O jornalista Rubens Herbst, em sua coluna Orelhada no jornal A Notícia, destaca a abertura da exposição Schwanke, Habitar os Incorporais, que reúne 89 trabalhos do artista joinvillense Luiz Henrique Schwanke, e que ocupa a partir de manhã (01/12), às 19h, todos os espaços do Casarão da Fundação Cultural Badesc. A entrada é gratuita.
Obras de Schwanke integram exposição que abre dia 1º de dezembro na Fundação Cultural Badesc
Essa é a segunda vez que todos os espaços expositivos do Casarão histórico são ocupados por um único artista e entre as obras do joinvillense, algumas nunca expostas antes em Florianópolis
Jornal Diário Catarinense divulga nota sobre exposição Partituras
O Caderno Anexo, do jornal Diário Catarinense, divulga a abertura da exposição Partituras, dos artistas Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto. O trabalho exibe uma série de desenhos do tempo que foram executados a quatro mãos. A série é acompanhada de um vídeo performance que registra uma audição de desenho, ocorrida em um espaço preparado à escuta, para ouvir o ato de desenhar. A exposição será aberta quinta-feira (20/10), às 19h, na Fundação Cultural Badesc
Partituras: Desenho do tempo ocupa Espaço Fernando Beck a partir de 20 de outubro
A Fundação Cultural Badesc abre na quinta-feira (20/10), às 19h, no Espaço Fernando Beck, a exposição Partituras: Desenho do tempo, de Luis Arnaldo e Marcelino Peixoto. O trabalho exibe uma série de desenhos do tempo que foram executados a quatro mãos. A série é acompanhada de um vídeo performance que registra uma audição de desenho, ocorrida em um espaço preparado à escuta, para ouvir o ato de desenhar.Jornalista Carol Macário divulga nota sobre a exposição Quase Paisagem
A jornalista Carol Macário, do jornal Diário Catarinense, divulga nota no caderno Anexo sobre a exposição Quase Paisagem, do mineiro Gilson Rodrigues. Neste trabalho, o artista apresenta um conjunto de trabalhos em que explora questões relacionadas à história da pintura e também ao universo doméstico. A abertura será hoje (01/09), às 19h, na Fundação Cultural Badesc.
Jornal Diário Catarinense divulga abertura da exposição Quase Paisagem, de Gilson Rodrigues
O Caderno Anexo do Diário Catarinense divulgou nota sobre a abertura da exposição Quase Paisagem, do mineiro Gilson Rodrigues. Neste trabalho, o artista apresenta um conjunto de trabalhos em que explora questões relacionadas à história da pintura e também ao universo doméstico. A abertura será quinta-feira (01/09), às 19h, na Fundação Cultural Badesc.
Quase Paisagem em setembro na Fundação Cultural Badesc
“Nesta produção crio diálogos entre a tradição da pintura de paisagem e utensílios domésticos. Sobreponho representações de objetos ornamentados sobre ícones da tradição pictórica como John Constable, Almeida Júnior entre outros, criando paisagens fragmentadas e inquietantes. Estes objetos são escolhidos por mim devido às suas características plásticas que na maioria das vezes, remetem a formas orgânicas. Ao deslocar a imagem de objetos comuns, como talheres e xícaras, para o plano da pintura ofereço ao espectador uma outra maneira de perceber as formas presentes na superfície destes utensílios já silenciadas pelo caos da vida cotidiana”, declara o artista.
A exposição Quase Paisagem conta com trabalhos recentes do artista, produzidos entre 2015 e 2016. Gilson Rodrigues utiliza uma grande variedade de técnicas para construir suas pinturas, como o óleo e a encáustica. “Uma das principais características é a variedade de tratamentos que utilizo na construção destas imagens. Desenho, colagem e uma grande gama de técnicas de pintura compõem o corpo destes trabalhos, neste sentido a fatura se torna parte importante do meu processo”, conclui.
Mais sobre o artista
Gilson Rodrigues vive e trabalha em Belo Horizonte (MG). É bacharel em pintura na Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Tem em seu currículo exposições individuais e coletivas, entre as quais se destacam: 45º Salão de Artes Visuais Novíssimos, na galeria Ibeu/RJ, Jardins Suspensos, na galeria de arte do BDMG Cultural/MG, Paisagem, na galeria de arte da Copasa/MG e 26ª Mostra de arte da juventude, no Sesc de Ribeirão Preto/SP.
Serviço
O que: Abertura da exposição Quase Paisagem, de Gilson Rodrigues
Quando: 1º de setembro, quinta-feira às 19h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Quanto: Entrada gratuita
O Instituto Schwanke em parceria com a Fundação Cultural Badesc promove em Joinville curso sobre o artista Luiz Henrique Schwanke
Um curso de extensão de 40 horas para mergulhar na produção do artista Luiz Henrique Schwanke (1951-1992) a partir da singularidade de seu repertório e arquivo. Schwanke, Arquivo, Interlocuções e Desdobramentos é um curso de extensão de 40 horas para mergulhar na produção do artista que terá como ministrante Rosângela Miranda Cherem, doutora em história e em literatura, professora de história e teoria da arte no curso artes visuais e programa de pós-graduação em artes visuais no Centro de Artes (Ceart) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). A intensão é analisar os paradoxos contidos nas obras e trabalhos, as filiações e pertencimentos inscritos na história da arte, pensar as experimentações que marcaram e que reverberam até a contemporaneidade. A iniciativa tem como realizadores o Instituto Schwanke, a Universidade da Região de Joinville (Univille), o programa de pós-graduação em artes visuais no Ceart/Udesc e a Fundação Badesc.
Com apenas 20 vagas, a ideia do curso é combinar leituras teóricas, sobretudo de Michel Foucault e Georges Didi-Huberman, para produzir pensamento crítico sobre o artista joinvilense. A bibliografia inclui outros historiadores, críticos e filósofos, como Gilles Deleuze, Walter Benjamin, Michel Archer, Giorgio Agamben, Jacques Lacan e Jacques Rancière. A diretoria do Instituto Schwanke, além de ampliar conhecimento sobre artes visuais, pretende compartilhar o próprio espaço e a biblioteca para que os inscritos ampliem suas pesquisas. O curso também busca estruturar uma mostra planejada para dezembro, com curadoria de Rosângela Cherem, na Fundação Badesc, em Florianópolis.
A ação, uma das primeiras da presidência de Maria Regina Schwanke Schroeder, concretiza um desejo do instituto idealizado em 2012, quando se planejou criar grupos de estudos que pudessem se reunir na sede. Por razões diversas, não foi possível operacionalizar o intento que ganha concretude agora graças ao empenho e a larga experiência de Rosângela Miranda Cherem. “Criado em 2002, o MAC Schwanke, mantido pelo instituto, tem o compromisso de zelar pela memória de Schwanke e oferecer possibilidades de aprimoramento intelectual em torno da arte contemporânea, uma prática que adotamos desde a criação da entidade em 2003. Com esse fim, já organizamos seminários, encontros de discussão, palestras, trouxemos críticos e artistas para a cidade. Agora, temos o interesse de criar um novo modo de estudar, seguindo uma prática disseminada em Joinville, onde há muitos grupos que se reúnem com diferentes objetivos e saberes, do lazer, da gastronomia, da degustação, da arte e da cultura”, situa Maria Regina que também celebra o apoio da Univille, grande parceira do instituto, e do programa de pós-graduação em artes visuais no Ceart/Udesc e a Fundação Badesc, ambos de Florianópolis.
Sobre Rosangela Miranda Cherem
Doutora em história pela USP (1998) e houtora em literatura pela UFSC (2006); profa. associada de história e teoria da arte no curso artes visuais e Programa de Pós-graduação em Artes Visuais no Ceart- Udesc; coordenadora do Grupo de Estudos de Percepções e Sensibilidades e do Grupo Imagem-acontecimento. Orienta e tem pesquisas e publicações sobre História das Sensibilidades e Percepções Modernas e Contemporâneas; atualmente desenvolve pesquisa intitulada Maneira de Arquivar, Modos de Experimentar, Paradoxos e Singularidades do Gesto Artístico na Contemporaneidade.
Serviço
O quê: Curso de extensão: Luiz Henrique Schwanke, Arquivo, Interlocuções e Desdobramentos
Quando: nos sábados: 20 de agosto, 17 de setembro, 8 de outubro, 5 de novembro: 8h às 12h; 14h às 18h – com coffee-break. (40 horas/aula com certificação da Univille)
Onde: Instituto Schwanke, rua Dr. João Colin, 1.285, sobreloja da Brasilauto, bairro América, Joinville tel.: (47) 9119-3680/3433-2522 institutoschwanke@gmail.com
Quanto: R$ 400,00 (possível em duas vezes com cheque para 20 agos. e 8 de out.)
Realização: Instituto Schwanke, Univille, Programa de Pós-graduação em Artes Visuais Ceart/Udesc e Fundação Badesc
Saiba mais: www.schwanke.org.br e www.facebook.com/institutoschwanke
Ficha técnica:
Presidente: Maria Regina Schwanke Schroeder
Articulação e ass. de imprensa: Néri Pedroso (vice-pres.)
Coordenação: Franzoi e Mônica Juergens
Ministrante: Rosângela Miranda Cherem
Pesquisadora assistente: Carolina Ramos
Design gráfico: Mônica Juergens
Assessoria de imprensa: Néri Pedroso (jorn.) neripedroso@gmail.com.br Skype: neripedroso Face: Néri Pedroso (48) 9911-9837/3248-4158.
Contatos: Maria Regina Schwanke Schroeder (47) 9119-3680/3433-2522
Exposição Manual de Sobrevivência
Na quinta-feira (21/07), às 19h será realizado no Espaço Fernando Beck, na Fundação Cultural Badesc, o coquetel de abertura da exposição o Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega. A exposição é uma série de trabalhos da artista que busca uma reflexão sobre o espaço que os objetos ocupam no mundo, tanto do ponto de vista da arquitetura e espacialidade (seu caráter material), quanto da subjetividade, memória e tempo (imaterial).
“Busco discutir como nos apropriamos das coisas do mundo, trazendo à tona seus vários sentidos, revelando possibilidades de manipulação e combinações. As relações entre os elementos que constituem o trabalho se dão por meio de dois vieses: a construção de um cenário afetivo entre os elementos e a construção com objetos que não pertencem ao mesmo leque de utilidades ou ambientes”, declara a artista.
Sheila comenta que uma fração do ambiente doméstico é deslocada de sua situação original para adquirir um novo significado. Com isso, ações simples se transformam em operações repetidas e circunstâncias são desenvolvidas a partir do manuseio e envolvimento com o objeto em seus múltiplos sentidos. Sobressai a ideia de colecionar o que não se coleciona – a memória do acúmulo. “É diante dessas considerações que se abrem as perguntas: Por que nos afeiçoamos às coisas? Por que guardamos objetos e os acumulamos? Quais sentidos os objetos nos reservam? Por que guardamos tanta memória em forma de objetos? Quais são as memórias que dispomos para compor nossos ‘manuais de sobrevivências’?”.
Sheila Ortega é graduada em artes plásticas e mestre em artes visuais pelo Instituto de Artes da Unesp. Participou de exposições individuais e coletivas, em São Paulo e outros estados. Recebeu prêmios em 2016, no 14º Salão de Arte Contemporânea de Guarulhos e em 2015, no 47° SAC – Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba – Pinacoteca Municipal “Miguel Dutra”, Piracicaba / SP.
Serviço:
O que: Abertura da exposição Manual de Sobrevivência, de Sheila Ortega.
Onde: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – Fone 3224-8846.
Quanto: Entrada gratuita







