Lançamento da obra será na terça-feira, 8 de novembro, na Fundação Cultural BADESC, em Florianópolis
Nascido em Fortaleza, no Ceará, e morando desde os três anos de idade em Florianópolis, João Pina, lança na terça-feira, 8 de novembro, o livro “A Jornada de Fahim”, na Fundação Cultural BADESC. O evento é gratuito e começa às 18h30 na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro da Capital.
A publicação, com 230 páginas e que começou a ser escrita em 2018, marca a estreia do autor na literatura. “A literatura sempre esteve presente em minha vida e os livros de ficção fizeram parte da minha infância e adolescência”, conta o escritor que se divertia com as aventuras de Harry Potter e adora desvendar mistérios junto aos personagens de Dan Brown.
Pina conta que o livro é formado por 37 capítulos e segue uma narrativa em terceira pessoa. Sem fotos no interior, a publicação narra a história de Fahim, um adolescente de 15 anos que vive no Afeganistão e decide abandonar o mundo que conhece para ir em busca da salvação de sua irmã mais nova, que foi diagnosticada com um câncer raro. A manobra que deve fazer é arriscada, mas a única que vê possível para reunir o dinheiro necessário para salvar o tratamento da irmã: migrar para a Inglaterra. Fahim se junta a outros garotos no percurso, mas os desafios são inúmeros: travessias por montanha e mar até alcançar o seu objetivo.
“É uma história que nos convida a refletir até onde somos capazes de ir para salvar aqueles que amamos”, compartilha o autor.
Para o escritor, é uma grande honra fazer o lançamento na Fundação. “Fiquei muito feliz ao receber a notícia que fui selecionado para fazer o lançamento no espaço um dia após meu aniversário. Certamente, será um grande presente”, completa.
João Pina é graduado em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e especializado em migrações transnacionais pelo programa Transnational Migrations (MITRA), na Europa, e trabalha numa ONG na promoção dos direitos dos migrantes e refugiados e sua inserção laboral em Chapecó.
Serviço: Lançamento do livro “A Jornada de Fahim” de João Pina
Data: 8 de novembro – terça-feira
Horário: 18h30
Local: Fundação Cultural BADESC – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro de Florianópolis/SC
Projeto premiado no Edital Elisabete Anderle vai circular por 10 cidades de SC entre os dias 9 a 27 de novembro
Um dos artistas mais importantes de Santa Catarina, Sérgio Adriano H, que vive e atua entre Joinville/SC e São Paulo/SP, usufrui os resultados de intenso trabalho em 20 anos de carreira e encerra 2021 em alta. Tanto que neste mês volta a circular por 10 cidades de Santa Catarina com o projeto “Palavra Tomada”, premiado no Edital Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura – Artes 2019. A jornada começa em 9 de novembro, na Fundação Cultural BADESC, em Florianópolis. A exposição gratuita acontece das 10h às 15h, na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro da Capital.
O projeto vai passar ainda por Criciúma (10/11), São José (11/11), Itajaí (12/11), Chapecó (13/11), Joinville (16/11), Jaraguá do Sul (17/11), Blumenau (23/11), São Francisco do Sul (24/11) e em Lages (27/11). A programação completa com horários e locais está disponível no https://sergioadrianoh.wixsite.com/palavratomada.
O programa de estímulo à cultura, do governo do Estado, obtido por Sérgio em 2014, 2017, 2019 e 2020, assegura experiência na estruturação profissional da carreira, expande as ressonâncias de sua representatividade na arte contemporânea e ajuda a estabelecer parcerias em favor da circulação dos trabalhos, da reflexão e produção de conhecimento.
Nessa perspectiva, a descentralização das ações proposta pelo edital se ajusta aos interesses do artista que aprecia estar nas ruas, onde expõe nas calçadas, nas escadarias, em lugares movimentados. No começo da trajetória, como um mascate, carrega as obras dentro de um conjunto de malas transportado por um carrinho de duas rodas.
“Ultrapassar fronteiras de espaço, expectativas, cores, credos, classes sociais e instituições intelectuais é um dos fundamentos da minha arte. Mais que uma escolha, é o que me move”, explica o artista que ressalta que os projetos são baseados em falar com pessoas.
Papel político
A exposição “Palavra Tomada” afirma-se num contexto de resistência. Embasa o projeto com dados estarrecedores da atual realidade brasileira com o aumento dos índices de morte e violência contra mulheres e jovens negros/pardos. Como poucos no cenário artístico do Brasil, Sérgio Adriano assume um papel político para denunciar práticas eurocêntricas, colonizadas e racistas.
Sempre interessado nos fluxos de informações na sociedade contemporânea, naquilo que é apresentado como “verdade”, nesta série de 10 fotografias e objetos apresentados na exposição que discute a questão do racismo estrutural no Brasil.
As palavras interessam ao artista que desconstrói discursos históricos, “verdades apresentadas”, como ele prefere dizer. Suas investigações passam pelas enciclopédias, dicionários, livros de arte e revistas. Nestas imagens, recorta palavras para montá-las em carimbos apresentados na boca do artista.
Com os lábios cerrados, mostra, entre outras, as palavras preto e ordem e progresso. Carimbos são peças feitas de metal, madeira ou borracha que contém sinais gráficos em relevo que servem para marcar a tinta documentos, papéis, etc. Servem também, quando feitos de metal, para marcar o gado e, no passado escravocrata brasileiro, a pele para identificar a quem pertence aquele animal ou corpo humano.
“A obra de Sérgio Adriano se caracteriza por trazer em si esmero técnico, conceitual, político e talvez, principalmente, pela conscientização através da palavra, do “verbo”. Em tempos de destruição do país através de políticas suicidas calcadas em um individualismo extremo, Sérgio faz da palavra elemento fundamental na construção de uma poética potente que investiga a população negra no Brasil, marcada desde o berço, para ocupar espaços pré-determinados e de pouca visibilidade”, afirma a curadora Rosana Paulino.
Rosana, que também é artista, é referência na luta contra a invisibilidade da produção afro-brasileira no circuito de arte contemporânea. Usa seus conhecimentos para denunciar obstáculos engendrados pelo racismo estrutural, defendem a ampliação dos limites institucionais e o protagonismo dos negros na sociedade.
O projeto conta com a produção de Franzoi, assessoria de imprensa de Néri Pedroso, design gráfico de Jan M.O., assessoria educacional de Cyntia Werner, assessoria jurídica de Fausto Rangel e dos palestrantes: Célia Maria Ramos, Evandro Silva, Jadir Fagundes e Orlando Gulonda.
Sobre o artista
Sérgio Adriano H nasceu em 1975, em Joinville/SC. Artista visual, performer e pesquisador. Vive e produz entre Joinville e São Paulo. Formado em artes visuais e mestre em filosofia. Tem trabalhos em acervos públicos e particulares. Incluído em 2014 no livro “Construtores das Artes Visuais: Cinco Séculos de Artes em Santa Catarina” como um dos 30 artistas mais influentes do Estado. Já integrou mais de 120 exposições individuais, coletivas e salões. Conquistou, entre outras premiações, o Reconhecimento por Trajetória Cultural Aldir Blanc SC (2020), Medalha Victor Meirelles – Personalidade Artes Visuais (2018), concedida pela Academia Catarinense de Letras e Artes (Acla), o da Aliança Francesa de Arte Contemporânea 2018 e o 10° Salão Nacional Elke Hering (2012). Com objetos, fotografias e vídeos, a prática do artista propõe reflexões sobre temas existenciais pensados dentro do sistema simbólico chamado como “verdade”. Essas discussões abrangem questões sobre a morte, a identidade racial, a violência e o apagamento social. A crítica política e social é forjada permanentemente na experiência de campo, no contexto da vida real e nas situações do cotidiano. As fotografias, instalações, performances e objetos são criados justamente para fazer pensar e provocar incômodo diante de uma realidade de dor e sofrimento.
Sobre a curadora
Rosana Paulino (São Paulo, 1967) é uma artista brasileira, educadora e curadora. É doutora em artes visuais pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e especialista em gravura pelo London Print Studio. Suas obras têm como foco principal as questões sociais, de etnia e de gênero que dizem respeito à mulher negra na sociedade brasileira. Nesse sentido, sua produção busca questionar os estereótipos de beleza e comportamento que historicamente estão associados às mulheres negras e mestiças. Chamam a atenção também para a violência dirigida à população negra, intermediando uma reflexão crítica sobre a contemporaneidade e a vida da própria artista.
Serviço: Projeto “Palavra Tomada”, do artista Sérgio Adriano H
Data: 9 de novembro – terça-feira Horário: 10h às 15h Local: Fundação Cultural BADESC – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro – Florianópolis/SC Entrada gratuita
O catálogo Arquivos Contemporâneos 2+1 pode ser acessado ao clicar na imagem acima ou no ISSUU da Fundação Cultural BADESC
Dentro das comemorações dos 15 anos Fundação Cultural BADESC, que será celebrado em 28 de março, está o lançamento do Catálogo Arquivos Contemporâneos 2+1 que resgata as ações e atividades promovidas pela Fundação em 2018, 2019 e 2020.
Com 286 páginas o projeto impresso com o patrocínio da Prefeitura Municipal de Florianópolis e da Secretária Municipal de Cultura, Esporte e Juventude por meio da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes através da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, pode ser acessado virtualmente.
O catálogo foi produzido por uma grande equipe. O projeto editorial, organização e texto foi de Eneléo Alcides, o projeto gráfico foi realizado por Eneléo Alcides e Bianca Justiniano. As edições de imagens foram feitas por Bianca Justiniano, Franchêscolli Gohlke, Helena Zanin, Karine Joulie e Vanessa Sandre. Já a revisão geral de textos contou com a participação de Carolina Ramos Nunes, Juliano Zanotelli, Vanessa Sandre e Willian Schutz. As fotografias que integram o catálogo são de Franchêscolli Gohlke, Helena Zanin, Karine Joulie, Vanessa Sandre e algumas são de divulgação dos artistas.
AS COISAS DISTANTES PARECEM MENORES DO QUE SÃO NA REALIDADE
DANTE ACOSTA
ESPAÇO FERNANDO BECK | DE 04 DE MARÇO A 08 DE ABRIL DE 2021
Inspirados em elementos da natureza, 19 trabalhos executados com diferentes materiais (caneta nanquim, hidrográfica, tinta acrílica, caneta de tinta pigmentada), suportes (papéis, telas) e técnicas (aquarela, digitalização e impressão) são apresentados em uma curadoria que propõe um recorte da pesquisa gráfica do artista nos últimos cinco anos. Dante é graduado em Artes Visuais na UFSM e mestre em Artes pela Escola de Belas Artes da UFMG. Natural de São Borja/RS atualmente reside em Florianópolis.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Rios mentais, tinta hidrográfica sobre sketchbook, digitalizado e impresso ampliado em pigmento mineral sobre papel Hahnemühle Enhanced, 2017. 42x52cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, tinta hidrográfica sobre sketchbook, digitalizado e impresso ampliado em pigmento mineral sobre papel Hahnemühle Enhanced, 2017. 42x52cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, detalhe, tinta hidrográfica sobre sketchbook, digitalizado e impresso ampliado em pigmento mineral sobre papel Hahnemühle Enhanced, 2017. 42x52cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, detalhe, tinta hidrográfica sobre sketchbook, digitalizado e impresso ampliado em pigmento mineral sobre papel Hahnemühle Enhanced, 2017. 42x52cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, tinta hidrográfica sobre papel formato A4, digitalizado e impresso ampliado em papel ERB 175g, 2016. 168x120cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, tinta hidrográfica sobre papel formato A4, digitalizado e impresso ampliado em papel ERB 175g, 2016. 168x120cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, detalhe, tinta hidrográfica sobre papel formato A4, digitalizado e impresso ampliado em papel ERB 175g, 2016. 168x120cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, detalhe, tinta hidrográfica sobre papel formato A4, digitalizado e impresso ampliado em papel ERB 175g, 2016. 168x120cm. Fonte: Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Rios mentais, tinta pigmentada sobre papel Canson 150g, 2018. 22x30cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, tinta pigmentada sobre papel Canson 150g, 2018. 22x30cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, detalhe, tinta pigmentada sobre papel Canson 150g, 2018. 22x30cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, detalhe, tinta pigmentada sobre papel Canson 150g, 2018. 22x30cm. Fonte: Dante Acosta.
Quartzo verde, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 76x101cm. Fonte: Dante Acosta.
Quartzo verde, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 76x101cm. Fonte: Dante Acosta.
Quartzo verde, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 76x101cm. Fonte: Dante Acosta.
Quartzo verde, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 76x101cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 80x120cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 80x120cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 80x120cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 80x120cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios mentais, tinta óleo e tinta pigmentada sobre tela, 2016-2017. 80x105cm. Fonte: Dante Acosta. Acervo de Catia Berger.
Rios mentais, tinta óleo e tinta pigmentada sobre tela, 2016-2017. 80x105cm. Fonte: Dante Acosta. Acervo de Catia Berger.
Rios mentais, detalhe, tinta óleo e tinta pigmentada sobre tela, 2016-2017. 80x115cm. Fonte: Dante Acosta. Acervo de Catia Berger.
Rios mentais, detalhe, tinta óleo e tinta pigmentada sobre tela, 2016-2017. 80x115cm. Fonte: Dante Acosta. Acervo de Catia Berger.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
The battle, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 72x88cm. Fonte: Dante Acosta.
The battle, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 72x88cm. Fonte: Dante Acosta.
The battle, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 72x88cm. Fonte: Dante Acosta.
The battle, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 72x88cm. Fonte: Dante Acosta.
Ex-animal, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2020. 80x120cm. Fonte: Dante Acosta.
Ex-animal, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2020. 80x120cm. Fonte: Dante Acosta.
Ex-animal, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2020. 80x120cm. Fonte: Dante Acosta.
Ex-animal, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2020. 80x120cm. Fonte: Dante Acosta.
Ex-animal, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2020. 80x120cm. Fonte: Dante Acosta.
Ex-animal, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2020. 80x120cm. Fonte: Dante Acosta.
Sob o corpo/sobre a terra, tinta acrílica sobre tela, 2019. 164x53cm. Fonte: Dante Acosta.
Sob o corpo/sobre a terra, tinta acrílica sobre tela, 2019. 164x53cm. Fonte: Dante Acosta.
Sob o corpo/sobre a terra, detalhe, tinta acrílica sobre tela, 2019. 164x53cm. Fonte: Dante Acosta.
Sob o corpo/sobre a terra, detalhe, tinta acrílica sobre tela, 2019. 164x53cm. Fonte: Dante Acosta.
A Terra , tinta acrílica sobre papel, 2018. 45x89cm. Fonte: Dante Acosta.
A Terra , tinta acrílica sobre papel, 2018. 45x89cm. Fonte: Dante Acosta.
A Terra, detalhe, tinta acrílica sobre papel, 2018. 45x89cm. Fonte: Dante Acosta.
A Terra, detalhe, tinta acrílica sobre papel, 2018. 45x89cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios Mentais, fotografia impressa em tinta pigmentada sobre papel algodão Hahnemühle, 2017. 20x28cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios Mentais, fotografia impressa em tinta pigmentada sobre papel algodão Hahnemühle, 2017. 20x28cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios Mentais, detalhe, fotografia impressa em tinta pigmentada sobre papel algodão Hahnemühle, 2017. 20x28cm. Fonte: Dante Acosta.
Rios Mentais, detalhe, fotografia impressa em tinta pigmentada sobre papel algodão Hahnemühle, 2017. 20x28cm. Fonte: Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
A Terra, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018-2019. 84x50cm. Fonte: Dante Acosta.
A Terra, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018-2019. 84x50cm. Fonte: Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
Matinho, caneta nanquim 0.05 em sketchbook digitalizado durante o processo e impresso em papel Hahnemühle Enhanced, 2015-2016. 20x25cm cada. Fonte: Dante Acosta.
Matinho, caneta nanquim 0.05 em sketchbook digitalizado durante o processo e impresso em papel Hahnemühle Enhanced, 2015-2016. 20x25cm cada. Fonte: Dante Acosta.
Matinho, detalhe, caneta nanquim 0.05 em sketchbook digitalizado durante o processo e impresso em papel Hahnemühle Enhanced, 2015-2016. 20x25cm cada. Fonte: Dante Acosta.
Matinho, detalhe, caneta nanquim 0.05 em sketchbook digitalizado durante o processo e impresso em papel Hahnemühle Enhanced, 2015-2016. 20x25cm cada. Fonte: Dante Acosta.
Matinho, detalhe, caneta nanquim 0.05 em sketchbook digitalizado durante o processo e impresso em papel Hahnemühle Enhanced, 2015-2016. 20x25cm cada. Fonte: Dante Acosta.
Matinho, detalhe, caneta nanquim 0.05 em sketchbook digitalizado durante o processo e impresso em papel Hahnemühle Enhanced, 2015-2016. 20x25cm cada. Fonte: Dante Acosta.
Matinho, detalhe, caneta nanquim 0.05 em sketchbook digitalizado durante o processo e impresso em papel Hahnemühle Enhanced, 2015-2016. 20x25cm cada. Fonte: Dante Acosta.
Matinho, detalhe, caneta nanquim 0.05 em sketchbook digitalizado durante o processo e impresso em papel Hahnemühle Enhanced, 2015-2016. 20x25cm cada. Fonte: Dante Acosta.
Matinho, detalhe, caneta nanquim 0.05 em sketchbook digitalizado durante o processo e impresso em papel Hahnemühle Enhanced, 2015-2016. 20x25cm cada. Fonte: Dante Acosta.
Matinho, detalhe, caneta nanquim 0.05 em sketchbook digitalizado durante o processo e impresso em papel Hahnemühle Enhanced, 2015-2016. 20x25cm cada. Fonte: Dante Acosta.
Matinho, detalhe, caneta nanquim 0.05 em sketchbook digitalizado durante o processo e impresso em papel Hahnemühle Enhanced, 2015-2016. 20x25cm cada. Fonte: Dante Acosta.
Matinho, detalhe, caneta nanquim 0.05 em sketchbook digitalizado durante o processo e impresso em papel Hahnemühle Enhanced, 2015-2016. 20x25cm cada. Fonte: Dante Acosta.
A Terra, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018-2019. 84x50cm. Fonte: Dante Acosta.
A Terra, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018-2019. 84x50cm. Fonte: Dante Acosta.
A Terra, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018-2019. 84x50cm. Fonte: Dante Acosta.
A Terra, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018-2019. 84x50cm. Fonte: Dante Acosta.
A terra, caneta hidrográfica sobre papel formato A4, digitalizado e impresso ampliado com pigmento mineral em papel Hahnemühle Enhanced, 2017. 30x40cm. Fonte: Dante Acosta.
A terra, caneta hidrográfica sobre papel formato A4, digitalizado e impresso ampliado com pigmento mineral em papel Hahnemühle Enhanced, 2017. 30x40cm. Fonte: Dante Acosta.
A terra, detalhe, caneta hidrográfica sobre papel formato A4, digitalizado e impresso ampliado com pigmento mineral em papel Hahnemühle Enhanced, 2017. 30x40cm. Fonte: Dante Acosta.
A terra, detalhe, caneta hidrográfica sobre papel formato A4, digitalizado e impresso ampliado com pigmento mineral em papel Hahnemühle Enhanced, 2017. 30x40cm. Fonte: Dante Acosta.
A Terra, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018-2019. 84x50cm. Fonte: Dante Acosta.
A Terra, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018-2019. 84x50cm. Fonte: Dante Acosta.
A Terra, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018-2019. 84x50cm. Fonte: Dante Acosta.
A Terra, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018-2019. 84x50cm. Fonte: Dante Acosta.
A terra, tinta pigmentada sobre papel Canson 150g, 2019. 22,9x30,5cm. Fonte: Dante Acosta.
A terra, tinta pigmentada sobre papel Canson 150g, 2019. 22,9x30,5cm. Fonte: Dante Acosta.
A terra, detalhe, tinta pigmentada sobre papel Canson 150g, 2020. 22,9x30,5cm. Fonte: Dante Acosta.
A terra, detalhe, tinta pigmentada sobre papel Canson 150g, 2020. 22,9x30,5cm. Fonte: Dante Acosta.
A terra, tinta pigmentada sobre papel Canson 150g, 2020. 22,9x30,5cm. Fonte: Dante Acosta.
A terra, tinta pigmentada sobre papel Canson 150g, 2020. 22,9x30,5cm. Fonte: Dante Acosta.
A terra, detalhe, tinta pigmentada sobre papel Canson 150g, 2019. 22,9x30,5cm. Fonte: Dante Acosta.
A terra, detalhe, tinta pigmentada sobre papel Canson 150g, 2019. 22,9x30,5cm. Fonte: Dante Acosta.
Red roots, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 101x76cm. Fonte: Dante Acosta.
Red roots, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 101x76cm. Fonte: Dante Acosta.
Red roots, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 101x76cm. Fonte: Dante Acosta.
Red roots, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 101x76cm. Fonte: Dante Acosta.
Red roots, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 101x76cm. Fonte: Dante Acosta.
Red roots, detalhe, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 101x76cm. Fonte: Dante Acosta.
APRESENTAÇÃO
Quartzo verde, tinta acrílica e tinta pigmentada sobre tela, 2018. 76x101cm. Fonte: Dante Acosta.
Exposição as coisas distantes parecem menores do que são na realidade, de Dante Acosta.
A presente exposição traz ao público o recorte de uma produção artística que investiga as possibilidades do desenho, em práticas realizadas nos últimos cinco anos. São ao todo dezenove trabalhos, com suportes em tela e papel e executados manualmente com canetas e tintas aquareladas – além de edições impressas originárias de desenhos em sketchbook.
Dois dos trabalhos podem ser considerados precursores da pesquisa artística aqui apresentada: o impresso em grande formato logo na entrada da mostra (Rios Mentais, realizado em papel a4 e posteriormente digitalizado e impresso ampliado), e a sequência de digitalizações do caderno de desenho, impressas e colocadas em sequência na sala 3 (Matinho). São desenhos originários da tentativa de traçar linhas em contínuo movimento sem perder o contato com a superfície desenhada (Rios Mentais) e, ao mesmo tempo, objetivando preencher totalmente a superfície escolhida com um exercício gráfico uniforme, constante, harmônico, paciente e minucioso (Matinho).
A partir destes exercícios, surgiram outros trabalhos com o mesmo pressuposto, muitos deles aqui reunidos. As representações de elementos presentes na natureza tornaram-se uma constante, oriundos de uma pesquisa mais antiga sobre a paisagem e suas relações com a arte da memória. O tema é recorrente desde os primeiros anos de pesquisa artística de Dante, que coincidem com seus primeiros trabalhos exibidos ao público. O artista, nascido em 1983 na cidade de São Borja/RS, estudou Artes Visuais na UFSM (RS), tornando-se Bacharel em 2006. Ainda em 2005, foi mapeado pelo programa Rumos Itaú Cultural (São Paulo/SP), e em 2008 apresentou a intervenção urbana Da epifania de silêncios e outras odes, selecionada via edital para o 40º Festival de Inverno da UFMG, em Diamantina/MG.
Em 2011 tornou-se mestre em Artes pela Escola de Belas Artes da UFMG. Realizou, em 2014, a exposição Frente/Verso, em Chapecó/SC; em 2016 apresentou exposição Sob o corpo/Sobre a terra nas galerias do SESC em Lages e de Joaçaba, Santa Catarina; em 2017 participou da coletiva Metanoia, na Galeria Airez, parte integrante da Bienal de Curitiba/Paraná. Paralelamente aos 15 anos de trajetória artística, trabalhou como produtor cultural e professor universitário; elaborou peças gráficas para exposições, espetáculos de teatro e performances, também assinando algumas cenografias. Alguns de seus trabalhos mais recentes estão em coleções particulares no Brasil e nos Estados Unidos. Atualmente reside em Florianópolis/SC.
Margaret Waterkemper assume a gestão da instituição em Florianópolis
Fotografia de Rubens Flores
Um dos espaços culturais mais prestigiados do Estado de Santa Catarina, a Fundação Cultural BADESC, está com nova gestão. Margaret Waterkemper assume a direção geral do espaço em conjunto com Helena Mayer, que permanece na diretoria administrativa e financeira. Margaret é jornalista e já foi diretora de artes da Fundação no período de novembro de 2013 a fevereiro de 2015.
A nova diretora geral assume o cargo no lugar de Eneléo Alcides, que atuou por duas gestões, de agosto de 2013 a fevereiro de 2021. Neste período, de quase oito anos, foram realizadas mais de 560 atividades gratuitas. Dentre elas, 105 exposições, 27 cursos na área cultural, 75 oficinas e seminários, além da realização de 13 feiras de artes, 96 lançamentos de livros e CDs, a realização de 197 festivais e mostras de cinema, com exibição de mais de 1.500 filmes no Cineclube Fundação Cultural BADESC e a preservação da memória da instituição na organização de sete catálogos de artes. Ainda em sua gestão, foi inaugurado o Espaço Paulo Gaiad.
“Toda essa produção só é possível pela dedicação de uma equipe que é muito afinada, dedicada e amorosa com a Fundação, pela contribuição de incontáveis parceiros, pela generosidade de artistas, pesquisadores e curadores que apostam no trabalho da Instituição e, evidentemente, pelo público que frequenta a Casa”, destaca Eneléo.
Em 2021, a Fundação, que ocupa um casarão na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro da Capital, completa 15 anos de atuação, enquanto o espaço Fernando Beck, inaugurado em fevereiro de 1991 no hall de entrada da Agencia de Fomento do Estado de Santa Catarina SA – BADESC, completa três décadas.
E em comemoração, o site da Fundação (www.fundacaoculturalbadesc.com) foi reestruturado durante a pandemia e ganhou uma página que resgata a memória dos artistas e de todos os eventos promovidos pela instituição. Até o final do ano, todas as exposições realizadas vão ganhar uma versão virtual no site e poderão ser revisitadas pelo público.
Encontro virtual, realizado em parceria com o Programa de Pós Graduação em Artes Visuais da UDESC e o Museu da Escola Catarinense, será a partir das 9h do dia 3 de novembro
“Lebre jovem”, Albrecht Dürer – 1502, aquarela e guache em papel, Galeria Albertina, Viena. Crédito: Divulgação
Um dos mais renomados artistas do renascimento nórdico, Albrecht Dürer, será tema de uma aula aberta promovida pela Fundação Cultural BADESC em parceria com o Programa de Pós Graduação em Artes Visuais da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e o Museus da Escola Catarinense (MESC). O encontro online “Albrecht Dürer – artista, obra e cânone” será transmitido ao vivo no dia 3 de novembro, das 9h às 12h30 da terça-feira.
Ministrada pela Profa. Dra. Ana Lúcia Beck, a aula poderá ser acompanhada pela plataforma Zoom, para quem fizer a inscrição e também pelo YouTube no link http://bit.ly/youtubedurer.
As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas no formulário disponível neste link: http://bit.ly/DurerAulaAberta. Os participantes inscritos vão receber certificação.
A atividade faz parte da disciplina Seminário temático especial da linha de teoria e História da Arte: Porque ler e pensar os clássicos, ministrada pela da Profa. Dra. Sandra Makowiecky no Programa de Pós Graduação em Artes Visuais da UDESC.
Sobre Ana Lúcia Beck
Membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA), da Associação Brasileira de Pesquisadores em Artes Plásticas (ANPAP) e da Sociedade Europeia de Literatura Comparada, Ana Lúcia Beck é Bacharel em desenho, Mestra em Teoria, História e Crítica de Arte e Doutora em Estudos Literários pela UFRGS, realizou estágio doutoral no King’s College em Londres e pós-doutorado junto ao PPGAV/UDESC, pesquisando a atuação de Lindolf Bell na crítica de arte.
Após 13 anos de experiência com ensino universitário no Rio Grande do Sul, hoje atua como professora no Curso de Artes Visuais da UDESC e também na USAC. Integra o grupo de pesquisa “História da Arte: Imagem-Acontecimento”, cadastrado junto ao CNPq, sob liderança de Sandra Makowiecky e Rosângela Cherem. Recentemente, o grupo lançou a obra “Passado-Presente em Quadros: uma antologia da história da arte em Santa Catarina” para a qual Ana Lúcia contribuiu com cinco capítulos.
Serviço: Aula aberta “Albrecht Dürer – artista, obra e cânone”
A live, que tem como ponto de partida o documentário Nossa Alma Não tem Cor, será no dia 23 de julho
Crédito: Divulgação
O Cineclube da Fundação Cultural BADESC promove na quinta-feira, dia 23 de julho, um bate-papo online sobre o documentário Nossa Alma Não tem Cor, que aborda o racismo contra as populações indígenas e consequentemente a opressão causada e estruturada por ele. A conversa está marcada para iniciar às 19h, no canal da Fundação no YouTube.
Nesta edição participam como debatedores, o cineasta Ítalo Mongconãnn, indígena da etnia Xokleng e mestrando em Antropologia Social na UFSC, e os produtores culturais, comunicadores e cineastas Graciela Guarani e Alexandre Pankararu. A mediação da conversa será feita pela cineasta e curadora do Cineclube da Fundação, Vanessa Sandre.
O documentário Nossa Alma Não tem Cor, que será debatido no encontro, está disponível gratuitamente no YouTube ou abaixo.
Nossa Alma Não tem Cor
Dirigido por Graciela Guarani e Alexandre Pankararu. Brasil. 2019. 22 min. Documentário. Sem classificação indicativa.
Sinopse: O curta-metragem documentário aborda um dos grandes desafios enfrentados pelos povos indígenas: o racismo. Grandes nomes de lideranças indígenas do Brasil como Ayrton Krenak, Sonia Guajajara dentre outros falam dessa questão dentro do cenário brasileiro atual.
Serviço: Bate-papo virtual sobre o filme Nossa Alma Não tem Cor
O filme em debate na live do dia 18 de junho é Gemma Bovery – A Vida Imita a Arte
Na quinta-feira, dia 18 de junho, o Cineclube da Fundação Cultural BADESC, promove em parceria com o Fórum Lacaniano de Florianópolis, um debate online na Sessão Divã. O bate-papo sobre o filme Gemma Bovery – A Vida Imita a Arte será a partir das 19h no canal doYouTube da Fundação.
Participam do debate sobre o filme os psicanalistas Taoana Padilha e Sérgio Scotti. A mediação do mesmo será feita pela cineasta e curadora do Cineclube, Vanessa Sandre.
As participações e interações dos internautas podem ser feitas nos comentários durante a live. O filme pode ser assistido gratuitamente pelo site Looke.
Gemma Bovery – A Vida Imita a Arte
De Anne Fontaine. França/Reino Unido. 2014. 99 min. Comédia/Drama/Romance. 14 anos. Com Fabrice Luchini, Gemma Arterton e Jason Flemyng.
Sinopse: A inglesa Gemma Bovery se muda com o marido para uma pequena cidade francesa. Ela logo desperta a atenção de Martin Joubert, um morador local que fica encantado com sua beleza e também com as semelhanças que possui com a protagonista de Madame Bovary, clássico da literatura escrito por Gustave Flaubert. Tamanha admiração faz com que Martin siga os passos de Gemma que, cada vez mais entediada, acaba se envolvendo em um caso extraconjugal.
Serviço: Sessão Divã online aborda o filme Gemma Bovery – A Vida Imita a Arte
Nesta edição, que será mediada pela cineasta e curadora do Cineclube da Fundação, Vanessa Sandre, participam como debatedores Sílvio Marcus de Souza Correa, que é coordenador do LEHAf/UFSC e o cineasta e curador do África no Cinema, Alex Brandão.
O debate poderá ter a participação do público, com mensagens no chat da live. E quem quiser pode assistir o filme gratuitamente nocanal AfricaShows no YouTube, ou abaixo.
Guimba, o Tirano (Guimba, un tyran une époque) de Cheick Oumar Sissoko. Mali. 1995. 90 min. Drama/Comédia/Fantasia. Sem classificação.
Sinopse: Retrato da ascensão e queda de um tirano cruel e despótico, Guimba Dunbuya, e seu filho anão Janguiné, em uma vila fictícia no Sahel do Mali. Uma lenda africana é a base deste filme co-produzido por Burkina Faso e Alemanha, que se passa numa antiga cidade construída com lama no deserto, Sitakili.
África no Cinema
É uma sessão mensal do Cineclube da Fundação em parceria com o projeto de extensão universitária promovido pelo Laboratório de Estudos em História da África (LEHAf/UFSC). O objetivo do projeto é a promoção da cultura cinematográfica com ênfase em filmes de diretores africanos, com produção africana e/ou com filmagens em África. Visa também divulgar a riqueza artística e cultural do continente africano através da exibição de filmes, comentários e debates sobre a produção cinematográfica africana, e também sobre as representações da África no cinema.
Serviço: Guimba, o Tirano é tema de live promovida pelo Cineclube da Fundação Cultural Badesc na sessão África no Cinema