Cineclube exibe documentário sobre o rock brasileiro dos anos 90
No dia 20 de janeiro, sexta-feira, às 19h, o Cineclube da Fundação Cultural Badesc exibe o documentário Time Will Burn – O rock underground brasileiro do começo dos anos 90, de Marko Panayotis e Otavio Sousa. O documentário registra a cena de bandas que surgiram entre a ascensão do Br-Rock (Titãs, Ultraje a Rigor) no final da década de 80 e o boom de Raimundos e outras bandas na segunda metade dos anos 90.
O filme recebeu o título Time Will Burn a partir do álbum dos Pin Ups, quarteto que foi referência no movimento de rock alternativo e inspirado pelas influências britânicas e americanas. O material reúne registros analógicos em VHS, cartazes da época e entrevistas com grandes personagens da música, como os integrantes do Pin Ups, Killing Chainsaw, Mickey Junkies e Second Come.
Diretores
Marko Panayotis foi diretor de programas na MTV e Otavio Sousa dirigiu documentários como Supercarioca – 25 anos, sobre a banda Picassos Falsos, e Agridoce – 20 Passos, da cantora Pitty.
Sinopse
Time Will Burn – O Rock Underground Brasileiro do Começo dos Anos 90
de Marko Panayotis e Otavio Sousa. Brasil. 2016. 80 min. Documentário. Livre. Com Banda Pin Ups, Fábio Massari e Gastão Moreira.
Um capítulo quase esquecido do rock brasileiro estrelado por Pin Ups, Killing Chainsaw e Second Come e que aconteceu entre o rock dos anos 80 e o da segunda metade dos 90.
Serviço:
O que: Documentário Time Will Burn – o rock underground brasileiro do começo dos anos 90
Quando: Sexta-feira, 20 de janeiro, às 19h.
Onde: Fundação Cultural Badesc – rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis, telefone: (48) 3224-8846
Quanto: Entrada gratuita.
Invólucro: Cineclube exibe documentário inédito em Santa Catarina
No dia 13 janeiro, sexta-feira, às 19h, o Cineclube da Fundação Cultural Badesc exibe o documentário Invólucro, realizado pela paraibana Caroline Oliveira. O filme, que será apresentado pela primeira vez em Santa Catarina, tem como mote a gravidez da diretora e as mudanças corporais e sociais desencadeadas a partir dela.
Invólucro não é um filme tratado em primeira pessoa, autocentrado ou biográfico. Após se apresentar à câmera, a diretora vai à busca de outras personagens que, aparentemente, nada têm em comum com ela mesma: duas mulheres já maduras que decidiram não ter filhos (uma médica e outra produtora cultural) e uma transexual.
Questões como o corpo feminino, a condição da mulher contemporânea, beleza, preconceitos, maternidade, envelhecimento e espiritualidade são refletidas durante o filme, numa convivência íntima e afetiva com o dia a dia das personagens.
Sobre a Diretora
Caroline Oliveira é sócia-proprietária da Roda! Filmes, jornalista e mestranda em Artes Visuais pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Universidade Federal da Paraíba (UFPB), onde pesquisa documentário e performance. Invólucro é o seu primeiro trabalho enquanto diretora-realizadora, mas como figurinista tem uma carreira de oito filmes entre curtas, médias e longas-metragens, como os premiados longas Eles Voltam, de Marcelo Lordello, e Batguano, de Tavinho Teixeira. Também possui uma trajetória anterior de estilista e produtora cultural (com foco em audiovisual e artes visuais).
Sinopse
Dia 13, sexta-feira
Invólucro
de Caroline Oliveira. Brasil. 2015. 63 min. Documentário. 14 anos. Com Carol, Dudha, Astrid e Izabella.
Durante sua primeira gravidez, a diretora entrevista diferentes mulheres que optaram por não ter filhos.
Serviço:
O que: Documentário Invólucro, da diretora Caroline Oliveira
Quando: Sexta-feira, 13 de janeiro, às 19h.
Onde: Fundação Cultural Badesc – rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis, telefone: (48) 3224-8846
Quanto: Entrada gratuita.
Mostra Vida de Artista abre programação do Cineclube em 2017
A partir do dia 9 de janeiro, O Cineclube da Fundação Cultural Badesc exibe, às segundas-feiras, a mostra Vida de Artista. Inspirada pela ideia de que a arte seria capaz de redimir ou transformar a vida daqueles impactados por ela, a mostra busca refletir sobre essas possibilidades pelo outro lado: o dos artistas.Sessão Foco Em Cinema encerra a programação do Cineclube em dezembro com filme inédito em Santa Catarina
A sessão Foco em Cinema, em parceria com a Fundação Cultural Badesc exibe, no dia 23 de dezembro, sexta-feira, Cavalo Dinheiro, o mais recente longa-metragem do diretor Pedro Costa, um dos mais importantes realizadores do cinema atual. A sessão dá continuidade à sua proposta de intercalar realizações do passado com propostas mais recentes e ousadas ao exibir este filme
A sessão será comentada por Bruno Andrade, editor, redator e idealizador da Foco Revista de Cinema e curador do evento .
Marcado pela Revolução dos Cravos (que tomou as ruas de Portugal no ano de 1974, conhecida como Revolução de 25 de Abril), Cavalo Dinheiro nos mostra Ventura – o protagonista de Juventude em Marcha, filme que Pedro Costa assinou em 2006 – às voltas com lembranças, agruras, receios e lamentações.
“A presença de Cavalo Dinheiro visa prolongar uma questão que o debate contemporâneo sobre o cinema deve confrontar: o bom cinema é não apenas aquele que altera a noção anterior do cinema, mas também aquele que esclarece e areja essa noção”, diz Bruno Andrade.
A entrada é gratuita.
Sinopse:
Cavalo Dinheiro
de Pedro Costa. Portugal. 2014. 103 min. Drama. Com Ventura, Vitalina Varela e Tito Furtado.
A vida de um emigrante do Cabo Verde no bairro periférico de Fontainhas. O filme alterna sua situação no presente com um episódio de sua vida no passado, durante a Revolução dos Cravos.
Serviço:
O que: Exibição do longa-metragem Cavalo Dinheiro, do diretor Pedro Costa
Quando: Sexta-feira, 23 de dezembro, às 19h.
Onde: Fundação Cultural Badesc – rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis, telefone: (48) 3224-8846
Quanto: Entrada gratuita.
Cineclube exibirá O Nascimento do Amor em homenagem a Raoul Coutard
No dia 20 de dezembro, terça-feira, às 19h, o Cineclube da Fundação Cultural Badesc homenageia Raoul Coutard, um dos maiores diretores de fotografia da modernidade, que faleceu em novembro deste ano. Raoul foi responsável pelas imagens de filmes que marcaram a história do cinema francês e mundial, como Acossado (1960) e O Desprezo (1963).
O filme O Nascimento do Amor, dirigido pelo cineasta francês Philippe Garrel, de 1993, foi selecionado para ser exibido no Cineclube. Em seguida haverá comentário de Andréa Scansani, diretora de Fotografia e professora do curso de Cinema da Universidade Federal de Santa Cataria (UFSC), doutoranda em Meios e Processos Audiovisuais, mestre em Multimeios/Cinema e especializada em Fotografia Cinematográfica.
Raoul Coutard
Raoul Coutard iniciou a carreira como fotojornalista e fotógrafo de guerra, e recebeu seu primeiro convite para atuar como diretor de fotografia em 1956, no filme La Passe du Diable. Logo conheceria Jean-Luc Godard, diretor proeminente de cinema francês, iniciando uma colaboração criativa que duraria anos.
Coutard incorporou as possibilidades trazidas por novas tecnologias como câmeras leves e películas mais sensíveis. Seu uso original de câmera na mão e iluminação natural daria forma à imagem ágil, contrastada e de aspecto quase documental que marcou o início da Nouvelle Vague nos anos 60.
Já na década de 90, o fotógrafo começou a trabalhar com o cineasta francês Philippe Garrel, voltando à estética em preto e branco do começo de carreira. O filme O Nascimento do Amor, de 1993, é um dos mais importantes exemplares dessa colaboração.
Sinopse:
O Nascimento do Amor
(La Naissance de l’Amour) de Phillipe Garrel. França, Suíça. 1993. 94 min. Drama. Sem classificação. Com Lou Castel, Jean-Pierre Léaud e Johanna ter Steege.
Dois artistas de meia-idade passam por complicações amorosas e sentem a inquietação do avançar da vida.
Serviço:
O que: Homenagem a Raoul Coutard, com o filme O Nascimento do Amor.
Quando: 20 de dezembro, terça-feira, às 19h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Quanto: Entrada gratuita.
Cineclube presta homenagem ao crítico Paulo Emílio Sales Gomes
O Cineclube da Fundação Cultural Badesc presta homenagem a um dos mais importantes personagens da cultura cinematográfica no Brasil: Paulo Emílio Sales Gomes, que completaria 100 anos em 2016. Nos dias 15 e 16 de dezembro (quinta e sexta-feira), a partir das 16h30, haverá mesas de debate e exibições de filmes relacionados à produção do crítico e teórico de cinema.
Os debates terão como foco a abordagem singular de Paulo Emílio na crítica de cinema e o seu papel na compreensão da cultura e da sociedade brasileira. Após as discussões, a sessão do Cineclube apresentará filmes de dois cineastas importantes para a trajetória intelectual de Paulo Emílio, na época pouco reconhecidos pela crítica: o brasileiro Humberto Mauro e o francês Jean Vigo. Humberto Mauro produziu muitos trabalhos para o Instituto Nacional de Cinema Educativo, instituição para a qual trabalhou por quase 30 anos. Uma seleção desses curtas-metragens será exibida na Fundação. Também será apresentado o filme Zero de Conduta, um dos mais importantes de Jean Vigo.
Paulo Emílio Sales Gomes
Paulo Emílio atuou na vanguarda em favor do cinema brasileiro e fez contribuições essenciais para o desenvolvimento da cultura relacionada ao cinema no Brasil: a fundação do Clube de Cinema de São Paulo, o trabalho na Filmoteca do Museu de Arte Moderna de São Paulo, a criação da Cinemateca Brasileira, a fundação da revista Clima, a criação do Festival de Brasília de Cinema Brasileiro e ainda a fundação do primeiro curso superior de cinema do Brasil, na Universidade de Brasília.
O crítico persistia em escrever sobre cinema brasileiro em um momento onde a maioria dos críticos ignorava a produção nacional. Sua participação na Primeira Convenção Nacional de Crítica Cinematográfica, em 1960, com o discurso “Uma situação colonial”, foi essencial para a formação não apenas do movimento do Cinema Novo, mas de um entendimento global sobre o nosso cinema.
O evento conta com o apoio do SESC – SC e da Aliança Francesa de Florianópolis. A entrada é gratuita.
PROGRAMAÇÃO
Dia 15, quinta-feira, 17h
Mesa 1: Inácio Araújo, crítico de cinema do jornal Folha de São Paulo, autor dos livros Hitchcock, o Mestre do Medo e Cinema e Mundo em Movimento. Foi montador, roteirista, assistente de direção e de montagem, coordenador do curso Cinema, história e linguagem, um dos mais requisitados na área de teoria do cinema.
19h
Curtas-metragens de Humberto Mauro
Cidade de Mariana
Brasil. 1959. 9 min. Documentário. Livre.
A cidade de Mariana é reduto de importante patrimônio histórico, arquitetônico e cultural de Minas Gerais.
Aboio e Cantigas – Brasilianas 3
Brasil. 1954. 10 min. Documentário. Livre.
Aborda as canções que os boiadeiros entoam para acalmar o gado.
Um Apólogo
Brasil. 1939. 14 min. Ficção. Livre.
Adaptação livre – muito livre – do conto de Machado de Assis. Um diálogo entre uma agulha e uma linha.
Cantos de Trabalho – Brasilianas 5
Brasil. 1955. 10 min. Documentário. Livre.
Trabalhadores e trabalhadoras do campo cantam em grupo para aliviar o desgaste do esforço braçal.
Carro de Bois
Brasil. 1974. 10 min. Documentário. Livre.
Os usos e os mecanismos do que foi o transporte mais utilizado no interior do Brasil.
Dia 16, sexta-feira, 17h
Mesa 2: com Helena Bastos, formada em Cinema, foi professora do curso de Cinema e Audiovisual da Unisul, atuou como diretora e roteiristas em diversos documentários. Atualmente dedica-se a estudos no campo da filosofia.
José Geraldo Couto, crítico de cinema, jornalista e tradutor; autor, entre outros livros, de André Breton (Brasiliense), Brasil: Anos 60 (Ática); escreve regularmente sobre cinema para a revista Carta Capital e mantém uma coluna de cinema no blog do Instituto Moreira Salles.
19h
Zero de Conduta
(Zéro de Conduite) de Jean Vigo. França. 1933. 44 min. Drama. Sem classificação. Com Jean Dasté, Robert le Flon e Louis Lefebvre.
Alunos de escola careta e repressiva se rebelam e instauram perfeita anarquia.
Serviço:
O que: Mostra Paulo Emílio 1916 – 2016
Quando: 15 e 16 de dezembro (quinta e sexta-feira, a partir das 16h30)
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Quanto: Entrada gratuita.
Cineclube da Fundação recebe Mostra Independente Arte de Guerra – XØKE
No dia 8 de dezembro, quinta-feira, às 19h, o Cineclube da Fundação Cultural Badesc recebe a XOKE, Mostra Independente Arte de Guerra. A mostra ocorre em várias partes de Florianópolis e integra diversas atividades dos dias 7 a 11 de dezembro, sendo que a primeira exibição de filme será na Fundação.
A XØKE é uma mostra independente, provocada pelo grupo ETC da Universidade do Estado dr Santa Catarina (Udesc) para intervir e desestabilizar a coreografia imposta na cidade. O evento tem parceria com os espaços da ADEH, associação que trabalha em prol da efetivação dos Direitos Humanos, com enfoque na cidadania de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais e com a Fundação Cultural Badesc.
A entrada é gratuita, com distribuição de ingressos a partir das 18h.
Mais informações sobre a Mostra na Fanpage XØKE :: Mostra independente de arte de guerra.
Sinopese:
Corpo-porto
Do coletivo tensoativo. Macapá/AP. 6 min. Videoperformance. Livre.
Um corpo insiste em fazer contato: in/existente, insistente, persistente em cartas que se dissolvem num fluído que segue somente as regras do tempo.
Sobre o paraíso inabitável ser o próprio corpo
de Lucas Bernardi, Everton Lampe e Dimi Carmolinga. Florianópolis/SC. 2016. 3 min. Videoperformance. 14 anos.
Especulação imobiliária, o não direito ao próprio corpo e a cidade que se habita.
estudo 1: azougue – contaminações sobre o mar
de Cristiana Nogueira – Macapá/AP. 6 min. Videoperformance. 12 anos.
A partir de elementos que degradam a natureza, em especial o mercúrio, a dualidade entre a artificialidade (ou puramente seu aspecto) dos materiais e sua relação com a Natureza.
Antropollofagia
do Coletivo Mapas e Hipertextos. Florianópolis/SC. 2013. 14 min. Videoperformance. 12 anos.
Composição de ações modulares a partir das emergências desse mapeamento que revela alguns padrões comportamentais de gênero relacionados à sujeição a diferentes instâncias de poder.
Putrefatio#1 Digestão
de Janaina Carrer. São Paulo/SP. 2014. 10 min. Videoperformance. Livre.
Processo que faz parte da primeira etapa alquímica, na Putrefatio a transformação da matéria orgânica em minerais é analogia para processos de crise e morte, a destruição daquilo que não serve mais e o adubar de uma nova vida que pode surgir.
Casulo
de Letícia Rodrigues. Campinas/SP. 2016. 5 min. Videodança. Livre.
“Sonho com uma Velha sem rosto no meio da floresta. Ela me olha fixamente, mas não tem rosto. Tenho medo dela, mas não consigo me mexer…”
Serviço:
O que: XØKE – Mostra Independente Arte de Guerra
Quando: 8 de novembro, quinta-feira, às 19h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Quanto: gratuito – distribuição de ingressos com uma hora de antecedência.
Cineclube da Fundação Badesc recebe a mostra Sessão Catarina
Na segunda-feira, 5 de dezembro, a partir das 19h, o Cineclube da Fundação Cultural Badesc recebe mais uma vez uma sessão de curtas-metragens de realizadores locais. Serão exibidos três curtas-metragens de formatos e estilos diversos, incluindo um documentário, um filme ensaístico e um misto de ficção com videoarte. A mostra visa criar um contato entre realizadores e seu público.
O curta-metragem Cavalos apresenta filmagens em Super 8, buscando um efeito de imagem a partir da granulação da película que se relaciona com as reflexões do filme sobre memória e atualização do passado. O filme Um Qualquer, que aborda os métodos de recuperação para dependentes químicos, foi gravado em quatro estados brasileiros. O diretor Marcio Diogo Gerba passou por diversas instituições para entrevistar profissionais da área a fim de conhecer suas experiências com os dependentes em tratamento. O curta Petricor teve todas as cenas gravadas em takes únicos, sem ensaios prévios dos atores, que se conheceram apenas no primeiro dia de gravação.
O Cineclube contará com a presença dos realizadores, que irão compor a mesa para uma conversa com o público após a sessão. A entrada é gratuita, com distribuição de ingressos a partir das 18h.
SINOPSES
Cavalos
De Julio Aied Passos. Brasil. 2014. 24 min. Drama. Livre.Com Isabela Aime Furquim, Julio Aied Passos e Marcelo Ribeiro.
A memória é distinta do corpo, mas passa por ele e coexiste com o presente.
Um Qualquer
de Marcio Gerba. Brasil. 2016. 26 min. Documentário. Livre.
Além da densidade e do desejo existe um muro e suas possibilidades.
Petricor
de Bruna konder. Brasil. 2014. 17 min. Vídeo arte, ficção. 16 anos. Com Luana Amorim Machado, Henrique Ouro e Bruna Konder.
Reflete sobre quais são as recordações verdadeiras e quais são inventadas na esperança de que tenhamos tido uma infância feliz.
Haverá debate com a participação dos diretores: Julio Aied Passos – formado em Cinema pela UFSC em 2014; Marcio Gerba – como ex-dependente químico, atua na área de recuperação há 11 anos realizando palestras e documentários; Bruna Konder – formada em Cinema e Audiovisual, atuando na área desde 2011; foi colunista sobre cinema para o site colunistas.com, em 2012 criou “Rei Martin”, empresa independente de Visual director and video performer, onde hoje atua na direção de fotografia artística, nu artístico, boudoir e portraits.
Serviço:
O que: Sessão Catarina
Quando: Segunda-feira, 5 de dezembro, às 19h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Quanto: gratuito – distribuição de ingressos a partir das 18h


