PLANETA.doc: Fundação Badesc recebe 4º Festival Internacional Socioambiental

planetaO Cineclube da Fundação Cultural Badesc recebe dos dias 17 a 20 de outubro, a quarta edição do Festival Internacional de Cinema Socioambiental, o PLANETA.doc. Maior do gênero no sul do país, o festival  apresenta na Fundação filmes do Ecozine Film Festival (Espanha) e também documentários que tematizam as consequências do progresso no meio ambiente no Brasil.

Serão exibidos sete longas e sete curtas metragens, que tratam de assuntos como o impacto da construção de usinas hidrelétricas, o aspecto da qualidade de vida nas grandes metrópoles nas últimas décadas e o Greenpeace. A entrada é gratuita e os ingressos serão distribuídos com meia hora de antecedência.

Mais sobre o Festival

Com mais de cem filmes na programação, muitos premiados em festivais do mundo inteiro, a quarta edição do PLANETA.doctambém  está em universidades, escolas e espaços culturais públicos de Santa Catarina, especialmente de Florianópolis, a partir do dia 15 de outubro.

O objetivo é transformar as cidades no cenário ideal para repensar paradigmas e mergulhar na realidade do mundo contemporâneo, propondo inovações e soluções para os problemas socioambientais com que se depara a humanidade em um planeta de vida abundante.

Mais informações em: http://www.planetadoc.com/

 
Sinopses
Dia 17, terça-feira
17h
Ilha
de Daniel de la Calle. Espanha, Brasil. 2016. 55 min. Documentário. Livre.
Um dia na pequena ilha brasileira de Boipeba. Seus pescadores locais ainda vivem de modo tradicional, porém a mudança parece inexorável.

 
19h
Muros
de Pablo Iraburu, Migueltxo Molina. Espanha. 2015. 83 min. Documentário. Sem classificação.
Quando caiu o Muro de Berlim, deixamos de lado a ideia dos muros de separação como parte do passado. A realidade é o oposto. Esse filme narra histórias reais de pessoas que vivem em ambos os lados de paredes muito diferentes.

 
Dia 18, quarta-feira
17h
Damocracy
de Todd Southgate. Brasil. 2013. 35 min. Documentário. Sem classificação.
Uma viagem desconstruindo o mito das barragens como a energia “verde”. Em foco, a discussão de dois projetos gigantescos: Belo Monte no Brasil e Ilisu na Turquia

 
19h
Os Dias Afogados
de César Souto, Luís Avilés. Espanha. 2015. 86 min. Documentário. Sem classificação.
Em 1992, a construção da barragem do Lindoso (Portugal) inundou para sempre os povoados de Aceredo e Buscalque (Ourence, Espanha). Seus habitantes não podiam fazer nada para salvar suas terras e seus lares, e pegaram suas câmeras domésticas e começaram a gravar.

 

Dia 19, quinta-feira
17h
Naquela Época e Hoje
de Luiz Adelmo. Brasil. 2015. 80 min. Documentário. Livre.
Quanto o aspecto qualidade de vida tem sido levado em conta nas metrópoles brasileiras nas últimas décadas?

 
19h
Lágrimas de Óleo
(Lágrimas de Aceite) de Marc Gavaldà. Espanha. 2017. 60 min. Documentário. Sem classificação.
A história das comunidades indígenas que sofreram com os resíduos da contaminação petroleira do Oleoduto Norteperuano , operado pela empresa estatal Petroperu.

 
Dia 20, sexta-feira
17h
Contagem Regressiva
de Luíz de Alencar. Brasil. 2015. 92 min. Série de documentário. Livre.
As violações e injustiças que marcaram todo o processo de preparação do Rio de Janeiro para a realização dos Jogos Olímpicos de 2016.

 
19h
Seleção de curtas-metragens
Esperança
(Esperanza) de Álvaro Longoria. Espanha, 2016. Documentário.
A vida a bordo do barco do Greenpeace. Através de conversas com a tripulação, descobrimos suas motivações para arriscar sua vida defendendo o planeta tão longe de casa.

As Costas de Orán
(Las Costas de Orán) de Alfonso G. Cañadas. Espanha. 2016. 8 min. Documentário
Nos anos 60, durante a ditadura franquista, o “Vale de Escombreras” foi uma das zonas mais prósperas do país. Hoje só existem recordações de um passado melhor.

Minas do Horcajo
(Minas del Horcajo) de Alberto Gutiérrez. Espanha. 2015. 6 min. Documentário.
Quem disse que as pedras não falam?
Toxicity Underwater
de Jon Bazo. Espanha. 2016. 4 min. Animação.
A humanidade vive em um refúgio submarino. A superfície terrestre deixou de ser habitável faz muitos anos devido a uma glaciação e qualquer aproximação a superfície seria mortal.
La Folie
de Ricard López. Espanha. 2016. 6 min. Francês.
A loucura e o absurdo da guerra farão que o grande pintor Pablo Picasso realize uma das obras mais importantes do século 20, mesmo que o processo para chegar a ideia final não será fácil.

Lixeira
(Basura) de Juan Silva. Espanha. 2016. 5 min. Ficção.
Dois personagens imersos no mundo do crime, no qual o que parece ser um dia a mais dentro de suas habituais e escuras rotinas, cometem o erro de se desfazer de um corpo num lugar equivocado.

Marcados
de Alex Montserrat. Espanha. 2016. 8 min. Ficção.
Num futuro os analógicos são separados da sociedade digital.

Serviço:
O que: 4ª edição do Festival Planeta.DOC
Quando: 17, 18, 19 e 20 de outubro, às 17 e 19h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Quanto: gratuito – distribuição de ingressos com meia hora de antecedência antes das sessões

Fundação Badesc recebe Festival Planeta.DOC

14963180_1099903936795016_164456454205996817_nEntre 9 e 11 de novembro, o Cineclube da Fundação Cultural Badesc recebe o Festival Planeta.DOC, o maior festival de cinema socioambiental do sul do país. Para esta terceira edição do festival, foram selecionados cerca de 80 filmes, sendo que seis serão exibidos no Casarão.

“O Planeta.Doc desperta uma profunda reflexão sobre a construção de sociedades mais sustentáveis e inclusivas”, explica Mônica Linhares, produtora cultural e diretora do evento.

Na Fundação, os filmes exibidos serão The Human Scale e Crônica da Demolição, que abordam o tema do urbanismo e a relação da influência do crescimento das cidades com a vida das pessoas; além destes, Tempo e All the Time in the World tratam de histórias sobre modos de vida alternativos; e La Supplication e How to Change the World, longas-metragens que levantam questões sobre o meio ambiente, como o desastre de Chernobil e a história dos pioneiros do movimento ambientalista Greenpeace.

A entrada é gratuita e os ingressos serão entregues com meia hora de antecedência do início de cada sessão.

SINOPSES

Dia 9, quarta-feira, 17h

The Human Scalede Andreas Dalsgaard. Dinamarca, Bangladesh, Nova Zalândia, China, EUA. 2012. 83min. Documentário. Sem classificação – Documentário repensa o espaço dos humanos no meio urbano

Dia 9, quarta-feira, 19h

Crônica da Demolição: de Eduardo Ades. Brasil. 2015. 89 min. Documentário. Sem classificação. Com Humberto Barreto, Margareth da Silva Pereira, Ernesto Geisel – No Centro do Rio de Janeiro há 40 anos, ficava o Palácio Monroe, antiga sede do Senado Federal. Uma história de sabres e leões, militares e arquitetos, passado e futuro.​

Dia 10, quinta-feira, 17h

Tempo: de Manuel Valcárcel. Espanha. 2016. 78 min. Documentário. Livre -Durante o primeiro ano de vida de uma menina, a relação entre seres humanos e a natureza é mostrada no curso do tempo.

Dia 10, quinta-feira, 19h

All the Time in the World: de Suzanne Crocker. Canadá. 2014. 87 min. Documentário. Sem classificação – Família se muda para a floresta canadense para viver na natureza durante nove meses.

Dia 11, sexta-feira, 17h

La Supplicationde Pol Cruchten. Áustria, Luxemburgo, Ucrânia. 2016. 82 min. Documentário. Sem classificação. Com Dinara Drukarova, Camille Saltet e Marc Citti – Sobreviventes do desastre de Chernobil falam sobre suas experiências.

 

Dia 11, sexta-feira, 19h

How to Change the World: de Jerry Rothwell. Canadá, Reino Unido, Holanda, EUA. 2015. 110 min. Documentário. Com Bill Darnell, David Garrick e Bobbi Hunter – A história dos pioneiros que fundaram o Greenpeace e o movimento ambientalista, em 1971.

Serviço:
O que: Festival Planeta.DOC

Quando: 9, 10 e 11 de novembro, às 17 e 19h – verificar programação

Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Quanto: gratuito – distribuição de ingressos com meia hora de antecedência antes das sessões.