Meg Tomio Roussenq apresenta a exposição Pedra-Carne

Mostra inédita apresenta cerca de 20 obras e séries da artista catarinense

A partir de 13 de julho de 2021 a Fundação Cultural BADESC recebe uma mostra inédita para visitação presencial gratuita. Meg Tomio Roussenq apresenta a exposição Pedra-Carne, que faz um recorte dos últimos 10 anos de produção da artista catarinense.

Com curadoria de Anna Moraes e Rafaela Maria Martins, a mostra é composta por cerca de 20 obras e séries, divididas em quatro temas curatoriais: Pedra, Carne, Carnificina e Florescer.

Meg conta que a exposição é um recorte de trabalhos que dialogam com uma ideia de pedra e carne. E ao pintar uma pedra de vermelho como uma representação de carne em seu interior, a artista convida os espectadores a olhar atentamente e refletir sobre as transformações e ciclos vitais da existência.

“A pedra que se faz carne expõe aquilo do interior, transmutando em vida que pulsa e lateja, que vive e morre, completando um ciclo para enfim renascer. A exposição tem a ver com isso: com ciclos de vida e morte, sobre processos de cura e da nossa relação com a natureza”, explica Meg que já participou de outras exposições coletivas na Fundação e em 2004 apresentou a exposição individual Tramas do Tempo também no casarão.

Contemplada no Edital 2020 da Fundação, a mostra apresenta trabalhos fortes, impactantes e carregados de metáforas a respeito da vida enquanto mundo, seu peso e suas transformações.             

A exposição Pedra-Carne poderá ser visitada, gratuitamente, de terça-feira a sábado, das 13h às 18h, até 1º de outubro de 2021. E para garantir uma visitação segura, a equipe da Fundação segue todos os protocolos sanitários, tanto que o uso de máscara é obrigatório e a visitação é limitada a cinco pessoas por vez no espaço.

Sobre Meg Tomio Roussenq

Artista visual nascida em Rio do Sul/SC, é graduada em Comunicação Social/Jornalismo pela PUC/RS, especializou-se em pintura mural e afresco em Mezzolombardo, Itália. Mestrado em Poéticas Visuais na linha de processos de criação PPGAV– UFRGS. Atua há 22 como professora de artes, em Santa Catarina.

Como artista realizou cerca de 36 exposições individuais e 82 exposições coletivas, escreveu textos críticos para artistas de SC, assim como criou, orientou e desenvolveu projetos expositivos nacionais e internacionais. Vive e trabalha em Florianópolis há 15 anos, e participa do Nacasa Coletivo Artístico desde a sua criação.

Serviço: Exposição Pedra-Carne de Meg Tomio Roussenq

Visitação: de 13 de julho a 1º de outubro de 2021 – de terça-feira a sábado, das 13h às 18h
Local: Fundação Cultural BADESC – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro de Florianópolis/SC – telefone: (48) 3224-8846
Entrada Gratuita

Elementos da natureza são inspirações para Dante Acosta que apresenta exposição em Florianópolis

Mostra com 19 trabalhos pode ser visitada gratuitamente no site da Fundação Cultural BADESC

Rios mentais, 2017. Desenho com caneta hidrográfica sobre sketchbook, digitalizado e impresso ampliado, 42x52cm. Pigmento mineral sobre papel Hahnemuhle Enhanced.

Pela primeira vez o artista Dante Acosta participa de uma exposição na Fundação Cultural BADESC, em Florianópolis. Nascido no Rio Grande do Sul e residindo atualmente na capital catarinense, o artista foi selecionado no Edital da Fundação em 2020 e apresenta de 04 de março até 08 de abril de 2021 a mostra As Coisas Distantes Parecem Menores Do Que São Na Realidade. Em virtude da pandemia do novo coronavírus, neste primeiro momento a exposição poderá ser visitada no site da Fundação – www.fundacaoculturalbadesc.com.

O artista apresenta 19 trabalhos no Espaço Fernando Beck, executados com diferentes materiais (caneta nanquim, hidrográfica, tinta acrílica, caneta de tinta pigmentada), suportes (papéis, telas) e técnicas (aquarela, digitalização e impressão), numa curadoria que propõe um recorte sobre sua pesquisa gráfica nos últimos cinco anos.

“Para possibilitar que mais pessoas tenham acesso aos trabalhos do artista, vamos seguir mantendo as exposições híbridas, ou seja, a mesma está montada na instituição e pode ser visitada no site da Fundação. E em breve, seguindo todos os protocolos, será possível realizar a visitação de maneira presencial também,” explica a arte educadora Carolina Ramos, que atua na Fundação.

Referências 

Dante, que começou a esboçar a curadoria da exposição ainda em 2018, conta que sempre teve um encanto pelas ilustrações didáticas e que uma delas acabou originando o nome da mostra. A imagem em questão continha uma cena paisagística com a legenda “As coisas distantes parecem menores do que são na realidade”, que foi digitalizada em alta resolução e impressa ampliada, algo que é recorrente no trabalho do artista. Esse processo acabou influenciando e nomeando outros trabalhos, em diferentes técnicas e formatos.

Duas obras que integram a exposição podem ser consideradas precursoras da pesquisa do artista. “Rios Mentais”, que são desenhos originários da tentativa de traçar linhas em contínuo movimento sem perder o contato com a superfície desenhada e “Matinho”, digitalizações do caderno de desenho que objetiva preencher totalmente a superfície escolhida com um exercício gráfico uniforme, constante, harmônico, paciente e minucioso.

A partir destes exercícios, surgiram outros trabalhos com o mesmo pressuposto, muitos deles reunidos na exposição. As representações de elementos presentes na natureza, oriundos de uma pesquisa mais antiga sobre a paisagem e suas relações com a arte da memória, também são uma constante no trabalho de Dante. 

Sobre o artista

Dante Acosta (1983) nasceu em São Borja/RS. Estudou Artes Visuais na UFSM/RS, tornando-se Bacharel em 2006. Em 2011 concluiu o curso de Mestrado em Artes pela Escola de Belas Artes da UFMG/MG. Sua produção artística engloba linguagens como a fotografia, pintura e colagem, todas envolvidas pela prática constante do desenho. Dentre suas principais atividades, destacam-se: o mapeamento pelo programa Rumos Itaú Cultural (São Paulo/SP), em 2005; a intervenção urbana “Da epifania de silêncios e outras odes”, selecionada via edital e apresentada no 40º Festival de Inverno da UFMG, em Diamantina/MG; a exposição “Frente/Verso”, realizada em 2014 em Chapecó/SC; a seleção pelo SESC para apresentar a exposição “Sob o corpo/Sobre a terra” nas galerias das unidades de Lages e de Joaçaba, em Santa Catarina em 2016; a participação na exposição coletiva Metanoia, na Galeria Airez, parte integrante da Bienal de Curitiba de 2017, no estado do Paraná.

Em paralelo aos 15 anos de trajetória artística, trabalhou também como produtor cultural e professor universitário; elaborou peças gráficas para exposições, espetáculos de teatro e performances, também assinando algumas cenografias. Alguns de seus trabalhos mais recentes estão em coleções particulares no Brasil e nos Estados Unidos. Atualmente reside em Florianópolis/SC.

Serviço: Exposição As Coisas Distantes Parecem Menores Do Que São Na Realidade do artista Dante Acosta

Visitação no site da Fundação Cultural BADESC: www.fundacaoculturalbadesc.com

Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020 inaugura com live e exposição virtual

Selecionados do Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020, um dos mais relevantes do Estado, apresentam obras em exposição a partir do dia 12/12 em mostra virtual na Fundação Cultural BADESC.

Os finalistas desta edição são Anna Moraes, Edson Macalini e Jan M.O.

Pela segunda vez, a Fundação Cultural BADESC, em parceria com a Aliança Francesa de Florianópolis, realiza exposição dos artistas selecionados em uma das principais premiações do circuito de artes de Santa Catarina: o Prêmio AF de Arte Contemporânea. Em 2020, o projeto se reinventa e a mostra coletiva dos finalistas Anna Moraes, Edson Macalini e Jan M.O. será virtual. Dessa forma, não só o público de Florianópolis, mas de todo o país, poderá visitar as obras dos artistas de Santa Catarina. A abertura será no sábado (12), às 14, em transmissão ao vivo pelo canal da Fundação Cultural BADESC no YouTube, quando será anunciado o grande vencedor/a: uma residência artística de três meses na Cité Internationale des Arts, em Paris.  

Em comum, os três selecionados têm uma trajetória consistente e trabalhos pautados em experimentações de diferentes linguagens e suportes: desde o desenho até processos manuais e experiências industriais, passando por instalação, videoarte, fotografia e intersecção entre arte e natureza.  

— Os artistas selecionados têm uma sensibilidade diferente e uma maneira única de considerar a arte. E o Prêmio AF vai oferecer a eles entrada e visibilidade no mundo artístico de Santa Catarina. Além disso, o ganhador terá a oportunidade de encontrar artistas de diferentes lugares e fontes de inspiração com a residência na Cité Internationale des Arts, em Paris, e voltar para o Brasil com ainda mais bagagem — comemora Marilyn Pelicant, diretora da AF Florianópolis.

Para Eneléo Alcides, diretor da Fundação Cultural BADESC, a exposição ocorre em um período muito singular, com os espaços culturais em Santa Catarina fechados ao público em razão da pandemia.

— Mesmo assim, a Aliança Francesa de Florianópolis e Fundação Cultural BADESC decidiram montar a exposição nos espaços Fernando Beck e Paulo Gaiad e transmitir virtualmente tanto as obras quanto conversas com os artistas selecionados — diz ele.

Exposição híbrida

A sétima edição do Prêmio AF de Arte Contemporânea inaugura um formato de exposição híbrido na Fundação Cultural BADESC. As obras dos artistas serão montadas no espaço expositivo da instituição, na Capital, ainda que a portas fechadas. Na abertura, os três finalistas participam de um bate-papo e o público poderá interagir e fazer perguntas.

A mostra permanecerá montada até final de janeiro a portas fechadas, mas a visita virtual será possível a qualquer dia e horário pelo site da instituição até 28 de janeiro. 

A artista Anna Moraes, de Florianópolis, apresenta o resultado de uma pesquisa sobre lugares que possuem o nome Anna, visitados e percorridos virtualmente por ela durante o isolamento social. Essas e outras questões se traduziram em desenhos, objetos, vídeos e esculturas que evocam as possibilidades da representação da linha — tanto no papel quanto no espaço.  Já Edson Macalini, de Palhoça, apresenta desenhos, fotografias, objetos e instalações. Ele aborda principalmente a questão da natureza devastada, seus riscos e capacidade de regeneração. Por fim, de Joinville, o artista Jan M. O. exibirá vídeos, objetos, máquinas e mecanismos de poesia visual, numa abordagem sobre como as tecnologias que intermediam as relações humanas como redes colaborativas.

— Esperamos que até o fim do período haja oportunidade para que o público possa conferir presencialmente a mostra, com todo o controle, limitação de pessoas e visitas agendadas. Isso dependerá, evidentemente, das situações do controle do vírus e das deliberações do poder público — observa Eneléo Alcides.

Conheça os finalistas

Anna Moraes (1988) | Florianópolis
Anna Moraes é artista visual, doutoranda em Processos Artísticos Contemporâneos e mestra em Artes Visuais pela Udesc. Pesquisa diferentes entendimentos acerca do desenho contemporâneo. Seu processo artístico é pautado na investigação de possibilidades do desenho por meio de linhas, traços, fios e territórios que dialogam com a paisagem. Com o isolamento social de 2020, passou a pensar possibilidades de se desenhar junto, ainda que isolados, adentrando a linguagem da videoarte. Também criou uma coleção e catalogação de paisagens vistas da janela de casa em desenho e em caixinhas de acrílico. Anna foi finalista da edição 2019 do Prêmio AF de Arte Contemporânea e já foi contemplada com o Prêmio do Júri no Salão Nacional da Quarentena (2020). Também participou da Bienal Internacional de Curitiba (2019), entre outros reconhecimentos.

Edson Macalini (1983) | Palhoça
Edson Macalini é doutorando e mestre em artes visuais pela Udesc. Já mostrou seu trabalho em exposições, além de ter participado de residências artísticas, feiras e produções em coletivos de artistas. Seu trabalho envolve ações e movimentações que correlacionam artes e natureza, como uma arqueologia dos lugares onde viveu e visitou. Sua obra reflete o interesse pelas relações entre arte e natureza, biologia e arqueologia, política e meio ambiente urbano, rural e modos de vidas humanas, animais, plantas e culturas.

Jan M.O. (1986) | Joinville
Jan M.O. é artista visual, ilustrador e graduado em design gráfico e programação visual. Nasceu no Rio de Janeiro e mora em Joinville desde 2005. Já exibiu suas obras em exposições, coletivas, bienais e salões em vários estados do Brasil e países como Colômbia e Espanha. Há mais de 15 anos explora técnicas do desenho e, recentemente, passou a pesquisar as práticas da gravura e a criação de objetos. Sua produção utiliza tanto os processos manuais quanto as experiências industriais na elaboração de obras tridimensionais ou na multiplicação delas. Seu trabalho explora diferença e repetição, palavra e imagem.  Seu processo artístico passa pela possibilidade de pensar novos aparatos e meios — imagéticos, móveis, estáticos ou abstratos.

O Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea 2020 é viabilizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Patrocínio da ENGIE. Apoio do Consulado da França em São Paulo, do Institut Français, do Institut Français do Brasil e da Fundação Cultural BADESC. A produção é Marte Inovação Cultural. Realização da Aliança Francesa de Florianópolis, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.

Agende-se
Exposição 7º Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020, com Anna Moraes, Edson Macalini e Jan M.O.
Quando
: abertura – 12 de dezembro, às 14h. Visitação virtual até 28 de janeiro de 2021
Onde: Canal da Fundação Cultural BADESC no YouTube (abertura). Visitação até 28/1/2021 pelo site https://fcbadesc.dreamhosters.com/
Quanto: gratuito

Fundação Cultural BADESC promove exposição virtual Reabitar

Projeto coletivo desenvolvido a partir de retratos do fotógrafo Radilson Carlos Gomes será apresentado a partir do dia 4 de junho nas redes sociais da Fundação

O casarão eclético amarelo, que se destaca como um dos espaços mais importantes para exposições em Santa Catarina, não recebe o público desde o começo da pandemia. E com o objetivo de reabitar o espaço, a equipe da Fundação Cultural BADESC, coordenada pelo diretor geral Eneléo Alcides, desenvolveu, em parceria com o fotógrafo Radilson Carlos Gomes, a exposição virtual REABITAR. Os registros vão ser divulgados a partir das 19h da quinta-feira, dia 4 de junho.

“Assim como as cidades e o mundo, a Fundação quer ser reabitada e convida o fotógrafo Radilson Carlos Gomes para povoar suas paredes, pisos e tetos com os mais de mil rostos que fotografou originalmente para a exposição Floripa em 3×4, exibida no Espaço Fernando Beck entre março e abril de 2019”, explica Alcides.

O diretor geral destaca ainda que não é por acaso que os rostos retratados retornam à casa. Afinal, para a realização do projeto original, Radilson fotografou durante um ano pessoas que passavam na rua ou frequentava eventos. A conversa com esses fotografados revelou a enorme circulação de pessoas em Florianópolis e no mundo.

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E agora, em tempos de números, cada um dos rostos que reabita as paredes da Fundação esconde uma história, ao mesmo tempo que a reverbera. 

“Alguns olhos já sabemos fechados, outros interrogamos o que olham e como olham este momento. Se originalmente foram retratados como habitantes locais, hoje representam cada cidade do mundo. São pessoas conectadas pelo isolamento”, completa o diretor.

A exposição virtual será apresentada no @fundacaobadesc e na página do Facebook da Fundação.

Serviço: Exposição virtual REABITAR

Data: 4 de junho – quinta-feira
Horário: 19h
Local: Redes Sociais da Fundação Cultural Badesc –  @fundacaobadesc e na página do Facebook da Fundação.
Projeto coletivo: Eneléo Alcides, Franchêscolli Gohlke, equipe da Fundação Cultural Badesc e Radilson Carlos Gomes
Apoio: Câmera Criativa.

Crédito das fotografias: Radilson Carlos Gomes

Divulgação dos selecionados do Edital 2020

Quatro projetos foram selecionados e aprovados no Edital 2020 da Fundação Cultural BADESC. A seleção foi feita na tarde da terça-feira, dia 28 de abril, em uma videoconferência entre os integrantes da comissão selecionadora.

Foram selecionadas duas exposições para cada um dos dois espaços expositivos. Para exposição no Espaço Paulo Gaiad, os selecionados foram: Buquê Marginal, por Bruna Granucci e Edinara Patzlaff e na categoria primeira individual a proposta selecionada foi Retratos fantásticos, de Carol Krügel.

Já para o Espaço Fernando Beck, os projetos escolhidos foram: As coisas distantes parecem menores do que são na realidade, por Dante Acosta e Pedra-Carne, por Meg Tomio Roussenq.

As 118 propostas inscritas foram avaliadas pela comissão formada pela jornalista e pesquisadora de artes visuais, Néri Pedroso, a professora de História da Arte do PPGAV/UDESC, Luana Wedekin, e pela gestora cultural e Coordenadora do Núcleo de Acervo de Obras de Arte do Itaú Cultural, Luciana Soares.

Na decisão foram levados em consideração os seguintes critérios: consistência conceitual, contemporaneidade, coerência na concepção expositiva, proposta de montagem e organização de projeto e portfólio, adequação ao espaço expositivo e domínio da linguagem. Para o Espaço Fernando Beck, a trajetória artística também teve destaque.

Caso algum dos artistas aprovados não possa participar, a comissão elencou também os suplentes. Para o Espaço Paulo Gaiad o projeto O espaço entre nós, por Sarah Uriarte e Kim Coimbra, ficou como 1º suplente; e como segundo suplente ficou o artista Audrian Cassanelli, com o projeto 2ª Via.

No Espaço Fernando Beck, como 1º suplente ficou o projeto Cidadão de bem, por Soninha Vill, e ECDISE, por Ana Sabiá, ficou como 2º suplente.

A Fundação informa que, devido a pandemia do coronavírus, ainda não há uma definição das datas das exposições. Assim que houver uma definição no calendário, as datas vão ser divulgadas no site, redes sociais da Fundação e na imprensa.

Exposição Outra Noite no Hotel abre dia 17 de maio

A exposição reúne dois projetos Grande Hotel e Hotel Miradouro, constituídos por séries de fotografias e vídeos desenvolvidos entre 2012 e 2017

Minha fantasma Judy, 2014. Projeto Hotel Miradouro.

A Fundação Cultural Badesc abre na quinta-feira (17/05), às 19h, no Espaço Fernando Beck, a exposição Outra Noite no Hotel, de Fabiana Wielewicki. A mostra reúne fragmentos de narrativas cinematográficas e o espaço hotel pensados como locais físicos e ficcionais criando conexões com a dimensão do misterioso e do fantasmagórico.

A exposição reúne dois projetos Grande Hotel e Hotel Miradouro, constituídos por séries de fotografias e vídeos desenvolvidos entre 2012 e 2017. Grande Hotel foi produzido durante hospedagens em diferentes hotéis no Brasil, embora pareça reafirmar sempre o mesmo lugar cliché. O segundo projeto foi realizado no Hotel Miradouro (Porto, Portugal), cujas instalações sugerem uma espécie de atmosfera fílmica, conferindo ao local qualidades potencialmente ficcionais.

Parte da exposição foi exibida na cidade do Porto em dezembro de 2017, em uma individual de Fabiana, que reunia os projetos que a artista desenvolveu durante o doutorado realizado na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP/Portugal).

Fabiana Wielewicki é artista visual e pesquisadora. Vive e trabalha na cidade do Porto. Entre suas exposições individuais recentes estão: Entre o lugar e a imagem, Museu da FBAUP, Porto (2017); Cinema Miradouro, Museu de Arte de Blumenau (2014); Grande Hotel, Museu de Arte de Santa Catarina, Florianópolis (2009); 2ª Natureza, Museu Victor Meirelles, Florianópolis (2008).

Serviço: O que: Abertura da exposição Outra Noite no Hotel, de Fabiana Wielewicki

Quando: 17 de maio, quinta-feira, às 19h.
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Entrada gratuita.
Visitação até 21 de junho.