Cineclube exibe documentário sobre os impactos da construção da hidrelétrica de Itá

17492476_1234702656648476_2610322307000413617_oNo dia 27 de março, segunda-feira, às 19h, o Cineclube da Fundação Cultural Badesc apresenta o documentário Atingidos Somos Nós, uma produção independente que narra as histórias de vida e os impactos humanos e socioambientais produzidos pela construção da hidrelétrica de Itá, entre a cidade de Aratiba, no Rio Grande do Sul, e a cidade de Itá, em Santa Catarina.

No documentário são apresentadas narrativas dos agricultores que permaneceram vivendo no entorno do reservatório após a construção da obra no ano 2000. Os pequenos agricultores vivem em condições precárias e presenciam o desaparecimento de suas comunidades.

Atingidos Somos Nós é fruto de uma tese de doutorado desenvolvida na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, junto ao Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social e Institucional.

Após a sessão, haverá debate com a presença da diretora Carmem Regina Giongo. Carmem é psicóloga, mestre em psicologia, doutoranda em psicologia social e institucional, professora na universidade Feevale e pesquisadora do Núcleo de Estudos em Saúde e Trabalho (NEST) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Serviço:

O que: Documentário Atingidos Somos Nós
Quando: 27 de março de 2017, segunda-feira, às 19h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Entrada gratuita – distribuição de senhas a partir das 18h.

Sessão Catarina apresenta o filme Caim e Abel

Convite WEB Caim e AbelNo dia 16 de março, quinta-feira, às 19h, o Cineclube da Fundação Cultual Badesc apresenta o filme Caim e Abel, produzido como Trabalho de Conclusão de Curso por Guilherme Pozzibon, Lenon Oliveira e Carlos Lenine, que assumiram, respectivamente, direção, roteiro e fotografia.
O filme é fundamentado a partir da passagem de Caim e Abel, em Gênesis, em que o irmão mais velho, Caim, interpela Abel sobre o porquê da necessidade de ofertar. O roteiro destaca uma pequena passagem da bíblia, criando um recorte explicativo para além da interpretação eclesiástica tradicional.
Após a sessão, os realizadores estarão presentes para debate com o público. A entrada é gratuita.
Serviço:
O que: Sessão Catarina: Caim e Abel
Quando: 16 de março, quinta-feira, às 19h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Entrada gratuita
 
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Mostra Mestres Japoneses será exibida no Cineclube da Fundação Badesc

16991831_1209526925832716_6522391878876861996_oNos dias 3, 6 e 7 de março, às 19h, será exibida no Cineclube da Fundação Cultural Badesc a Mostra Mestres Japoneses que apresenta o trabalho de diretores japoneses que, entre as décadas de 20 e 60, marcaram a história do cinema através de seu estilo e linguagem.

 

A seleção dos filmes aproxima as últimas obras produzidas pelos diretores Mikio Naruse, Yasujiro Ozu e Kenji Mizoguchi buscando mostrar a radicalidade do cinema clássico japonês e como, ao chegar ao final de suas carreiras, esses realizadores chegaram também ao ápice de seus estilos.

 

 

Os diretores

 

Mikio Naruse, de estilo conciso e sem extravagâncias, era econômico tanto nos aspectos internos quanto externos aos filmes. Seus roteiros eram simples, com poucos diálogos e filmados num modo de produção básico. As histórias traziam as vidas de pessoas das classes trabalhadoras, principalmente de personagens femininas.

 

Yasujiro Ozu iniciou a carreira de diretor fazendo filmes de comédia ao estilo de Hollywood para um grande estúdio do Japão. Após a 2ª Guerra, produziu os filmes que lhe trouxeram maior reconhecimento, tais como Pai e Filha (1949) e Era uma Vez em Tóquio (1953). Progressivamente, foi abandonando as convenções cinematográficas usuais até assumir sua linguagem, marcada pela precisão e singularidade dos enquadramentos. Seus filmes abordaram temas relacionados à família, casamento, relações sociais e de geração.

 

Kenji Mizoguchi, assim como Naruse, fez muitos filmes com protagonistas mulheres, colocando em questão o papel destas na sociedade japonesa. Oriundo de uma juventude passada em extrema pobreza, teve sua irmã mais nova vendida como gueixa por seu pai, evento que, talvez, explique sua imensa empatia pelo sofrimento das mulheres. Seu estilo foi marcado pelo uso de takes longos, no qual uma cena geralmente acontecia em um único plano.

 

Sinopses

 

Dia 3, sexta feira, 19h

Nuvens Dispersas

(Midaregumo) de Mikio Naruse. Japão. 1967. 108 min. Drama. Sem classificação. Com Yûzô Kayama, Yôko Tsukasa, Mitsuko Kusabue.

De volta ao Japão após a 2ª Guerra, mulher retoma o romance que teve com um homem que conheceu na Indochina. Entretanto, agora ele tem uma esposa que não está disposto a abandonar.

 

Dia 6, segunda-feira, 19h

A Rotina Tem seu Encanto

(Sanma no aji) de Yasujiro Ozu. Japão. 1962. 112 min. Drama. Sem clasificação. Com Chishû Ryû, Shima Iwashita, Keiji Sada.

Viúvo de meia-idade buscar arranjar o casamento de sua filha mais velha para que ela não precise ficar cuidando dele.

 

Dia 7, terça feira, 19h

A Rua da Vergonha

(Akasen chitai) de Kenji Mizoguchi. Japão. 1956. 87 min. Drama. Sem classificação. Com Machiko Kyô, Aiko Mimasu, Ayako Wakao.

As histórias, sonhos e dramas  de cinco prostitutas de um bordel em Tóquio, enquanto o governo japonês discute a criminalização da prostituição.

 

 

Serviço:
O que: Mostra Mestres Japoneses
Quando: 3, 6 e 7 de março de 2017, sexta, segunda e terça-feira, às 19h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Entrada gratuita

Vídeo documentário sobre relações políticas entre Cuba e EUA será exibido no Cineclube

16602267_1195987937186615_3748047798105950879_oNa terça-feira, 14 de fevereiro, às 19h, o Cineclube da Fundação Cultural Badesc apresenta Ilhados: Cuba e Estados Unidos, do Bloqueio à Reaproximação, um vídeo documentário que trata das relações políticas entre Cuba e Estados Unidos. Após a exibição haverá debate com a diretora do filme, a jornalista Michele de Melo.

 

No documentário, três famílias cubanas contam a história da relação política entre a ilha caribenha e os Estados Unidos, que percorre três períodos históricos: 1962, quando foi decretado o bloqueio econômico; 1993, ano em que Fidel Castro aprovou a despenalização do uso do dólar para cidadãos cubanos; e 17 de dezembro de 2014, data em que foi anunciado o restabelecimento de relações diplomáticas entre os dois países, rompidas desde 1961. Cada família divide um mesmo lar, compartilha diferentes pontos de vista e expectativas sobre as mudanças que ainda podem acontecer.

 

“A proposta surgiu da vontade de fazer com que mais pessoas conhecessem um pouco a história de Cuba e das relações contraditórias entre a ilha e os EUA. Eu morei em Cuba por seis meses e lá gravei o documentário. As imagens foram feitas em três cidades cubanas: Pinar del Río, Havana e Santiago de Cuba”, comenta a diretora do filme.

 

Michele de Melo é graduada pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e estudou jornalismo em Cuba por seis meses, quando gravou o documentário que foi seu Trabalho de Conclusão de Curso.

 

 

 

Serviço:
O que: Sessão Catarina: Ilhados: Cuba e Estados Unidos, do Bloqueio à Reaproximação
Quando: 14 de fevereiro de 2017, terça-feira, às 19h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Entrada gratuita.

Jornal Notícias do Dia divulga mostra Cinema Brasileiro Antes e Depois

O caderno Plural, do jornal Notícias do Dia, divulga a mostra Cinema Brasileiro Antes e Depois, que será realizada nos dias 9, 10, 16, 17, 23 e 24 de fevereiro, no Cineclube da Fundação Cultural Badesc. O evento renova o projeto da mostra Cinema Brasileiro Agora, realizado em 2016, que tem como objetivo dar visibilidade às realizações brasileiras e promover a oportunidade ao público de conhecê-las e discuti-las. As sessões têm início às 19h e a entrada é gratuita.

07.02 Cinema Brasileiro Antes e Depois Notícias do Dia

Cineclube apresenta a mostra Cinema Brasileiro Antes e Depois

16473946_1193359894116086_3643715237046844742_nNas quintas e sextas-feiras de fevereiro, às 19h, o Cineclube da Fundação Cultural Badesc realizará a mostra Cinema Brasileiro Antes e Depois. O evento renova o projeto da mostra Cinema Brasileiro Agora, realizado em 2016, que tem como objetivo dar visibilidade às realizações brasileiras e promover a oportunidade ao público de conhecê-las e discuti-las. A mostra conta com o apoio da Vitrine Filmes.
 
 
 
Nesta edição, as produções recentes estão em paralelo com títulos mais antigos. ”O conjunto de filmes escolhidos evidencia um desejo de olhar para o país e seus habitantes, propondo reflexões a partir de diferentes abordagens. Os títulos escolhidos falam não apenas do cidadão “comum”, mas também de segmentos e tipos sociais ignorados, formando um contexto de questões sobre o que é ser brasileiro”, comenta Clarice Dantas, produtora do Cineclube.
 
 
 
Um dos filmes exibidos será Branco Sai, Preto Fica e será comentado por José Geraldo Couto, crítico de cinema, jornalista e tradutor; autor, entre outros livros, de André Breton, Brasil: Anos 60. Escreve regularmente sobre cinema para a revista Carta Capital e mantém uma coluna de cinema no blog do Instituto Moreira Salles.
 
 
 
A entrada é gratuita. A Fundação Cultural Badesc está localizada na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis.
 
 
 
SINOPSES
 
Dia 9, quinta-feira
 
Serras da Desordem
 
De Andrea Tonacci. Brasil. 2006. 135 min. Documentário. 12 anos.
 
Mistura de documentário e reencenação da vida de Carapirú, índio nômade que escapa de um ataque de fazendeiros nos anos 70. Depois de andar sozinho por anos, é capturado a dois mil quilômetros de seu ponto de partida e vira centro de uma polêmica entre antropólogos e linguistas quanto a sua origem e identidade.
 
 
 
 
 
Dia 10, sexta-feira
 
Cabra Marcado pra Morrer
 
de Eduardo Coutinho. Brasil. 1984. 119 min. Documentário. 12 anos. Com Eduardo Coutinho, Tite de Lemos e Ferreira Gullar.
 
Reconstrução da vida de João Pedro Teixeira, líder camponês da Paraíba assassinado em 1962, ocasião em que o filme começa a ser feito. Em razão do golpe de 64, as filmagens são interrompidas e retomadas 17 anos depois, com a ajuda da viúva, dos filhos de João e dos camponeses que estavam nas primeiras filmagens.
 
 
 
Dia 16, quinta-feira
 
Avanti Popolo
 
de Michael Warmann. Brasil. 2012. 72 min. Drama. 12 anos. Com André Gatti, Carlos Reichenbach e Eduardo Valente.
 
Homem encontra uma série de películas Super 8mm, filmadas por seu irmão durante a ditadura militar dos anos 1970. Com estas imagens, ele se lembra das histórias vividas por seu pai, um homem que até hoje espera pelo filho, desaparecido há mais de 30 anos.
 
 
 
 
 
Dia 17, sexta-feira
 
São Paulo, Sociedade Anônima
 
de Luis Sérgio Person. Brasil. 1965. 107 min. Drama. 12 anos. Com Walmor Chagas, Eva Wilma e Ana Esmeralda.
 
No contexto de desenvolvimento econômico graças à indústria de automóveis, jovem aproveita para subir de vida e formar uma família, mas segue permanentemente insatisfeito.
 
 
 
Dia 23, quinta-feira
 
Branco Sai, Preto Fica
 
de Adirley Queirós. Brasil. 2014. 90 min. Drama. 12 anos. Com Marquim do Tropa, Shockito e Dilmar Durães.
 
Tiros em um baile de black music na periferia de Brasília ferem dois homens, que ficam marcados para sempre. Um terceiro vem do futuro para investigar o acontecido e provar que a culpa é da sociedade repressiva.
 
 
 
 
 
Dia 24, sexta-feira
 
Alma Corsária
 
de Carlos Reichenbach. Brasil. 1993. 112 min. Drama. 16 anos. Com Bertrand Duarte, Jandir Ferrari e Andrea Richa.
 
Dois poetas e amigos de infância lançam um livro numa pastelaria do centro de São Paulo e convidam a mais variada fauna humana para o evento, incluindo um suicida em potencial, cafetões, prostitutas e desocupados.
 
 
 
 
 
Serviço:
 
O que: Mostra Cinema Brasileiro Agora Antes e Depois
 
 
 
Quando: 9, 10, 16, 17, 23 e 24 de fevereiro, quintas e sextas-feiras, às 19h
 
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
 
Quanto: Entrada gratuita

Cineclube exibe documentários que abordam o uso do crack e a redução da maioridade penal

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O Cineclube da Fundação Cultural Badesc encerra a programação de janeiro com a exibição de dois filmes que abordam questões sociais produzidos pela Cia Boanova de Cinema. No dia 31 de janeiro, terça-feira, a partir das 19h, serão apresentados Mundo da Nóia – Por Trás da Pedra a Realidade que Ninguém Vê, com foco no uso de crack, e Redução é a Chibata – uma reflexão sobre a redução da maioridade penal no Brasil, que como o título sugere, aborda a redução da maioridade penal.
 
O filme Mundo da Nóia foi produzido em Laguna, SC, e traz à tona a problemática do consumo de crack no munícipio, uma reflexão para com a sociedade e o poder público. O documentário apresenta depoimentos de membros de instituições públicas: promotoria, Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), Centro de Referência da Assistência Social (CRAS), Conselho Tutelar, mães que tiveram seus filhos assassinados e de dependentes químicos que narram como suas vidas se transformaram com o vício.
 
Redução é a Chibata, trata sobre a redução da maioridade penal no Brasil para 16 anos, projeto que está em pauta no Congresso Nacional e discutido amplamente na sociedade brasileira. O documentário é uma crítica à redução.
 
Após a sessão, haverá debate com a presença do diretor dos filmes Luiz F. F Machado e Anderson Adilson de Souza, representante do Conselho Regional de Psicologia 12ª Região.
 
A entrada é gratuita, com distribuição de ingressos a partir das 18h.
 
Sinopses:
 
O Mundo da Nóia – por trás da pedra a realidade que ninguém vê
 
De Vinícius Billy e Luiz F. F. Machado. Brasil. 2016. 37 min. Documentário. Sem classificação.
 
A o consumo de crack no município de Laguna é o ponto de partida para abordar essa problemática com depoimentos de profissionais, familiares e viciados.
 
Redução é a Chibata – uma reflexão sobre a redução da maioridade penal no Brasil
 
De Luiz F. F. Machado. Brasil. 2016. 28 min. Documentário. Sem classificação.
 
Analisa a possibilidade da redução da maioridade penal, projeto de Emenda Constitucional que tramita no Senado.
 
Serviço:
 
O que: Sessão Catarina – exibição dos documentários O Mundo da Nóia e Redução é a Chibata
 
Quando: 31 de janeiro, terça-feira, a partir das 19h
 
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
 
Quanto: Entrada gratuita – distribuição de ingressos a partir das 18h.
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Produtora Cultural da Fundação Badesc concede entrevista ao jornal SBT Meio Dia

O Cineclube da Fundação Cultural Badesc ganhou destaque no jornal SBT Meio Dia nesta terça-feira, 18 de janeiro. O jornalista Léo Coelho conversou com a produtora do Cineclube da Fundação, Clarice Dantas, sobre o documentário Time Will Burn – O rock underground brasileiro do começo dos anos 90, de Marko Panayotis e Otavio Sousa. O documentário será exibido no dia 20 de janeiro, sexta-feira, às 19h. A entrada é gratuita.