No jornal Diário Catarinense, Fernanda Nasser divulga documentário “A Cidade Também Dança”

Nesta quarta-feira (6), o jornal Diário Catarinense publica nota sobre a pré-estreia do documentário “A Cidade Também Dança”, de Karine Santos. A obra será exibida na Fundação Cultural Badesc, nesta sexta-feira (8), às 19h. Entrada gratuita.

 

Fundação Cultural Badesc apresenta documentário e Roda de Conversa sobre Educação Alternativa

A Fundação Cultural Badesc exibe na sexta-feira (21/09), às 16h, a estreia do documentário Conficções, da educadora Gabriele Salgado, que instiga um debate sobre a educação além da escola. Em seguida, profissionais da pedagogia mediam a Roda de Conversa Educação Alternativa: do discurso à imagem.

 

O debate terá como base o documentário que envolve entrevistas e a produção de fotografias e vídeos, realizados em diferentes espaços educativos de Florianópolis: duas escolas alternativas, um curso de formação em pedagogia Waldorf e duas experiências de educação não institucionalizadas, envolvendo uma família adepta da desescolarização (unschooling) e uma cooperativa educacional.

 

O evento  aberto ao público encerra com a apresentação musical de Marcelo Portela (músico e autor da trilha sonora do filme).

 

Além de Gabriele, diretora do filme e co-fundadora do Coletivo Alecrim Educação em Cooperação, participam do evento Mara Lúcia Bastiani (coordenadora pedagógica da escola Sarapiquá), Kátia Borges, (coordenadora pedagógica da escola Praia do Riso), Maria Regina Giachetta (professora da escola Waldorf Anabá) e Lesly Monrat (cineasta e unschooling).

 

Serviço:

 

O que: Estreia documentário Conficções, de Gabriele Salgado e Roda de Conversa Educação Alternativa

Quando: sexta-feira, 21 de setembro, às 16h

Onde: Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro de Florianópolis.

 

Entrada gratuita.

 

 

 

 

Jornal Notícias do Dia destaca lançamento de documentário na Fundação Badesc

O caderno Plural, do jornal Notícias do Dia, divulga a estreia do filme Danado de Bom. O longa-metragem relembra a vida e a obra de João Silva, um dos maiores letristas da música brasileira e grande parceiro de Luiz Gonzaga. Dirigido por Deby Brennand, o longa foi o vencedor da 20ª edição do Festival de Cinema de Pernambuco, Cine PE. O filme será exibido amanhã (04/07), às 19h, no Cineclube da Fundação Cultural Badesc.

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Documentário A Arte que me Habita estreia na Fundação Cultural Badesc

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Na sexta-feira, 30 de junho, às 19h, o Cineclube da Fundação Cultural Badesc apresenta o documentário a A Arte que me Habita, de Mara Salla. O material foi produzido durante o processo de criação e execução da exposição A Pele, da artista plástica Albertina Prates, que propôs uma reflexão sobre a relação do homem com o planeta por meio de exemplares de pele humana de verdade, doados espontaneamente à artista.
De acordo com a diretora, A Arte que me Habita nasceu enquanto ela orientava os alunos da 5ª fase do curso de Cinema da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), no projeto “Tour da Exposição”. “Enquanto os alunos foram dando forma ao que chamamos de ‘Tour da Exposição’, eu acabei dando forma a esse filme que me parece um relato intimista, autorreflexivo que revela a maturidade de uma artista. Muito mais que possuir uma criação impactante, em A Arte que me Habita Albertina se deixa conhecer durante seus processos de criação”, comenta Mara Salla.
Todo o material que embasa o documentário– croquis, arte gráfica, projetos, fotos – foram disponibilizados pela artista para discussão em sala de aula. Além disso, foi captado material no dia da abertura da exposição, no Museu de Arte de Santa Catarina (MASC), e também em visitas guiadas realizadas pela própria Albertina.
Sobre a diretora:
Mara Salla é formada em Cinema, com mestrado em Ciências da Linguagem, Discurso Cinematográfico e Discurso Fílmico e doutoranda também na área do Cinema. Ministra as disciplinas de edição e montagem cinematográfica, análise fílmica e crítica, fotografia cinematográfica e roteiro para o curso de graduação em Cinema e Vídeo na Unisul, onde coordena o curso de Cinema e Realização audiovisual.
Após a sessão, haverá debate com a diretora do filme. A entrada é gratuita.
Serviço:
O que: Documentário A Arte que me Habita
Quando: 30 de junho de 2017, sexta-feira, às 19h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Entrada gratuita

Cineclube exibe documentário sobre os impactos da construção da hidrelétrica de Itá

17492476_1234702656648476_2610322307000413617_oNo dia 27 de março, segunda-feira, às 19h, o Cineclube da Fundação Cultural Badesc apresenta o documentário Atingidos Somos Nós, uma produção independente que narra as histórias de vida e os impactos humanos e socioambientais produzidos pela construção da hidrelétrica de Itá, entre a cidade de Aratiba, no Rio Grande do Sul, e a cidade de Itá, em Santa Catarina.

No documentário são apresentadas narrativas dos agricultores que permaneceram vivendo no entorno do reservatório após a construção da obra no ano 2000. Os pequenos agricultores vivem em condições precárias e presenciam o desaparecimento de suas comunidades.

Atingidos Somos Nós é fruto de uma tese de doutorado desenvolvida na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, junto ao Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social e Institucional.

Após a sessão, haverá debate com a presença da diretora Carmem Regina Giongo. Carmem é psicóloga, mestre em psicologia, doutoranda em psicologia social e institucional, professora na universidade Feevale e pesquisadora do Núcleo de Estudos em Saúde e Trabalho (NEST) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Serviço:

O que: Documentário Atingidos Somos Nós
Quando: 27 de março de 2017, segunda-feira, às 19h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Entrada gratuita – distribuição de senhas a partir das 18h.

Cineclube exibe documentários que abordam o uso do crack e a redução da maioridade penal

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O Cineclube da Fundação Cultural Badesc encerra a programação de janeiro com a exibição de dois filmes que abordam questões sociais produzidos pela Cia Boanova de Cinema. No dia 31 de janeiro, terça-feira, a partir das 19h, serão apresentados Mundo da Nóia – Por Trás da Pedra a Realidade que Ninguém Vê, com foco no uso de crack, e Redução é a Chibata – uma reflexão sobre a redução da maioridade penal no Brasil, que como o título sugere, aborda a redução da maioridade penal.
 
O filme Mundo da Nóia foi produzido em Laguna, SC, e traz à tona a problemática do consumo de crack no munícipio, uma reflexão para com a sociedade e o poder público. O documentário apresenta depoimentos de membros de instituições públicas: promotoria, Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), Centro de Referência da Assistência Social (CRAS), Conselho Tutelar, mães que tiveram seus filhos assassinados e de dependentes químicos que narram como suas vidas se transformaram com o vício.
 
Redução é a Chibata, trata sobre a redução da maioridade penal no Brasil para 16 anos, projeto que está em pauta no Congresso Nacional e discutido amplamente na sociedade brasileira. O documentário é uma crítica à redução.
 
Após a sessão, haverá debate com a presença do diretor dos filmes Luiz F. F Machado e Anderson Adilson de Souza, representante do Conselho Regional de Psicologia 12ª Região.
 
A entrada é gratuita, com distribuição de ingressos a partir das 18h.
 
Sinopses:
 
O Mundo da Nóia – por trás da pedra a realidade que ninguém vê
 
De Vinícius Billy e Luiz F. F. Machado. Brasil. 2016. 37 min. Documentário. Sem classificação.
 
A o consumo de crack no município de Laguna é o ponto de partida para abordar essa problemática com depoimentos de profissionais, familiares e viciados.
 
Redução é a Chibata – uma reflexão sobre a redução da maioridade penal no Brasil
 
De Luiz F. F. Machado. Brasil. 2016. 28 min. Documentário. Sem classificação.
 
Analisa a possibilidade da redução da maioridade penal, projeto de Emenda Constitucional que tramita no Senado.
 
Serviço:
 
O que: Sessão Catarina – exibição dos documentários O Mundo da Nóia e Redução é a Chibata
 
Quando: 31 de janeiro, terça-feira, a partir das 19h
 
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
 
Quanto: Entrada gratuita – distribuição de ingressos a partir das 18h.
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Cineclube exibe documentário sobre o rock brasileiro dos anos 90

16107227_1173667666085309_5207326942572070411_oNo dia 20 de janeiro, sexta-feira, às 19h, o Cineclube da Fundação Cultural Badesc exibe o documentário Time Will Burn – O rock underground brasileiro do começo dos anos 90, de Marko Panayotis e Otavio Sousa. O documentário registra a cena de bandas que surgiram entre a ascensão do Br-Rock (Titãs, Ultraje a Rigor) no final da década de 80 e o boom de Raimundos e outras bandas na segunda metade dos anos 90.

 

O filme recebeu o título Time Will Burn a partir do álbum dos Pin Ups, quarteto que foi referência no movimento de rock alternativo e inspirado pelas influências britânicas e americanas. O material reúne registros analógicos em VHS, cartazes da época e entrevistas com grandes personagens da música, como os integrantes do Pin Ups, Killing Chainsaw, Mickey Junkies e Second Come.

 
Diretores
Marko Panayotis foi diretor de programas na MTV e Otavio Sousa dirigiu documentários como Supercarioca – 25 anos, sobre a banda Picassos Falsos, e Agridoce – 20 Passos, da cantora Pitty.

 

Sinopse

Time Will Burn – O Rock Underground Brasileiro do Começo dos Anos 90

de Marko Panayotis e Otavio Sousa. Brasil. 2016. 80 min. Documentário. Livre. Com Banda Pin Ups, Fábio Massari e Gastão Moreira.

Um capítulo quase esquecido do rock brasileiro estrelado por Pin Ups, Killing Chainsaw e Second Come e que aconteceu entre o rock dos anos 80  e o da segunda metade dos 90.

 

 

Serviço:
O que: Documentário Time Will Burn – o rock underground brasileiro do começo dos anos 90
Quando: Sexta-feira, 20 de janeiro, às 19h.
Onde: Fundação Cultural Badesc – rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis, telefone: (48) 3224-8846
Quanto: Entrada gratuita.

Invólucro: Cineclube exibe documentário inédito em Santa Catarina

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No dia 13 janeiro, sexta-feira, às 19h, o Cineclube da Fundação Cultural Badesc exibe o documentário Invólucro, realizado pela paraibana Caroline Oliveira. O filme, que será apresentado pela primeira vez em Santa Catarina, tem como mote a  gravidez da diretora e as mudanças corporais e sociais desencadeadas a partir dela.

 

Invólucro não é um filme tratado em primeira pessoa, autocentrado ou biográfico. Após se apresentar à câmera, a diretora vai à busca de outras personagens que, aparentemente, nada têm em comum com ela mesma: duas mulheres já maduras que decidiram não ter filhos (uma médica e outra produtora cultural) e uma transexual.

Questões como o corpo feminino, a condição da mulher contemporânea, beleza, preconceitos, maternidade, envelhecimento e espiritualidade são refletidas durante o filme, numa convivência íntima e afetiva com o dia a dia das personagens.

 

Sobre a Diretora

Caroline Oliveira é sócia-proprietária da Roda! Filmes, jornalista e mestranda em Artes Visuais pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Universidade Federal da Paraíba (UFPB), onde pesquisa documentário e performance. Invólucro é o seu primeiro trabalho enquanto diretora-realizadora, mas como figurinista tem uma carreira de oito filmes entre curtas, médias e longas-metragens, como os premiados longas Eles Voltam, de Marcelo Lordello, e Batguano, de Tavinho Teixeira. Também possui uma trajetória anterior de estilista e produtora cultural (com foco em audiovisual e artes visuais).

 

Sinopse

Dia 13, sexta-feira

Invólucro

de Caroline Oliveira. Brasil. 2015. 63 min. Documentário. 14 anos. Com Carol, Dudha, Astrid e Izabella.

Durante sua primeira gravidez, a diretora entrevista diferentes mulheres que optaram por não ter filhos.

 

 

Serviço:
O que: Documentário Invólucro, da diretora Caroline Oliveira
Quando: Sexta-feira, 13 de janeiro, às 19h.
Onde: Fundação Cultural Badesc – rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis, telefone: (48) 3224-8846
Quanto: Entrada gratuita.

Jornalista Carol Macário, do Diário Catarinense, escreve sobre o documentário Zaratustra Ainda Fala

A jornalista Carol Macário escreveu, no caderno Anexo do jornal Diário Catarinense, sobre o documentário Zaratustra Ainda Fala, que será exibido hoje (23/08), às 19h, no Cineclube do Fundação Cultural Badesc. Gravado em 10 horas corridas na penitenciária agrícola de Palhoça, a obra é o primeiro longa-metragem filmado dentro do sistema prisional catarinense. Após a exibição, haverá debate com o diretor. A entada é gratuita, com distribuição de senhas a partir das 18h30.

23.08 Zaratustra Ainda Fala Anexo Diário Catarinense