Visibilidade de mulheres artistas em espaços expositivos é tema de debate online promovido pela Fundação Cultural BADESC

Mediado pela professora Rosângela Cherem, o encontro será no sábado, dia 25 de julho, às 14h

Ana Norogrando – exposição CORPOS E PARTES

A Fundação Cultural BADESC, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UDESC, promove no sábado, 25 de julho, um encontro online para debater sobre a visibilidade de mulheres artistas nos espaços expositivos. As inscrições são limitadas e precisam ser feitas pelo formulário online (clique aqui) . A transmissão pela plataforma Zoom, começa às 14h. 

No encontro online, que terá mediação da professora Rosângela Cherem e com participação de Thays Tonin e Ana Lúcia Beck, os temas apresentados serão: Guerrilla Girls/ Mulheres Radicais: Arte Latino-Americana, 1960-1985; “Modismos ou percepções compartilhadas?”, Mulheres artistas nos séculos 16 e 17 – MASP, além de Histórias feministas: artistas depois de 2000 – MASP.

O debate integra a disciplina Territorialidades Modernas e Contemporâneas, ministrada remotamente por Rosângela Cherem e Thays Tonin. A disciplina, que acontecia na Fundação antes da pandemia, busca fazer uma reflexão sobre a presença das mulheres na História da Arte. Além disso, problematiza não apenas um certo desconhecimento sobre as artistas, mas também considera as questões metodológicas e conceituais, históricas, culturais e políticas que estão implicadas nas abordagens.

Ministrante

Rosângela Cherem é doutora em História pela USP (1998) e doutora em Literatura pela UFSC (2006); Profa. Titular de História e Teoria da Arte no Curso Artes Visuais e Programa de Pós-graduação em Artes Visuais no CEART- UDESC; coordenadora do Grupo Imagem-acontecimento; orienta, possui pesquisas e publicações sobre História das Sensibilidades e Percepções Modernas e Contemporâneas; atualmente desenvolve pesquisa intitulada Acervos e Arquivos Artísticos em Santa Catarina, Implicações e Conexões.

Participantes

Thays Tonin é pesquisadora Pós-Doutoral do Programa de Artes Visuais da Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC. Como parte do projeto vencedor do Prêmio Elisabete Anderle 2019, atualmente, é Coordenadora do Acervo Paulo Gaiad (2019-2021) em Florianópolis. Tem Doutorado pela Università degli Studi della Basilicata (Italia), no Dipartimento delle Culture Europee e del Mediterraneo. Fez período Sandwich na Sapienza Università di Roma (ITA). É mestra em História Cultural pela UFSC, Universidade Federal de Santa Catarina (2015). É membro pesquisador da Cátedra UNESCO intitulada “Mediterranean Cultural Landscapes and Communities of Knowledge” (Itália), atuando como co-coordenadora da Sede no Brasil vinculada à UFSC, intitulada “Interlaced Strands: Mediterranean images and the south american pathos”.

Ana Lúcia Beck é Doutora em Estudos Literários pela UFRGS, realizou estágio doutoral no King’s College em Londres. Atualmente finaliza pesquisa de pós-doutorado junto ao PPGAV/UDESC investigando a atuação de Lindolf Bell na crítica de arte no Jornal de Santa Catarina. Atua como professora de história e teoria da arte no Curso de Artes Visuais da UDESC e também na USAC. Ao longo de sua carreira acadêmica, tem se detido especialmente na investigação sobre as relações entre as artes visuais e a literatura, tendo publicado trabalhos no Brasil e no exterior. Dentre estes, destacam-se os estudos sobre a produção de José Leonilson, Louise Bourgeois e Albrecht Dürer, entre outros.  Integra o grupo de pesquisa História da Arte: Imagem-Acontecimento, cadastrado junto ao CNPq. Entre suas publicações mais recentes encontram-se capítulos no livro Passado-Presente em Quadros: uma antologia da história da arte em Santa Catarina onde abordou sobre Victor Meirelles, Franklin Cascaes, Luiz Henrique Schwanke, Flávia Fernandes e Walmor Corrêa. 

Serviço: Visibilidade de mulheres artistas em espaços expositivos é tema de debate online promovido pela Fundação Cultural BADESC

Com mediação de Rosângela Cherem e participação de Thays Tonin e Ana Lúcia Beck
Data: 25 de julho – sábado
Horário: 14h
Local: Plataforma virtual Zoom
Inscrições limitadas pelo formulário online no link: https://bit.ly/debatevisibilidade.

Fundação Cultural BADESC promove mesa de debate online sobre a presença das mulheres na História da Arte

Encontro mediado pelas professoras Rosângela Cherem e Thays Tonin será transmitido pela plataforma Zoom na tarde do sábado, dia 18 de julho

Crédito: Fundação Cultural BADESC/Divulgação. Detalhe da obra Tuíre Kayapó de 2019 da artista Moara Brasil, obra presente no acervo do Projeto Armazém

            A Fundação Cultural BADESC, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UDESC, promove no sábado, dia 18 de julho, uma mesa de debate sobre Territorialidades Ausentes ou Invisíveis, Como Pensar a História da Arte e seus/suas Protagonistas? As inscrições são limitadas e precisam ser feitas pelo formulário online (clique aqui). A transmissão começa às 14h pela plataforma Zoom.

            O encontro faz parte da disciplina Territorialidades Modernas e Contemporâneas, ministrada em modo remoto pelas professoras Rosângela Cherem e Thays Tonin. A disciplina, que acontecia na Fundação antes da pandemia, busca fazer uma reflexão sobre a presença das mulheres na História da Arte. Além de problematizar não apenas um certo desconhecimento sobre as artistas como também considerando as questões metodológicas e conceituais, históricas, culturais e políticas que estão implicadas nas abordagens.

Neste encontro online, que terá mediação das professoras Rosângela Cherem e Thays Tonin, participam três debatedoras. As professoras Maria Da Conceição Francisca Pires, Juliana Crispe e Debora Pazetto vão falar das suas pesquisas e refletir sobre a seguinte questão: Quando se considera uma História da Arte em que as mulheres são as protagonistas, qual é o horizonte possível de inclusões e quais são as implicações que incidem sobre estas escolhas?

Conheça mais sobre as debatedoras:

Debora Pazetto: Professora de História e Teoria da Arte na UDESC – Universidade do Estado de Santa Catarina. Possui graduação em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC (2007) e graduação em Artes Visuais pela Universidade Estadual de Santa Catarina – UDESC (2010), mestrado em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Catarina (2010) e doutorado em filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, na linha de pesquisa de Estética e Filosofia da Arte, com estágio doutoral na Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne. Principais áreas de atuação: Teoria da Arte; Estética, Filosofia da Arte, Arte e Tecnologia; Estudos de Gênero, Crítica de Arte.

Juliana Crispe: Professora do Centro de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina. É curadora, pesquisadora, professora, arte-educadora e artista visual. Pós-Doutora pela Universidade do Estado de Santa Catarina, PPGAV/UDESC, Doutora em Educação pelo Programa em Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Santa Catarina, PPGE/UFSC, Mestre em Artes Visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais, PPGAV/UDESC, Licenciada em Artes Visuais e Bacharel em Artes Plásticas pelo Centro de Artes, Universidade do Estado de Santa Catarina. Desenvolve projetos curatoriais desde 2007, tendo realizado mais de uma centena de exposições, destacando MULHER ARTISTA RESTISTE (Espaço Cultural Armazém/SC e Choque Cultural/SP, Oficinas Culturais Oswald de Andrade/SP e Bienal de Curitiba/PR), também participou como curadora das 12ª, 13ª (25 anos da Bienal) e 14ª Bienal Internacional de Curitiba (Prêmio Jovem Curadora/2019). É membra do conselho deliberativo do MASC e da ABCA – Associação Brasileira de Críticos de Arte.

Maria Da Conceição Francisca Pires: Doutora em História pelo Programa de Pós Graduação em História da Universidade Federal Fluminense com pós doutorado na Universidade de Buenos Aires- UBA. Professora Adjunta do Departamento de História e do Programa de Pós-Graduação em História, na linha de pesquisa Cultura, Poder e Representações, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO. Pesquisadora do CNPq, participa como pesquisadora associada do Núcleo de Pesquisas em História Cultural – NUPEHC, na Universidade Federal Fluminense, na linha de pesquisa Cultura e Poder, e do Núcleo de Documentação, História e Memória (UNIRIO). Autora do livro “Cultura e Política entre Fradins, Zeferinos, Graunas e Orelanas” (Annablume, SP, 2010). Desenvolve pesquisa envolvendo os seguintes temas: História do Brasil Contemporâneo, Ditaduras no Cone Sul, História, Mídia e Audiovisual, Estudos Visuais, Intelectuais e Imprensa, Histórias em Quadrinhos, História e Humor Gráfico, Gênero e História.

Serviço: Mesa de Debate Territorialidades Ausentes ou Invisíveis, Como Pensar a História da Arte e seus/suas Protagonistas?

Com Maria Da Conceição Francisca Pires, Juliana Crispe, Debora Pazetto e mediação de Rosângela Cherem e Thays Tonin
Data: 18 de julho – sábado
Horário: 14h
Local: Plataforma Zoom
Inscrições limitadas pelo formulário https://bit.ly/debateterritorialidades

Filme luso-brasileiro-moçambicano é tema da live do Cineclube da Fundação Cultural BADESC

Debate online sobre o longa Yvone Kane será na quarta-feira, 15 de julho, no canal do YouTube da Fundação

Yvone Kane - crédito Divulgação _
Crédito da imagem: divulgação.

Em parceria com o projeto de extensão universitária promovido pelo Laboratório de Estudos em História da África (LEHAf/UFSC), o Cineclube da Fundação Cultural BADESC, promove mais um debate online da Sessão África no Cinema. Para esta edição, programada para a quarta-feira, 15 de julho, o filme em destaque será “Yvone Kane”.

            A partir das 19h, a cineasta e curadora do Cineclube da Fundação, Vanessa Sandre, vai receber no canal do YouTube da Fundação três debatedores.

            Participam o sociólogo e investigador Científico no Centro de Estudos Africanos/Universidade Eduardo Mondlane (CEA/UEM), Maputo-Moçambique e mestre em Sociologia Política pela UFSC, Hélio Maúngue, o coordenador do LEHAf/UFSC, Sílvio Marcus de Souza Correa e o cineasta e curador do projeto África no Cinema, Alex Brandão.

            O drama luso-brasileiro-moçambicano está disponível gratuitamente pelo YouTube, ou abaixo: 

https://youtu.be/cZqZXjrdWZc

Yvone Kane

De Margarida Cardoso. Moçambique/Portugal/Brasil. 2014. 122 min. Drama. 12 anos.
Com Beatriz Batarda, Irene Ravache e Samuel Malumbe.

Sinopse: Rita decide voltar à África, ao país onde cresceu, para reencontrar sua mãe, Sara. Ela passa a investigar o percurso e a morte de Yvone Kane, uma ex-guerrilheira e ativista política que marcou várias gerações. Um retrato das memórias sobre o protagonismo feminino na guerra de libertação ao colonialismo, realizado pela cineasta portuguesa Margarida Cardoso.

África no Cinema

É uma sessão mensal do Cineclube da Fundação em parceria com o projeto de extensão universitária promovido pelo Laboratório de Estudos em História da África (LEHAf/UFSC). O objetivo do projeto é a promoção da cultura cinematográfica com ênfase em filmes de diretores africanos, com produção africana e/ou com filmagens em África. Visa também divulgar a riqueza artística e cultural do continente africano através da exibição de filmes, comentários e debates sobre a produção cinematográfica africana, e também sobre as representações da África no cinema.

Serviço: Sessão África no Cinema online debate o filme Yvone Kane

Data: 15 de julho – quarta-feira
Horário: 19h
Local:  Canal da Fundação Cultural BADESC no YouTube.