliano Zanotelli. Brincando com a palavra memórias surge sairómem. (Literalmente é o reflexo inverso da palavra), no entanto é capaz de traduzir de uma maneira simples a exposição apresentada.
Sairómem é o (nosso) reflexo para dentro de si. É dentro dele que deixamos, sempre vivo, o lado criança. Que guarda consigo as lembranças da infância, das brincadeiras, dos momentos divertidos e alegres de uma época, que não volta mais, porém, está sempre em evidência dentro dela, do sairómem.
A vida adulta, necessária, e imposta pelo tempo, muitas vezes faz com que esqueçamos de ‘brincar’ com o sairómem. Um elo eterno de ligação com os mundos: real e imaginário.

Sinta o sairómem dentro de você e permita-se viver!

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PLURAIS, de Paulo Roberto Pugialli

convitefrenteeverso - externo

PLURAIS

PAULO ROBERTO PUGIALLI

ESPAÇO FERNANDO BECK | 07 DE OUTUBRO A 06 DE NOVEMBRO DE 2009

O artista denomina a coleção de pinturas-objeto. São imagens em absoluta desordem, da concepção visual ao suporte das telas.A arte de Pugialli está entranhada da sua própria maneira de viver. O artista é um nômade que vai adicionando referências e estabelecendo relações com o ambiente por onde tem vivido. Ele não acumula nada em sua vivência, nem sua própria obra. Seu acervo está em um microcomputador. No projeto da exposição para a Fundação Cultural Badesc, Pugialli exibe uma sequência no qual “a proposta curatorial é de alterar as relações espaciais do volume da pintura e do local expositivo, procurando alterações da situação limite entre o espectador, a estrutura pictórica e o lugar”, descreve o artista plástico e gravador Nelson Hohmann. São obras que expõem o visitante a uma leitura movediça. Nas telas do artista é possível visualizar a retórica da desordem. “Por mais que a sociedade, as autoridades, tentem organizar a vida, a desordem tem um poder maior e se estabelece”, diz o artista. A pluralidade da linha e da forma das pinturas-objeto expõe confiança e cilada, e conduzem o espectador a explorar uma geometria do insconsciente. São caminhos muitas vezes estabelecidos pelas próprias dobras das telas que sugerem outras leituras das imagens.Segundo o artista plástico José Maria Dias da Cruz, a obra de Pugialli “está em consonância com as mais avançadas pesquisas da arte contemporânea internacional, ampliando os conceitos de linha, superfície e ritmo”. O artista estudou artes plásticas na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e no Museu de Arte Moderna, no Rio de Janeiro, e no Museu da Gravura da Cidade de Curitiba. Em 1998 recebeu o prêmio principal no 55º Salão Paranaense. Sua obra está representado em coleções particulares e públicas no Brasil e no exterior. Pugialli foi selecionado pela comissão do edital de arte da Fundação Badesc, que escolhe seis exposições por ano de projetos de todo o Brasil.

Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
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Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
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Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
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Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Plurais, de Paulo Pugialli.

Paulo Roberto Pugialli é um nômade, desde sua infância na cidade do Rio de Janeiro, transita por ambientes diversos influenciado com outras culturas, percorrendo cidades e estados brasileiros, e terras estrangeiras.

A produção de sua obra está ligada diretamente ao seu modo de vida, aglomerando referências e relacionando-se ao ambiente; essas influências trazem reminiscências que indicam conceitos ampliados de “linha, superfície e ritmo”.

No projeto de exposição para o Espaço Fernando Beck, na Fundação Cultural BADESC, Pugialli nos traz pinturas-objeto no qual a proposta curatorial é de alterar as relações espaciais do volume da pintura e de alterar as relações espaciais do volume da pintura e o local expositivo, procurando alterações da situação limite entre o espectador, a estrutura pictórica e o lugar.

Nelson Hohmann | artista plástico e gravador

Inverno de 2009

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A CASA DA CRIAÇÃO, de Vera Sabino

2009 08 26 VERA SABINO - 40 ANOS DE ARTE pt1

A CASA DA CRIAÇÃO

VERA SABINO

ESPAÇO FERNANDO BECK | 26 DE AGOSTO A 09 DE OUTUBRO DE 2009

O projeto comemora os 40 anos de pintura da artista plástica. Idealizado pela artista Lena Peixer, A Casa da Criação foi concebida pelos também artistas Ivan de Sá e Maurício Muniz. A pequena edificação foi composta por plotagens de fotografias do ateliê de Vera feitas por Martha Dias.

Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
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Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
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Exposição A Casa da Criação, de Vera Sabino.
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TELEPLASTIAS, de Walmor Corrêa

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TELEPLASTIAS

WALMOR CORRÊA

CURADORIA DE ROSÂNGELA CHEREM

ESPAÇO FERNANDO BECK | 05 DE AGOSTO A 30 DE SETEMBRO DE 2009

Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa.
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa.
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa.
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa.
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
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Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa (55)
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa (55)
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa.
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Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
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Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa.
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Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
ExposiExposição Teleplastias, de Walmor Corrêa.ção Teleplastias, de Walmor Corrêa (22)
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Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa.
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Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
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Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
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Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa.
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Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa.
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa.
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa.
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa (59)
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa (59)
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa (56)
Exposição Teleplastias, de Walmor Corrêa (56)
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ExposiExposição Teleplastias, de Walmor Corrêa.ção Teleplastias, de Walmor Corrêa (22)
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MEIA PAISAGEM E MEIA, de Claudia Zimmer

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MEIA PAISAGEM E MEIA

CLAUDIA ZIMMER

ESPAÇO FERNANDO BECK | 17 DE JUNHO A 29 DE JULHO DE 2009

Exposição Meia Paisagem e Meia, de Claudia Zimmer.
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APRESENTAÇÃO

Exposição Meia Paisagem e Meia. As imagens de Claudia Zimmer se inserem num campo conceitual potente, e que adquire peculiaridades ao sul do Brasil. Nesta exposição podemos observar as florescências de sua abordagem sensível do espaço e da fotografia.
Sua poética é marcada por um olhar atento à paisagem e por regras subjacentes que a artista traça, dando ao conjunto de obras aqui apresentado algumas direções experimentais.
Ao operar a criteriosa escolha dos lugares de captação – meia praia / praia do meio –, dispara igualmente os processos que buscam as formas de mostrá-las. As interposições na captura das imagens passam a ser uma espécie de filtro com o qual a artista traduz espessuras e opacidades do seu olhar. As caixas, montagens, elementos de interposição e as passagens da imagem nos suportes de tiragem, exploram os dispositivos expositivos. O gesto fotográfico como um gesto de ver, questão tão cara a Flusser, é indexado pelos títulos por ela atribuídos às obras. Claudia nos convida a rever as paisagens. Coloca-nos na apreciação e nos entremeios da sua produção, possibilitando-nos descortinar a beleza difusa, em meios tons, do semi-visível.

Maria Ivone dos Santos

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