Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020 inaugura com live e exposição virtual

Selecionados do Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020, um dos mais relevantes do Estado, apresentam obras em exposição a partir do dia 12/12 em mostra virtual na Fundação Cultural BADESC.

Os finalistas desta edição são Anna Moraes, Edson Macalini e Jan M.O.

Pela segunda vez, a Fundação Cultural BADESC, em parceria com a Aliança Francesa de Florianópolis, realiza exposição dos artistas selecionados em uma das principais premiações do circuito de artes de Santa Catarina: o Prêmio AF de Arte Contemporânea. Em 2020, o projeto se reinventa e a mostra coletiva dos finalistas Anna Moraes, Edson Macalini e Jan M.O. será virtual. Dessa forma, não só o público de Florianópolis, mas de todo o país, poderá visitar as obras dos artistas de Santa Catarina. A abertura será no sábado (12), às 14, em transmissão ao vivo pelo canal da Fundação Cultural BADESC no YouTube, quando será anunciado o grande vencedor/a: uma residência artística de três meses na Cité Internationale des Arts, em Paris.  

Em comum, os três selecionados têm uma trajetória consistente e trabalhos pautados em experimentações de diferentes linguagens e suportes: desde o desenho até processos manuais e experiências industriais, passando por instalação, videoarte, fotografia e intersecção entre arte e natureza.  

— Os artistas selecionados têm uma sensibilidade diferente e uma maneira única de considerar a arte. E o Prêmio AF vai oferecer a eles entrada e visibilidade no mundo artístico de Santa Catarina. Além disso, o ganhador terá a oportunidade de encontrar artistas de diferentes lugares e fontes de inspiração com a residência na Cité Internationale des Arts, em Paris, e voltar para o Brasil com ainda mais bagagem — comemora Marilyn Pelicant, diretora da AF Florianópolis.

Para Eneléo Alcides, diretor da Fundação Cultural BADESC, a exposição ocorre em um período muito singular, com os espaços culturais em Santa Catarina fechados ao público em razão da pandemia.

— Mesmo assim, a Aliança Francesa de Florianópolis e Fundação Cultural BADESC decidiram montar a exposição nos espaços Fernando Beck e Paulo Gaiad e transmitir virtualmente tanto as obras quanto conversas com os artistas selecionados — diz ele.

Exposição híbrida

A sétima edição do Prêmio AF de Arte Contemporânea inaugura um formato de exposição híbrido na Fundação Cultural BADESC. As obras dos artistas serão montadas no espaço expositivo da instituição, na Capital, ainda que a portas fechadas. Na abertura, os três finalistas participam de um bate-papo e o público poderá interagir e fazer perguntas.

A mostra permanecerá montada até final de janeiro a portas fechadas, mas a visita virtual será possível a qualquer dia e horário pelo site da instituição até 28 de janeiro. 

A artista Anna Moraes, de Florianópolis, apresenta o resultado de uma pesquisa sobre lugares que possuem o nome Anna, visitados e percorridos virtualmente por ela durante o isolamento social. Essas e outras questões se traduziram em desenhos, objetos, vídeos e esculturas que evocam as possibilidades da representação da linha — tanto no papel quanto no espaço.  Já Edson Macalini, de Palhoça, apresenta desenhos, fotografias, objetos e instalações. Ele aborda principalmente a questão da natureza devastada, seus riscos e capacidade de regeneração. Por fim, de Joinville, o artista Jan M. O. exibirá vídeos, objetos, máquinas e mecanismos de poesia visual, numa abordagem sobre como as tecnologias que intermediam as relações humanas como redes colaborativas.

— Esperamos que até o fim do período haja oportunidade para que o público possa conferir presencialmente a mostra, com todo o controle, limitação de pessoas e visitas agendadas. Isso dependerá, evidentemente, das situações do controle do vírus e das deliberações do poder público — observa Eneléo Alcides.

Conheça os finalistas

Anna Moraes (1988) | Florianópolis
Anna Moraes é artista visual, doutoranda em Processos Artísticos Contemporâneos e mestra em Artes Visuais pela Udesc. Pesquisa diferentes entendimentos acerca do desenho contemporâneo. Seu processo artístico é pautado na investigação de possibilidades do desenho por meio de linhas, traços, fios e territórios que dialogam com a paisagem. Com o isolamento social de 2020, passou a pensar possibilidades de se desenhar junto, ainda que isolados, adentrando a linguagem da videoarte. Também criou uma coleção e catalogação de paisagens vistas da janela de casa em desenho e em caixinhas de acrílico. Anna foi finalista da edição 2019 do Prêmio AF de Arte Contemporânea e já foi contemplada com o Prêmio do Júri no Salão Nacional da Quarentena (2020). Também participou da Bienal Internacional de Curitiba (2019), entre outros reconhecimentos.

Edson Macalini (1983) | Palhoça
Edson Macalini é doutorando e mestre em artes visuais pela Udesc. Já mostrou seu trabalho em exposições, além de ter participado de residências artísticas, feiras e produções em coletivos de artistas. Seu trabalho envolve ações e movimentações que correlacionam artes e natureza, como uma arqueologia dos lugares onde viveu e visitou. Sua obra reflete o interesse pelas relações entre arte e natureza, biologia e arqueologia, política e meio ambiente urbano, rural e modos de vidas humanas, animais, plantas e culturas.

Jan M.O. (1986) | Joinville
Jan M.O. é artista visual, ilustrador e graduado em design gráfico e programação visual. Nasceu no Rio de Janeiro e mora em Joinville desde 2005. Já exibiu suas obras em exposições, coletivas, bienais e salões em vários estados do Brasil e países como Colômbia e Espanha. Há mais de 15 anos explora técnicas do desenho e, recentemente, passou a pesquisar as práticas da gravura e a criação de objetos. Sua produção utiliza tanto os processos manuais quanto as experiências industriais na elaboração de obras tridimensionais ou na multiplicação delas. Seu trabalho explora diferença e repetição, palavra e imagem.  Seu processo artístico passa pela possibilidade de pensar novos aparatos e meios — imagéticos, móveis, estáticos ou abstratos.

O Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea 2020 é viabilizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Patrocínio da ENGIE. Apoio do Consulado da França em São Paulo, do Institut Français, do Institut Français do Brasil e da Fundação Cultural BADESC. A produção é Marte Inovação Cultural. Realização da Aliança Francesa de Florianópolis, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.

Agende-se
Exposição 7º Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020, com Anna Moraes, Edson Macalini e Jan M.O.
Quando
: abertura – 12 de dezembro, às 14h. Visitação virtual até 28 de janeiro de 2021
Onde: Canal da Fundação Cultural BADESC no YouTube (abertura). Visitação até 28/1/2021 pelo site https://fcbadesc.dreamhosters.com/
Quanto: gratuito

Bruna Granucci e Edinara Patzlaff abordam a exposição Buquê Marginal

Projeto das artistas foi um dos selecionados no edital 2020 da Fundação Cultural BADESC

Crédito da imagem: Reprodução

              O ano de 2020 está sendo diferente em diversos aspectos, e estamos reaprendendo e readequando diversas situações. Uma delas, é a realização de exposições na Fundação Cultual BADESC, que está sem atendimento presencial, apenas online ao público, seguindo todas as determinações dos decretos em virtude da pandemia.

            E as artistas Bruna Granucci e Edinara Patzlaff, que foram selecionadas no Edital 2020 da Fundação, gravaram um vídeo onde abordam a exposição Buquê Marginal, ainda sem data definida para apresentação.

            O projeto selecionado, que tem curadoria de Juliana Crispe, prevê a apresentação de dois vídeos com registros de performances das artistas trabalhando o conceito de “corpo-mato”. A instalação de buquês resultantes de coletas de matos, além da realização de uma oficina para convidar mulheres a construírem seus próprios buquês-marginais, que vão integrar a exposição.

            Em Buquê Marginal, Bruna e Edinara, fazem um convite para o público pensar sobre o banal e a pluralidade, ao coletarem plantas sem valor, que brotam nas ruas, marginalizadas, criando um contraponto com o corpo feminino, proporcionando novas leituras sobre a beleza e a margem.  

            No vídeo apresentado nas redes sociais e no site da Fundação é possível ter uma prévia do que está sendo preparado para a exposição.

Sobre as artistas

Bruna Granucci é formada em Cinema, trabalha e vive em Florianópolis/SC. Múltipla, a sua produção abrange desde colagens analógicas, bordados livres passando pelo desenvolvimento de vídeos experimentais e projetos de instalação e murais. Nesses diferentes meios e experimentações procura estabelecer um diálogo com o seu entorno social e político e suas experiências pessoais, materializando a subjetividade de seu pensamento, recorrendo sistematicamente à um discurso feminista e poético. Participou de mostras de arte e feiras gráficas em Porto Alegre e São Paulo, além de exposições coletivas em Santa Catarina.

Edinara Patzlaff é fotógrafa, ilustradora e artista visual. Formada em Fotografia pela Universidade Feevale, trabalhou no Centro de Cultural da Universidade e com a fotógrafa publicitária Denise Wichmann em seu tempo de residência em Novo Hamburgo/RS. Como ilustradora, desenvolve o projeto Leveza com estudos em Nanquim abordando o feminino. Ainda na área experimantal, trabalha com zines e já realizou oficinas/ rodas de conversa em diferentes cidades do Rio Grande do Sul abordando o tema. Expos no  Atelier Xico Stockinger/ RS, no Espaço Cultural Teatro Feevale/ RS,  participa de feiras gráficas independentes em Porto Alegre e Florianópolis. Atualmente reside em Porto Alegre/RS,  atua como fotógrafa publicitária e em paralelo se dedica a oficinas de Zine e a Processos Experimentais na fotografia.   

Para mais informações e para acompanhar os projetos das artistas, confira o link: medium.com/@mulheresmarginais.

Curadoria

Juliana Crispe é professora do Centro de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina (Ceart/Udesc). É curadora, pesquisadora, professora, arte-educadora e artista visual. Pós-Doutora pela Universidade do Estado de Santa Catarina, PPGAV/UDESC, Doutora em Educação pelo Programa em Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Santa Catarina, PPGE/UFSC, Mestre em Artes Visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais, PPGAV/UDESC, Licenciada em Artes Visuais e Bacharel em Artes Plásticas pelo Centro de Artes, Universidade do Estado de Santa Catarina. Desenvolve projetos curatoriais desde 2007, tendo realizado mais de uma centena de exposições, destacando MULHER ARTISTA RESISTE (Espaço Cultural Armazém/SC e Choque Cultural/SP, Oficinas Culturais Oswald de Andrade/SP e Bienal de Curitiba/PR), também participou como curadora das 12ª, 13ª (25 anos da Bienal) e 14ª Bienal Internacional de Curitiba (Prêmio Jovem Curadora/2019). É membra do conselho deliberativo do MASC e da ABCA – Associação Brasileira de Críticos de Arte.

Serviço: Bruna Granucci e Edinara Patzlaff falam sobre a exposição Buquê Marginal, selecionada pelo edital 2020 da Fundação Cultural BADESC

Data: Lançamento do vídeo em 21 de agosto, sexta, às 19h
Local: Redes sociais e site da Fundação Cultural BADESC https://www.instagram.com/fundacaobadesc/?hl=pt-br e http://fundacaoculturalbadesc.com/.

Visibilidade de mulheres artistas em espaços expositivos é tema de debate online promovido pela Fundação Cultural BADESC

Mediado pela professora Rosângela Cherem, o encontro será no sábado, dia 25 de julho, às 14h

Ana Norogrando – exposição CORPOS E PARTES

A Fundação Cultural BADESC, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UDESC, promove no sábado, 25 de julho, um encontro online para debater sobre a visibilidade de mulheres artistas nos espaços expositivos. As inscrições são limitadas e precisam ser feitas pelo formulário online (clique aqui) . A transmissão pela plataforma Zoom, começa às 14h. 

No encontro online, que terá mediação da professora Rosângela Cherem e com participação de Thays Tonin e Ana Lúcia Beck, os temas apresentados serão: Guerrilla Girls/ Mulheres Radicais: Arte Latino-Americana, 1960-1985; “Modismos ou percepções compartilhadas?”, Mulheres artistas nos séculos 16 e 17 – MASP, além de Histórias feministas: artistas depois de 2000 – MASP.

O debate integra a disciplina Territorialidades Modernas e Contemporâneas, ministrada remotamente por Rosângela Cherem e Thays Tonin. A disciplina, que acontecia na Fundação antes da pandemia, busca fazer uma reflexão sobre a presença das mulheres na História da Arte. Além disso, problematiza não apenas um certo desconhecimento sobre as artistas, mas também considera as questões metodológicas e conceituais, históricas, culturais e políticas que estão implicadas nas abordagens.

Ministrante

Rosângela Cherem é doutora em História pela USP (1998) e doutora em Literatura pela UFSC (2006); Profa. Titular de História e Teoria da Arte no Curso Artes Visuais e Programa de Pós-graduação em Artes Visuais no CEART- UDESC; coordenadora do Grupo Imagem-acontecimento; orienta, possui pesquisas e publicações sobre História das Sensibilidades e Percepções Modernas e Contemporâneas; atualmente desenvolve pesquisa intitulada Acervos e Arquivos Artísticos em Santa Catarina, Implicações e Conexões.

Participantes

Thays Tonin é pesquisadora Pós-Doutoral do Programa de Artes Visuais da Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC. Como parte do projeto vencedor do Prêmio Elisabete Anderle 2019, atualmente, é Coordenadora do Acervo Paulo Gaiad (2019-2021) em Florianópolis. Tem Doutorado pela Università degli Studi della Basilicata (Italia), no Dipartimento delle Culture Europee e del Mediterraneo. Fez período Sandwich na Sapienza Università di Roma (ITA). É mestra em História Cultural pela UFSC, Universidade Federal de Santa Catarina (2015). É membro pesquisador da Cátedra UNESCO intitulada “Mediterranean Cultural Landscapes and Communities of Knowledge” (Itália), atuando como co-coordenadora da Sede no Brasil vinculada à UFSC, intitulada “Interlaced Strands: Mediterranean images and the south american pathos”.

Ana Lúcia Beck é Doutora em Estudos Literários pela UFRGS, realizou estágio doutoral no King’s College em Londres. Atualmente finaliza pesquisa de pós-doutorado junto ao PPGAV/UDESC investigando a atuação de Lindolf Bell na crítica de arte no Jornal de Santa Catarina. Atua como professora de história e teoria da arte no Curso de Artes Visuais da UDESC e também na USAC. Ao longo de sua carreira acadêmica, tem se detido especialmente na investigação sobre as relações entre as artes visuais e a literatura, tendo publicado trabalhos no Brasil e no exterior. Dentre estes, destacam-se os estudos sobre a produção de José Leonilson, Louise Bourgeois e Albrecht Dürer, entre outros.  Integra o grupo de pesquisa História da Arte: Imagem-Acontecimento, cadastrado junto ao CNPq. Entre suas publicações mais recentes encontram-se capítulos no livro Passado-Presente em Quadros: uma antologia da história da arte em Santa Catarina onde abordou sobre Victor Meirelles, Franklin Cascaes, Luiz Henrique Schwanke, Flávia Fernandes e Walmor Corrêa. 

Serviço: Visibilidade de mulheres artistas em espaços expositivos é tema de debate online promovido pela Fundação Cultural BADESC

Com mediação de Rosângela Cherem e participação de Thays Tonin e Ana Lúcia Beck
Data: 25 de julho – sábado
Horário: 14h
Local: Plataforma virtual Zoom
Inscrições limitadas pelo formulário online no link: https://bit.ly/debatevisibilidade.

Cinema indígena é tema de bate-papo online promovido pelo Cineclube da Fundação Cultural BADESC

 A live, que tem como ponto de partida o documentário Nossa Alma Não tem Cor, será no dia 23 de julho

Crédito: Divulgação

O Cineclube da Fundação Cultural BADESC promove na quinta-feira, dia 23 de julho, um bate-papo online sobre o documentário Nossa Alma Não tem Cor, que aborda o racismo contra as populações indígenas e consequentemente a opressão causada e estruturada por ele. A conversa está marcada para iniciar às 19h, no canal da Fundação no YouTube.

Nesta edição participam como debatedores, o cineasta Ítalo Mongconãnn, indígena da etnia Xokleng e mestrando em Antropologia Social na UFSC, e os produtores culturais, comunicadores e cineastas Graciela Guarani e Alexandre Pankararu. A mediação da conversa será feita pela cineasta e curadora do Cineclube da Fundação, Vanessa Sandre. 

O documentário Nossa Alma Não tem Cor, que será debatido no encontro, está disponível gratuitamente no YouTube ou abaixo.

Nossa Alma Não tem Cor

Dirigido por Graciela Guarani e Alexandre Pankararu. Brasil. 2019. 22 min. Documentário. Sem classificação indicativa.

Sinopse: O curta-metragem documentário aborda um dos grandes desafios enfrentados pelos povos indígenas: o racismo. Grandes nomes de lideranças indígenas do Brasil como Ayrton Krenak, Sonia Guajajara dentre outros falam dessa questão dentro do cenário brasileiro atual. 

Serviço: Bate-papo virtual sobre o filme Nossa Alma Não tem Cor

Data: 23 de julho – quinta-feira
Horário: 19h
Local: Canal da Fundação Cultural BADESC no YouTube.

Filme luso-brasileiro-moçambicano é tema da live do Cineclube da Fundação Cultural BADESC

Debate online sobre o longa Yvone Kane será na quarta-feira, 15 de julho, no canal do YouTube da Fundação

Yvone Kane - crédito Divulgação _
Crédito da imagem: divulgação.

Em parceria com o projeto de extensão universitária promovido pelo Laboratório de Estudos em História da África (LEHAf/UFSC), o Cineclube da Fundação Cultural BADESC, promove mais um debate online da Sessão África no Cinema. Para esta edição, programada para a quarta-feira, 15 de julho, o filme em destaque será “Yvone Kane”.

            A partir das 19h, a cineasta e curadora do Cineclube da Fundação, Vanessa Sandre, vai receber no canal do YouTube da Fundação três debatedores.

            Participam o sociólogo e investigador Científico no Centro de Estudos Africanos/Universidade Eduardo Mondlane (CEA/UEM), Maputo-Moçambique e mestre em Sociologia Política pela UFSC, Hélio Maúngue, o coordenador do LEHAf/UFSC, Sílvio Marcus de Souza Correa e o cineasta e curador do projeto África no Cinema, Alex Brandão.

            O drama luso-brasileiro-moçambicano está disponível gratuitamente pelo YouTube, ou abaixo: 

https://youtu.be/cZqZXjrdWZc

Yvone Kane

De Margarida Cardoso. Moçambique/Portugal/Brasil. 2014. 122 min. Drama. 12 anos.
Com Beatriz Batarda, Irene Ravache e Samuel Malumbe.

Sinopse: Rita decide voltar à África, ao país onde cresceu, para reencontrar sua mãe, Sara. Ela passa a investigar o percurso e a morte de Yvone Kane, uma ex-guerrilheira e ativista política que marcou várias gerações. Um retrato das memórias sobre o protagonismo feminino na guerra de libertação ao colonialismo, realizado pela cineasta portuguesa Margarida Cardoso.

África no Cinema

É uma sessão mensal do Cineclube da Fundação em parceria com o projeto de extensão universitária promovido pelo Laboratório de Estudos em História da África (LEHAf/UFSC). O objetivo do projeto é a promoção da cultura cinematográfica com ênfase em filmes de diretores africanos, com produção africana e/ou com filmagens em África. Visa também divulgar a riqueza artística e cultural do continente africano através da exibição de filmes, comentários e debates sobre a produção cinematográfica africana, e também sobre as representações da África no cinema.

Serviço: Sessão África no Cinema online debate o filme Yvone Kane

Data: 15 de julho – quarta-feira
Horário: 19h
Local:  Canal da Fundação Cultural BADESC no YouTube.

O Sacrifício, filme do diretor Tarkovsky, é tema da live do Psicanálise vai ao Cinema

Debate será no dia 26 de junho e conta com a participação de uma doutoranda em teatro e de um psicanalista

O debate online sobre o filme O Sacrifício, do diretor russo Andrei Tarkovsky, acontece no dia 26 de junho, a partir das 19h, no canal do YouTube da Fundação Cultural BADESC. Promovido pelo Cineclube da Fundação, em parceria com o Psicanálise vai ao Cinema, o bate-papo virtual integra a série de atividades promovidas pela instituição.

Nesta edição, a mediação do evento será de responsabilidade da cineasta e curadora do Cineclube da Fundação, Vanessa Sandre. E participam do debate a doutoranda em teatro (UDESC) Mercedes Rodriguez e o psicanalista, participante da Escola Brasileira de Psicanálise – Seção Sul, Artur Cipriani.

O drama de 1986, mostra o desespero de Alexander (Erland Josephson) ao saber, na noite de seu aniversário, da notícia de uma ameaça global. Isso faz com que o protagonista se veja diante de um sacrifício. O longa pode ser assistido gratuitamente online.

O Sacrifício

De Andrei Tarkovsky. Suécia/França/Reino Unido. 1986. 149 min. Drama. 14 anos. Com Erland Josephson, Susan Fletwood, Allan Edwall

Sinopse: Na noite de seu aniversário, Alexander (Erland Josephson) vê suas maiores preocupações sobre a humanidade se concretizarem quando finalmente eclode a Terceira Grande Guerra Mundial. O homem, um antigo jornalista e poeta, decide realizar uma imersão máxima na espiritualidade e planeja oferecer um sacrifício para que Deus impeça a Guerra de acontecer.

Serviço: Sessão online Psicanálise vai ao Cinema fala sobre O Sacrifício, filme do diretor Tarkovsky

Data: 26 de junho – sexta-feira
Horário: 19h
Local: Canal da Fundação Cultural BADESC no YouTube.

Live da Fundação Cultural BADESC vai falar sobre o filme africano Guimba, o Tirano

Bate-papo online será na quarta, dia 10, na Sessão África no Cinema

Convite para o evento online do África no Cinema - bate-papo sobre o filme Gimba, o Tirano

               No dia 10 de junho, o Cineclube da Fundação Cultural BADESC promove uma live da sessão África no Cinema para falar sobre o filme africano Guimba, o Tirano, do diretor Cheick Oumar Sissoko. O bate-papo será no canal do YouTube da Fundação a partir das 19h.

               Nesta edição, que será mediada pela cineasta e curadora do Cineclube da Fundação, Vanessa Sandre, participam como debatedores Sílvio Marcus de Souza Correa, que é coordenador do LEHAf/UFSC e o cineasta e curador do África no Cinema, Alex Brandão.

               O debate poderá ter a participação do público, com mensagens no chat da live. E quem quiser pode assistir o filme gratuitamente no canal AfricaShows no YouTube, ou abaixo.

https://www.youtube.com/watch?v=AJ4-fpDTmcM&feature=emb_title

Sobre o filme

Guimba, o Tirano (Guimba, un tyran une époque) de Cheick Oumar Sissoko. Mali. 1995. 90 min. Drama/Comédia/Fantasia. Sem classificação.

Sinopse: Retrato da ascensão e queda de um tirano cruel e despótico, Guimba Dunbuya, e seu filho anão Janguiné, em uma vila fictícia no Sahel do Mali. Uma lenda africana é a base deste filme co-produzido por Burkina Faso e Alemanha, que se passa numa antiga cidade construída com lama no deserto, Sitakili.

imagem de reprodução do filme Gimba, o tirano

África no Cinema

É uma sessão mensal do Cineclube da Fundação em parceria com o projeto de extensão universitária promovido pelo Laboratório de Estudos em História da África (LEHAf/UFSC). O objetivo do projeto é a promoção da cultura cinematográfica com ênfase em filmes de diretores africanos, com produção africana e/ou com filmagens em África. Visa também divulgar a riqueza artística e cultural do continente africano através da exibição de filmes, comentários e debates sobre a produção cinematográfica africana, e também sobre as representações da África no cinema.

Serviço: Guimba, o Tirano é tema de live promovida pelo Cineclube da Fundação Cultural Badesc na sessão África no Cinema

Data: 10 de junho – quarta-feira
Horário: 19h
Local: canal do YouTube da Fundação.

Fundação Cultural BADESC promove exposição virtual Reabitar

Projeto coletivo desenvolvido a partir de retratos do fotógrafo Radilson Carlos Gomes será apresentado a partir do dia 4 de junho nas redes sociais da Fundação

O casarão eclético amarelo, que se destaca como um dos espaços mais importantes para exposições em Santa Catarina, não recebe o público desde o começo da pandemia. E com o objetivo de reabitar o espaço, a equipe da Fundação Cultural BADESC, coordenada pelo diretor geral Eneléo Alcides, desenvolveu, em parceria com o fotógrafo Radilson Carlos Gomes, a exposição virtual REABITAR. Os registros vão ser divulgados a partir das 19h da quinta-feira, dia 4 de junho.

“Assim como as cidades e o mundo, a Fundação quer ser reabitada e convida o fotógrafo Radilson Carlos Gomes para povoar suas paredes, pisos e tetos com os mais de mil rostos que fotografou originalmente para a exposição Floripa em 3×4, exibida no Espaço Fernando Beck entre março e abril de 2019”, explica Alcides.

O diretor geral destaca ainda que não é por acaso que os rostos retratados retornam à casa. Afinal, para a realização do projeto original, Radilson fotografou durante um ano pessoas que passavam na rua ou frequentava eventos. A conversa com esses fotografados revelou a enorme circulação de pessoas em Florianópolis e no mundo.

exposicao-reabitar-fundacao-cultural-badesc

E agora, em tempos de números, cada um dos rostos que reabita as paredes da Fundação esconde uma história, ao mesmo tempo que a reverbera. 

“Alguns olhos já sabemos fechados, outros interrogamos o que olham e como olham este momento. Se originalmente foram retratados como habitantes locais, hoje representam cada cidade do mundo. São pessoas conectadas pelo isolamento”, completa o diretor.

A exposição virtual será apresentada no @fundacaobadesc e na página do Facebook da Fundação.

Serviço: Exposição virtual REABITAR

Data: 4 de junho – quinta-feira
Horário: 19h
Local: Redes Sociais da Fundação Cultural Badesc –  @fundacaobadesc e na página do Facebook da Fundação.
Projeto coletivo: Eneléo Alcides, Franchêscolli Gohlke, equipe da Fundação Cultural Badesc e Radilson Carlos Gomes
Apoio: Câmera Criativa.

Crédito das fotografias: Radilson Carlos Gomes