SILÊNCIO, de Fabio Dudas

Mudança

SILÊNCIO

FABIO DUDAS 

ESPAÇO 2 | 03 DE AGOSTO DE 2017 A 06 DE SETEMBRO DE 2017

O silêncio é o elemento dominante nos trabalhos apresentados nesta exposição. O silêncio no sentido de não falar, não contar um segredo. O silêncio omisso. O silêncio do luto, da resignação, do inexprimível. A quietude ressoa na dimensão das obras, na escolha das cores, na representação sóbria e escassa. O sentimento perpassa paisagem, retrato, natureza morta. Fabio Dudas é formado em Pintura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Natural de Telêmaco Borba/PR, vive em Florianópolis/SC.

 

A Mudança, Fabio Dudas, 2015. Acrílica sobre tela, 70x50cm.
A Mudança, Fabio Dudas, 2015. Acrílica sobre tela, 70x50cm.
Copo, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 50x40cm.
Copo, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 50x40cm.
Skatepark, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 80x60cm.
Skatepark, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 80x60cm.
Lápides, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 10x18cm.
Lápides, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 10x18cm.
Telefone, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 10x18cm.
Telefone, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 10x18cm.
Genie ao Espelho, Fabio Dudas, 2016. 18x24
Genie ao Espelho, Fabio Dudas, 2016. 18x24
Genie ao Espelho, Fabio Dudas, 2016. 18x24
Genie ao Espelho, Fabio Dudas, 2016. 18x24
A Casa, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 18x24cm.
A Casa, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 18x24cm.
Menino Sentado, Fabio Dudas, 2015. Acrílica sobre tela, 50x50cm.
Menino Sentado, Fabio Dudas, 2015. Acrílica sobre tela, 50x50cm.
Simulador, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 30x40cm.
Simulador, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 30x40cm.
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
A Mudança, Fabio Dudas, 2015. Acrílica sobre tela, 70x50cm.
A Mudança, Fabio Dudas, 2015. Acrílica sobre tela, 70x50cm.
Copo, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 50x40cm.
Copo, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 50x40cm.
Skatepark, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 80x60cm.
Skatepark, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 80x60cm.
Lápides, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 10x18cm.
Lápides, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 10x18cm.
Telefone, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 10x18cm.
Telefone, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 10x18cm.
Genie ao Espelho, Fabio Dudas, 2016. 18x24
Genie ao Espelho, Fabio Dudas, 2016. 18x24
Genie ao Espelho, Fabio Dudas, 2016. 18x24
Genie ao Espelho, Fabio Dudas, 2016. 18x24
A Casa, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 18x24cm.
A Casa, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 18x24cm.
Menino Sentado, Fabio Dudas, 2015. Acrílica sobre tela, 50x50cm.
Menino Sentado, Fabio Dudas, 2015. Acrílica sobre tela, 50x50cm.
Simulador, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 30x40cm.
Simulador, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 30x40cm.
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
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A Mudança, Fabio Dudas, 2015. Acrílica sobre tela, 70x50cm.
A Mudança, Fabio Dudas, 2015. Acrílica sobre tela, 70x50cm.
Copo, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 50x40cm.
Copo, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 50x40cm.
Skatepark, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 80x60cm.
Skatepark, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 80x60cm.
Lápides, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 10x18cm.
Lápides, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 10x18cm.
Telefone, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 10x18cm.
Telefone, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 10x18cm.
Genie ao Espelho, Fabio Dudas, 2016. 18x24
Genie ao Espelho, Fabio Dudas, 2016. 18x24
Genie ao Espelho, Fabio Dudas, 2016. 18x24
Genie ao Espelho, Fabio Dudas, 2016. 18x24
A Casa, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 18x24cm.
A Casa, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 18x24cm.
Menino Sentado, Fabio Dudas, 2015. Acrílica sobre tela, 50x50cm.
Menino Sentado, Fabio Dudas, 2015. Acrílica sobre tela, 50x50cm.
Simulador, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 30x40cm.
Simulador, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 30x40cm.
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
Exposição Silêncio, de Fabio Dudas
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QUIASMA

A questão do silêncio não é nova na história da arte. Nas tradições pictóricas, o olho quase sempre equivale à voz da alma. Sopro e dores em suspenso, algo súbito sempre escapa do corpo, é o olho que traz o inaudível. As pinturas de Fabio Dudas enaltecem a linguagem do sentimento. Um instante, uma nuance, uma dor nada pacífica, a perplexidade. Minimalistas, rostos quase espectrais, paisagens de vazio e objetos frios que, incontidos, trazem de dentro o parece se espalhar para fora de si. Na fatura, no conceito, na contenção, uma pintura que pensa o vazio e os escombros, propõe uma mudança mental e que, pela sutil conexão estabelecida com o tempo e o espaço contemporâneos, se impõe como um imperativo político.

Néri Pedroso | Jornalista

A Mudança, Fabio Dudas, 2015. Acrílica sobre tela, 70x50cm. A Casa, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 18x24cm. Skatepark, Fabio Dudas, 2016. Acrílica sobre tela, 80x60cm. Genie ao Espelho, Fabio Dudas, 2016. 18×24 Genie ao Espelho, Fabio Dudas, 2016. 18×24

O silêncio é o elemento predominante nos trabalhos apresentados nesta exposição. O silêncio dos quadros, objetos inanimados que ao mesmo tempo reverberam sua representação imagética. O silêncio da fotografia e de frames de cinema, pontos de partida para a criação destas cenas. O silêncio no sentido de não falar, não contar um segredo. O silêncio omisso. O silêncio do luto, da resignação, do inexprimível. Como fio condutor, o silêncio propõe um diálogo sem palavras entre os trabalhos apresentados, ao mesmo tempo em que revela uma desconexão entre eles, gerando uma quase negação na relação entre um e outro.

A pergunta que se pode fazer diante da conexão ou não destes trabalhos e diante de uma realidade muda, vazia, é de que então não há nada a ser representado? Mas silêncio pode também significar o meio de comunicação, o conteúdo. Aqui, a narrativa é sugerida, como em ‘A casa’, ‘Mudança’ e ‘O copo’, trabalhos que se constroem como cenas de um filme, aproximando o espectador como uma lente em zoom, configurando uma espécie de procura pelo sentido dentro do sentido.

Numa época multimídia em que a imagem se torna banal, há algo de exibicionista, ou mesmo trágico, numa técnica essencialmente virtuosa. Para alcançar essa aparente inércia do silêncio nos trabalhos aqui apresentados, a técnica é um veículo, mas intencionalmente secundária, levando o espectador a direcionar o olhar para a essência da imagem, a essência da representação.

Fabio Dudas

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Para além do propósito que move os colecionadores, a formação de uma coleção sempre constitui um patrimônio singular para a área que foi contemplada. Nas artes visuais, recortes diversos permitem compreender sentidos e trajetórias. Quando o colecionador particular tem a generosidade de permitir o acesso a pesquisadores e ao público, isto cria uma potência e uma oportunidade extraordinária para o registro e a divulgação de um conhecimento que sai da esfera privada e ganha ares universais. Quando coincide, ainda, de a coleção ter sido constituída pelo olhar de um pesquisador atento, interessado tanto na história quanto na poética e qualificado para estabelecer relações entre as obras, a Cidade ganha uma grande aula. 

Sem título [616], Elke Hering, 1988-92. Cristal com pigmento, dimensões variadas.
Sem título [616], Elke Hering, 1988-92. Cristal com pigmento, dimensões variadas.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar
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Vasos de cérebros, Eli Heil, 1987. Técnica mista sobre tela, 140x110,5cm.
Vasos de cérebros, Eli Heil, 1987. Técnica mista sobre tela, 140x110,5cm.
Negres dessinée au Brésil - Koepfe von Neger aus Brasilien, Louis Choris, 1815. Aquarela sobre papel, 38,5x31cm.
Negres dessinée au Brésil - Koepfe von Neger aus Brasilien, Louis Choris, 1815. Aquarela sobre papel, 38,5x31cm.
N.S. do Desterro – Insel Sta. Catharina, Heinrich Kreplin, circa 1861. Lápis e aguada sobre papel, 69,5x48cm.
N.S. do Desterro – Insel Sta. Catharina, Heinrich Kreplin, circa 1861. Lápis e aguada sobre papel, 69,5x48cm.
Cidade do Desterro, Joseph Bruggemann, circa 1865. Litogravura, 64,3x49,7cm.
Cidade do Desterro, Joseph Bruggemann, circa 1865. Litogravura, 64,3x49,7cm.
Nêsperas, Victor Meirelles de Lima, sdata. Óleo sobre tela, 42,5x34cm.
Nêsperas, Victor Meirelles de Lima, sdata. Óleo sobre tela, 42,5x34cm.
[Desterro], Pedro Weingartner, 1893. Óleo sobre madeira, 53,3x40cm.
[Desterro], Pedro Weingartner, 1893. Óleo sobre madeira, 53,3x40cm.
Igreja da Lapa do Ribeirão, Rodrigo de Haro, 1997. Acrílico sobre tela, 110,5x162cm.
Igreja da Lapa do Ribeirão, Rodrigo de Haro, 1997. Acrílico sobre tela, 110,5x162cm.
Judite, Rodrigo de Haro, 1973. Óleo sobre compensado, 98x164cm.
Judite, Rodrigo de Haro, 1973. Óleo sobre compensado, 98x164cm.
Igreja nossa Senhora do Parto, Martinho de Haro, 1975-80. Óleo sobre tela sobre aglomerado de polpa de eucalipto, 100x70cm.
Igreja nossa Senhora do Parto, Martinho de Haro, 1975-80. Óleo sobre tela sobre aglomerado de polpa de eucalipto, 100x70cm.
Hospital de Caridade, Martinho de Haro, 1960-65. Óleo sobre aglomerado de polpa de eucalipto, 120x75,5cm.
Hospital de Caridade, Martinho de Haro, 1960-65. Óleo sobre aglomerado de polpa de eucalipto, 120x75,5cm.
Miramar e Castelinho, Martinho de Haro, 1980-85. Óleo sobre tela sobre aglomerado de polpa de eucalipto, 85,5x59,5cm.
Miramar e Castelinho, Martinho de Haro, 1980-85. Óleo sobre tela sobre aglomerado de polpa de eucalipto, 85,5x59,5cm.
Campos relacionais e outros, Carlos Asp, 1992-2019. Desenhos sobre embalagens, desenho sobre papel, desenho sobre tela, gravura em metal, litogravura. Dimensões variadas.
Campos relacionais e outros, Carlos Asp, 1992-2019. Desenhos sobre embalagens, desenho sobre papel, desenho sobre tela, gravura em metal, litogravura. Dimensões variadas.
Impressão Americana, Rubens Oestroen, 1984. Acrílico sobre tela, 145x194cm.
Impressão Americana, Rubens Oestroen, 1984. Acrílico sobre tela, 145x194cm.
Qual é o seu desejo, Yiftah Peled, 2013. Fotografia recortada, 53,5x41,5cm.
Qual é o seu desejo, Yiftah Peled, 2013. Fotografia recortada, 53,5x41,5cm.
[Estudo], José Silveira D’Ávila, c. 1963. Aquarela e grafite sobre lâmina melamínica, 36,3x44cm.
[Estudo], José Silveira D’Ávila, c. 1963. Aquarela e grafite sobre lâmina melamínica, 36,3x44cm.
Paisagem lunar, Walter Wendhausen, 1968. Tinta, objetos e areia sobre madeira, 59,5x65,6cm.
Paisagem lunar, Walter Wendhausen, 1968. Tinta, objetos e areia sobre madeira, 59,5x65,6cm.
Sem título [485], Elke Hering, 1988-92. Cristal com pigmento, dimensões variadas.
Sem título [485], Elke Hering, 1988-92. Cristal com pigmento, dimensões variadas.
Sem título [616], Elke Hering, 1988-92. Cristal com pigmento, dimensões variadas.
Sem título [616], Elke Hering, 1988-92. Cristal com pigmento, dimensões variadas.
Sem título [619], Elke Hering, 1988-92. Cristal com pigmento, dimensões variadas.
Sem título [619], Elke Hering, 1988-92. Cristal com pigmento, dimensões variadas.
Sem título [334], Elke Hering, 1988. Cristal, dimensões variadas.
Sem título [334], Elke Hering, 1988. Cristal, dimensões variadas.
Libélula, 2008, Bronze. Passagem de vôo, 2005, Prata e cobre. Besouro, 2005-7, bronze. Besouro, 2005-7, bronze. Julia Amaral, escala natural
Libélula, 2008, Bronze. Passagem de vôo, 2005, Prata e cobre. Besouro, 2005-7, bronze. Besouro, 2005-7, bronze. Julia Amaral, escala natural
[Díptico], Julia Amaral, s/data. Pigmentos naturais sobre papel Hahnemuhle, 51x36cm cada.
[Díptico], Julia Amaral, s/data. Pigmentos naturais sobre papel Hahnemuhle, 51x36cm cada.
[Díptico], Julia Amaral, s/data. Pigmentos naturais sobre papel Hahnemuhle, 51x36cm cada.
[Díptico], Julia Amaral, s/data. Pigmentos naturais sobre papel Hahnemuhle, 51x36cm cada.
Galho, Walmor Corrêa, 2007. Aço e pássaros e ratos taxidermizados, escala natural.
Galho, Walmor Corrêa, 2007. Aço e pássaros e ratos taxidermizados, escala natural.
“na noite dos seus cabelos os grampos são feitos de pirilampos que às estrelas querem chegar” / viajantes em Santa Catarina, Walmor Corrêa, 2016. Acrílico sobre tela, 27,5x36cm.
“na noite dos seus cabelos os grampos são feitos de pirilampos que às estrelas querem chegar” / viajantes em Santa Catarina, Walmor Corrêa, 2016. Acrílico sobre tela, 27,5x36cm.
Chalalah, Walmor Corrêa, 2007. Desenho a lápis sobre copia xerográfica, 35,5x49,5cm.
Chalalah, Walmor Corrêa, 2007. Desenho a lápis sobre copia xerográfica, 35,5x49,5cm.
Dialética binária, Diego de los Campos, 2017. Escultura cinética em papelão, madeira, cola quente, palito de madeira, impressão 3D, servo motors, arduíno, 35x41x13cm.
Dialética binária, Diego de los Campos, 2017. Escultura cinética em papelão, madeira, cola quente, palito de madeira, impressão 3D, servo motors, arduíno, 35x41x13cm.
Teatro Privado, Fernando Lindote, 1998. Acrílico sobre tela, 68,8x47,7cm.
Teatro Privado, Fernando Lindote, 1998. Acrílico sobre tela, 68,8x47,7cm.
Sem título, Fernando Lindote, 2009. Acrílico sobre tela, 50,5x60,2cm.
Sem título, Fernando Lindote, 2009. Acrílico sobre tela, 50,5x60,2cm.
Cosmorelief [autorretrato], Fernando Lindote, 2010. Acrílico sobre tela, 89,5x140cm.
Cosmorelief [autorretrato], Fernando Lindote, 2010. Acrílico sobre tela, 89,5x140cm.
Flores de Santo Amaro [díptico], Fernando Lindote, 2019. Óleo sobre tela, 106x56cm.
Flores de Santo Amaro [díptico], Fernando Lindote, 2019. Óleo sobre tela, 106x56cm.
Caveira, macaco e árvore, Fernando Lindote, 2019. Óleo sobre tela, 57,3x47,3cm.
Caveira, macaco e árvore, Fernando Lindote, 2019. Óleo sobre tela, 57,3x47,3cm.
Desenho Antelo, Fernando Lindote, 2006. Barbotina, chumbo, fita adesiva e lápis sobre papel, 80x60cm.
Desenho Antelo, Fernando Lindote, 2006. Barbotina, chumbo, fita adesiva e lápis sobre papel, 80x60cm.
Segundo o pai coelho, Fernando Lindote, 2013. Bronze, 19x51x23cm.
Segundo o pai coelho, Fernando Lindote, 2013. Bronze, 19x51x23cm.
A flor modernista brasileira, Fernando Lindore, 2013. Bronze, 47x53x25cm.
A flor modernista brasileira, Fernando Lindore, 2013. Bronze, 47x53x25cm.
Estudo para detalhe de São Sebastião de Antonello de Messina, Luiz Henrique Schwanke, 1979. Ecoline, lápis de cor sobre papel encerado, 73x51,2cm.
Estudo para detalhe de São Sebastião de Antonello de Messina, Luiz Henrique Schwanke, 1979. Ecoline, lápis de cor sobre papel encerado, 73x51,2cm.
Perfil [Linguarudo], Luiz Henrique Schwanke, 1987. Óleo sobre Eucatex, 72,5x103cm.
Perfil [Linguarudo], Luiz Henrique Schwanke, 1987. Óleo sobre Eucatex, 72,5x103cm.
Perfil [Linguarudo], Luiz Henrique Schwanke, 1986. Óleo e vidro sobre madeira, 62,5x72,5cm.
Perfil [Linguarudo], Luiz Henrique Schwanke, 1986. Óleo e vidro sobre madeira, 62,5x72,5cm.
Perfis [Linguarudos], Luiz Henrique Schwanke, 1985. Guache sobre papel sobre madeira, 118x159cm.
Perfis [Linguarudos], Luiz Henrique Schwanke, 1985. Guache sobre papel sobre madeira, 118x159cm.
Morro, Eli Heil, 1963. Óleo sobre tela, 71x60cm.
Morro, Eli Heil, 1963. Óleo sobre tela, 71x60cm.
Sem título, Eli Heil, 1991. Técnica mista sobre aglomerado de polpa de eucalipto, 143x128cm.
Sem título, Eli Heil, 1991. Técnica mista sobre aglomerado de polpa de eucalipto, 143x128cm.
Céu, terra e mar, Eli Heil, 1993. Técnica mista sobre aglomerado de polpa de eucalipto, 151x136,5cm.
Céu, terra e mar, Eli Heil, 1993. Técnica mista sobre aglomerado de polpa de eucalipto, 151x136,5cm.
Ave-peixe, Eli Heil, 1994. Técnica mista sobre aglomerado de polpa de eucalipto, 65x55cm.
Ave-peixe, Eli Heil, 1994. Técnica mista sobre aglomerado de polpa de eucalipto, 65x55cm.
Nu, Eli Heil, 1997. Técnica mista sobre aglomerado de polpa de eucalipto, 70x117,5cm.
Nu, Eli Heil, 1997. Técnica mista sobre aglomerado de polpa de eucalipto, 70x117,5cm.
Sem título, Eli Heil, 2000. Cimento e massa policromado, dimensões variadas.
Sem título, Eli Heil, 2000. Cimento e massa policromado, dimensões variadas.
Sem título, Eli Heil, 1981. Argila, dimensões variadas.
Sem título, Eli Heil, 1981. Argila, dimensões variadas.
Sem título, Gabriela Machado, 2014. Porcelana policromada, dimensões variadas.
Sem título, Gabriela Machado, 2014. Porcelana policromada, dimensões variadas.
Cicatriz, Paulo Gaiad, 1998. Marcas de arame oxidado sobre papel, 170x100cm.
Cicatriz, Paulo Gaiad, 1998. Marcas de arame oxidado sobre papel, 170x100cm.
Sem título, Carlos Asp, 14.10.2016. Desenho sobre papel, 38x30cm.
Sem título, Carlos Asp, 14.10.2016. Desenho sobre papel, 38x30cm.
Sem título, Carlos Asp, 15.10.2016. Desenho sobre papel, 38x30cm.
Sem título, Carlos Asp, 15.10.2016. Desenho sobre papel, 38x30cm.
O atestado da loucura necessária II, Paulo Gaiad, 2005. Fotografia e papel jornal sobre tela, 138x139cm.
O atestado da loucura necessária II, Paulo Gaiad, 2005. Fotografia e papel jornal sobre tela, 138x139cm.
Cruz de Corme, Paulo Gaiad, 2005. Tinta e colagem sobre aço, 30x50cm.
Cruz de Corme, Paulo Gaiad, 2005. Tinta e colagem sobre aço, 30x50cm.
Galícia VII, Paulo Gaiad, 2005. Tinta e colagem sobre aço, Galícia VII, Paulo Gaiad, 2005. Tinta e colagem sobre aço, 30x50cm.
Galícia VII, Paulo Gaiad, 2005. Tinta e colagem sobre aço, Galícia VII, Paulo Gaiad, 2005. Tinta e colagem sobre aço, 30x50cm.
Divina Comédia, Inferno, Prancha 04, Paulo Gaiad, 2003. Fotografia e arame sobre placa de gesso, 40x40cm.
Divina Comédia, Inferno, Prancha 04, Paulo Gaiad, 2003. Fotografia e arame sobre placa de gesso, 40x40cm.
Estudo preparatório para a Divina Coméria - Intolerância [Sara], Paulo Gaiad, 2001. Fotografia, arame, pigmento e vidro em caixa de ferro, 55,5x77,5cm.
Estudo preparatório para a Divina Coméria - Intolerância [Sara], Paulo Gaiad, 2001. Fotografia, arame, pigmento e vidro em caixa de ferro, 55,5x77,5cm.
Correspondências póstumas, Paulo Gaiad, 1995. Acrílica e colagem sobre aço, 100x120cm.
Correspondências póstumas, Paulo Gaiad, 1995. Acrílica e colagem sobre aço, 100x120cm.
Impressões [memórias de viagem] Heidelberg, Paulo Gaiad, 1999. Pintura, colagem e desenho sobre tela, 63x54cm.
Impressões [memórias de viagem] Heidelberg, Paulo Gaiad, 1999. Pintura, colagem e desenho sobre tela, 63x54cm.
As paredes que me cercam (noturno), Paulo Gaiad, 2006. Acrílico, cimento, areia, massa e fotografia sobre tela, 140x200cm.
As paredes que me cercam (noturno), Paulo Gaiad, 2006. Acrílico, cimento, areia, massa e fotografia sobre tela, 140x200cm.
Cicatriz, Paulo Gaiad, 1998. Tinta, papel filtro, marcas de arame oxidado, chumbo, 19x39x5cm.
Cicatriz, Paulo Gaiad, 1998. Tinta, papel filtro, marcas de arame oxidado, chumbo, 19x39x5cm.
Cicatriz, Paulo Gaiad, 1998. Papel filtro, marcas de arame oxidado, chumbo. 75x37x8cm.
Cicatriz, Paulo Gaiad, 1998. Papel filtro, marcas de arame oxidado, chumbo. 75x37x8cm.
Cicatriz, Paulo Gaiad, 1998. Papel filtro e marca de arame oxidado sobre papel, 42x49cm.
Cicatriz, Paulo Gaiad, 1998. Papel filtro e marca de arame oxidado sobre papel, 42x49cm.
Cicatriz, Paulo Gaiad, 1998. Papel filtro e cimento sobre papel, 42x66cm.
Cicatriz, Paulo Gaiad, 1998. Papel filtro e cimento sobre papel, 42x66cm.
Música ao entardecer [Série Luz e Sombra], Paulo Gaiad, 2008. Acrílica, cimento e colagem sobre tela, 65x65cm.
Música ao entardecer [Série Luz e Sombra], Paulo Gaiad, 2008. Acrílica, cimento e colagem sobre tela, 65x65cm.
Fragmentos de um noturno [verso], Paulo Gaiad, 2008. Fotografia, ferro, papelão e colagem.
Fragmentos de um noturno [verso], Paulo Gaiad, 2008. Fotografia, ferro, papelão e colagem.
Fragmentos de um noturno [frente], Paulo Gaiad, 2008. Fotografia, ferro, papelão e colagem.
Fragmentos de um noturno [frente], Paulo Gaiad, 2008. Fotografia, ferro, papelão e colagem.
Estudos preparatório para a “divina comédia” [Porta do Inferno], Paulo Gaiad, 2003. Fotografia, acrílica e colagem sobre papel, 80x101cm.
Estudos preparatório para a “divina comédia” [Porta do Inferno], Paulo Gaiad, 2003. Fotografia, acrílica e colagem sobre papel, 80x101cm.
Receptáculo da memória de Guto Lacaz, Paulo Gaiad, 2002. Chapéu, caixa de papelão e vidro em caixa de ferro, 35x35x17cm.
Receptáculo da memória de Guto Lacaz, Paulo Gaiad, 2002. Chapéu, caixa de papelão e vidro em caixa de ferro, 35x35x17cm.
Receptáculo da memória - cicatrizes, Paulo Gaiad, 2000. Papel filtro, marcas de arame oxidado em caixa de ferro, 39x30cm.
Receptáculo da memória - cicatrizes, Paulo Gaiad, 2000. Papel filtro, marcas de arame oxidado em caixa de ferro, 39x30cm.
Receptáculo da memória - dor, Paulo Gaiad, 2000. Alfinetes, palitos de madeira, pregos, tela de arame e fogareiro em caixa de ferro, 40x29cm.
Receptáculo da memória - dor, Paulo Gaiad, 2000. Alfinetes, palitos de madeira, pregos, tela de arame e fogareiro em caixa de ferro, 40x29cm.
Receptáculo da memória de Branca Tomie, Paulo Gaiad, 2002. Colher, xarope e vidro em caixa de ferro, 15x20cm.
Receptáculo da memória de Branca Tomie, Paulo Gaiad, 2002. Colher, xarope e vidro em caixa de ferro, 15x20cm.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
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Vasos de cérebros, Eli Heil, 1987. Técnica mista sobre tela, 140x110,5cm.
Vasos de cérebros, Eli Heil, 1987. Técnica mista sobre tela, 140x110,5cm.
Negres dessinée au Brésil - Koepfe von Neger aus Brasilien, Louis Choris, 1815. Aquarela sobre papel, 38,5x31cm.
Negres dessinée au Brésil - Koepfe von Neger aus Brasilien, Louis Choris, 1815. Aquarela sobre papel, 38,5x31cm.
N.S. do Desterro – Insel Sta. Catharina, Heinrich Kreplin, circa 1861. Lápis e aguada sobre papel, 69,5x48cm.
N.S. do Desterro – Insel Sta. Catharina, Heinrich Kreplin, circa 1861. Lápis e aguada sobre papel, 69,5x48cm.
Cidade do Desterro, Joseph Bruggemann, circa 1865. Litogravura, 64,3x49,7cm.
Cidade do Desterro, Joseph Bruggemann, circa 1865. Litogravura, 64,3x49,7cm.
Nêsperas, Victor Meirelles de Lima, sdata. Óleo sobre tela, 42,5x34cm.
Nêsperas, Victor Meirelles de Lima, sdata. Óleo sobre tela, 42,5x34cm.
[Desterro], Pedro Weingartner, 1893. Óleo sobre madeira, 53,3x40cm.
[Desterro], Pedro Weingartner, 1893. Óleo sobre madeira, 53,3x40cm.
Igreja da Lapa do Ribeirão, Rodrigo de Haro, 1997. Acrílico sobre tela, 110,5x162cm.
Igreja da Lapa do Ribeirão, Rodrigo de Haro, 1997. Acrílico sobre tela, 110,5x162cm.
Judite, Rodrigo de Haro, 1973. Óleo sobre compensado, 98x164cm.
Judite, Rodrigo de Haro, 1973. Óleo sobre compensado, 98x164cm.
Igreja nossa Senhora do Parto, Martinho de Haro, 1975-80. Óleo sobre tela sobre aglomerado de polpa de eucalipto, 100x70cm.
Igreja nossa Senhora do Parto, Martinho de Haro, 1975-80. Óleo sobre tela sobre aglomerado de polpa de eucalipto, 100x70cm.
Hospital de Caridade, Martinho de Haro, 1960-65. Óleo sobre aglomerado de polpa de eucalipto, 120x75,5cm.
Hospital de Caridade, Martinho de Haro, 1960-65. Óleo sobre aglomerado de polpa de eucalipto, 120x75,5cm.
Miramar e Castelinho, Martinho de Haro, 1980-85. Óleo sobre tela sobre aglomerado de polpa de eucalipto, 85,5x59,5cm.
Miramar e Castelinho, Martinho de Haro, 1980-85. Óleo sobre tela sobre aglomerado de polpa de eucalipto, 85,5x59,5cm.
Campos relacionais e outros, Carlos Asp, 1992-2019. Desenhos sobre embalagens, desenho sobre papel, desenho sobre tela, gravura em metal, litogravura. Dimensões variadas.
Campos relacionais e outros, Carlos Asp, 1992-2019. Desenhos sobre embalagens, desenho sobre papel, desenho sobre tela, gravura em metal, litogravura. Dimensões variadas.
Impressão Americana, Rubens Oestroen, 1984. Acrílico sobre tela, 145x194cm.
Impressão Americana, Rubens Oestroen, 1984. Acrílico sobre tela, 145x194cm.
Qual é o seu desejo, Yiftah Peled, 2013. Fotografia recortada, 53,5x41,5cm.
Qual é o seu desejo, Yiftah Peled, 2013. Fotografia recortada, 53,5x41,5cm.
[Estudo], José Silveira D’Ávila, c. 1963. Aquarela e grafite sobre lâmina melamínica, 36,3x44cm.
[Estudo], José Silveira D’Ávila, c. 1963. Aquarela e grafite sobre lâmina melamínica, 36,3x44cm.
Paisagem lunar, Walter Wendhausen, 1968. Tinta, objetos e areia sobre madeira, 59,5x65,6cm.
Paisagem lunar, Walter Wendhausen, 1968. Tinta, objetos e areia sobre madeira, 59,5x65,6cm.
Sem título [485], Elke Hering, 1988-92. Cristal com pigmento, dimensões variadas.
Sem título [485], Elke Hering, 1988-92. Cristal com pigmento, dimensões variadas.
Sem título [616], Elke Hering, 1988-92. Cristal com pigmento, dimensões variadas.
Sem título [616], Elke Hering, 1988-92. Cristal com pigmento, dimensões variadas.
Sem título [619], Elke Hering, 1988-92. Cristal com pigmento, dimensões variadas.
Sem título [619], Elke Hering, 1988-92. Cristal com pigmento, dimensões variadas.
Sem título [334], Elke Hering, 1988. Cristal, dimensões variadas.
Sem título [334], Elke Hering, 1988. Cristal, dimensões variadas.
Libélula, 2008, Bronze. Passagem de vôo, 2005, Prata e cobre. Besouro, 2005-7, bronze. Besouro, 2005-7, bronze. Julia Amaral, escala natural
Libélula, 2008, Bronze. Passagem de vôo, 2005, Prata e cobre. Besouro, 2005-7, bronze. Besouro, 2005-7, bronze. Julia Amaral, escala natural
[Díptico], Julia Amaral, s/data. Pigmentos naturais sobre papel Hahnemuhle, 51x36cm cada.
[Díptico], Julia Amaral, s/data. Pigmentos naturais sobre papel Hahnemuhle, 51x36cm cada.
[Díptico], Julia Amaral, s/data. Pigmentos naturais sobre papel Hahnemuhle, 51x36cm cada.
[Díptico], Julia Amaral, s/data. Pigmentos naturais sobre papel Hahnemuhle, 51x36cm cada.
Galho, Walmor Corrêa, 2007. Aço e pássaros e ratos taxidermizados, escala natural.
Galho, Walmor Corrêa, 2007. Aço e pássaros e ratos taxidermizados, escala natural.
“na noite dos seus cabelos os grampos são feitos de pirilampos que às estrelas querem chegar” / viajantes em Santa Catarina, Walmor Corrêa, 2016. Acrílico sobre tela, 27,5x36cm.
“na noite dos seus cabelos os grampos são feitos de pirilampos que às estrelas querem chegar” / viajantes em Santa Catarina, Walmor Corrêa, 2016. Acrílico sobre tela, 27,5x36cm.
Chalalah, Walmor Corrêa, 2007. Desenho a lápis sobre copia xerográfica, 35,5x49,5cm.
Chalalah, Walmor Corrêa, 2007. Desenho a lápis sobre copia xerográfica, 35,5x49,5cm.
Dialética binária, Diego de los Campos, 2017. Escultura cinética em papelão, madeira, cola quente, palito de madeira, impressão 3D, servo motors, arduíno, 35x41x13cm.
Dialética binária, Diego de los Campos, 2017. Escultura cinética em papelão, madeira, cola quente, palito de madeira, impressão 3D, servo motors, arduíno, 35x41x13cm.
Teatro Privado, Fernando Lindote, 1998. Acrílico sobre tela, 68,8x47,7cm.
Teatro Privado, Fernando Lindote, 1998. Acrílico sobre tela, 68,8x47,7cm.
Sem título, Fernando Lindote, 2009. Acrílico sobre tela, 50,5x60,2cm.
Sem título, Fernando Lindote, 2009. Acrílico sobre tela, 50,5x60,2cm.
Cosmorelief [autorretrato], Fernando Lindote, 2010. Acrílico sobre tela, 89,5x140cm.
Cosmorelief [autorretrato], Fernando Lindote, 2010. Acrílico sobre tela, 89,5x140cm.
Flores de Santo Amaro [díptico], Fernando Lindote, 2019. Óleo sobre tela, 106x56cm.
Flores de Santo Amaro [díptico], Fernando Lindote, 2019. Óleo sobre tela, 106x56cm.
Caveira, macaco e árvore, Fernando Lindote, 2019. Óleo sobre tela, 57,3x47,3cm.
Caveira, macaco e árvore, Fernando Lindote, 2019. Óleo sobre tela, 57,3x47,3cm.
Desenho Antelo, Fernando Lindote, 2006. Barbotina, chumbo, fita adesiva e lápis sobre papel, 80x60cm.
Desenho Antelo, Fernando Lindote, 2006. Barbotina, chumbo, fita adesiva e lápis sobre papel, 80x60cm.
Segundo o pai coelho, Fernando Lindote, 2013. Bronze, 19x51x23cm.
Segundo o pai coelho, Fernando Lindote, 2013. Bronze, 19x51x23cm.
A flor modernista brasileira, Fernando Lindore, 2013. Bronze, 47x53x25cm.
A flor modernista brasileira, Fernando Lindore, 2013. Bronze, 47x53x25cm.
Estudo para detalhe de São Sebastião de Antonello de Messina, Luiz Henrique Schwanke, 1979. Ecoline, lápis de cor sobre papel encerado, 73x51,2cm.
Estudo para detalhe de São Sebastião de Antonello de Messina, Luiz Henrique Schwanke, 1979. Ecoline, lápis de cor sobre papel encerado, 73x51,2cm.
Perfil [Linguarudo], Luiz Henrique Schwanke, 1987. Óleo sobre Eucatex, 72,5x103cm.
Perfil [Linguarudo], Luiz Henrique Schwanke, 1987. Óleo sobre Eucatex, 72,5x103cm.
Perfil [Linguarudo], Luiz Henrique Schwanke, 1986. Óleo e vidro sobre madeira, 62,5x72,5cm.
Perfil [Linguarudo], Luiz Henrique Schwanke, 1986. Óleo e vidro sobre madeira, 62,5x72,5cm.
Perfis [Linguarudos], Luiz Henrique Schwanke, 1985. Guache sobre papel sobre madeira, 118x159cm.
Perfis [Linguarudos], Luiz Henrique Schwanke, 1985. Guache sobre papel sobre madeira, 118x159cm.
Morro, Eli Heil, 1963. Óleo sobre tela, 71x60cm.
Morro, Eli Heil, 1963. Óleo sobre tela, 71x60cm.
Sem título, Eli Heil, 1991. Técnica mista sobre aglomerado de polpa de eucalipto, 143x128cm.
Sem título, Eli Heil, 1991. Técnica mista sobre aglomerado de polpa de eucalipto, 143x128cm.
Céu, terra e mar, Eli Heil, 1993. Técnica mista sobre aglomerado de polpa de eucalipto, 151x136,5cm.
Céu, terra e mar, Eli Heil, 1993. Técnica mista sobre aglomerado de polpa de eucalipto, 151x136,5cm.
Ave-peixe, Eli Heil, 1994. Técnica mista sobre aglomerado de polpa de eucalipto, 65x55cm.
Ave-peixe, Eli Heil, 1994. Técnica mista sobre aglomerado de polpa de eucalipto, 65x55cm.
Nu, Eli Heil, 1997. Técnica mista sobre aglomerado de polpa de eucalipto, 70x117,5cm.
Nu, Eli Heil, 1997. Técnica mista sobre aglomerado de polpa de eucalipto, 70x117,5cm.
Sem título, Eli Heil, 2000. Cimento e massa policromado, dimensões variadas.
Sem título, Eli Heil, 2000. Cimento e massa policromado, dimensões variadas.
Sem título, Eli Heil, 1981. Argila, dimensões variadas.
Sem título, Eli Heil, 1981. Argila, dimensões variadas.
Sem título, Gabriela Machado, 2014. Porcelana policromada, dimensões variadas.
Sem título, Gabriela Machado, 2014. Porcelana policromada, dimensões variadas.
Cicatriz, Paulo Gaiad, 1998. Marcas de arame oxidado sobre papel, 170x100cm.
Cicatriz, Paulo Gaiad, 1998. Marcas de arame oxidado sobre papel, 170x100cm.
Sem título, Carlos Asp, 14.10.2016. Desenho sobre papel, 38x30cm.
Sem título, Carlos Asp, 14.10.2016. Desenho sobre papel, 38x30cm.
Sem título, Carlos Asp, 15.10.2016. Desenho sobre papel, 38x30cm.
Sem título, Carlos Asp, 15.10.2016. Desenho sobre papel, 38x30cm.
O atestado da loucura necessária II, Paulo Gaiad, 2005. Fotografia e papel jornal sobre tela, 138x139cm.
O atestado da loucura necessária II, Paulo Gaiad, 2005. Fotografia e papel jornal sobre tela, 138x139cm.
Cruz de Corme, Paulo Gaiad, 2005. Tinta e colagem sobre aço, 30x50cm.
Cruz de Corme, Paulo Gaiad, 2005. Tinta e colagem sobre aço, 30x50cm.
Galícia VII, Paulo Gaiad, 2005. Tinta e colagem sobre aço, Galícia VII, Paulo Gaiad, 2005. Tinta e colagem sobre aço, 30x50cm.
Galícia VII, Paulo Gaiad, 2005. Tinta e colagem sobre aço, Galícia VII, Paulo Gaiad, 2005. Tinta e colagem sobre aço, 30x50cm.
Divina Comédia, Inferno, Prancha 04, Paulo Gaiad, 2003. Fotografia e arame sobre placa de gesso, 40x40cm.
Divina Comédia, Inferno, Prancha 04, Paulo Gaiad, 2003. Fotografia e arame sobre placa de gesso, 40x40cm.
Estudo preparatório para a Divina Coméria - Intolerância [Sara], Paulo Gaiad, 2001. Fotografia, arame, pigmento e vidro em caixa de ferro, 55,5x77,5cm.
Estudo preparatório para a Divina Coméria - Intolerância [Sara], Paulo Gaiad, 2001. Fotografia, arame, pigmento e vidro em caixa de ferro, 55,5x77,5cm.
Correspondências póstumas, Paulo Gaiad, 1995. Acrílica e colagem sobre aço, 100x120cm.
Correspondências póstumas, Paulo Gaiad, 1995. Acrílica e colagem sobre aço, 100x120cm.
Impressões [memórias de viagem] Heidelberg, Paulo Gaiad, 1999. Pintura, colagem e desenho sobre tela, 63x54cm.
Impressões [memórias de viagem] Heidelberg, Paulo Gaiad, 1999. Pintura, colagem e desenho sobre tela, 63x54cm.
As paredes que me cercam (noturno), Paulo Gaiad, 2006. Acrílico, cimento, areia, massa e fotografia sobre tela, 140x200cm.
As paredes que me cercam (noturno), Paulo Gaiad, 2006. Acrílico, cimento, areia, massa e fotografia sobre tela, 140x200cm.
Cicatriz, Paulo Gaiad, 1998. Tinta, papel filtro, marcas de arame oxidado, chumbo, 19x39x5cm.
Cicatriz, Paulo Gaiad, 1998. Tinta, papel filtro, marcas de arame oxidado, chumbo, 19x39x5cm.
Cicatriz, Paulo Gaiad, 1998. Papel filtro, marcas de arame oxidado, chumbo. 75x37x8cm.
Cicatriz, Paulo Gaiad, 1998. Papel filtro, marcas de arame oxidado, chumbo. 75x37x8cm.
Cicatriz, Paulo Gaiad, 1998. Papel filtro e marca de arame oxidado sobre papel, 42x49cm.
Cicatriz, Paulo Gaiad, 1998. Papel filtro e marca de arame oxidado sobre papel, 42x49cm.
Cicatriz, Paulo Gaiad, 1998. Papel filtro e cimento sobre papel, 42x66cm.
Cicatriz, Paulo Gaiad, 1998. Papel filtro e cimento sobre papel, 42x66cm.
Música ao entardecer [Série Luz e Sombra], Paulo Gaiad, 2008. Acrílica, cimento e colagem sobre tela, 65x65cm.
Música ao entardecer [Série Luz e Sombra], Paulo Gaiad, 2008. Acrílica, cimento e colagem sobre tela, 65x65cm.
Fragmentos de um noturno [verso], Paulo Gaiad, 2008. Fotografia, ferro, papelão e colagem.
Fragmentos de um noturno [verso], Paulo Gaiad, 2008. Fotografia, ferro, papelão e colagem.
Fragmentos de um noturno [frente], Paulo Gaiad, 2008. Fotografia, ferro, papelão e colagem.
Fragmentos de um noturno [frente], Paulo Gaiad, 2008. Fotografia, ferro, papelão e colagem.
Estudos preparatório para a “divina comédia” [Porta do Inferno], Paulo Gaiad, 2003. Fotografia, acrílica e colagem sobre papel, 80x101cm.
Estudos preparatório para a “divina comédia” [Porta do Inferno], Paulo Gaiad, 2003. Fotografia, acrílica e colagem sobre papel, 80x101cm.
Receptáculo da memória de Guto Lacaz, Paulo Gaiad, 2002. Chapéu, caixa de papelão e vidro em caixa de ferro, 35x35x17cm.
Receptáculo da memória de Guto Lacaz, Paulo Gaiad, 2002. Chapéu, caixa de papelão e vidro em caixa de ferro, 35x35x17cm.
Receptáculo da memória - cicatrizes, Paulo Gaiad, 2000. Papel filtro, marcas de arame oxidado em caixa de ferro, 39x30cm.
Receptáculo da memória - cicatrizes, Paulo Gaiad, 2000. Papel filtro, marcas de arame oxidado em caixa de ferro, 39x30cm.
Receptáculo da memória - dor, Paulo Gaiad, 2000. Alfinetes, palitos de madeira, pregos, tela de arame e fogareiro em caixa de ferro, 40x29cm.
Receptáculo da memória - dor, Paulo Gaiad, 2000. Alfinetes, palitos de madeira, pregos, tela de arame e fogareiro em caixa de ferro, 40x29cm.
Receptáculo da memória de Branca Tomie, Paulo Gaiad, 2002. Colher, xarope e vidro em caixa de ferro, 15x20cm.
Receptáculo da memória de Branca Tomie, Paulo Gaiad, 2002. Colher, xarope e vidro em caixa de ferro, 15x20cm.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
Exposição coleção catarina: coletar e cuidar.
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APRESENTAÇÃO

Coletar e cuidar ou colecionar e curar é o mote da coleção catarina [c²], um conjunto de obras relacionadas à Santa Catarina que vem sendo construído por cerca de 40 anos. Artistas nativos, adotivos, viajantes, expatriados [desterrados] ou outros menos definidos são bem vindos. Não pretende ser enciclopédica, omitindo artistas significativos ora por opção, ora por falta de oportunidade, mas objetiva estudar com mais profundidade alguns percursos e afinidades, eventualmente divergindo da canonização tradicional.

A coleta envolve pesquisa, procura, disponibilidade, oportunidade e escolha, identificando ou criando relações entre as obras e os artistas, estabelecendo os limites e características da coleção, um quebra-cabeças potencialmente infinito.

Exceto os núcleos de iconografia e de Martinho de Haro, a maioria das obras da c² foram obtidas diretamente dos artistas, outras nos mercados primários e  secundários, raras em leilões ou herdadas. Algumas são presentes dos artistas, cuja generosidade no convívio e nas conversas facilitam a decodificação e a compreensão de seus percursos. Infelizmente dois artistas acompanhados, Eli e Gaiad, tiveram suas obras concluídas, encerrando diálogos aprazíveis.

 

Cuidar não envolve apenas preservar, mas estudar e facilitar a divulgação dos artistas e suas produções. Obras da c² já participaram de cerca de uma dúzia de exposições e de mais de uma dúzia de publicações. Núcleos selecionados já serviram de inspiração e base para livros e mostras.

Conjuntos significativos de M. de Haro, E. Heil, C. Asp, P. Gaiad, F. Lindote e D. de los Campos foram coletados. Conjuntos menores, mas representativos, de L. Choris, R. de Haro, E. Hering, L.H. Schwanke, W. Corrêa, G. Machado e J. Amaral foram recolhidos. Obras de J. Kreplin, J. Bruggemann, V. Meirelles de Lima, P. Weingartner, J. D’Ávila, W. Wendhausen, R. Oestroem e Y. Peled completam o recorte exibido.

Em 2019 comemoramos os 100 anos de nascimento de Meyer Filho [artista infelizmente sub-representado na coleção], os noventa de Eli Heil, e os aniversários de 80 anos de Rodrigo de Haro e setenta de Carlos Asp. Esta pequena lista de efemérides demonstra a potência e a pluralidade da arte
catarinense. Estimular estratégias de colecionismo da arte próxima no espaço e no tempo é a intenção maior desta exposição.

Ylmar Corrêa Neto | Curador

Vasos de cérebros, Eli Heil, 1987. Técnica mista sobre tela, 140×110,5cm.

Louis Choris | Heinrich Kreplin | Joseph Bruggemann | Victor Meirelles de Lima | Pedro Weingartner

Negres dessinée au Brésil – Koepfe von Neger aus Brasilien, Louis Choris, 1815. Aquarela sobre papel, 38,5x31cm Louis Choris
Denipropetrovsk, Ucrânia, 1795 | Veracruz, México, 1828 N.S. do Desterro – Insel Sta. Catharina, Heinrich Kreplin, circa 1861. Lápis e aguada sobre papel, 69,5x48cm. Heinrich Kreplin
Anklan, Pomerânia, 1834 | 1909 Cidade do Desterro, Joseph Bruggemann, circa 1865. Litogravura, 64,3×49,7cm

Joseph Bruggemann
Strasund, Alemanha, circa 1825 | Alemanha, circa 1894

Nêsperas, Victor Meirelles de Lima, sdata. Óleo sobre tela, 42,5x34cm. Victor Meirelles de Lima
Desterro [Florianópolis], 1832 | Rio de Janeiro, 1903 [Desterro], Pedro Weingartner, 1893. Óleo sobre madeira, 53,3x40cm.

Pedro Weingartner
Porto Alegre,  1863 | 1929

Rodrigo de Haro

Paris, 1939
Vive e trabalha no Morro do Assopro, Lagoa da Conceição

“Na tela vertical, arbitrariamente dividida, a igreja preciosa, emoldurada pela encosta prepotente, aberta como leque, espera o abraço da onda.

O tronco desgalhado da árvore tombada foge como um lagarto ameaçado. Ei-lo que avança contra o folgazão mascarado de urubu – Talvez um peregrino de Naufragados – O jardim é um cofre de trilhas, cofre trazido de Goa, labirinto de trilhas onde avança o sal marinho.”

Rodrigo de Haro
Ilha ao Luar | Florianópolis | Fenasoft | 1997 Igreja da Lapa do Ribeirão, Rodrigo de Haro, 1997. Acrílico sobre tela, 110,5x162cm. Judite, Rodrigo de Haro, 1973. Óleo sobre compensado, 98x164cm.

Martinho de Haro

São Joaquim, 1907 | Florianópolis, 1985

“Martinho de Haro, a partir dos anos 1940, modificou definitivamente a forma de olhar Florianópolis, de maneira que representação e realidade se confundem numa atmosfera de lirismo e nostalgia, diferente do que fizeram os primeiros artistas a retratarem a Ilha, a partir do século XVIII. … Ao contrario destes, Martinho inovou na escolha dos sítios, nos ângulos inusitados, nas tonalidades, representando o casario, o mar e o céu com ocasos vibrantes. No inicio trabalhou diretamente do motivo, as vezes utilizando gravuras ou fotografias antigas, e depois passou a reutilizar seus desenhos, criando e recriando a cidade com alguma liberdade e muita poesia.”

Y. Corrêa Neto
Corrêa Neto e Prade | A Florianópolis de Martinho de Haro |
Florianópolis | Tempo Editorial | 2007

Carlos Asp

Vive e trabalha em São José e Porto Alegre

Campos relacionais e outros, Carlos Asp, 1992-2019. Desenhos sobre embalagens, desenho sobre papel, desenho sobre tela, gravura em metal, litogravura. Dimensões variadas.

“…desenha séries de círculos preocupado com o ritmo imposto ao lápis no preenchimento e na interação entre as diversas manchas, negras ou coloridas, a quais chama de campos relacionais.

Embora de formação acadêmica, Asp se considera um marginal, tendo também estudado música e astrologia, morado em uma comunidade alternativa e vivenciado intensamente a religião nos anos 80. Como escreveu Fernando Lindote: “Asp talvez não exista. Talvez seja uma sigla”.”

Y. Corrêa Neto
Revista Cremesc | 114:19 | 2010

Rubens Oestroen | Yiftah Peled | José Silveira D’Ávila

Impressão Americana, Rubens Oestroen, 1984. Acrílico sobre tela, 145x194cm. Qual é o seu desejo, Yiftah Peled, 2013. Fotografia recortada, 53,5×41,5cm. [Estudo], José Silveira D’Ávila, c. 1963. Aquarela e grafite sobre lâmina melamínica, 36,3x44cm. Rubens Oestroem
Blumenau, 1953
Vive e trabalha em Sambaqui Yiftah Peled
Afula, Israel, 1964
Vive e trabalha em Vitória, ES José Silveira D’Ávila
Florianópolis, 1924 | Rio de Janeiro, 1985

Walter Wendhausen

Florianópolis, 1920 | Rio de Janeiro, 1973

“Se, para Gagarin, a terra é azul, para Walter Wendhausen, a lua tem cores variáveis, de acordo com a emoção do momento da criação: cinza, vermelha, azul ou amarela. Nestas paisagens (quem as conhece em detalhes?) cabe uma moldura antiga, uma calota de automóvel, placas de ferro velho, uma banal tampa de garrafa, que poderá sugerir um vulcão.”

Harry Laus, Jornal do Brasil
Apud panfleto da exposição no MAMF [atual MASC] | 1968 Paisagem lunar, Walter Wendhausen, 1968. Tinta, objetos e areia sobre madeira, 59,5×65,6cm.

Elke Hering

Blumenau 1940 | 1994

Julia Amaral

São Paulo, 1978
Vive e trabalha no Campeche

“A artista coletou animais mortos e os utilizou na produção do molde para fundição em prata ou bronze. No processo o corpo dos animais se tornou cinza, como que cremado, e sua forma em decomposição se perpetuou em metal, como que fotografada em três dimensões. Além de visualmente interessantes, estas obras evocam sutilmente conceitos relativos à vida e à morte, ao transitório e ao perene.”

Y. Corrêa Neto
Revista Cremesc | 110:19 | 2010

Walmor Corrêa

Florianópolis, 1961
Vive e trabalha em São Paulo

“Walmor Corrêa vem desenvolvendo desde o final da década de noventa uma obra conceitualmente única, mistura de imaginação e ciência, Utilizando a pintura, o desenho, esqueletos, galhos de arvore, taxidermia, vitrines e a palavra, modifica, mescla e nomeia espécimes, criando com ironia e humor uma fauna e flora particular, dissimulada. Suas obras, que a primeira vista parecem proceder de um sisudo Museu de Historia Natural, examinadas em detalhe revelam sutilezas como um coração com três câmaras em uma sereia, um esqueleto de pássaro com bico na forma de trompa, ou aves empalhadas com cabeça de rato, abordando preocupações bioéticas como morte, manipulação genética e xenotransplantes. … Tudo com muito apuro técnico.”

Y. Corrêa Neto
Revista do Cremesc | 109:19 | 2009

Diego de los Campos

Montevideo, Uruguai, 1971
Vive e trabalha em Florianópolis Dialética binária, Diego de los Campos, 2017. Escultura cinética em papelão, madeira, cola quente, palito de madeira, impressão 3D, servo motors, arduíno, 35x41x13cm.

Fernando Lindote

Santana do Livramento, RS, 1963
Vive e trabalha no Campeche

“Desde 2009 tem se dedicado mais a pintura a óleo. O contato direto com a arte antiga europeia a partir das primeiras viagens de estudo em 2014, especialmente com Rembrandt, Goya, Rubens e Delacroix, solidificou seu compromisso com a pintura e o desenvolvimento de uma estratégia única na abordagem das telas. Variações de como pinta, o que pinta e porque pinta criam camadas de complexidade permitindo diversas e ricas leituras de seus quadros.

Por que pinta é mais difícil de opinar. Não é pintor acadêmico mas pinta histórias, estórias e retratos. Não é pintor moderno mas descontrói objetos que passam a constituir motivos para reelaboração. Não é pintor abstrato mas pinta ritmos e devaneios. É vários e nenhum. Lindote cria quebra-cabeças intelectuais, enigmas pictóricos contemporâneos, onde nem tudo é explicito e nem tudo é o que parece ser.”

Y. Corrêa Neto
Revista Hepato Brasil | 6(2):25-27 | 2019

Luiz Henrique Schwanke

Joinville, 1951 | 1992

“Pensemos no caso da premiada serie São Sebastião, de Antonello de Messina, desde seu ponto de partida na escolha da obra original … Sem dúvida obra importante, mas com valor oculto, por permanecer no imaginário homoerótico pelo seu caráter andrógino. … Finalmente, as flechas que na obra original já eram uma releitura temporal renascentista, por se tratar de setas de besta e não flechas romanas, são relidas como pimentas malagueta (Capsicum frutescens), cujo formato tem conotação fálica, além do estimulo visual provocado pela cor vermelha saturada conotando paixão, agressividade, excitação; biologicamente, a capsicina [sic], dilatando os capilares, aumenta níveis de endorfina e sensação de prazer, aflorando sensualidade e resposta sexual. Neste desenho Schwanke forma o retângulo central contendo a flecha/pimenta de modo totalmente diverso de todas as outras reservas: o lado esquerdo é irregular, induzindo o movimento de leitura e da “flecha” disparada.”

Walter de Queiroz Guerreiro
Schwanke: Rastros | Belo Horizonte | C/Arte | 2011.

Eli Heil

Palhoça, 1927 | Florianópolis, 2017

“Em EH a opção é pela expressão da dor, da feiura, com colorido intenso, composição vertiginosa, e “horror vacui”, sem desdenhar do improviso, do aleatório e do acidental. O efeito é perturbador, puro, direto e, consequentemente, universal.

Inicialmente blindada de interferências externas pela crítica especializada, sua produção foi amadurecendo pela autoconfiança, pelo auto-aperfeiçoamento técnico e pelo arrojo no uso de diversos materiais.

O inevitável contato com instituições tradicionais da arte nestes mais de cinquenta anos de atividade ininterrupta não afetou sua originalidade e autonomia. Pelo contrário, as margens da arte moderna e contemporânea se alargaram e passaram a incluir sua produção. Às custas de sacrifícios pessoais, EH não sucumbiu às pressões do mercado das artes pela serialização, usualmente o suicídio artístico dos “outsiders”.”

Y. Corrêa Neto
Eli Heil 85 anos | Florianópolis | FCC | 2014

Gabriela Machado

Joinville, 1960
Vive e trabalho no Rio de Janeiro Sem título, Gabriela Machado, 2014. Porcelana policromada, dimensões variadas. Sem título, Gabriela Machado, 2014. Porcelana policromada, dimensões variadas.

Paulo Gaiad

Piracicaba, SP, 1956 | Florianópolis, 2016

Cicatriz, Paulo Gaiad, 1998. Marcas de arame oxidado sobre papel, 170x100cm. Sem título, Carlos Asp, 14.10.2016. Desenho sobre papel, 38x30cm. Sem título, Carlos Asp, 15.10.2016. Desenho sobre papel, 38x30cm.

Na tarde do dia 14 de outubro de 2016 Paulo Gaiad faleceu no Hospital Baia Sul em Florianópolis. Carlos Asp se encontrava no mesmo complexo e tomou conhecimento do ocorrido. Enlutado, Asp produziu estes dois desenhos em homenagem ao artista morto.

“O uso de fotografias, próprias ou de outrem, é outro elemento frequente na obra de Paulo. “O atestado da loucura necessária II” (2005), selecionado para o Salão Victor Meirelles, é um exemplo de como Paulo consegue transmutar o significado das imagens. Uma pequena fotografia ampliada para 140 por 140 cm de uma criança de colo, com toca, bico caído e sorriso tem seu significado pervertido por uma tênue inscrição na borda esquerda do quadro, qual palimpsesto: “De fato nem todas as demências são funestas. Sem isso Horácio não teria dito: Não estou exposto a amável loucura?”. A citação do Elogio da loucura de Erasmo de Roterdã é descontextualizada e a combinação imagem-palavra gera novo sentido, modificando a percepção da alegria, antes inocente, agora irônica, daquele pequeno burguês uruguaio. Adquirido por Paulo em um mercado de pulgas em Curitiba, um álbum de fotografias do inicio do século XX de uma família uruguaia servirá para várias obras, memórias de outrem.”

Y. Corrêa Neto
Revista Digital Punctum | Florianópolis | UFSC | 2014

“Foi em 2002 no Museu de Arte de Santa Catarina, na exposição “A poética da morte na cultura brasileira” curada por João Evangelista de Andrade Filho, que encontrei “Estudo preparatório para a divina comédia” (2001), ou a Sara, como a chamamos em casa com a anuência do Paulo.

Sara motivou a primeira visita ao atelier da rua Eugênio Raulino da Silva. Pedi ao editor Cleber Teixeira da Noa-Noa, amigo do Paulo, que lá me levasse. Em uma manhã de sábado, Cleber com sua calma e simpatia, eu, e um mapa improvisado partimos em uma expedição ao Campeche, no sul da Ilha de Santa Catarina. Achamos o atelier, próximo a uma igreja em construção dedicada a São Sebastião e a Nossa Senhora do Sagrado Coração, após passar por uma torre de telefonia móvel que não existe mais. Paulo, calmo e simpático, me mostrou suas obras em pequena retrospectiva, explicando detalhadamente suas técnicas e inquietações.

Sara estava encaixotada, em ataúde próprio, não devido à exposição no MASC que não tinha estes requintes, mas a mostra “Divina comédia” no Museu Metropolitano de Arte de Curitiba (2002). A abertura foi difícil, os parafusos estavam apertados, mas assim que exumada decidi por tentar incluí-la em um conjunto que venho cuidando nos últimos trinta e cinco anos, focalizado na arte catarina.

Faltava convencer … o Paulo, que gostava especialmente da Sara: uma foto anônima dos Arquivos Judiciários Franceses (“sic”) de uma colaboracionista desconhecida, qual “nuda veritas”, vestida apenas de sandálias, meias, pérolas e a corda que a enforcara, acrescida de fios metálicos, alguma ferrugem e uma caixa de ferro e vidro onde se consegue notar a mão do artista, apesar da força da imagem, dor de outrem. Paulo, embora imaginasse um lugar melhor para Sara, aceitou a separação e amizade e coleção começaram juntos, com visitas frequentes ao atelier possibilitando acompanhar seus diversos projetos.

É irônico chamar de Sara uma prostituta nazista, assim como é desconfortável a sensação de que a informação sobre a origem da imagem modifica/atenua a violência. Tanto na caixa quanto no titulo Paulo omite a informação, isolando a imagem e a reconstruindo em perspectivas diversas.”

Y. Corrêa Neto
Revista Digital Punctum | Florianópolis | UFSC | 2014

“Sobre a estadia em um vilarejo na montanha Wilhelmsfeld e a obra de Heidelberg, Paulo escreveu: “Do alto do “caminho do filósofo” vejo o Neckar e toda a cidade. Atravesso a ponte velha e caminho pelas ruinas do castelo, deito e tomo café da manhã na grama dos parques vendo barcos e cisnes passarem. Fui enfeitiçado por esse lugar onde vivi intensamente e me transformei profundamente, sem possibilidade de volta. Algumas coisa se quebraram dentro de mim, outras se juntaram, ainda não sei o que resultou, sei que aqui eu mudei”.”

Y. Corrêa Neto
Revista Digital Punctum | Florianópolis | UFSC | 2014

“A primeira “Cicatriz” (1998) que entrou na coleção foi um pequeno pacote embrulhado com chumbo maleável contendo um paralelepípedo de papel filtro colado, marcado pela ferrugem de fios metálicos que antes o amarravam. Ali Paulo inscreveu um pequeno texto que ilumina, ou escurece, o sentido da série: “Ao se fechar a ferida a cicatriz guarda essa marca, a essência da dor. Traz em si a história da difícil caminhada que é viver. Essas marcas e feridas nos tornam mais duros, menos flexíveis, mas nos permitem continuar a andar. Ainda bem que se fecharam, senão a loucura seria certa”.”

Y. Corrêa Neto
Revista Digital Punctum | Florianópolis | UFSC | 2014

“O jogo imagem-palavra continua em “Música ao entardecer” (2008), da série “Luz e sombra”, produzido junto com duas outras obras de dimensões semelhantes para uma exposição em Curitiba que acabou não ocorrendo. A luz e a música são representados pela colagem da embalagem de lâmpadas “National Mazda” e pelo miolo de um disco francês de 78 rotações contendo a canção “Eccoutez moi”. A música permite à obra uma quarta dimensão.

A série “Fragmentos de um noturno” (2008) é outra obra musical, baseada na composição para piano de Alberto Heller. Na peça presente na coleção a combinação partitura de Heller-imagem, utiliza a ampliação da embalagem de lâmpadas “National Mazda”, montada em pesada chapa de ferro. Aqui as conexões internas na obra do Paulo abundam em coda.”

Y. Corrêa Neto
Revista Digital Punctum | Florianópolis | UFSC | 2014

“Guto Lacaz não enviou apenas o chapéu de seu pai, o Prof. Lacaz, mas também o cartão fúnebre da sua recente perda e uma carta em envelope azul piscina onde escreveu: “Querido Paulo, obrigado pelo convite, aqui vai um dos chapéus (o mais bonito) que meu pai usava. … Sucesso”. Carlos da Silva Lacaz (1915-2002), pai do Guto, foi médico, professor catedrático de microbiologia e imunologia da Universidade de São Paulo, fundador do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo e autor de cerca de 500 trabalhos científicos, 50 livros e 1500 artigos de divulgação para a Folha, também de São Paulo. Paulo também enclausurou o chapéu, dentro de sua caixa de cartão, em ferro e vidro.

Com o chapéu do Carlos-Guto-Paulo, parafraseando Schopenhauer, “torna-se claro e certo que não se conhece chapéu, sol e terra alguma, mas sempre apenas um olho que vê um chapéu, um sol, uma mão que toca uma terra”. Quem conhece o Prof. Lacaz vê o chapéu do professor e cientista, quem conhece o artista Lacaz aprecia o design e a função/disfunção do chapéu, quem ambos conhece vê a simbiose. Quem desconhece o pai, o filho e o espirito do Paulo vê ferro, vidro, cartão e feltro. “Isto é um chapéu” e a obra continua funcionando muito bem.”

Y. Corrêa Neto
Revista Digital Punctum | Florianópolis | UFSC | 2014 Receptáculo da memória de Guto Lacaz, Paulo Gaiad, 2002. Chapéu, caixa de papelão e vidro em caixa de ferro, 35x35x17cm.

VEJA MAIS

TRAGO A MODERNIDADE, Coletiva

2020 03 05 trago a modernidade-10

TRAGO A MODERNIDADE

DARÍO MELÉNDEZ • EDUARDO ACOSTA • GONZALO AGUIRRE • ISADORA STÄHELIN • KARLA HAMILTON • PABLO ZAFRA • PAULINA PULIDO • PAVEL FERRER • PERLA RAMOS • SERGIO ZAMORA • SOFIA BRITO

CURADORIA DE PERLA RAMOS E SERGIO ZAMORA

ESPAÇO FERNADO BECK | 05 DE MARÇO A 13 DE JUNHO DE 2020

Com texto de apresentação de John Lundberg, curadoria de Perla Ramos e Sergio Zamora e produção de Isadora Stähelin, Trago a Modernidade abre em 5 de março de 2020, permanecendo à portas fechadas a partir de 18 de março, em razão do fenômeno da pandemia que determinou o fechamento de espaços expositivos em várias partes do mundo. A Coletiva, selecionada pelo Edital 2019, é composta de trabalhos de 11 artistas do Brasil, México e Chile, entre vídeos, fotografias, animação, retroprojeção, esculturas, apropriação de objetos e notícias. A mostra aborda percepções sobre o entorno e as ruínas de um presente em crise e processos relacionados a um futuro incerto, cuja esperança é o modo de sobrevivência e a nostalgia é o que fica. Nos trabalhos são mostrados também os desgastes da matéria orgânica diante da contemplação sobre o tempo e das falhas sociais e de infraestrutura no território mexicano, além de apresentar uma noção de autoconstrução e a capacidade dos seres humanos de gerar espaço íntimo e também a ideia do apagamento da utopia modernista a partir de críticas relacionadas a seus modelos de construção.

1/3 de la Historia, Sergio Zamora, 2018. Arte objeto, 12 x 52 x 22cm, livros.
1/3 de la Historia, Sergio Zamora, 2018. Arte objeto, 12 x 52 x 22cm, livros.
Bunker, Karla Hamilton, 2018. Fotografia, 60 x 60 x 2 cm, fotografias sobre pvc.
Bunker, Karla Hamilton, 2018. Fotografia, 60 x 60 x 2 cm, fotografias sobre pvc.
Demolición/progresso, Paulina Pulido, 2018. Ilustração impressa em acetato, 21.59 x 27.94 cm cada, 9 impressões em acetatos projetados na parede.
Demolición/progresso, Paulina Pulido, 2018. Ilustração impressa em acetato, 21.59 x 27.94 cm cada, 9 impressões em acetatos projetados na parede.
El patrimonio pesa, Perla Ramos, 2017. Apropriação, 12.8 x 24 x 14 cm, pedra patrimonial pintada.
El patrimonio pesa, Perla Ramos, 2017. Apropriação, 12.8 x 24 x 14 cm, pedra patrimonial pintada.
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Habitante, Dario Melendez, 2016. Pintura, 30 x 30 cm, acrílica sobre tela
Habitante, Dario Melendez, 2016. Pintura, 30 x 30 cm, acrílica sobre tela
Les traigo la modernidade, Pavel Ferrer, 2018. Esculturas, 13 x 14, 5 x 14 cm, 20 x 8,5 x 16 cm, 21 x 10 x 7cm, concreto, plástico e válvula sobre bases de ferro_
Les traigo la modernidade, Pavel Ferrer, 2018. Esculturas, 13 x 14, 5 x 14 cm, 20 x 8,5 x 16 cm, 21 x 10 x 7cm, concreto, plástico e válvula sobre bases de ferro_
Maestro Triste, Gonzalo Aguirre, 2017. Animação Tamanho adaptável à tela LED, 0100 min (loop), Vídeo HD c áudio estéreo exibido em TV LED 50.
Maestro Triste, Gonzalo Aguirre, 2017. Animação Tamanho adaptável à tela LED, 0100 min (loop), Vídeo HD c áudio estéreo exibido em TV LED 50.
Objeto-fato 0, Isadora Stähelin, 2017. Fotografia, 50 cm x 2,30, fotografias sobre pvc
Objeto-fato 0, Isadora Stähelin, 2017. Fotografia, 50 cm x 2,30, fotografias sobre pvc
One Million TEU, Sofia Brito, 2018. Vídeo, aprox. 3m de largura, duração 2’00”, vídeo projeção sobre parede.
One Million TEU, Sofia Brito, 2018. Vídeo, aprox. 3m de largura, duração 2’00”, vídeo projeção sobre parede.
Promesas de progresso, Eduardo Acosta, 2018. Apropriação, tamanho adaptável à tela, Página do Instagram exibida em TV
Promesas de progresso, Eduardo Acosta, 2018. Apropriação, tamanho adaptável à tela, Página do Instagram exibida em TV
Van Obras, Pablo Zafra, 2018. Fototransferência, 50 x 45 cm, fotografia sobre pvc.
Van Obras, Pablo Zafra, 2018. Fototransferência, 50 x 45 cm, fotografia sobre pvc.
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
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1/3 de la Historia, Sergio Zamora, 2018. Arte objeto, 12 x 52 x 22cm, livros.
1/3 de la Historia, Sergio Zamora, 2018. Arte objeto, 12 x 52 x 22cm, livros.
Bunker, Karla Hamilton, 2018. Fotografia, 60 x 60 x 2 cm, fotografias sobre pvc.
Bunker, Karla Hamilton, 2018. Fotografia, 60 x 60 x 2 cm, fotografias sobre pvc.
Demolición/progresso, Paulina Pulido, 2018. Ilustração impressa em acetato, 21.59 x 27.94 cm cada, 9 impressões em acetatos projetados na parede.
Demolición/progresso, Paulina Pulido, 2018. Ilustração impressa em acetato, 21.59 x 27.94 cm cada, 9 impressões em acetatos projetados na parede.
El patrimonio pesa, Perla Ramos, 2017. Apropriação, 12.8 x 24 x 14 cm, pedra patrimonial pintada.
El patrimonio pesa, Perla Ramos, 2017. Apropriação, 12.8 x 24 x 14 cm, pedra patrimonial pintada.
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
Exposição Trago a Modernidade
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Exposição Trago a Modernidade
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Exposição Trago a Modernidade
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Exposição Trago a Modernidade
Habitante, Dario Melendez, 2016. Pintura, 30 x 30 cm, acrílica sobre tela
Habitante, Dario Melendez, 2016. Pintura, 30 x 30 cm, acrílica sobre tela
Les traigo la modernidade, Pavel Ferrer, 2018. Esculturas, 13 x 14, 5 x 14 cm, 20 x 8,5 x 16 cm, 21 x 10 x 7cm, concreto, plástico e válvula sobre bases de ferro_
Les traigo la modernidade, Pavel Ferrer, 2018. Esculturas, 13 x 14, 5 x 14 cm, 20 x 8,5 x 16 cm, 21 x 10 x 7cm, concreto, plástico e válvula sobre bases de ferro_
Maestro Triste, Gonzalo Aguirre, 2017. Animação Tamanho adaptável à tela LED, 0100 min (loop), Vídeo HD c áudio estéreo exibido em TV LED 50.
Maestro Triste, Gonzalo Aguirre, 2017. Animação Tamanho adaptável à tela LED, 0100 min (loop), Vídeo HD c áudio estéreo exibido em TV LED 50.
Objeto-fato 0, Isadora Stähelin, 2017. Fotografia, 50 cm x 2,30, fotografias sobre pvc
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One Million TEU, Sofia Brito, 2018. Vídeo, aprox. 3m de largura, duração 2’00”, vídeo projeção sobre parede.
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Promesas de progresso, Eduardo Acosta, 2018. Apropriação, tamanho adaptável à tela, Página do Instagram exibida em TV
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Van Obras, Pablo Zafra, 2018. Fototransferência, 50 x 45 cm, fotografia sobre pvc.
Van Obras, Pablo Zafra, 2018. Fototransferência, 50 x 45 cm, fotografia sobre pvc.
Exposição Trago a Modernidade
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APRESENTAÇÃO

A rachadura na rua e a fachada monolítica de um edifício sem terminar, ou já em ruínas, são monumentos de uma sombra do futuro, que imaginamos brilhando utopicamente como satisfação absoluta. O respiro depois de terminar um árduo trabalho, uma chegada messiânica.
E se a promessa não se cumpre, o futuro ainda não chegou? Seguimos com esperança, a única coisa que sabemos que irá sobreviver; a nostalgia, nosso legado.
Dentro da abstração do poder das instituições, os bonecos de papel, que são nossos políticos, já não possuem planos além de seguir em um presente que devora o passado e estrangula o futuro.
Vivemos em frases pré-fabricadas, um mar de cópias sem origem, cada pensamento, um eco. Isso o que vives, insistem, isso (sentes o sabor oxidado nos cantos da boca?) é tudo o que existe, tudo o que poderia existir. De que maneira podemos nos desdobrar para escapar?
A arte aqui, em pedra ou luzes em uma tela, não promete oferecer nada. O reflexo que buscamos só reafirma o que já acreditamos saber – a ilusão de estabilidade. Nada nunca nos é suficientemente insuficiente. Nosso Apocalipse é lento e mudo.

John Lundberg

Habitante, Dario Melendez, 2016. Pintura, 30 x 30 cm, acrílica sobre tela Habitante
Dario Melendez
Técnica: Pintura
Dimensões: 30 x 30 cm
Material: Acrílica sobre tela
Ano: 2016

Ao longo da meu processo artístico, tenho me interessado pelos processos de desgaste da matéria orgânica, que em termos mais abstratos poderia enunciar-se como uma longa contemplação sobre o tempo e suas consequências. Neste caso, mais que mostrar os estragos do tempo, me interessam os agentes. Por isso, o interesse pela rata como encarnação da temporalidade e da degradação nos entornos urbanos. Ao invés de abordá-la, a partir da clássica visão desprezada, esta peça é uma homenagem à estes pequenos habitantes urbanos.

Promesas de progresso, Eduardo Acosta, 2018. Apropriação, tamanho adaptável à tela, Página do Instagram exibida em TV Promesas de progreso
Eduardo Acosta
Técnica: Apropriação
Dimensões: Tamanho adaptável à tela
Material: Página do instagram exibida em TV
Ano: 2018

A peça situa-se dentro de um perfil ou tabuleiro do Instagram, adotando/apropriando imagens que circulam na internet sobre falhas sociais e de infraestrutura no território mexicano – cuja premissa foi o bem-estar e o progresso, que nunca chegaram, ou chegaram de forma incompleta -, ressignificando as imagens por meio de hashtags e brincando com uma economia das imagens.

Maestro Triste, Gonzalo Aguirre, 2017. Animação Tamanho adaptável à tela LED, 0100 min (loop), Vídeo HD c áudio estéreo exibido em TV LED 50B. Maestro Triste
Gonzalo Aguirre
Técnica: Animação
Dimensões: Tamanho adaptável à tela LED
Duração: 01:00 min (loop)
Material: Vídeo HD c/ aúdio estéreo exibido em TV LED 50
Ano: 2017
 
Vídeo animação realizada mediante rotoscopia. Um trabalhador de rosto triste, golpeia com um martelo o solo, sem cessar. Possui roupa de marca reconhecida e sapatos de futebol. Objeto-fato 0, Isadora Stähelin, 2017. Fotografia, 50 cm x 2,30, fotografias sobre pvc Objeto-fato 0
Isadora Stähelin
Técnica: ​Fotografia
Dimensões: 50 cm x 2,30
Material: Fotografias sobre pvc
Ano: ​2017
 
Três frames ampliados de um vídeo que registra, durante dois meses, o encontro com um sofá abandonado, em decomposição, na orla do bairro Praia Comprida, SC – Brasil. Bunker, Karla Hamilton, 2018. Fotografia, 60 x 60 x 2 cm, fotografias sobre pvc. Bunker
Karla Hamilton
Técnica: Fotografia
Dimensões: 60 x 60 x 2 cm
Material: Fotografias sobre pvc
Ano: 2018

O trabalho explora a noção de autoconstrução e a capacidade que temos os seres humanos de gerar espaço íntimo, em relação ao sentido de alienação que constrói o nosso tempo. Assim, algumas estratégias conceituais que tenho empregado possuem relação com a arquitetura, o deslocamento e a possibilidade que temos de gerar imagens como ato de resistência.

Van Obras, Pablo Zafra, 2018. Fototransferência, 50 x 45 cm, fotografia sobre pvc. Van Obras
Pablo Zafra
Técnica: Fototransferência
Dimensões: 50 x 45 cm
Materiais: Fotografia sobre pvc
Ano: 2018

Esta obra apresenta algumas imagens sobre concreto da antiga Torre de Banobras do arquiteto Mario Pani, na Unidade Habitacional Tlatelolco na Cidade do México. Representa um símbolo da modernidade dos anos 60 em México,  que ficou em estado de abandono.

Demolición/progresso, Paulina Pulido, 2018. Ilustração impressa em acetato, 21.59 x 27.94 cm cada, 9 impressões em acetatos projetados na parede. Demolición/progreso
Paulina Pulido
Técnica: Ilustração impressa em acetato
Dimensões: 21.59 x 27.94 cm cada
Materiais: 9 impressões em acetatos projetados na parede
Ano: 2018

As unidades habitacionais construídas na metade do século XX na Cidade do México são símbolos da arquitetura moderna, inspiradas na arquitetura funcionalista e no conceito de superquadras do arquiteto Le Corbusier. Os multifamiliares como Tlatelolco, Centro Urbano Miguel Alemán e o Centro Urbano Benito Juárez  representam uma das amostras mais evidentes do idílio da modernidade no México, projetadas pelo arquiteto Mario Pani, como símbolos de progresso e vanguarda. Ao longo do tempo, este sonho foi se desvanecendo com o colapso e posteriormente, demolição da maior parte do Centro Urbano Benito Juárez  e alguns edifícios do conjunto habitacional Tlatelolco, assim como o deterioramento de outras unidades habitacionais. Dessa maneira, Demolição/Progresso retoma a ideia do apagamento da utopia modernista mexicana na Cidade do México através de uma série de imagens que refletem o  progressivo desaparecimento do modelo modernista materializado em sua arquitetura.

Les traigo la modernidade, Pavel Ferrer, 2018. Esculturas, 13 x 14, 5 x 14 cm, 20 x 8,5 x 16 cm, 21 x 10 x 7cm, concreto, plástico e válvula sobre bases de ferro_ Les traigo la modernidad
Pavel Ferrer
Técnica: Esculturas
Dimensões: 13 x 14, 5 x 14 cm / 20 x 8,5 x 16 cm / 21 x 10 x 7cm.
Material: Concreto, plástico e válvula sobre bases de ferro.
Ano: 2018

Além da ordem, felicidade, paz e progresso, a maior das promessas da modernidade consiste em maior liberdade e maior segurança. O problema é que não se pode conseguir ambas de uma vez. O engano está em acreditar possível a liberdade como igualdade e a segurança física, laboral e juridicopolítico como conquistas simultâneas da modernidade. O progresso é um pêndulo que oscila entre a segurança e a liberdade; e uma se impõe pelo preço da outra.

El patrimonio pesa, Perla Ramos, 2017. Apropriação, 12.8 x 24 x 14 cm, pedra patrimonial pintada. El patrimonio pesa
Perla Ramos
Técnica: Apropriação
Dimensões: 12.8  x 24 x 14 cm
Material: Pedra patrimonial pintada
Ano: 2017

Dizem que o índio Cantuña teve que construir a igreja São Francisco, mas ao aproximar-se do prazo estipulado e ver que a construção ainda não estava pronta, Cantuña em seu desespero, optou por fazer um acordo com o diabo: terminar a construção da Igreja em troca da sua alma. Desta maneira, a construção parecia chegar ao fim exitosamente, mas Cantuña arrependido, decidiu roubar uma pedra pensando que assim, o diabo não poderia tirar sua alma, já que era impossível comprovar que a igreja estava finalizada se faltava uma pedra. Como Cantuña, decidi roubar uma pedra patrimonial da calçada da Praça de São Francisco para realizar uma série de ações sobre o objeto: nomear, pesar e percorrer. Diante da impossibilidade de voar e chegar ao Brasil a pedra nomeada “El patrimonio pesa” aparece outra que toma o seu lugar. Proveniente da Praia do Sonho, no Oceano Atlântico, a pedra foi nomeada da mesma maneira para fazer parte da exposição “Trago a modernidade”, gerida por Isadora Stähelin. O patrimônio pesa também na praia e se funde no mar.

1/3 de la Historia, Sergio Zamora, 2018. Arte objeto, 12 x 52 x 22cm, livros. 1 / 3 de la Historia
Sergio Zamora
Técnica: Arte objeto
Dimensões: 12 x 52 x 22cm
Materiais: Livros
Ano: 2018
 
Os livros que usamos em nossa formação respondem à distintos olhares: historiadores, filósofos, pesquisadores, artistas, etc. Estes, escrevem os textos com formulações que respondem à inquietudes pessoais, e cabe a nós a decisão de saber onde nos circunscrevemos. Por exemplo, a história da arte que podemos aprender a partir de diferentes posturas: a imagem e a iconografia de Aby Warburg, Gombrich ou Panofsky.  Cada um deles, em seu contexto e sua forma de ver o mundo implantaram uma visão da arte que pode ser considerada por alguns e, por outros não. Desta maneira, 1/3 de la Historia, retoma essa ideia, como referência historiográfica  para abordar o tema da crítica institucional a partir de uma série de objetos artísticos (Enciclopédias), modificando sua função e mostrando apenas uma parte do conteúdo do livro. One Million TEU, Sofia Brito, 2018. Vídeo, aprox. 3m de largura, duração 2’00”, vídeo projeção sobre parede. One Million TEU
Sofia Brito
Técnica: Vídeo
Dimensões: aprox. 3m de largura
Duração: 2’00”
Materiais: vídeoprojeção sobre parede
Ano: 2018

Registro da disputa territorial no cotidiano do complexo portuário de Itajaí e Navegantes/SC, que transporta anualmente cerca de um milhão de TEU (unidade internacional de contêineres navais).

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